COMUNICADO DO MINISTÉRIO PÚBLICO
Na página eletrônica de notícias do MP-SP, a nota de esclarecimento emitida pela Procuradoria-Geral de Justiça:
A respeito da reportagem veiculada pelo Jornal “O Estado de S.Paulo”, em 10/11/07, Caderno Metrópole 2, a Procuradoria-Geral de Justiça faz saber:
Com relação à matéria publicada no Caderno Metrópole, na edição de sábado (10/11) neste prestigioso jornal, a Procuradoria-Geral de Justiça vem esclarecer aos leitores as decisões proferidas nos conflitos de atribuição mencionados e decididos pela chefia da instituição. Divergiam os promotores do Grupo de Inclusão Social e da Promotoria de Habitação e Urbanismo sobre a questão da moradia e da ocupação irregular na região de mananciais da Capital. É evidente que a questão se inclui entre as atribuições da Promotoria de Habitação, por se tratar de ocupação de solo urbano. Salienta-se que a água é um bem extremamente precioso e cada vez mais raro. A região metropolitana de São Paulo busca seu abastecimento em locais cada vez mais distantes. Não se tolera que uma Promotoria exija do poder público medidas para impedir a consolidação de novas invasões em área de mananciais e que outra adote providências antagônicas. O Grupo de Inclusão Social, criado em minha gestão, de extrema importância, para atender inúmeras demandas de raça, gênero, orientação sexual e de combate a outras formas de discriminação, continua atuante em sua nova composição, após o pedido de afastamento formulado pelas promotoras que lá atuavam.
Por outro lado, no conflito existente entre os promotores que atuam no combate ao crime organizado (GAECO) e os que fazem o controle externo da atividade policial (GECEP), decidiu-se, no caso concreto, que a atividade era típica de organização criminosa, pois, dentre outros motivos, os agentes públicos envolvidos exigiam a sua contrapartida em droga. É importante salientar que todas as investigações mencionadas continuam em andamento, com diversas iniciativas já tomadas, e que as reclamações formuladas perante o Conselho Nacional do Ministério Público, órgão de controle externo da instituição, tiveram as liminares indeferidas.
Finalmente, todos os afastamentos concedidos para o exercício de cargos fora da instituição, com fundamento na legislação, foram precedidos de parecer favorável do Conselho Superior do Ministério Público e não comprometem de forma alguma a independência do Ministério Público de São Paulo, que atua sempre em favor da sociedade.
Rodrigo César Rebello Pinho, procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo
QUE CARREIRA JURÍDICA É A NOSSA?
No caso vertente, além de o ex-Delegado-Geral não determinar a instauração de procedimento para anulação do ato, conforme o requerido, o pagamento da ajuda de custo em face da remoção no interesse do serviço policial foi efetivado, apenas, no dia 27 de junho do corrente.
Todavia, a Administração não entende ser o dia do pagamento da ajuda de custo o termo inicial dos quinze dias para apresentação na nova localidade.
Presumem que todo Delegado de Polícia é endinheirado; portanto tem a obrigação de ir trabalhar noutra localidade (250 km distante da sua residência), independentemente do recebimento de ajuda de custo.
Assim, pelas dignas autoridades da Seccional e do Deinter-6 de Santos, em meu prejuízo funcional e financeiro foram lançadas 37(trinta e sete) faltas ao trabalho.
Sendo três no mês de maio nos dias 29; 30 e 31.
Por tais faltas no mês de agosto (5º dia útil), nada recebi.
No dia 14 de agosto – após protestos de assistência jurídica aos colegas – depositaram no dia 14 a quantia equivalente aos meus vencimentos, meramente a título de adiantamento.
Não poderei gozar férias integrais.
Fica difícil recomeçar vida nova noutra localidade e em outra Unidade verificando que a Administração não respeita quaisquer direitos. Se a Polícia Civil não fosse dirigida por doutos poder-se-ia até falar em equívoco, não parece ser o caso. Não é necessário ser muito inteligente para interpretar o art. 153 do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis deste Estado, descobrindo-se o termo inicial para assunção da nova sede no caso de remoção no interesse do serviço público. Também, não é necessário muita cultura para se saber que o referido estatuto aplica-se aos policiais civis em geral. Da mesma forma, não é necessário muita cultura jurídica para se saber da inconstitucionalidade da suspensão de vencimentos. Todavia, pergunto acerca dos vencimentos que por direito deveriam ter sido depositados em meu favor no 5º dia útil p. passado. Como estou usando o meu espaço apenas para reclamar direitos não se dará importância. Ninguém lerá e tomará providências. Providências apenas são devidas quando digo acerca da corrupção, providências em meu desfavor é claro. A supressão dos meus vencimentos é apenas mais uma das formas de retaliação. Com efeito, como todos sabem em razão de uma manifestação que fiz neste grupo e no site da ADPESP, em linhas gerais, tornando público o meu desabafo em razão de prejuízos morais que me foram causados e, também, dando conta da desmoralização da Seccional e do Deinter-6 de Santos, local em que, até então, se praticava inúmeros atos de improbidade administrativa, especialmente o recebimento de vantagens ilícitas das máfias dos jogos de azar; acabei afastado do distrito em que exercia as funções e removido no interesse policial para a cidade de Hortolândia, conforme votação do Conselho datada de 30 de maio e publicada no dia 31 daquele mês. A remoção no interesse policial, por lei, confere ao funcionário o recebimento, a vista da publicação, de ajuda de custo equivalente a um mês de vencimentos. Nada pagaram até o escoamento dos 15 dias de trânsito. No primeiro dia útil subseqüente (18/06/2007), já que o citado período de trânsito encerrou-se numa 6a. feira, enderecei petição ao Exmº Delegado Geral, requerendo reconsideração ou instauração de procedimento para invalidação do ato administrativo, nos termos da Lei Estadual 10.177/98, em face de se tratar de uma forma de punição antecipada mascarada , evidenciada pelo não pagamento da ajuda de custa. O requerimento subiu ao Conselho instruído com grosseiras manifestações do Exmº Diretor do Deinter-6, o qual juntoumandado de segurança e outros requerimentos legitimamente formuladosem gestões anteriores: aduzindo-se, em linhas gerais, fruto de “chicaneiro” e pseudo-intelectual. Deixo consignando que, até então, não dispunha das listas inquinando o atual Diretor do Deinter-6 como recebedor de Cr$ 35.000,00 de “propina” dos caça-níqueis; nada tendo postado e publicado que dissesse respeito diretamente a sua gestão e pessoa. Posteriormente,no dia 27 de junho, portanto 27 dias depois da publicação da portariade remoção e em razão do requerimento, foi depositado em conta corrente o numerário correspondente ao mês de vencimento, na ordem de Cr$ 6.500,00. O subscritor no 7º dia subseqüente ao depósito da ajuda de custo cumpriu o desligamento do Deinter-6(dia 4 de julho). No dia 11 de julho se apresentou na DGP, no dia 12 no Deinter-9 em Piracicaba e, também, na Seccional de Americana. Não se apresentou na mesma data, dia 12 de julho, em Hortolândia em razão do horário, permanecendo na Seccional de Americana, sendo que pela manhã foi conduzido por policiais da própria delegacia de Hortolândia para a sede de exercício. No dia 13 de julho(6ª. feira) lá permaneceu até o final do expediente, retornando na 2ª. Feira. Desde então vem cumprindo as tarefas que são atribuídas naquela Unidade. Contudo, o subscritor foi informado, ontem, pela agência bancária acerca da improvisão de fundos e questionado acerca de suposta mudança de conta bancária, inclusive. Vislumbrando, na oportunidade, que a ameaça de suspensão dos vencimentos foi consumada pela Administração, ameaça consubstancia no mandado de notificação postado no meu blog em 20 de junho. Para maior perplexidade, nesta data, recebi o holerite dando conta do seguinte: total de vencimentos: 7.317,65: total de descontos 7.317,65( 30 dias de faltas atribuídas no Deinter-9); liquido a receber 0,00. O meu saldo atual é da ordem de – 14.900,00, sequer dispondo de recursos para o transporte durante o mês corrente e as despesas de estada em Hortolândia. Quando enderecei a petição ao Exmº Delegado-Geral, juntei cópia de extrato bancário demonstrando não possuir condições financeiras sequer de pagar passagens para me apresentar na Capital, muito menos assumir funções em Hortolândia. Distante mais de 200 km do meu local de residência (São Vicente). Ao ser ouvido na Corregedoria auxiliar do Deinter-6, em duas oportunidades, prestei informes acerca do abandono de função que me foi atribuído pelo escalão superior da Polícia, juntando cópia do citado requerimento. Também, aduzindo o descumprimento por parte da Administração, da legislação em vigor. Especialmente das disposições contidas no art. 153 do Estatuto dos Funcionários do Estado, Lei nº. 10.261/68. Com efeito, a única palavra que me cabe em razão de ato tão vil, tão repugnante, é ROUBO. Estão tirando o meu alimento e o da minha família, não estão me retirando propinas. Os meus direitos estão sendo roubados pela Administração da Polícia Civil, por conta do falso moralismo reinante no órgão. Na verdade “um corporativismo mafioso” que está nos levando ao total descrédito. Corporatismo que faz da mentira axioma e da realidade mentira, fantasia. Assim, aos colegas deste grupo em especial, solicito subsídios doutrinários, jurisprudenciais e isenta interpretação dos arts. 43, II e 46, § 1º, da LOP, do Estatuto e, também, da Portaria DGP – 10, de 6/9/1999, com o objetivo de que eu possa ingressar com medida judicial cabível. E mais uma vez o meu desabafo, por conta dessa gente, somos apenas: ATROPELADORES DO DIREITO, nada mais além.
PERMITINDO-ME CONCLUSÕES PERIGOSAS
Bruno Tavares, Fabiane Leite e Marcelo Godoy
Duas representações encaminhadas ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) em setembro e no mês passado levantam suspeitas de que Pinho favoreceu as gestões Gilberto Kassab (DEM) e José Serra (PSDB).
No primeiro caso, Pinho é acusado de impedir que o Grupo de Atuação Especial de Inclusão Social (Gaeis) investigue problemas das políticas habitacionais do Município e do Estado, transferindo apurações para outra promotoria.
Na primeira representação, as promotoras Fernanda Leão de Almeida e Jaqueline Lorenzetti Martinelli, lotadas no Gaeis até setembro, afirmam que o procurador atendeu a um pedido da Prefeitura para que o grupo não atuasse contra supostas remoções irregulares de famílias realizadas pelo Município na área de mananciais da Represa Billings, zona sul – que tinham o apoio de outro setor do MPE, a Promotoria de Habitação e Urbanismo. “(…) A atenção ao pleito da Municipalidade (…) não condiz, de modo algum, com o patamar de independência que o Ministério Público há de sempre ocupar em suas relações com os poderes tradicionais do Estado.”
No caso do Gecep, a representação é assinada pelos promotores Luiz Roberto Faggioni, Márcio Sérgio Christino e Pedro Baracat Pereira.”Uma instituição como a do MPE de São Paulo, cujo procurador-geral de Justiça autoriza o afastamento de membros para compor o Poder Executivo, tanto estadual quanto o municipal, não deve e não pode exercer suas atribuições sem critérios claros e objetivos”, diz o texto. Os três mencionam o risco de “prejuízos à busca da verdade real” e dizem que a liberação de promotores para o Executivo pode “permitir conclusões perigosas”.
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Por outro lado, no conflito existente entre os promotores que atuam no combate ao crime organizado (GAECO) e os que fazem o controle externo da atividade policial (GECEP), decidiu-se, no caso concreto, que a atividade era típica de organização criminosa, pois, dentre outros motivos, os agentes públicos envolvidos exigiam a sua contrapartida em droga. É importante salientar que todas as investigações mencionadas continuam em andamento, com diversas iniciativas já tomadas, e que as reclamações formuladas perante o Conselho Nacional do Ministério Público, órgão de controle externo da instituição, tiveram as liminares indeferidas.
Finalmente, todos os afastamentos concedidos para o exercício de cargos fora da instituição, com fundamento na legislação, foram precedidos de parecer favorável do Conselho Superior do Ministério Público e não comprometem de forma alguma a independência do Ministério Público de São Paulo, que atua sempre em favor da sociedade.
COM EFEITO, A INCUMBÊNCIA RESOLVIDA FAVORAVELMENTE AO GAECO, NOS PARECEU A MAIS ACERTADA.
NOVA REPÚBLICA DOS PROMOTORES
Bruno Tavares, Fabiane Leite e Marcelo Godoy
Os recentes pedidos de afastamento de promotores e procuradores de Justiça para ocupar cargos no Executivo estadual e municipal têm provocado insatisfação e protestos velados dentro do Ministério Público Estadual (MPE). Não é de hoje que integrantes do MPE deixam seus postos para conduzir secretarias ou mesmo concorrer a cargos eletivos, caso do ex-governador de São Paulo Luiz Antonio Fleury Filho. Mas o que mais tem desagradado a classe é o destino de alguns colegas que se desligaram da instituição para assumir cargos de 2º e até 3º escalão. Atualmente, nove promotores e dois ex-promotores ocupam cargos de confiança no Executivo.O estopim das discussões no Conselho Superior do MPE – órgão máximo da instituição, composto por 11 procuradores – foi o pedido de afastamento de Luiza Nagib Eluf para assumir a Subprefeitura da Lapa. Ainda que de forma reservada, procuradores e promotores criticaram duramente o afastamento autorizado pelo procurador-geral, Rodrigo César Rebello Pinho, e referendada pela maioria dos conselheiros do MPE. “Uma coisa é sair para ser secretário de Estado, outra é ser subprefeito”, diz um procurador. “É um cargo sem relevância, que não dignifica a instituição.”O assunto gerou tanta polêmica que acabou sendo incorporado ao “programa de governo” das duas chapas que concorrem ao Conselho Superior do MPE – as eleições estão marcadas para dezembro. Ambas têm dito que, daqui para frente, serão mais rigorosas com pedidos de afastamento. Na opinião de integrantes da instituição, a quantidade de profissionais cedidos ao Executivo lembra a chamada República dos Promotores – um batalhão de quase 30 promotores e procuradores que se afastaram da carreira para ocupar cargos de confiança durante as administrações dos ex-governadores Orestes Quércia (1987 a 91) e Luiz Antonio Fleury Filho (1991 a 94). “Não é pela quantidade, mas principalmente pela irrelevância do cargo que algumas dessas pessoas estão ocupando”, diz um promotor.Embora já tenha vivido a experiência de deixar o MPE para assumir um cargo no Executivo, o procurador Mário Papaterra Limongi, ex-secretário adjunto da Segurança Pública na gestão Mário Covas/Geraldo Alckmin, se diz contrário aos afastamentos. “As saídas não podem afetar o MPE”, adverte. “Dependendo do cargo, é um desprestígio para a instituição.”O afastamento de promotores e procuradores para exercício de funções no Poder Executivo é ato privativo do procurador-geral de Justiça. Para conceder a autorização, no entanto, o chefe do Ministério Público deve seguir o artigo 29 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, da Constituição Federal, e submeter o pedido de transferência ao Conselho Superior. O critério para autorização da cessão do promotor é a “relevância do cargo” a ser ocupado, o que, na visão de promotores e procuradores, não foi observado nos últimos casos.Estão às ordens do prefeito Gilberto Kassab (DEM) cinco promotores e um ex-promotor, Alexandre de Moraes, atual secretário dos Transportes. O governador José Serra (PSDB) conta com outros quatro e também um ex-promotor, Ronaldo Bretas Marzagão, secretário da Segurança Pública.
OS DELEGADOS SÃO "DESPREPARADOS"?
RÁDIO POLÍCIA AFIRMA QUE O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL INVESTIGA RAMIFICAÇÃO DA QUADRILHA NO PORTO SANTISTA
MARIO CESAR CARVALHO
PROPINA A POLICIAIS É ANTIGA?
Gravações da PF sugerem que presidente-executiva da Associação Brasileira de Bingos fazia acertos de longo prazo com investigadores.
MARIO CESAR CARVALHOANDRÉ CARAMANTE -DA REPORTAGEM LOCAL
A presidente-executiva da Abrabin (Associação Brasileira dos Bingos), a advogada Danielle Chiorino Figueiredo, fazia acertos de longo prazo com policiais civis, como sugere uma conversa dela com um investigador registrada pela Polícia Federal durante a preparação da Operação Têmis.
Folha Online – Cotidiano – Leia a íntegra do bate-papo com Mario Cesar Carvalho sobre corrupção policial – 11/10/2007
Arquivo Pessoal
Jornalista Mario Cesar Carvalho, que participou de bate-papo sobre corrupção na polícia de SP
Denúncias vieram à tona após a prisão do megatraficante colombiano Juan Carlos Ramírez Abadía, em agosto. Em depoimento aos promotores, Abadía disse aque sofreu cinco extorsões por policiais do Denarc, a delegacia antinarcóticos de São Paulo.
A Folha revelou as primeiras informações sobre a suposta extorsão, ainda em agosto, logo após a prisão do megatraficante.
Na Folha desde 1984, Mario Cesar Carvalho já realizou trabalhos investigativos sobre crimes financeiros, corrupção política e corrupção policial. Publicou os livros “O Cigarro” (Publifolha) e “Carandiru: Registro Geral” (Wide Publishing).
O texto abaixo reproduz exatamente a maneira como os participantes digitaram suas perguntas e respostas.
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(05:02:47) Mario Cesar: Queria agradecer a presença de todos que se interessam por um assunto tão árido, mas fundamental.
(05:02:51) naty: como vc defende a nossa cidade está em caos?
(05:05:05) Mario Cesar: Naty, não há receita mágica para acabar com o caos na área de segurança. Há, porém, duas ou três medidas óbvias que o governo do Estado não faz: 1) criar mais programas sociais para as áreas violentas; 2) melhorar a qualidade da polícia; e, para entrar no nosso tema, 3) combater a corrupção policial com seriedade. As corregedorias que existem hoje são uma caricatura quando se compara com similares no exterior
(05:05:13) verinha: Como a sociedade pode acreditar que estes policiais serão realmente punidos?
(05:06:23) Mario Cesar: Verinha, acho que você tem toda razão em ser cética. Não dá para acreditar em punição agora quando outras dezenas ou centenas de policiais corruptos não foram punidos. Acho que o governo do Estado está acuado e tenta passar a impressão de que está agindo. Mas a ação é muito tímida até agora.
(05:06:30) alex: quantos reais eles extorquiram?
(05:08:07) Mario Cesar: Alex, essa conta não é fácil, já que foram pelo menos cinco extorsões, três delas feitas mediante seqüestro. Ou seja, sequestraram integrantes da quadrilha de Abadia e pediram dinheiro para libertá-los. Num desses sequestros, os policiais tomaram US$ 800 mil. Noutro, US$ 280 mil mais uma camionete Hilux. Em outro caso, levaram R$ 400 mil. Dá para estimar que o total beire os R$ 3 milhões.
(05:08:16) Roger: a corrupção policial em SP é regra ou excessão?
(05:09:24) Mario Cesar: Roger, acho que é uma excessão que corre o risco de virar regra. A Polícia Militar, por exemplo, parece ser mais rígida com os desvios. Já a Polícia Civil parece totalmente complacente com policiais que enriquecem por vias não muito claras.
(05:09:57) curiosa: como vc comecou a levantar essas informações? quem foi sua 1a fonte a comentar que algo estava acontecendo e te fez ir atras do caso?
(05:11:58) Mario Cesar: Curiosa, comecei a levantar essas informações no dia da prisão de Abadía (7 de agosto de 2007). Repórteres raramente têm uma única fonte. Tem fontes em todos os setores envolvidos nessa investigação. O que me fez correr atrás eram os boatos insistentes de que os policiais fizeram uma espécie de extorsão em série.
(05:12:06) globo manipuladora: como você acha que a corrupçao pode acabar?
(05:13:17) Mario Cesar: Globo Manipuladora, acho sinceramente que não dá para acabar com corrupção, seja ela na polícia ou no Senado. O que dá é para diminuir a probabilidade de que ela aconteça. Faltam mecanismos de combate à corrupção no Brasil. Esse é o grande problema.
(05:13:26) hilda: mario cesar, boa tarde. por que o traficante resolveu expor toda a história? ele pensa em se beneficiar de alguma forma?
(05:14:14) Mario Cesar: Hilda, o traficante pensa em se beneficiar, sim. Ele revelou os casos de corrupção porque busca um acordo de delação premiada com o juiz federal e com a PF.
(05:14:20) italo: vc não acha que estes acontecimentos se dão pelo fato de o estado delegar muitos poderes na mão a polícia?
(05:16:01) Mario Cesar: Italo, acho que você tem uma certa razão na sua abordagem. Os policiais fazem o que querem, quando querem, da forma que querem e não são controlados. Os delegados, que deveriam exercer essa função, são em regra omissos, não acompanham o dia a dia da investigação.
(05:16:13) leandro: podemos dizer que a policia de uma forma geral pode ser retratada como foi abordado no filme tropa de elite?
(05:18:34) Mario Cesar: Leandro, o filme “Tropa de Elite” retrata com cores fortes o comportamento da Polícia Militar no Rio e, de forma geral, no Brasil inteiro. A PM é violenta, tem pouca tradição de combater o crime segundo as regras democráticas. Há, porém, um outro lado da polícia, mais contundente na Polícia Civil, que é a tradição de extorquir os bandidos que deveria prender. O caso de Abadía mostra que esse comportamento virou uma instituição, uma segunda natureza da polícia. Quero dizer que os muitos policias não estão interessados em investigar. Só investigam para extorquir.
(05:18:40) dodo: porque a imprensa só fala da policia? e não do ministério publico e outros?
(05:20:51) Mario Cesar: Dodo, a imprensa só fala da polícia porque as informações que aparecem sobre corrupção apontam para a polícia. Acho que a imprensa é muito complacente (muitas vezes submissa mesmo) ao Ministério Público. Sobre a Justiça, então, a imprensa é quase nula. A grande exceção é o repórter Frederico Vasconcelos, que tem um livro que é uma aula sobre a banda pobre da Justiça. O livro chama-se “Juízes nos bancos dos réus”.
(05:20:57) *estrela: mario sergio, vc tem ido à corregedoria geral da policia civil obter informações?
(05:23:39) Mario Cesar: *Estrela, infelizmente, nunca consegui na vida uma informação que prestasse na Corregedroria da Polícia Civil. A impressão que tenho é que eles são muito corporativos e protegem os policiais que são investigados. Acho também que os delegados são muitos despreparados e o órgão não tem independência. Corregedoria teria de ser uma função indenpendente. Hoje, um delegado sai da corregedoria e vai para uma delegacia ser subordinado de alguém que ele investigou. Obviamente, não ´dá para fazer um trabalho sério nas atuais condições.
(05:23:52) digao ny: mas nao eh dificil mudar a policia com esses salarios medonhos para nao dizer aviltantes de baixos, nesse episodio do luciano huck eu li que o governo serra tirou o auxilio alimentacao que eh irrisorio de 80 reais, aqui em ny a primeira providencia do prefeito foi aumentar o salarios dos policias e fazer um rapa na rale que estava inserida, vc acredita que algo acontecerah assim no brasil?
(05:26:30) Mario Cesar: Digao NY, você está coberto de razão. Com esse salário miserável não dá para cobrar muita coisa da polícia. Mas também não dá para aceitar o argumento de que os salários baixos justificam os roubos. Conheço dezenas de pessoas que ganham salário mínimo e não roubam nem extorquem. Para citar um exemplo concreto, foi a mudança de salário na Polícia Federal que impulsionou a mudança nessa instituição. Há 15 anos, a PF era sinônimo de corrupção e ineficiência, Hoje, a PF é uma das instituições mais confiáveis no país, segundo várias pesquisas.
(05:26:35) curiosa: dizem que o abadia ja fez acordo pra delacao premiada. no entando sempre ouvimos historias de que bandidos que fazem esse tipo de acordo acabam morrendo “acidentalmente”,… vc acha que isso é uma coisa que pode acontecer ou ele é mto visado pela midia e isso da uma certa protecao?
(05:28:01) Mario Cesar: Curiosa, acho difícil isso acontecer com o Abadía porque ele está num presídio federal com segurança similar à de presídios americanos. Acho, também, que as pessoas temem Abadía. Afinal, ele é acusado de ter ordenado a morte de 310 pessoas.
(05:28:06) malu: Algum policial já perdeu o cargo desde que você iniciou esta série de investigações ligada ao Abadia?
(05:30:16) Mario Cesar: Malu, ninguém perdeu o cargo até agora. No último sábado, o governo do Estado determinou que oito policiais fossem afastados. Esses policiais não podem ser envolver em investigações. Foram deslocados para atividades administrativas. Essa punição, porém, é mais simbólica do que prática. Ninguém perdeu o salário. Alguns até foram trabalhar em delegacias do idoso que nem existem. Ou seja, estão de folga. Acho uma avacalhação com os idosos colocarem policiais suspeitos para atendê-los.
(05:30:29) lídia: Mário Cesar, boa tarde, Você não acha interessante que todo esse assunto esteja vindo à tona, justamente no momento em que o País está sendo surpreendido com os enormes escândalos que envolvem o governo?
(05:31:32) Mario Cesar: Lída, acho saudável e higiênico que esse assunto venha à tona num momento em que todos estavam de olho na corrupção política, sobretudo por causa de Renan Calheiros.
(05:31:42) nino: Considerando o que tem ocorrido com os roubadores do Bco. Central (vários seqüestrados e mortos), a presença de traficante da envergadura de Abadia não atrairia a atenção da raia miúda, pensando em extorquir valores bem maiores que aqueles divulgados pela imprensa? não era riso alto demais para ele?
(05:34:34) Mario Cesar: Nino, não acho que havia grandes riscos para o Abadía porque ninguém sabia que era ele. O colombiano usava identidades falsas e a própria polícia só consegiu confirmar a iddentidade dele uma semana antes da prisão. O que esses traficantes dizem é que o Brasil é um ótimo refúgio por 3 razões: 1) o país é muito grande; 2) por causa da corrupção policial, é possível viver aqui sem ser incomodado, e 3) a diversidade étnica da população permite que um colombiano passe incólume.
(05:34:44) hilda: caro, vi uma reportagem do Fantástico que dizer que alguns policiais chegaram a pedir “mercadoria” e não apenas dinheiro para o traficante. Procede? Se sim, o caso é bem mais grave, não é? Por que além de corruptos, são traficantes também….
(05:35:41) Mario Cesar: Hilda, procede, sim. O Abadía tentou enrolar os policiais numa das supostas extorsões. Dizia não ter dinheiro. Foi aí que um policial sugeriu que ele entregasse “mercadoria”, o que parece ser cocaína.
(05:35:45) Carlos: quanto as informações que voce tem a respeito dos policiais que teriam extorquido o tal abadia, ha provas concretas que motivassem seus afastamentos? nao teria sido uma medida extrema o afastamento que por si só já os condena perante a opinião publica? qual a retratação desses policiais em casos de infundadas as acusações??
(05:37:33) Mario Cesar: Carlos, acho que há muito de encenação polícia nesses afastamentos. É o governo Serra encenando que não está quieto diante de um caso tão escandaloso. Acredito, porém, que existem provas, sim, ou, no mínimo, indícios fortíssimos. Os telefonemas gravados pela PF, por exemplo, apontam claramente para a extorsão.
(05:37:43) Saboia Jr: Mário, boa tarde. Há anos, um dos setores masi corruptos da Polícia civil é o Denarc. Como moralizar essa delegacia que, principalmente, nos dias de hoje, é tão importante? A unificação da polícias civil e militar não ajudaria?
(05:40:13) Mario Cesar: Saboia Jr., não sei se a unificação resolveria esse problema de corrupção. Talvez diminuísse porque os policiais militares iriam vigiar os civis, o que, na minha opinião, geraria inibição por parte deles. Todo departamento de narcóticos corre o risco de ser cooptado por traficantes. Isso ocorre no mundo todo. A diferença é que esses países tomam uma série de medidas de controle dos policiais que investigam o tráfico. É praticamente uma carreira diferente na polícia. Aqui, o policial de narcóticos não passa por controle nenhum. Por isso a coisa corre solta.
(05:40:21) João do Caminhão: Mario Cezar, qual a possibiliade de existirem outros abadias no brasil??
(05:41:31) Mario Cesar: João do Caminhão, as probabilidades são altíssimas. Escrevi, há certa de três semanas, uma reportagem apontando que o Brasil virou refúgio de narcotraficantes colombianos. A corrupção policial e a facilidade de lavar dinheiro atraem esse tipo de gente para o Brasil.
(05:42:10) malu: vc não tem medo de sofrer represálias dos envolvidos nas suas investigações? Faz algo para se proteger?
(05:45:03) Mario Cesar: Malu, não faço nada para me proteger. Acho que há risco sim de represálias. Não sei se você soube, mas a corregedoria abriu uma investigação contra investigadores da Sétima Seccional que foram ao prédio do Gaeco anteontem perguntar aos vizinhos se eles sabiam dos jornalistas que apareciam por ali. É chocante que num Estado como São Paulo policiais civis sintam-se à vontade para intimidar jornalistas e o Ministério Público ao mesmo tempo. Tenho mais de 20 anos de profissão e fiquei chocado. Fiquei chocado também com a ligeireza com que o governo Serra tratou o caso. Mandou a corregedoria investigar. Ora, todo mundo sabe que a corregedoria tem suas limitações e é muito corporativa.
(05:45:06) vi agora: mario, acho que nao tem jeito mesmo, acabei de flagrar (agora mesmo), uma viatura parou em frente meu comercio, parava todas motos e so as que eu tive paciencia de contar, vi eles cobrando de tres, propina para liberar os caras, e ai, o que fazemos com esse pais?
(05:46:22) Mario Cesar: Vi agora, acho que esse tipo de coisa só muda com a atuação firme da população. Você anotou o número da viatura? Avisou a corregedoria? Sem esse tipo de atitude, nada muda. É preciso romper o silêncio que existe em torno da corrupção policial.
(05:46:33) dr.m: sr. Mario sou delegado de policia em sp, ganho por volta de R$3.000,00 por mês e nunca vi uma repostagem da folha falar sobre o salário da polícia e as condições de trabalho. Agora, vocês preferem acreditar primeiro em um bandido ao invés de acreditar em um delegado de policia. é uma inversão de valores
(05:49:46) Mario Cesar: Dr. M, talvez o sr. não tenha visto, mas a Folha fez dezenas de reportagem sobre os salários miseráveis da polícia paulista. Como eu já disse, salário baixo não justifica os eventuais crimes dos policiais. Sobre a inversão de valores, discordo do sr.: quem sabe sobre corrupção policial são os criminosos. É assim no mundo inteiro. O sr. nunca verá um padre ou um médico falando sobre corrupção policial porque eles não frequentam o mundo do crime. É preciso, porém, ser rigoroso na investigação.
(05:49:55) mané: os policiais que cuidam das fronteiras tornam-se contrabandistas; os que reprimem as drogas, terminam por negociar com elas; os que tratam de crimes que envolvem finanças e corrupçao entram no ramo; os que tratam de assassinatos se tornam homicidas “em nome da lei”, é assim que funciona?
(05:51:00) Mario Cesar: Mané, você tem uma boa dose de razão no enunciado chocante da sua pergunta. Só excluiria os que investigam homicídios dessa equação.
(05:51:05) yan: existe algum numero que possa denunciar policias corruptos sendo anonimo?
(05:52:44) Mario Cesar: Ya, o Disque Denúncia (0800 156315) da polícia serve para qualquer tipo de crime. Mas a sua idéia de criar um número específico parece boa. O problema é que o governo não parece interessado na questão. Acho que há muito medo político nessa área.
(05:52:47) pontes: Olha Mario Cesar meu filho é policial e ele fala sempre o contrario que voce relata que a corregedoria é muito corporativa. Será que é mesmo?
(05:54:29) Mario Cesar: Pontes, falo isso porque sabemos de dezenas de casos que acabam impunes. Quando há punição, é sempre sobre o baixo clero, os investigadores e agentes. Delegados raramente são punidos. Não conheço um caso de punição contra um delegado classe especial, o topo da carreira. Os cardeais, como são chamados, raramente são investigados.
(05:54:34) Saboia Jr: O governo brasileiro extraditará o Abadia?
(05:55:20) Mario Cesar: Saboia Jr, tudo indica que isso. Afinal, um traficante desse quilate é uma batata quente para qualquer país. Imagina o escândalo intercional que seria a fuga ou a morte de Abadía?
(05:55:25) metralha: A liberação das drogas não seria uma saída?
(05:57:17) Mario Cesar: Metralha, essa é uma tese polêmica, mas pesquisadores muito sérios (como economistas da Escola de Chicago, um enclave do pensamento liberal). Na Holanda, foi a própria polícia que propôs essa via e ela parece ter dado certo. O grande problema hoje é que o Estado gasta milhões ou bilhões para combater as drogas sem qualquer resultado. O tráfico só cresce.
(05:57:20) Ademir: Os Delegados de Polícia (bacharéis em Direito) têm a mesma formação de Juízes e Promotores e são aprovados em concurso público com participação da OAB em todas as fases. Os Delegados são “despreparados”?
(05:59:25) Mario Cesar: Ademir, infelizmente, os baixos salários pagos pela Polícia Civil não tem atraído grandes profissionais do direito. Pelo menos é o que vejo no dia a dia. ATENÇÃO TODOS: o número do Disque Denúncia é 0800 156315.
(06:01:15) Mario Cesar: Obrigado a todos que interromperam suas atividades para discutir um assunto que parece insolúvel. Há solução, sim, mas depende de pressão da sociedade.
Livro mostra como se tornar advogado, escolher carreira e conseguir primeiro emprego
da Folha Online
A advocacia, uma das profissões mais tradicionais do Brasil, sempre esteve entre as carreiras mais procuradas pelos jovens. O vasto leque de oportunidades de trabalho existentes na área é uma das razões mais significativas da escolha pelo direito.
Um bacharel pode seguir carreira pública na magistratura, na promotoria, tornar-se professor do ensino superior ou delegado. Aqueles que são aprovados no exame da Ordem dos Advogados podem advogar em seu próprio escritório e trabalhar na procuradoria, por exemplo.
| Divulgação |
|
| Livro traz panorama para quem quer fazer faculdade de direito |
Hoje há especialidades do direito que estão em alta como o biodireito, o direito internacional, ambiental e virtual. Leia um trecho do livro que destaca as áreas mais promissoras.
O livro “Advogado”, da “Série Profissões”, da Publifolha, é uma excelente fonte de informação para quem pensa em fazer direito. A linguagem é clara e direta e o volume reúne os dados atualizados sobre a carreira e fornece todas as indicações para você fazer a escolha certa na hora do vestibular.
O capítulo “História” traz um panorama da profissão, das origens na Antigüidade até os dias atuais. “Estudos” disponibiliza uma lista das melhores escolas preparada pela Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB e informações sobre os cursos, com detalhes sobre matérias e atividades de cada ano letivo.
As especialidades do direito, com um breve resumo de cada uma delas, está no capítulo “Especialização”, que também explica como funcionam os mestrados e doutorados. “Ao Trabalho” ensina como exercer a profissão e as áreas mais promissoras no Brasil, a p.artir do primeiro emprego
Em “Palavra do Profissional” três advogados de destaque, em três estágios diferentes nas respectivas carreiras, contam um pouco de sua trajetória profissional, da faculdade aos dias de hoje e apontam os rumos para o futuro. O capítulo “Serviços” traz os caminhos para conseguir bolsas de estudos e um teste mostra quais as aptidões necessárias para ser um advogado.
Livro mostra como se tornar advogado, escolher carreira e conseguir primeiro emprego
da Folha Online
A advocacia, uma das profissões mais tradicionais do Brasil, sempre esteve entre as carreiras mais procuradas pelos jovens. O vasto leque de oportunidades de trabalho existentes na área é uma das razões mais significativas da escolha pelo direito.
Um bacharel pode seguir carreira pública na magistratura, na promotoria, tornar-se professor do ensino superior ou delegado. Aqueles que são aprovados no exame da Ordem dos Advogados podem advogar em seu próprio escritório e trabalhar na procuradoria, por exemplo.
| Divulgação |
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| Livro traz panorama para quem quer fazer faculdade de direito |
Hoje há especialidades do direito que estão em alta como o biodireito, o direito internacional, ambiental e virtual. Leia um trecho do livro que destaca as áreas mais promissoras.
O livro “Advogado”, da “Série Profissões”, da Publifolha, é uma excelente fonte de informação para quem pensa em fazer direito. A linguagem é clara e direta e o volume reúne os dados atualizados sobre a carreira e fornece todas as indicações para você fazer a escolha certa na hora do vestibular.
O capítulo “História” traz um panorama da profissão, das origens na Antigüidade até os dias atuais. “Estudos” disponibiliza uma lista das melhores escolas preparada pela Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB e informações sobre os cursos, com detalhes sobre matérias e atividades de cada ano letivo.
As especialidades do direito, com um breve resumo de cada uma delas, está no capítulo “Especialização”, que também explica como funcionam os mestrados e doutorados. “Ao Trabalho” ensina como exercer a profissão e as áreas mais promissoras no Brasil, a p.artir do primeiro emprego
Em “Palavra do Profissional” três advogados de destaque, em três estágios diferentes nas respectivas carreiras, contam um pouco de sua trajetória profissional, da faculdade aos dias de hoje e apontam os rumos para o futuro. O capítulo “Serviços” traz os caminhos para conseguir bolsas de estudos e um teste mostra quais as aptidões necessárias para ser um advogado.
Livro mostra como se tornar advogado, escolher carreira e conseguir primeiro emprego
da Folha Online
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Um bacharel pode seguir carreira pública na magistratura, na promotoria, tornar-se professor do ensino superior ou delegado. Aqueles que são aprovados no exame da Ordem dos Advogados podem advogar em seu próprio escritório e trabalhar na procuradoria, por exemplo.
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| Livro traz panorama para quem quer fazer faculdade de direito |
Hoje há especialidades do direito que estão em alta como o biodireito, o direito internacional, ambiental e virtual. Leia um trecho do livro que destaca as áreas mais promissoras.
O livro “Advogado”, da “Série Profissões”, da Publifolha, é uma excelente fonte de informação para quem pensa em fazer direito. A linguagem é clara e direta e o volume reúne os dados atualizados sobre a carreira e fornece todas as indicações para você fazer a escolha certa na hora do vestibular.
O capítulo “História” traz um panorama da profissão, das origens na Antigüidade até os dias atuais. “Estudos” disponibiliza uma lista das melhores escolas preparada pela Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB e informações sobre os cursos, com detalhes sobre matérias e atividades de cada ano letivo.
As especialidades do direito, com um breve resumo de cada uma delas, está no capítulo “Especialização”, que também explica como funcionam os mestrados e doutorados. “Ao Trabalho” ensina como exercer a profissão e as áreas mais promissoras no Brasil, a p.artir do primeiro emprego
Em “Palavra do Profissional” três advogados de destaque, em três estágios diferentes nas respectivas carreiras, contam um pouco de sua trajetória profissional, da faculdade aos dias de hoje e apontam os rumos para o futuro. O capítulo “Serviços” traz os caminhos para conseguir bolsas de estudos e um teste mostra quais as aptidões necessárias para ser um advogado.
Livro mostra como se tornar advogado, escolher carreira e conseguir primeiro emprego
da Folha Online
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Hoje há especialidades do direito que estão em alta como o biodireito, o direito internacional, ambiental e virtual. Leia um trecho do livro que destaca as áreas mais promissoras.
O livro “Advogado”, da “Série Profissões”, da Publifolha, é uma excelente fonte de informação para quem pensa em fazer direito. A linguagem é clara e direta e o volume reúne os dados atualizados sobre a carreira e fornece todas as indicações para você fazer a escolha certa na hora do vestibular.
O capítulo “História” traz um panorama da profissão, das origens na Antigüidade até os dias atuais. “Estudos” disponibiliza uma lista das melhores escolas preparada pela Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB e informações sobre os cursos, com detalhes sobre matérias e atividades de cada ano letivo.
As especialidades do direito, com um breve resumo de cada uma delas, está no capítulo “Especialização”, que também explica como funcionam os mestrados e doutorados. “Ao Trabalho” ensina como exercer a profissão e as áreas mais promissoras no Brasil, a p.artir do primeiro emprego
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Um bacharel pode seguir carreira pública na magistratura, na promotoria, tornar-se professor do ensino superior ou delegado. Aqueles que são aprovados no exame da Ordem dos Advogados podem advogar em seu próprio escritório e trabalhar na procuradoria, por exemplo.
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Hoje há especialidades do direito que estão em alta como o biodireito, o direito internacional, ambiental e virtual. Leia um trecho do livro que destaca as áreas mais promissoras.
O livro “Advogado”, da “Série Profissões”, da Publifolha, é uma excelente fonte de informação para quem pensa em fazer direito. A linguagem é clara e direta e o volume reúne os dados atualizados sobre a carreira e fornece todas as indicações para você fazer a escolha certa na hora do vestibular.
O capítulo “História” traz um panorama da profissão, das origens na Antigüidade até os dias atuais. “Estudos” disponibiliza uma lista das melhores escolas preparada pela Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB e informações sobre os cursos, com detalhes sobre matérias e atividades de cada ano letivo.
As especialidades do direito, com um breve resumo de cada uma delas, está no capítulo “Especialização”, que também explica como funcionam os mestrados e doutorados. “Ao Trabalho” ensina como exercer a profissão e as áreas mais promissoras no Brasil, a p.artir do primeiro emprego
Em “Palavra do Profissional” três advogados de destaque, em três estágios diferentes nas respectivas carreiras, contam um pouco de sua trajetória profissional, da faculdade aos dias de hoje e apontam os rumos para o futuro. O capítulo “Serviços” traz os caminhos para conseguir bolsas de estudos e um teste mostra quais as aptidões necessárias para ser um advogado.
Livro mostra como se tornar advogado, escolher carreira e conseguir primeiro emprego
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A advocacia, uma das profissões mais tradicionais do Brasil, sempre esteve entre as carreiras mais procuradas pelos jovens. O vasto leque de oportunidades de trabalho existentes na área é uma das razões mais significativas da escolha pelo direito.
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| Livro traz panorama para quem quer fazer faculdade de direito |
Hoje há especialidades do direito que estão em alta como o biodireito, o direito internacional, ambiental e virtual. Leia um trecho do livro que destaca as áreas mais promissoras.
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O capítulo “História” traz um panorama da profissão, das origens na Antigüidade até os dias atuais. “Estudos” disponibiliza uma lista das melhores escolas preparada pela Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB e informações sobre os cursos, com detalhes sobre matérias e atividades de cada ano letivo.
As especialidades do direito, com um breve resumo de cada uma delas, está no capítulo “Especialização”, que também explica como funcionam os mestrados e doutorados. “Ao Trabalho” ensina como exercer a profissão e as áreas mais promissoras no Brasil, a p.artir do primeiro emprego
Em “Palavra do Profissional” três advogados de destaque, em três estágios diferentes nas respectivas carreiras, contam um pouco de sua trajetória profissional, da faculdade aos dias de hoje e apontam os rumos para o futuro. O capítulo “Serviços” traz os caminhos para conseguir bolsas de estudos e um teste mostra quais as aptidões necessárias para ser um advogado.





