CHEFE DE MÁFIA FORMADA POR FALSOS POLICIAIS CONTINUARÁ NA CADEIA POR DECISÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PAULISTA 1

TJ mantém “Cazé” no presídio
FRUSTRAÇÃO Amigos esperavam ontem ver “Cazé” em liberdade
LAÉRCIO RIBEIRO
Foi indeferido ontem à tarde o pedido de hábeas corpus pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a favor do delegado Carlos José Ramos da Silva, o “Cazé”. Ele continuará no Presídio da Polícia Civil, na Capital, a exemplo de outros acusados de pertencerem à máfia de falsificação e venda de CNHs, emitidas pela Ciretran de Ferraz de Vasconcelos, entre 2005 e 2008, conforme denúncia do Ministério Público.
Mas, era grande a expectativa de alguns policiais, que acreditavam na concessão do hábeas corpus a favor de Carlos José, ex-delegado seccional de Mogi das Cruzes, Ele está preso desde 17 de julho. À defesa cabe, agora, o julgamento do mérito.
Denegado o hábeas corpus também permanece no Presídio da Polícia Civil, o ex-escrivão chefe Claudinei Galo, estando também envolvidos os investigadores Adilson Mangueira e José Felix da Silva, que trabalhavam na Ciretran de Ferraz, além dos donos de autos-escola Adalberto Felix Martins e Sandro Rodrigues Oliveira.
O MP denunciou todos os acusados na segunda fase da Operação CNH por formação de quadrilha ou bando. Já “Cazé”, Sandro e Adalberto também irão responder por falsificação de CNHs.
O Diário Oficial do último dia 9 publicou portarias do delegado geral, informando que os delegados Juarez Pereira Campos e Fernando José Gomes, bem como os investigadores Jonhson Benedito de Paula e Aparecido da Silva Santos, e o escrivão Ulisses da Silva Leite, a pedido deixam o Demacro e vão trabalhar na área do Decap, na Capital. Atualmente, gozam férias e licença prêmio, mas já suspensos devem retornam ao trabalho em serviços burocráticos.
O grupo de Ferraz de Vasconcelos, que chegou a ser preso e depois liberado pelo STF, teria participado da máfia de falsificação e venda de CNHs em 8 Estados.

RESTABELECENDO A VERDADE DO DR. ROBERTO DAHER…AO DIRETOR DO DEINTER-9 4

Prometi que não iria mais fazer comentários no blog, mas não consegui cumprir tal promessa…coisa rara…quando me manifestei no blog, não o fiz para defender este ou aquele policial em detrimento de outro, mas sim e apenas para demonstrar que a Corregedoria estivera em Hortolãndia por solicitação de todas as partes envolvidas em um imbróglio que, creio, poderia ter sido evitado com um pouco de bom senso. Não foi, desta forma, como deixou no ar o Doutor Guerra em seu comentário alusivo ao evento, para elaborar BO de Desobediência, o que, de fato, não ocorreu. Obviamente que me deparo, diariamente, com denunciantes anônimos e não posso aceitar esta forma de denúncia para determinar ou representar, se o caso, pela instauração de procedimentos apuratórios contra policiais civis. Obviamente, como qualquer outra denúncia anônima, das quais os senhores que acima se manifestaram poderão, um dia, vir a ser, injustamente ou não, vítimas, merecem uma investigação prévia, dependendo, claro, do montante de informações que nelas se têm, não sendo raras aquelas que, de tão genéricas, impedem que se veja tomada qualquer providência para constatar sua veracidade.Quanto ao fato de eu ter ou não “verba extra”, esclareço: sou Delegado de Polícia de 2ª classe (18 anos de carreira), comissionado em primeira, cinco quinquênios e sexta-parte. Recebo gratificação de Delegado Seccional de Polícia I e sou professor universitário na Faculdade de Paulínia, nas matérias D. Penal e D. Administrativo (12 aulas por semana).Se a pessoa que acima se manifestou acerca do assunto entende que eu tenha algum ganho suplementar de caráter ilícito, posso garantir que seu pai não é mais honesto que eu e terei o maior prazer em lhe demonstrar que está equivocado. Basta identificar-se e colocar em dúvida minha honradez e honestidade. Terá resposta imediata, mas não neste blog, é claro.Quando meus colegas policiais civis José Paulo – carcereiro, que graças a Deus sobreviveu, ao contra´rio do Carlão – Escrivão e Zé Luiz – Investigador, que não tiveram a mesma sorte, foram vítimas de ataque do PCC no plantão policial de Sumaré,(e à época eu respondia pela Seccional de Americana) permaneci 72 horas acordado e sem ir para casa, assim como outros policiais (que me dou o direito de não declinar os nomes porque poderia esquecer de algum e cometer uma irreparável injustiça) atrás dos miseráveis assassinos, que só não foram presos àquela época (o foram posteriormente pela DIG de Campínas, com auxílio do DEIC)por conta de uma omissão da única testemunha que poderia identificar os criminosos e não o fez, não se sabe por medo ou o quê. Finalmente, eu nunca disse que as condições do plantão policial de Hortolândia são ideais. O que eu disse é que estas mesmas condições são enfrentadas por outros colegas policiais civis de outros municípios, que também reclamam e protestam, mas o fazem formalmente, à hierarquia, que queiram ou não, é um dos lastros da administração pública. Se não é o bastante, não creio que postar críticas neste blog tb o seja, pois, ao que me consta, apesar de tudo, ainda não mudaram as tais condições. Ou estou errado? Finalmente, foi de minha autoria da proposta de se acumular os plantões de Hortolândia e Monte Mor. O Seccional de Americna entendeu conveniente tal acúmulo, representando por esta medida ao DGP, que a autorizou.Deveu-se tal proposta ao fato de que o Doutor Nista, único Del.Pol. de Monte Mor, respondia pela cidade 30 dias por mês, 24 horas por dia, sem quaisquer possibilidades de descanso. Aliás, creio que as únicas vezes que ele pode passear com sua esposa e filhos foram aquelas em que eu, então Titular de Sumaré (cargo de 1ª classe), “segurei” os plantões dele em Monte Mor. Se quiserem confirmar tal assertativa, fiquem, á vontade. O Dr. Nista, diga-se de passagem, não goza de uma saúde perfeita e, ainda assim, demonstra uma disposição para o trabalho invejável, mas tudoi tem limite! Como o movimento no plantão de Monte Mor não é tão grande (qtos. flagrantes foram presididos pelo Dr. Guerra naquela cidade?), entendi que a unificação do plantão (como também ocorre em Engº Coelho, Cosmópolis e Artur Nogueira) traria benefícios a todos, inclusive para as Autoridades Policiais de Horotlândia,que teriam um colega a mais para dividir o estafante plantão daquele município(este sim, “pesado”).Não há possibilidade de instalar-se plantões em todos os municípios da sub-região e sede da Del.Sec.Pol. de Americana. Daí que todas as Autoridades respondem em “sobreaviso”, com o conhecimento de todos (M.P., Judiciário, etc.), não sendo de conhecimento do signatário que qualquer um destes órgãos tenha tomado qualquer medida efetiva para modificar esta situação.Acho que é só! Desculpem-me todos se me alonguei, mas é muito ruim ser criticado por quem não me conhece e me julga sem conhecimento de causa. Aceito críticas e até procuro mudar meus comportamentos se as entendo justas! Mas uma pessoa que sequer me conhece me taxar de fanfarrão, de insensível às condições dos plantonistas (eu já fui, e sei o qto. é triste se trabalhar sem as perfeitas condições, e olha que hj está infinitamente melhor do que antes, ou não?) e de possuir “renda extra”, aí já é demais!Por outro lado, concordo com o Doutor Guerra, não sou nobre. tenho sangue vermelho, de plebeu, e tudo o que conseguiu na vida foi com o fruto de seu trabalho. Quem achar que não, estou aqui à disposição.Abraços a todos.Roberto Daher.P.S.: Esta, efetivamente, foi a última vez que postei um comentário aqui. Como bem disse um dos “comentaristas” do blog, acho que fui infeliz em nele me manifestar. Me expus. Mas o fiz unicamente para estabelecer uma verdade, como acima dito. Viu!? Aceitei uma crítica e mudarei minha postura por conta dela. Tenho muitos defeitos, mas certamente a soberba nunca haverá de ser um deles como bem o sabem aqueles que comigo já se relacionaram profissionalmente ou ainda se relacionam.

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Doutor, preliminarmente, agradeço pelas colocações anteriores; tenho certeza de que não buscou ofender.

Todavia nos palcos jurídicos elogiar alguém como “honestíssimo” pode caracterizar crime contra a honra. E o Senhor como professor de Direito Penal poderá conferir em julgados a impropriedade do termo, por tal compreender o porquê de elencarmos como exemplo caracterizador de assédio moral. Mas para quem foi tratado como “maconheiro”, “cheirador”, “drogado”, “quadrilheiro” e “corrupto banhado”, ainda que pretendesse ofender seria inócuo. Dizem que aquele que resiste a várias picadas de cobra acaba imune e passa cuspir vacina.
Quanto aos motivos que me levaram a postar manifestos desfavoráveis aos meus superiores hierárquicos, caberá ao senhor indagar ao ilustre Seccional o que se faz com os requerimentos que endereço a ele, ao Diretor e ao Delegado Geral.
Mas posso lhe adiantar e garantir: obstruem o seguimento.
Assim fez com a primeira representação datada de 4 de dezembro, formulada em razão de ele, já naquela oportunidade, não estar na Seccional pouco depois das 17h00 horas. Se estivesse e me atendesse talvez não existisse “embrulho”.
Não deu seguimento; apressadamente solicitou ao Diretor portarias retroativas coonestando os plantões cumulativos de Hortolândia e Monte Mor.
Até a presente data – passados 8(oito) meses – nenhuma providência foi adotada em relação aos demais assuntos elencados na representação.
Aliás, endereçada erroneamente, pois deveria ter representado contra ele junto ao Diretor, pois ele é o responsável pela alteração da jornada de trabalho.
O Senhor de posse da escala de dezembro poderá fazer as contas das horas de trabalho.
Ora, além de a minha saúde – tal como a do colega Nista – não ser muito boa, por conta de desgaste físico, emocional , crises de hipertensão, etc. Talvez, tenhamos – no mínimo – uns dez anos de idade a mais. Por outro aspecto eu não tenho outra profissão; diga-se jamais tive como conciliar a atividade de Delegado com qualquer outra. Vontade tive, mas desperdicei o meu tempo e esforços em prol de uma hierarquia corrupta que não respeita quem lhe dá sustentação. Diga-se de passagem, estou na 2a. classe há dez anos, na Carreira há 20 anos( desde julho de 1988), quatro quinquenios desde 2005, pela contagem de algum tempo de advocacia. Não sou comissionado em 1a. classe, mas se antiguidade na carreira e na classe, aqui, fosse posto, lhe seria superior.
Mas sem perder o foco, não fiz a representação em dezembro para – logo depois – publicar no blog. Divulguei depois de saber que o Seccional, quando muito, a jogaria no fundo da gaveta. Soube do fato concomitantemente ao episódio que me foi relatado acerca de violência moral e física contra uma Delegada.
E lhe dou outros exemplos: licença-prêmio, descontos por faltas, férias e requerimento de remoção, requerimento de restituição dos descontos. Tudo que eu requeri através de ofício ou petição protocolada fica sem resposta.
Assim, tenho todo o direito de fazer manifestação no meu blog.
A omissão dolosa da Administração me confere tal iniciativa.
O Seccional é um superior deselegante no tratamento e vou afirmar mil vezes: não merece o meu crédito.
É vingativo, pois inconformado com o deferimento da nossa licença – contra a qual ele se insurgiu sem respaldo legal – por parte do Diretor do Deinter-9, “gentilmente” solicitou que eu assinasse requerimento de remoção para o Decap. Suscita a não adaptação ao sistema de trabalho local; não lavratura de flagrantes e uma série de impropriedades. Contudo conversa com ele é monólogo, pois só ele fala. Ou melhor: desvirtua os fatos. Embora mande gravar e publicar no Blog.
Para o Decap não vou requerer, respondi. Posso ir para São Sebastião; assim subscrevi e deixei na Seccional o requerimento para aquela cidade.
Até a presente data não tomei ciência do indeferimento, salvo da boca dele: “ninguém lhe quer”. Errado: a Polícia Civil não me quer. E se a Polícia não me quer que se providencie – rapidamente – a minha demissão. Depois eu lutarei junto ao Poder Judiciário. Morrer de fome não irei enquanto aguardar a reintegração.
Há muitas pessoas – de bem – que me querem bem!
E se ele não me quer na Seccional há um remédio: “remoção no interesse do serviço”. É so pagar!
Quanto aos plantões posso lhe afirmar não há autorização da Delegacia Geral para o acúmulo do plantão de Monte Mor e Hortolândia.
Eu tenho cópia de todo o procedimento: “o que lá se vê é apenas um lavo as minhas mãos”.
Além, de uma manifestação contrária subscrita pelo saudoso Guilherme Santana.
Não interessa se os colegas cumprem a referida escala “ordeiramente”, ou melhor, “cordeiramente”.
Enquanto a cumprirem nunca preencherão os claros nas respectivas cidades.
Pois para a Administração tudo por lá transcorre legal e produtivamente.
Mas o horário é ilícito e desumano, descabido e indefensável juridicamente.
É se é desumano para quem mora na região, ponha-se no lugar de quem lá não pode fixar residência.
Agora, tendo recebido “um foda-se o problema é seu”, terei que arrumar R$ 990,00 para o Hotel ao lado da Delegacia, além do transporte.
Tudo para “tomar” 20 faltas ao mês. Pois só recebo quando estou de folga, os 11 0u 12 plantões mensais são “mera liberalidade”, ou conforme as palavras do meu culto e digno titular: “você fica na Delegacia por que quer”. E para uma colega da Corregedoria Geral: “ele fica na Delegacia porque gosta”.
Doutor Daher toda a verdade está aqui; não há meias verdades da minha parte.
Há muita falsidade na sua região; com certeza o Senhor não está entre os falsos.
Pois as palavras da maioria dos funcionários lhe conferem credibilidade.
Eu não deixei nada no ar quando falei em boletim de desobediência.
Terceiros me transmitiram que um número de BO foi solicitado pela equipe da Corregedoria, provavelmente para a lavratura de documento com o mencionado título.
Por fim, a Corregedoria que vejo é assistência policial do Seccional de Americana; não equipe de Piracicaba diretamente subordinada ao Corregedor-auxiliar, no caso, o Senhor.
E para mim – que me desculpe a franqueza – não podem ser imparciais.
A imparcialidade seria traição ao Seccional de Americana.
E traição de irmão, no caso, seria imperdoável.

Assim, ficaremos sempre discutindo meias verdades. O meu lado, o lado de outrem, o seu lado e ninguém imparcial para decidir.

E REAFIRMO: DIREITO DE PETIÇÃO EM AMERICANA NÃO EXISTE.

OU MELHOR: AINDA NÃO EXISTE NA SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA.

SALVO PARA ASSUNTOS CORRIQUEIROS.

POIS DUAS COISAS VERDADEIRAS DISSE O DOUTOR JODAS: “NÃO CHEGOU DEMOCRACIA PARA OS POLICIAIS”!

“ESTÁ RUIM E FICARÁ CADA VEZ PIOR” !

Palavras dele.

O DELEGADO PAULO AFONSO TUCCI DEMONSTRA GRANDE VOCAÇÃO PARA OBJURGAÇÃO… 12

Caso Orkut é enviado à Corregedoria da Polícia
Delegado seccional criticou plantonista do 9º DP na condução da investigação e pediu apuração do órgão

16/08/2008

Daniela do Canto

O procedimento adotado pelo delegado plantonista do 9 Distrito Policial (Jardim Aeroporto), Tadeu Altino Pena, na condução do caso em que uma vítima reconheceu os suspeitos de um assalto pelo Orkut deve se tornar alvo de uma investigação da Corregedoria da Polícia Civil. O delegado seccional de Campinas, Paulo Tucci, enviou ontem ao órgão a reportagem publicada no mesmo dia pelos jornais da Rede Anhangüera de Comunicação (RAC) sobre o caso. De acordo com Tucci, Pena não tomou nenhuma das providências necessárias. “A conduta dele demonstrou falta de vocação”, disse o delegado seccional.

Tucci afirmou que Pena deveria ao menos ter feito um interrogatório dos envolvidos e ter promovido um reconhecimento formal dos suspeitos pela vítima. “Dependendo do que fosse apurado por aí, caberia até o pedido de uma prisão temporária. O delegado também devia ao menos ter fotografado os suspeitos, mas nada disso foi feito”, explicou Tucci. De acordo com ele, o desenrolar do caso na Corregedoria deve demorar alguns dias. A reportagem da Agência Anhangüera de Notícias (AAN) tentou falar insistentemente com Pena durante a tarde de ontem e de anteontem, mas ele não retornou as ligações.

A investigação do assalto foi encaminhada para o 6 DP (Jardim Yeda), responsável pela área onde o crime ocorreu. De acordo com o delegado titular, José Roberto Mecherino de Andrade, um inquérito já foi instaurado. “Vamos ouvir todos os envolvidos nos próximos dias”, garantiu.

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Quem ler uma “merda ” dessas irá pensar que o Delegado é estagiário.
Pois vocação se verifica durante o estágio probatório.
Também pensará ” Delegado agora é fotógrafo”.
Ou o Delegado é um grande vagabundo; assim educadamente o ilustre Paulo Tucci referiu-se apenas como “falta de vocação”.
Eu penso diferente; o Delegado , violentamente escrachado pelo Seccional de Campinas, é um profissional com quase 20 anos de carreira.
E provavelmente , por não se tratar de uma situação de flagrante , agiu dentro da rotina da Polícia Civil e da legalidade.
Não tem poderes para constranger um mero suspeito a identificação fotográfica , muito menos interrogatório.
E o Seccional de Campinas, aparentemente, pode ser um truculento que não respeita os subordinados.
É um todo-perfeito e todo-poderoso Delegado.
Perfeito na arte de aparecer calcando os colegas.
Aparecer ou “tirar a bunda da reta” – pela falta de estrutura da Polícia – elegendo um culpado.
Enfim, de cima para baixo é lícito o desrespeito.
Não pode o caminho inverso.
Todavia cabe dizer o seguinte: “a conduta dele (PAULO TUCCI) demonstrou falta de vocação” para a prudência e, também, para boas maneiras.
Ele é quem deveria ser punido, exemplarmente, por referir-se depreciativamente ao subordinado.
Depois exigem respeito, o respeito que nunca dão ao alheio.

SÉRGIO ROQUE PROMOVERÁ PROCESSO PARA A EXPULSÃO DE IVANEY CAYRES DE SOUZA DA ADPESP 7

Greve da Polícia Civil causa confusão em Diadema
Luciano Cavenagui
Da Sucursal de Diadema
A greve da Polícia Civil foi interrompida quarta-feira à tarde, quando houve acordo no TRT (Tribunal Regional do Trabalho).
A Justiça decidiu que, em uma semana, deverá ser criado um grupo de trabalho entre as partes para elaborar pauta de reivindicações.
Se não houver avanços, os policiais prometeram entrar em greve novamente após o prazo determinado.
O governo alega que já concedeu diversos benefícios à Polícia Civil nos últimos anos.
A paralisação foi marcada por confusão quarta-feira em Diadema.
Segundo a Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo), o delegado seccional do município, Ivaney Cayres de Souza, tentou levar à força para a seccional a delegada plantonista do 1º DP porque ela usava um adesivo da paralisação.
Segundo pessoas próximas da delegada Bárbara Travassos, Souza tinha a intencão de intimidar a delegada e abrir sindicância interna por conta da atitude grevista.
O delegado seccional negou as acusações. Bárbara, 34 anos, nova na carreira, está em fase de estágio e qualquer penalidade administrativa poderia acarretar afastamento do cargo.
O incidente provocou a ida de uma comissão da Adpesp, formada por sete delegados, ao 1º DP, localizado no Centro.
Os integrantes da associação fizeram manifestação contra Souza.
Depois de muita conversa, a delegada não sofreu nenhuma retaliação.
Bárbara é filha de Luís Travassos, que foi presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes) durante o regime militar.
O presidente da Adpesp, Sérgio Roque, afirmou que vai pedir ao Conselho de Ética da associação a expulsão de Souza da entidade.
“Também vamos processá-lo na Justiça contra abuso de poder e obstrução do direito de greve”, afirmou Roque.
“Estão distorcendo a situação. Eu não intimidei a delegada nem quis abrir sindicância contra ela. Sou sensível às reivindicações grevistas. Eu somente fui ao 1º DP para apurar se estavam afixando material de greve dentro da delegacia, o que é proibido por lei.
Antes de tudo sou um legalista”, defendeu-se o delegado seccional.
Durante a paralisação, as delegacias da região só registravam os casos considerados mais graves, principalmente envolvendo mortes.
(fonte Diário do Grande ABC)
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Luís Travassos (1º à direita) no comício de encerramento do Congresso da UNE, praça da Sé, São Paulo, agosto de 1967.
União Nacional dos Estudantes
Organização fundada em 1937, para representar os estudantes das instituições de ensino superior do Brasil. Participou de importantes campanhas políticas, sobretudo nas décadas de 1950 e 1960, extinta pelo regime militar em 1964, voltou a funcionar em 1979. Legalizada desde 1985.
Militante da Ação Popular, Travassos foi presidente da UEE de São Paulo e presidente da UNE, em 1968. Foi preso em Ibiúna, em outubro de 1969. Viveu o exílio em Cuba e na Alemanha, voltando ao Brasil em 1981. Morreu em um acidente de carro durante o carnaval de 1982, no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro

ARMAS FAMAE, EMPRESAS DE SEGURANÇA, HELICÓPTEROS, POLICIAL BONECO DE ENFEITE, CONTRABANDISTAS, UNIVERSIDADES E DELEGADOS GERAIS 4

Sérpico:

Quanto ao assunto Famae, empresas de segurança , helicópteros, policial boneco de enfeite pra turista, contrabandistas, donos de Universidade e Delegados Gerais, devo-lhe esclarecimentos:

Eu não posso publicar todos os comentários sem verificar a existência de fundamentos ou, no mínimo, que o fato tenha sido divulgado no passado e – como de regra- depois esquecido.

Os relatos acerca das armas e do emprego do equipamento estatal me causaram grande decepção.

Para não dizer medo.

Eu só posso avaliar alguém como digno segundo a moralidade média.

A minha – apesar de Delegado – não aceita muito daquilo que é aceito como tolerável.

A minha moralidade não aceita fatos como os relatados.

Eu estou guardando os seus informes como sempre fiz.

E até a presente data tudo que me foi encaminhado acabou sendo confirmado.

Não sei a razão de agora você solicitar a Condolessa Rice para moderadora.

Por fim, em relação ao morto há alguma notícia divulgada?

UM BOM CONSELHO NÃO SE DESCARTA…VOU GUARDAR E MUITO REFLETIR 5

BOA NOITE DR, CONCORDO COM O SR. QUANDO POSTA EM SEU BLOG, ASSUNTOS QUE SÃO REALMENTE VERDADEIROS, ACREDITO QUE SE O SR. RESOLVEU JOGAR TUDO NO VENTILADOR É PQ TEM SEUS MOTIVOS, MAS SÓ NÃO CONCORDO QUANDO FICA ACUSANDO OS OUTROS DELEGADOS,PQ MUITO QUE SÃO ACUSADOS, O SR. NEM AO MENOS CONHECE, SÓ OS ACUSA POR FATOS QUE ESCUTA DE OUTRAS BOCAS, POIS SE FOSSE JULGAR PELO QUE EU ESCUTO A SEU RESPEITO, ACABARIA ACREDITANDO QUE QUANDO O SR. ERA DELEGADO NA BAIXADA, TAMBÉM RECEBIA DINHEIRO SUJO E SÓ RESOLVEU POSTAR AS DENÚNCIAS PORQUE ACABOU PERDENDO A CADEIRA E TB OUTROS BENEFÍCIOS DO CAIXA 2.
DEIXO CLARO DR. QUE NÃO ACREDITO EM INÚMERAS COISAS QUE ESCUTO NA RÁDIO PEÃO, POIS NÃO JULGO NINGUÉM PELAS VERDADES ALHEIAS.
DR., O SENHOR É UM HOMEM EXTREMAMENTE INTELIGENTE, MAS SE ME PERMITE LHE DAR UM CONSELHO, NÃO FIQUE CANALIZANDO SUAS FORÇAS E ATÉ MESMO SUA INTELIGÊNCIA EM VÃO, POIS NÃO SE ESQUEÇA QUE ESTAMOS NO BRASIL E A POUCA VERGONHA COMEÇA EM BRASÍLIA. INFELIZMENTE, TUDO ISSO AQUI POSTADO, NA REALIDADE SÓ LHE TROUXE PREJUÍZO. NÃO TENHA DUVIDAS DE QUE MUITOS DOS QUE LHE ENCORAJAM NUNCA MOSTRAM A CARA, OU SEJA, É SÓ A SUA QUE ESTA SENDO DADA A TAPAS.
DE QUALQUER FORMA, NÃO SOU NINGUÉM PARA LHE DAR CONSELHOS, POREM, PELO MENOS PRA MIM, JÁ VALEU POR PODER EXPRESSA-LOS.
ENFIM, DESEJO UMA BOA NOITE PARA O SR. E FIQUE COM DEUS.
_______________________________________________________________________________
BOA NOITE E QUE O CRIADOR TAMBÉM TE GUARDE!

Livro: ‘Seqüestros: Modus Operandi e Estudos de Casos’.Autores: Rubens Recalcatti e Noely Manfredini 1

Noely Manfredini – de Curitiba
Lançamento de livro sobre Seqüestros, Curitiba, agosto 2008
Livro: ‘Seqüestros: Modus Operandi e Estudos de Casos’.
Autores: Rubens Recalcatti e Noely Manfredini
Preço- R$ 47,00Nùmero de Páginas: 380
O livro “Seqüestros: Modus Operandi, Estudo de Casos”, de autoria do Delegado Rubens Recalcatti e da escritora Noely Manfredini, é parte das comemorações de aniversário dos 50 anos da ADEPOL (19 de agosto) e dos 155 anos da Polícia Civil do Paraná (28 de setembro).
O principal objetivo dos autores foi formar um banco de dados para a Polícia, seguindo as recomendações do “Plano de Ação contra a Criminalidade Organizada Transnacional”/OEA/ 2005, além de servir para estudiosos acadêmicos.
Com tal intuito, os casos apresentados obedecem a esquema metódico e cronológico (Data do seqüestro; Local; Nome da vítima; Posição social da vítima; Modus Operandi; Quantia exigida; Dinheiro usado; Quantia negociada e paga; Desfecho; Dados Complementares). O livro de 380 páginas apresenta casos de extorsão mediante seqüestro envolvendo filhos de empresários, deputados, gerentes de bancos, industriais e fazendeiros, além de 50 exemplos de tempo de cativeiro (variando de 24 horas a 191 dias).
Casos de auto-seqüestro e suspeita de simulação, seqüestros seguido de morte, seqüestros em série, seqüestros-padrão, seqüestros políticos (ocorridos no Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio, Goiás, Chile, Argentina).
Apresenta com detalhes um caso especial ocorrido em 1991, da fase inicial ao Júri, envolvendo quadrilha muito conhecida da Polícia do Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Santa Catarina. Discorrem os autores do livro também sobre as leis e conceituações que tratam do seqüestro extorsivo (Brasil, México, Itália, Argentina, Paraguai, Peru, Colômbia), também sobre as leis de controle de armas (Brasil, Inglaterra, Canadá, Chile, Austrália, México, África do Sul). Conceituações sobre terrorismo, atentado criminoso, golpe de estado, sabotagem, apoderamento ilícito de meios de transporte, guerrilha, tomada de reféns.
Os tipos de Polícia no Brasil e Mundo, o estresse policial, as discussões sobre a modernização da Polícia. O pré-lançamento do livro será no dia 19 de agosto de 2008 e pode ser encomendado, ao preço de R$ 47,00 diretamente com os autores (rrecalcatti@bol.com.br/.noelyman@hotmail.com) ou pela Internet (Livrarias Curitiba).
________________________________________________________
Indispensável para os policiais civis, preencherá uma das maiores lacunas na moderna doutrina policial.
Aliás, muito carente de obras confiáveis.

Livro: ‘Seqüestros: Modus Operandi e Estudos de Casos’.Autores: Rubens Recalcatti e Noely Manfredini

Noely Manfredini – de Curitiba
Lançamento de livro sobre Seqüestros, Curitiba, agosto 2008
Livro: ‘Seqüestros: Modus Operandi e Estudos de Casos’.
Autores: Rubens Recalcatti e Noely Manfredini
Preço- R$ 47,00Nùmero de Páginas: 380
O livro “Seqüestros: Modus Operandi, Estudo de Casos”, de autoria do Delegado Rubens Recalcatti e da escritora Noely Manfredini, é parte das comemorações de aniversário dos 50 anos da ADEPOL (19 de agosto) e dos 155 anos da Polícia Civil do Paraná (28 de setembro).
O principal objetivo dos autores foi formar um banco de dados para a Polícia, seguindo as recomendações do “Plano de Ação contra a Criminalidade Organizada Transnacional”/OEA/ 2005, além de servir para estudiosos acadêmicos.
Com tal intuito, os casos apresentados obedecem a esquema metódico e cronológico (Data do seqüestro; Local; Nome da vítima; Posição social da vítima; Modus Operandi; Quantia exigida; Dinheiro usado; Quantia negociada e paga; Desfecho; Dados Complementares). O livro de 380 páginas apresenta casos de extorsão mediante seqüestro envolvendo filhos de empresários, deputados, gerentes de bancos, industriais e fazendeiros, além de 50 exemplos de tempo de cativeiro (variando de 24 horas a 191 dias).
Casos de auto-seqüestro e suspeita de simulação, seqüestros seguido de morte, seqüestros em série, seqüestros-padrão, seqüestros políticos (ocorridos no Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio, Goiás, Chile, Argentina).
Apresenta com detalhes um caso especial ocorrido em 1991, da fase inicial ao Júri, envolvendo quadrilha muito conhecida da Polícia do Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Santa Catarina. Discorrem os autores do livro também sobre as leis e conceituações que tratam do seqüestro extorsivo (Brasil, México, Itália, Argentina, Paraguai, Peru, Colômbia), também sobre as leis de controle de armas (Brasil, Inglaterra, Canadá, Chile, Austrália, México, África do Sul). Conceituações sobre terrorismo, atentado criminoso, golpe de estado, sabotagem, apoderamento ilícito de meios de transporte, guerrilha, tomada de reféns.
Os tipos de Polícia no Brasil e Mundo, o estresse policial, as discussões sobre a modernização da Polícia. O pré-lançamento do livro será no dia 19 de agosto de 2008 e pode ser encomendado, ao preço de R$ 47,00 diretamente com os autores (rrecalcatti@bol.com.br/.noelyman@hotmail.com) ou pela Internet (Livrarias Curitiba).
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Indispensável para os policiais civis, preencherá uma das maiores lacunas na moderna doutrina policial.
Aliás, muito carente de obras confiáveis.

Livro: ‘Seqüestros: Modus Operandi e Estudos de Casos’.Autores: Rubens Recalcatti e Noely Manfredini 3

Noely Manfredini – de Curitiba
Lançamento de livro sobre Seqüestros, Curitiba, agosto 2008
Livro: ‘Seqüestros: Modus Operandi e Estudos de Casos’.
Autores: Rubens Recalcatti e Noely Manfredini
Preço- R$ 47,00Nùmero de Páginas: 380
O livro “Seqüestros: Modus Operandi, Estudo de Casos”, de autoria do Delegado Rubens Recalcatti e da escritora Noely Manfredini, é parte das comemorações de aniversário dos 50 anos da ADEPOL (19 de agosto) e dos 155 anos da Polícia Civil do Paraná (28 de setembro).
O principal objetivo dos autores foi formar um banco de dados para a Polícia, seguindo as recomendações do “Plano de Ação contra a Criminalidade Organizada Transnacional”/OEA/ 2005, além de servir para estudiosos acadêmicos.
Com tal intuito, os casos apresentados obedecem a esquema metódico e cronológico (Data do seqüestro; Local; Nome da vítima; Posição social da vítima; Modus Operandi; Quantia exigida; Dinheiro usado; Quantia negociada e paga; Desfecho; Dados Complementares). O livro de 380 páginas apresenta casos de extorsão mediante seqüestro envolvendo filhos de empresários, deputados, gerentes de bancos, industriais e fazendeiros, além de 50 exemplos de tempo de cativeiro (variando de 24 horas a 191 dias).
Casos de auto-seqüestro e suspeita de simulação, seqüestros seguido de morte, seqüestros em série, seqüestros-padrão, seqüestros políticos (ocorridos no Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio, Goiás, Chile, Argentina).
Apresenta com detalhes um caso especial ocorrido em 1991, da fase inicial ao Júri, envolvendo quadrilha muito conhecida da Polícia do Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Santa Catarina. Discorrem os autores do livro também sobre as leis e conceituações que tratam do seqüestro extorsivo (Brasil, México, Itália, Argentina, Paraguai, Peru, Colômbia), também sobre as leis de controle de armas (Brasil, Inglaterra, Canadá, Chile, Austrália, México, África do Sul). Conceituações sobre terrorismo, atentado criminoso, golpe de estado, sabotagem, apoderamento ilícito de meios de transporte, guerrilha, tomada de reféns.
Os tipos de Polícia no Brasil e Mundo, o estresse policial, as discussões sobre a modernização da Polícia. O pré-lançamento do livro será no dia 19 de agosto de 2008 e pode ser encomendado, ao preço de R$ 47,00 diretamente com os autores (rrecalcatti@bol.com.br/.noelyman@hotmail.com) ou pela Internet (Livrarias Curitiba).
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Indispensável para os policiais civis, preencherá uma das maiores lacunas na moderna doutrina policial.
Aliás, muito carente de obras confiáveis.

A SOBERBA DO EU MÂNDIO… NÃO PÍDIO! 5

O OLHUDO II
Como está aguardando o apagar das luzes de um colega, o todo soberbo magnata do hambúrguer já escolheu a futura sede.
Não quer ficar longe das colunas e escadas palacianas.
Prefere ficar embaixo, mas por perto.
Afinal tem pedigree.
Vivendo alegre, roupa nova, barbeado e até carro novo, embora discreto e filmado.
O rei do pedaço.
Já tomou conta – na cara dura – de uma sala dos coitados dos servidores do 1º DP de Santos.
Acredito que já foi minha um dia, há muitos anos.
A pintura foi providenciada; pelo que consta mobília nova, também.
É só esperar mais um tempinho – deve pensar – o Distrito será meu…
Daí falar “coitados dos servidores do 1º DP”.
Quem sabe…
Logo depois o 3º andar, pois nada como voltar por cima!
Ele não aprendeu nada…
Nada mesmo!
Quem sabe…
EU PÍDIO…
EU MÂNDIO…
DEPOIS EU FUGIO DO CANCERINO!

O DELEGADO CAGÜETA DE SANTOS…CAGÜETA E OLHUDO 24

O rapaz é muito estranho.
Rapaz não, já passou dos 50.
Ele diz que sou invejoso, frustrado, tenho olho gordo, não posso ver um colega trocar de carro que já vou chamando de ladrão e, principalmente, QUE EU SOU CAGÜETA.
Não sou nada disso; especialmente cagüeta.
Sempre mostrei a cara e a assinatura.
Nunca me permiti queimar colegas junto a superiores.
Até pelo fato de nem sequer ficar próximo de qualquer um deles.
Aliás, não há nenhum ex- Diretor, ex- Regional, ex- Seccional ou ex-Titular que possa dizer que alguma vez queimei colegas pelas costas, passando-lhes informes distorcidos, ou seja, mentindo pelo simples fato de ter inveja de quem tinha qualidades superiores às minhas.
E nunca fui amigo de pessoas muito influentes, tipo Oficiais do Exército, Secretários, Deputados.
Nunca fui advogado empregado de escritório famoso.
Nunca fui “homem” de informações.
E o maior cagüeta de Santos todos conhecem; todos – ou quase todos – detestam.
O maior cagüeta de Santos quer derrubar o Diretor Waldomiro Bueno Filho, junto o doutor Rosier P. Jorge, objetivando ser Seccional.
E para tal transmitiu informações distorcidas acerca do posicionamento da Diretoria e da Seccional.
Dando conta de ameaças aos eventuais grevistas; jogando gasolina no fogo.
Para ele um Distrito 1 a. classe não presta.
O maior cagüeta de Santos foi “ripado” e tem maior rancor do Diretor do que eu.
Aliás, nem rancor dele (Diretor) eu tenho.
Embora acredite que ele deveria ter me ouvido e olhado na minha cara.
Mas já foi; não tem conserto.
Agora Ravengar…
Ravengar és tu que faz fofocas para colega aposentado, não é?
És tu que quer ver o Deinter-6 ruir, não é?
Não vai não Ravengar…
Cagüeta!
Tu sempre mordeu a mão de quem te alimentou.
Mas faz com os caninos alheios.
Ravengar, Diretor!
Pergunte quem é o Ravengar!

SOBRE MULHERES, SOBRE A ESCRIVÃ EX-VEREADORA DE SOROCABA, SOBRE A VEREADORA DELPOL TERESINHA DE CARVALHO E A IGNOBILIDADE DE MACHÃO INSATISFEITO 10

De: Teresinha Carvalho
Data: Fri, 15 Aug 2008 15:56:20 +0000
Local: Sex 15 ago 2008 12:56
Assunto: Sobre mulheres, sobre ex-vereadora, sobre loiras, sobre mulheres policiais.

Caros colegas, em especial meu amigo Antonio Claudio.

Tenho lido apenas os resumos que o Décio me envia gentilmente. Não sei se quando falam de ex-vereadora , o ignóbil fulano, que já devia estar fora dos quadros da Polícia Civil, fez algum comentário a meu respeito. Se for, podem dizer a ele para ser um pouco do que ele diz ser ( honesto,correto, inteligente,sensato, um herói, enfim, um cidadão acima de qualquer um de nós..) e enviar direto pro meu e.mail qualquer comentário que queira fazer a meu respeito ou então que venha pessoalmente falar na minha frente porque não tenho medo de machões ,principalmente insastifeitos como ele. E mais,caso a referencia tenha sido à minha pessoa, ele sabe que, se um dia não for mais reeleita, serei lembrada como uma ex-vereadora que dignificou o cargo que já acupa por mais de sete anos. Da mesma forma que sou lembrada na Instituição como uma policial honesta, decente, responsável e acima de tudo que respeita os seus colegas, independente de nossas divergencias ideológicas.
Se a conversa não tiver sido em relação à minha pessoa, fica o apelo pra que as ex-vereadoras sejam respeitadas por terem sido eleitas um dia. Mais que isso: que todos aqueles e aquelas que , ao menos, tiveram um nome para colocar -se como candidatos, que já devem ser respeitados por isso.
grande abraço e obrigado por defender ” loiras” como eu.
Teresinha

De: “Antonio Claudio” @gmail.com>
Data: Thu, 14 Aug 2008 20:24:33 -0300 (Hora oficial do Brasil)
Local: Qui 14 ago 2008 20:24
Assunto: Res: [DELEGADOS] SOROCABA…uma vergonha

Guerra, grande porcaria ser ex-vereadora, no entanto até assim os nossos colegas sabujos se encantam e premiam esse tipo de gente. Por isso estamos nesta situação lamentável. Antonio Claudio – Santos

——-Mensagem original——-

De: guerra
Data: 14/8/2008 18:31:30
Para: DELPOL – PC
Assunto: [DELEGADOS] SOROCABA…uma vergonha

Tenho um comentário a tecer sobre a representação do Sinpol de
Sorocaba.
A Presidente (cargo: Escrivã de Polícia) foi vereadora, claro, por um
único mandato, dado sua atuação apática no Legislativo municipal.
O que fazer com uma Escrivã, que foi vereadora, encerrado seu mandato?
Claro que, por sua posição, tocar I.P. ou trabalha em Distrito é uma
hipóstese descartada.
Aí, pessoas mais inteligentes do que ela disseram, “puxa, ela é
presidente do Sinpol, valor alocá-la aqui mesmo na Seccional…. oras,
porque não ?!?
Essa reportagem do Jornal Cruzeiro do Sul é falsa. A representante no
Sindicato é a RECEPCIONISTA DA SECCIONAL com carga horária de 6
horinhas por dia, obviamente, não tira mais plantão.
A atuação dela na Greve de hoje foi conveniente e sua declaração
mentirosa em dizer que a greve será mantida, trabalhando sob os
olhares atentos do Seccional e Assistentes.
Houve troca de favores:- a filha dela, coitada acabou de passar no
último concurso de Escrivão e foi lotada em Votorantim. Mas lá o
serviço “tava pesado”, ela precisa “tocar IP”, tirar “plantão”, nossa
coitada, estava sofrendo muito, tanto que ela fez uma ameaça verbal
“tragam-me para a Seccional ou senão peço exoneração”. Puxa, os
Delegados Assistentes da Seccional ficaram “tocados” com isso né,
menina nova pedir exoneração vai ser ruim pro Estado.
Enfim, qdo houve o boato de sua vinda pra Seccional, houve um
reboliço, e com razão, por parte dos outros escrivães de sua turma de
Academia, os quais todos foram para a sub-região e, como sabem o
“bicho pega” nesses lugares. O que a Seccional fez??? Deixou o assunto
esfriar e, na surdina, na calada da noite, trouxe a menina (coitada) a
“título de empréstimo” e com direito, portanto, ao recebimento de
diárias, e tá escondida lá, fazendo alguma coisa sem importância, sem
tirar plantão, sem saber registrar BO.
Representantes de uma categoria não podem estar trabalhando com
pessoas, onde há conflitos de interesses.
Sorocaba não parou na greve por imposição da Seccional e por
conivência de nossa representação na Região. É lamentável…
_——————————————————-

Minha cara senhora:

Eu jamais me referi a senhora como ex-vereadora.
Não sou fulano, não sou ignóbil.
Aliás, papel ignóbil faz a senhora demonstrando nem sequer ler aquilo
que lhe é encaminhado.
E se alguém lhe informou sobre eu falar de Vossa Senhoria como ex-
vereadora, mentiu.
E espero que não tenha sido o caro colega BONSEGNO.
Da única ex-vereadora tratada por mim neste, e no blog, é a atual
presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Sorocaba.
Uma pelega, segundo o texto que me foi encaminhado.
E segundo aquele texto ela pode não merecer respeito pelo fato de
trair as obrigações com o Sindicato.
Mas nada posso afirmar; como disse reproduzi aqui informes de colega
de Sorocaba dando conta de fatos lá praticados pelo Seccional.
Quanto ao destino que me deseja doutora TERESINHA DE CARVALHO, espero
que o Criador guarde os seus caminhos; que a senhora , aos olhos
dele, seja merecedora de outro mandado.
De: guerra
Data: Fri, 15 Aug 2008 10:25:23 -0700 (PDT)
Local: Sex 15 ago 2008 14:25
Assunto: Re: Sobre mulheres, sobre ex-vereadora, sobre loiras, sobre mulheres policiais.

Cara Joana:

A vereadora Teresinha faz desde grupo palco para ofensas;
não eu. Nem sequer aqui lhe respondi asssunto anterior. Estou apenas
informando ao grupo que publiquei uma postagem que me encaminharam de
Sorocaba, pertinente a uma ex-vereadora e sindicalista. Na postagem
fatos relacionados ao Seccional truculento. Não fiz referências a
Delegada Teresinha, muito menos no sentido de ex-vereadora. Quem fez
referência “grande porcaria ser ex-vereadora” foi o colega Bonsegno.
Nas palavras dela “em especial meu amigo Antonio Claudio”. É o que me
cabe dizer. Quanto ao resto do escrito não me permitirei descer
ao nível por ela proposto.

Ignóbil.
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Prezado Senhor Roberto Conde Guerra,
Em primeiro lugar, parabenizo por esse blog.
Ele é fantástico, é a verdade nua e crua, sem meias- palavras.
Por isso o que vou escrever é apenas uma sugestão e não precisa deixar gravado no blog como comentário da “Desinformação de Ribeirão Preto”, até porque refere-se a outra região, a de Sorocaba. Solicito, se possível, que fosse destacado em seu blog a “NÃO-ADESÃO” do DEINTER -7 (Sorocaba) e suas respectivas Seccionais, fomos “pressionados” a permanecer trabalhando e não havia representante do sindicato nos orientando ou nos apoiando.
A atuação do Sinpol nas Delegacias foi NULA.
O Sinpol é Representado por Maria Aparecida de Queiroz Almeida, a “Cidinha”.
Ex-vereadora, cargo Escrivã de Polícia em desvio de função.
Ela é a atual recepcionista da DELEGACIA SECCIONAL DE POLÍCIA DE SOROCABA. Percebeu a ambiguidade dessa situação ?
A não-atuação dela na GREVE, pode ser fruto de um “acordo” para manter a filha dela, também Escrivã, em desvio de função também na Seccional de Sorocaba.
Por isso, solicito a divulgação de tais notícias em seu blog com destaque, peço por parte dos demais representantes das Associações e Sindicatos uma posição dessa Senhora, o que ela quer ser …
Presidenta do Sinpol ou Recepcionista da Seccional bajulando Delegados para obter “favores pessoais”?
Esse “destaque” que estou requerendo pode ser complementado com outras notícias que você souber.
Obrigado pela atenção.

AS REMOÇÕES EM BAURU – O SECCIONAL DISSE UMA COISA…A REALIDADE É OUTRA – HÁ QUEM SOUBE DA REMOÇÃO SÓ PELA IMPRENSA E BOCA DE TERCEIROS 1

14/08/2008
Polícia Civil troca comando da Ciretran e muda cinco delegados
Luciana La Fortezza
O titular da 5.ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) não é mais o delegado Adib Jorge Filho. Ele foi substituído pelo então titular do 1.º Distrito Policial (DP), Dernival Inforzato. Ao aproveitar a mudança determinada pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran), o delegado Seccional de Bauru, Doniseti José Pinezi, efetuou mais três remanejamentos.Segundo o que foi publicado ontem no Diário Oficial do Estado, a então titular da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), Rejani Borro Tiritan, assume a vaga deixada por Inforzato. Vai para o lugar dela Silberto Sevilha Martins, então responsável pelo 3.º DP. Reassume a delegacia Marcelo Haddad, que atuava como assistente de Pinezi, cujas funções serão assumidas por Jorge Filho.“Não foi nada imposto, tudo foi dialogado antes. Todos estão satisfeitos com seus novos lugares. Foi de agrado geral. Adib vai ficar responsável pelo setor de polícia judiciária”, informou o Seccional, após elogiar efusivamente todos os envolvidos no remanejamento. De acordo com ele, Tiritan e Haddad solicitaram a mudança, sendo que Inforzato e Martins foram deslocados em virtude do perfil e conhecimento na área.Segundo Pinezi, os delegados há mais de dois anos à frente dos órgãos de trânsito devem ser substituídos conforme exigência do diretor do Detran, Ruy Stanislau Silveira Mello. Tal substituição só não foi implementada em municípios onde o delegado é único, acrescenta Pinezi.A históriaA mudança no comando da Ciretran havia sido anunciada pelo JC há quase dois meses, quando a rotatividade foi estabelecida pelo Detran.Na época, o diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior-4 (Deinter-4), Renato Cruz Swensson, participou de reunião em São Paulo, que contou com a presença de Silveira Mello e de outros oito diretores de Deinter do Estado de São Paulo.Conforme a reportagem apurou na oportunidade, Swensson levou com ele as atas das correições realizadas nas Ciretrans das sete seccionais ligadas ao Deinter-4. Como uma quadrilha de venda ilegal de CNHs (Carteiras Nacional de Habilitação) foi desbaratada em Ferraz de Vasconcelos (e envolvia Ciretrans da grande São Paulo e da Baixada Santista), todas as circunscrições do Estado passaram pelo pente-fino, conforme determinação da Secretaria de Segurança Pública (SSP). Mas, segundo o diretor do Deinter-4, não foi constatada qualquer irregularidade. Os problemas foram identificados em São Paulo, por meio da Operação Carta Branca, movida pelo Ministério Público. A investigação do esquema começou com a Polícia Rodoviária Federal de Mato Grosso do Sul. Os policiais verificaram que diversas ocorrências envolvendo motoristas com carteiras emitidas no Estado de São Paulo eram suspeitas de fraude. Entre os fatores que despertaram a desconfiança de policiais estão CNHs de pessoas analfabetas e deficientes físicos, que não possuíam a carteira para portadores de deficiência. Um caso semelhante foi identificado em Bauru.