O DELEGADO GERAL DEVE DETERMINAR A REMESSA DE TODO “ACERVO INQUSITORIAL” PARA AS CORREGEDORIAS AUXILIARES…CUIDA QUE O FILHO É TODO TEU! 7

Com efeito, no interior cerca de 90 % dos procedimentos de competência das corregedorias auxiliares dos DEINTER , estão sob a responsabilidade de Delegados titulares de municípios ou distritos. Ou seja, inquéritos, apurações preliminares, sindicâncias,  processos administrativos e meras cartas precatórias acabaram distribuídos para autoridades sem quaisquer vínculos com a Corregedoria.

O Delegado Geral, rotineiramente, nomeava os presidentes de processos admistrativos; em atendimento aos pedidos dos Corregedores assoberbados de feitos.

Assim  –  em face da motivação que subordinou a Corregedoria diretamente ao Excelentíssimo Secretário de Segurança –  tudo que diz respeito às atividades correcionais DEVERÁ SER IMEDIATAMENTE REMETIDO PARA A RESPECTIVA CORREGEDORIA AUXILIAR. 

FRESCAS DA RÁDIO CORREDORIA 84

BOA TARDE, PESSOAL,
 
MAIS NOTÍCIAS DA RÁDIO CORREDOR…
 
A MESMA CORREGEDORIA QUE AGE COM TANTA TRUCULÊNCIA, QUANDO VAI DAR UMA CANA EM UMA ESCRIVÃ DO PLANTÃO (JURO QUE EU QUERIA VER ESSES MACHÕES FAZEREM O QUE FIZERAM COM ELA, COM UM RECOLHA DO DEIC OU DA SECCIONAL CENTRO), MANDA UM BANDO DE COMPREENSIVOS CORDEIRINHOS, QUANDO A BRONCA É COM DELEGADO (DESDE QUE ELE NÃO SEJA CALÇA BRANCA OU DESAPADRINHADO, É CLARO)!
 
MEU COMPETENTE RADIALISTA ME CONTOU QUE, UM DELEGADO DO 13o DP (CASA VERDE – AQUELE QUE FICA NO TÉRREO DA SECC NORTE – ONDE TRABALHOU A DELEGADA DO TROFÉU, SE LEMBRAM????), PROTAGONIZOU UM “DUPLO DISPARO ACIDENTAL”(?????), BEM EM CIMA DO CUNHADO, QUANDO ESTE SAIA DO BANHO !!!!!!
 
POIS É, ESSA BESTEIRINHA, FOI REGISTRADA COM UM RDO DE PRESERVAÇÃO DE DIREITOS!!!!!!!!!!!!!!!!
 
PUXA, QUASE QUEIMEI, OS POUCOS NEURÔNIOS QUE ME RESTAM, E NÃO CONSEGUI ENTENDER COMO CONSEGUIRAM TIPIFICAR ISSO EM UM RDO NÃO CRIMINAL……
 
MAS, ME CONFORMEI…
 
AFINAL, SEI NÃO TENHO, NEM UM MILÉSIMO DA COMPETÊNCIA OU DA AMPLA VISÃO DE LEGALIDADE, DE UM COLEGUINHA DA CORRÓ, NÉ??????
 
PS: PRÁ PROVAR QUE ESTOU SEMPRE PRONTA A APRENDER E ILUSTRAR A MINHA IGNORÂNCIA, CAÇEI O RDO:
 
NR ….. – REGISTRADO NO DIA 23/08 – NO 24o DP (APESAR DO FATO TER OCORRIDO NA ÁREA DO 62o DP) – NATUREZA: OUTROS – NÃO CRIMINAL…
 
LEIAM, É UMA VERDADEIRA AULA DE DIREITO PENAL: 2 TIROS ACIDENTAIS DE 45 – CONTRA O CUNHADO QUE HAVIA ACABADO DE SAR DO BANHO E AINDA ESTAVA DE ROUPÃO….
 
RSRSRSRS
 
ELE DEVE TER UM PADRINHO E TANTO! 
 
QUER SER MEU PADRINHO, DR GUERRA???

( angel )

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Angel , melhor você morrer pagã. Ter um padrinho como eu não é “auspicioso”.

Quanto ao boletim em questão melhor seria  permanecer silente, todavia vislumbro  UMA PRESERVAÇÃO DE DIREITOS EM FACE DE EVENTUAIS ABUSOS POR PARTE DA CORREGEDORIA…

Talvez para evitar que fosse inventado UM FLAGRANTE  SUBSEQÜENTE À  APRESENTAÇÃO ESPONTÂNEA…

Consignando-se que o boletim foi  subscrito pela autoridade da Unidade em que a parte ( Delegado ) compareceu, sem prejuízo das posteriores providências da Corregedoria.

Quanto aos fatos relacionados à escrivã, queria ver o Delegado da Corregedoria  –   desafio qualquer um deles  –  metendo a mão na vagina da esposa do Law Kin Chong, do Abadia ,  do  “El Negro” ;  de qualquer chefão da contravenção ou do PCC.

O SECRETÁRIO DEVE REFORMULAR OS CRITÉRIOS PARA A INSCRIÇÃO E ADMISSÃO AO CURSO SUPERIOR: PRIVILÉGIO DE BACANAS OU ENCOSTADOS… DELEGADO DURANGO DO INTERIOR NÃO PODE FAZER O CURSO E MORRE NA 1ª CLASSE 4

DELEGADOS DEIXAM CURSO COM PMS E ACABA INTEGRAÇÃO EM SP
 
Quinta-Feira, 27 de Agosto de 2009 | O Estado de S. Paulo
 
Secretário critica decisão e defende ampliação da formação conjunta
 
A integração das Polícias Civil e Militar de São Paulo acabou. Dez anos depois de sua adoção, o projeto que previa a união dos centros de comunicação, formação conjunta nas academias e delegados e capitães dividindo salas se desfez paulatinamente. O mais novo golpe contra a integração, uma alternativa à unificação das polícias criada no governo Mário Covas (PSDB), foi dado pela cúpula da Polícia Civil. Ela decidiu abandonar o curso de formação integrado de delegados e oficiais, símbolo maior da política que é parte do plano do governo.
“A integração morreu, está morta”, disse o presidente da Associação dos Delegados de São Paulo, Sérgio Roque. Trata-se, segundo ele, de um cadáver insepulto, pois ninguém no governo assume o atual fracasso do que era um dos pilares da política de segurança pública do Estado. A rivalidade entre as instituições e os conflitos sobre o futuro das carreiras policiais ajudaram a torpedeá-la.
Em junho, a cúpula da Polícia Civil fez um estudo para justificar a separação do Curso Superior de Polícia (CSP). Com duração de um ano, o curso é condição para que o policial seja promovido para o último degrau das carreiras policiais – delegado de classe especial ou coronel. Os seis primeiros meses são feitos em separado. O segundo semestre era integrado, com aulas na Academia da Polícia Civil e no Centro de Aperfeiçoamento e Estudos Superiores (Caes) da PM. Assim ocorria desde 2001, mas, neste ano, a Polícia Civil descobriu que a prática era cara e sem sentido.
Assinado pelo delegado-geral adjunto, Alberto Angerami, o relatório que condenou a integração diz que a parte conjunta do curso teria atividades de pouco interesse para os civis. Como autoridades policiais, não faria sentido aos delegados aprender em conjunto com os oficiais. O fim da integração reduziria o CSP para seis meses, o que significaria uma economia de R$ 64 mil para o Estado, o equivalente a 3,5 carros populares. Os 15 delegados que faziam o curso foram avisados sobre o fim das aulas na PM e só devem entregar a monografia no fim do ano.
DESGASTE
Delegados ouvidos pelo Estado dizem que há algumas razões para o encerramento da formação conjunta. A primeira delas é que o clima entre as corporações piorou muito depois do conflito em frente ao Palácio dos Bandeirantes durante a greve da Polícia Civil em 2008. “O clima azedou por completo”, disse Roque, um dos líderes da greve e homem próximo da atual cúpula da Polícia Civil.
O segundo motivo seria o fato de os delegados acusarem a PM de bombardear a Proposta de Emenda Constitucional 549 (PEC), que transformaria o delegado em carreira jurídica, com vencimento idêntico ao do Ministério Público – hoje o salário de delegado é vinculado ao dos oficiais. “O lobby da PM bombardeou a PEC no Congresso. Um dos argumentos que eles usaram para derrubá-la foi que faziam o curso superior de polícia com a gente”, disse um delegado que está no CSP.
A decisão de romper a integração pegou a PM de surpresa. No Caes as vagas no curso estavam à espera dos delegados. Quando ninguém apareceu em julho, o diretor de Ensino da PM, coronel Luiz Roberto Arruda, encaminhou documento ao comandante da PM, coronel Álvaro Batista Camilo, dizendo que parar a integração era repetir erros do passado, “quando se entendia que comprar viaturas era mais importante que capacitar recursos humanos da polícia”.
Camilo procurou o secretário da Segurança, Antônio Ferreira Pinto. Por escrito, o secretário disse que os argumentos da Polícia Civil eram “inconsistentes e pífios”. Ele lamentou que delegados “desprezem uma sadia integração” e disse que, em vez de ocorrer só no CSP, ela devia começar nas academias de formação dos novos delegados e oficiais. Por fim, Ferreira Pinto indicou que vai regulamentar a questão em 2010, pois não havia até agora resolução ou decreto que instituísse a obrigatoriedade do curso conjunto.
‘É um retrocesso’, diz coronel da PM
Classe defende ensino conjunto para melhorar segurança pública
O presidente do Clube dos Oficiais da Polícia Militar, coronel Luiz Carlos dos Santos, defendeu ontem a continuidade da formação integrada de coronéis e de delegados de classe especial. Ao lado do ex-comandante-geral da PM Carlos Alberto de Camargo, Santos afirmou que a posição da Polícia Civil “é um retrocesso”. A convivência no Curso Superior de Polícia (CSP) entre pessoas que vão, em breve, comandar as duas instituições é considerada fundamental por Santos e Camargo.
A integração facilitaria o planejamento conjunto, tornaria mais eficiente a aplicação de recursos e evitaria desentendimentos e rivalidades que prejudicam a segurança pública. “Pensamos a polícia como uma área de conhecimento científico, não como alternativa de concurso público para bacharel em Direito”, disse Camargo.(grifo nosso)
Além deles, o comandante do clube dos oficiais da reserva da PM, coronel Hermes Bittencourt Cruz, também defendeu a integração. “A PM deseja a integração e não criará empecilho a essa política. Nós não criaremos problemas para o governo ou para a sociedade”, disse.
Inaugurada em 1999, a integração serviria para melhorar o desempenho das polícias. A primeira medida foi a compatibilização das áreas de delegacias e companhias da PM. Delegados e capitães se tornaram responsáveis por um mesmo território, onde planejavam em conjunto o combate ao crime.
Reuniões trimestrais comandadas pelo então secretário Marco Vinicio Petrelluzzi eram feitas para cobrar o cumprimento de metas de queda nos crimes. Quem não trabalhava em conjunto não era promovido. “A conjuntura da época nos fazia crer que a integração faria a polícia mais eficiente”, disse Petrelluzzi. Em 2001, os comandos das polícias e a secretaria passaram a ocupar um mesmo prédio, no centro de São Paulo, para que o exemplo fosse seguido pela base. Em vez disso, a integração ficou estagnada e até o edifício no centro foi esvaziado pela PM.

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Poderiamos dizer quase a mesma coisa: A POLÍCIA NÃO DEVE SER VISTA  COMO  MERA ALTERNATIVA DE CONCURSO PÚBLICO PARA QUEM COMPLETOU O ENSINO MÉDIO E BUSCA UMA CONFORTÁVEL CARREIRA DE OFICIAL  –   SEM A NECESSIDADE DE ESTUDAR CINCO ANOS INVESTINDO TEMPO E DINHEIRO COMO TODOS OS DEMAIS MORTAIS –  GANHANDO VENCIMENTOS SEM CONTRAPRESTAÇÃO, MAIS  SUBSÍDIOS PARA  LIVROS, TRATAMENTO DE SAÚDE, APARELHOS ORTODÔNTICOS E  CONTAGEM DO TEMPO DE FORMAÇÃO COMO EFETIVO EXERCÍCIO…

O OFICIALATO PARA A GRANDE MAIORIA É UMA GRANDE MAMATA…

UMA EXCELENTE ALTERNATIVA PARA QUEM NÃO É CHEGADO AO BATENTE…

NA ACADEMIA JÁ SÃO INICIADOS NA ARTE DE ENGANAR A SOCIEDADADE…

UMA CASTA BEM REMUNERADA APENAS PARA ESTUDAR.

A excelência fica por conta  –   como tudo nesta terra miserável –  de um  pequeno número de abnegados. 

Por último, que ciência policial  é essa que os estudiosos torturam , matam e, também, se deixam corromper?

Que ciência  é essa que se presta para a bajulação de políticos em troca de cargos ou para a  gestão de  firmas de segurança de duvidosa confiabilidade.  

Dez policiais são investigados por ligação com jogos de azar 6

Operação prendeu seis pessoas e apreendeu mais de 700 caça-níqueis em 8 cidades

Bruno Tavares e José Maria Tomazela

Pelo menos dez policiais civis e militares são investigados por participação na máfia do jogo que atuava no interior de São Paulo. O esquema foi desarticulado na manhã de ontem com a prisão de seis pessoas – entre elas o homem apontado como o chefe da quadrilha – e a apreensão de mais de 700 máquinas de videobingo e caça-níqueis em oito cidades. Corregedores das Polícias Civil e Militar acompanharam a operação e trabalham agora para identificar o grau de envolvimento de cada um dos policiais com o bando. A maioria trabalha em delegacias e unidades da PM no interior e na Grande São Paulo.

A investigação, coordenada pelo delegado Wilson Negrão, da Delegacia Antissequestro de Sorocaba, e por promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), teve início em abril do ano passado. “Em vez de apenas recolher as máquinas ilegais, resolvemos concentrar esforços em descobrir quem comandava a jogatina na região”, assinalou o delegado. Com autorização da Justiça, os investigadores interceptaram dezenas de telefones fixos e celulares. Também localizaram seis grandes casas de jogos em Sorocaba, que funcionavam como cybercafés de fachada. “Nos fins de semana, pessoas vinham de vans e micro-ônibus para jogar nesses lugares. Alguns eram tão grandes que pareciam cassinos”, disse Negrão.

Os negócios da quadrilha haviam se diversificado. Investiam tanto em máquinas simples, instaladas em bares para apostas de baixo valor, quanto em sistemas sofisticados, destinados às casas luxuosas, apelidadas pelos integrantes do bando de “cassinos”.

Ao todo, a 2ª Vara Criminal de Sorocaba expediu 14 mandados de prisão e 44 de busca e apreensão em Sorocaba, Votorantim, Araçoiaba da Serra, Itu, Mairinque, São Roque, Tatuí e Itapetininga. Além dos equipamentos, foram apreendidos R$ 43 mil em dinheiro. Dos 14 decretos de prisão, seis haviam sido cumpridos até a noite de ontem. Oito pessoas permaneciam foragidas.

Uma das lideranças do jogo seria Hélio de Jesus Soeiro, o Maranhão Café, candidato a vereador por Sorocaba nas eleições de 2004. Segundo a polícia, ele coordenava a distribuição das máquinas e o jogo do bicho na região de Sorocaba. Soeiro teria como braço direito Mário Celso dos Santos Teixeira. Os outros quatro presos – Pablo da Silva Dias, Daiane Cristina de Oliveira Vidal, Indiara Cristiane da Silva e o PM aposentado Nestor Ferreira – cuidavam do setor financeiro, atuando como gerentes e contadores do bando. Com o ex-PM foi encontrada uma pequena porção de maconha.

A partir de agora, policiais e promotores têm dois objetivos: localizar os foragidos e aprofundar as investigações, tanto sobre a participação dos policiais quanto dos demais acusados. Parte das provas obtidas na primeira fase da apuração deve ser usada para responsabilizar os policiais já identificados.

O secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, vinha acompanhando de perto o trabalho da polícia no caso. Ontem, após o término da operação, Ferreira Pinto viajou até Sorocaba para parabenizar os policiais e verificar os resultados da blitz, que mobilizou 370 policiais civis e militares.

SANTO ANDRÉ

A ação de Sorocaba contrasta com outras regiões do Estado. Em Santo André, por exemplo, foi preciso que a Corregedoria da Polícia Civil fizesse uma operação em conjunto com o Gaeco da cidade para fechar os bingos que operavam na cidade. Corregedores e promotores apreenderam R$ 180 mil que estavam nos cofres das casas, máquinas e até mesmo material usado para falsificar CDs. A ação da corregedoria ocorreu na segunda-feira com base em mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça. Em site na internet, os corregedores constataram que bingueiros convidavam jogadores para frequentar as casas em Santo André, pois ali não haveria repressão policial. A blitz ocorreu depois que dois investigadores, dois policiais militares e um dono de bingo foram assassinados a tiros, supostamente por integrantes da máfia do jogo.

POLICIAIS QUEREM POLÍCIA ÚNICA E CIVIL 7

Pesquisa revela que Policiais querem polícia única e civil

Dois terços dos praças e oficiais das Polícias Militares do país defendem mudanças no modelo de polícia e mais da metade dos policiais civis e militares prega a unificação das corporações. Os dados fazem parte de uma pesquisa inédita realizada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em parceria com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e o Ministério da Justiça, sobre policiais, guardas municipais, bombeiros e agentes penitenciários do país.
Com 64.130 questionários respondidos, a pesquisa O Que Pensam os Profissionais de Segurança Pública, no Brasil, será divulgada hoje, em Brasília. As respostas ajudam a compreender e a interpretar a atuação das polícias no país.

Ao responderem a pergunta “Qual o modelo ideal de polícia?”, 35% defenderam a unificação das corporações, longe da disciplina e do rigor militar, e 15% manifestaram-se pela criação de uma única polícia militarizada. Mas a maioria (50%) defende uma nova e única polícia. Atuação condicionada a um determinado tipo de crime foi defendida por 12%.

Para Marcos Rolim, professor de Direitos Humanos do Centro Universitário Metodista do Rio Grande do Sul (IPA) e um dos três pesquisadores responsáveis pelo estudo, o fato de a metade defender a unificação deve ser interpretado com cautela.

– Em todo mundo moderno, a tendência é diversificação de polícias, criando mais outras forças. As polícias enormes, pesadas, são ineficientes e difíceis de administrar – opina Rolim. Para o pesquisador, os dados indicam “necessidade de mudança”.

– A constatação mais importante é que os policiais não estão satisfeitos com o modelo de polícia existente – opina Rolim.
Diretor da Academia da Polícia Civil do Rio Grande do Sul (Acadepol), delegado Mario Wagner acredita que os resultados indicam necessidade de se repensar as polícias.

– As polícias hoje precisam defender as garantias individuais do cidadão, nas suas relações entre si. É uma mudança de foco no sentido de se buscar uma prestação de serviços mais eficiente – pondera o delegado.

Com 29 anos de dedicação à Polícia Civil, Wagner defende a preservação da identidade das duas corporações bicentenárias:

– Juntar as duas identidades, agora, seria um fracasso.

O conteúdo de algumas respostas é revelador. Ao responderem, por exemplo, o que fariam se flagrassem um colega recebendo propina, 42% disseram que conversariam e pediriam que o parceiro não fizesse mais e 25% fingiriam não terem visto a cena – ou seja, 65% não prenderiam em flagrante o corrupto. Um em cada cinco denunciaria o companheiro de corporação e apenas 2% pediriam para dividir a propina.

– Fica evidente as limitações de formação e de compromisso moral de parte dos policiais brasileiros – alerta Rolim.

Fonte: Zero Hora

A ADMINISTRAÇÃO TRATA POLICIAL COMO LIXO…MAS HÁ QUEM OS CULPE PELA LETARGIA…PELA INÉPCIA 20

Estudo mostra insatisfação de policiais

Números revelam também condição preocupante de trabalho

Fernanda Aranda

Pesquisa inédita realizada a pedido do Ministério da Justiça (MJ) deu voz aos policiais brasileiros e encontrou altos índices de insatisfação com o modelo de gestão da segurança nacional, além de números que revelam condições de trabalho preocupantes. Foram ouvidos 64.130 homens das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros, da Guarda Civil e agentes do sistema penitenciário. Um em cada cinco afirmou já ter sido torturado em serviço e mais da metade (53,9%) disse ter sofrido humilhações de superiores. Uma parcela ainda maior, 72,2%, reconheceu que há mais rigor com as questões internas – como exigir botas perfeitamente engraxadas – do que com fatores que afetam, de fato, a segurança pública.

O estudo entrevistou os participantes com a aplicação de questionários virtuais entre abril e maio. Os pesquisadores, ligados ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública, identificaram que 69,8% de cabos, praças, sargentos, delegados, agentes e oficiais querem mudanças no modelo institucional e, na avaliação dos autores, a origem das reivindicações está atrelada também à vitimização da profissão, mapeada de forma pioneira na enquete.

Um dos dados encontrados é que 20,5% sofreram tortura. Apesar do questionamento sobre a utilização dessa prática não ter contemplado só agressão física mas também tortura psicológica, a pesquisa ressalta que não pode ser desconsiderado que a violência é ainda um “instrumento pedagógico” nas instituições policiais. Os pesquisadores ressaltaram que “o sofrimento mental pode ter inflacionado o porcentual de respostas afirmativas, no entanto, essa teoria é enfraquecida porque no mesmo questionário foi abordado quantos deles sofreram humilhação”, o que seria só assédio verbal. Nesse caso, o índice encontrado foi muito maior: 53%.

As taxas de tortura são mais altas entre PMs e bombeiros – 26,7% e 25,9%. “A impressão de que o militarismo favorece o próprio policial caiu por terra com a pesquisa”, afirma Silvia Ramos, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes e autora da publicação. “E não é só a arquitetura da gestão que é questionada. Os policiais são os primeiros a serem críticos com o próprio desempenho, sabem que a segurança não vai bem.”

Luiz Eduardo Soares – outro autor da pesquisa e ex-secretário Nacional de Segurança Pública – acredita que o atual modelo herdado da época da ditadura é arcaico para o contexto atual e “essa sensação está na prática”. Para ele, “o sentimento de vitimização encontrado é uma das essências que o próprio molde de gestão acarreta”.

CIVIS

Ainda que os militares tenham se mostrado mais sensíveis, as críticas também aparecem na instância civil. Entre eles, os índices de ameaça no serviço, discriminação e até assédio sexual foram o maiores do que os detectados em militares.

O advogado Roger Franchini (que acaba de lançar o livro Ponto Quarenta, Polícia Civil para leigos) desligou-se da Polícia Civil em 2008, após seis anos no posto de investigador de São Paulo. Agora, está à vontade para criticar o modelo que precisou seguir. “Os meus treinamentos de tiro, por exemplo, eram feitos sem proteção auricular, porque diziam que eu tinha de me acostumar com aquilo”, cita como um dos exemplos. “Há uma exigência de ultrapassar o limite físico, sem contrapartida de salários dignos. O estresse aumenta porque para o policial a ameaça, constante, de perder o emprego parece mais grave. Se você é mandado embora, não há como procurar trabalho em outra delegacia, as portas fecham para sempre.”

Franchini diz ter sido repreendido pela polícia por enviar uma carta a um jornal criticando a estrutura da academia. Um inquérito de prevaricação foi instaurado contra ele (já arquivado) e um processo de crime de opinião política por causa disso está em andamento.

Regina Mikki, diretora da Secretaria Nacional de Segurança Pública, ligada ao MJ, disse os dados encontrados “servirão de ponto de partida para a criação de grupos de trabalho para aperfeiçoar a condição de trabalho das polícias”. O secretário-geral do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, acredita que os indicadores servem para sustentar o debate prático, e não só acadêmico, da necessidade de mudança.

“A Polícia Civil de São Paulo encontra-se em um estado de letargia, inépcia”…A INÉPCIA É RESULTADO DOS VINTE ANTECESSORES DO EXMO SECRETÁRIO 22

Secretário diz que Polícia Civil de SP está em “letargia” e deve resgatar investigação
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GABRIEL MESTIERI
colaboração para a Folha Online

O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, afirmou nesta quarta-feira que a Polícia Civil está em estado de “letargia e inépcia” e anunciou mudanças para resgatar seu “caráter investigativo”.

“A Polícia Civil de São Paulo encontra-se em um estado de letargia, inépcia”, disse Ferreira Pinto em um debate sobre segurança pública organizado pela Fecomercio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo). “Ela deve ser resgatada em sua atividade de investigação, que hoje é ínfima”, afirmou o secretário, a uma plateia formada majoritariamente por policiais.

Entre as mudanças –algumas em implementação e outras já em vigência–, estão a cobrança de resultados das polícias por parte da secretaria, o fortalecimento da Corregedoria da Polícia Civil –que, antes subordinada à Delegacia Geral, passará a responder diretamente ao gabinete do secretário– e outras operacionais, que devem permitir à Polícia Civil ampliar sua capacidade de investigação.

A subordinação direta da Corregedoria Geral ao gabinete do secretário visa evitar represálias dentro da Polícia Civil. Antes, um corregedor poderia se sentir acuado ao investigar outro policial, temendo que no futuro este mesmo policial estivesse em situação hierárquica superior à sua. A medida foi publicada na edição desta quarta-feira do “Diário Oficial” do Estado.

O secretário citou ainda a redução pela metade do número de policiais do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) e do GOE (Grupo de Operações Especiais), o que liberou mais policiais civis para trabalhos de investigação.

Outra medida destinada a liberar mais policiais funções repressivas, é a transferência da responsabilidade da escolta de presos transferidos em pequenas e médias cidades à Polícia Militar. Atualmente, a Polícia Civil realiza essa tarefa em 127 municípios do interior.

O secretário afirma que, com as mudanças, os policiais civis vão ser mais cobrados por resultados.

Para ressaltar como considera importante a cobrança de resultados em sua gestão, Ferreira Pinto cita o caso do Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado), cujo comando foi trocado após apenas dois meses porque o “trabalho não estava a altura”.

Polícia Militar

Quanto à Polícia Militar, Ferreira Pinto afirmou que considera que a polícia precisa estar na periferia. Ele afirmou que a Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) precisa atuar em locais onde a cobertura das equipes convencionais da PM é ineficiente.

O secretário afirmou ainda que a Polícia Militar deixará de registrar termos circunstanciados [espécie de boletim de ocorrência para crimes de menor gravidade]. A PM estava autorizada a registrar os termos em alguns locais do Estado, mas a função voltará a ser exercida com exclusividade pela Polícia Civil.

“RÁDIO CORREDORIA” 272

BOA NOITE,
 
SOUBE HOJE,  NA RÁDIO CORREDOR, QUE NOSSA ILUSTRÍSSIMA CORREGEDORA, ESTÁ PRESA A CADEIRA, POR UM ÚNICO FIO!!!
 
A CAUSA DISSO, SERIA, ALÉM DA DIVULGAÇÃO DAS AMEAÇAS FEITAS AOS COLEGAS COM RESTRIÇÃO JUNTO AO SPC E SERASA, NO FLIT E NO INVESTIGADOR DE POLÍCIA, A DESASTRADA AÇÃO DE UM DELEGADO, AO EFETUAR  A PRISÃO DE UMA ESCRIVÃ, NO 25o DP DE SAMPA.
 
O COMPETENTÍSSIMO DELEGADO, ACOMPANHADO DE EQUIPE (TODA MASCULINA), TERIA IDO AO PLANTÃO DO 25o, PARA FLAGAR O RECEBIMENTO DE  DINHEIRO, PELA ESCRIVÃ QUE, AO SER ABORDADA, NEGOU SEU RECEBIMENTO.  APÓS TER TIDO SEU ARMÁRIO E PERTENCES REVISTADOS, SEM SUCESSO, FOI CONDUZIDA A UMA SALA E LÁ  DESPIDA, QUANDO, EM SUA CALCINHA, ENCONTRARAM CERTA QUANTIA EM DINHEIRO, QUE CORRESPONDIA AO VALOR INDICADO PELA VÍTIMA.
 
O ESPERTÍSSIMO DELEGADO, TERIA REGISTRADO TODO O PROCEDIMENTO, COM ABUNDANTE QUANTIDADE DE FOTOS, COM AS QUAIS, PRETENDIA ILUSTRAR O “LEGALÍSSIMO” FLAGRANTE.
 
A COLEGA TERIA SIDO, REALMENTE AUTUADA EM FLAGRANTE E, O INTELIGENTE DELEGADO, ESTARIA RESPONDENDO POR ABUSO DE AUTORIDADE!
 
A CORREGEDORIA ESTARIA FAZENDO GRANDE ESFORÇO, PARA MANTER EM SIGILO, A INFELIZ AÇÃO!!!!
 
FIZ CONTATO COM COLEGA DO 25o DP, QUE PEDIU PARA NÃO SER IDENTIFICADO, MAS RATIFICOU A INFORMAÇÃO!!!!
 
A COMPETÊNCIA DA CORREGEDORIA, AO QUE TUDO INDICA, NÃO CONHECE LIMITES…
 
ESTAMOS PODIDOS!
 
NÃO SATISFEITOS EM IGNORAR, ACINTOSAMENTE,  OS MAIS ELEMENTARES PRINCÍPIOS LEGAIS, AGORA, FAZEM PROVA DISSO!!!
 
INACREDITÁVEL…

( angel )

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O negócio e correr desses corregedores….

A bruxa anda mesmo solta!

DECRETO Nº 54.710/2009 – Transfere, para o Gabinete do Secretário da Segurança Pública, a Corregedoria Geral da Polícia Civil -CORREGEDORIA e dá providências correlatas 16

Enviado por JOW  em 26/08/2009 às 5:54

DECRETO Nº 54.710, DE 25 DE AGOSTO DE 2009

Transfere, para o Gabinete do Secretário da Segurança Pública, a Corregedoria Geral da Polícia Civil -CORREGEDORIA e dá providências correlatas

JOSÉ SERRA, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,

Decreta:

Artigo 1º – Fica transferida, com seus bens móveis e equipamentos, acervo, direitos e obrigações, cargos e funções-atividades, da estrutura básica da Polícia Civil do Estado de São Paulo, da Secretaria da Segurança Pública, para o Gabinete do Secretário, a Corregedoria Geral da Polícia Civil – CORREGEDORIA, reorganizada pelo Decreto nº 47.236, de 18 de outubro de 2002,alterado pelos Decretos nº 51.039, de 9 de agosto de 2006, e nº 48.666, de 18 de maio de 2004, observadas as disposições deste decreto.

Parágrafo único – A CORREGEDORIA passa a subordinar- se diretamente ao Secretário da Segurança Pública.

Artigo 2º – A remoção de integrantes das carreiras a seguir indicadas, em exercício na Corregedoria Geral da Polícia Civil – CORREGEDORIA somente poderá ocorrer nas seguintes situações:

I – de integrante da carreira de Delegado de Polícia, mediante pedido do interessado, com seu assentimento ou por decisão do Secretário da Segurança Pública, após manifestação do Delegado de Polícia Diretor da Corregedoria Geral da Polícia Civil;

II – de integrante das carreiras policiais civis de que trata a Lei Complementar nº 494, de 24 de dezembro de 1986, mediante pedido do interessado, com seu assentimento ou por decisão do Delegado de Polícia Diretor da Corregedoria Geral da Polícia Civil.

Artigo 3º – Quando se tratar de integrante da carreira de Delegado de Polícia ou das carreiras policiais civis de que trata a Lei Complementar nº 494, de 24 de dezembro de 1986, em exercício na Corregedoria Geral da Polícia Civil – CORREGEDORIA, a decisão que determinar a aplicação da penalidade de remoção compulsória, prevista no artigo 68 da Lei Complementar nº 207, de 5 de janeiro de 1979, deverá ser submetida ao Secretário da Segurança Pública.

Artigo 4º – Os dispositivos a seguir relacionados do Decreto nº 47.236, de 18 de outubro de 2002, passam a vigorar com a seguinte redação:

I – o artigo 1º:

“Artigo 1º – A Corregedoria Geral da Polícia Civil – CORREGEDORIA, órgão policial de controle interno das atividades policiais civis, subordinado diretamente ao Secretário da Segurança Pública, com nível de Departamento Policial, fica reorganizada nos termos deste\decreto.”; (NR)

II – o inciso II do artigo 5º:

“II – realizar visitas de inspeção e correições extraordinárias em qualquer unidade policial, cientificado o Secretário da Segurança Pública;”; (NR)

III – o inciso II do artigo 18:

“II – manisfestar-se sobre assuntos de natureza disciplinar que devam ser submetidos à apreciação do Secretário da Segurança Pública ou do Delegado Geral de Polícia, bem como designar o Titular da Unidade Processante Especial;”. (NR)

Artigo 5º – Fica acrescentado ao artigo 18 do Decreto nº 47.236, de 18 de outubro de 2002, o inciso XVII, com a seguinte redação:

“XVII – manter o Secretário da Segurança Pública permanentemente informado sobre o andamento das atividades da CORREGEDORIA.”.

Artigo 6º – O inciso III do artigo 2º do Decreto nº 39.948, de 8 de fevereiro de 1995, com nova redação dada pelo artigo 31 do Decreto nº 51.039, de 9 de agosto de 2006, alterada pelo artigo 28 do Decreto nº 54.359, de 20 de maio de 2009, passa a vigorar com a

seguinte redação:

“III – órgão de apoio e execução da Delegacia Geral de Polícia, Departamento de Identificação e Registros Diversos da Polícia Civil – DIRD;”. (NR)

Artigo 7º – O artigo 31 do Decreto nº 39.948, de 8 de fevereiro de 1995, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Artigo 31 – O Conselho da Polícia Civil é composto dos seguintes membros:

I – o Delegado Geral de Polícia, que é seu Presidente;

II – os Delegados de Polícia Diretores das unidades referidas nos incisos II, III, IV e V do artigo 2º deste decreto, com a redação dada pelo artigo 31 do Decreto nº 51.039, de 9 de agosto de 2006, e alterações posteriores;

III – o Delegado de Polícia Diretor do Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN;

IV – o Delegado de Polícia Diretor da Corregedoria Geral da Polícia Civil.

§ 1º – O Vice-Presidente do Conselho da Polícia Civil é o Delegado Geral de Polícia Adjunto e substitui o Presidente em seus impedimentos legais e temporários, bem como ocasionais.

§ 2º – O Conselho da Polícia Civil conta com uma Secretaria para executar seus serviços administrativos, dirigida por um Secretário, Delegado de Polícia de Classe Especial, de livre escolha do Delegado Geral de Polícia.”. (NR)

Artigo 8º – As Secretarias de Economia e Planejamento e da Fazenda providenciarão, em seus respectivos âmbitos de atuação, os atos necessários ao cumprimento deste decreto.

Artigo 9º – Este decreto entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário, em especial:

I – do Decreto nº 47.236, de 18 de outubro de 2002:

a) o inciso XIV do artigo 18;

b) os artigos 36 e 38;

II – o Decreto nº 47.750, de 4 de abril de 2003;

III – o artigo 3º do Decreto nº 48.666, de 18 de maio de 2004;

IV – os artigos 30, 31 e 33 do Decreto nº 49.264, de 20 de dezembro de 2004;

V – o Decreto nº 54.261, de 22 de abril de 2009.

Palácio dos Bandeirantes, 25 de agosto de 2009

JOSÉ SERRA

Antonio Ferreira Pinto

Secretário da Segurança Pública

Francisco Vidal Luna

Secretário de Economia e Planejamento

Mauro Ricardo Machado Costa

Secretário da Fazenda

Aloysio Nunes Ferreira Filho

Secretário-Chefe da Casa Civil

Publicado na Casa Civil, aos 25 de agosto de 2009.

MANUAL DO CONTROLE EXTERNO DA POLÍCIA…MAS AINDA HÁ POLÍCIA NO BRASIL? 16

25/08/2009 – 14h57
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Novo manual traz diretrizes nacionais para controle da polícia pelo Ministério Público
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Um manual contendo diretrizes nacionais para o controle externo da atividade policial pelo Ministério Público foi lançado nesta terça-feira no Rio de Janeiro. Na prática, o controle já é feito de forma isolada em todo o país, desde que a Constituição de 1988 deu essa atribuição ao Ministério Público, mas sem uma regulamentação nacional para a tarefa.

O manual tenta preencher essa lacuna, com a publicação de estratégias e sugestões de ações para que promotores e procuradores exerçam o controle externo da polícia, mediante o acompanhamento de inquéritos policiais, das prisões e apreensões e até de abusos cometidos por policiais.

Segundo o presidente do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais dos Ministérios Públicos dos Estados e da União, Leonardo Bandarra, o objetivo não é intervir na polícia, mas fiscalizar o trabalho dela e contribuir para sua melhoria.

“Hoje a polícia merece um controle mais efetivo. O controle externo da atividade policial, por determinação da Constituição, cabe ao Ministério Público. O Ministério Público não vai se furtar a esse dever e vai fazer cada vez mais com que a polícia seja bem investigada e bem controlada, para que possa exercer seu trabalho de forma independente e eficaz”, disse.

Bandarra informou que entre as diretrizes do novo manual está a realização de vistorias periódicas de promotores nas delegacias de todo o país, para acompanhar os inquéritos e investigações policiais e fazer um controle do material apreendido pela polícia, como drogas e armas.

“Você vai a uma delegacia de polícia e registra a ocorrência de um crime de furto ou de roubo, e isso fica engavetado. Com a presença do promotor na delegacia, esse crime não mais poderá ser engavetado, porque será transformado em inquérito policial, passará para o controle do juiz e do Ministério Público e terá seu fim, que é a apuração ou não de quem cometeu aquele crime.”

No caso do Rio de Janeiro, as novas diretrizes serão usadas também para investigar os chamados autos de resistência, ou seja, a morte de pessoas em suposto confronto com policiais. Entre janeiro de 2007 e maio deste ano, mais de 2.900 pessoas foram mortas pela polícia.

“O manual vai servir de diretriz para que, no Brasil inteiro, os promotores de Justiça, principalmente aqueles mais novos, saibam como lidar com essas situações e quais são as medidas que devem adotar para resolver a questão. É uma questão importante para o Ministério Público”, disse o procurador-geral de Justiça do Rio, Cláudio Soares Lopes.

No início de julho, por exemplo, o Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou à Justiça 30 policiais acusados de forjar autos de resistência. Os policiais foram acusados de executar pessoas inocentes e depois registrar a ocorrência como auto de resistência.
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FALA GUERRA
SE O PROMOTOR VAI ATÉ A DELEGACIA FISCALIZAR OS B.O.S É O FIM DA CARREIRA MESMO.
JOW

Quem deve chefiar uma investigação é o melhor investigador, e não um delegado concursado, que dificilmente está preparado para isto…TEORIA DOS MILICOS DURANTE A DITADURA 24

25/08/2009 – 10h44

Polícia Federal faz paralisação de 24 horas contra nova lei orgânica
colaboração para a Folha Online
da Agência Brasil

Em protesto contra a nova Lei Orgânica da Polícia Federal –em estudo nos ministérios da Justiça e do Planejamento–, os policiais federais fazem uma paralisação de 24 horas nesta terça-feira, informa o Sindipol/DF (Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal). O sindicato informa ainda que os policiais realizam, desde as 8h, um ato nacional em frente ao edifício-sede da PF, em Brasília.

O sindicato não informou qual é a adesão dos policiais à paralisação. A assessoria de imprensa da Polícia Militar do DF não soube informar quantas pessoas participam da manifestação e se há algum incidente.

Em nota publicada em seu site, o sindicato afirma que a paralisação deve servir como forma de pressionar o governo para uma melhor valorização da carreira de policial federal, que estaria ameaçada com a nova lei. Segundo a nota, os policiais federais têm a pior remuneração entre as carreiras do Estado.

Em entrevista à Agência Brasil, o presidente do Sindipol/DF, Cláudio Avelar, disse que a categoria reivindica reposição de perdas salariais e mudanças na proposta da nova lei orgânica. Avelar criticou o modelo de trabalho usado pela PF no Brasil, que para ele privilegia a indicação política em detrimento da competência, afirmando que apenas três países adotam sistema semelhante: Angola, Moçambique e Timor Leste. Segundo ele, esse modelo data da época da Coroa portuguesa e já foi abolido até mesmo por Portugal. Em tal sistema, “privilegiam-se os amigos em detrimento da técnica e da competência”, afirmou Avelar.

 
“Os defeitos da instituição podem ficar perpetuados na nova lei”, afirmou o sindicalista, informando que, por isso, a categoria está se mobilizando nacionalmente. Ele defende que as atribuições internas na Polícia Federal façam parte de uma política de recursos humanos e que não haja mais designação para cargos “por amizade ou influência, ou seja: tudo a favor dos amigos do rei, tudo feito em baixo dos panos”.

“A mesma sociedade que hoje se orgulha da Polícia Federal não sabe dos prejuízos que vão acontecer com a nova lei orgânica”, que, de acordo com Avelar, estabelece o “concurso para chefe”, sem levar em conta a necessidade de qualificação.

Além disso, o comando dos inquéritos continuaria com os delegados, “a seu bel-prazer”, o que, na opinião do sindicalista, favorece manipulações e favorecimentos, contra o trabalho do policial sério, que investiga e que deveria ter autonomia para tomar decisões, já que convive com o cerne da questão”. Avelar disse que essa distorção é responsável pelo alto índice de arquivamentos de inquéritos (em torno de 85%), “porque a interferência do delegado acaba jogando por terra uma coisa que está sendo feita seriamente”.

“Quem deve chefiar uma investigação é o melhor investigador, e não um delegado concursado, que dificilmente está preparado para isto. Nessa área é necessário trabalhar sob critérios técnicos. Se o investigador quisesse ser burocrata, faria concurso para delegado”, afirma o presidente do Sinpol, explicando que a autonomia do delegado para indiciar um acusado pode frustrar por completo o trabalho sério de um investigador.

Avelar acrescentou que o policial precisa conviver com boas condições de trabalho, porque é um profissional cuja decisão pode, em um segundo, significar a vida ou a morte de alguém. “A Policia Federal está muito política e motivada por interesses, portanto, precisa se tornar uma polícia de Estado e não de governo”, concluiu o sindicalista.

Conforme pesquisa realizada pelo site do Sindpol DF, entre os policiais federais, 67,4% são contra a nova lei orgânica e 32,6% são favoráveis.

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Basta esse Hilkias  da Polícia Federal ganhar cargo de Delegado para  mudar de discurso.

ASSIM DISSE O PINTO 11

Enviado  pelo FERNANDO em 25/08/2009 às 2:21
Reestruturação….? Não……!

ALE……? Não……!

Parar com escoltas de presos…..? Ainda não……!

Salário……? Também não…….!

Condições de trabalho…..? Não…..!

Corregedoria na minha mão….? Sim!!!!!!!

Isso sim é de extrema importância, o resto….., bebe bastante água e fica quieto que a fome passa.

Agora vai, o chicote vai estralar:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u592850.shtml

Projeto dá a secretário controle direto sobre corregedoria da polícia

Proposta chega à Casa Civil na semana que vem com apoio de investigadores, mas não de delegados

CATIA SEABRA
DA REPORTAGEM LOCAL

O secretário de Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, envia na semana que vem à Casa Civil um projeto que tira a Corregedoria de Polícia Civil do controle de seu delegado-geral. Pela proposta, o órgão -que é encarregado de fiscalizar a conduta dos policiais civis- ficará diretamente subordinado ao secretário, não mais à delegacia geral.
Patrocinada pelo governador José Serra (PSDB), a medida deve dar autonomia aos corregedores, hoje vinculados à própria estrutura que investigam. Além do constrangimento de fiscalizar seus pares, os delegados da corregedoria estão hoje passíveis de retaliação, como transferências ou destituição de função.
No interior do Estado, os corregedores são subordinados aos titulares das Delegacias de Polícia. Com a mudança, devem passar a se reportar diretamente ao secretário.
Atualmente, os corregedores têm que solicitar informações aos departamentos que estão sob investigação. Incorporada à estrutura da secretaria, a corregedoria terá acesso direto ao banco de dados da polícia.

Projeto ou decreto
Apresentada pelo próprio Ferreira Pinto, a proposta conta com o apoio do sindicato dos investigadores. Mas sofre resistência dos delegados.
O governo ainda estuda qual é o melhor instrumento para implantação do novo modelo: se pela apresentação de um projeto na Assembleia Legislativa ou edição de um decreto. A fórmula está sob análise do chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira.
Procurado, Ferreira Pinto confirmou a intenção de remeter o projeto ao Palácio dos Bandeirantes na semana que vem. Para ele, a mudança “enseja melhor condição de trabalho para a corregedoria na execução de função tão delicada”.
Segundo um integrante do governo, a mudança evita experiências como a do delegado que, ano passado, soube pelo “Diário Oficial” que tinha sido transferido da corregedoria em plena investigação da compra de decisões em processos administrativos da polícia.

Fernando Agepol

CARTA-CONFISSÃO “versus” CASA-CONFISSÃO…O FLIT É TACAPE CAIÇARA 10

Deveras, “jornalista sem diploma” sofre várias vezes.

Pois blog, para determinadas partes e seus advogados, não possui fim informativo.

É depósito de vitupérios…

Brandir o tacape da mordacidade, em crescente delírio viperino, que não poupa sequer  a família” (de certo ofendido).

Flit paralisante …uma carta-confissão de justiçamento…Instrumento de assassinato de  honorabilidades…De crimes continuados por motivação torpe.

Uma carta-confissão de infâmias.

Não concordamos,  mas é dever de  advogado defender seus clientes.

Contudo, falando-se nas mais variadas espécies de confissão, lembremos da CASA-CONFISSÃO…

Pela qual seu dono  –   ou donos  –  CONFESSAM SUA PROBIDADE .

CASA-CONFISSÃO de um milhão; de um milhão e setecentos mil.

Essas sim, os  verdadeiros ninhos viperinos;  depósitos de iniqüidades de todas as ordens: da propina tomada ao contraventor; até do pãozinho superfaturado das merendas escolares…

Casas-confissão,  testemunhas  debochadas  da improbidade administrativa.

A AGUDA INTELIGÊNCIA CAIPIRA: Minha idéia é de que seria meió os puliça que querem mudar arguma coisa arresorverem se filiá em massa num sindicato que já existe e travéis das eleição assumi as coisa. 12

Enviado por CAIPIRAPOR em 23/08/2009 às 8:50

lá no iorgut tem uma cumunidade da puliça civir que tá discutindo um tópico iguar esse ai. O de um sindicato usnico pros pulicar civir.

Tem umas coisa interessante, mai fica sempre aquela pregunta, qui nem na fábula do guizo no pescoçio do gato. Bamo nos uní, mis bamos nos uni im torno di quem?

Tem lugá pra tudo mundo na foguera de vaidades que é esse muno de sindicatos e çociações?

 I si num tem lugá pra tudo mundo, quem ficá de fora vai ficá quieto e cuncordá cum a maioria ou vai formá o grupinho dele e fundá otro sindicato único.

Ansim, si num houvê união e forem esquecida as vaidade nois vai tê uma proção de sindicato único e as coisa vão fica qui nem agora.

 Minha idéia é de que seria meió os puliça que querem mudar arguma coisa arresorverem se filiá em massa num sindicato que já existe e travéis das eleição assumi as coisa.

Um gorpe, tipo revolução.

Si a gente forma um sindicato único sem desctrui os otro, vai acabá sendo mai um, pesar di ser chamado di único.

Vai ficá qui nem os tal de impósto único que o guverbo cobra.

É unico mai tem um monte.

Eta,sô. Ransquei lasca.