JUSTIÇA MILITAR…PARA QUE PRECISA DE JUSTIÇA MILITAR? CASO DE EXECUÇÃO SUMÁRIA E TORTURAS: OFICIAL DENUNCIADO É PROMOVIDO POR MERECIMENTO E COMANDA BATALHÃO, PRAÇAS EXPULSOS 4

Dr. Guerra, esta mensagem foi enviada á TV Record, mas não foi noticiada, embora as provas.
A ditadura ainda é bem séria e por demais cruel na PM.
Segundo se sabe à boca pequena, os policiais militares (praças), que compunham a guarnição junto com o tenente Robson Bianchi, foram expulsos da polícia há muito tempo.
É muita impunidade nos escalões superiores!!!!!!!!! 
Segue mensagem da mesma forma que foi enviada à emissora de televisão
1) Aline, o primeiro anexo é a página do Diário Oficial com as promoções dos oficiais da PM. Na terceira coluna, linha 22, lê-se o nome do ex-capitão Robson Bianchi promovido ao posto de major POR MERECIMENTO.

13/12/2008 – Executivo II – Pag. 1

   

…2º BPRv; ao posto de Major PM, por antigüidade…do 2º GB; ao posto de Major PM, por merecimento, os…5º BPM/M; 830615-0 Robson Bianchi, do 39º BPM/I; 810371…da APMSSP; 810373-9 Robson Grilenzoni, da APMBB e…

2) No anexo Casos na Justiça Militar, no quinto caso, há a ocorrência, que envolve o então segundo tenente Robson Bianchi, em 1987, de homicídio e tentativa de homicídio (execução).
http://www.dhnet.org.br/dados/livros/dh/br/livro_santodias/02_justicamilitar.htm
3) Abaixo, segue a cópia da página da Comissão Interamericana de Direitos Humanos
http://iachr.org/annualrep/2000port/11286.htm

II.        O ANALISIS SOBRE O MERITOS DE CADA CASO
 
Caso 11.286 (Aluísio Cavalcanti e outro)
 
A.        Resumo
 
          8.       Em fevereiro de 1994 a Comissão recebeu denúncia segundo a qual Aluísio Cavalcanti Júnior teria sido morto e Cláudio Aparecido de Moraes teria sido vítima de tentativa de homicídio, crimes estes ocorridos em 04 de março de 1987, no bairro Jardim Camargo Velho, na cidade de São Paulo, e alegadamente cometidos pelos agentes da Polícia Militar do Estado de São Paulo José Carvalho, Robson Bianchi, Luís Fernando Gonçalves, Francisco Carlos Gomes Inocêncio, Rubens Antonio Baldasso e Dirceu Bartolo.
 
          9.       Aluísio Cavalcanti Júnior foi acusado por um dos policiais de ser o assassino de seu filho.  Os meninos foram interrogados e ameaçados até que um deles confirmou ser o outro o autor do homicídio, motivo pelo qual os policiais decidiram matá-los.  Ambos foram alvejados na cabeça e seus corpos foram levados a um matagal, aonde foram abandonados.  Por motivos alheios à vontade dos policiais, Cláudio Aparecido de Moraes sobreviveu.
 
          10.     Em 9 de novembro de 1987 o Promotor de Justiça Militar denunciou José Carvalho, Robson Bianchi, Luís Fernando Gonçalves, Francisco Carlos Gomes Inocêncio, Rubens Antonio Baldasso e Dirceu Bartolo perante a 3ª Auditoria da Justiça Militar do Estado pelo homicídio de Aluísio e tentativa de homicídio de Cláudio.  O Sargento João Simplício Filho e o soldado Roberto Carlos de Assis, que presenciaram os fatos, mas não participaram direta e efetivamente nos crimes, foram denunciados por omissão.
 
          11.     Não foi ajuizada ação de indenização.
 
B.        Trâmite perante a Comissão
 
          12.     A presente denúncia foi recebida pela Comissão em fevereiro de 1994.  Diversas manifestações foram colhidas de ambas as partes entre a mencionada data e abril de 1996, nas quais se verificou o andamento dos processos judiciais existentes em relação aos fatos denunciados.  Em seu 98º período de sessões a Comissão aprovou, em relação ao caso, o Relatório de Admissibilidade 17/98, que foi incluído em seu relatório anual de 1997.
 
C.        Posição das partes
 
          13.     A denúncia afirma que os recursos internos, além de apresentarem excessiva delonga, mostraram-se ineficazes, posto que nenhum dos acusados havia sido preso ou julgado após sete anos da data dos fatos.  Posteriormente, afirmou o peticionário que o processo já se estendia por oito anos e demonstrou que certas questões processuais levariam à anulação de provas e sua reprodução, o que resultaria numa demora ainda maior para levar a julgamento os responsáveis pelos atentados contra Aluísio e Cláudio.  Requereu o peticionário não só a reparação pela morte injustificada de Aluísio e pela tentativa de assassinato de Cláudio, mas também a condenação do Estado Brasileiro por não ter investigado, processado e punido os responsáveis por tais crimes.  Solicitou que se declarasse não ter o Governo brasileiro cumprido com suas obrigações internacionais, violando assim os artigos I, XXV, XXVI da Declaração Americana e os artigos 8(1) e 25(1) da Convenção Americana.
 
          14.     O Governo brasileiro alegou que todas as medidas disciplinarias haviam sido tomadas e que o processo judicial correspondente estava em curso.  Informou que os policiais Francisco Carlos Gomes Inocêncio e Dirceu Bartolo haviam sido expulsos das forças policiais por decisão administrativa do Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo e forneceu, por diversas vezes, dados sobre o andamento das respectivas ações penais.  O Estado brasileiro, no entanto, não respondeu às reiteradas solicitações da Comissão para que se manifestasse sobre o mérito da questão, sequer tendo contestado os fatos expostos na denúncia.
 
D.        Análise da Comissão
 
1.         O direito à vida e à integridade física
 
          15.     Em relação à alegação de violação ao direito à vida e à integridade física de Aluísio Cavalcanti Júnior e Cláudio Aparecido de Moraes, conclui a Comissão terem sido apresentados indícios suficientes que levam a conclusão de que efetivamente os dois jovens foram arbitrariamente feridos por agentes estatais.
 
          16.     A primeira e mais importante prova neste sentido é o depoimento do próprio Cláudio Aparecido de Moraes.  De acordo com seu testemunho, após sua detenção arbitrária, os policiais ameaçaram tanto a ele como a Aluísio por várias vezes, tendo eles sofrido atos de tortura física e psicológica antes de serem atingidos pelos disparos.  Cláudio narrou inclusive que um dos policiais teria deixado apenas um cartucho no revólver e apertado o gatilho por duas vezes contra sua cabeça, ao estilo “roleta russa”.  Finalmente, confirmou a vítima ter sido ordenada por um dos policiais a deitar-se no chão, colocar as mãos entre as pernas, fechar os olhos e, quando assim procedeu, “ouviu dois disparos e sentiu um tranco no peito e a testa queimar”, sendo gravemente ferido.
 
          17.     Em seus depoimentos, todos os policiais envolvidos confirmam que os garotos foram presos e levados a um local ermo.  Também confirmam que o Cabo Carvalho expressou claramente o desejo de matar Aluísio, pois estava convencido de que ele era o assassino de seu filho.  Embora nenhum dos policiais ouvidos tenha confirmado ter presenciado a execução, vários dizem ter visto o Cabo Carvalho afastar-se dos demais, voltando após serem ouvidos alguns disparos e dizendo que os rapazes haviam sido “julgados e condenados”.
 
          18.     Outro importante ponto é a conclusão do inquérito policial militar e dos procedimentos administrativos instaurados contra os policiais.  Nestes expedientes, após análise das provas coletadas, confirmou-se a veracidade dos fatos e concluiu-se pela culpabilidade dos réus.
 
          19.     Assim, embora não tendo sido concluído o respectivo processo criminal, inúmeras são as provas que indicam a materialidade dos fatos – morte de Aluísio e graves lesões em Cláudio – e a autoria dos mesmos por Policiais Militares do Estado de São Paulo.  Isto posto, verifica-se a responsabilidade do Estado brasileiro pelas violações de que foram vítimas os dois jovens, em ofensa ao Artigo I da Declaração Americana.
 
            2.         Garantias judiciais e devido processo legal
 
          20.     Verifica-se dos documentos e informações apresentados pelo Governo e pelos peticionários que o processo judicial relativo aos crimes cometidos contra Aluísio e Cláudio foi extremamente lento.
 
          21.     Elementos extraídos do processo indicam que, em diversas ocasiões, as audiências deixaram de ser realizadas e foram reprogramadas por não se encontrarem presentes os defensores dos réus. As evidências obtidas foram anuladas por formalismos, retirando eficácia ao processo. Tais fatos indicam a adoção de uma estratégia dilatória pela defesa,  aceita de facto pela promotoria e pela Justiça Militar, o que acabou por prejudicar o andamento normal do processo, provocando grande atraso em prejuízo da justiça e dos direitos da vítima.
 
          22.     Por outro lado, os peticionários comprovaram que os pedidos elaborados pela acusação para conversão do julgamento em diligência foram fundamentados e solicitados no interesse do processo, uma vez que se pretendia produzir provas adicionais a serem apresentadas quando do julgamento.
 
          23.     Em face de tais dados, entende a Comissão que embora existentes recursos judiciais de que se podiam valer as vítimas de violação de direitos humanos no caso aqui analisado, tais recursos não foram rápidos e efetivos.  Houve demora excessiva por parte do Estado no julgamento dos acusados pelas violações e mais de oito anos após os fatos os responsáveis ainda não haviam sido condenados.  Violou o Estado Brasileiro, assim, aos artigos 8 e 25 da Convenção Americana.

MEDEIROS DÁ RECEITA PARA ACABAR COM O DEIC, DIGO, COM A PIRATARIA 11

CARO ANTONIO, O SENHOR SABER O PORQUE NINGUEM DENUNCIA ESSE TAL DE RAUL , AIRTON ETC?
POIS SE ELE DENUNCIAREM, SERÃO OBRIGADOS A PARA DE VENDER MOAMBA E CONTRABANDO NA PAGÉ E EM OUTRO SHOP DA REGIÃO.
VC ACHA QUE NÃO TEM FEDERAL QUE PASSA LÁ PEGANDO GRANA DE LIBANESES E CHINESES ILEGAIS (POR SINAL É 20 MIL POR CADA IDA LÁ), SE ELES DENUNCIAREM O ESQUEMA A IMPRENSA VAI CAIR EM CIMA, E SE FECHA O SHOP, ALIAS FECHA O CARAMBA, POIS OS DA PAULISTA ESTÃO TODOS LÁ FUNCIONANDO, PELO MENOS A MINHA LOJA ESTÁ. POIS AQUI O TEM SOCIO DELEGADO QUE FOI EX DELEGADO GERAL, E É AMIGO DO ADM. DAQUI, O KALIFA. SABE GENTE SOU LOGISTA, TENHO MUITOS AMIGOS POLICIA, PAGO SIM PROPRINA, POREM NÃO É TODO MES, E 4 VEZES POR ANO, PAGO PRA DEIC, PRA SECCIONAL, CENTRO, PAGO PARA O 1 DP, E SEMPRE TEM ALGUM POLICIA QUE NOS PEGA NA RUA CARREGANDO, OU A MERCADORIA CHEGANDO DO PARAGUAI E PAGO TAMBEM. TODO MUNDO SABE DISSO.
DEPOIS QUE COMEÇEI A LER ESSE BLOG, VI COMO OS POLICIAS SÃO BURROS, FICAM ESCREVENDO UM MONTE DE MERDA AQUI, E SABEM NO FUNDO QUE NUNCA VÃO CABAR COM ISSO, E ESSAS DENUNCIA SONOS FODEM, POIS AMANHA DEPOIS DE LER ISSO, VEM OS CARAS AQUI E FORÇAM A GENTE FICAR QUIETO, E PEDEM UM CAFÉ, OU SEJA VCS MANDA AS DENUNCIAS E A GENTE PAGA CARO.
POR EX. EU QUE NUNCA FUI POLICIAL, SEI MELHOR QUE O DELEGADO GERAL COMO É UMA DENUNCIA DO 181, POIS TODA VEZ QUE MANDA PARA LÁ ELES VEM AQUI FAZEM ACORDO PRA FAZER O FAMOSO RELATORIO NEGATIVO.
OU SEJA VCS CAGUETAM O QUE NÃO SABEM E NOS TEMO QUE PAGAR DOBRADO.

ENTÃO MINHA DICA PARA VCS QUE QUEREM ACABAR COM ESSA MERDA POIS PRA MIM JA TANTO FAZ. POIS NÃO AGUENTO MAIS PAGAR PAU PRA POLICIA E ALUGUEL CARO E LUVAS.

AI VAI.

1- DEVE FAZER OPERAÇÕES NAS ESTADAS CASTELO BRANCO, E REGIS BITENCOURT, PARA PEGAR OS ONIBUS DE MOAMBA, QUE SÃO SEMPRE OS MESMOS:
COSTA MAR, LINDATUR, FOZ TURISMO, JB TURISMO, TRANSMULEKE, LS TURISMO, BRASIL SUL EMPRESA DE PASSAGERIOS, PLUMA . GARCIA, NORDESTE, PRINCESA DOS CAMPOS E PRINCESA DO IVAI,, OS DE TURISMO SEMPRE DESCARREGAM ALGO NA ESTRADA, E DEPOIS VEM AQUI PARA A RUA DA BOLSA, OU NA BASE, NO FINAL DA RUA DA ROTA ESQUINA COM A CANTAREIRA. ALGUNS PARAM NO ESTACIONAMENTO DA AV. DOS ESTADOS, ONDE TEM A FERINHA DA MADRUGADA, ALI POREM PARAM MAIS OS ONIBUS DE TENIS FALSIFICADOS. E OS PLUMA , BRASIL SUL ETC, DE LINHA, PARAM OU NA BARRA FUNDA OU NO TIETE. OS HORARIOS VCS PEGAM NA INTENET, MAIS PAR QUEM NÃO TEM INTERNET, É ASSIM.
TURISMO SEMPRE CHEGA DE MADRUGADA, DAS 4 AS 7 DA AMANHA, POIS DEPOIS DESSE HORARIO TEM QUE PGAR PAU PRA GCM E PM TAMBEM, AI FIA CARO, E OS DE LINHA DAS 7 ATE AS 13 HORAS CASO DO PLUMA.
NA ESTRADA ELES SAEM DE FOZ DO IGUAÇU, E VEM COM BATEDORES ATE METADO DO CAMINHO, DEPOIS VEM POR  CONTA E RISCO, E NA CASTELO SEMPRE SÃO PARADOS PELAS VIATURAS DA PM, CONHECIDAS COMO ((  TOR  )), E SÃO PARADOS PERTO DO KM 20 ONDE DÃO EM MEDIA CADA ONIBUS 600 REAIS. E AI SEGUEM PELA MARGINAL, TIRADENTES AV DO ESTADO E FINAL, SE FOR NA BASE, LEVAM AS MERCADORIAS PRA A PAGÉ DE KOMBIS, E SE FOR NA RODOVIARIA VÃO DE TAXI, E QUANDO PARA NA RUA DA BOLSA, POR SER MUITO PROXIMO DA PAGÉ, LEVAM DE BURRINHOS, (AQUELES CARRINHOS DE MÃO DE MADEIRA DE LEVAR FUTAS), AI DEIXAR TUDO NOS CORRDORES DA PGÉ ESPERANDO A GENTE CEHGAR AS 8 PRA VENDER AS MERCADORIAS, AI QUE COMEÇA O ROLO, SE ESTIVER NO DIA ALGUMA EQUIPE DO DEIC OU SIG, TEM QUE PAGAR PRA DESCARREGAR, AI VAI DE CADA UM. SEMPRE EM MÉDIA 500 POR SACOLEIRO, E SE PEGAR NA RUA OU NO TAXI, LEVAM PRA DELEGACIA DA AREA, (DEPENDE QUEM PEGOU, SE FOR O GARRA, ACERTAM NA RUA, SE FOR DO 3 DP, LEVAM PRA AURORA, SE FOR DO 1 LEVAR PRA RUA DA GLORIA, SE OFR DO 77 PRA GLETE, SE FOR PRO 2 PRA PORTUGUESES, E ASSIM POR DIATE, ) ESSAS DELEGACIAS SÃO AS QUE MAIS PEGAM NA RUA, POIS NA PAGE DENTRO DELA SO PODE PEGAR OS CARAS DO DEIC E DIG.

ENFIM ESSA É UMA PREVIA DO QUE ESTA NO MP.

O RESTO E FACIL DE SABER:

ENTREM NA PAGE E CONFIRAM AS OFERTAS. SÃO NÃO PEGUEM EU EH E EH EH EH

NOMES DE POLICIA?

NUNCA EU SERIA CULPADO TAMBEM POIS ELES FALAM QUE SE PEGAREM EU OPFERECENDO A GRANA TAMBEM SOU PRESO.

OU SE QUISEREM MESMO VÃO NA CORREGEDORIA QUE JA FOMOS CHAMADOS LA MAIS DE 10M VEZES, E ELES TEM TUDO LÁ

MALDADE QUERER ACABAR COM O MAIOR E MAIS TRADICIONAL SÍMBOLO DA MELHOR POLÍCIA DO BRASIL…DEVEM ACABAR É COM AS DELEGACIAS DA MULHER E IDOSOS…O DEIC NUNCA! 13

Advogados pedem que Deic seja fechado

Por Claudio Julio Tognolli ( fonte: CONJUR ) 

Recurso ajuizado nesta quarta-feira (25/3), na 4ª Vara Criminal de Guarulhos , na Grande São Paulo, pede que o prédio em que funciona o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil de São Paulo seja fechado. Pede também que policiais sejam mandados de volta para a Academia de Polícia Civil. O recurso pede ainda a nulidade das acusações feitas por policiais do Deic contra Alcione Rosa Ferreira, já que os acusadores estão envolvidos num dos maiores escândalos da recente crônica policial paulistana.

Alcione Rosa Ferreira, que opera com seu pai um serviço de guincho em São Paulo, foi preso em flagrante de receptação e ficou oito meses na prisão. Em outubro de 2008, foi solto por decisão do juiz Rodrigo Capez, por falta de provas. O Ministério Público recorreu contra a libertação do acusado. Os advogados César Rodriguez, Rodrigo Palomares Domingos, Alexsander Almeida Rodrigues Maia e Janaina Maria Rodrigues Rosa também recorreram, alegando fatos novos. Sustentam que os policiais que acusaram Alcione devem ser “reciclados” e o prédio do Deic desativado.

Ferreira foi acusado pelo policial Ariovaldo Soares Grubl de ter sido o receptador de chips de computador avaliados em R$ 15 milhões. O depoimento de Grubl e o flagrante, que os advogados dizem ter sido forjado, são os principais elementos de prova contra Alcione Rosa Ferreira na denúncia contra ele levada à justiça pela promotora Miriam Fuga Borges.

No recurso, a defesa de Ferreira sustenta que Grubl e outros policiais que o acusaram estão envolvidos no suposto esquema de compra de cargos e pagamento de propinas na Polícia Civil de São Paulo, comandado pelo ex-secretário-adjunto de Segurança, Lauro Malheiros Neto e que levou à renúncia do titular da pasta, Ronaldo Marzagão.

A Corregedoria da Policia Civil e o Ministério Público Estadual estão revendo Processos Administrativos (PAs) fraudulentos, em que policiais são acusados de comprar sentenças para serem absolvidos ou reintegrados. Cinco inquéritos policiais foram instaurados para apurar as denúncias. O caso envolve denúncias de corrupção na Secretaria de Segurança Pública, suposta venda de cargos na policia e cobrança de propinas de policiais para absolvê-los em Processos Administrativos.

Policiais foram acusados pelo investigador Augusto Pena de terem pago R$ 100 mil cada um para que tivessem a demissão a bem do serviço público anulada. O policial Ariovaldo Soares Grubl é um dos acusados de fazer parte do esquema.

A defesa alega que as provas testemunhais contra eles foram prestadas por policiais metidos no escândalo que não têm credibilidade. “Essas pessoas que acusaram Alcione foram dotadas de credibilidade pela mídia, mas estão envolvidas em processos administrativos”, diz o advogado Cezar Rodrigues. “E o prédio do Deic não tem mais função social: o prédio precisa ser fechado para ser reaberto coma dignidade retomada”, postula Rodrigues.

LUCIANA – Trabalho mais em casa, na casa do senador. Como faço coisas particulares e aquele Senado é uma bagunça e o gabinete é mínimo, eu vou lá de vez em quando…TRABALHA EM PÉ, SENTADA OU DEITADA? 6

Interessante comentário de um leitor do Paulo H.  Amorim, observem a desfaçatez da filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso http://www2.paulohenriqueamorim.com.br/?p=8158 

Aqui, na minha terra, assim  denominamos a tal “jornada de trabalho flexível” para secretárias de confiança: COISA DE VAGABA!

Jose de Abreu em 27/março/2009 as 10:26

PHA
LUCIANA CARDOSO é filha do Farol da Alexandria, o homem que comprou com dinheio público seu segundo mandato, através da emenda da reeleição. Funcionária do Senado Federal, foi entrevistada pela Monica Bergamo. Suas respostas devem constar do Manual do Funcionário Público Cara de Pau como o Pai. É um primor de sinceridade, ousadia e cuidado com o dinheiro público. Tirem as crianças da sala:

Mônica Bergamo (antes de ser demitida)

LUCIANA CARDOSO

“O Senado é uma bagunça”

Funcionária do Senado para cuidar “dos arquivos” do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), Luciana Cardoso, filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, diz que prefere trabalhar em casa já que o Senado “é uma bagunça”. A coluna telefonou por três dias para o gabinete, mas não a encontrou. Na última tentativa, anteontem, a ligação foi transferida para a casa de Luciana, que ocupa o cargo de secretária parlamentar. Abaixo, um resumo da conversa:

FOLHA – Quais são suas atribuições no Senado?
LUCIANA CARDOSO – Eu cuido de umas coisas pessoais do senador. Coisas de campanha, organizar tudo para ele.

FOLHA – Em 2006, você estava organizando os arquivos dele.
LUCIANA – É, então, faz parte dessas coisas. Esse projeto não termina nunca. Enquanto uma pessoa dessa é política, é política. O arquivo é inacabável. É um serviço que eternamente continuará, a não ser que eu saia de lá.

FOLHA – Recebeu horas extras em janeiro, durante o recesso?
LUCIANA – Não sei te dizer se eu recebi em janeiro, se não recebi em janeiro. Normalmente, quando o gabinete recebe, eu recebo. Acho que o gabinete recebeu. Se o senador mandar, devolvo [o dinheiro]. Quem manda pra mim é o senador.

FOLHA – E qual é o seu salário?
LUCIANA – Salário de secretária parlamentar, amor! Descobre aí. Sou uma pessoa como todo mundo. Por acaso, sou filha do meu pai, não é? Talvez só tenha o sobrenome errado.

FOLHA – Cumpre horário?
LUCIANA – Trabalho mais em casa, na casa do senador. Como faço coisas particulares e aquele Senado é uma bagunça e o gabinete é mínimo, eu vou lá de vez em quando. Você já entrou no gabinete do senador? Cabe não, meu filho! É um trem mínimo e a bagunça, eterna. Trabalham lá milhões de pessoas. Mas se o senador ligar agora e falar “vem aqui”, eu vou lá.

FOLHA – E o que ele te pediu nesta semana?
LUCIANA – “Cê” não acha que eu vou te contar o que eu tô fazendo pro senador! Pensa bem, que eu não nasci ontem! Preste bem atenção: se eu estou te dizendo que são coisas particulares, que eu nem faço lá porque não é pra ficar na boca de todo mundo, eu vou te contar?

_________________________

Nem precisa contar o que você tá fazendo minha filha.

A gente é adulto, esclarecido e liberal. 

A gente entende! 

Entende?

Arruma um “cantinho” prá eu  te ajudar  na sua casa? 

P.S.: É so ligar ( 1391123588) , e mandar “vem aqui”; em seguida estarei dentro, digo, aí. 

FERREIRA PINTO INICIA GESTÃO NOMEANDO DENUNCIADO POR CRIME FUNCIONAL COMO DIRETOR DO DEIC 18

PARA NÃO FALAREM QUE SOU PUXA-SACO DE PROMOTOR E ALISADOR DE OFICIAL DA PM.

Vamos lá, o novo Secretário de Segurança, aparentemente, não assumirá as palavras ditas dias atrás, lembrando:
“O novo secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, disse que nenhum policial envolvido em denúncias graves vai ocupar cargos de confiança em sua gestão.”
Com efeito, para o mais VUNERÁVEL Departamento de Polícia Judiciária, o DEIC, foi indicado, referendado e nomeado pelo Governador, um Delegado denunciado por crime funcional.
O doutor MARCO ANTONIO DESGUALDO, ex-Delegado Geral que já poderia estar aposentado; por dever ético, inclusive.
Certamente, como pode alguém ter continuado como Delegado Geral depois de pilhado travando suspeita conversação com o “seu adjunto”, revelando segredo funcional supostamente quebrado por PROCURADOR DE JUSTIÇA, pertinente a outra “interceptação telefônica” e “investigação” acerca de “acertamentos com contraventores”, pretensamente, promovidos por um Diretor de Departamento do Interior.
Pois bem, conversação telefônica, por si, não prova nada, mas a omissão subseqüente, no mínimo, revela indícios de, no mínimo, prevaricação.
Tanto que o ex-Delegado Geral foi denunciado e, publicamente, nada consta acerca DE TER SIDO ABSOLVIDO.
Verdadeiramente, um Delegado de Polícia – do mais grau na cadeia de comando – acusado por “fato gravíssimo”, com denúncia recebida, não poderia permanecer em atividade, mormente, ocupando cargo de diretor do DEIC. Aliás, departamento que possui como atribuição a repressão ao crime organizado. Assim, o mais vulnerável aos encantos do dinheiro ilícito; também o mais banalizado em termos de notícias de corrupção.
Não se trata de agressão ao princípio da presunção de inocência, mas de garantir-se a credibilidade da Administração. Lembrando que, se a corrupção não nasceu durante a gestão de MARCOS ANTONIO DESGUALDO, banalizou-se com a exploração a céu aberto de atividades outrora dissimuladas. Tanto que as conseqüências nefastas – para a Polícia Civil – passaram a notoriedade nas gestões subseqüentes. Que moral ainda lhe resta?
Com efeito, ao referendar a nomeação do ex-DGP, como diretor do DEIC, para o público interno especialmente (digo: policiais), a ordem dada foi a seguinte:

NADA MUDOU, NUNCA NADA MUDARÁ NA POLÍCIA CIVIL.

ESPECIALMENTE, ENQUANTO PROMOTOR DE JUSTIÇA EMPRESTAR VERNIZ DE HONESTIDADE COMO OCUPANTE DO CARGO DE SECRETÁRIO DE SEGURANÇA EM SÃO PAULO.

QUEM PUDER QUE SE LOCUPLETE!
(obs.: desde que divida com quem de direito )

CRIME ORGANIZADO 8

Departamento de Investigações sobre Crime Organizado:
Marco Antonio Desgualdo, RG 3.893.141, ficando
em conseqüência, cessados os efeitos do Ato que o
designou para exercer a função de Delegado Divisionário
de Polícia da Assistência Policial do Demacro, e em consequência
cessado o “pro labore” correspondente;

Sete partidos políticos (PPS, PSB, PDT, DEM, PP, PMDB e PSDB) são citados na Operação Castelo de Areia, deflagrada ontem pela Polícia Federal, como supostos destinatários de doações de recursos ilícitos a partir de esquema envolvendo diretores da construtora Camargo Corrêa e doleiros. Segundo a PF, a trama consistia em licitações fraudulentas, obras públicas superfaturadas e remessa de valores desviados do Tesouro para paraísos fiscais 19

Brasil
DE SÃO PAULO
Sete partidos políticos (PPS, PSB, PDT, DEM, PP, PMDB e PSDB) são citados na Operação Castelo de Areia, deflagrada ontem pela Polícia Federal, como supostos destinatários de doações de recursos ilícitos a partir de esquema envolvendo diretores da construtora Camargo Corrêa e doleiros. Segundo a PF, a trama consistia em licitações fraudulentas, obras públicas superfaturadas e remessa de valores desviados do Tesouro para paraísos fiscais. A primeira etapa da investigação aponta para evasão de R$ 20 milhões, em estimativa da Procuradoria da República. Castelo de Areia prendeu 10 pessoas e vasculhou 16 endereços onde foram recolhidos computadores, armas, quadros, documentos financeiros e pelo menos R$ 1 milhão em dinheiro vivo. A força-tarefa estava em busca de um pen drive onde estaria armazenada a contabilidade paralela da organização euma extensa lista de políticos beneficiados. Auditores do Tribunal de Contas da União acompanharam a blitz. “Há fortes indícios de que a empresa utilizava-se de offshores e do sistema de dólar cabo para remessas de quantias pa- ra o exterior”, disse o delegado Alberto Iegas, coordenador da PF em São Paulo do combate ao crime organizado. Quatro executivos da Camargo Corrêa foram detidos: Fernando Dias Gomes, Dárcio Brunato, Pietro Francisco Bianchi e Raggi Badra Neto. Os quatro doleiros são: Jose Diney Mattos, Jadair Fernandes de Almeida, Maristela Brunet e Kurt Paul Pickel ­ este, suíço naturalizado brasileiro, é apontado como o articulador da parceria entre a cúpula da empreiteira, partidos e paraísos fiscais. Também foram presas duas secretárias da diretoria da empresa, Marisa Berti Iaquino e Darcy Flores Alvarenga. Em nota, a empreiteira negou irregularidades e se disse “perplexa”. Interceptações telefônicas da PF mostram investigados falando de políticos que teriam recebido dinheiro, entre eles os senadores Agripino Maia (DEM-RN) e Flexa Ribeiro (PSDB-PA) ­ R$ 300 mil para o primeiro, R$ 200 mil para o tucano. Os dois confirmaram a captação do dinheiro, mas alegam que foram doações regularmente registradas na Justiça Eleitoral. Também há citações, emconversas de terceiros que a PF monitorou, ao empresário Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), e a um diretor da entidade, identificado como Luiz Henrique. A procuradora da República Karen Louise Jeanette Kahn, que pediu a prisão de 14 suspeitos, diz que “impressiona o grau de rapidez e coordenação na efetivação das transações financeiras ilegais, inclusive as internacionais, o intento de simulação para ludibriar as autoridades quanto à sua identificação e destino dos recursos evadidos”. O inquérito, iniciado em janeiro de 2008 ­ a partir de vigilância a um doleiro ­ aponta para Fernando Arruda Botelho, um dos sócios da Camargo Corrêa. Ele não teve sua prisão decretada, mas é alvo da investigação. A PF apreendeu armas em um cofre de Botelho. Ao autorizar a operação, o juiz Fausto Martin De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal, assinalou trechos de grampos que fazem “menção a divisão de valores, em tese, doados para partidos políticos”. A investigação da PF sugere que Botelho teria participado da distribuição de doações da empreiteira para partidos. (Agência Estado) 


Os partidos que supostamente receberam doações ilegais da empreiteira Camargo Corrêa preferiram apenas rechaçar as acusações de caixa 2 nas eleições do ano passado. Somente o PPS foi além e ameaçou responsabilizar civil e criminalmente seus autores. Em carta assinada por seu presidente nacional,Roberto Freire, o partido classificou a acusação como “leviana” e afirmou que ação da Polícia Federal foi orquestrada “pelo Governo Lula para tentar atingir os partidos de oposição”. Já o deputado Jader Barbalho (PMDB), presidente do diretório regional do partido no Pará, recebeu com “estranheza” a suposta ligação de sua base com a empreiteira. “Não temos nenhum relacionamento com dirigentes da Camargo Corrêa. Se recebemos, recebemos na conta do partido. Desconheço qualquer ilegalidade”. Rodrigo Maia, presidente nacional do DEM, apoia a investigação, desde que “feita dentro dos limites estabelecidos pela legislação em vigor”.Nota A Camargo Corrêa manifestou “perplexidade” diante dos fatos ocorridos ontem, “quando a sua sede em São Paulo foi invadida e isolada pela Polícia Federal, cumprindo mandado da Justiça”. Em nota, a empreiteira afirmou que não teve acesso ao teor do inquérito, ressaltou que “cumpre rigorosamente com todas as suas obrigações legais, gerando mais de 60 mil empregos no Brasil e em 20 países em que atua”.
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Confiança “O grupo reafirma que confia em seus diretores e funcionários e repudia a forma como foi constituída a ação, atingindo e constrangendo a comunidade Camargo Corrêa e trazendo incalculáveis prejuízos à imagem de suas empresas”, diz o texto. Antônio Claudio Mariz de Oliveira, veterano criminalista que defende a empreiteira, declarou que aguarda apenas o acesso aos autos “para se inteirar dos fatos e adotar as providências cabíveis”.
>>
Habeas corpus A primeira medida da defesa será o ingresso de pedido de habeas corpus para tentar revogar os decretos de prisão contra os diretores da Camargo Corrêa. “A empresa tem o máximo interesse em apurar a verdade dos fatos em nome da preservação da sua imagem”, afirmou Mariz de Oliveira. O desafio do advogado é complexo. Ele terá de desmontar as acusações que a PF lança sobre os executivos da Camargo Corrêa. 

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É SO CONVERSAR COM O MEU AMIGO GILMAR!

FICA TUDO CERTO.

O DOUTOR  DI SANCTIS  QUE SE CUIDE…

ASS.: FERNANDO JOSÉ DANTAS.

O SOLDADO ERA CASADO E DEIXOU UMA FILHA DE 10 ANOS…O MAJOR NÃO PRENDEU OS HOMICIDAS, MAS SOUBE AFIRMAR: O CRIME NÃO POSSUI VÍNCULO COM O FATO DE A VÍTIMA SER POLICIAL MILITAR (BEM, O ERÁRIO NÃO SOFRERÁ PREJUÍZOS, TAMPOUCO A CARTEIRA DE SEGUROS) 15

Polícia
FERNANDO DIEGUES
DA REDAÇÃO
Foi enterrado na manhã de ontem, no Cemitério Municipal de São Vicente, o soldado da Polícia Militar Marcio Luiz Bueno, de 31 anos, assassinado com dois tiros no Tude Bastos, em Praia Grande. O crime aconteceu na segunda-feira e os autores fugiram. A PM acredita em tentativa de roubo. De acordo com o comandante interino do 39º BPM/I, onde a vítima era lotada, major Robson Bianchi, o soldado, que estava de folga da PM no momento do crime, fazia segurança patrimonial para uma escola particular. “Descobrimos, após o ocorrido, que ele prestava serviços para uma empresa. Fazia segurança patrimonial quando foi vítima de uma tentativa de roubo. Os marginais foram para roubar um malote”.
DE FOLGA
O major contou que a PM não sabia sobre o segundo serviço de Marcio.

Ele disse que existe um trabalho de “convencimento para que os policiais militares não se arrisquem nos momentos de folga. Infelizmente, na busca de melhorar o padrão de vida, muitos acabam se ocupando nas suas folgas”.

Questionado sobre se o crime poderia ter ligação com o fato da vítima ser policial militar, o major respondeu que “isso foi totalmente afastado. Não existe nenhuma possibilidade de ter vínculo”.
ÓTIMO PROFISSIONAL
Bianchi afirmou que o soldado Bueno era um policial “dinâmico, ativo, que se prontificava em todas as ocorrências. Era um lutador,umótimoprofissional”. O assassinato foi na manhã de segunda-feira na Rua Ubaldo Pinto. O policial estacionou o furgão que dirigia e logo depois teria sido abordado por dois homens em um Palio cinza chumbo. Dentro do carro da vítima havia um malote com valor que não foi divulgado. No dia do crime o delegado Flávio Magário, do 1º DP de Praia Grande, informou que um dos marginais teria atirado. Os projéteis transfixaram o braço direito da vítima e atingiram o tórax. Uma bala atingiu o furgão, um Fiorino. Mesmo ferido, o PM dirigiu por cerca de 150 metros quando bateu em um veículo estacionado. O dono do carro, o socorrista Alex Vieira Mendes tentou socorrer Marcio, que morreu a caminho do hospital. Denúncias indicaram a localização de um veículo suspeito de ser o utilizado no crime. O Palio foi encontrado na Avenida dos Trabalhadores e foi apreendido. O carro passará por perícia, embora não existem suspeitas sobre o proprietário (foi ouvido e liberado).
UMA FILHA
Segundo Marcelo Donizetti Bueno, de 32 anos, irmão de Marcio, o soldado era casado e deixou uma filha de 10 anos. “Eleeraumcaraalegre,bondoso, bem família, amigo de todos”, disse Marcelo, que não tem idéia do que teria motivado o crime. “Espero que os autores sejam presos e que os PMs tenham mais segurança, pois eles são policiais a 24 horas do dia, independente de estarem ou não em serviço”.

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O negócio é fazer segurança em empresa de Oficial, pelo menos quando morre um praça eles mentem dizendo que o policial ao passar pelo local, cumprindo o dever de guardar a sociedade 24 horas, heroicamente interveio ; por tal  foi morto ao identificar-se como agente da lei e dar voz de prisão aos marginais.

Aí Senhor Major, esse papo é  ordem superior ou sapiência sua ?

DI RISSIO: IDÊNTICO DISCURSO DOS LÍDERES E DEFENSORES DO “ESQUADRÃO DA MORTE”…PERGUNTA PARA O TEU PAI QUE É DESEMBARGADOR! 4

14/05/200610h10

Para policiais, governo paulista é “incapaz”

CLÁUDIA COLLUCCI
da Folha de S.Paulo

Dirigentes de entidades representativas dos policiais civis e militares atribuem os ataques à fragilidade da Lei de Execuções Penais e à suposta incapacidade do governo do Estado de São Paulo de gerir os sistemas de segurança pública e penitenciário.

“Os presos mandam de fato dentro e fora das penitenciárias”, afirmou o major Sergio Olímpio Gomes, diretor da Associação dos Oficiais da Polícia Militar.

Segundo ele, todas as promessas feitas pelo governo estadual, como a instalação de bloqueadores de celulares nas cadeias e a colocação de vidros blindados nas bases comunitárias e nos carros policiais, não foram cumpridas.

“Os investimentos feitos são de fachada. Entregam carros em praça pública, fazem formatura de policial em praça pública. Mas, se não houver corte da comunicação e da logística dos criminosos, eles vão continuar promovendo esse derramamento de sangue.”

O presidente da Associação dos Cabos e Soldados da PM, Wilson Moraes, classificou os ataques contra os policiais civis e militares de “chacina”. “A Secretaria de Segurança Pública sabia das conseqüências após a transferência dos líderes do PCC. Por que não reforçou o policiamento nas delegacias e nas bases?”, questiona. A secretaria alega que houve reforço.

Moraes afirma que os policiais estão hoje “mal pagos, mal armados e mal equipados”. “Quando saem do serviço, têm que repassar o colete a prova de balas para o outro colega. Também é um absurdo deixar um policial trabalhando sozinho na viatura.”

Wilson Moraes defende que o governo substitua os secretários da Segurança e da Administração Penitenciária. “O da Segurança é arrogante, prepotente, não entende nada de segurança pública. O da Administração Penitenciária ninguém respeita.”

O delegado André Di Rissio, presidente da associação dos delegados, endossa as declarações de Moraes. “Temos um amador na Segurança e outro incompetente na Administração Penitenciária.” As assessorias de imprensa das secretarias da Segurança e da Administração Penitenciária informaram que os secretários Saulo de Castro e Nagashi Furukawa não se pronunciariam.

Para Rissio, o Estado perdeu o controle do sistema prisional, e a Justiça e o Ministério Público também não estão cumprindo seu papel. “Cadê os promotores que deveriam fiscalizar as cadeias? Por que a Justiça concede tantos indultos aos presos?”

Di Rissio diz que os detentos saem da cadeia já orientados pelos líderes. “Se ele não matar, é morto.”

Ele afirma que a polícia não vai se acovardar. “Vamos dar a resposta necessária, na proporção cabível.”
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Proporção cabível: OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE.

Mas o objetivo principal de publicarmos  matéria já antiga, relembrando e comparando as palavras de três líderes classistas, é demonstrar que  os dois representantes das entidades da Polícia MIlitar, Wilson e Olímpio, também ferinos e contundentes em suas críticas ao governo e autoridades do primeiro escalão, NÃO SOFRERAM NENHUMA ESPÉCIE DE PERSEGUIÇÃO , PRISÕES E ACUSAÇÕES  FORJADAS   PELO GOVERNO TUCANO.

E nenhum dos dois é filho de Desembargador.

E gostaria de lembrar também que  carreira muito dada a perseguir e forjar acusações contra desafetos, ainda,  É A MINHA.

Uma das inúmeras acusações contra o senhor André Di Rissio , justamente, era espionagem ilegal com o fim de forjar provas a pedido e soldo de clientes.

De resto, ele deveria perguntar ao pai Desembargador o motivo de tantos indultos aos presos.

Talvez o  Desembargador lhe respondesse:

FILHO QUEM NÃO PODE NEGAR INDULGÊNCIAS PARA RICOS E  PODEROSOS DÁ  O DÉCUPLO DE INDULTOS AOS FRACOS E POBRES! 

SER QUESTIONADO NÃO ME OFENDE, POIS QUESTIONAR É DIREITO E OBRIGAÇÃO DE TODOS…ESPECIALMENTE DE MEMBROS DA POLÍCIA 33

Assim, sem espírito de provocação, destaquei abaixo algumas das manchetes pertinentes ao atual Delegado Geral.

A responsabilidade dele, a partir de ontem,  é muito grande, pois foi colocado na condição de “O PACIFICADOR”.

Para tal tarefa, antes de quaisquer chamamentos à união, lealdade e ação, necessitamos de algumas respostas…

Vossa Excelência é, verdadeiramente, uma pessoa não afetada por rancores, sentimentos e interesses pessoais?

Para o digno Delegado  Geral  qual o  real significado de LEALDADE?

Respeitosamente, a resposta  deverá ser dada ,  diariamente,  durante a longa e profícua gestão que milhares de policiais lhe desejam.

O subscritor, inclusive!

SEU NOME FOI ESCOLHIDO PARA RESOLVER UMA DAS MAIORES CRISES DA HISTÓRIA DA CORPORAÇÃO…SINTAX, SUCEX E RELAX 3

Novo secretário troca o delegado-geral da Polícia Civil de SP

Domingos de Paulo Neto é escolhido por Antônio Ferreira Pinto; ele havia se demitido durante a greve da polícia

Marcelo Godoy – O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – O novo delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo é Domingos de Paulo Neto. Ex-diretor do Departamento de Homicídios, ele estava à frente do Departamento de Inteligência quando pediu demissão durante a greve da Polícia Civil, em setembro de 2008. Seu nome foi escolhido para resolver uma das maiores crises da história da corporação.  

 

 

Domingos de Paulo Neto assume o lugar de Maurício José Lemos Freire. Esta é a primeira mudança da gestão de Antônio Ferreira Pinto, novo secretário de Segurança Pública de São Paulo. Ferreira Pinto assumiu o cargo após a renúncia de Ronaldo Bretas Marzagão, na semana passada.

 

Após a posse, o secretário confirmou que vai mudar as cúpulas das polícias – deve modificar também chefes de polícia no interior, entre eles o de Presidente Prudente. Na quinta, o então delegado-geral Maurício Lemos Freire pôs o seu cargo à disposição. “Isso é uma coisa normal. Recebi a orientação de seguir o ritmo normal de trabalho.”

 

Desde sua posse no cargo, Ferreira Pinto anunciou que vai fortalecer as Corregedorias das Polícias Civil e Militar, tornando-as “redutos de seriedade e de combate à corrupção”. O novo titular da pasta confirmou a permanência de Guilherme Bueno de Camargo como secretário adjunto. Ligado ao secretário Luiz Antônio Marrey (Justiça), Camargo está na pasta desde maio de 2008, quando substituiu Lauro Malheiros Neto.

Ferreira Pinto afirmou que todas as denúncias de corrupção que atingiram a polícia e o gabinete da secretaria serão investigadas “com toda transparência”. “Vamos punir aqueles que são responsáveis por desvios que comprometem as instituições. Se pudermos classificar uma meta, essa é uma: fortalecer a corregedoria e cobrar responsabilidades”, disse.

O novo secretário disse que estuda medidas para reforçar as corregedorias, mas descartou a unificação delas, pois, segundo ele, cada polícia tem as suas características. O combate à corrupção não é novidade para o secretário. Ele ajudou a mandar para cadeia, em 1989, a quadrilha de policiais que havia se instalado no antigo Grupo Antissequestro da Polícia Civil – quando se tornou amigo do delegado Guilherme Santana (morto em 2008), então corregedor da Polícia Civil. Fez ainda a apuração que mostrou o desaparecimento de mil processos na Justiça Militar, envolvendo um juiz, uma promotora e beneficiando centenas de PMs.

Na quinta-feira da semana passada, um dia depois de ser anunciado no cargo, o secretário havia dito que pessoas suspeitas em casos graves não terão cargos de confiança. Ferreira Pinto tem o hábito de conduzir pessoalmente e em sigilo apurações em seu gabinete. Foi assim na Administração Penitenciária, quando, sem alarde, descobriu a fraude na construção de presídios no interior, feitos com materiais de qualidade inferior à contratada pelo governo.

Texto ampliado às 16h43 para acréscimo de informações.

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ESPERANÇAS RENOVADAS E VOTOS DE SUCESSO AO NOVO DGP…

OBRIGAÇÕES DE TODO AQUELE QUE QUER E BUSCA O MELHOR PARA A POLÍCIA CIVIL.

TODAVIA ALGUMAS CONSIDERAÇÕES EM RELAÇÃO A CERTOS  ATOS DO DELEGADO DOMINGOS PAULO NETO…

FRISEI: ATOS DO DELEGADO.

DADO A REMOVER –  SEM MAIS, SEM MENOS –  COLEGAS POR QUESTIONAREM DETERMINADAS MEDIDAS…

OU SEJA, SEGUNDO DELEGADOS QUE TRABALHARAM SOB AS SUAS ORDENS, NÃO SABE CONVIVER COM CRÍTICAS CONSTRUTIVAS.

DISSE: REMOVER IMOTIVADAMENTE…

DEPOIS, QUANDO COBRADO JUDICIALMENTE POR SEUS ATOS, ENREDAR MOTIVAÇÕES DESPROPOSITADAS. 

E SE NÃO TEVE CULPA DIRETA PELAS REMOÇÕES( “BONDES” ), TAMBÉM , AO FIGURAR COMO AUTORIDADE COATORA, NADA FEZ PARA RESPONSABILIZAR SEUS ASSISTENTES OU DIVISIONÁRIOS. MUITO MENOS  DESFAZER OS ERROS.

E LEMBRO AQUI – ALÉM DE DELEGADOS DO DHPP –  DOS TRÊS  DELEGADOS REMOVIDOS DO DIPOL NO FINAL DE 2007.

OS QUAIS RECLAMARAM AO DIRETOR SUPOSTA ESPIONAGEM EM SEUS COMPUTADORES DE TRABALHO. REPRESENTANDO PELA APURAÇÃO JUNTO A CORREGEDORIA GERAL.

LEMBRO QUE O NOVO DGP, COMO ENTÃO DIRETOR DO DIPOL,  FOI LACÔNICO…

RESPONDEU BUROCRATICAMENTE: TROCAS SÃO NORMAIS,QUALQUER RAMO POSSUI O DIREITO DE MONITORAR AS ATIVIDADES DOS FUNCIONÁRIOS ( frases semelhantes).

E NÃO DEU EXPLICAÇÃO CONVINCENTE PARA O FATO DE NÃO TER ENCAMINHADO –  PRONTAMENTE – A REPRESENTAÇÃO DOS TRÊS DELEGADOS A GORREGEDORIA GERAL. 

É CERTO QUE OS TRÊS ESTAVAM NO DIPOL DESDE A GESTÃO ANTERIOR, SOBRE A QUAL HÁ ACUSAÇÕES – NÃO SE SABE FUNDADAS OU NÃO  –  DE FRAUDES EM PROCEDIMENTOS LICITATÓRIOS.  

POR OUTRO LADO, DIAS ANTES DE PEDIR DESLIGAMENTO DO DIPOL, ELABOROU UMA REPRESENTAÇÃO EM NOSSO DESFAVOR…

EM LINHAS GERAIS, ACERCA DO FLIT PARALISANTE QUE, ALÉM DE CRÍTICAS E OFENSAS AO PRÓPRIO DIPOL, ESTARIA ASSOBERBANDO O SETOR DE INTELIGÊNCIA  DO DEPARTAMENTO… CRIANDO  O ENDEREÇO DIPOL@FLITPARALISANTE.COM.  

DO DITO RELATÓRIO – SIGILOSO – NÃO PUDE OBTER CÓPIA, TAMPOUCO LER ATENTAMENTE.

MAS, COM ABSOLUTA CERTEZA,  NÃO PARECEU SER FRUTO DE QUEM ESTAVA AO LADO DOS GREVISTAS.

PELO CONTRÁRIO!

DE QUALQUER FORMA NÃO TENHO  A REFERIDA REPRESENTAÇÃO…

E A PARCIALIDADE DISTORCE O REAL.

ENFIM, DESEJO AO NOSSO NOVO DELEGADO GERAL:  SINTAX, SUCEX E RELAX .

 

O SECRETÁRIO SABE QUE A DELEGACIA GERAL NUNCA SE POSICIONOU FAVORÁVEL À GREVE…LAMENTÁVEL SERVIR AO CHEFE EM VEZ DE AO DIREITO E A JUSTIÇA 23

Delegado-geral de SP deixa cargo à disposição de novo secretário da Segurança

MARINA NOVAES
da Folha Online

O delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Maurício Lemos Freire, deixou seu cargo à disposição do novo secretário de Estado da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto. Ele afirmou que ofereceu seu cargo durante uma reunião com o novo dirigente da pasta, que ainda não respondeu.

“Nós tivemos uma conversa ontem [19], mas ainda não tem nada definido. Até por uma questão de educação [deixei o cargo a disposição], mas é ele quem deve definir quem fica ou não”, afirmou o delegado-geral.

Lemos Freire admite que a greve da Polícia Civil foi um momento crítico na gestão do ex-secretário Ronaldo Marzagão, que deixou o cargo na noite de terça-feira (17).

“É evidente que a greve foi um momento muito difícil para a polícia, mas o secretário sabe que a Delegacia Geral nunca se posicionou favorável à greve”, afirmou Lemos Freire.

Mesmo deixando o cargo à disposição de Ferreira Pinto, o delegado-geral disse acreditar que tem uma boa atuação diante do comando da Polícia Civil e que vai trabalhar “até o último minuto”. “A gente sempre acha que poderia fazer mais, mas acho que a polícia conquistou tudo o que era importante.”

Demissão

Marzagão alegou “motivos estritamente pessoais” para deixar o cargo. O governador José Serra (PSDB) aceitou a demissão, ressalvando que considera Marzagão “um exemplo de integridade, lealdade e dedicação”.

Apesar da alegação de motivos pessoais, o desgaste provocado pelas acusações de corrupção contra seu ex-secretário-adjunto Lauro Malheiros Neto contribuiu para a saída do secretário.

DIREITO DE GREVE ASSEGURADO AOS POLICIAIS CIVIS DE GOIÁS 3

Nosso companheiro DARTANHAM encaminhou a seguinte notícia:
16/03/09 – DIREITO DE GREVE

Por maioria de votos, a 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justica (TJGO) seguiu voto do juiz Márcio de Castro Molinari, em substituição no Tribunal, e negou provimento a recurso interposto pelo Estado de Goiás contra sentença que reconheceu o livre exercício do direito de greve pelos policiais civis. Embora previsto na Constituição Federal, o direito da categoria à greve depende de regulamentação mas, para amparar seu entendimento, Márcio Molinari lembrou decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) segundo a qual nos casos de paralisação no funcionalismo público, deve ser aplicada a Lei nº 7.783, de 1989, que regulamenta as greve dos trabalhadores da iniciativa privada.

A sentença, que revogou liminar, foi proferida em ação civil pública proposta pelo Estado de Goiás contra a União Goiana dos Policiais Civis (Ugopoci). Ao examinar o recurso, Márcio de Castro observou que desde a promulgação da Constituição Federal, os tribunais entendiam que a norma que prevê o direito de greve dos servidores públicos não tinha aplicabilidade imediata, “não obstante o reconhecimento da mora legislativa. Esse entendimento esvaziava o direito fundamental de greve no serviço público, o que vai de encontro à eficácia plena que todo direito fundamental deveria merecer”.

Citando farta jurisprudência a respeito, o relator lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu o direito de greve dos servidores públicos que, mesmo previsto na Constituição Federal de 1988, nunca foi disciplinado por legislação específica, momento em que se declarou que o Congresso foi omisso porque, durante os últimos 19 anos, não tratou do tema.

A ementa recebeu a seguinte redação: “Apelação Cível. Ação Civil Pública. Direito de Greve Assegurado. Servidores Públicos. Policiais Civis. Artigo 37, Inciso VII da Constituição Federal. Edição de Norma Complementar. Mora Legislativa. O direito de greve é constitucionalmente assegurado e não pode ser obstado em face da inércia do Poder Legislativo no tocante à edição da lei correspondente. O livre exercício do direito de greve deve ser reconhecido até que a lei que regulamenta a matéria seja editada. O Supremo Tribunal Federal, em decisão recente, no julgamento do MI 670/RD, MI 708/DF e MI 712/PA, regulamentou o direito de greve dos servidores públicos determinando a aplicação subsidiária da Lei nº 7.783/89 (Informativo 485/STF)”. Apelação Civel nº 113066-3/188 (200702496213), de Goiânia.

Fonte: site do TJGO – 12/03/2009

E AÍ COMO É QUE FICA PRA SP, ACORDA STF !!!!!!!!!