O MINISTÉRIO PÚBLICO ASSUMIU DE VEZ AS ATRIBUIÇÕES ABANDONADAS PELA POLÍCIA CIVIL 4

Sexta, 27 de junho de 2008,
MP fiscalizará postos com combustível adulterado
O Ministério Público (MP) de São Paulo anunciou que participará da fiscalização da adulteração de combustíveis.
Caso os promotores comprovem a fraude em um dos postos fiscalizados, o responsável pelo estabelecimento pode ser preso.
As informações são do SPTV.
Os promotores serão acompanhados por uma equipe e um carro com provetas e uma máquina sofisticada, que identifica as substâncias da gasolina, equipamentos necessários para verificar a qualidade do combustível.
A Agência Nacional do Petróleo (ANP), o Instituto de Pesos e Medidas (Inpe) e a Delegacia de Crimes contra a Fazenda voltou a fiscalizar os postos de combustível da capital nesta sexta-feira.
Ainda de acordo com o SPTV, durante a ação, os fiscais encontraram um posto que vendia gasolina com quase o dobro de álcool do que o permitido por lei.
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Aliás, faz tudo aquilo que deixamos de fazer por culpa exclusiva da administração superior.
Pois pega mal polícia reprimir o “honesto empresariado Paulista”.
As máfias dos combustíveis, dos supermercados, das auto-escolas; dos sonegadores em geral.
Pega mal investigar “criminoso de tal qualificação”.
Eles podem oferecer grana.
E o policial mal pago acabar aceitando.
Assim, “deixar quieto” sempre foi a ordem.

53ª CRETRAN DE ANDRADINA

Ciretran remarca prova prática para envolvidos em denúncia

Jean Oliveira
Quinta-feira – 26/06/2008 – Andradina –

Oito das 17 pessoas que receberam CNH (Carteira Nacional de Habilitação) para dirigir vans e microônibus sem fazer as provas práticas exigidas pela legislação serão submetidas hoje, às 8h, às provas. Elas foram envolvidas em um escândalo que atingiu a 53ª Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito) no início do mês e que culminou no afastamento temporário do delegado Vanderlei Aguiar Leão. Além de ter expedido as carteiras sem os testes de habilidade, Leão e funcionários da delegacia ainda são investigados por cobrança ilegal de taxa para liberação de carteira apreendida em acidente de trânsito. A prova acontece no pátio da estação ferroviária desativada.O delegado interino da Ciretran de Andradina, José Astolfo Júnior, disse ontem que uma das suas primeiras medidas ao assumir o cargo foi entrar em contato com as pessoas que haviam recebido a CNH indevidamente para que elas devolvessem o documento e fizessem a prova. Até ontem, oito haviam se apresentado espontaneamente. Segundo o delegado, todos deverão fazer a prova até o fim do próximo mês. Os que não se apresentarem poderão ser punidos por estarem com habilitação irregular, que cabe inquérito policial por dirigir sem habilitação. Por ser tratar de CNH para condução de veículos de transporte de pessoas, em um acidente, que estiver em situação irregular pode ser indiciado até por homicídio doloso (com intenção de matar). Apenas 15 documentos deverão ser devolvidos, pois duas CNHs nem haviam sido retiradas por seus titulares.
INVESTIGAÇÃO –
Os motoristas que receberam as CNHs sem fazer a prova prática não estão sendo tratados, na investigação, como suspeitos. Eles não tiveram participação no esquema e foram apenas dispensados no dia marcado para o teste por determinação de Leão. Segundo a 3ª promotora do Fórum de Andradina, Regislaine Topassi, que fez as denúncias à Delegacia Seccional e à Corregedoria do Detran-SP (Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo), o caso aconteceu no dia 28 de fevereiro e foi denunciado à Justiça por um dos supostos beneficiados com o documento. Nesse dia, estavam marcadas as provas práticas para as pessoas que tentavam retirar a CNH para carro, moto e veículos maiores. A denúncia diz que os candidatos das duas primeiras categorias fizeram as provas normalmente, mas a de veículos de passageiros foi cancelada pelo delegado Leão, que teria se irritado com a demora do instrutor da auto-escola em chegar ao local do exame com as chaves de um microônibus. Com isso, o delegado teria cancelado o teste. Esses candidatos, no entanto, receberam suas habilitações duas semanas depois.

CUMPRIAM ESTRITAMENTE ORDENS SUPERIORES: SEQÜESTRAR, TORTURAR, MATAR E OCULTAR CADÁVERES 3

26/06/2008
A resposta de Ustra
Coronel acusado de comandar a tortura no DOI paulista diz que Romeu Tuma sabia de tudo e pede testemunho dos atuais comandantes militares
matheus leitão

Coronel Ustra: “Tuma viveu a situação de violência da época e o trabalho do DOI”
Alvo de uma ação do Ministério Público que tenta obrigá-lo a arcar até com as despesas da União com indenização de presos políticos, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra já montou sua defesa num possível processo.

Entre 1970 e 1974, Ustra foi comandante do DOI-CODI paulista.

Pelo menos 60 militantes de esquerda perderam a vida em confrontos com o órgão.

Centenas foram submetidos a tortura.

Para defender-se, Ustra faz um apelo genérico e uma convocação específica.

Ele quer que o atual senador Romeu Tuma seja ouvido como testemunha de sua defesa.

Num texto de 31 páginas, ao qual ÉPOCA teve acesso com exclusividade, Ustra diz que Tuma “acompanhou e viveu a situação de violência da época e o trabalho do DOI, já que, como delegado da Polícia Civil, era o elemento de ligação entre o Comando do II Exército e o Departamento de Ordem Política e Social, órgão no qual estava lotado.”

Ustra constituiu um advogado para orientá-lo no processo, Paulo Esteves.

Além do senador Romeu Tuma, Ustra convoca quatro oficiais da ativa do Exército para servirem com suas testemunhas.

Ele não está falando de baixas patentes, mas do próprio comandante do Exército, Enzo Martins Peri; do comandante militar do Sudeste, onde funcionava o DOI paulista; do Chefe do Estado Maior do Sudeste e do chefe do Centro Inteligência do Exército, CIEx.

Referindo-se a oficiais de gerações posteriores, que fizeram carreira após a democratização, Ustra escreve que “tais militares, ainda que jovens naquela época, vivenciaram ou acompanharam a violência daquela quadra conturbada.” Com esse pedido, a investigação sobre o passado da ditadura pode transformar-se em confusão e constrangimento no presente.

O argumento de Ustra para chamar Tuma é que o então delegado acompanhava de perto aos trabalhos dos órgãos de repressão que prenderam adversários do regime, em particular integrantes de organizações armadas.

No texto de sua defesa, ele lembra que o trabalho do delegado consistia em realizar inquéritos relativos às prisões realizadas pelo DOI.

A escolha de Tuma não é casual.

Filiado ao PTB, o senador integra a base parlamentar do governo Lula, de onde têm partido sinais de estímulo à reabertura de investigações dos crimes ocorridos durante a ditadura militar e também sobre o papel de Ustra à frente do DOI.

Nos anos finais do regime militar, Tuma foi o delegado que, cumprindo ordens do Planalto, manteve o então sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva sob prisão, acusado de crime definido na Lei de Segurança Nacional.

Lula estava preso quando sua mãe, muito doente, morreu.

Tuma permitiu que Lula saísse da prisão para acompanhar o enterro.

Entre amigos do presidente da República, é comum dizer que esse gesto marcou uma primeira aproximação entre o delegado e o sindicalista.

Como delegado da Polícia Civil, Tuma teve um papel que ainda não foi inteiramente esclarecido nos anos de chumbo.

Tuma atuou como elemento de ligação entre o DOPS paulista e a área militar. Ao colocar o nome do delegado e hoje senador num processo em que é chamado a prestar contas sobre o passado, situação que jamais ocorreu no país, Ustra faz uma clássica manobra diversionista, procurando abrigo na sombra de Romeu Tuma, hoje um político prestigiado, que fez a transição do regime militar para a democracia civil sem maiores manchas na biografia.

ÉPOCA procurou ouvir o senador na noite desta quarta-feira (25), fazendo sucessivos pedidos à sua assessoria de imprensa.

Não havia obtido resposta até o fechamento desta reportagem.

A atitude de Ustra deve ser examinada com cautela, cabendo inclusive a pergunta: por que são feitas agora, três décadas depois de os fatos terem ocorrido?

Tuma ocupou uma posição chave na máquina policial, sob o regime militar. Cumpria tarefas de inteligência na investigação das organizações de esquerda e até hoje nunca foi denunciado por envolvimento em tortura ou assassinatos.

Em conversas privadas, Ustra revela que Tuma comparecia praticamente todos os dias ao DOI e que teria conhecimento de tudo o que acontecia ali.

Conforme o coronel, o delegado acompanhava todos os serviços – no próprio local.

Ustra sustenta que nunca participou de torturas nem autorizou qualquer tipo de violência contra presos políticos.

Essa alegação é negada pelo depoimento de dezenas de presos políticos do período.

O coronel lembra que o então delegado tinha função de registrar legalmente as prisões efetuadas pelo DOI.

Em suas palavras, se alguém foi “estraçalhado” no porão militar, Tuma também viu tudo.

Em sua defesa, Ustra emprega outro argumento esperado nessas circunstâncias: “cumpri, rigorosamente, as ordens emanadas de meus superiores.”

Eles foram, conforme o texto, o presidente Emílio Garrastazu Médici e outros sete generais – todos já mortos.

O coronel também afirma que: “tenho a certeza de que esses homens, com sua estirpe e com seu passado, se vivos fossem não me deixariam só nesta hora em que os revanchistas de plantão, por vingança, querem colocar-me em julgamento”.
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Ter exercido funções por longo período nos órgãos de repressão política, em cujas instalações dezenas de mortos foram “acusados de suicídio”, pretendendo fazer crer “não ter participado, nem autorizado a tortura”, no mínimo, é fingimento.
Todos eles: USTRA, TUMA, FLEURY – nos termos da legislação atual – seriam denunciados e condenados como torturadores.
Eles eram partícipes em todos os crimes cometidos dentro daquelas repartições.
Aliás, deliberadamente dispostas a propiciar o encarceramento ilegal e interrogatórios mediante violência
E nunca houve quaisquer dúvidas com relação à intima amizade de Romeu Tuma com acusados de torturas, execuções e desaparecimentos.
Tanto que os linhas de frente da OBAN, DOI-CODI e DOPS, foram levados por Tuma para a Polícia Federal.
Entre eles: Calandra e David dos Santos.
A diferença do chefe para os demais: ele nunca deixou de freqüentar a missa dominical.
Os subordinados nunca cometeriam tal sacrilégio, sempre souberam do seu lugar.
O Bar!

EMPREGO IRREGULAR DE VEÍCULO OFICIAL E OUTRAS FRAUDES 3

O aspecto mais nefasto do emprego de viaturas descaracterizadas, além da dilapidação do erário em proveito pessoal, reside na desmoralização da autoridade policial.
O péssimo exemplo transmitido aos colegas e policiais subordinados.
E muito pior exemplo quando se vê um professor comparecendo à Academia da Polícia Civil, alguns vindos do interior, empregando veículo do Estado.
O aluno, aquele recentemente aprovado no concurso, acaba assimilando a improbidade administrativa como uma prerrogativa funcional.
Não é; nunca foi!
Os professores recebem por hora-aula.
Não estão na Academia da Polícia Civil obedecendo à convocação.
Aliás, grande parte deles “mata o serviço normal” para ministrar as aulas.
Ou seja, recebem duas vezes.
Recebem como se estivessem nas respectivas Unidades; recebem pelas aulas ministradas.
E, não contentes, alguns se locupletam mediante o emprego da viatura, do combustível e da economia com o dinheiro dos pedágios.
Muitos assistem, muitos sabem, muitos reclamam, mas ninguém adota providências.
Todavia, não é necessário muito trabalho, conferindo-se os holerites de alguns professores da Academia será possível constatar a incompatibilidade dos horários das aulas e das funções como dirigentes , ou adjuntos, de Unidades.

CORONEL VENDE ATÉ O COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR…E FAZ A CORTE PARA ELES(oficiais) 4

Prostíbulo pagava PMs por segurança e oferecia ”mimos”
Lobista distribuía presentes a oficiais da PM e diz que até comandante-geral se beneficiaria
Marcelo Godoy e Rodrigo Pereira
O esquema de tráfico de influência e corrupção que manteve aberto o prostíbulo de luxo W.E. pagava R$ 2,5 mil por mês para usar policiais militares em sua segurança externa ao mesmo tempo em que distribuía mimos a oficiais da Polícia Militar.
Escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal (PF) flagraram o lobista da quadrilha, o coronel da reserva da PM Wilson de Barros Consani Junior, conversando sobre a concessão de camarotes “com comes e bebes livre” na 13ª Festa do Peão de Osasco ao comando da PM, que nega ter recebido o presente.
Ao todo, Consani conversa oito vezes com três coronéis, um tenente-coronel, um major e um capitão, entre os quais os coronéis Arivaldo Sérgio Salgado, chefe de gabinete do comandante-geral, e João Antônio Ribeiro Ferreira, diretor de Telemática da PM.
O lobista afirma ainda que até o comandante-geral da corporação, coronel Roberto Diniz, se beneficiaria dos camarotes.
Apreendida pela PF na Operação Santa Tereza, a contabilidade do prostíbulo usado para traficar mulheres e lavar dinheiro desviado do BNDES, mostra que a quadrilha pagava R$ 2,5 mil por mês para a “segurança externa PM”. Além disso, o bando gastava R$ 8,5 mil mensais com “segurança-coronel”.
Localizado na Rua Peixoto Gomide, em Cerqueira Cesar, região central de São Paulo, o W.E. funcionou até 25 de abril, quando foi fechado pela Prefeitura a pedido da PF. No relatório da operação, a PF informa que não há dúvidas de que “Consani era o responsável pela manutenção da casa aberta junto aos órgãos policiais e de fiscalização”.
A PF exemplificou a participação de Consani por meio de comprovantes de depósitos bancários de até R$ 18,6 mil achados na W.E..
Em 17 de março, a PF flagrou conversa do gerente financeiro da casa, Celso Murad, com o empresário Manuel Fernandes de Barros Filho, dono da casa. Celso diz que o coronel “veio hoje porque ele tem o acerto para fazer”.
CAMAROTES
Além de ser o assessor de segurança da Força Sindical e do prostíbulo usado para lavar dinheiro do BNDES, o coronel cuidava de eventos, como a Festa do Peão de Osasco.
Em alguns casos, ele misturava essas atividades para obter favores para clientes e amigos.
As escutas mostram, por exemplo, Consani oferecendo em 12 de abril ingressos ao capitão Neliton, do Centro de Operações da PM, para agradecer o envio de uma viatura da PM para dar segurança a um jogo do Esporte Clube Força, o time de futebol do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT).
A partida se realizaria às 11 horas daquele dia no estádio do Flamenguinho, em Guarulhos, na Grande São Paulo. “Ô, chefe, pra essas coisas boas ninguém liga”, diz o capitão.
Os ingressos para a festa, que começou dia 10 de abril e se estendeu até o dia 20, custavam R$ 25.
O camarote para oito dias de festa, com capacidade para dez pessoas, saía por cerca de R$ 3 mil. Entre os artistas que se apresentaram estavam Mateus Minas e Leandro, Edson e Hudson, Victor e Leo, Bruno e Marrone e Chitãozinho e Xororó.
Cerca de 250 mil pessoas compareceram à festa.
No dia 7 de abril, às 9h06, o coronel Consani conversa com o tenente-coronel Henrique Cesar Mendes, do 14º Batalhão da PM, responsável por Osasco.
O lobista conta que um emissário ia entregar para o coronel ainda naquele dia “os camarotes da PM”.
Em seguida, ele diz que ia no dia 12 ao Comando-Geral e avisava o tenente-coronel que “o Brandão, o Daniel subcomandante, o Diniz em um ou outro dia eles vão”.
Os coronéis citados por Consani são: Roberto Diniz, comandante-geral, Daniel Rodrigueiro, subcomandante-geral, e Aílton Araújo Brandão, chefe do policiamento da capital. “Me pediram até os ingressos e eu vou combinar com eles que o dia em que eles forem eu te aviso e aí a gente faz a corte para eles”, diz Consani.
Mendes deixa claro que sabe as intenções do lobista. “Vocês fazem isso até para aumentar a segurança interna, porque tendo policiais vocês têm uma vantagem sobre isso.”No dia 10, Consani fala com o coronel Álvaro Batista Camilo, chefe do policiamento no centro de São Paulo. Camilo diz a Consani que não vai à festa e vai entregar os ingressos que recebeu ao coronel Brandão “pra ir no mesmo esquema”.
Em 18 de abril, o coronel Salgado telefona a Consani e pergunta sobre os ingressos para o show. Conta que o diretor de Telemática da PM também quer ir.
Consani então combina com o coronel João Antônio que vai arrumar cinco ingressos para sexta e sábado para o coronel. “Mas eu não vou te dar trabalho?”, pergunta João Antônio.
“De jeito nenhum, pelo contrário, vai me dar prazer”, diz Consani.
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PELOTÃO DE FUZILAMENTO…
ESSE NÃO FEZ A CORTE…
FEZ UM ENORME CORTE NA MORAL DA PM.
E MEU CARO CAPITÃO: CHEFE…
CHEFE!
QUE INTIMIDADE É ESSA ENTRE UM CAPITÃO DA ATIVA E UM APOSENTADO.
SIM, APOSENTADO.
A DEFINIÇÃO PARA QUEM É DA “RESERVA”.
COMO TEM TRANQUEIRA!

DO USO INDEVIDO DE VIATURAS DESCARACTERIZADAS E DO PECULATO DE COMBUSTÍVEL 2

Formalmente denunciamos o emprego irregular de viaturas descaracterizadas e, concomitantemente, do peculato de combustível.
Em Santos, durante um ano e meio, se fez festa.
Pois diversas viaturas descaracterizadas – retiradas das respectivas Unidades, para a sede do Deinter-6 – passaram a servir como veículos privativos da claque do Diretor.
Uma viatura apenas para ele, outra para o chefe, outra para a chefa, duas para o Gerco, mais outra e mais outras.
Até a viatura descaracterizada da Darc foi servir privativamente ao Delegado morador da Capital; com ela o policial-motorista particular acabou se envolvendo em acidente.
Pelo que se sabe atropelando e matando um transeunte, em São Vicente.
Pois bem, façam as contas dos gastos com cerca de 6 viaturas – diariamente – subindo e descendo a Serra do Mar.
Tudo por conta do povo: dos pneus, ao pedágio, passando pelas bombas do posto de combustível da Avenida Nossa Senhora de Fátima, em Santos.
Tais irregularidades – CRIMES – são repetidos noutras circunscrições policiais.
Nunca foi uma exclusividade da Baixada.
Aliás foi importada da Capital; aqui inaugurada em julho de 2005.
E – de regra – como a Corregedoria nunca se preocupou com tais desvios, uma vez mais, o Ministério Público apura as improbidades.
E, uma vez mais, há quem afirme: “guerra institucional”.
Não é; nunca foi!
Nós cavamos a própria cova.
Na Polícia quem cala concorre para o crime; não pode reclamar má sorte.
É só aguardar!

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nota oficial, ontem, na qual lamenta a morte da ex-primeira-dama Ruth Cardoso.

“Recebi com surpresa e pesar a notícia do falecimento de Dona Ruth Cardoso. É difícil acreditar que aquela intelectual determinada que conheci muitas décadas atrás, com convicções firmes, gestos nobres e ao mesmo tempo sensibilidade para o drama da desigualdade social, tenha nos deixado. É uma grande perda para o País. Tenho certeza de que será sempre lembrada pelas sementes que plantou em sua brilhante carreira, por iniciativas como o Programa Comunidade Solidária entre tantas outras. Em meu nome e de Marisa, peço que Deus lhe dê a eterna felicidade e conforte o coração do amigo Fernando Henrique, seus filhos e netos.
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nota oficial, ontem, na qual lamenta a morte da ex-primeira-dama Ruth Cardoso.

“Recebi com surpresa e pesar a notícia do falecimento de Dona Ruth Cardoso. É difícil acreditar que aquela intelectual determinada que conheci muitas décadas atrás, com convicções firmes, gestos nobres e ao mesmo tempo sensibilidade para o drama da desigualdade social, tenha nos deixado. É uma grande perda para o País. Tenho certeza de que será sempre lembrada pelas sementes que plantou em sua brilhante carreira, por iniciativas como o Programa Comunidade Solidária entre tantas outras. Em meu nome e de Marisa, peço que Deus lhe dê a eterna felicidade e conforte o coração do amigo Fernando Henrique, seus filhos e netos.
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nota oficial, ontem, na qual lamenta a morte da ex-primeira-dama Ruth Cardoso.

“Recebi com surpresa e pesar a notícia do falecimento de Dona Ruth Cardoso. É difícil acreditar que aquela intelectual determinada que conheci muitas décadas atrás, com convicções firmes, gestos nobres e ao mesmo tempo sensibilidade para o drama da desigualdade social, tenha nos deixado. É uma grande perda para o País. Tenho certeza de que será sempre lembrada pelas sementes que plantou em sua brilhante carreira, por iniciativas como o Programa Comunidade Solidária entre tantas outras. Em meu nome e de Marisa, peço que Deus lhe dê a eterna felicidade e conforte o coração do amigo Fernando Henrique, seus filhos e netos.
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nota oficial, ontem, na qual lamenta a morte da ex-primeira-dama Ruth Cardoso.

“Recebi com surpresa e pesar a notícia do falecimento de Dona Ruth Cardoso. É difícil acreditar que aquela intelectual determinada que conheci muitas décadas atrás, com convicções firmes, gestos nobres e ao mesmo tempo sensibilidade para o drama da desigualdade social, tenha nos deixado. É uma grande perda para o País. Tenho certeza de que será sempre lembrada pelas sementes que plantou em sua brilhante carreira, por iniciativas como o Programa Comunidade Solidária entre tantas outras. Em meu nome e de Marisa, peço que Deus lhe dê a eterna felicidade e conforte o coração do amigo Fernando Henrique, seus filhos e netos.
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nota oficial, ontem, na qual lamenta a morte da ex-primeira-dama Ruth Cardoso.

“Recebi com surpresa e pesar a notícia do falecimento de Dona Ruth Cardoso. É difícil acreditar que aquela intelectual determinada que conheci muitas décadas atrás, com convicções firmes, gestos nobres e ao mesmo tempo sensibilidade para o drama da desigualdade social, tenha nos deixado. É uma grande perda para o País. Tenho certeza de que será sempre lembrada pelas sementes que plantou em sua brilhante carreira, por iniciativas como o Programa Comunidade Solidária entre tantas outras. Em meu nome e de Marisa, peço que Deus lhe dê a eterna felicidade e conforte o coração do amigo Fernando Henrique, seus filhos e netos.
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República.

ADULTERAÇÃO DE COMBUSTÍVEL…AQUI TAMBÉM TEM CARNÊ

24/06/2008 – 12h48 – Atualizado em 24/06/2008 – 12h56
Em fiscalização, postos de combustível são interditados em SP
Fiscais pretendem visitar 24 postos de combustíveis nesta terça-feira (24).
Dos 15 vistoriados por uma equipe até por volta das 12h, seis foram fechados.
Equipes da Agência Nacional do Petróleo (ANP), acompanhadas pela polícia fazendária e por fiscais da prefeitura pretendem visitar 24 postos em várias regiões da cidade nesta terça-feira (24). Dos 15 postos visitados até por volta do meio-dia por uma equipe de fiscais, seis foram interditados.
Um auto posto na Estrada Dom João Nery foi duplamente interditado. O Contru, setor da Prefeitura que fiscaliza os imóveis, encontrou problemas na documentação e na estrutura como irregularidades que comprometem a segurança, como extintores descarregados e instalações elétricas precárias. Além disso, bombas antigas eram usadas e o posto não apresentou o laudo que atesta que não há vazamentos.

Um posto na Avenida Itaquera foi interditado por vender gasolina com 50% de álcool. Já na Avenida Coronel Sezefredo Fagundes, um outro posto foi interditado por ter rompido o lacre das bombas. Na Rua do Hipódromo, Via Anchieta e na Rua Flores do Piauí outros postos de combustível também foram interditados nesta terça.

Todos postos foram denunciados pela população por suspeita de adulteração de combustível. Na segunda-feira (23), o Jornal Nacional mostrou que a qualidade do combustível vendido em São Paulo preocupa. Em um dos postos visitados a gasolina tinha 56% de álcool quando o máximo permitido é de 25%.
Denúncia
Pouco mais de um ano após mostrar o teste da proveta em postos da Grande São Paulo, quando se detectou que 20% dos estabelecimentos vendiam combustível adulterado, a reportagem mostrou que o combate aos fraudadores não foi suficiente. Após a primeira denúncia, o índice de adulteração despencou 7% e 174 postos foram fechados na capital, mas a máfia do combustível voltou a agir. “Hoje o mercado está com uma adulteração em torno de 27% e a gente não via isso há muito tempo; há mais de três anos que a adulteração não chegava a este patamar”, diz José Gouveia, presidente do Sindicato dos Donos de Postos.

Para não levantar suspeitas, antes da coleta, o carro usado no teste passou por uma reforma no sistema de abastecimento que desviou a gasolina para um galão dentro do veículo. Os postos testados ficam na Zona Leste, a campeã da mistura ilegal em São Paulo. Segundo o Sindicato dos Donos de Postos, quatro em cada dez comerciantes da região vendem gasolina com mais álcool do que os 26% permitidos por lei. Além disso, misturam solventes que estragam o motor do carro.
Análises
O posto Marta e Branco, de bandeira BR, fica na Avenida Salim Farah Maluf. Lá, a amostra analisada por um técnico do Sindicato dos Donos de Postos identificou 46% de álcool. Na Avenida Regente Feijó, o posto Chaparral – este bandeira Texaco – apresentou mais que o dobro do álcool permitido: 54%. E a fraude não pára por aí. Na Avenida Luiz Ignácio de Anhaia Mello, o Posto Map, de bandeira BR, também na Zona Leste da capital, apresentou o recorde de fraude: 56% de álcool. A parte amarela do teste também ficou completamente fora dos padrões. A concentração de benzeno foi de 3,18% quando deve ser de, no máximo, 1%.
“A estrutura da ANP (Agência Nacional do Petróleo) é bastante precária. Eu tenho aqui dez agentes para fiscalizar todo o mercado de combustível. Nós achamos que alguém que adultera combustível não pode continuar no mercado trabalhando normalmente. Precisa ter inscrição cassada e precisa ter, portanto, uma legislação federal mais dura”, diz Alcides Amazonas, coordenador da ANP.
O Jornal Nacional tentou, sem sucesso, entrar em contato com os donos dos postos com gasolina adulterada

DO GRUPO TERRORISMO NUNCA MAIS E SIMILARES 8

Pesquisando os sites dos defensores dos supostos patriotas, não encontramos uma linha sequer solidária aos policiais civis – acusados de tortura – subordinados aos Oficiais comandantes dos DOI-CODI.

Heróis , para eles, apenas quem vestia verde?
Ou não querem a imagem ilibada associada aos que “colocavam a mão na massa”.
Tal silêncio revela a absoluta covardia daqueles que determinavam a tortura e execuções.
A glória da salvação da pátria é toda deles(militares), a lama da barbárie é toda nossa.
Mas nada como a Providência para mostrar que nada mudou.
E que o Rio de Janeiro continua lindo…
Alô, alô Teresinha aquele abraço…