O “t”. “J”. SOLTOU ROBERT CARREL, DEPOIS CAZÉ, MAS NÃO SOLTOU O PEÑA 11

Ex-delegado acusado de falsificar carteira de motorista é solto

O ex-delegado seccional de Mogi das Cruzes (SP) Carlos José Ramos da Silva vai responder o processo em liberdade. A decisão foi tomada por votação unânime da 15ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, que revogou a prisão preventiva e determinou a expedição imediata de alvará de soltura. Silva é acusado de fazer parte de esquema que fraudava emissão de Carteira Nacional de Habilitação.

A turma julgadora entendeu que o decreto de prisão se mostrava excessivo. Para os desembargadores, a segregação cautelar não pode se tornar medida de antecipação de pena.

O delegado estava preso desde julho quando foi deflagrada a chamada Operação Casa Branca II. Na ocasião, diversas pessoas, entre elas policiais, foram detidas por decisão do juiz Rodrigo Aparecido Bueno de Godoy, da 1ª Vara Criminal de Ferraz de Vasconcelos (SP). De acordo com o Ministério Público, o ex-delegado seccional está envolvido no esquema de fraude e corrupção na emissão de carteiras de motoristas.

A defesa de Carlos José Ramos da Silva está a cargo do advogado Daniel Bialski, que fez o pedido de Habeas Corpus do Tribunal de Justiça. “Como toda pessoa tem direito de se ver julgada dentro de um prazo razoável, nos termos da Constituição Federal e dos pactos universal e americano dos Direitos Humanos, o período de custódia de pouco mais de cinco meses era injustificável, ainda mais que no processo não foi realizado nenhuma audiência e somente em data recente foi recebida a denúncia”, afirmou Daniel Bialski.

A 15ª Câmara Criminal aceitou o pedido da defesa por entender que o excesso de prazo justificaria a soltura. A turma julgadora destacou a vida pública do ex-delegado. Na decisão, prevaleceu entre os desembargadores a defesa do princípio da dignidade da pessoa humana. “A presunção da inocência é a regra e prisões desta espécie são temerárias”, destacou o desembargador Roberto Mortari, relator. Na mesma linha de pensamento seguiu o desembargador Pedro Gagliardi.

Carlos José Ramos da Silva — conhecido como Case — ficou mais de 13 anos no comando de dez cidades na região de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, até julho, quando foi acusado de receber propina da máfia das habilitações. Ele ocupava o mais alto posto da Polícia Civil, chamado de classe especial.

Com a autorização da Justiça, a Polícia fez uma escuta telefônica que comprovaria que o delegado recebia o dinheiro da propina das mãos do diretor da Ciretran de Ferraz de Vasconcelos, o delegado Juarez Campos, preso também.

Habeas Corpus 990.08.165608-6

990.08.126218-5 – Habeas Corpus – Suzano – Relator: Des.: Pedro Gagliardi – Impetrante: EDUARDO LATORRE – Paciente:
Augusto Peña – Denegaram a ordem. V. U. SUSTENTOU ORALMENTE O ILMO. DR. MAZART FRANCISCO MARTIN E USOU
DA PALAVRA DA PALAVRA A EXMA. PROCURADORA JUSTIÇA DRA.  SANDRA JARDIM. – Advogado: EDUARDO LATORRE
(OAB: 180206/SP)  DIÁRIO OFICIAL DE 26/02/2009.

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O PENA DEVERIA TROCAR DE ADVOGADOS…OU SEUS ADVOGADOS DEVERIAM COPIAR AS PETIÇÕES E ARGUMENTAÇÕES DOS BIALSKI.

TÁ FICANDO ESQUISITO …MESMA CÂMARA, CASOS E PARTES SEMELHANTES… DECISÕES COMPLETAMENTE DIVERGENTES.

ESTE É HOMENAGEM AO DESEMBARGARDOR QUE SOLTOU O DELEGADO DA REGIÃO DE MOGI…FOI O FAMIGERADO CAZÉ? 6

Ameaças

 

O depoimento de Pena começa com a descrição das supostas ameaças que o policial teria recebido. Pena disse que estava no presídio quando foi procurado por um delegado da região de Mogi das Cruzes com quem esteve preso. O delegado teria dito que era melhor o investigador não fazer a delação e teria afirmado que era “uma pessoa muito influente e tinha acesso às entradas e saídas do declarante do presídio”. O delegado ainda perguntou quanto Pena “queria ganhar para não delatar”.

AUGUSTO PENA ASSASSINADO NA CADEIA RESPONSABILIDADE POLÍTICA DO GOVERNADOR JOSÉ SERRA 7

”Bingos pagavam até R$ 200 mil”

O investigador Augusto Pena afirmou ao MPE que ex-secretário adjunto cobrava R$ 100 mil para reintegrar policiais

Bruno Tavares e Marcelo Godoy

Arrecadação de dinheiro da máfia dos bingos e caça-níqueis, pagamentos de propina para anular a expulsão de policiais corruptos e a existência de um mercado de venda de cargos importantes da Polícia Civil. Essas são algumas das acusações da longa lista de denúncias feitas pelo investigador Augusto Pena em seu depoimento ao Ministério Público Estadual (MPE), ao qual o Estado teve acesso. Ela incluía ainda a venda de carteiras de motoristas, achaques a criminosos e empresários, o uso de viaturas em segurança privada e até a apropriação de dinheiro da gasolina da polícia.

Pivô do maior escândalo de corrupção policial da atual gestão da Segurança Pública, Pena fez um acordo de delação premiada. O homem que se diz amigo do ex-secretário adjunto da pasta Lauro Malheiros Neto, a quem ele acusa de montar um esquema de corrupção, afirma que os policiais corruptos continuam recebendo propina mesmo depois de presos. Por causa das acusações, o diretor da Corregedoria da Polícia Civil, Alberto Angerami, pediu a transferência de Pena do presídio da Polícia Civil para o Presídio do Tremembé – o que ocorreu anteontem. Se continuasse entre seus pares, Pena podia ser morto.

AMEAÇAS

O depoimento de Pena começa com a descrição das supostas ameaças que o policial teria recebido. Pena disse que estava no presídio quando foi procurado por um delegado da região de Mogi das Cruzes com quem esteve preso. O delegado teria dito que era melhor o investigador não fazer a delação e teria afirmado que era “uma pessoa muito influente e tinha acesso às entradas e saídas do declarante do presídio”. O delegado ainda perguntou quanto Pena “queria ganhar para não delatar”.

GRAVAÇÃO

Pena ainda acusou o advogado Celso Augusto Hentscholer Valente, amigo e ex-sócio de Malheiros Neto. Valente teria dito a Pena para “tomar cuidado, que o Lauro também era seu amigo e que queriam ajudar o declarante”. Segundo Pena, o advogado conversou com ele sobre a arrecadação de dinheiro dos bingos, “negociação de reintegração de policiais demitidos e colocação mediante pagamento de delegados em posições privilegiadas dentro da estrutura da Polícia Civil”.

“Isso é um disparate. Fui visitar outro cliente e conversei com ele de forma normal. Sou advogado e não bandido. Quem está preso é ele”, rebateu Valente. Pena contou que gravou a conversa. A fita foi entregue aos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

BINGOS

Em seguida, o investigador voltou suas acusações contra Malheiros Neto. O policial confirmou que o então adjunto intercedeu para que ele fosse trabalhar no Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), órgão de elite da polícia. Ali, Pena ficou lotado na 3ª Delegacia de Investigações Gerais, onde, segundo ele, foi montado um gigantesco esquema de arrecadação de propina.

Foi após ser acusado, em maio de 2008, de beneficiar o investigador que Malheiros Neto entregou o cargo ao governador José Serra (PSDB) para se defender das acusações. Sua defesa, feita pelo criminalista Alberto Zacharias Toron, repudia as “acusações mentirosas” de Pena. Diz que se trata de um criminoso que busca se beneficiar com delação sem provas. À época em que foi para o Deic, Pena estava afastado sob a suspeita de achacar Marco Camacho, o Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Malheiros Neto teria nomeado um delegado para “apertar o cerco em cima dos bingos e caça-níqueis para poder arrecadar dinheiro de forma ilícita”. A função de Pena seria ficar de “olho” nos corruptos, “vigiando se o dinheiro não era desviado”. “Além disso, o declarante era responsável por levar dinheiro arrecadado diretamente para as mãos do próprio Lauro, no seu gabinete, ou, em algumas ocasiões, na casa de Celso”.

Segundo Pena, havia 200 inquéritos na delegacia sobre bingos e caça-níqueis. Dependendo do tamanho da casa de jogo, a propina era de R$ 20 mil a R$ 200 mil mensais, sempre em dinheiro. O suposto mensalão da polícia era cobrado para que os inquéritos não fossem adiante. Uma parte ficava com seus chefes. Outra seria levada por Pena a Malheiros Neto. Pelo serviço, Pena recebia R$ 4 mil por mês.

SENTENÇAS

Além do esquema de bingos, Pena afirmou que existia outro na Segurança Pública que envolvia a venda de sentenças nos processos administrativos para anular a demissão de policiais acusados de corrupção. Quem assinava os despachos reintegrando os policiais era Malheiros Neto. Ele o fazia em nome do secretário Ronaldo Marzagão, pois a decisão final de processos contra investigadores é atribuição do titular da pasta.

Pena contou que levou ao adjunto o caso de três investigadores do Deic. Malheiros Neto teria dito que cada um devia pagar R$ 100 mil e mandou Pena procurar Valente. Os policiais demitidos teriam pago R$ 300 mil para que a decisão fosse revertida. “O valor foi levado à residência de Celso (Valente) por causa do volume, que poderia chamar a atenção na secretaria. Isso por orientação do próprio Lauro.”

Os cargos da Polícia Civil também eram arrematados por delegados interessados em ocupar postos importantes. Pena cita três delegados – dois deles de classe especial – que teriam pagado de R$ 110 mil a R$ 250 mil por uma delegacia seccional, uma delegacia do Deic e uma divisão do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

VIATURAS

O investigador revelou que um delegado usava viaturas da polícia para prestar serviço de segurança privada. Disse que havia um esquema de desvio de verba de combustível das viaturas na região de Mogi das Cruzes, onde trabalhou em 2006. O esquema era simples: a polícia recebia verba para comprar gasolina, mas abastecia os carros com dinheiro fornecido pelas prefeituras. Os recursos do Estado “eram desviados”. De vez em quando, diz ele, abasteciam em um posto perto da delegacia para apanhar o cupom fiscal.

DETRAN

Por fim, Pena contou que cinco delegados e cinco investigadores estavam envolvidos na máfia das CNHs que agia na Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Ferraz de Vasconcelos. O investigador disse que levou dinheiro de propina para a cúpula do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro), até mesmo parte do que havia sido mais tarde arrecadado com o achaque a Marcola.

AS INVESTIGAÇÕES

Corregedoria: A Corregedoria da Polícia Civil abriu três apurações preliminares e quatro inquéritos policiais sobre as denúncias de corrupção envolvendo o investigador Augusto Pena e as pessoas que ele acusa

Guarulhos: A promotoria de Guarulhos denunciou Pena por extorsão mediante sequestro cuja vítima é Rodrigo Olivatto, enteado de Marcola. Também o acusou de achaque a um empresário
acusado de ser doleiro

São Paulo: A 4.ª Promotoria de Justiça da Capital denunciou Pena sob a acusação de ele ter furtado do depósito do Deic uma carga de Playstation apreendida

Gaeco: O Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado de São Paulo abriu investigação sobre o suposto esquema de venda de sentenças de processos administrativos para reintegrar à policia acusados de corrupção

DVD: Os Gaecos de São Paulo e Guarulhos receberam um DVD com uma hora de gravação em que um advogado investigado no caso supostamente negocia pagamento de propina

ALBERTO ANGERAMI REMOVEU O INVESTIGADOR AUGUSTO PEÑA PARA “PLAGAS MENOS INÓSPITAS” 8

DELTA UNO:

Está tudo indo muitíssimo bem. Enredo e roteiro previsíveis.

O Presídio Especial da Polícia Civil, como cediço, é de responsabilidade da Corregedoria. Certo?!

Com a saída do Peña do PEPC, ocorreu sua saída, também, da esfera da responsabilidade da Polícia Civil.

Interessante, não?!

Em escorço: A partir da transferência dele para um presídio “comum”, sua integridade física passou a ficar sob a responsabilidade da Secretaria de Adminsitração Penitenciária (SAP).

Formalmente, a Secretaria de Segurança e a Polícia Civil não poderão ser questionadas por nenhum arranhão ou surpreendente “indisposição gástrica” que o Peña venha a sofrer.

Como quem solicitou a transferência foi o próprio Diretor da Corregepol, só espero que, agora não mais sob a “guarda” da Casa, o Peña não acabe sendo transferido para “plagas menos inóspitas”…

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Muito bem lembrado DELTA UNO.

Assim, que Peña  não sofra violência  fatal,  para que as mãos sempre limpas do Sr. Corregedor Geral continuem limpas. 

O DELEGADO FÁBIO PINHEIRO LOPES PARECE DESMEMORIADO…NÃO PAGA MAS OCUPA VAGA DE COLEGAS DE CLASSE SUPERIOR 14

O delegado Fábio Pinheiro Lopes, atualmente na chefia do 99º DP (Congonhas), afirmou que “Augusto Peña é um bandido e que as acusações de corrupção feitas contra ele são uma vingança porque ambos são inimigos”.

De acordo com Lopes, Peña quer se vingar dele porque quando trabalharam juntos, no Deic, o delegado acusou o então investigador de desviar uma carga de videogames que estava apreendida na delegacia. “Esse rapaz é meu inimigo pessoal. Eu o expulsei do Deic”, disse.

Ainda segundo Lopes, as acusações de que teria pago R$ 110 mil ao ex-secretário-adjunto da Segurança Pública Lauro Malheiros Neto para assumir a 3ª DIG (Delegacia de Investigações Gerais) são infundadas. “Eu nunca fui processado, nunca tive uma sindicância na minha carreira [de 17 anos]“, disse. ( 28.02.2009)

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O secretário da Segurança Pública, Saulo de Castro Abreu Filho, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que a decisão de algemar ou não o delegado Di Rissio quando ele deixava o hospital a caminho do presídio ficou a critério do delegado Valter Domingos, responsável pela remoção do acusado em um carro descaracterizado da polícia. Os delegados são proibidos de dar declarações sem autorização da secretaria.Sobre a acusação de prevaricação contra o delegado Fábio Pinheiro Lopes, Saulo informou ainda por meio de seus assessores: “Tão logo tomou conhecimento de denúncia do Ministério Público Estadual contra um delegado do Deic, a Corregedoria da Polícia Civil solicitou ao Gaeco cópia da denúncia para abertura de processo administrativo que vai apurar a prática de eventuais crimes funcionais”. (02/11/2006)

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567 Fabio Pinheiro Lopes 1019 6011 6011 2ª Classe Efetivo

APADRINHADO GRATUITAMENTE É CLARO.

COM TODO RESPEITO…

A  NOSSA CLASSE .

GANHEI A FITA: GERSON DE CARVALHO É “NATU NOBILIS” 5

E tais apurações são da competência dos experimentados; sem a pretensão de ferir suscetibilidades.

P.S.: sou obrigado, depois de mais de 3 horas desta publicação, acrescentar,  para que não  ocorra falsa interpretação, o seguinte:

“Natu Nobilis” não possui relação com a marca do uísque. 

É uma antiga designação para aqueles que ingressavam diretamente na carreira de Delegado de Polícia, ou seja, para todo aquele que não exerceu quaisquer outras carreiras do funcionalismo público.

Nascido nobre, sangue puro, não entendido…

Para alguns, simplesmente, o não confiável, trouxa,  papeleiro, caneteiro,  etc.

TRÊS VIRA-LATAS , DIGO , DELEGADOS SÃO SUSPEITOS DE PAGAR PELA CADEIRA 13

28/02/2009 – 10h16

Três delegados são suspeitos de compra de cargos de chefia em SP

ROGÉRIO PAGNAN
ANDRÉ CARAMANTE
LUIS KAWAGUTI
da Folha de S.Paulo

Os delegados Fábio Pinheiro Lopes, Emílio Françolin e Luís Carlos do Carmo são investigados pelo Ministério Público Estadual e pela Corregedoria da Polícia Civil pela suspeita de terem comprado cargos de chefia na Polícia Civil de São Paulo. Os policiais negam.

A investigação tem como ponto de partida o depoimento do ex-policial civil Augusto Peña dado à Promotoria neste mês e ao qual a Folha teve acesso. Peña, que não apresentou provas, diz que atuava como intermediário na negociação entre policiais e o então secretário-adjunto da Segurança Lauro Malheiros Neto.

De acordo com ele, Lopes pagou R$ 110 mil a Malheiros Neto para assumir a 3ª Delegacia de Investigações Gerais do Deic (divisão de combate ao crime organizado).

Já Françolin, sempre segundo o ex-policial, pagou R$ 250 mil para assumir a 5ª delegacia seccional da capital. Peña afirma ter sido o responsável pela entrega do dinheiro. A quantia foi entregue ao advogado Celso Valente, que seria outro intermediário de Malheiros na vendas de cargos e outros benefícios dentro da polícia.

Já Luís Carlos do Carmo também pagou, segundo Peña, por uma vaga no Detran. “O declarante não soube informar o valor porque recebeu apenas um pacote fechado”, diz outro trecho do depoimento.

Uma das hipóteses é que os policiais compravam os cargos para lucrar, por exemplo, com extorsões a investigados.

Os delegados Carmo e Lopes deixaram as funções após a saída de Malheiros Neto da secretaria. Carmo foi para uma delegacia do idoso e Lopes, para o 99º DP. Françolin continua na mesma seccional.

Nomeado para o cargo em janeiro de 2007, Malheiros Neto pediu exoneração em maio de 2008, logo após a prisão de Peña –acusado de extorquir dinheiro de integrantes do PCC.

No depoimento de agora, Peña confessou esse e outros crimes na tentativa de obter o benefício da delação premiada.

Esses benefícios, que podem reduzir a condenação do ex-policial, só são concedidos pela Justiça se as informações repassadas pelo acusado forem consideradas consistentes.

Amizade

De acordo com Peña no depoimento, ele e Malheiros Neto eram amigos havia anos. Foi a primeira vez que Peña admitiu manter uma relação próxima com o ex-secretário. A suposta ligação entre os dois foi denunciada ao Ministério Público por Regina Célia Lemes de Carvalho, ex-mulher do ex-policial.

Em janeiro de 2007, quando Malheiros assumiu o cargo de secretário-adjunto da Segurança, o então investigador disse ter sido procurado por ele para ser transferido a 3ª DIG do Deic. Lá, teria duas missões, segundo afirma no depoimento:

1) “Apertar o cerco em cima dos bingos e das máquinas de caça-níqueis, para poder arrecadar dinheiro de forma ilícita. Em outras palavras, cobrança de propina”; 2) “Ficar de olho” no delegado Fábio Pinheiro Lopes, “vigiando se o dinheiro [da propina] não era desviado”. “De acordo com o tamanho da casa de jogo, deveriam pagar de R$ 20 mil a R$ 200 mil mensais, em dinheiro”, disse.

Corregedoria

A investigação na Corregedoria trocou ontem de mãos. O secretário da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, substituiu o delegado Gerson Carvalho por um homem de confiança: Roberto Avino, que trabalhava ultimamente na Secretaria da Segurança.

Outro lado

Dois delegados classificaram as acusações como “infundadas” e “absurdas”. O outro não foi localizado.

O delegado Fábio Pinheiro Lopes, atualmente na chefia do 99º DP (Congonhas), afirmou que “Augusto Peña é um bandido e que as acusações de corrupção feitas contra ele são uma vingança porque ambos são inimigos”.

De acordo com Lopes, Peña quer se vingar dele porque quando trabalharam juntos, no Deic, o delegado acusou o então investigador de desviar uma carga de videogames que estava apreendida na delegacia. “Esse rapaz é meu inimigo pessoal. Eu o expulsei do Deic”, disse.

Ainda segundo Lopes, as acusações de que teria pago R$ 110 mil ao ex-secretário-adjunto da Segurança Pública Lauro Malheiros Neto para assumir a 3ª DIG (Delegacia de Investigações Gerais) são infundadas. “Eu nunca fui processado, nunca tive uma sindicância na minha carreira [de 17 anos]”, disse.

Lopes também disse que, ao contrário do que afirmou Peña, ele nunca cobrou propina para protelar inquéritos policiais contra bingos ou donos de caça-níqueis.

O delegado Emílio Françolin classificou a acusação de ter pago R$ 250 mil a Malheiros Neto para assumir a 5ª Seccional como absurda.

O delegado Luiz Carlos do Carmo foi procurado pela reportagem em seu celular, mas não foi localizado até a conclusão desta edição.

O advogado de Malheiros Neto, Alberto Zacharias Toron, nega as acusações. Ele disse que seu cliente propôs ao Ministério Público ser ouvido, mas não obteve resposta, e ainda não conseguiu ter acesso ao inquérito.

O secretário da Segurança, Ronaldo Marzagão, não quis comentar o teor do depoimento de Peña, segundo sua assessoria. A pasta informou que a mudança de delegados na Corregedoria faz parte de uma série de transferências rotineiras.

O advogado Celso Valente não foi localizado.

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Não se indigneis!

Que outro qualificativo haveria propor a quem paga propina para roubar.

Por outro lado, um é muito conhecido pelas peripécias naquele departamento que faz concorrência aos “yo soi mineiro mariachi Tangita”!

Outro conhecido como suposto instrutor de lutas marciais daquele promotor dono do Vira Lata ou seria Vira-Lata. 

Além de outras façanhas tais como se tornar Seccional à velocidade da luz.

De um nunca ouvi falar. Assim, desde já, lhe peço perdão caso se sinta ofendido.

Conquanto, aqui, ofendido sou eu; mais todos aqueles membros da Polícia  Civil que  suportam tais vexames.

Diga-se, vexames por suas improbidades.

E vexames  por levarmos uma vida medíocre, alguns miserável até, financeiramente falando.

Vexames das nossas casas rotas, das  nossas contas protestadas, dos  nossos filhos carentes de melhor educação.

Dos nossos dentes podres.

Por culpa de quem paga pelo cargo;  reprimindo e aniquilando  todas as pretensões de quem busca dignidade funcional e salarial.

São vira-latas …

Delegados vira-latas!

VIRA-LATAS  FILHOS DA PUTA!

A NOSSA SOLIDARIEDADE AO DOUTOR GERSON DE CARVALHO EM FACE DESSA ROTINEIRA MUDANÇA DE ROTINA 13

 (DGP-1624-P)
os efeitos da Portaria DGP-5295, publicada a 25 de setem-
bro de 2008, que designou o Dr. GERSON CARVALHO – RG
2.675.667, Delegado de PolÌcia de Classe Especial, padr„o V,
lotado na Delegacia Geral de PolÌcia, classificado na
Corregedoria, para exercer a funÁ„o de Delegado Division·rio
de PolÌcia da Divis„o de ApuraÁies Preliminares da
Corregedoria, ficando em conseq¸Íncia, cessado o prÛ-labore
correspondente. (DGP-1661-P)
Classificando:
na Corregedoria e nos termos do artigo 6? da Lei
Complementar n? 731, de 26 de outubro de 1993, designa o Dr.
ROBERTO AVINO – RG 10.543.158, Delegado de PolÌcia de Classe
Especial, padr„o V, lotado na Delegacia Geral de PolÌcia, para
exercer a funÁ„o de Delegado Division·rio de PolÌcia da Divis„o
de ApuraÁies Preliminares da Corregedoria, fazendo jus a grati-

 

–>

Posição Nome RG Dias Classe Dias Carreira Dias Serviço Público Classe
6 Gerson Carvalho 6435 14563 14563 Classe especial
 

 

 

–>

Posição Nome RG Dias Classe Dias Carreira Dias Serviço Público Classe
110 Roberto Avino 168 7322 9814 Classe especial

 

 

 

 

ROTINEIRA MUDANÇA DE ROTINA: remoção imotivada de Delegado de Polícia como forma de retaliação e tumultuação das apurações.

Pela regra da experiência o substituto é mais afinado com os interesses da administração; conquanto nem sempre os interesses da administração sejam aqueles da Administração Pública.

MUDANÇA DE ROTINA NA SUBSTITUIÇÃO DE GERSON DE CARVALHO POR ROBERTO AVINO…CONVERSA-FIADA! 2

Na semana passada, o delegado Carvalho tomou o depoimento dos policiais acusados por Pena de ameaçá-lo. Fez mais. Foi atrás de cópias dos processos administrativos cujas sentenças supostamente foram negociadas em troca de até R$ 300 mil de propina – Pena afirmou que levava o dinheiro em mãos para Malheiros Neto e para Celso. No mesmo dia, Carvalho enviou as cópias ao Ministério Público Estadual (MPE), conforme lhe havia sido requisitado. Há 40 anos na polícia, o delegado de classe especial foi pego de surpresa ontem. Soube pelo Diário Oficial que havia perdido o cargo de diretor da Divisão de Operações Policiais (DOP), da corregedoria.

Constrangido e magoado, o homem que já chefiou departamentos importantes da polícia e foi o responsável em 1994 pelo inquérito que provou que os donos da Escola de Base haviam sido acusados injustamente, recebeu a solidariedade de amigos. Disse a eles que sempre cumpriu com seu dever.

A Secretaria de Segurança Pública informou que a saída de Carvalho foi uma mudança de rotina. Para seu lugar, foi escolhido Roberto Avino, que trabalhava no Centro Integrado de Inteligência em Segurança Pública (CIISP). Criado por Marzagão, o setor reúne e analisa informações de inteligência das Polícias Civil e Militar e é vinculado ao gabinete do secretário.

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O doutor ROBERTO AVINO  –  já que trabalhava diretamente vinculado, ou seja, na prática, subordinado  ao acusado de vender cargos e indulgências administrativas para corruptos –  aceitando o cargo jogará sobre si a mancha da SUSPEITA.

A Secretaria, com tal remoção, aparentemente  não quer apuração, quer acomodação.

E a Corregedoria Geral é aquilo que  estamos cansados de saber –  nos últimos 7 anos, especialmente – órgão de  PUNIR POLICIAL POBRE.

Aliás, se o Corregedor Geral for cortar na própria carne, possivelmente,  não lhe sobrará do próprio sangue.   

AUGUSTO PENA SOFRE TENTATIVA DE HOMICÍDIO E DELEGADO QUE BUSCAVA AS PROVAS DE CORRUPÇÃO NO GABINETE DO SECRETÁRIO É DEFENESTRADO DA CORREGEDORIA GERAL 8

Policial ameaçado é transferido

Pena, que acusa ex-secretário adjunto, foi retirado do presídio da polícia; delegado do caso perde o cargo

Bruno Tavares e Marcelo Godoy

Ameaçado de morte depois de ter delatado 20 delegados e investigadores e de ter acusado de corrupção o ex-secretário adjunto da Segurança Pública Lauro Malheiros Neto, o investigador Augusto Pena foi transferido às pressas ontem do presídio especial da Polícia Civil (PEPC), no Carandiru, para a Penitenciária 2 de Tremembé, no Vale do Paraíba, a mesma que abrigou o publicitário Marcos Valério. O motivo da transferência é que Pena corria risco porque seus colegas policiais não admitiriam sua permanência no presídio da polícia. O delegado que investigava o caso, Gérson Carvalho, foi transferido ontem da Corregedoria.

Pena aceitou fazer delação premiada e depôs ao Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). Assumiu achaques à cúpula do Primeiro Comando da Capital e entregou esquemas de corrupção para compra de decisões em processo administrativos para absolver policiais corruptos. Assinadas por Malheiros Neto, as decisões eram tomadas em nome do secretário Ronaldo Marzagão.

O pedido para que o policial fosse transferido foi feito pelo diretor da Corregedoria da Polícia Civil, Alberto Angerami. Ele justificou o pedido afirmando que Pena corria risco de morrer se permanecesse no PEPC. Pena depôs na corregedoria e disse que foi ameaçado por dois investigadores e um delegado no presídio. Contou ainda que o sócio e “primo” de Malheiros Neto, Celso Augusto Hentscholer Valente, o teria procurado no PEPC e pressionado para que não fizesse a delação.

Na semana passada, o delegado Carvalho tomou o depoimento dos policiais acusados por Pena de ameaçá-lo. Fez mais. Foi atrás de cópias dos processos administrativos cujas sentenças supostamente foram negociadas em troca de até R$ 300 mil de propina – Pena afirmou que levava o dinheiro em mãos para Malheiros Neto e para Celso. No mesmo dia, Carvalho enviou as cópias ao Ministério Público Estadual (MPE), conforme lhe havia sido requisitado. Há 40 anos na polícia, o delegado de classe especial foi pego de surpresa ontem. Soube pelo Diário Oficial que havia perdido o cargo de diretor da Divisão de Operações Policiais (DOP), da corregedoria.

Constrangido e magoado, o homem que já chefiou departamentos importantes da polícia e foi o responsável em 1994 pelo inquérito que provou que os donos da Escola de Base haviam sido acusados injustamente, recebeu a solidariedade de amigos. Disse a eles que sempre cumpriu com seu dever.

A Secretaria de Segurança Pública informou que a saída de Carvalho foi uma mudança de rotina. Para seu lugar, foi escolhido Roberto Avino, que trabalhava no Centro Integrado de Inteligência em Segurança Pública (CIISP). Criado por Marzagão, o setor reúne e analisa informações de inteligência das Polícias Civil e Militar e é vinculado ao gabinete do secretário.

O Estado procurou o advogado de Malheiros Neto, Alberto Zacharias Toron, mas não conseguiu localizá-lo. Toron sempre repudiou as acusações de Pena. “Ele tem de provar o que diz.”

Valente, que é advogado, afirmou ao Estado que tudo o que Pena disse é mentira.
O advogado do policial, Ivelson Salotto, afirmou que seu cliente fez a delação sem consultá-lo.
____________________________
O doutor Toron sofisma em termos primários, para um advogado criminalista.
Ora, legal e profissionalmente falando,  quem deve buscar as provas para sustentar ou não as acusações de Pena é o Estado; através da Polícia, Ministério Público e Poder Judiciário.
Com efeito, para crimes do cárcere denunciantes do cárcere. Para  crimes  de quadrilha, denunciantes da quadrilha.
Ao advogado Valente – suposto concorrente de Malheiros na venda de decisões absolutórias;  lavradas em nome do Secretário de Segurança -nenhuma alternativa resta salvo chamar o denunciante de mentiroso.
E a remoção, cumpulsória,  do Delegado Gerson de Carvalho  foi providencial e sintomática: MALHEIROS VENDIA CARGOS E INDULGÊNCIAS ADMINISTRATIVAS.

NÃO FOI “DITABRANDA”…NOS PORÕES IMPERAVA A “DITABRANCAPURA” 24

Mas, se as chamadas “ditabrandas” -caso do Brasil entre 1964 e 1985- partiam de uma ruptura institucional e depois preservavam ou instituíam formas controladas de disputa política e acesso à Justiça-, o novo autoritarismo latino-americano, inaugurado por Alberto Fujimori no Peru, faz o caminho inverso. O líder eleito mina as instituições e os controles democráticos por dentro, paulatinamente.

( Quem escrevou tal editorial da Folha de São Paulo?  Só pode ser coisa de

algum atormentado pelo fantasma do PAULO FRANCIS, ou  discípulo daquele  filósofo angelizador de torturadores. )  

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DA  DITA  BRANDA

Ditabrancapura foi um combustível para as bestialidades praticadas nos aparelhos de tortura.

A Ditabrancapura fez muitas vítimas…

Mas  foi branda  apenas com um.

O mais famigerado.

Nem autópsia  – ” por medo da vexação”  –  se fez…

E para quê?

Pois a baba não era de afogado no mar.

Era baba de afogado no pó do porão de Brancapura.

Todos sabiam.

SARGENTO PILOTAVA SEU HONDA CIVIC DE FORMA ABUSIVA E FOI PRESO EM FLAGRANTE POR HOMICÍDIO DOLOSO 14

27/02/2009- 02h06

PM que dirigia em alta velocidade atropela e mata adolescente na zona oeste de SP

RACHEL AÑÓN
da Agência Folha

Uma adolescente de 13 anos morreu e a irmã dela ficou gravemente ferida após serem atropeladas por um policial militar na noite de ontem no bairro do Jaguaré, zona oeste de São Paulo. O condutor do veículo foi agredido por pessoas que estavam no local e está hospitalizado.

O acidente ocorreu por volta de 21h de ontem no semáforo do cruzamento da avenida Jaguaré com avenida Kenkiti Shimomoto.

Segundo testemunhas, Glaucia Cabral da Silva, 13, e sua irmã Graziela, 19, atravessavam no local quando o motorista do Civic cinza-grafite, passou o semáforo vermelho em alta velocidade e as atingiu. O carro bateu ainda contra um poste de iluminação e em uma árvore.

O sargento Marcos Crispilho, lotado no 16º Batalhão da PM, também sofreu ferimentos, o que não o impediu de ser agredido pelos transeuntes. Graziela e o policial estão internados no Hospital das Clínicas. Não há informações sobre o estado de saúde dos dois.

O caso está sendo registrado no 93º Distrito Policial do Jaguaré.

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Pessoalmente não comungo da posição que defende a classificação de homicídio doloso  eventual  –   quando o autor, embora não queira diretamente o resultado,  assume  o risco de produzi-lo  –  em acidentes de trânsito.  Assim, não posso defender a lavratura de prisão em flagrante –  por homicídio doloso – no caso do Sargento da Pm.

Lamentável sob todos os aspectos.

Contudo, fosse um policial civil ao volante de um Honda Civic –  aparentemente novo – restaria outras indagações: “é roubado ou o polícia é ladrão”? 

No mesmo sentido –  dias atrás –  dois jovens tenentes se envolveram em tiroteio durante tentativa de roubo da motocicleta Honda 750 cc, também nova,  de um deles.

Ou eles adoram casamento com carnê de  60  parcelas, ou ganham muito bem.

Reforçarei; se fosse “nóis nessas fitas”?

Tudo ladrão! 

Pois aquele garoto que ia mudar o mundo agora assiste a tudo em cima do muro…em cima do muro 17

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DO COMÍCIO DA CENTRAL
“Foi publicado um edital de convocação, datado de 19 de fevereiro de 1964, dirigido “aos trabalhadores e ao povo em geral”, que manifestariam “sua inabalável disposição a favor das reformas de base”. Além dos organizadores Osvaldo Pacheco da Silva e Hércules Correia dos Reis, assinaram o edital representantes de mais de 19 entidades, entre os quais Dante Pelacani, do CGT, Clodesmidt Riani, da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI), Lindolfo Silva, da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), o editor Ênio Silveira, do Comando dos Trabalhadores Intelectuais (CTI), Marcelo Cerqueira, da União Nacional dos Estudantes (UNE), e o deputado Sérgio Magalhães, pela Frente Parlamentar Nacionalista (FPN).

O edital deixava claro o objetivo de demonstrar em praça pública a decisão do governo federal de implementar as reformas agrária, bancária, administrativa, universitária e eleitoral, que deveriam ser concretizadas ainda naquele ano de 1964. Outro objetivo era a defesa das liberdades democráticas e sindicais, exigindo-se a extensão do direito de voto aos analfabetos, soldados, marinheiros e cabos, assim como a elegibilidade para todos os eleitores e a necessidade de imediata anistia a todos os civis e militares indiciados e processados por crimes políticos e pelo exercício de atividades sindicais.” (excertos da  FGV  http://www.cpdoc.fgv.br/dhbb/verbetes_htm/5779_1.asp  )

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Curiosidades: o PSDB abriga homens de ações políticas completamente díspares. Serra, então com 21 anos, defensor das reformas de base anunciadas por João Goulart.  

Aloysio Nunes Ferreira Filho, idem,  então com 19 anos, ligado ao PCB, foi presidente do diretório da Largo do São Francisco.

E Geraldo Alckimin( com 12 anos em 1964) , aparentemente, um  “Ademarista”  convicto. O estilo Ademar de Barros: tocador de obras, o tipo de arregaçar a camisa e amassar barro só para o eleitorado ver. É certo que o também médico Alckimin  não incorporou o lema “ROUBA MAS FAZ”. Também é certo que não tenha cofres, abarrotados de dinheiro,  espalhados por aí. Mas na prática em relação aos policiais estaduais adotou o mesmo trato do inventor da “caixinha” ( dois ): POLÍCIA  TEM DISTINTIVO E REVÓLVER NÃO PRECISA DE DINHEIRO.