Arquivo da categoria: Sem-categoria
MAJOR OLÍMPIO AVALIA GREVE EM REUNIÃO COM O SIPESP 13
| Major Olimpo avalia greve em Botucatu |
| O deputado Major Olímpio (PV) participou da primeira reunião do ano do Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo (Sipesp) de Botucatu.
No encontro foi feita avaliação da luta travada pela classe em 2008 e discutidos os rumos para a retomada dos trabalhos em prol à dignidade policial. Em seguida, o deputado Major Olímpio se deslocou para o município de Bauru, onde participou de reunião na sede da Associação dos Oficiais da Reserva e Reformados da Polícia Militar (AORRPM) de Bauru. Durante o encontro, Olímpio lembrou de seu Projeto de Lei Complementar 13/2008, que propõe o reaproveitamento de policiais militares e civis que se tornaram deficientes físicos. Também falou do PLC 4/2008, que altera os dispositivos das Leis Complementares 689 e 796, de 1992, as quais instituíram o Adicional de Local de Exercício (ALE) aos integrantes da Polícia Militar e Policia Civil do Estado, que engloba também os inativos, entre outros assuntos. Major Olímpio ainda participou de programa jornalístico em que foram destacadas questões sobre a Segurança Pública. Entre elas, a Moção, requerendo critérios rigorosos para a concessão da saída temporária de presos e o Projeto de Lei 288/2008, que proíbe empresas de contratar ou demitir pessoas que estejam com cadastro negativo nos bancos de dados e serviços de proteção ao crédito, ambas de sua autoria. |
| 07-02-2009 |
SÃO SEBASTIÃO, CARAGUATATUBA E UBATUBA NÃO FAZEM PARTE DA CONHECIDA “BAIXADA SANTISTA”…NÃO FAZEM PARTE DO DEINTER-6 2
Absurdamente, embora a geografia e distâncias, atualmente, recomendassem, as cidades do litoral norte de São Paulo, ou seja, São Sebastião, Caraguatatuba e Ubatuba, não mais fazem parte do Deinter-6.
Diga-se que, antigamente, toda a administração policial do litoral paulista se concentrava na Delegacia Regional de Santos.
Contudo por mera vaidade e influência de políticos do Vale do Paraíba, desde 2000, fazem parte do Deinter-1, São José dos Campos.
SANTOS UM PARAÍSO SUPERFATURADO PARA “NOVOS RICOS”…CERCADA DE PROBREZA POR TODOS OS LADOS 9
08/02/2009
Litoral é única região do Estado de São Paulo onde homicídio cresce
EVANDRO SPINELLI
da Folha de S.Paulo
Enquanto interior, capital e Grande São Paulo assistiram a uma redução dos homicídios no ano passado, o litoral paulista, que recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos, foi a única área do Estado onde a violência cresceu em 2008.
Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública tabulados pela Folha, o número de homicídios nas 16 cidades do litoral cresceu 6,72% no ano passado -passou de 253 em 2007 para 270 em 2008.
O crescimento da violência no litoral se deve principalmente às cidades de Caraguatatuba -a mais violenta do Estado em termos proporcionais, com 43,34 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes- e do Guarujá. Juntas, elas são responsáveis por quase um terço dos assassinatos do litoral, embora respondam por 20% da população da região.
Em Santos, a maior cidade litorânea, vizinha de Guarujá, o número de homicídios despencou 59,3% no mesmo período. Em Praia Grande não houve crescimento. Em São Vicente (2,3%) e Cubatão (5,9%) o aumento foi pequeno.
Especialistas ouvidos pela Folha e a própria secretaria atribuem o aumento da violência nas cidades litorâneas à migração causada pela expectativa de abertura de vagas de emprego nas obras dos terminais de processamento de gás que a Petrobras já faz em Caraguatatuba e projeta para Santos.
A socióloga Terezinha Ayub, professora da Universidade Católica de Santos, aponta que a migração sempre causa violência. “Por virem de outros locais, as pessoas perdem suas referências, se sentem menos controladas, e há uma perda da identidade, de seus valores. Quando a pessoa se desloca ela perde seus referenciais e passa a agir mais por instinto.”
Ayub também cita a “teoria da rotulação”, do sociólogo norte-americano Howard Becker, que aponta que as pessoas começam a ter desvios de comportamento quando passam a ser tratadas como “diferentes” na sociedade. “Se as pessoas te apontam e dizem “você é baiano”, “você é negro”, “você é pobre”, “você é caipira”, isso vai levar a desvios do comportamento e à agressividade.”
José dos Reis Santos Filho, professor de sociologia na Unesp de Araraquara, diz que os homicídios no Estado têm característica de “disputa de rua”, como atuação de gangues e tomadas de pontos de droga. Para ele, essa também parece ser a situação do litoral, que sofre com problemas de habitação e alto favelamento, além de ser uma região portuária, que recebe pessoas de várias partes do país em busca de trabalho.
Embora tenha reduzido o número de homicídios em 2008, a Grande São Paulo continua sendo a região mais violenta do Estado, com 15,56 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes. Nas 37 cidades que a compõem –sem a capital–, em 17 houve crescimento dos casos de homicídio. A situação mais grave é a de Santo André, que passou de 10,33 para 16,38 assassinatos por 100 mil habitantes. Também houve aumento em Embu Guaçu, a segunda cidade mais violenta do Estado.
_____________________
A leitura das causas de aumento do número de homicídios – salvo melhores e abalizados entendimentos – parece estar errada.
Ora, na cidade em que tanto o governo federal com estadual, no caso de Santos, concentram seus interesses políticos e, conseqüentemente, a maior parcela dos investimentos públicos, o número de homicídios diminuiu consideravelmente.
No caso de Santos uma diminuição de: 59,3%%.
Diminuição, com certeza, decorrente do desenvolvimento econômico e humano naquele município.
E que contou, também, com a ampliação de vagas na construção civil e no comércio. Após um período de estagnação.
É certo que a especulação imobiliária praticada por alguns grupos de construtoras estabelecidas na região, em breve, mostrará os efeitos nefastos.
Em Santos, atualmente, se vê a especulação imobiliária em forma de pirâmide.
Para a aquisição de um novo imóvel com valores totalmente fora da realidade local, criaram bolsas de usados também avaliados muito acima da realidade.
O resultado é obvio: o colapso de todo o setor imobiliário.
Desemprego em massa em toda a Baixada Santista e, concomitantemente, aumento da criminalidade.
Mas que ninguém se iluda – especialmente os aposentados – em relação a Santos.
Em cada esquina há um ladrão.
As pessoas são assaltadas ao sairem dos bancos, dos supermercados ou caminhando pelo calçadão da praia.
Deixar o carro estacionado nas imediações de escolas, faculdades, shoppings é como se o dono estivesse autorizando: PODE LEVAR!
De resto é tudo lindo e maravilhoso, especialmente para quem puder comprar apartamentos dos grupos Real e Mendes, pagando entre R$ 3.000.000,00 a R$ 8.000.000,00.
Estranhamente, parcela dos felizes adquirentes pertencem a uma seleta casta social brasileira. A casta dos políticos-empresários.
Ah, alguns funcionários públicos compram aqueles das bolsas de usados!
Estes probres ficam com os avaliados entre R$ 600.000,00 a R$ 2.000.000,00.
A LEI DA MORDAÇA PRECISA SER ELIMINADA 14
Opinião – A Lei da Mordaça precisa ser eliminada
texto Extraído de: Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo 28 de Janeiro de 2009
No dia 10 de dezembro do ano passado, os deputados estaduais de São Paulo aprovaram, sem votos contrários, projeto de Lei de minha autoria que coloca fim a um instrumento criado nos anos de chumbo da ditadura militar, mas que ainda continua impedindo o funcionalismo público estadual de emitir opiniões sobre o governo do Estado ou até mesmo conceder entrevistas aos órgãos de imprensa. Trata-se da chamada Lei da Mordaça, dispositivo absolutamente incompatível com os mais elementares princípios da democracia que, infelizmente, passou incólume por sucessivos governos do PSDB e, pior, ainda é utilizado pelo governo do maior Estado do país. Links Patrocinados O que levou este deputado a apresentar o citado projeto foi a constatação de que a Lei da Mordaça, embora anacrônica, tem sido utilizada de forma seletiva por órgãos do governo estadual para sufocar o direito de livre expressão dos funcionários públicos, inclusive como base para processos contra eles. De outra parte, dezenas de entidades, como a Apeoesp, Ação Educativa, Movimento em Defesa da Educação, Sindisaúde, Afpesp, Afuse, entre outras, se uniram em uma campanha para liquidar com este entulho autoritário. Após ser aprovado, o projeto de lei seguiu para a sanção do governador José Serra. No dia 14 de janeiro deste ano, por fim, o governador, surpreendentemente, decidiu vetar o projeto que fora aprovado com apoio, inclusive, de deputados da base governista. O governador, homem de reconhecido passado democrático, que foi exilado político, acabou amesquinhando a questão ao não sancionar um projeto simplesmente por pertencer a um deputado da oposição, sob a formal alegação de que a iniciativa seria prerrogativa do Poder Executivo. Não se pode reduzir um projeto desta envergadura à sua autoria. De minha parte, não faço questão de que seja minha a iniciativa, embora, de fato, a tenha tomado. O importante é que o governador Serra enviou um outro projeto com o mesmo teor, desta vez de autoria do Executivo. Resta agora que os deputados estaduais de São Paulo reafirmem seu voto pelo fim da Lei da Mordaça. Esta é a atitude que toda a sociedade paulista espera de seus representantes no atual momento da democratização do nosso país. Caso ocorra, como todos desejamos, teremos atingido o nosso objetivo. Juntamente com os demais deputados da bancada do PT e o conjunto do funcionalismo, estou aguardando o reinício dos trabalhos legislativos para que possamos, enfim, revogar o inciso I do artigo 242 da Lei 10.261/1968: o Estatuto do Servidor Público do Estado de São Paulo. A famigerada Lei da Mordaça coaduna-se bem aos nada saudosos gestores do regime militar, mas já não encontra eco nos dias de hoje, quando vivemos em pleno Estado democrático de direito. *Roberto Felício é da bancada do PT na Assembléia Legislativa
__________________________________
No mês dezembro, de se conferir este blog, comentamos sobre a aprovação da supressão do dispositivo do Estatuto dos Funcionários de São Paulo, do ano de 1968, pelo qual o funcionário até a presente data, não obstante o fim da ditadura e a promulgação da constituição cidadã de 1988, fica sujeito a demissão do serviço público em face de procedimento irregular de natureza grave, caso POR QUALQUER MEIO e QUALQUER CONDIÇÃO manifeste críticas a autoridades, atos e órgãos da administração; que possam gerar descrédito ou denegrir a imagem da instituição.
O dispositivo do Estatuto geral se vê repetido na Lei Orgânica da Polícia Civil; nesta, também, observando-se algumas figuras de ilícito administrativo que não passam de meros desdobramentos da proibição geral; todas no sentido de que o funcionário deva permanecer calado em relação a todo crime ou irregularidade que saiba praticado internamente e que possam abalar a credibilidade desse órgão ao qual pertence.
Assim, um policial civil quando afirma que há generalizada corrupção na Polícia denigre a imagem do órgão. Passando ele a ser considerado desleal. Um traidor. Ainda que 99,9% da população considerem verdadeira sua afirmação. Nos tempos da ditadura caso um policial denunciasse a tortura SERIA MORTO… DEPOIS DE TORTURADO SOB A ACUSAÇÃO DE SER SUBVERSIVO.
Os tempos mudaram, mas muitas autoridades não. Continuam mandando e pensando como se ainda estivessem nos anos 60 e 70.
O Exmº Governador vetou a dita Lei da Mordaça, como afirmamos naquela oportunidade, em face do vício de iniciativa. É que há o entendimento de que toda e qualquer matéria pertinente aos funcionários públicos do Poder Executivo, seja de iniciativa exclusiva do chefe desse Poder. Mesmo aquelas, tal com a lei da mordaça, referentes às garantias da pessoa humana. Ou seja, antes de relacionada ao funcionalismo, relacionada com direitos fundamentais da pessoa humana.
Divergências materiais à parte, a jurisprudência dominante não aceita a sanção do chefe do executivo capaz de sanar o vício da inconstitucionalidade formal, ou seja, nulidade pelo projeto ter sido iniciado por impulso de um deputado.
Contudo as razões do veto do Exmº Governador, com a apresentação de novo projeto de sua iniciativa, segundo nosso entendimento, fulmina, desde já, a aplicação desse dispositivo em todo Estado de São Paulo.
Aliás, a revogação no Estatuto geral deverá importar na expressa revogação, do mesmo dispositivo, repetido em outras leis funcionais.
Não se pode admitir um professor possa fazer críticas ao sistema educacional, enquanto um policial deva permanecer calado convivendo com malversações no respectivo órgão.
Estaríamos frente a funcionários públicos com direitos cidadãos desiguais.
A DEPUTADA ANA PERUGINI – DA CIDADE DE HORTOLÃNDIA – QUESTIONA FECHAMENTO DE DELEGACIAS NO INTERIOR DE SÃO PAULO 39
A deputada estadual Ana Perugini (PT) vai pedir explicações à Secretaria de Segurança Pública do Estado, sobre a proposta de centralização dos Distritos Policiais nos municípios paulistas. “É sabido que na grande maioria das cidades, as prefeituras arcam com custos de aluguéis, reformas e empréstimo de funcionários. Isso para garantir estrutura e eficiência no atendimento aos munícipes”. Para a deputada “a relevância do assunto requer, acima de tudo, a participação do povo de São Paulo, e de seus representantes municipais” e deve ser discutido pela Casa. Em requerimento procotolado nesta quarta-feira, 4/2, a deputada solicita informações sobre a área de abrangência da Delegacia Seccional de Americana, que agrega as cidades de Hortolândia, Artur Nogueira, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Monte mor, Nova Odessa, Santa Bárbara d”Oeste e Sumaré. Nesta microrregião, segundo consta, o Estado fecharia sete distritos policiais. Ainda a julgar pelo noticiário da Imprensa, somente em Campinas, a proposta do Estado é fechar nove delegacias, o que para a deputada, tornará “difícil o deslocamento da população na busca de serviços policiais”. E mais: “ao Estado cabe, sim, melhorar e valorizar o atendimento, aumentando os investimentos em recursos humanos e materiais”, enfatiza. A deputada dedica atenção à Segurança Pública. Apoiou a greve da Polícia Civil, em 2008, por acreditar que a categoria precisa de um novo olhar do Governo do Estado, com melhores condições e estrutura de trabalho e melhores salários. Tudo para garantir respeito a esses profissionais e avanço no atendimento da população.
__________________
Verdadeiramente, fechar significa o reconhecimento da falência e incapacidade de gerir o atual modelo implantado ao longo – e como é longo – do reinado PSDB.
Reinado Covas – Geraldo que para gastar – e muito mal – o dinheiro público criou nove Departamentos de Polícia no interior. Com a finalidade maior – segundo a nossa curta visão político-administrativa – de dar cargos para Delegados de Polícia classe especial; da total confiança do Delegado Geral. Muitos, até então, desocupados.
Além de ressuscitarem o DEIC, cujo nome muito mais do que associado ao efetivo combate ao crime, sempre foi sinônimo de “acerto”, “tortura” e “esquadrão da morte”.
Com efeito, a Secretaria de Segurança e a cúpula envergonham os policiais compromissados com a coletividade, os quais vexatoriamente nada podem fazer para amenizar o sofrimento das vítimas pobres desta região.
Darei este exemplo da cidade de Hortolândia: enquanto o Governo gasta com bafômetros, instrumento que serve para gerar renda, caso uma mulher seja vítima de violência física ou sexual, deverá comparecer, por meios próprios, no plantão unificado da cidade para providenciar a lavratura do BO.
Depois retornará no primeiro dia útil seguinte para receber a requisição para exame no IML de Americana. Cidade há três ônibus de ida e três de volta. Cada passagem a R$ 2,40. Se a infeliz for vitimada numa sexta, dependendo da circunscrição em que o crime ocorreu, apenas na terça-feira receberá a guia assinada pelo Delegado.
Pois o plantão é virtual. Ou como denominam: À DISTÂNCIA.
A autoridade só compareceria para assinar a guia caso a vítima fosse a Deputada ANA PERUGINI.
Ninguém se deslocará da residência – nalguns casos a 250 quilômetros de Hortolândia – para assinar a guia para um pobre. Eu jamais faria uma viagem de São Vicente a Hortolândia para atender uma pobre. Por tal fico aqui mesmo; ao lado da Delegacia. Ao lado, posto ter sido proibido pelo saudoso ex-seccional de ocupar as dependências na Delegacia. Segundo a versão dele fazendo da repartição dormitório e desfilando apenas de toalha pelas dependências. Estranhamente – se fiz tal coisa – mereceríamos no mínimo um Processo Administrativo. Mas vamos voltar apenas às verdades, a Deputada deveria exigir do MEU GOVERNADOR JOSÉ SERRA que, antes de qualquer coisa, ele cumpra a promessa de campanha feita em Hortolândia: “dar incentivos para que os policiais se fixassem em Hortolândia”. Cidade limítrofe de Campinas, com várias Unidades prisionais, com elevado índice de violência. O Governador fez tal promessa aqui em 2006. Fez e não deu cumprimento, pois o ALE é um desestímulo. A diferença de vencimentos é muito grande entre os policiais civis e militares de Hortolândia, comparando-se com a vizinha Campinas. Aliás, Hortolândia, Monte Mor e Sumaré são municípios, como dito acima, limítrofes; absorvendo a violência originária daquele. Em determinadas zonas urbanas – de elevada concentração – Campinas se funde com Sumaré e Hortolândia.
O governador esqueceu a promessa feita; assim não há quem queira vir trabalhar nesta região. Além do mais diminuíram o ALE, no meado de 2008, e efetuam, até hoje, descontos compulsórios. Pois IBGE constatou a diminuição da população.
Finalizando, o governo estadual nunca esteve preocupado com a população pobre. Assim, não fará diferença alguma o fechamento do 1º e 2º Distritos de Hortolândia.
Aliás, o governo deveria fechar distritos e todas as CIRETRAN do Estado. Deixando os assuntos de trânsito para as Prefeituras.
Não poderia deixar de mencionar que – não fosse a iniciativa da deputada ANA – as pobres mulheres pobres desta cidade (a maioria), nem sequer contariam com um centro de atendimento. A municipalidade, em muitos casos, é a responsável pelo traslado da vítima ao IML de Americana.
Serviço que deveria ser prestado pelo Estado. Pela Polícia Militar, pois falam e ciclo completo de policiamento. E contam com aparelhamento abundante.
Deveriam, dessa forma, iniciar um ciclo completo de atendimento: socorrer a vítima e levá-la ao Pronto Socorro.
Depois para a Delegacia; em seguida ao IML.
Ao final, deixando-a em segurança.
DESVIO DE VERBAS EM SUA REGIÃO 56
Este assunto foi levantado pelo leitor da Corregepol; com a sugestão no sentido de que, através de comentários, fossem apontados eventuais desvios de verbas nas diversas Seccionais.
Ou a efetiva falta de recursos para manutenção das viaturas, edifícios e aquisição de materiais imprescindíveis ao exercício funcional e, também, higidez dos policiais.
Como exemplo o revelado pelo leitor: as viaturas descaracterizadas da Corregedoria servirão para transporte e diversão de péssimas autoridades.
Aliás, segundo diversas reclamações há quem use viatura descaracterizada para se deslocar da Unidade até a Acadepol, ou seja, para ganhar dinheiro causam desgaste de bens públicos e combustíveis.
Em determinados casos: 800 quilômetros, ida e volta, para ganhar como professor.
Vale dizer: abandonam a Unidade, são péssimos professores e, ainda, peculatários.
HÁ DEZ ANOS AS PORTAS ESTAVAM ABERTAS…HOJE ATÉ OS CORREDORES FORAM FECHADOS…DE ZEN A SEM 20
Delegado zen
O diretor da Academia de Polícia de São Paulo usa técnicas orientais para humanizar a corporação
Foto: MANUEL MARQUES
Tabajara Novazzi: tai chi chuan para se tornar mais sensível
LUÍSA ALCALDE
O delegado Tabajara Novazzi Pinto, 50 anos, tem um troféu inusitado enfeitando a lareira de sua casa de campo. É uma caneca de porcelana com um emblema do Corinthians. Ele, que é palmeirense, considera o mimo o mais significativo prêmio em seus 22 anos de carreira. O presente é resultado de seu empenho para recuperar um botijão de gás furtado de um barraco em uma favela onde dava plantão há 17 anos. Com isso, evitou que uma dona de casa apanhasse do marido por não ter como preparar o jantar. É com essa escala de valores que ele está revolucionando o curso de formação de futuros policiais. Casado, pai de três filhos, Tabajara dirige há um ano a Academia de Polícia de São Paulo, onde implantou disciplinas tão surpreendentes quanto sua canequinha de estimação. Agora, seus alunos durões aprendem ikebana (ritual japonês utilizado para fazer arranjos de flores) tai chi chuan, ioga, inteligência emocional, boas maneiras, direitos humanos, técnicas psicodinâmicas, neurolinguística, gerenciamento de crises e questões raciais. “Eles têm que saber lidar com emoções. Afinal, são expostos a conflitos e muitas vezes não sabem como administrá-los.” Com isso Tabajara quer melhorar a imagem da instituição e colaborar para colocar policiais mais humanos nas ruas. A nova linha despertou a atenção da polícia britânica, disposta a investir na iniciativa do delegado. O reconhecimento federal veio há duas semanas quando o presidente Fernando Henrique Cardoso lhe conferiu a medalha dos Direitos Humanos. ISTOÉ – É possível mudar a imagem repressora da polícia?
Tabajara Novazzi Pinto – Quando entrei para a polícia em 1976 éramos treinados para matar pessoas. Vigorava a filosofia de violência contra os oprimidos. Na época existiam três facções: os apáticos, que adotavam atitudes sarcásticas quanto à profissão; os truculentos, que batiam, faziam e desfaziam arbitrariamente; e os resistentes, que lutavam contra a situação, chamados por isso de tiras comunistas. Mudanças só são possíveis em ambientes democráticos. Na polícia essas mudanças são muito lentas e não acompanham o que acontece na sociedade. Estamos sempre um passo atrás, mas, mesmo assim, como parte do grupo dos resistentes acredito que meus netos vão ver nas ruas uma polícia mais humanitária.
ISTOÉ – Num ambiente em que os direitos humanos são vistos como proteção de bandido, como o sr. se sensibilizou para essas questões? Tabajara – Fui criado em uma vila de pescadores chamada São Francisco da Praia, no litoral norte de São Paulo. Vivíamos em uma comunidade solidária. Lá morava uma prostituta, muito mal falada. Só que quando ela tinha bebê, as mulheres iam ajudá-la no parto, cuidavam da criança. Também tínhamos o Iaiau, o bêbado que era inconveniente e vivia fazendo besteiras. Mas quando ele caía de tanto beber meu pai o levava para casa, fazia sua barba e lhe dava banho. Cresci nesse ambiente e esses valores me acompanharam apesar das situações embrutecidas a que fui obrigado a conviver.
ISTOÉ – Por que a corporação reluta tanto em aceitar esses valores? Tabajara – Porque existe uma idéia de que para ser policial é preciso ser Super-Homem. Eles acham difícil entender que a polícia não precisa de machões, mas de seres humanos. Para os bandidos existem as leis. Não podemos agir deliberadamente e nos igualarmos a eles. Policiais que agem assim nunca se dedicaram ao conhecimento de si próprios. Eles têm medo de dizer que têm medo, ficam confusos diante desses sentimentos. Na última turma de formação de delegados, quatro alunos se recusaram a participar da aula de ikebana alegando que não queriam ficar conhecidos como “delegados florzinhas”. Depois admitiram que aquilo não ia lhes tirar a masculinidade. Até hoje tem gente que não tem idéia do que sejam os direitos humanos. Eu posso não entender bem os tratados, mas vivi isso tudo na prática.
ISTOÉ – Como essa filosofia oriental pode mudar a truculência dos policiais? Tabajara – Elas trazem equilíbrio e deixam desperto o raciocínio. E isso é fundamental para quem sai às ruas com uma arma nas mãos.
ISTOÉ – E o sr., que não tinha ikebana, como fazia para aliviar a tensão dos plantões massacrantes?
Tabajara – Eu fiz terapia durante cinco anos. Aprendi a reservar alguns minutos todos os dias para chorar.
ISTOÉ – E no caso dos policiais que não admitem chorar. O que a instituição pode fazer por eles?
Tabajara – Acabamos de instalar cinco consultórios para que os policiais que necessitem de acompanhamento psicológico. Muitos surtam, começam a falar sozinhos, se embebedam ou se drogam por causa da pressão diária de risco iminente. Antes, esses profissionais eram afastados por um tempo para se tratar, mas ficavam estigmatizados perante os colegas. Agora podem fazer terapia e continuar na ativa, dependendo do caso.
ISTOÉ – Quais foram as críticas que o sr. recebeu dos setores mais conservadores da polícia?
Tabajara – Teve gente que disse que é coisa de gay. Mas eles mesmos não se valorizam como pessoas. Daí as mudanças terem gerado tanta polêmica. O que eu procuro é ajudar meus alunos a se descobrirem como pessoas, antes de serem policiais. Até porque, hoje em dia, 60% das ocorrências nos distritos policiais dizem respeito a questões sociais. É a mulher que foi espancada, o idoso que não tem o que comer, o nordestino que foi assaltado e não tem como voltar para casa. Somos o único órgão público com uma autoridade presente que funciona 24 horas por dia. Precisamos nos sensibilizar para tentar resolver situações como essas que são reflexo do que acontece no País.
ISTOÉ – Quais as técnicas implantadas na academia que vêm sendo requisitadas por outros Estados?
Tabajara – É claro que nem todas são aceitas. Nos Estados do Nordeste, onde os atritos ainda são resolvidos à peixeira, a prática do ikebana é ridicularizada. Lá a cultura é outra. Eles não acreditam nisso. O triste é que diante desse quadro a mudança de atitude do policial vai demorar mais tempo para acontecer. Nosso treinamento de tiro, por outro lado, é um sucesso. No meu tempo e até o ano passado só aprendíamos a atirar no peito com a utilização de alvo americano. Hoje, a recomendação é atirar nas pernas e nos braços para imobilizar o bandido e só atirar no tórax em casos em que não há tempo para observar essas regras. Sem o tiro instintivo é uma pessoa a menos para morrer nas mãos da polícia.
ISTOÉ – A formação brasileira deixa a desejar em relação a outros países? Tabajara – Em alguns casos sim. Mas aqui na academia, os alunos se utilizam das mais modernas técnicas científicas de investigação, como exames de revelação de DNA e uso da microscopia eletrônica. Temos acordos de cooperação científica e pedagógica com a Universidade de São Paulo. E o governo inglês acenou com investimentos
ISTOÉ – Mas fora do curso a realidade é outra, sem estrutura. Como resolver essa questão ?
Tabajara – As portas da academia estarão sempre abertas para os policiais. Aos poucos a situação vai mudando. Até o fim do ano toda a polícia civil estará interligada em rede. Até agora só alguns departamentos tinham computador. ( ENTREVISTA 16 de setembro de 1998 ).
COLABORAÇÃO: DELTA UM
“Estaremos, caros amigos, falando do mesmo “corredor”? Ou melhor: do “corredor” do mesmo Diretor???
Na repostagem abaixo, posando de “Delegado Zen” (deve ser ” ‘zem’ o que fazer”…), ele disse textualmente:
“ISTOÉ – Mas fora do curso a realidade é outra, sem estrutura. Como resolver essa questão?
Tabajara – As portas da academia estarão sempre abertas para os policiais. Aos poucos a situação vai mudando. Até o fim do ano toda a polícia civil estará interligada em rede. Até agora só alguns departamentos tinham computador.”
http://www.terra.com.br/istoe/politica/151127.htm
As portas estão abertas, desde que não levem a seu “corredor”, com e sem duplo sentido… ) “
___________________
DE ZEN A SEM …( memória e sem o que fazer)
E A MELHOR TERAPIA É RESERVAR ALGUNS MINUTOS POR DIA PARA RIR…
LEIA O FLIT !
É DE GRÁTIS…
E QUANDO TIVER QUE ATIRAR MIRE NO PEITO…
ATIRE PARA MATAR OU MORTO SERÁ VOCÊ.
DIRETOR DA ACADEMIA NÃO QUER ALUNOS “NO SEU CORREDOR”…SERÁ ISSO? 12
só é viadagem….
Me recordo sobre uma histórinha que diz que certa vez que um Juiz fez uma visitinha surpresa numa especializada, o titular esatava de férias e ele pediu que abrissem, pois queria ver o que havia dentro. Ai disseram que a sala “era” do titular e que só ele teria!!
O Juiz desceu das tamancas e mandou arrombar a porta, e mandou sindicar o delegado, pois a sala não era dele, e sim do povo e do Estado, explicou que por estar trancada não havia problema, mas só o titular ter a chave era demais, ou seja, ele havia tornado algo publico como particular.
Hoje ele é cardeal!!
No caso em tela que diz que é proibido entrar no corredor do Diretor, digo o que o magistrado disse com relação a sala, o diretor não tem nada ali, o corredor não é dele, portanto ele não pode proibir que pessoas ali transitem, e outra, ele como dirigente de ensino tem que estar de portas abertas para receber os alunos, até porque ele é um servidor publico, nada pode ser a contento dele.
Mais uma ilegalidade que ficara por isso mesmo….
Cade a Corregedoria?
Cade o MP?
Sem contar que a portaria não tem valor nenhum, ele passou por cima de uma LC (LOP) e de um decreto (RAP), além de cardeal virou legislador, é muita pretensão, através de uma portaria adm, criar critério de avaliação num curso de formação!!
_____________________________________
Caraco; quem vai querer entrar no corredor do Diretor?
Ah, como o colega de academia mencionou o Turcão” (AYUSH MORAD AMAR ), relembrei de uma das lições do simpático professor: VOCÊS NÃO SABEM OS PODERES AFRODISÍACOS DO DINHEIRO!
Assim, sempre haverá quem queira entrar no corredor do Diretor( antes, durante e depois da formatura).
E pelo dito ele não é chegado a tal modalidade de turbação.
PELA NOTÍCIA ABAIXO – APARENTEMENTE – O SECCIONAL DE FRANCA É QUEM “DESTOA” 4
Governo promove mudanças na policia civil de Franca
Franca noticias
O governo do Estado de São Paulo está jogando duro contra os policiais civis em greve.
Após promover mudanças na própria delegacia geral de polícia, a Secretaria de Segurança Publica do Estado de São Paulo, começou promover mudanças em seccionais e delegacias do interior de São Paulo.
O primeiro seccional a ser retirado do local onde trabalhava, foi o delegado seccional de Barretos.
A retaliação do governo chegou a Franca, na manhã de quinta feira (25), os delegados João Walter Tostes Garcia, Alan Bazalha Lopes, do 2° Distrito Policial e Benedito Carlos Quiodeto, foram comunicados pelo delegado Seccional Maury de Camargo Segui, que estão sendo transferidos das delegacias que trabalham.
O delegado Quiodeto que estava na Ciretran, volta para o 2° Distrito Policial, João Walter Tostes, foi transferido para Igarapava, enquanto Alan bazalha ira para a DIG (Delegacia de Investigações Gerais).
Para o delegado João Walter Tostes o motivo das mudanças, são em razão de um documento que ele e o delegado Alan Bazalha, assinaram e mandaram para o comando da Polícia Militar, pedindo para que a PM expedisse requisição para exames periciais, durante o período de greve. Segundo consta o delegado seccional Maury de Camargo Segui tinha conhecimento do documento.
Com a mudança dos delegados, serviços de investigações que haviam sido iniciados serão prejudicados principalmente no 2° Distrito. Os delegados Alan Bazalha e João Walter estavam investigando uma quadrilha que agia furtando e roubando veículos. Mais de 10 pessoas envolvidas na quadrilha já haviam sido identificadas. De acordo com o delegado João Walter, esta quadrilha, comprava veículos leiloados no estado do Pará, utilizavam os documentos dos veículos desmanchados para esquentar documentos de veículos roubados.
Segundo consta 80 veículos irregulares já haviam sido identificados e localizados pela equipe do 2° Distrito Policial, que já estava perto de prender os envolvidos na quadrilha.
Com as mudanças, promovidas pelo seccional de Franca, acatando ordens superiores, todo este trabalho será prejudicado. (SETEMBRO DE 2008)
___________
Conforme conclusão “pós-analítica” – termo empregado naquela região ( tem muito veado lá ? ) – deveriam “ripar” o Seccional.
DELEGADO REMOVIDO COMPULSORIAMENTE…ELE “DESTOAVA” DO SECCIONAL DE FRANCA 10
CRISTAIS PAULISTA
Delegado que apoiou greve é removido para Dumont
O delegado de Cristais Paulista, George Theodoro Ary, foi desligado da Seccional de Franca e removido compulsoriamente para Dumont, na região de Sertãozinho.
O policial acredita ser vítima de retaliação.
REMOÇÃO COMPULSÓRIA – George Theodoro Ary, em imagem de arquivo:
policial é removido de Cristais Paulista dez meses após assumir a
delegacia da cidade. Para ele, houve retaliação
Edson Arantes
da Redação
O delegado de Cristais Paulista, George Theodoro Ary, foi desligado da
Seccional de Franca e removido compulsoriamente para Dumont, na região
de Sertãozinho. O policial acredita ser vítima de retaliação. George
apoiou publicamente a greve da categoria no ano passado e criticou o
governador José Serra (PSDB). O delegado seccional, Maury de Camargo
Segui, nega que a remoção seja uma retaliação e disse que a medida se
deu por “interesse do serviço policial”.
George assumiu a delegacia de Cristais em março do ano passado. A
cidade era uma das sete da região de Franca que não tinham delegados
próprios. Dez meses depois, o policial teve a remoção compulsória
aprovada por unanimidade pelo Conselho da Polícia Civil. “Foi uma
surpresa. Lutei dois anos para vir para cá e vinha fazendo um bom
trabalho. Fui homenageado pela Câmara e pelo prefeito. Nunca tive
problema com ninguém”, disse o policial.
A remoção foi solicitada diretamente pelo delegado seccional em
novembro. A decisão foi publicada no Diário Oficial de sábado. Segui
não revelou os motivos de sua solicitação, mas deixou claro ter
problemas com Ary. “É uma questão interna da Polícia Civil.
Posso dizer que a remoção atendeu ao interesse da administração que
faço na região. Por alguns acontecimentos pontuais, sua forma de agir
se destoava um pouco dos demais delegados”, afirmou.
O principal motivo, segundo Ary, foi sua adesão pública à greve dos
policiais civis, de setembro a novembro do ano passado. O delegado de
Cristais se deixou fotografar ao lado do deputado estadual Major
Olímpio (PV), que veio à região fortalecer o movimento, e fez
comentários públicos elogiando a paralisação e criticando o governador
José Serra (PSDB), a quem chamou de “José Chirico Serra”.
Além disso, Ary teve contra ele uma representação na Corregedoria da
Polícia Civil protocolada por um promotor de Justiça – seu nome não
foi revelado – que teria, durante a greve, solicitado verbalmente a
liberação de um veículo retido em Cristais para um amigo. Como o
delegado negou, o promotor alegou à Corregedoria que Ary havia
prevaricado.
Ary diz que recorrerá à Justiça para tentar reverter a remoção. Caso
não consiga, terá de se apresentar em Dumont ainda em fevereiro. O
delegado da DIG, Márcio Murari, responderá interinamente por Cristais, onde mora.![]()
SITANAKA SOLICITA COLÔNIA DA ADPESP PARA CONFRATERNIZAÇÃO DA DELEGACIA…LEVOU O BATALHÃO DA PM! 11
O Delegado de Polícia Dr.JOÃO SUSSUME SITANAKA, 3º Classe, turma de 90, teria entrado em contato com o administrador de Sales e pediu a reserva da colônia de férias para uma festa de confraternização da DELEGACIA( grifo nosso ).
No entanto, depois das reclamações de diversos Delegados, o Dr.Roque – Presidente da Adpesp – apurou o “colega” Delegado, verdadeiramente, LEVOU O BATALHÃO DA PM!
Assim, muito embora o presidente do Conselho de Ética da ADPESP tenha falecido recentemente, o Dr.Roque representará ao conselho, em caráter de emergência, seja a conduta do Dr.Sitanaka submetida a apreciação.
Repetindo as palavras do Dr.Roque, ele entende inadmissível que um delegado de Polícia adote um comportamento dessa natureza, dentro da nossa colônia e sem nossa autorização (da Adpesp), além do fato do tal delegado ter induzido a erro o administrador de Sales, alegando que a festa seria para o pessoal da Delegacia.
O FATO:
NO DIA 11 DE DEZEMBRO ÚLTIMO, A CÔLONIA DA ADPESP – SUB SEDE DE SALES – FOI
UTILIZADA POR UM BANDO DE COXINHAS E TAMPINHAS, QUE FIZERAM UMA PUTA
CONFRATERNIZAÇÃO DE NATAL, USARAM, ABUSARAM, DEIXARAM A MAIOR BAGUNÇA E TUDO
COM A CONCORDANCIA DE UM COLEGA, SALVO ENGANO DE NOME JOÃO (JAPONÊS), NÃO
SEI DIREITO AO CERTO, MAS ALGUM COLEGA PODERIA CONFIRMAR. CHEGARAM DE
VIATURAS, DESCARREGARAM CAIXAS E MAIS CAIXAS DE CERVEJA, FIZERAM UMA PUTA
ZONA E AINDA POR CIMA LARGARAM TODA A SUJEIRA QUE FIZERAM PARA TRÁS. QUEM
ESTAVA LÁ VIU E ANOTOU PATRIMÔNIO E PLACAS DE UMA DAS VIATURAS, SENDO
I-30209 E PLACAS CMW 2702. DESCULPEM SE EU ESTIVER ERRADO, MAS DEPOIS DE
TUDO QUE PASSAMOS E BRIGAMOS, SOU OBRIGADO A ACEITAR ISSO? NÃO CONSIGO
ACREDITAR…( fonte preservada )
_____________________________________-
Japa bonzinho nô ! ( pra PM )
Com efeito: SUSSUME SINTANAKA amigo da PM nô…
Faz festa pra PM nô…gozando com a pica alheia nô…
171 nô…
Nós apanha e tu não tem vergonha nô.
Então se ler o Flit não fica bravo nô!
SUPREMO JULGA INCONSTITUCIONAL EQUIPARAÇÃO DE VENCIMENTOS DE POLICIAIS CIVIS E MILITARES 15
Notícias STF
Quarta-feira, 04 de Fevereiro de 2009
Equiparação de vencimentos de policiais civis e militares catarinenses é inconstitucional
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira (4), declarar inconstitucionais trechos de leis de Santa Catarina que equiparavam vencimentos das corporações militares – como a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros – aos recebidos pelos policiais civis. Com a decisão na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4009, os militares catarinenses deixarão de ter um acréscimo no salário existente desde 1992. Os contracheques das carreiras militares do estado ficarão mais enxutos a partir da publicação do acórdão do STF. Os ministros decidiram não retroagir os efeitos da declaração de inconstitucionalidade porque os militares que receberam salários a mais o fizeram de boa-fé, conforme previam as leis do estado. Além disso, a devolução dos vencimentos representaria insegurança jurídica e grandes prejuízos para os profissionais. No julgamento da ADI, a tese que ganhou mais votos no Plenário foi a de que qualquer vinculação de salário entre carreiras distintas do serviço público fere o inciso XIII do artigo 37 da Constituição Federal. Ele veda a vinculação ou a equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público. Votaram nesse sentido o relator da ADI, o ministro Eros Grau, acompanhado dos ministros Menezes Direito, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso, Celso de Mello e Gilmar Mendes. O voto do ministro Marco Aurélio foi favorável às leis catarineses. Já os ministros Joaquim Barbosa e Ellen Gracie se abstiveram de votar o mérito. Inconstitucionalidade A Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol) havia pedido a inconstitucionalidade do artigo 106, parágrafo 3º da Constituição catarinense (que assegura a proporcionalidade da remuneração das carreiras com a de delegado de polícia); do artigo 4º da LC 55/92 (que assegura a adequada proporcionalidade das diversas carreiras com a de delegado especial); e do artigo 1º da LC 99/93 (que mantém a proporcionalidade estabelecida em lei que as demais classes da carreira e para os cargos integrantes do grupo segurança pública – Polícia Civil). Por consequência, foi declarada a inconstitucionalidade de partes da Lei Complementar 254/2003 (alterada pela LC 374/2007): o parágrafo 1º do artigo 10 e os artigos 11 e 12. O único artigo impugnado pela ADI que permaneceu válido foi o 27 desta última lei. O artigo 106 da Constituição catarinense, o artigo 4º da Lei Complementar (LC) 55/92 e o artigo 1º da LC 99/93 já haviam sido suspensos cautelarmente por decisão do Supremo, na análise da ADI 1037, ressalta a associação. O argumento da Adepol para pedir o fim da vinculação foi o de que, no Brasil, o delegado cuida da instrução pré-processual, com poder de decidir pela liberdade ou prisão de alguém. A função, portanto, seria muito diferente da missão dos policiais militares, que têm como atribuição manter a ordem pública.
_________________
Enquanto isso num país distante, umaa louca academia das cobras, ou será academia de loucas por cobras, faz com que novas autoridades subalternas deixem o armário: desmunhecarão de vez, digo, baterão continência.
ACADEMIA “COBRA” HIERARQUIA E DISCIPLINA NA FORMAÇÃO DE NOVOS DELEGADOS TABAJARAS…(que nunca serão ex-vocacionados e mendigos da polícia ) 33
DIÁRIO OFICIAL – 4 /02 portaria – conduta acadêmica ACADEMIA DE POLÍCIA DR. CORIOLANO NOGUEIRA COBRA
Portaria Acadepol – 20, de 2-2-2009
O Delegado de Polícia Diretor da Academia de Polícia, Considerando que a atividade policial civil, pelas suas características, fundamenta-se na hierarquia e na disciplina;
Considerando o Regulamento da Academia de Polícia que trata, especificamente em seu Capítulo VIII, da disciplina dos discentes; Considerando o Regimento Interno Disciplinar da Academia de Polícia – RIDAP, que estabelece valores profissionais, regras de comportamento, formas de tratamento, de precedência e de utilização das dependências da Acadepol pelos policiais civis subordinados funcional e regimentalmente; Considerando, ainda, que a não observância das normas disciplinares da Academia de Polícia poderá ensejar penalidades administrativas com conseqüências danosas;
Considerando, também, a necessidade de valorizar o comportamento do aluno policial civil que demonstre respeito às normas disciplinadoras, além de interesse e comprometimento no curso de formação e com a Polícia Civil do Estado de São Paulo;
Considerando, finalmente, a necessidade de estimular o interesse, a assiduidade, a disciplina, o bom comportamento, o respeito às normas disciplinadoras e o envolvimento no curso de formação técnico-profissional, resolve:
Artigo 1º – Instituir a avaliação de conduta acadêmica para os cursos de formação técnico profissional ministrados por esta Academia de Polícia, com o objetivo de aferir o comportamento e o aproveitamento disciplinar do aluno no ambiente acadêmico e fora dele, durante o período de duração do curso.
Parágrafo único – para fins desta portaria, consideram-se normas a serem infringidas todas aquelas que contenham deveres e obrigações, tais como a Lei Orgânica da Polícia Civil, o Regulamento da Academia de Polícia e o Regimento Interno Disciplinar da Academia de Polícia, entre outras.
Artigo 2º – A definição da nota será feita com base no respeito às normas legais e regulamentares que disciplinam os Policiais Civis, em especial as que tratam sobre os deveres e proibições dos componentes do corpo discente da Academia de Polícia.
Artigo 3º – Para possibilitar essa avaliação, além das aulas de Direito Administrativo Disciplinar, a Secretaria de Cursos de Formação reservará horas-aula, das destinadas às atividades pedagógico-administrativas, para cientificar os alunos especificamente sobre o Regimento Interno Disciplinar da Academia de Polícia – RIDAP.
Artigo 4º – A nota será estabelecida da seguinte forma:
I – Todos os alunos iniciarão o curso com 100 pontos;
II – As condutas que violarem as regras estabelecidas serão valoradas em pontos, que serão subtraídos do total estipulado;
III – Cada conduta faltosa poderá gerar o desconto de até 10 pontos;
IV – Ficará a cargo do Delegado Divisionário de Polícia da Secretaria de Cursos de Formação determinar a quantidade de pontos;
V – para estipular a pontuação de cada conduta faltosa, será levado em consideração o prejuízo causado ao bom andamento do curso e das atividades desenvolvidas pela Acadepol, além da repercussão e do grau de relevância da conduta.
Artigo 5º – As faltas constatadas poderão ser comunicadas à Secretaria de Cursos de Formação por qualquer pessoa, sendo vedado o anonimato. Parágrafo único – Somente serão recebidas comunicações por escrito, onde deverão estar consignados todos os dados necessários à aplicação do desconto.
Artigo 6º – O Delegado Divisionário de Polícia da Secretaria de Cursos de Formação deverá motivar o desconto da pontuação e providenciar a ciência ao infrator, sendo os respectivos documentos autuados no prontuário do aluno.
Artigo 7º – As condutas positivas, assim consideradas participações voluntárias em atividades desenvolvidas na Acadepol, também serão objeto de valoração, permitindo ao aluno remir as pontuações negativas eventualmente anotadas.
Parágrafo único – para a aplicação da pontuação positiva, deverão ser seguidos os mesmos trâmites previstos nos artigos anteriores.
Artigo 8º – Durante o período de aula – interna ou externa, teórica ou prática – caberá ao Professor respectivo manter a disciplina e fazer com que os alunos cumpram as regras impostas, devendo comunicar à Secretaria de Cursos de Formação as condutas faltosas, nos termos descritos na presente Portaria.
Parágrafo único – para os efeitos desta Portaria será considerado como período de aula, aplicando-se, portanto, o disposto neste artigo, o traslado entre os campi ou qualquer outro local onde ocorra a aula, quando utilizado veículo oficial da Acadepol.
Artigo 9º – A manutenção da disciplina fora do horário de aula, mas nas dependências da Academia de Polícia, ficará a cargo de Professor devidamente escalado para essa finalidade.
§ 1º – A escala será feita pela Secretaria de Cursos de Formação, a quem incumbirá a atribuição das aulas;
§ 2º – A Secretaria deverá cuidar para que haja um Professor escalado diariamente no período compreendido entre as 08h00 e as 22h00;
§ 3º – Caberá ao Professor escalado cuidar, inclusive, do cumprimento das regras previstas para a utilização do alojamento da Acadepol.
§ 4º – O Professor escalado deverá tomar as mesmas providências quando se tratar de aluno vinculado à Secretaria de Cursos Complementares, comunicando as faltas constatadas ao Delegado Divisionário respectivo. Artigo 10 – Quando a conduta ocorrer fora do ambiente acadêmico, mas provocar nele reflexos negativos, o Delegado Divisionário de Polícia poderá promover o desconto de ofício.
Artigo 11 – Concluído o curso, o total de pontos anotados no prontuário do aluno será considerado a nota do quesito “conduta acadêmica”, que será computada para o cálculo da média final.
Artigo 12 – Os eventuais pedidos de reconsideração e de recurso seguirão as regras existentes na legislação em vigor.
Artigo 13 – Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
_______
VIXIT!
Só falta mudar o nome para ORGANIZAÇÃO TABAJARA …
Artigo 14- Ficam proibidas quaisquer práticas homossexuais no ambiente acadêmico.
parágrafo único: ler um determinado blog acarretará expulsão do futuro delegado tabajara.
ACADEMIA PRETENTE FORMAR 194 MILICOS. DIGO: AUTORIDADES SUBALTERNAS ORDEIRAS, OBEDIENTES E DISCIPLINADAS… 6
RECEBI INFORMAÇÕES SOBRE O INÍCIO DO CURSO DOS NOVOS DELEGADOS. A INFORMAÇÃO AINDA PRECISA SER CONFERIDA. TOMEM LÁ:
1) NUNHUM DELEGADO ALUNO PODE ENTRAR NO CORREDOR DO DIRETOR.
2) O DELEGADO INDISCIPLINADO FARÁ O CURSO NA ACADEPOL – MOGI DAS CRUZES.
3) PARTE DA FORMAÇÃO SERÁ EM CONJUNTO E COM AULAS NA ACADEMIA DO BARRO BRANCO.
Comentário
1) Como querem ensinar Direitos Humanos numa Academia em que já de cara não se respeita as pessoas pelo que elas são, segregando o corpo docente dos alunos e, por via reflexa, incutindo o terror nos alunos que acabaram de entrar na carreira;
2)O que é ser indisciplinado? Questionar, perguntar, não concordar e debater é ser indisciplinado? Vai ter gente do Vale do Paraíba questionando para fazer ACADEPOL mais perto de casa;
3)Sem comentários!!!
_________
Na formatura estarão falando fino ou grosso…Dependerá da nova referência…
Aliás, dependendo das referências acadêmicas…
Falando fino…muito fino…
Mas pensando e querendo grosso…
Muito grosso!