GILMAR MENDES CONFIRMA A NOSSA TESE: QUALQUER JORNALISTA TAMBÉM PODERIA SER MINISTRO DO STF 3

Amigo navegante enviou por e-mail esse trecho da entrevista de Gilmar Dantas (*) à revista (?) IstoÉ (**), que , de resto, não merece ser lida:

ISTOÉ – Muita gente diz que o STF, em cento e tantos anos, nunca condenou um parlamentar.

Gilmar – Não é verdade … esse discurso é falso. Estamos cheios de lenda urbana, porque estamos no meio de uma luta política em que, mesmo pessoas sem formação jurídica, às vezes de formação jurídica não suficiente, transformaram-se em lutadores.

ISTOÉ – Como assim?
Gilmar – São gladiadores da opinião pública. Repito: essa tese de a Justiça “ouvir as ruas” (defendida por seu desafeto, ministro Joaquim Barbosa) serve para encobrir déficits intelectuais. Eu posso assim justificar-me facilmente, não preciso saber a doutrina jurídica. Posso consultar o taxista.

http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=12523

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Melhor consultar um Jornalista, de regra, bem mais e melhor informado do que o taxista.

Por outro aspecto  –   como diria um General durante a Ditabranda – para ser Juiz basta bom  senso.

OFICIAIS DA PM SÃO OS DONOS DA NOITE EM CAMPO GRANDE 2

Coronéis bombeiros são donos de casas noturnas em CG

Dois oficiais superiores do Corpo de Bombeiros Militar são investigados por Corregedoria. Na PM, oficial tinha site pornográfico.

Crédito: Divulgação

Casas noturnas de Campo Grande estão na mira do Ministério Público. Bares e boates são de coronéis do Corpo de Bombeiros Militar e funcionam de forma ilegal. Crimes que os repórteres da TV Morena mostraram com exclusividade no Bom Dia MS.

Os estabelecimentos que engordam a renda dos oficiais superiores da PM funcionam sem autorização ambiental. Os coronéis ignoram as leis, quando deveriam zelar pelo seu cumprimento.

Segundo investigação da Corregedoria dos Bombeiros, os oficiais seriam donos de duas das maiores casas noturnas de Campo Grande. Segundo o Ministério Público, militares são proibidos de exercer atividade comercial enquanto estão na ativa. Nesse caso, apenas um dos oficiais é considerado da ativa, já que foi cedido para a Assembleia Legislativa para servir o gabinete do deputado Marquinhos Trad (PMDB). O deputado fez a solicitação ao governador André Puccinelli.

As investigações apontam que o tenente-coronel Leonardo Varanda Coimbra é dono da boate “Tango”. localizada na rua da Paz entre as ruas Bahia e Rio Grande do Sul, a 100m do Fórum de Campo Grande. Processos trabalhistas apontam Leonardo, como o responsável legal do estabelecimento

O outro bombeiro militar investigado é o coronel Carlos José Roledo. Documentos da Junta Comercial revelam que ele e o filho José Carlos Roledo Júnior, também militar e sargento da PM, são os donos do “Miça Bar”, que fica na avenida Afonso Pena, o metro quadrado mais caro em Campo Grande.

A investigação das casas noturnas, no entanto, não começou na Corregedoria. As primeiras denúncias foram feitas na Delegacia de Meio Ambiente e de Proteção ao Turista. Vizinhos procuraram a polícia para reclamar do barulho que os estabelecimentos provocam.

Ao investigar, a Polícia Civil descobriu que os estabelecimentos não possuem licença ambiental. O documento é exigido para funcionamento de bares e boates. Além de outros pontos, a licença prevê isolamento acústico, para evitar que o barulho incomode os vizinhos.

“A comunidade em geral, a sociedade sofre, porque o licenciamento ambiental existe para que seja cumprida as regras ambientais. A pessoas para conseguir o licenciamento primeiro tem que se adequar. A partir do momento que ele não tem o licenciamento ninguém garante que ele esteja adequado”, diz o delegado Fernando Villa.

Para afastar a polícia, o dono da boate, o tenente coronel Leonardo Varanda Coimbra, chegou a apresentar o protocolo de um projeto de alvará que teria sido encaminhado ao Corpo de Bombeiros. No documento, consta a assinatura dos coronéis responsáveis pela emissão da licença. Mas em ofício ao delegado, os oficiais afirmaram que não assinaram nenhum projeto. A assinatura não combinou. “Diante desta notícia nós revertemos os termo circunstanciado de ocorrência em um inquérito policial para apurar se o documento é falso”, disse o delegado.

Site pornográfico

Não é raro a participação de oficiais da Polícia Militar envolvidos em crimes. Há três anos o também coronel e corregedor da instituição na época, Gustavo David Gonçalves, foi flagrado mantendo um site pornográfico onde oferecia garotas de programa. O coronel foi condenado na esfera militar e hoje responde a processo por favorecimento à prostituição. Atualmente, Gustavo David está trabalhando na área burocrática do quartel da PM em Campo Grande. O site não funciona mais.

A reportagem tentou contato por telefone com o coronel Carlos José Roledo, mas ele não quis falar. Disse apenas que só vai se manifestar depois que for oficialmente comunicado do caso. Já o tenente-coronel Leonardo Coimbra não foi encontrado no estabelecimento comercial onde responde como dono e nem na casa dele.

Um outro oficial, major Sérgio Carvalho, mantinha em Campo Grande um rede de cassinos, depois de responder a processo por tráfico. Hoje ele cumpre pena na Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Campo Grande.

HORTOLÂNDIA GANHOU TRÊS NOVOS DELEGADOS 17

a pedido, no DEINTER 9 – PIRACICABA e designa a Delegacia
de Polícia do Município de Hortolândia, para sede de exercício
da Dra. TELMA DE SOUZA BARBOSA – RG 32.090.900, Delegado
de Polícia de 4ª classe, padrão I, lotado na Delegacia Geral de
Polícia, anteriormente classificada no DEINTER 2 – CAMPINAS –
Sede.(DGP-4255-P)
a pedido, no DEINTER 9 – PIRACICABA e designa a
Delegacia de Polícia do Município de Hortolândia, para sede de
exercício do Dr. JESUS ROBERTO DE CARVALHO JUNIOR – RG
19.417.281, Delegado de Polícia de 3ª classe, padrão II, lotado
na Delegacia Geral de Polícia, anteriormente classificado no
DECAP.(DGP-4258-P)
a pedido, no DEINTER 9 – PIRACICABA e designa a Delegacia
de Polícia do Município de Hortolândia, para sede de exercício
do Dr. RODRIGO MARCEL PORTO – RG 20.300.609, Delegado
de Polícia de 3ª classe, padrão II, lotado na Delegacia Geral de
Polícia, anteriormente classificado no DECAP.(DGP-4261-P)

REVOGADA INJUSTA REMOÇÃO DE DELEGADO 1

Tornando sem efeito a Portaria DGP – 4.203/2009,
publicada a 10 de junho de 2009, que designou o Dr. FABIO
DE OLIVEIRA MARTINS PIERRY – RG 15.285.080, Delegado de
Polícia de 3ª classe, padrão II, lotado na Delegacia Geral de
Polícia, classificado no DEINTER 6 – SANTOS, para ter sede de
exercício na Delegacia de Polícia do Município de Sete Barras,
mantendo sua sede de exercício na Delegacia Seccional de
Polícia de Santos.(DGP-4268-P)
De 17-6-2009

MAIS UMA SABOTAGEM CONTRA O GOVERNO JOSÉ SERRA…(sabotagem da “TURMA DA BOQUINHA”) 3

dança da garrafaSão Paulo recolhe nas escolas 50.628 mapas-múndi com erros

Mapa foi distribuído para crianças e adolescentes de 11 a 17 anos; erro foi identificado pela Cenp

AE – Agência Estado

SÃO PAULO – A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo mandou recolher ontem 50.628 mapas-múndi por erros gráficos que alteram a divisão regional do Brasil. O material, que fora distribuído em fevereiro às escolas estaduais, não continha a demarcação entre os Estados do Pará e Amapá, que aparece identificado no mapa com a sigla AM, quando o correto é AP – a sigla AM é do Amazonas. A rede estadual de ensino tem cerca de 5.300 colégios e 5 milhões de alunos.

De acordo com a nota oficial da pasta, há erro também na representação das bacias hidrográficas brasileiras. O Rio Grande, que delimita as divisas dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, aparece deslocado para dentro do território mineiro. “As linhas divisórias entre os Estados encontram-se ligeiramente deslocadas em relação à base hidrográfica”, explica a nota. O erro foi identificado pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas (Cenp), responsável na secretaria pela seleção dos livros didáticos, paradidáticos e material pedagógico distribuídos aos alunos do ensino médio e da 5ª à 8ª série do ensino fundamental.

O mapa foi distribuído para crianças e adolescentes de 11 a 17 anos. De acordo com o comunicado programado para ser publicado na edição de hoje do “Diário Oficial do Estado”, a Cenp diz que os erros no mapa-múndi foram constatados “no esforço de revisão permanente dos materiais distribuídos às escolas estaduais”. A secretaria não divulgou a editora que publicou o mapa com erros nem o quanto foi gasto com a compra.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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A “turma da boquinha” , ou seja, ocupantes de cargos de confiança indicados por correligionários e aliados.
O meu governador JOSÉ SERRA deve tomar muito cuidado  com os amigos e  camarilhos.

AGORA QUALQUER UM PODE SER JORNALISTA…COM MAIOR RAZÃO: QUALQUER JORNALISTA PODERIA OCUPAR AS VAGAS DE JUÍZES PELO “QUINTO CONSTITUCIONAL” 7

Por 8 a 1, STF derruba exigência de diploma para jornalistas

Segundo Gilmar Mendes, exigir o diploma é contra a Constituição Federal que garante a liberdade de expressão

Mariângela Galluci, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira, 17, que jornalista não precisa ter diploma para exercer a profissão. Por 8 votos a 1, o STF derrubou a exigência do diploma de jornalismo. Essa obrigatoriedade tinha sido imposta por um decreto-lei de 1969, época em que o País era governado pela ditadura militar. 

Relator do caso no STF, o presidente do Supremo, Gilmar Mendes, disse que o jornalismo é uma profissão diferenciada, que tem vinculação com o exercício amplo das liberdades de expressão e de informação. Segundo ele, exigir o diploma de quem exerce jornalismo é contra a Constituição Federal, que garante essas liberdades. A exigência do diploma já estava suspensa desde 2006, por uma liminar concedida pelo STF. 

O jornalsmo é a própria manifestação e difusão do pensamento e da informação de forma contínua, profissional e remunerada. Os jornalistas são aquelas pessoas que se dedicam profissionalmente ao exercício pleno da liberdade de expressão. O jornalismo e a liberdade de expressão, portanto, são atividades imbricadas por sua própria natureza e não podem ser pensadas e tratadas de forma separada”, afirmou Mendes. 

Para ele, o decreto lei de 1969 que exigia o diploma de jornalismo para quem trabalhasse como jornalista não foi recepcionado pela atual Constituição, que é de 1988. 

“Nesse campo, nessa matéria, a salvaguarda das salvaguardas da sociedade é não restringir nada”, concordou o ministro Carlos Ayres Britto.

Apesar de ter votado contra a exigência do diploma, o presidente do STF reconheceu que é inegável que frequentar um curso superior com disciplinas técnicas sobre redação e edição, ética e teoria da comunicação pode dar ao profissional uma formação sólida para o exercício cotidiano do jornalismo. “E essa é uma razão importante para afastar qualquer suposição no sentido de que os cursos de graduação em jornalismo serão desnecessários após a declaração de não-recepção do art. 4º, inciso V, do decreto-lei nº 972/1969 (que estabelecia a obrigatoriedade do diploma)”, afirmou. 

Ele sinalizou que o diploma também não deveria ser obrigatório para exercer outras profissões.

“Tais cursos são extremamente importantes para o preparo técnico e ético de profissionais que atuarão no ramo, assim como o são os cursos superiores de comunicação em geral, de culinária, marketing, desenho industrial, moda e costura, educação física, dentre outros vários, que não são requisitos indispensáveis para o regular exercício das profissões ligadas a essas áreas”, disse.

Para exemplificar esse pensamento, ele comentou de forma mais detalhada a profissão de chefe de cozinha. “Um excelente chefe de cozinha certamente poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima o Estado a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área. Certamente o poder público não pode restringir dessa forma a liberdade profissional no âmbito da culinária, e disso ninguém tem dúvida, o que não afasta, porém, a possibilidade do exercício abusivo e antiético dessa profissão, com riscos à saúde e à vida dos consumidores”, afirmou.

Os ministros afirmaram que há um excesso de regulamentação das profissões.

Durante o julgamento, o presidente do STF lembrou que vários jornalistas conhecidos do público em geral atuam ou atuaram no Brasil e no exterior sem ter o diploma de jornalismo. Ele citou como exemplos o colombiano Gabriel Garcia Marquez, o peruano Mário Vargas Llosa e os brasileiros Machado de Assis e Nelson Rodrigues. Mendes afirmou que em 1992 chegou a ser instaurado inquérito policial contra dois jornalistas que trabalhavam em São Paulo sem terem concluído a faculdade de jornalismo. Único ministro a votar a favor da obrigatoriedade do diploma, Marco Aurélio Mello afirmou que o jornalista tem de ter técnica para entrevistar, reportar e pesquisar. “Devo presumir o que normalmente ocorre, não o excepcional: que tendo o profissional o nível dito superior estará mais habilitado à prestação de serviços profícuos à sociedade brasileira”, disse Marco Aurélio.

Autor da ação que questionava a exigência do diploma para o exercício do jornalismo, o Ministério Público Federal sustentou que a obrigatoriedade violava a atual Constituição Federal, que garante a liberdade de profissão e de imprensa e prevê o direito ao livre trabalho e à livre expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação. 

Durante o julgamento, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza sustentou que a Constituição estabelece a liberdade de exercício de qualquer trabalho desde que atendidas as qualificações profissionais. 

“Essa restrição, todavia, diz respeito, apenas, às profissões cujo exercício exige conhecimentos técnicos específicos, não se referindo aos jornalistas. É que o jornalismo configura uma atividade intelectual, desprovida de especificidade, não exigindo diploma de curso superior, tendo em vista a livre manifestação de pensamento, como corolário da liberdade de expressão, assegurada em todo estado democrático de direito”, argumentou o Ministério Público.

A advogada do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Sertesp), Taís Gasparian, concordou com o procurador-geral. 

Em sua sustentação oral no plenário do STF, Taís também observou que o decreto-lei que exigia o diploma de jornalismo foi baixado durante o regime militar e tinha o objetivo de controlar a difusão de informações e a manifestação dos pensamentos.

Taís argumentou ainda que era impossível impedir que pessoas sem o diploma exercessem atividade jornalística, principalmente na Internet. 

A favor da exigência do diploma, o advogado da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), João Roberto Piza Fontes, afirmou que a obrigatoriedade não impedia as outras pessoas de escreverem em jornal.

A favor da exigência do diploma, o advogado da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), João Roberto Piza Fontes, afirmou que a obrigatoriedade não impedia as outras pessoas de escreverem em jornal.

Lei de imprensa

No fim de abril, o STF derrubou a Lei de Imprensa, uma das últimas legislações do tempo da ditadura que continuavam em vigor. Num julgamento histórico, 7 dos 11 ministros do STF decidiram tornar sem efeitos a totalidade da lei ao concluírem que ela, que foi editada em 1967, era incompatível com a democracia e com a atual Constituição Federal. Eles consideraram que a Lei de Imprensa era inconstitucional. 

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Como sou dono e , agora,  o único “jornalista” do JORNAL FLIT PARALISANTE, passarei a exigir tratamento respeitoso .

Assim, nada de pejorativos como “blogueiro” ou “diário pessoal eletrônico” .

E de certas AUTORIDADES,  nada de falarem besteiras tais como:“[A retirada do blog] foi uma medida cautelar, pois se trata de um funcionário público, e o site foi usado como veículo de difusão de calúnia, injúria e difamação”, alega Araújo Filho.  

PAULINHO DA FORÇA DÁ FORÇA PARA A LEGALIZAÇÃO DOS BINGOS 2

NOTA OFICIAL SOBRE APROVAÇÃO DO PROJETO DOS BINGOS
Escrito por Fábio Casseb   
17-Jun-2009

A direção da Força Sindical divulgou hoje a seguinte nota sobre a aprovação do projeto dos bingos:

A aprovação hoje na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados do projeto que legaliza os bingos no país só trará benefícios para a sociedade. A legalização resultará na criação de 300 mil empregos e deverá gerar aos cofres públicos cerca de 9 bilhões de reais anuais de impostos. O turismo nacional também será beneficiado pela regulamentação.

Paulo Pereira da Silva (Paulinho)
Presidente da Força Sindical

SARNEY O MAIOR (*&¨*$#@! ) VIVO NO BRASIL? NÃO…MAIOR (*&¨%%$#) DO QUE SARNEY É QUEM COM ELE FEZ ALIANÇAS 5

Considerações sobre o maior(… ²³¢£³²….) vivo no Brasil (é que já não estão entre nós ACM, Sérgio Naia, etc…):

TA NO BLOG DO MARCELO TAS

http://marcelotas.blog.uol.com.br/arch2009-06-16_2009-06-30.html

Ontem, Sarney, melancolicamente, gaguejando, discursou no Senado, pedindo que a sociedade o julgue, não pelos recentes atos da nomeação de familiares por atos secretos, mas pelos 55 anos da vida pública dele. 

OK, senador, já que o senhor está pedindo, vamos lá. Em respeito ao tempo das pessoas que aqui passam vou resumir em três pontos minhas premissas: 

1. Por ter apoiado a ditadura militar e… depois Tancredo e… depois FHC e… agora Lula, confirmando sua atuação como radical de centro, um verdadeiro gafanhoto que se equilibra no poder segundo as conveniências para estar sempre desfrutando de benesses em nível federal e também…

2. Por tudo que o senhor já causou e ainda causa ao sofrido povo do Maranhão onde sua família está desde antanho no poder e também…

3. Por ter sido eleito senador pelo Amapá, estado onde o senhor não tem domicílio- o que, by the way, é contra a lei- apenas para criar mais um curral eleitoral e ampliar seu espaço de poder sobre o sofrido povo brasileiro… 

Eis meu julgamento: Vossa Excelêcia está reprovado! 

Escrito por Marcelo Tas às 07h47
sarneymandaumtudo

DELEGADO “ZÉ MANÉ” DA POLÍCIA FEDERAL DENUNCIADO POR SUPOSTO ESTELIONATO: REQUISIÇÃO DE 54 CREDENCIAIS PARA INGRESSO NO GP BRASIL DE FÓRMULA 1 9

Delegado é denunciado por pedir credenciais para F-1

AE – Agencia Estado

SÃO PAULO – A Procuradoria da República denunciou ontem o delegado Nivaldo Bernardi sob a acusação de estelionato. Ele teria tentado induzir a erro os organizadores do GP Brasil de Fórmula 1, em 2004, requisitando em papel timbrado da Polícia Federal 54 credenciais, quatro das quais com acesso ao paddock, mesmo sabendo que a PF não participaria da segurança do evento. As credenciais pedidas pelos delegado valeriam hoje R$ 130 mil. O criminalista Paulo Esteves, que defende o policial, disse ontem que desconhecia os termos das denúncia.
O delegado só não conseguiu as tais credenciais porque, segundo a procuradoria, em uma reunião preparatória para o evento, o empresário Tamas Rohony foi informado pelo delegado Antônio Wagner Castilho que a PF não participaria do evento. Além de Bernardi, a procuradoria denunciou dois outros delegados, o então corregedor do órgão e um superintendente interino, sob as acusações de condescendência criminosa e favorecimento pessoal. Os dois teriam ocultado da procuradoria o procedimento disciplinar interno contra Bernardi – que resultou na suspensão de dez dias do subordinado.
Se os superiores de Bernardi tivessem fornecido antes a informação à procuradoria, outros três delegados poderiam ter sido denunciados no caso. O MPF só soube da investigação interna da PF contra Bernardi em dezembro de 2008. Isso só ocorreu porque o próprio delegado entrou com mandado de segurança na área cível da Justiça Federal contra a suspensão de dez dias. Uma procuradora da área civil percebeu que a conduta do delegado podia configurar crime e encaminhou os caso ao procurador da área criminal, que fez a denúncia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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A penalidade disciplinar: SÓ 10 DIAS DE SUSPENSÃO.

Quase nada, considerando-se que – hipoteticamente – a conduta poderia lhe causar demissão a bem do serviço público.

Mas ele se achou injustiçado pela hierarquia…

E com certa razão.

Ora, ele assinou o ofício, mas as credenciais seriam distribuídas internamente entre colegas, superiores e agentes.

Diga-se de passagem, é costume antigo nos órgãos policiais (nas Forças Armadas, inclusive),  esmolar-se convites e credenciais para ingresso em eventos esportivos, culturais e sociais, tais como: bailes de carnaval, festas do Havaí, concertos, shows de artistas famosos, jogos de futebol, festa do peão, etc.

BEM FEITO!

Marilena Chauí e Antonio Candido condenam presença da PM 2

Professores eméritos da USP falaram sobre a simbologia das reivindicações

Elida Oliveira – Especial para o Estado de S. Paulo 

A professora doutora em Filosofia Marilena Chauí e o professor e crítico literário Antonio Candido de Mello e Souza ministraram uma palestra na manhã desta terça-feira, dia 16, sobre a representatividade da presença da Polícia Militar no câmpus da Universidade de São Paulo.

Eles falaram sobre a simbologia do ato da PM e explicaram que é função das faculdades de Filosofia pensar e explicar o que ocorre na sociedade. Segundo Candido, o movimento de greve e as reivindicações dos professores, alunos e funcionários da USP têm papel importante para reorganizar a universidade. “O importante em casos como este é aquilo que vai servir para reorientar a estrutura na instituição”, afirmou. 

Os professores relembraram protestos anteriores em que enfrentaram a Polícia Militar e reafirmaram que são contrários à presença da PM no câmpus. 

“Eles (Marilena Chauí e Antonio Candido) servem para reforçar o nosso espírito de combate e mostram que a luta não é breve, é contínua”, disse Marco Brinati, membro da diretoria da Associação dos Professores da USP (Adusp). 

A palestra foi realizada no auditório do curso de Geografia na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, às 10h30.

PASSEATA DIA 18

A passeata organizada por estudantes, professores e funcionários foi transferida para a próxima quinta-feira (18). O início da manifestação está previsto para o meio-dia, no vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo). O ponto final da caminhada é o Largo São Francisco, onde será realizado o ato Universidade e Democracia.  

No último dia 9, soldados da Tropa de Choque da Polícia Militar de São Paulo entraram em confronto com estudantes, professores e funcionários da USP. O conflito teve início quando a polícia dispersou os manifestantes que tentavam bloquear a entrada do Portão 1 da universidade. ( fonte: Portal Terra )

Promoções dos integrantes das carreiras de Agente Policial e Agente de Telecomunicações Policial 3

PROMOÇÕES – AGEPOL E AGETEPOL
Foram publicadas no DOE de 16/06/2009, caderno executivo 1, as promoções dos integrantes das carreiras de Agente Policial e Agente de Telecomunicações Policial, nas páginas:
PROMOÇÕES – AGENTE POLICIAL – PÁGINA 1
PROMOÇÕES – AGENTE POLICIAL E AGENTE DE TELECOMUNICAÇÕES POLICIAL – PÁGINA 3
PROMOÇÕES – AGENTE DE TELECOMUNICAÇÕES POLICIAL – PÁGINA 4
Clique sobre o número da página para abrir e salvar o arquivo no formato .pdf.
Flávio Lapa Claro
Investigador de Polícia
http://www.investigadordepolicia.blog.br/archives/7130

SEGURA QUE O FILHO É TEU:“O Dr. Peterson tem autonomia para fazer as escalas que não passam pela seccional”… 19

Autonomia para escalas

“O Dr. Peterson tem autonomia para fazer as escalas que não passam pela seccional. Para comentar o assunto, ele deve ser procurado”, comentou o delegado seccional de Americana João José Dutra.

O titular de Hortolândia, Peterson Tadeu de Melo, foi procurado pela reportagem no final da tarde de anteontem, mas não foi localizado. Como ontem era feriado, ele não estava na delegacia, que funcionou sob escala de plantão. O diretor afirmou ontem que ainda não tinha recebido o ofício do sindicato.

Em março, a SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Estado informou que ainda não há definição se os policiais em preparação serão encaminhados para a região da Delegacia Seccional de Americana. E que somente depois das respectivas formaturas serão definidas as cidades que serão beneficiadas com maior efetivo. No momento, estão em andamento, em fases diversas, os concursos para seleção e contratação de 1.449 investigadores, 864 escrivães e 369 policiais científicos, além de 2,5 mil policiais militares.

O Detran (Departamento de Trânsito) abriu, em fevereiro, concurso público para o preenchimento de 1.733 vagas para o cargo de oficial administrativo. Desde 2007, cerca de 13 mil novos policiais – civis e militares – foram contratados, entre os contratados e as vagas autorizadas em concursos.

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Ora, mas as escalas não devem ser encaminhadas e conhecidas pelo Seccional?

Será que essa “AUTONOMIA” é a causa de –  passados DEZOITO MESES – a Delegacia Seccional e Departamento não respeitarem NOSSO DIREITO DE PETIÇÃO; assim dignando-se a tomada de quaisquer decisões sobre REPRESENTAÇÃO datada de 4 de dezembro de 2007.

Deixar de apreciar ou encaminhar uma petição,  devidamente encaminhada , PODE caracterizar eventual improbidade.

AGORA É TARDE…O DOENTE VIROU DEFUNTO 7

Serra diz que secretário se empenhará em apuração de denúncias de Abadia

Traficante colombiano acusa policiais do Denarc e do Detran de corrupção.
Para Ferreira Pinto, um caso como esse deve ter ‘prioridade absoluta’.

 Do G1, em São Paulo 

O governador de São Paulo, José Serra, afirmou nesta segunda-feira (15) que o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, se empenhará pessoalmente na investigação das denúncias feitas pelo traficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadia contra a polícia paulista. O Fantástico teve acesso a um vídeo no qual o traficante, quando ainda estava preso no Brasil, faz denúncias contra investigadores e delegados.

“Eu pedi ao secretário que chamasse para si todos os termos dessa investigação, para que a gente redobre o rigor para poder chegar aos responsáveis. O secretário, que é uma pessoa bastante firme, vai se empenhar pessoalmente nessa averiguação. Para que cheguemos naqueles que se corromperam em prejuízo do interesse público”, disse o governador durante evento no Palácio dos Bandeirantes.  

O secretário afirmou que irá se reunir com a corregedora para definir as prioridades da investigação. “Essa prestação de conta será tardia, porque não se consegue que um caso tão grave quanto esse fique tanto tempo sem solução e sem responsabilidade dos autores. Um caso como esse deveria ter prioridade absoluta”, afirmou. Ferreira Pinto garantiu que uma das metas de sua pasta será fortalecer a Corregedoria da Polícia de São Paulo. 

Acusações  

Mesmo longe do Brasil desde agosto do ano passado, quando foi extraditado, Abadia ainda é o foco de uma das principais investigações da corregedoria. Antes de ir embora, ele fez uma série de denúncias contra investigadores e delegados. O Fantástico teve acesso à peça principal da investigação, que é um vídeo de 47 minutos. Entre uma mordida e outra em um lanche, Abadia diz que, em vez de prendê-lo, policiais agiram como bandidos.

“Eu perguntava: ‘Quem são? São bandidos?’ Falaram: ‘Não, nós somos Denarc. Somos policiais’”, diz Abadia, na gravação.

Denarc é o Departamento de Investigações sobre Narcóticos, principal departamento da Polícia Civil de São Paulo de combate ao tráfico de drogas. Abadia prestou o depoimento em outubro de 2007, no prédio da Justiça Federal, em São Paulo. Ele estava preso há dois meses e acreditava que as informações o ajudariam a ir logo para os Estados Unidos: “Estou fazendo esta colaboração com a Justiça com o fim de ser extraditado rapidamente”.

Durante os três anos em que se escondeu no Brasil, Abadia montou um império: mansões, fazendas, barcos de luxo. Ele já era um dos bandidos mais procurados do mundo, fez várias cirurgias plásticas e usava nome falso: Antônio.

Interrogado por promotores, o traficante diz que os policiais começaram a exigir propina em 2006, cerca de um ano antes de ser preso. “Os policiais me falaram: ‘Trabalhamos com vários traficantes, com colombianos. (Eles) nos dão mesada’”. 

Sequestro  

Abadia falou ainda sobre o suposto sequestro de um comparsa: Henry Lagos, o Patcho. De acordo com o traficante, o prédio do Denarc serviu de cativeiro e policiais queriam US$ 1 milhão, cerca de R$ 2 milhões.

“Tenho certeza que eram policiais. Falaram: ‘Se você não trouxer o dinheiro, então vamos matar esse cara’”, conta Abadia no vídeo.

Depois de muita negociação, de acordo com Abadia, o valor caiu para US$ 300 mil e o “acerto” poderia ser feito em cocaína. Ramirez Abadia contou que o resgate foi pago em dinheiro vivo e que deixou os US$ 300 mil em uma esquina, dentro de um carro, bem próximo do prédio do Denarc. O colombiano, acusado de mandar matar mais de 300 pessoas, revelou que teve medo de ser assassinado pelos policiais corruptos.

“Ficamos de olho no carro. Falamos (para) que eles pegassem no carro. Não vamos entregar nas mãos, porque vão nos matar a todos e ficam com o dinheiro”, lembra Abadia.

Henry Lagos, o Patcho, foi solto e fugiu para a Argentina. Daniel Maróstica, um comparsa de Abadia que chegou a ser preso, deu os mesmos detalhes do suposto sequestro. Ele ainda alegou ter presenciado conversas entre os policiais. Teria havido uma discussão porque um dos policiais chamou o outro pelo nome: Pedro.

Pedro seria o delegado Pedro Pórrio, segundo o Ministério Público. No ano passado, ele foi transferido da delegacia de combate às drogas. Atualmente, ele está na delegacia do idoso. Na sexta-feira (12), a reportagem não o encontrou no trabalho. Por telefone, ele negou as denúncias e preferiu não gravar entrevista. 

Abadia relata ter sofrido cinco extorsões que chegariam a quase R$ 2 milhões. Três policiais do Detran – o departamento de trânsito – também são acusados pelo colombiano de cobrar propina. O traficante conta ter dado R$ 55 mil aos funcionários do Detran, que, segundo ele, eram da mesma “engrenagem” do grupo de corrupção do Denarc.

Depois do depoimento de Abadia, o Ministério Público encaminhou as denúncias para a Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo. Um ano e oito meses depois, quase nada foi feito, de acordo policiais que acompanham o caso de perto e preferem o anonimato.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública informou que o delegado Caetano Paulo Filho é o responsável pela investigação. Segundo ele, detalhes do caso não podem ser divulgados para não comprometer o trabalho realizado até agora.

Nos Estados Unidos, Juan Carlos Ramirez Abadia pode ser condenado à prisão perpétua. Aos 47 anos, o colombiano tem audiência marcada com a Justiça americana no mês que vem. Sobre a corrupção no Brasil, o traficante diz ter falado tudo. “Falei tudo que sabia. A verdade é tudo”.