RESTABELECENDO A VERDADE DO DR. ROBERTO DAHER…AO DIRETOR DO DEINTER-9

Prometi que não iria mais fazer comentários no blog, mas não consegui cumprir tal promessa…coisa rara…quando me manifestei no blog, não o fiz para defender este ou aquele policial em detrimento de outro, mas sim e apenas para demonstrar que a Corregedoria estivera em Hortolãndia por solicitação de todas as partes envolvidas em um imbróglio que, creio, poderia ter sido evitado com um pouco de bom senso. Não foi, desta forma, como deixou no ar o Doutor Guerra em seu comentário alusivo ao evento, para elaborar BO de Desobediência, o que, de fato, não ocorreu. Obviamente que me deparo, diariamente, com denunciantes anônimos e não posso aceitar esta forma de denúncia para determinar ou representar, se o caso, pela instauração de procedimentos apuratórios contra policiais civis. Obviamente, como qualquer outra denúncia anônima, das quais os senhores que acima se manifestaram poderão, um dia, vir a ser, injustamente ou não, vítimas, merecem uma investigação prévia, dependendo, claro, do montante de informações que nelas se têm, não sendo raras aquelas que, de tão genéricas, impedem que se veja tomada qualquer providência para constatar sua veracidade.Quanto ao fato de eu ter ou não “verba extra”, esclareço: sou Delegado de Polícia de 2ª classe (18 anos de carreira), comissionado em primeira, cinco quinquênios e sexta-parte. Recebo gratificação de Delegado Seccional de Polícia I e sou professor universitário na Faculdade de Paulínia, nas matérias D. Penal e D. Administrativo (12 aulas por semana).Se a pessoa que acima se manifestou acerca do assunto entende que eu tenha algum ganho suplementar de caráter ilícito, posso garantir que seu pai não é mais honesto que eu e terei o maior prazer em lhe demonstrar que está equivocado. Basta identificar-se e colocar em dúvida minha honradez e honestidade. Terá resposta imediata, mas não neste blog, é claro.Quando meus colegas policiais civis José Paulo – carcereiro, que graças a Deus sobreviveu, ao contra´rio do Carlão – Escrivão e Zé Luiz – Investigador, que não tiveram a mesma sorte, foram vítimas de ataque do PCC no plantão policial de Sumaré,(e à época eu respondia pela Seccional de Americana) permaneci 72 horas acordado e sem ir para casa, assim como outros policiais (que me dou o direito de não declinar os nomes porque poderia esquecer de algum e cometer uma irreparável injustiça) atrás dos miseráveis assassinos, que só não foram presos àquela época (o foram posteriormente pela DIG de Campínas, com auxílio do DEIC)por conta de uma omissão da única testemunha que poderia identificar os criminosos e não o fez, não se sabe por medo ou o quê. Finalmente, eu nunca disse que as condições do plantão policial de Hortolândia são ideais. O que eu disse é que estas mesmas condições são enfrentadas por outros colegas policiais civis de outros municípios, que também reclamam e protestam, mas o fazem formalmente, à hierarquia, que queiram ou não, é um dos lastros da administração pública. Se não é o bastante, não creio que postar críticas neste blog tb o seja, pois, ao que me consta, apesar de tudo, ainda não mudaram as tais condições. Ou estou errado? Finalmente, foi de minha autoria da proposta de se acumular os plantões de Hortolândia e Monte Mor. O Seccional de Americna entendeu conveniente tal acúmulo, representando por esta medida ao DGP, que a autorizou.Deveu-se tal proposta ao fato de que o Doutor Nista, único Del.Pol. de Monte Mor, respondia pela cidade 30 dias por mês, 24 horas por dia, sem quaisquer possibilidades de descanso. Aliás, creio que as únicas vezes que ele pode passear com sua esposa e filhos foram aquelas em que eu, então Titular de Sumaré (cargo de 1ª classe), “segurei” os plantões dele em Monte Mor. Se quiserem confirmar tal assertativa, fiquem, á vontade. O Dr. Nista, diga-se de passagem, não goza de uma saúde perfeita e, ainda assim, demonstra uma disposição para o trabalho invejável, mas tudoi tem limite! Como o movimento no plantão de Monte Mor não é tão grande (qtos. flagrantes foram presididos pelo Dr. Guerra naquela cidade?), entendi que a unificação do plantão (como também ocorre em Engº Coelho, Cosmópolis e Artur Nogueira) traria benefícios a todos, inclusive para as Autoridades Policiais de Horotlândia,que teriam um colega a mais para dividir o estafante plantão daquele município(este sim, “pesado”).Não há possibilidade de instalar-se plantões em todos os municípios da sub-região e sede da Del.Sec.Pol. de Americana. Daí que todas as Autoridades respondem em “sobreaviso”, com o conhecimento de todos (M.P., Judiciário, etc.), não sendo de conhecimento do signatário que qualquer um destes órgãos tenha tomado qualquer medida efetiva para modificar esta situação.Acho que é só! Desculpem-me todos se me alonguei, mas é muito ruim ser criticado por quem não me conhece e me julga sem conhecimento de causa. Aceito críticas e até procuro mudar meus comportamentos se as entendo justas! Mas uma pessoa que sequer me conhece me taxar de fanfarrão, de insensível às condições dos plantonistas (eu já fui, e sei o qto. é triste se trabalhar sem as perfeitas condições, e olha que hj está infinitamente melhor do que antes, ou não?) e de possuir “renda extra”, aí já é demais!Por outro lado, concordo com o Doutor Guerra, não sou nobre. tenho sangue vermelho, de plebeu, e tudo o que conseguiu na vida foi com o fruto de seu trabalho. Quem achar que não, estou aqui à disposição.Abraços a todos.Roberto Daher.P.S.: Esta, efetivamente, foi a última vez que postei um comentário aqui. Como bem disse um dos “comentaristas” do blog, acho que fui infeliz em nele me manifestar. Me expus. Mas o fiz unicamente para estabelecer uma verdade, como acima dito. Viu!? Aceitei uma crítica e mudarei minha postura por conta dela. Tenho muitos defeitos, mas certamente a soberba nunca haverá de ser um deles como bem o sabem aqueles que comigo já se relacionaram profissionalmente ou ainda se relacionam.
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Doutor, preliminarmente, agradeço pelas colocações anteriores; tenho certeza de que não buscou ofender.
Todavia nos palcos jurídicos elogiar alguém como “honestíssimo” pode caracterizar crime contra a honra.
E o Senhor como professor de Direito Penal poderá conferir em julgados a impropriedade do termo, por tal compreender o porquê de elencarmos como exemplo caracterizador de assédio moral.
Mas para quem foi tratado como “maconheiro”, “cheirador”, “drogado”, “quadrilheiro” e “corrupto banhado”, ainda que pretendesse ofender seria inócuo.
Dizem que aquele que resiste a várias picadas de cobra acaba imune e passa cuspir vacina.
Quanto aos motivos que me levaram a postar manifestos desfavoráveis aos meus superiores hierárquicos, caberá ao senhor indagar ao ilustre Seccional o que se faz com os requerimentos que endereço a ele, ao Diretor e ao Delegado Geral.Mas posso lhe adiantar e garantir: obstruem o seguimento.Assim fez com a primeira representação datada de 4 de dezembro, formulada em razão de ele, já naquela oportunidade, não estar na Seccional pouco depois das 17h00 horas.
Se estivesse e me atendesse talvez não existisse “embrulho”.
Não deu seguimento; apressadamente solicitou ao Diretor portarias retroativas coonestando os plantões cumulativos de Hortolândia e Monte Mor.
Até a presente data – passados 8(oito) meses – nenhuma providência foi adotada em relação aos demais assuntos elencados na representação.
Aliás, endereçada erroneamente, pois deveria ter representado contra ele junto ao Diretor, pois ele é o responsável pela alteração da jornada de trabalho.
O Senhor de posse da escala de dezembro poderá fazer as contas das horas de trabalho.
Ora, além de a minha saúde – tal como a do colega Nista – não ser muito boa, por conta de desgaste físico, emocional , crises de hipertensão, etc.
Talvez, tenhamos – no mínimo – uns dez anos de idade a mais.
Por outro aspecto eu não tenho outra profissão; diga-se jamais tive como conciliar a atividade de Delegado com qualquer outra.
Vontade tive, mas desperdicei o meu tempo e esforços em prol de uma hierarquia corrupta que não respeita quem lhe dá sustentação.
Diga-se de passagem, estou na 2a. classe há dez anos, na Carreira há 20 anos( desde julho de 1988), quatro quinquenios desde 2005, pela contagem de algum tempo de advocacia.
Não sou comissionado em 1a. classe, mas se antiguidade na carreira e na classe, aqui, fosse posto, lhe seria superior.
Mas sem perder o foco, não fiz a representação em dezembro para – logo depois – publicar no blog.
Divulguei depois de saber que o Seccional, quando muito, a jogaria no fundo da gaveta. Soube do fato concomitantemente ao episódio que me foi relatado acerca de violência moral e física contra uma Delegada.
E lhe dou outros exemplos: licença-prêmio, descontos por faltas, férias e requerimento de remoção, requerimento de restituição dos descontos.
Tudo que eu requeri através de ofício ou petição protocolada fica sem resposta.
Assim, tenho todo o direito de fazer manifestação no meu blog.
A omissão dolosa da Administração me confere tal iniciativa.
O Seccional é um superior deselegante no tratamento e vou afirmar mil vezes: não merece o meu crédito.
É vingativo, pois inconformado com o deferimento da nossa licença – contra a qual ele se insurgiu sem respaldo legal – por parte do Diretor do Deinter-9, “gentilmente” solicitou que eu assinasse requerimento de remoção para o Decap. Suscita a não adaptação ao sistema de trabalho local; não lavratura de flagrantes e uma série de impropriedades.
Contudo conversa com ele é monólogo, pois só ele fala.
Ou melhor: desvirtua os fatos.
Embora mande gravar e publicar no Blog.
Para o Decap não vou requerer, respondi. Posso ir para São Sebastião; assim subscrevi e deixei na Seccional o requerimento para aquela cidade.
Até a presente data não tomei ciência do indeferimento, salvo da boca dele: “ninguém lhe quer”.
Errado: a Polícia Civil não me quer.
E se a Polícia não me quer que se providencie – rapidamente – a minha demissão. Depois eu lutarei junto ao Poder Judiciário.
Morrer de fome não irei enquanto aguardar a reintegração.
Há muitas pessoas – de bem – que me querem bem!
E se ele não me quer na Seccional há um remédio: “remoção no interesse do serviço”.
É so pagar!
Quanto aos plantões posso lhe afirmar não há autorização da Delegacia Geral para o acúmulo do plantão de Monte Mor e Hortolândia.Eu tenho cópia de todo o procedimento: “o que lá se vê é apenas um lavo as minhas mãos”.
Além, de uma manifestação contrária subscrita pelo saudoso Guilherme Santana.
Não interessa se os colegas cumprem a referida escala “ordeiramente”, ou melhor, “cordeiramente”.
Enquanto a cumprirem nunca preencherão os claros nas respectivas cidades.
Pois para a Administração tudo por lá transcorre legal e produtivamente.
Mas o horário é ilícito e desumano, descabido e indefensável juridicamente.
É se é desumano para quem mora na região, ponha-se no lugar de quem lá não pode fixar residência.Agora, tendo recebido “um foda-se o problema é seu”, terei que arrumar R$ 990,00 para o Hotel ao lado da Delegacia, além do transporte.
Tudo para “tomar” 20 faltas ao mês.
Pois só recebo quando estou de folga, os 11 0u 12 plantões mensais são “mera liberalidade”, ou conforme as palavras do meu culto e digno titular: “você fica na Delegacia por que quer”.
E para uma colega da Corregedoria Geral: “ele fica na Delegacia porque gosta”.
Doutor Daher toda a verdade está aqui; não há meias verdades da minha parte.
Há muita falsidade na sua região; com certeza o Senhor não está entre os falsos.Pois as palavras da maioria dos funcionários lhe conferem credibilidade.
Eu não deixei nada no ar quando falei em boletim de desobediência.
Terceiros me transmitiram que um número de BO foi solicitado pela equipe da Corregedoria, provavelmente para a lavratura de documento com o mencionado título.
Por fim, a Corregedoria que vejo é assistência policial do Seccional de Americana; não equipe de Piracicaba diretamente subordinada ao Corregedor-auxiliar, no caso, o Senhor.
E para mim – que me desculpe a franqueza – não podem ser imparciais.
A imparcialidade seria traição ao Seccional de Americana.
E traição de irmão, no caso, seria imperdoável.
Assim, ficaremos sempre discutindo meias verdades.
O meu lado, o lado de outrem, o seu lado e ninguém imparcial para decidir.
E REAFIRMO: DIREITO DE PETIÇÃO EM AMERICANA NÃO EXISTE.
OU MELHOR: AINDA NÃO EXISTE NA SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA.
SALVO PARA ASSUNTOS CORRIQUEIROS.
POIS DUAS COISAS VERDADEIRAS DISSE O DOUTOR JODAS: “NÃO CHEGOU DEMOCRACIA PARA OS POLICIAIS”!
“ESTÁ RUIM E FICARÁ CADA VEZ PIOR” !
Palavras dele.

"VERDADE, JUSTIÇA e PRUDÊNCIA"

Bom dia a todos…
Fui eu mesmo quem postou a mensagem.Sou Corregedor, sim…Auxiliar de Piracicaba…Responsável, “dentre outras atribuicões”, como entendo haver deixado claro na minha última intervencão neste blog, por verificar a ocorrência de evetuais infracões adminisrativas-disciplinares atribuídas a policiais civis…Aqueles que me conhecem se manifestaram…creio que não há nada a acrescentar…procuro ser justo e comedido em minhas acões e palavras…um quadro que enfeita a entrada do prédio da Corregedoria Auxiliar estampa “Verdade, Justica e Prudência”…foi por mim adquirido e ali colocado (comprei de uma amiga que me facilitou muito o pagamento)…é assim que procuro agir na minha vida particular e profissional…sempre foi assim, aliás…invoco a opinião de meus colegas Delegados e outros servidores, os quais, bem o sabem, nunca foram destratados pelo subscritor…como também nunca o foi e nunca o será, garanto, meu colega Doutor Guerra que, mais uma vez o digo, sempre que manteve contato comigo mostrou-se respeitoso e digno, merecedor do mesmo tratamento que, creio, sempre lhe dispenso…não lhe quis agredir com palavras…longe de mim…se soubesse de qualquer fato que pudesse traduzir em irregularidade funcional, por certo haveria de apurá-lo, pois ser justo significa tambem dar àqueles que erram a necessária e devida orientacão, ou até, se o caso, a devida reprimenda, obviamente se de minha competência faze-lo (o que não cabe a Delegados de Policia)…Eu entendo que o Doutor Guerra passe por dificuldades, e, ao contrário do que ele pensa, isso não me é indiferente…mas acho que faltou, nas duas ocasiões em que fui acionado, um pouco de boa vontade das partes (veja bem, das partes e não só do Doutor Guerra) em solucionar os impasses que se tinha…chega ate ser engraçado, e creio que todos haverão de concordar comigo, que um Delegado de Polícia, que toma conhecimento de que uma determinada sala que utilziava para trabalhar e já nao esta mais a sua disposicão, sente-se a mesa e diga que não vai sair, senão com a presenca da Corregedoria! Nos parece, com todo respeito, coisa de crianca birrenta…Infelizmente para o Doutor Guerra a sala em questão não mais poderia ser utilizada para servir de local de permanência, guarda de pertences e de repouso do Doutor Guerra…Ao nosso ver, sempre com todo o respeito ao Doutor Guerra e aos demais colegas que com ele pactuam desse entendimento, o plantão deve ser presidido pela Autoridade Policial, que para isso poderia, por exemplo, permanecer ao lado do Escrivão de Policia, que também ali permanece por todo o período de plantão, possuindo um só dia de folga e tendo de trabalhar nos demais dias, coisas que o Doutor Guerra se recusa, diga-se de passagem, alegando um compromisso anterior, que foi revogado…se justa ou injusta a revogação, certamente não é caso de intervenção de Corregedoria ou de Justica ou de GAERCO. O Delegado de Polícia deve trabalhar diariamente e está sujeito a escalas de plantão. Meus colegas de Americana sabem que é verdade quando digo que nunca (veja bem, nunca!) folguei após tirar um plantão, ainda que houvesse trabalhado por toda a noite. è claro, esta é uma opção minha, não recomendo e nem quero que todos sejam assim…talvez seja até uma inbecilidade, mas ao contrário do que pensa o Doutor Guerra, que me desafiou, este desafio eu já ganhei! Aliás, falar em GAERCO, não há dúvidas da atuação firme deste órgão em todos os campos de sua atuação. Para sua surpresa, entretanto, Doutor Guerra, nas situações em que há envolvimento de policiais civis, invariavelmente, tanto eu quanto o Doutor Battaglini, Corregedor de Campinas, somos acionados para com eles atuar, o que demonstra, smj, que a atuação dos Corregedores Auxiliares da região, perante os Pormotores de Justiça do GAERCO, não se sujeitam às mesmas restrições que lhes são impostas pelo senhor. Aliás, pelo que pude sentir o senhor entende que o papel de Corregedoria deveria ser feito pelo GAERCO. Se isso for verdadeiro, por favor, da próxima vez que não puder entrar na sua sala ou que se sentir prejudicado por ter que trabalhar todos os dias e, ainda, cumprir escala de plantão, como a maioria de nós policiais civis, por favor, acione os Promotores daquele órgão! O senhor é Delegado de Policia, e ate onde eu sei, honestíssimo e preocupado com a instituicao a que pertence…até por conta disso, pode acionar este Corregedor (Auxiliar, mas Corregedor) a hora que se fizer necessario…será atendido de pronto, como sempre o foi, da mesma forma como qualquer outro servidor o será(alguém poderia dizer ao contrário do que ora afirmo?)A idéia do blog é genial…sofremos de problemas crônicos, que se iniciaram há muito, desde a saída do saudoso Franco Montoro, e necessitamos de mobilização para reverter a situação…mas trazer ao blog problemas pessoais, atacando pessoas, contando meias verdades, isso já não dá…é minha opinião e desculpe se o senhor e alguns visitantes dela não compartilhem!Finalmente quero deixar consignado que foi a última vez que fiz uso deste valoroso espaço, que poderia ser melhor aproveitado por todos os servidores policiais civis para consignar suas dificuldades no exercício de suas atividades, posto que não entendo que deva servir para debates entre pessoas adultas acerca de suas divergências pessoais…deixo um abraço a todos, em especial ao Doutor Guerra, que mais uma evz reafirmo, merece todo meu respeito, assim como todos os colegas policiais civis, de que carreira forem…Roberto José DaherDelegado de Polícia Corregedor Auxiliar
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Caro doutor Daher:
Primeiramente: nunca fui “honestíssimo”; apenas aristoleticamente honesto. Assim por não ser único merecedor do superlativo, honrado devolvo-lhe a mesma distinção.Quanto ao afirmado pelo respeitado colega: ” chega ate ser engraçado, e creio que todos haverão de concordar comigo, que um Delegado de Polícia, que toma conhecimento de que uma determinada sala que utilizava para trabalhar e já não esta mais a sua disposição, sente-se a mesa e diga que não vai sair, senão com a presença da Corregedoria! Nos parece, com todo respeito, coisa de criança birrenta…”
Caro Daher:É a verdade?
É fruto da sua prudência?
Ou é o tipo de Justiça que o Senhor pratica?
O Senhor viu; o Senhor me ouviu e viu nos meus olhos?
O Senhor confunde sentimento de dignidade com “coisa de criança birrenta”.
Certamente nada lhe abala…
Que tal “ao arrumar as trouxas sob o olhar atento do colega, especialmente ao abrir a minha mala”, “ao retirar objetos das gavetas” e “ser indagado até sobre a toalha da mesa”.
Que tal: “na pode ficar pois aí tem o note book do colega”?
Me chamaram de ladrão; eu bati na mesa pois cabe ao Senhor defender a dignidade da Carreira.
Não é birra, não é questiúncula.
Meias verdades?
Meia verdade é o Senhor falar que o plantão deve ser presidido por Delegado de Polícia, mesmo sabendo que Hortolândia e Monte mor – há anos – nunca os plantões foram presididos por Delegados.
A impressão é que o digno Corregedor chama a todos de “vagabundos”, pois acredita que o colega deva oficiar em sua Unidade até as 18h00, depois permanecer das 18h00 as 9h00 na Delegacia sede.
E se possível – tendo a sua vitalidade – assumir a Unidade após a noitada de plantão.
Meia verdade é não falar que o funcionário, mesmo escalado para o plantão noturno, faz jornada das 9h00 as 15h00, depois retornando das 18h00 as 9h00.
Jornada de trabalho de 21 horas.
Meia verdade é afirmar que: “horário de serviço”, que, justa ou injustamente, para o policial civil não existe(“sic”).
Ora, o Senhor – com toda a certeza – será Delegado Geral!
Realmente, meia verdade é mentira inteira.
E as meias verdades são todas da Administração.
Nem minha; nem suas.
Por outro aspecto, até posso aconselhar os funcionários a buscarem apoio perante o Judiciário e o Gaergo, pois solicitei , pedi, requeri, implorei posicionamentos da Seccional, da Diretoria, da Corregedoria, da Delegacia Geral, até o presente sem decisão.
Neste momento sei o motivo: “as minhas meias verdades”.
Finalmente, o meu desafio ainda está de pé: lhe convido para me fazer companhia das 18h00 do próximo dia 26(sexta) as 9h00 do dia 29(segunda).
Se o senhor ficar três noites sem dormir eu quero a fórmula.
(postagem do mês de agosto)

DOUTOR MARZAGÃO LEIA AQUI : LADRÃO NÃO FAZ GREVE 3

3 comentários:
Pati Girl disse…
O desespero está batendo às portas do governo… agora como a eleição já passou, eles estão arrumando outras desculpas e culpados pela greve. Sou da Região de Ferraz de Vasconcelos e posso afirmar categoricamente que nenhum dos envolvidos nos escândalos da Ciretran está participando ativamente do movimento grevista. Que piada!!! O maior interessado, que seria o Ex-Delegado Seccional de Mogi das Cruzes, continua preso e nem que quisesse conseguiria mobilizar os demais policiais do estado, mesmo porque, ao que parece, são exatamente os corruptos, que não precisam do salário, é que estão pressionando os demais para que greve acabe…
1 de Novembro de 2008 17:04
Anônimo disse…
Meu Deus!!! A que ponto chegam as tentativas de justificativas de quem não tem razão……Marzagão, pede pra sair e leve o DGP com voce.
1 de Novembro de 2008 17:12
Anônimo disse…
Teria sido melhor para ele continuar calado. Ele só não foi tirado ainda porque o governador não quer que sua saída seja creditada ao movimento.
1 de Novembro de 2008 17:20

UMA NOTÁVEL DELEGADA DA CORREGEDORIA GERAL…NOSSOS AGRADECIMENTOS POR TAMANHA CULTURA JURÍDICA E PROFISSIONALISMO 7

———- Forwarded message ———->
From: roberto conde guerra
<robertocguerra@.com>> Date: 2008/8/25>
Subject: DEFENSOR> To: “rosemary-sinibaldi@.com.br” <rosemary-sinibaldi@.com.br>> > > > > > Ilustre Delegada:> > > >
Conforme e-mails que lhe foram> encaminhados, através do convênio da ADPESP, o advogado indicado para> oficiar nos autos é o doutor Milton da Silva Ângelo.
Conforme se pode> verificar do texto abaixo.> >
Embora não se possa afirmar ser advogado constituído e pago pelo subscritor,> não cabem quaisquer dúvidas quanto à legitimidade do profissional para o> pleno exercício da defesa.> >
Se a procuração for imprescindível represento a Vossa Senhoria no sentido de> que cumpra aquilo que afirmou (através de TELEFONEMAS para terceiros): DECRETE REVELIA.
> > Pois neste momento – desculpe os termos – os seus constantes telefonemas> para o nosso domicílio beiram a insuportável suplício, ou seja, verdadeiro> terrorismo.> >
Não pretendo causar indisposição, pois a Vossa Senhoria caberá opinar pela> eventual penalidade.> >
Todavia a nossa família não tem conhecimento dos nossos problemas> funcionais; por tal não deveria ser constrangida com os rotineiros> telefonemas da “E. Corregedoria da Polícia Civil”.
A qual – pelo menos até> dias atrás – demonstrava complacência com> > marginais travestidos de autoridades; ao contrário muito rigor com os> “desapadrinhados”.> >
Assim, respeitosamente, requeiro que adote as providências que melhor> julgar.>
Mas que não se digne a telefonar ou determinar quaisquer telefonemas para o> nosso domicílio. Como dito acima: “verdadeira tortura infligida aos meus”,> os quais não são acostumados na mentira como Vossa Senhoria pode pensar.
Do> mesmo modo o subscritor não é dado a se esconder; aliás, não há porquê para> nos escondermos da Ilustre autoridade ou de qualquer outra.> >
Saudações!
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Cara Dra ROSEMARY SINIBALDI, não lhe imputei a prática de tortura nos termos da legislação vigente.
Afirmei que os seus constantes telefonemas eram “verdadeira tortura infligida aos meus” (familiares).
Os quais não são acostumados na mentira como Vossa Senhoria pode pensar.
Aliás, a Senhora por certo certificou nos autos as chamadas que fez da Corregedoria Geral para mim, não foi?
Olha que Delegada Corregedora ligando a todo instante para casa de acusado não pega nada bem.
Não pega bem para a cara Delegada.
Como, também, não pegou bem a ilustre doutora publicar no Diário Oficial o nosso endereço.
Qual a finalidade?
Execração ou fácil execução por qualquer bandido que se ponha na porta…
Quanto ao resto acerca da complacência da Corregedoria da Polícia Civil, demonstro documentalmente tais afirmações.
Mas a Senhora, verdadeiramente, será motivo de orgulho para a Corregedoria Geral.

GOVERNO TEM MUITA PRESSA EM NOS DAR AUMENTO (6,5%) 6

01/11/2008 – 12h25
Serra pede urgência na votação do aumento de salário de policiais
Folha Online
O governador José Serra (PSDB) enviou na sexta-feira (31) cinco mensagens à Assembléia Legislativa de São Paulo pedindo caráter de urgência na votação dos cinco projetos de lei em tramitação na Casa que prevêem, entre outros itens, o reajuste dos salários dos policiais civis, militares e científicos.
O pedido de urgência foi publicado na edição deste sábado do “Diário Oficial do Estado”.
No regime de tramitação ordinária, cada comissão –Constituição e Justiça, Segurança Pública e Finanças e Orçamento– teria 30 dias para avaliar as emendas dos projetos de lei. Com isso, o projeto levaria no mínimo 90 dias para ser votado.
Com o pedido do governador, o projeto deve chegar a pauta de votação no máximo até o início da próxima semana.
O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Vaz de Lima (PSDB), vai decidir na segunda-feira (3) como o plenário vai discutir o assunto.”Vou avaliar o pedido de urgência e decidir pela nomeação de um relator especial da CCJ [Comissão de Constituição e Justiça] ou pela convocação do Congresso de Comissão –reúne as três comissões–, que discute as emendas em apenas um dia”, afirmou Vaz.
Os representantes dos policiais civis em greve querem dos deputados uma emenda aglutinativa que modifique os projetos de lei com o objetivo de aumentar o percentual de reajuste oferecido pelo governo 6,5% no salário-base a partir de 1º de janeiro do próximo ano e mais 6,5% a partir de janeiro de 2010.
A categoria quer 15% de reajuste neste ano, 12% em 2009 e 12% em 2010.
A Assembléia argumenta que o reajuste não pode exceder o Orçamento. “Temos a Lei de Responsabilidade Fiscal, que deve ser respeitada para não desequilibrar os cofres públicos”, disse Vaz.
Audiência pública
A presidência da Assembléia Legislativa de São Paulo enviou na sexta-feira (31) à CCJ os projetos de lei que prevêem o reajuste dos policias civis e militares. Os textos foram encaminhados para a comissão após uma acalorada audiência pública para discutir os projetos.
Representantes de 16 entidades classistas e 23 deputados –entre eles alguns representantes da bancada governista– defenderam em plenário suas posições a respeito dos projetos enviados por Serra.
Durante a audiência, lideranças dos policiais civis fizeram críticas à forma como a greve da categoria vem sendo tratada pelo governo estadual e apelaram para a “sensibilidade” dos deputados, que devem votar projetos de lei encaminhados pelo governador José Serra que trata dos reajustes para as polícias Civil, Militar e Técnico-Científica.
Para o presidente da Casa, a audiência teve um bom desempenho, já que diversas entidades e vários deputados puderam manifestar suas posições sobre a situação da polícia e a proposta do governo. ‘Foi ordeira e inteligente’, disse o deputado, mesmo com os protestos e vais dos policiais durante a audiência. Durante o discurso do deputado João Caramez (PSDB), os policiais no plenário deram as costas ao parlamentar e depois se retiraram do local.
De acordo com o presidente da Assembléia, depois de passar pela CCJ, o que deve acontecer dentro de 30 dias, o projeto segue para a Comissão de Segurança Pública, onde deve ficar 30 dias, e depois para a Comissão de Finanças.
O projeto
Os projetos de lei enviados pelo governo estadual à Assembléia Legislativa prevêem reajuste para as polícias Civil, Militar e Técnico-Científica de 6,5% no salário-base a partir de 1º de janeiro do próximo ano e mais 6,5% a partir de janeiro de 2010.
Pelo projeto, os policiais civis ganharão aposentadoria especial.
Quem ingressou até 2003 vai se aposentar com 30 anos de contribuição –em vez dos atuais 35 anos–, desde que tenham 20 anos de atividade policial.
O projeto suprime ainda a idade mínima para aposentadoria, hoje de 60 anos.
Para os que ingressaram na carreira após 2003, a proposta prevê 30 anos de contribuição, 20 anos de atividade policial e redução da idade mínima de 60 para 55 anos, no caso dos homens, e de 55 para 50 anos, para as mulheres.
Como parte da reestruturação das carreiras, o projeto prevê ainda a extinção da quinta classe de todas as carreiras da Polícia Civil e Técnico-Científica e a fixação de um intervalo de 10,5% entre as classes.
Segundo o governo, a extinção da quinta classe vai proporcionar a promoção de 1.184 delegados e de 16.032 policiais operacionais.

O SECRETÁRIO DIZ " AS INGERÊNCIAS POLÍTICAS NÃO AFETAM MAIS ESCOLHAS PARA OS CARGOS"… INACREDITÁVEL! AGORA A GREVE É DOS CORRUPTOS SEM CADEIRA 11

01/11/2008 – 09h57
Marzagão liga greve da Polícia Civil a trocas de chefia
São Paulo – Ausente até agora dos debates a respeito da greve da Polícia Civil em São Paulo, que completa hoje 47 dias, o secretário de Segurança Pública do Estado, Ronaldo Marzagão, evitou se pronunciar até no auge da crise, quando as Polícias Civil e Militar entraram em confronto nos arredores do Palácio dos Bandeirantes, com um saldo de 32 feridos. Na tarde de ontem, Marzagão recebeu o Estado para falar pela primeira vez sobre o assunto e ligou a paralisação às trocas nas chefias da corporação feitas pelo governo do Estado.
Segundo ele, as reivindicações vão além das questões salariais e dos interesses político-partidários, aspecto destacado pelo governo após o confronto no Morumbi nas vésperas das eleições municipais. Para o secretário, deve-se também levar em conta mudanças importantes feitas na cúpula da polícia que, segundo ele, contrariaram interesses que permaneciam intocados havia anos.
Evitando personalizar ou citar nomes, Marzagão dá como exemplos os casos que levaram ao afastamento de delegados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) em Ferraz de Vasconcelos e a prisão de funcionários em Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans) envolvidas com esquemas fraudulentos de emissão de carteiras de motoristas. Aponta também transformações estruturais como as verificadas em seccionais importantes, como as de Mogi das Cruzes e Bauru, e em departamentos como o de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro) e na Divisão de Inteligência Policial (Dipol).
“O governador José Serra incumbiu-me de implementar mudanças de cultura. Há profissionalização e meritocracia, não loteamento de cargos. Uma mudança de cultura não é absorvida facilmente. Há sempre resistências a essas mudanças e não será por causa dessas resistências que iremos mudar nosso caminho, que já está traçado e é irreversível”, diz Marzagão. Segundo ele, as ingerências políticas não afetam mais escolhas para os cargos mais importantes na hierarquia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

DOUTOR MARZAGÃO LEIA AQUI : LADRÃO NÃO FAZ GREVE 4

3 comentários:
Pati Girl disse…
O desespero está batendo às portas do governo… agora como a eleição já passou, eles estão arrumando outras desculpas e culpados pela greve. Sou da Região de Ferraz de Vasconcelos e posso afirmar categoricamente que nenhum dos envolvidos nos escândalos da Ciretran está participando ativamente do movimento grevista. Que piada!!! O maior interessado, que seria o Ex-Delegado Seccional de Mogi das Cruzes, continua preso e nem que quisesse conseguiria mobilizar os demais policiais do estado, mesmo porque, ao que parece, são exatamente os corruptos, que não precisam do salário, é que estão pressionando os demais para que greve acabe…
1 de Novembro de 2008 17:04
Anônimo disse…
Meu Deus!!! A que ponto chegam as tentativas de justificativas de quem não tem razão……Marzagão, pede pra sair e leve o DGP com voce.
1 de Novembro de 2008 17:12
Anônimo disse…
Teria sido melhor para ele continuar calado. Ele só não foi tirado ainda porque o governador não quer que sua saída seja creditada ao movimento.
1 de Novembro de 2008 17:20

“Tentar tirar algo da Internet é como tentar tirar xixi de uma piscina” 10

1 de Novembro de 2008
Por Manoel Netto
Um blog tem causado rebuliço nas últimas semanas por tocar em assuntos delicados e mexer em vespeiros: Polícia Civil. É o blog Flit Paralisante.
TODA PESSOA TEM DIREITO À VERDADE. O SERVIDOR NÃO PODE OMITI-LA OU FALSEÁ-LA, AINDA QUE CONTRÁRIA AOS INTERESSES DA PRÓPRIA INTERESSADA OU A DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. NENHUM ESTADO PODE CRESCER OU ESTABILIZAR-SE SOBRE O PODER CORRUPTIVO DO HÁBITO DO ERRO , DA OPRESSÃO , OU DA MENTIRA, QUE SEMPRE ANIQUILAM ATÉ MESMO A DIGNIDADE HUMANA QUANTO MAIS A DE UMA NAÇÃO.
(Decreto n. 1171/1994)
O Dr Roberto Guerra, criador do blog, recebe diversas visitas todos os dias, além de comentários, dicas, sugestões, mensagens de colegas, contra e a favor de seus argumentos. No último dia 29 no entanto, o blog do Dr Guerra foi atacado e conseguiram removê-lo do BlogSpot. Apagaram completamente, sobrando apenas (por alguns dias) o cache do Google.
Alguns admiradores do trabalho do Flit Paralisante, remontaram o blog no BlogSpot e no WordPress, publicando alguns dos textos disponíveis, além de um disclaimer claro da intenção. Fantástico.
É assim que funciona a Internet.
“Tentar tirar algo da Internet é como tentar tirar xixi de uma piscina”
(Seriguela.com)

UMA NOTÁVEL DELEGADA DA CORREGEDORIA GERAL…NOSSOS AGRADECIMENTOS POR TAMANHA CULTURA JURÍDICA E PROFISSIONALISMO 7

———- Forwarded message ———->
From: roberto conde guerra
<robertocguerra@.com>> Date: 2008/8/25>
Subject: DEFENSOR> To: “rosemary-sinibaldi@.com.br” <rosemary-sinibaldi@.com.br>> > > > > > Ilustre Delegada:> > > >
Conforme e-mails que lhe foram> encaminhados, através do convênio da ADPESP, o advogado indicado para> oficiar nos autos é o doutor Milton da Silva Ângelo.
Conforme se pode> verificar do texto abaixo.> >
Embora não se possa afirmar ser advogado constituído e pago pelo subscritor,> não cabem quaisquer dúvidas quanto à legitimidade do profissional para o> pleno exercício da defesa.> >
Se a procuração for imprescindível represento a Vossa Senhoria no sentido de> que cumpra aquilo que afirmou (através de TELEFONEMAS para terceiros): DECRETE REVELIA.
> > Pois neste momento – desculpe os termos – os seus constantes telefonemas> para o nosso domicílio beiram a insuportável suplício, ou seja, verdadeiro> terrorismo.> >
Não pretendo causar indisposição, pois a Vossa Senhoria caberá opinar pela> eventual penalidade.> >
Todavia a nossa família não tem conhecimento dos nossos problemas> funcionais; por tal não deveria ser constrangida com os rotineiros> telefonemas da “E. Corregedoria da Polícia Civil”.
A qual – pelo menos até> dias atrás – demonstrava complacência com> > marginais travestidos de autoridades; ao contrário muito rigor com os> “desapadrinhados”.> >
Assim, respeitosamente, requeiro que adote as providências que melhor> julgar.>
Mas que não se digne a telefonar ou determinar quaisquer telefonemas para o> nosso domicílio. Como dito acima: “verdadeira tortura infligida aos meus”,> os quais não são acostumados na mentira como Vossa Senhoria pode pensar.
Do> mesmo modo o subscritor não é dado a se esconder; aliás, não há porquê para> nos escondermos da Ilustre autoridade ou de qualquer outra.> >
Saudações!
_______________________________________________

Cara Dra ROSEMARY SINIBALDI, não lhe imputei a prática de tortura nos termos da legislação vigente.
Afirmei que os seus constantes telefonemas eram “verdadeira tortura infligida aos meus” (familiares).
Os quais não são acostumados na mentira como Vossa Senhoria pode pensar.
Aliás, a Senhora por certo certificou nos autos as chamadas que fez da Corregedoria Geral para mim, não foi?
Olha que Delegada Corregedora ligando a todo instante para casa de acusado não pega nada bem.
Não pega bem para a cara Delegada.
Como, também, não pegou bem a ilustre doutora publicar no Diário Oficial o nosso endereço.
Qual a finalidade?
Execração ou fácil execução por qualquer bandido que se ponha na porta…
Quanto ao resto acerca da complacência da Corregedoria da Polícia Civil, demonstro documentalmente tais afirmações.
Mas a Senhora, verdadeiramente, será motivo de orgulho para a Corregedoria Geral.

GOVERNO TEM MUITA PRESSA EM NOS DAR AUMENTO (6,5%) 5

01/11/2008 – 12h25
Serra pede urgência na votação do aumento de salário de policiais
Folha Online
O governador José Serra (PSDB) enviou na sexta-feira (31) cinco mensagens à Assembléia Legislativa de São Paulo pedindo caráter de urgência na votação dos cinco projetos de lei em tramitação na Casa que prevêem, entre outros itens, o reajuste dos salários dos policiais civis, militares e científicos.
O pedido de urgência foi publicado na edição deste sábado do “Diário Oficial do Estado”.
No regime de tramitação ordinária, cada comissão –Constituição e Justiça, Segurança Pública e Finanças e Orçamento– teria 30 dias para avaliar as emendas dos projetos de lei. Com isso, o projeto levaria no mínimo 90 dias para ser votado.
Com o pedido do governador, o projeto deve chegar a pauta de votação no máximo até o início da próxima semana.
O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Vaz de Lima (PSDB), vai decidir na segunda-feira (3) como o plenário vai discutir o assunto.”Vou avaliar o pedido de urgência e decidir pela nomeação de um relator especial da CCJ [Comissão de Constituição e Justiça] ou pela convocação do Congresso de Comissão –reúne as três comissões–, que discute as emendas em apenas um dia”, afirmou Vaz.
Os representantes dos policiais civis em greve querem dos deputados uma emenda aglutinativa que modifique os projetos de lei com o objetivo de aumentar o percentual de reajuste oferecido pelo governo 6,5% no salário-base a partir de 1º de janeiro do próximo ano e mais 6,5% a partir de janeiro de 2010.
A categoria quer 15% de reajuste neste ano, 12% em 2009 e 12% em 2010.
A Assembléia argumenta que o reajuste não pode exceder o Orçamento. “Temos a Lei de Responsabilidade Fiscal, que deve ser respeitada para não desequilibrar os cofres públicos”, disse Vaz.
Audiência pública
A presidência da Assembléia Legislativa de São Paulo enviou na sexta-feira (31) à CCJ os projetos de lei que prevêem o reajuste dos policias civis e militares. Os textos foram encaminhados para a comissão após uma acalorada audiência pública para discutir os projetos.
Representantes de 16 entidades classistas e 23 deputados –entre eles alguns representantes da bancada governista– defenderam em plenário suas posições a respeito dos projetos enviados por Serra.
Durante a audiência, lideranças dos policiais civis fizeram críticas à forma como a greve da categoria vem sendo tratada pelo governo estadual e apelaram para a “sensibilidade” dos deputados, que devem votar projetos de lei encaminhados pelo governador José Serra que trata dos reajustes para as polícias Civil, Militar e Técnico-Científica.
Para o presidente da Casa, a audiência teve um bom desempenho, já que diversas entidades e vários deputados puderam manifestar suas posições sobre a situação da polícia e a proposta do governo. ‘Foi ordeira e inteligente’, disse o deputado, mesmo com os protestos e vais dos policiais durante a audiência. Durante o discurso do deputado João Caramez (PSDB), os policiais no plenário deram as costas ao parlamentar e depois se retiraram do local.
De acordo com o presidente da Assembléia, depois de passar pela CCJ, o que deve acontecer dentro de 30 dias, o projeto segue para a Comissão de Segurança Pública, onde deve ficar 30 dias, e depois para a Comissão de Finanças.
O projeto
Os projetos de lei enviados pelo governo estadual à Assembléia Legislativa prevêem reajuste para as polícias Civil, Militar e Técnico-Científica de 6,5% no salário-base a partir de 1º de janeiro do próximo ano e mais 6,5% a partir de janeiro de 2010.
Pelo projeto, os policiais civis ganharão aposentadoria especial.
Quem ingressou até 2003 vai se aposentar com 30 anos de contribuição –em vez dos atuais 35 anos–, desde que tenham 20 anos de atividade policial.
O projeto suprime ainda a idade mínima para aposentadoria, hoje de 60 anos.
Para os que ingressaram na carreira após 2003, a proposta prevê 30 anos de contribuição, 20 anos de atividade policial e redução da idade mínima de 60 para 55 anos, no caso dos homens, e de 55 para 50 anos, para as mulheres.
Como parte da reestruturação das carreiras, o projeto prevê ainda a extinção da quinta classe de todas as carreiras da Polícia Civil e Técnico-Científica e a fixação de um intervalo de 10,5% entre as classes.
Segundo o governo, a extinção da quinta classe vai proporcionar a promoção de 1.184 delegados e de 16.032 policiais operacionais.

O SECRETÁRIO DIZ " AS INGERÊNCIAS POLÍTICAS NÃO AFETAM MAIS ESCOLHAS PARA OS CARGOS"… INACREDITÁVEL! AGORA A GREVE É DOS CORRUPTOS SEM CADEIRA 10

01/11/2008 – 09h57
Marzagão liga greve da Polícia Civil a trocas de chefia
São Paulo – Ausente até agora dos debates a respeito da greve da Polícia Civil em São Paulo, que completa hoje 47 dias, o secretário de Segurança Pública do Estado, Ronaldo Marzagão, evitou se pronunciar até no auge da crise, quando as Polícias Civil e Militar entraram em confronto nos arredores do Palácio dos Bandeirantes, com um saldo de 32 feridos. Na tarde de ontem, Marzagão recebeu o Estado para falar pela primeira vez sobre o assunto e ligou a paralisação às trocas nas chefias da corporação feitas pelo governo do Estado.
Segundo ele, as reivindicações vão além das questões salariais e dos interesses político-partidários, aspecto destacado pelo governo após o confronto no Morumbi nas vésperas das eleições municipais. Para o secretário, deve-se também levar em conta mudanças importantes feitas na cúpula da polícia que, segundo ele, contrariaram interesses que permaneciam intocados havia anos.
Evitando personalizar ou citar nomes, Marzagão dá como exemplos os casos que levaram ao afastamento de delegados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) em Ferraz de Vasconcelos e a prisão de funcionários em Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans) envolvidas com esquemas fraudulentos de emissão de carteiras de motoristas. Aponta também transformações estruturais como as verificadas em seccionais importantes, como as de Mogi das Cruzes e Bauru, e em departamentos como o de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro) e na Divisão de Inteligência Policial (Dipol).
“O governador José Serra incumbiu-me de implementar mudanças de cultura. Há profissionalização e meritocracia, não loteamento de cargos. Uma mudança de cultura não é absorvida facilmente. Há sempre resistências a essas mudanças e não será por causa dessas resistências que iremos mudar nosso caminho, que já está traçado e é irreversível”, diz Marzagão. Segundo ele, as ingerências políticas não afetam mais escolhas para os cargos mais importantes na hierarquia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

SE ELOÁ FOSSE ABRAVANEL…

Menina, já que ganhastes o universo, ouvirás aquilo que falo.
Fosse Eloá Abravanel ou Eloá Ermínio, ainda, brincaria com as amigas, curtindo teu celular e qualquer tipo de funk da periferia.
A vida não te deu nome polpudo; não sei se chegou aprender – teve só 15 anos entre nós – mas somos aquilo que temos no banco…
Acredito – vendo a tua pequena caminha – que de banco só conheceu a fila para não clientes.
Perdão, pois sou uma espécie de “grande autoridade” estadual…Daqueles que chamam “Delegados”, ou, simplesmente, o “Del”.Daqueles que o povo da periferia não diferem de ladrão.
Eloá, perdão!
Perdão pelas palavras que – alguns – acharão impróprias, desrespeitosas pela tristeza da tua viagem.
Mas tomo a liberdade sabendo que me entenderás; sem ofensa ou escândalo…
Afinal, não é pra ti que devo falar.
Ganhastes o universo e todo o conhecimento desta nossa vidinha pequena, minúscula…
E ganhastes o universo e eterna alegria, pois percebi que fostes feliz.
E ser feliz é uma coisa, ser alegre outra.
Você viu, ontem, o Governador é alegre…
Mas nunca será feliz!
Sou um homem feliz; nunca serei alegre.
E não é por me faltarem dentes, sorrio com o coração.
Nunca com os lábios!
Você deve me entender…
Pois bem, gostaria de pedir perdão por não impedir que o mundo fosse roubado da tua felicidade, alegria e sorriso.
Horas antes sabia que você iria partir; estava no metrô refletindo sobre política e polícia…
E sei como as coisas; os fatos são sempre decorrentes…
Impedir queria e pedia: porque não me convocam?
Sei lá!
De qualquer forma perdão, sabia que irias morrer neste mundinho; nada fiz para impedir.
Mas não fico triste pela minha omissão; pela tua partida.
Estou triste pelo fato de ninguém te querer salvar para nós.
Não te salvar por te fazer favor ou obrigação.
Te salvar para nós.
E tristemente ninguém te salvou, pois só tinhas um largo sorriso…
Sorriso puro, daquele que não rende lucros…
A isso não se dá valor.
Se teu sorriso pudesse ser medido por dinheiro ainda estarias viva, mesmo que contrariamente à natureza.
Diante da tua despedida vieram homens velhos com olhares tristonhos…
E você bem viu!
Mas quando estavas na janela buscando permanecer neste nosso mundinho, estes mesmos homens velhos com olhares tristonhos te mandaram soldados.
Não para te salvar.
Só para se manterem!
Posto não és uma Abravanel; tampouco Ermínio.
Fosse eles estariam aos teus pés…
De quatro para o teu tresloucado algoz…
Perdão, outra vez!
Por mim e por todos…
Sabes que eu ficaria, por ti, de quatro para o teu algoz, embora jamais ficasse para velhos homens de olhares tristes.
Pela tua vida ficaria de quatro para qualquer um, mas tem gente triste que só fica de quatro por lucro.
E foram buscar lucros no leito de morte, mas faltou vontade e coragem para buscarem o lucro da tua vida.
Fosse uma Abravanel, ou outro nome próspero, nosso Governador estaria de quatro para o Lindemberg.
Tenhas certeza.
Mas continue feliz…
Rindo e sorrindo – de nós – por nós.
Até!

EM 1995 O DOUTOR GRECCO FILHO ME CHAMOU DE DESEQUILIBRADO POR INDICIAR UM COLEGA…SEU INVESTIGADOR DA DISE…E UM ADVOGADO PAI DO DELEGADO

PEÇO QUE TAL PUBLICAÇÃO FIQUE NA PÁGINA PRINCIPAL, PARA QUE TODOS POSSAM TOMAR CONHECIMENTO DA ATITUDE DESSA “AUTORIDADE”PARA FECHAR COM CHAVE DE OURO O DIA DE HOJE, O DELEGADO SECCIONAL DE SOROCABA, DR ANDRE, APÓS TER CONVOCADO OS ESCRIVÃES CHEFES PARA IREM DE VIATURA ATÉ A SEDE E ORDENADO QUE TODOS FOSSEM ATÉ O FORUM E APANHASSEM OS IPS QUE ESTAVAM NOS CARTÓRIOS ACUMULADOS DESDE O INICIO DA GREVE E TENDO OS REFERIDOS ESCRIVÃES VIRADO AS COSTAS E FORAM EMBORA DE VOLTA AO DISTRITOS RESPECTIVOS, SEM CUMPRIR A “ORDEM”, TIVERAM QUE RETORNAR A SEDE, ONDE FORAM ADVERTIDOS QUE TRATAVA-SE DE UMA ORDEM E QUE CASO NÃO FOSSE CUMPRIDO, OS ESCRIVÃES SERIAM PENALIZADOS, FAZENDO COM QUE OS IPS FOSSEM RETIRADOS DOS CARTÓRIOS CRIMINAIS E LEVADOS AO RESPECTIVOS DISTRITOS. ISSO É UMA VERGONHA, TRATA-SE DE UM FLAGRANTE DE PRESSÃO, ISSO SE NÃO CONFIGURAR ALGO MAIS GRAVE, POIS ESSE SR PASSOU POR CIMA DAS AUTORIDADES DE CADA UNIDADE. ISSO TEM QUE PARAR. TEM QUE TER ALGUMA COISA QUE SE POSSA FAZER. PELO AMOR DE DEUS. ALGUEM QUE TENHA PODER QUE TOME ALGUMA PROVIDENCIA. ELE AINDA IRÁ FICAR SOZINHO QUANDO ISSO ACABAR.
———————————
ESTOU ENVIANDO ESTA MANIFESTAÇÃO, MAS GOSTARIA QUE HOUVESSE MAIS COMENTÁRIOS… E SE O SENHOR PUDER REALÇAR DE ALGUMA FORMA, IRIA AGRADECER MUITO. AQUI EM SOROCABA, A COISA FEDEU. CONVOCARAM TODOS OS ESCRIVÃES CHEFE PARA UMA REUNIÃO DE ÚLTIMA HORA, O QUAL DEVERIA COMPARECER NA SECCIONAL COM UMA VIATURA. MOTIVO? O NOTICIÁRIO DO JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO, O QUAL APONTAVA O ÍNCIDE DIMINUTIVO DE INQUÉRITOS RELATADOS ENCAMINHADOS AO JUDICIÁRIO E O ACÚMULO DE FEITOS NOS FÓRUNS DO ESTADO. TODOS OS ESCRIVÃES, ACOMPANHADOS POR DELEGADO ASSISTENTE E MAIS DOIS ESCRIVÃES DA DELEGACIA SECCIONAL, DEVERIAM IMEDIATAMENTE DIRIGIR-SE AO FORUM PARA RETIRAR OS INQUÉRITOS. QUANDO OS DEMAIS ESCRIVÃES SE RECUSARAM EM RAZÃO DA NOSSA GREVE, FORAM AMEAÇADOS DE LEVAR O CASO PARA A CORREGEPOL POR DESOBEDIÊNCIA ÀS ORDENS DO SECCIONAL. ENFIM… FORAM SOMENTE OS TRÊS PARA O FORUM (DELEGADO ASSISTENTE MAIS DOIS ESCRIVÃES DA SECCIONAL) E RETIRARAM OS FEITOS DE TODOS OS DISTRITOS POLICIAIS E ENTÃO OS DPS SERIAM RESPONSÁVEIS EM RETIRÁ-LOS NA PRÓPRIA SECCIONAL. ABSURDO! DIVULGUE ISSO POR FAVOR… ESTAMOS NOS SENTINDO COAGIDOS A TRABALHAR ENQUANTO OS COLEGAS DAS DEMAIS CIDADES ESTÃO LUTANDO POR TODOS NÓS.
GRANDE ABRAÇO.
_______________________________________________
O JURISTA E PROFESSOR GRECCO FILHO TRANCOU MEDIANTE H.C. A AÇÃO PENAL NO STJ – coincidentemente com voto favorável do relator( ex- membro do MP Paulista ).
Mas escancarou – de uma vez por todas – as portas do nepotismo e autoritarismo na bela Sorocaba.
Vocês de Sorocaba consultem o doutor Grecco acerca do que é “ter equilíbrio para o exercício do cargo de Delegado e quem, verdadeiramente, pratica autoritarismo desde os meses de fevereiro e março de 1994”.
POIS O DEFENSOR TRANCOU A ADVOCACIA ADMINISTRATIVA…MAS DEIXOU ABERTAS AS PORTAS DE TODAS AS IMPROBIDADES.
Espero tenha cobrado muito bem para me chamar de desequilibrado!

LEALDADE x INTEGRIDADE

Semana passada escrevi um artigo denominado “LIÇÕES DE POLÍTICA PARTIDÁRIA”, onde tecia alguns comentários sobre o voto nulo e alguns fatos ocorridos na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.
O Dr. Guerra, muito gentilmente, o publicou no seu blog FLIT PARALISANTE (http://flitparasilante.blogspot.com), pelo que muito agradeço.
Mesmo correndo o risco de ser repetitivo, ouso voltar a esse assunto, pois me fascinam as alterações ocorridas nos conceitos e comportamento das pessoas quando envolvidas em política partidária.
Como no artigo anterior usei como exemplo o nobre deputado Fernando Capez, não vejo motivo para ampliar o leque.
Que o Capez me perdoe, mas vou utilizá-lo novamente para embasar minha teoria.Afirmei, naquele artigo, que anulo meu voto por não encontrar candidato ou partido que o mereça.Na realidade, o problema é bem mais abrangente que o programa de tal ou qual partido, que as propostas apresentadas por este ou aquele candidato.
Trata-se do sistema político brasileiro.
Quando o cidadão vota em algum candidato, o faz, em teoria, porque julga que o comportamento, as convicções e a ideologia daquele candidato reúnem as condições necessárias para que, uma vez eleito, expresse as necessidades e vontades do seu eleitor.
No entanto, o que vemos é que isso raramente acontece. Tão logo o candidato eleito toma posse, seu comportamento, suas convicções e sua ideologia são substituídas pelos interesses do partido político pelo qual concorreu à eleição.
Não queria estar na pele do Fernando Capez. Por mais que eu o admire pelos seus incontestáveis conhecimentos jurídicos, pela sua oratória, pela sua memória fantástica, pela empatia que desperta nas pessoas, a posição em que ele se encontra no momento atual é extremamente difícil.
Ontem (30/10/2008), na audiência pública patrocinada pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), que teve como objetivo o “esclarecimento” dos senhores deputados sobre a crise na Segurança Pública por que passa o Estado, ele tentou justificar sua posição diante das nossas reivindicações.
Após enumerar diversas iniciativas por ele tomadas em benefício da Polícia Civil do Estado de São Paulo – como, por exemplo, o vale-paletó, a autorização para carteirar os ônibus intermunicipais, entre outras – fez um belo discurso sobre trairagem, lealdade, princípios…e para finalizar declarou sua lealdade ao partido que o acolheu.Imagino os diálogos entre o bem e o mal que ocorreram em sua cabeça antes de tomar essa decisão.
O ANJINHO: Um dia jurei defender as leis e fazer com que elas fossem cumpridas.
O DIABINHO: Devo ser leal ao partido, não importa se o Governador cumpre ou não a lei…
O ANJINHO: Cumpri com a minha obrigação legal, ética e moral quando acabei com as torcidas organizadas.
O DIABINHO: Mas se o fato do Governador receber um chefe de torcida organizada, enquanto manda a Tropa de Choque atacar os Policiais Civis, trouxer vantagens para o Partido, devo agradecer o apoio recebido daquela torcida organizada e até mesmo reconhecer que as torcidas organizadas merecem mais respeito, por parte do Governador, que os Policiais Civis.
O ANJINHO: Meus eleitores votaram em mim devido aos princípios legais, morais e éticos que sempre demonstrei durante minha vida pública.
O DIABINHO: Mas agora você já está eleito…o que importa se o Governador, que é do seu partido, não cumpre a lei? Você deve lealdade é ao partido…Esqueça as leis, adote a ética do partido e cumpra os seus mandamentos… Afinal, o quê seus eleitores pensam que são, para ousarem cobrar algum posicionamento de sua parte que vá contra aquilo que o partido diz que é certo?
Acho que foi a escolha mais difícil da vida dele.
Mas sua escolha foi feita e ele a assumiu em público.
Assim é a Política Partidária: faz pessoas decentes agirem e se posicionarem de forma totalmente contrária aos princípios e convicções demonstrados até serem eleitos, princípios e convicções esses que convenceram os eleitores que seriam bem representados por aquele então candidato.
Lealdade não significa submissão.
Lealdade não significa apoiar os erros.
Lealdade não significa ignorar as infrações à Lei.
Lealdade não significa contrariar os próprios princípios.
Esse conceito distorcido de Lealdade faz com que as pessoas renunciem à sua integridade pessoal, ética e moral.É isso que a política partidária faz com as pessoas – mesmo com as melhores, como é o caso do Capez.
Distorce os seus conceitos em nome do Poder.
Fazem com que se esqueçam das vontades e necessidades de seus eleitores, e as razões pelas quais foram eleitos.
Levam-nos a compactuar com o não cumprimento das leis.
É por isso que continuarei anulando meu voto.
Enquanto o sistema político brasileiro não sofrer profundas alterações, votar em alguém ou em algum partido representará, necessariamente, profundo arrependimento e amarga decepção.
Flávio Lapa Claro
Investigador de Polícia
DAS/DEIC
(colaboração Ligeirinho )

Escolha o seu calibre Doutor: 45, 40, 9mm ou da coragem. CALIBRE DA CORAGEM SÓ POSSUI QUEM VIVE DO SALÁRIO. 1

quinta-feira, 9 de Outubro de 2008
DR. MAURÍCIO ESTOU LHE DESAFIANDO PARA UM DUELO… ESCOLHA AS ARMAS!
Doutor, nestes dois meses – salvo o discurso do sacerdócio – o Senhor nada falou.
Não mostra as suas razões; não contraria as nossas.
Qual o motivo?
O Senhor esqueceu das suas obrigações de líder, de chefe e, principalmente, de policial comum.
Sim, policial comum!
O Senhor não tem orgulho de ter iniciado a sua carreira como Investigador de Polícia?
Eu – como a grande maioria de Delegados grevistas – não temos “sangue de polícia” na veia.
Não tivemos a sorte, a oportunidade, o privilégio, de antes de nos tornarmos Delegados de Polícia servirmos a Polícia.
Ao contrário, a maior parte dos integrantes do prelatório policial – CPC – nasceu agente, escrivão ou investigador.
Absurdamente, contudo, vocês Delegados que principiaram nas carreiras policiais “operacionais”, hoje, tratam os ex-colegas como “os outros”.
Nunca a nada, a ninguém, defendem; ao revés, os oprimem como parias.
Será vergonha da linhagem!
Doutor Delegado Geral, a sua linhagem policial é indigna?
Assim, faço-lhe um desafio.
Um desafio para um duelo público em defesa dos policiais.
Duelo de armas de fogo.
Pretendo arrancar suas medalhas de campeão de tiro ao alvo.
Mas não mande o seu adjunto, pois não quero vencer de lavada.
E se perder suas medalhas de tiro, quais outras o Senhor poderá, meritoriamente, ostentar?
Das confrarias, das irmandades…
Do protocolo oficial?
Escolha o seu calibre Doutor: 45, 40, 9mm ou da coragem.
______________________________________
O Exmº DGP – pela sua conduta durante a emboscada contra os policiais civis na porta do palácio do governador – apenas confirmou aquilo que foi escrito uma semana antes: ” O Senhor esqueceu das suas obrigações de líder, de chefe e, principalmente, de policial comum.
Sim, policial comum!”