DGP APRESENTA O PROJETO DE REESTRUTURAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL 77

:: DGP APRESENTA PROJETO DE REESTRUTURAçãO PARA ENTIDADES  

 

As entidades representativas da Polícia Civil participaram hoje, 25/9, de reunião na Delegacia Geral de Polícia, onde foi apresentado, pelo Delegado Geral de Polícia Domingos Paulo Neto, o Projeto de Reestruturação da Polícia Civil.

Durante a reunião algumas alterações na redação foram sugeridas. Os ajustes estão sendo feitos. Na próxima segunda-feira publicaremos a íntegra do Projeto. Aguardem.

O Delegado Geral encaminhará, ainda esta semana, ao Governo do Estado proposta de Projeto de Lei que fixa o valor do ALE – Adicional de Local de Exercício, pelo seu maior valor. O Projeto prevê ainda que o benefício passará a ser incorporado aos vencimentos, tanto para ativos como inativos. 

ESTOU RESSENTIDO COM A INSTITUIÇÃO POLÍCIA CIVIL 4

Prezado Dr. Conde Guerra,

Em meio a tantos ratos e cobras, eu sou um trouxa. Um trouxa porque não tenho aptidão para acharcar, “dar paulada” ou extorquir. Ao invés disso, tenho aptidão para trabalhar de segunda a segunda, fazendo horário de expediente de segunda a sexta-feira e fazendo “bico” nas madrugadas de sexta, sábado e domingo. Tudo isso para pagar meu apartamento popular, tentar terminar o curso de Direito, pagar os empréstimos tomados junto ao banco e criar meus filhos, dentre outras despesas.
Ao contrário de mim, vejo policiais de carreiras menos remuneradas na PC, chegar ao trabalho de Audi A3 e Honda New Civic.
Desculpe-me se parece ressentido, mas é que, de fato, eu estou mesmo ressentido. Muito ressentido. Mas o motivo de meu ressentimento não é o fato de eu ser um trouxa e não andar de carrões do ano. Muito pelo contrário, tenho orgulho de ser esse tipo de trouxa, pois meus filhos jamais precisarão visitar seu pai no Presídio Especial da Polícia Civil, pelos menos não pelos motivo$ acima.
Meu ressentimento vai mais longe e tem um fundo institucional. Institucional? É. Isso mesmo, institucional.
Estou ressentido com a Instituição Policia Civil.
Há algum tempo tenho observado um movimento político-jurídico-militar que os dirigentes de minha instituição parecem não perceber.
Esse movimento, aproveitando-se do espaço deixado pelos dirigentes da Polícia Civil Paulista, insulflou-se e deixou seu estado latente, fazendo-se perceber para indivíduos menos esclarecidos, como eu.
Depois da administração de vários ex-promotores e ex-oficiais da PM junto à Secretaria de Segurança Pública do Estado de SP, a Polícia Civil, por culpa de inúmeros dirigentes que passaram pelas cadeiras estofadas do Palácio da Polícia, deixou-se ser enfraquecida e ter sua imagem conspurcada perante a sociedade paulista.
Tudo isso parecia que ia ter um fim com a nossa greve de 2008. Aquele 16 de Outubro foi, para mim, um marco na história da Policia Civil. Eu estava lá e pude vivenciar o rancor nutrido pela Polícia Militar do Estado de São Paulo em relação a nós, bem como a altivez com pareciam se comportar ao, covardemente, disparar balas de borracha no pescoço, rosto e cabeça de nossos colegas do GOE e GARRA, que, corajosamente, impediram que uma tragédia ocorresse com a  multidão de manifestantes que se dirigiram para São Paulo naquele dia.
Mas, não foi o que aconteceu! Daquele dia em diante, vi minha Instituição ser vilipendiada pelos meios de comunicação e por políticos afáveis ao crime organizado em nosso Estado. Mais do isso, notei que uma manobra radical era implementada pelo Governador do Estado para impedir que esse dia jamais se repetisse, ou melhor, impedir que nossos grupos operacionais jamais pudessem novamente defender-nos em situações como aquela.
Foi assim, que se elevou na Secretaria de Segurança Pública o Sr. Antônio Ferreira Pinto. Estranhei aquele indivíduo que chegou dizendo que resgataria a identidade de polícia judiciária da Polícia Civil, devolvendo a ela a elaboração do Termo Circunstanciado de Ocorrência, acabando com a escolta de presos e mandando os policiais do GARRA e GOE para a investigação nos DPs. É claro que essa medida tinha por objetivo enfraquecer nossos grupos operacionais, travestida de mais policiais voltados para a investigação.
Mas, não demorou muito para o Secretário mostrar sua face ao informar uma platéia de Policiais Militares sobre como somos inéptos e letárgicos.
Ficamos todos indignados.
Às pressas, alguns de nossos dirigentes elaboraram “operações” fantásticas, com amplo destaque na mídia, para mostrar ao Sr. Secretário como somos eficientes e merecemos as migalhas que nos oferecem.
Mas, nossos dirigentes não tiveram aulas de administração de empresas nem de marketing na faculdade de direito, tampouco de estratégia militar.
Não conseguiram perceber que o Ministério Público, inimigo eterno dos Delegados de Polícia, e a Polícia Militar, inimiga de toda classe policial civil, corriam por fora para apagar a incipiente chama de eficiência mostrada pela Policia Civil e devolvê-la ao limbo.
Assim, na 1ª CONSEG realizada em Brasília nos dias 27 a 30 de Agosto, conseguiram aprovar várias diretrizes para tentar tirar das Polícias Civis o monopólio da Investigação Policial. Desejam a manutenção do artigo 144 da CF tal como está, ou seja, mantendo a estética militar da polícia ostensiva, e a implantação do Ciclo Completo nas PMs dos Estados, Continuaríamos, assim, com a mazela de duas polícias e eles, militares, conseguiriam o que sempre desejaram: investigar.
Depois disso veio a velha história dos TCOs e a impetração de HC e Mandado de Segurança contra a Resolução da SSP. E não pouparam elogios ao Secretário, que é de sua mesma laia. Foi fácil constatar o que se pode esperar de Oficiais da PM, mesmo de Oficial para Oficial.
Por último, sob a batuta de um indivíduo conhecidíssimo de todos nós policiais civis, o Coronel PM Eduardo Félix, comandante da Tropa de Choque da Capital e da desastrosa ação que levou à morte a menina Eloá, o qual, juntamente com o Gaeco, do parquet paulista, numa ação inédita no interior do Estado, ocupou o morro do São Camilo da cidade de Jundiaí/SP com policiais militares da Capital, acabando com a renda das delegacias especializadas daquela cidade que, por meio da cooperação e do acharque, ajudaram a criar no interior do Estado o maior reduto de integrantes do PCC.
E vejam só: em 17/04/2008, foi necessário que a Delegacia Anti-Sequestro de Campinas entrasse no São Camilo para prender Henrique Daniel dos Santos, o Sanguinho, que era o chefe de lá na ocasião, e que debaixo do nariz dos policiais daquela cidade sequestrava e traficava sem ser importunado.
Hilário mesmo foi saber que alguns “policiais” daquela cidade ligavam para outros da anti-sequestro para “reclamar” da prisão.
Pode? Pode!!! Mas a Polícia Militar e o MP, graças à inépcia e letargia da Polícia Civil vão acabar com isso agora.
E graças a Deus que ainda existem instituições dispostas a fazer isso, mesmo que seu objetivo real seja o enfraquecimento da Polícia Civil.

HONRA VAGABUNDA…INDENIZAÇÃO VAGABUNDA 9

Quarta, 23 de Setembro de 2009 – 22h56

Delegada paga indenização a policial por danos morais

Chefe teria chamado subordinado de ‘vagabundo’; sem admitir culpa, ela pagou R$ 3 mil

Jucimara de Pauda

Um investigador da Polícia Civil de Ribeirão Preto processou uma delegada porque ela o teria chamado de “vagabundo” durante o expediente de trabalho. Num acordo judicial, a delegada pagou a ele R$ 3 mil como indenização por danos morais.

A delegada Silvia Cristina Carreta, que na época era titular da Diju (Delegacia da Infância e da Juventude), não esperou o processo tramitar na Justiça e preferiu firmar um acordo com o subordinado “sem importar assunção de culpa”. Isto é, ela aceitou pagar a indenização, mas não admite que tenha chamado xingado o investigador. A delegada foi procurada, mas não foi encontrada para comentar o caso.

“É um fato inédito na Polícia Civil porque o funcionário tem medo de perseguição e se submete ao constrangimento. Não foi o que aconteceu nesse caso”, afirmou o advogado Cesar Moreira, que representou o policial civil Ricardo Marcelo de Paula Ferreira.

PARABÉNS DOUTOR ANTONIO FERREIRA PINTO (EM POUCOS DIAS COM O FIM DA ESCOLTA O RESULTADO É BRILHANTE ) 61

ferreira_pinto_SSP_jose-patricio_20-11-06_pQue o Criador o ilumine, como tem iluminado no conserto do estrago deixado por seus antecessores na Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

Falta muito a ser feito, mas o que Vossa Excelência prometeu está cumprindo a risca.

A Polícia Civil não tem absolutamente nada a reclamar,  só agradecer ao voto de confiança e a oportunidade política que está sendo dada para retomarmos com honestidade nossas atribuições constitucionais;  visando resgatar a confiança da população a que servimos.

Falta varrer da cúpula da polícia notórios corruptos travestidos de homens da lei.

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Observação: Não nos confundam com algum  puxa-saco mor, daqueles que  oficiam  noutras plagas menos inóspitas; do tipo: Palácio da Polícia.

MAIS SETE POLICIAIS CIVIS ACUSADOS DE EXIGIR DINHEIRO DE TRAFICANTES 2

24/09/09 – 21h32 – Atualizado em 24/09/09 – 22h20

Policiais são acusados de extorquir Abadia

De acordo com a denúncia, o testa de ferro do traficante entregou aos policiais R$ 45 mil em dinheiro e 26 mil em cheques. 

A Justiça de São Paulo aceitou, nesta quinta-feira, a denúncia contra mais sete policias civis acusados de extorquir dinheiro do traficante colombiano Juan Carlos Abadia, que está preso nos Estados Unidos.

Um dos denunciados é o delegado Pedro Pórrio, que chefiava uma delegacia do Departamento de Investigações Sobre Narcóticos.

O delegado e mais seis policiais são acusados de prender ilegalmente Ana Maria Stein, mulher de Daniel Maróstica, considerado testa de ferro do traficante colombiano Juan Carlos Abadia.

“Ela foi abordada por três indivíduos no meio da rua, à noite. Chegamos ao Denarc, não tinha acusação”.

Segundo o Ministério Público, eles só soltaram a refém, com a promessa de que receberiam em troca o valor de uma caminhonete importada que pertencia ao grupo.

Ainda de acordo com a denúncia, o carro foi vendido e Daniel entregou aos policiais R$ 45 mil em dinheiro e 26 mil em cheques. A transação foi confirmada aos promotores pelo traficante.

“Ele teve que vender o carro e dar o dinheiro com cheques da empresa dele”.

Com os sete denunciados desta quinta-feira, sobe para 12 o número de policiais réus em processo por extorsão contra o traficante Juan Carlos Ramirez Abadia.
Eles também são acusados de formação de quadrilha e respondem a processo administrativo, o que pode resultar em demissão da polícia de São Paulo. 

O delegado Pedro Pórrio, um dos acusados, disse por telefone que ainda não tinha conhecimento da aceitação da denúncia e que só vai se manifestar depois de ser notificado oficialmente.

Missa: Informamos que a Representação Coletiva dos Policiais Civis de São Paulo encomendou missa de sétimo dia, em memória do Dr Luiz Paulo Braga Braun, ex Delegado Geral de Polícia, marcada para as 18h30, do dia 25/9, na Igreja de Santa Ifigênia, na Av. Cásper Líbero, 30 2

Cantinho de Saudade
Morre aos 70 anos o ex-delegado Braga Braun
São José do Rio Preto, 22 de setembro de 2009

  Arquivo  
Luiz Paulo Braga Braun foi delegado e diretor-geral da Polícia Civil

Cecilia Demian

01:46 – Foi enterrado ontem, às 9 horas da manhã, no Cemitério Jardim da Paz, em Rio Preto, o corpo do delegado aposentado Luiz Paulo Braga Braun. Ele morreu de infarto no domingo, dia 20, no Hospital Samaritano, em São Paulo. Carioca nascido no Flamengo, neto de alemão, Braun morou no Rio até os 24 anos e formou-se em Direito pela Universidade do Distrito Federal. Viveu uma carreira ascendente na Polícia Civil.

Morava em Rio Preto desde 1968, quando ainda não havia distritos policiais, e o único departamento da Polícia ficava na esquina da rua Antonio de Godoy com Saldanha Marinho. Cadeia, só havia uma, atrás do Campo do América. Foi delegado em cidades da região e chefe de departamentos no Estado, até chegar a diretor-geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo, o mais alto posto da categoria. Luiz Paulo Braga Braun deixou a viúva Lourdes Breseguelo e o filho Paulo Augusto Braga Braun.

Quem foi:

:: Nascimento: Rio de Janeiro, Capital
:: Filho de: Walter Maia Braun e Isaura Braga Braun
:: Cargos: diretor-geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo (a partir de abril de 1997); delegado regional de Polícia de Rio Preto (1987) e de Marília (1986); delegado seccional de Polícia de Rio Preto (1985) e Monte Aprazível, entre outros inúmeros cargos na Polícia Civil do Estado, além de delegado em cidades da região de Rio Preto
:: Magistério: professor de língua portuguesa, de Direito Penal e Direito Processual Penal (Unirp) e Direito Administrativo Disciplinar (Academia de Polícia de São Paulo)

Fala, polícia

“O homem que o mundo perdeu nasceu com a marca da simplicidade, e foi assim que morreu. Nasceu em um dia de festa folclórica, 6 de janeiro, dedicado aos Santos Reis. De família simples, trouxe consigo um estigma, ia ser doutor. Da semente plantada, foi gerado com aquele menino um arbusto. O tempo começou a desenhar toda a linhagem daquele ser e daquela planta. O menino crescia e a árvore também. O menino crescia em sabedoria e inteligência, não havia mágoas em seu coração, todos eram bons. Injustiça não fazia parte de seu dicionário. O tempo passou. Homem feito, uma árvore formosa começou a distribuir galhos frondosos, criando em sua volta um grande reduto. A árvore frondosa e o homem, acima dela. Todos gostavam daquele madeiro, como era querida aquela árvore. Ela abrigava sob sua copa todos que vinham visitá-la.

A sua força, o seu poder e seu coração não deixavam ninguém de fora. Como era querido aquele homem! Inteligente, sábio, culto, fino, gentil, educado, simples, não fazia distinção de pessoas. O tempo foi passando, e as tempestades impiedosas começaram a soprar contra a grande árvore, muitos dos amigos já não queriam conviver com ela. E ela sentiu. A idade implacável chegando, e já não via a imagem daqueles que abrigou por muitas vezes em sua sombra frondosa. Um tanto alquebrado, saúde debilitada, longe das forças, já não era tão forte como outrora. Sua marca o acompanhava. Nunca pensou em fazer fortuna, nunca aspirou grandes mansões e vistosos veículos. Sua missão consistia na família e os amigos que o cercavam.

Pensava no próximo e esquecia-se de si. A Polícia Civil de São Paulo divide sua história antes e depois do dr. Luiz Paulo Braga Braun. O garoto que saiu de um povoado, veio para a Capital para chefiar a melhor Polícia do Brasil, a Polícia Civil do Estado de São Paulo. Honrou o cargo de delegado de Polícia como ninguém. Ocupou os mais diferentes Departamentos na Polícia Civil. Foi corajoso, forte, viril, justo e competente. Comandava com mão de ferro e afagava com mão de veludo. Finalmente a grande e poderosa árvore tombou para sempre. Quando se referia a fatos pontuais, trazia consigo sempre o consolo, tudo não passa de um estigma. E a profecia se cumpriu: não fez fortuna, sua maior fortuna eram a mulher e o filho, além de um grande cabedal de sabedoria.”

José Pereira Brito, escrivão de polícia aposentado

A HILARIANTE DESCULPA PARA O TÉRMINO DO CURSO SUPERIOR DE POLÍCIA INTEGRADO ENTRE AS POLÍCIAS CIVIL E MILITAR 6

REDUÇÃO DE DESPESAS…Uma grande piada contada por quem nunca se preocupou em poupar verbas e viaturas destinadas às investigações sigilosas. 

O Excelentíssimo Doutor Ferreira Pinto poderia indagar de cada um dos Delegados matriculados os verdadeiros motivos e quem capitaneava a antecipação do encerramento. 

Aposto uma nota que o fim do curso se deu por sentimento e interesse pessoal de alguns dos matriculados.

Sentimento de ódio pela PM; interesse em ficar livre para cuidar de atividades privadas bem remuneradas.

Pensando bem, para  apadrinhado de linhagem nobre, dono da primeira vaga no próximo concurso,  oito meses de curso é uma grande perda de tempo e dinheiro.

NOSSOS SENTIMENTOS AOS FAMILIARES E AMIGOS DO DOUTOR PAULO DE ALMEIDA VINHAS 2

Quarta-Feira, 23 de Setembro de 2009, 07:26

Morre o ex-delegado Paulo Vinhas

Da Redação

 

Morreu ontem, aos 82 anos, o delegado de polícia aposentado Paulo de Almeida Vinhas. Ele estava internado há cerca de duas semanas no Hospital Ana Costa, em Santos, e não resistiu, por volta das 15 horas, às complicações do Mal de Alzheimer.

Formado na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, Paulo Vinhas comandou a Delegacia Regional de Polícia, na Baixada Santista, por 8 anos, na década de 80.

A carreira de Paulo Vinhas na polícia começou em Monte Azul, quando se tornou delegado em 1958. Antes de atuar na Baixada Santista, registrou passagens por Barretos, Bebedouro, Guarulhos, Araraquara e Mogi das Cruzes. Na Capital, trabalhou na Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC).

Paulo Vinhas estava aposentado havia 16 anos. O velório está sendo realizado na Memorial Necrópole Ecumênica e o enterro está marcado para as 15 horas, no local.

( fonte A Tribuna de Santos)

COLEGAS, NÃO HÁ NADA MAIS INÚTIL DO QUE “RECLAMAR” PELA NÃO INCLUSÃO NA LISTA DE INDICADOS À PROMOÇÃO…TENTEM O PODER JUDICIÁRIO Resposta

CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL
Comunicado
Extrato do julgamento das Reclamações interpostas pelos Delegados de Polícia abaixo nominados, quanto a não inclusão de seus nomes na lista provisória de indicados à promoção, publicada a 16-9-2009:
Processo – Interessado – Deliberação
DGP-09.635/2009 – Dr. Luís Roberto Brandão -Indeferimento
DGP-09.636/2009 – Dr. Gilmar Guarnieri Garcia – Indeferimento
DGP-09.687/2009 – Dr. Fernando Marcos Dultra – Indeferimento
DGP-09.693/2009 – Dr. Jarbas Augusto Bottcher – Indeferimento

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Dirão que os senhores buscam promoção no “tapetão.

Enquanto a classe é vilipendiada pelos atropeladores da fila, nossa ADPESP  se preocupa em defender a memória de santos ex-Delegados gerais.

LAMENTÁVEL INJUSTIÇA SOFRE O POVO QUANDO “A AUSÊNCIA DE MALÍCIA” ASSINA DESPESA 2

:: HOMENAGEM mais noticias

A propósito do falecimento de Luiz Paulo Braga Braun

O Braun deixou-nos. Chegou ao fim da jornada.
Poderia ter ido mais longe, ter vivido muito mais se os dias que antecederam o fim de sua jornada não tivessem sido tão cruéis.
Há um momento, entretanto, em nossa vida que não só o corpo, mas o espírito em especial precisa de repouso, é inexorável.
Braun, como nós, os mais íntimos, chamavamos a Luiz Paulo Braga Braun estava precisando muito, e muito, de um pouco de tranquilidade, que injusta, precipuamente injusta e tragicamente lhe tinha sido negada trágica e injustamente pelo envolvimento, sem culpa, em acontecimentos acerbamente perturbadores. Sem culpa, a não ser a culpa de sua boa fé, boa fé na lisura dos que o envolveram. Apenas essa foi sua culpa: acreditar nos que o cercavam.
Precisamente por ser um exemplar, um paradigma de ser humano, de dignidade, sua boa fé levou-o a suportar um ônus que não, que nunca foi seu e nem haveria probabilidade de ser.
Suportou-o com máxima discrição, mas com muita amargura e decepção, uma mágoa insuportável, sem, entretanto, deixá-la transparecer aos olhos menos habituados, menos sensíveis à sua personalidade. Aos mais íntimos era um véu diáfano.
Foi letalmente ferido em sua alegria de viver. Mas não foram poucos os colegas e amigos no significativo circulo de relações, formado durante sua correta existência de vir probus, de homem digno, que percebiam o injusto fardo a que suportava.
Braun pagava um alto preço pela única culpa que se lhe poderia inculcar, a ausência de malícia, que foi capaz de levá-lo ao inevitável, perturbante estrépito de processos. Processos dos quais temos a certeza, a máxima certeza de que seria, se tempo houvera, irrecorrivelmente inocentado, pela única razão: a verdade, como todos nós sentimos e cremos.
O que se passou com Braun, acima de qualquer dúvida, foi um acaso de lamentável injustiça.
Durante todo o tempo, até seu último momento foi de uma dignidade e discrição ímpares.
Braun! Todos nós, amigos, colegas, conhecidos, perdemos, perdemos muito com a sua morte.
Há mais de um momento em expressões poéticas em que a morte, o nada parece ser um mal menor. E se é que se pode traduzir o soneto de Baudelaire “O fim da jornada”, em vernáculo diz:
Meu espírito, como minhas vértebras invocam ardentemente o repouso, de um coração cheio de pesadelos fúnebres.
… Oh! trevas refrescantes.

A morte pode não ser o fim, despedimos-nos de nossos entes queridos, com a esperança de encontrá-los, novamente. Ou apenas com esta ilusão podemos nos conformar nesta vida tão repleta de dissabores.
Braun, sempre o tivemos na mais alta conta.
Dos amigos e colegas da ADPESP
http://www.adpesp.com.br/home.php

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De 1994 a 2009,  15 anos teve o falecido para demonstrar a injustiça. Preferiu empregar artifícios protelatórios buscando a impunidade pela prescrição. 

“CLIENTE” DA POLÍCIA CIVIL TERÁ DIREITO A TRANSPORTE GRATUITO EM MERIVAS 0km…PLANTÃO SEMPRE FOI COISA TERRÍVEL PARA FILHOS E NETOS DE VALOROS DELEGADOS…NENHUM DELES FOI PLANTONISTA POR TEMPO CONSIDERÁVEL 13

Enviado por JOW em 23/09/2009 às 5:13

Só 30 DPs vão fazer BO à noite

Sistema de autoatendimento deve liberar policiais para investigações

Marici Capitelli

O atendimento nas 93 delegacias da capital será modificado. A partir das 20 horas, nos fins de semana e feriados, as ocorrências serão registradas em 30 pronto atendimentos. Os outros 63 distritos também vão ficar abertos nesse período e terão sistema de autoatendimento com dois funcionários para orientar os usuários. Os casos graves serão encaminhados para os pronto atendimentos. A mudança começa no dia 13, em parte das zonas leste e norte, e até fevereiro deve estar implementada em toda a cidade. “O atendimento hoje nas delegacias é terrível. É uma estrutura de 40 anos e esse novo plano é nossa aposta para melhorá-lo”, disse Marco Antonio Pereira Novaes de Paula Santos, diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap). O Estado deverá deixar de gastar cerca de R$ 30 milhões ao ano com despesas dos distritos.

No novo sistema, o 9º DP (Carandiru), por exemplo, será um pronto atendimento. A delegacia vai receber as ocorrências também do 13º (Casa Verde), 72º (Vila Penteado) e 73º (Jaçanã) e registrá-las. As pessoas que forem nesses três distritos poderão fazer um relatório do que aconteceu. O documento não terá valor de boletim. “A própria pessoa fará o relatório no autoatendimento, como se fosse uma máquina de atendimento bancário. Se ela não tiver condição, os funcionários farão, mas ela não deixará de ser atendida”, explicou Santos.

Entretanto, se o caso for grave, os atendentes vão encaminhar a vítima ao pronto atendimento. Existe até a promessa de que Merivas novas – recentemente compradas – poderão levar a vítima ao distrito vizinho. No dia seguinte, o documento feito no autoatendimento será automaticamente transformado em boletim de ocorrência. “A pessoa só precisará retornar ao distrito se a autoridade entender que são necessários mais esclarecimentos.” De acordo com o diretor, a escolha levou em consideração a distância entre as delegacias e a quantidade de ocorrências.

O diretor do Decap garantiu que essa estrutura permitirá uma otimização dos profissionais que atuam nos distritos. Com isso, as delegacias terão equipes de Polícia Judiciária para se dedicar às investigações.

As mudanças propostas foram aprovadas pelos setores policiais e pela sociedade civil. O presidente do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) da Vila Mariana, Douglas Melhem Junior, diz que a novidade vai resolver dois tipos de problema: a ociosidade de delegacias cujo movimento não justificam a abertura à noite e o aumento de efetivo nos distritos de apoio, que terão o número de policiais necessários para casos importantes.

O presidente da Associação dos Delegados do Estado de São Paulo, Sérgio Marcos Roque, também aprova a iniciativa. “O grande ponto dessa mudança é que a sociedade terá mais rapidez no atendimento e esclarecimento das ocorrências, porque haverá equipes de investigação prontas para ir à rua no momento da comunicação dos fatos.”

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SERIA MAIS LOUVÁVEL E PRODUTIVO  ACABAR COM DEPARTAMENTOS INÚTEIS E COM O APADRINHAMENTO DOS “FILHINHOS” QUE NÃO GOSTAM DO CHEIRO DO POVO.

APADRINHADO NÃO FAZ PLANTÃO…

QUANDO FAZ GANHA  UNIDADE NOBRE$.

PLANTÃO DE FILHO OU NETO  DE DELEGADO “VALORO$O” É  NO DHPP.

SE O GOVERNO NÃO PODE MANTER E PAGAR POR UM QUADRO POLICIAL ADEQUADO QUE PENSE EM ACABAR COM “AS POLÍCIAS”.

O POVO FAZ AUTOADENTIMENTO: ” cada um com trabuco na cinta”. 

A POPULAÇÃO SERÁ MAIS BEM ATENDIDA E OS CASOS SERÃO INVESTIGADOS ( QUANDO E SE OS POLICIAIS RECEBEREM TRATAMENTO SALARIAL DIGNO ) Resposta

Enviado pelo THUNDER  em 23/09/2009 às 13:07

Ocorrências à noite irão para 30 delegacias

Nos outros 63 distritos da capital, haverá sistema de autoatendimento, sem delegados, para casos mais simples

MARICI CAPITELLI, marici.capitelli@grupoestado.com.br

A Polícia Civil vai mudar o atendimento nos dias úteis, entre as 20 horas e as 8 horas, nos feriados e finais de semana nas 93 delegacias da capital. Nesses períodos, 30 distritos policiais, chamados de pronto-atendimento, serão responsáveis por registrar as ocorrências graves (homicídios, assaltos, estupros). Nas outras delegacias, que continuarão abertas, será implantado um sistema de autoatendimento, com apenas dois funcionários para orientar os usuários.

A mudança começa no próximo dia 13 de outubro em 25 distritos na zona norte e em parte da zona leste e até fevereiro deverá estar implantada em toda a cidade. Conselhos de segurança e sindicatos de policiais aprovam as medidas (leia abaixo).

“O atendimento nas delegacias hoje é terrível. É uma estrutura de 40 anos e esse novo plano é nossa aposta para melhorar o atendimento”, afirmou Marco Antonio Pereira Novaes de Paula Santos, diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap). O sistema vai funcionar do seguinte modo: o 9º DP (Carandiru), por exemplo, será um pronto-atendimento. A delegacia receberá as ocorrências graves do 13º DP (Casa Verde), do 72º DP (Vila Penteado) e do 73º DP (Jaçanã).

Nesses três distritos haverá o autoatendimentos, em que os usuários poderão fazer um relatório da ocorrência de menor potencial ofensivo (uma briga de vizinhos, por exemplo) em um equipamento como os de atendimento bancário, que está sendo comprado pela Secretaria de Segurança Pública. O documento não terá valor do boletim. “Se a pessoa não tiver condição, os funcionários fazem para ela, mas não deixará de ser atendida”, disse Santos.

Se o caso for grave, os atendentes vão encaminhar a vítima para o pronto-atendimento. O diretor do Decap afirma que o departamento comprou recentemente carros que poderão levar a vítima para o distrito vizinho se ela não tiver como se deslocar. “Isso vai ser o ideal”, afirmou.

No dia seguinte, o documento feito no autoatendimentos será automaticamente transformado em boletim de ocorrência. “A pessoa só precisará retornar ao distrito se a autoridade entender que são necessários mais esclarecimentos.” De acordo com o diretor, a escolha dos distritos levou em consideração a distância entre as delegacias e a quantidade de ocorrências que são registradas em cada uma delas. O 73º DP(Jaçanã), por exemplo, será um pronto-atendimento e só irá absorver as ocorrências do 39ºDP(Vila Gustavo,) já que ambos têm grande demanda.

Investigação

Santos afirma que a estrutura permitirá uma otimização dos profissionais que atuam nos distritos. Com isso, ele afirma que as delegacias terão equipes de Polícia Judiciária para se dedicar às investigações das ocorrências. Essas equipes serão compostas por um delegado, três escrivães e quatro agentes policiais. “Hoje, os boletins registrados vão para uma prateleira e sabe se lá quando vão ser investigados, se é daqui a uma semana, um mês ou um ano. O que queremos é que a polícia cumpra seu papel.”

Segundo ele, é mais importante ter esses profissionais para ir imediatamente investigar uma ocorrência do que esperar pelo registro do boletim. “Quanto mais tempo passa de uma ocorrência, mais as provas vão desaparecendo.” Para ele, o ideal é que, se uma vítima de assalto chegar a uma delegacia, os policiais comecem a investigar antes do registro.

A reestruturação dos distritos, na avaliação do diretor do Decap, vai trazer mais qualidade de vida aos funcionários, porque vai acabar com uma escala de trabalho considerada obsoleta e permitir que atuem no atendimento as pessoas que realmente gostam de lidar com o público. A estimativa é que o Estado deixe de gastar cerca de R$ 30 milhões ao ano com despesas do dia a dia nos distritos. O plano está em elaboração há cerca de um ano.

25 DISTRITOS das zonas norte e leste irão participar da primeira fase do projeto, em outubro

Polícia tentou centralizar atendimento em 2006

A Secretaria de Segurança Pública já tentou, sem sucesso, modificar o funcionamento das delegacias da capital. Em 2006, a pasta criou as chamadas centrais de flagrante, para concentrar registro das ocorrências.

O projeto consistia em sete Centrais de Polícia Judiciária (CPJ), que concentravam todas as ocorrências policiais com prisões em flagrantes entre as 19 horas e as 9 horas durante a semana e aos sábados e domingos.

Na ocasião, a pasta afirmou que o objetivo era agilizar o registro das ocorrências, serviço que levava cerca de três horas nas delegacias. Cada central tinha três delegados, além de investigadores e escrivães. Durante o horário de funcionamento das CPJs, os outros 86 distritos policiais da capital funcionavam com apenas dois investigadores. O projeto foi suspenso no início de 2007, primeiro ano da gestão José Serra (PSDB) no governo. Uma das críticas era que os policiais perdiam muito tempo para ir do local da ocorrência até a CPJ nos casos em que o crime havia sido cometido em lugares distantes da central.

Outra tentativa de mudar o atendimento ocorreu na década de 1990, quando 19 delegacias da cidade passaram a funcionar com horário restrito nas madrugada e nos finais de semana. Oito anos depois, o Decap retomou o atendimento 24 horas nos distritos policiais, por causa da dificuldade de locomoção dos moradores.

Polícia Militar

No início deste mês, resolução do secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, determinou que a Polícia Militar não registre mais ocorrências policiais.

O trabalho ficou a cargo exclusivamente da Polícia Civil. Por seis anos e em caráter experimental, a PM fez o registro de casos de menor poder ofensivo na zona leste e na região de São José do Rio Preto. Segundo a Constituição, cabe à PM o policiamento ostensivo e, à Civil, a investigação.

4ª SECCIONAL
9ºDP (Carandiru) atenderá as ocorrências dos:
19º DP (Vila Maria)
90º DP (Parque Novo Mundo)
20º DP (Água Fria)
13ºDP(Casa Verde) atenderá:
38ºDP (Vila Amália)
40ºDP (Vila Santa Maria)
72º DP(Vila Penteado) atenderá as ocorrências dos:
74ºDP(Parada de Taipas)
28ºDP(Freguesia do Ó)
45ºDP(Brasilândia)
73ºDP(Jaçanã) atenderá as
ocorrências do:
39ºDP(Vila Gustavo)

5ª SECCIONAL
10ºDP(Penha) atenderá as ocorrências dos:
21º DP(Vila Matilde)
52ºDP( Parque São Jorge)
81ºDP(Belém)
30ºDP(Tatuapé) atenderá as ocorrências dos:
31º DP (Carrão)
57º DP (Parque da Mooca)
58º DP (Vila Formosa)
56º DP(Vila Alpina) atenderá as ocorrências dos:
18º DP (Alto da Mooca)
29º DP (Vila Diva)
42ºDP (Parque São Lucas)

6ª SECCIONAL
11º(Santo Amaro) atenderá as ocorrências dos:
102º DP(Socorro)
99ºDP(Campo Grande)
43ºDP(Cidade Adhemar) atenderá as ocorrências dos:
80ºDP(Vila Joaniza)
98ºDP(Jardim Mirian)
92ºDP(Parque Santo Antonio) atenderá as ocorrências dos:
100ºDP(Jardim Herculano)
47ºDP(Capão Redondo)
101ºDP(Jardim das Imbuias) atenderá as ocorrências dos:
25º DP (Parelheiros)
48ºDP (Cidade Dutra)
85ºDP(Jardim Mirna)
R$ 30 mi é quanto o governo espera economizar ao ano com as despesas cotidianas das delegacias da capital

CONSEGs e sindicatos aprovam

As mudanças propostas pelo governo no atendimento das delegacias foram aprovadas pelos setores policiais e pela sociedade civil. O presidente do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) da Vila Mariana, Douglas Melhem Junior, diz que a novidade vai resolver dois tipos de problema: a ociosidade de delegacias cujo movimento não justificam a abertura à noite e, por esse motivo, geravam custos desnecessários, e o aumento de efetivo nos distritos de apoio, que terão o número de policiais necessários que os casos importantes demandam para atender bem a população.

“As pessoas não vão se importar se tiverem de andar um pouco mais para ter um atendimento melhor, porque as distâncias são curtas”, afirma. Segundo Melhem Junior, o delegado-geral de São Paulo, Domingos Paulo Neto, foi aplaudido ao apresentar a proposta aos Consegs da capital.

O presidente do Conseg Centro, Antônio de Souza Neto, concorda. “De fato, parece que algo novo está acontecendo na polícia de São Paulo. Pela primeira vez a inteligência vai prevalecer”, elogia. O presidente da Associação dos Delegados do Estado de São Paulo, Sérgio Marcos Roque, também aprova a iniciativa. “O grande ponto dessa mudança é que a sociedade terá mais rapidez no atendimento e esclarecimento das ocorrências, porque haverá equipes de investigação prontas para ir à rua no momento da comunicação dos fatos”, diz. Ele pondera, no entanto, que a população do entorno dos distritos que terão apenas dois funcionários pode se sentir insegura. “É diferente para o morador do local saber que os policiais estão ali próximos à casa deles, 24 horas por dia”, lembra.

João Batista Rebouças, presidente do Sindicato dos Investigadores do Estado de São Paulo, também é a favor das mudanças, mas lembra que se houver várias ocorrências ao mesmo tempo, distrito que concentra as ocorrências poderá sofrer sobrecarga e, consequentemente, demora no atendimento. “Espero que isso tenha sido bem planejado”, disse. L.A.

Recorte e cobre

O delegado Antonio Pereira Novaes de Paula Santos, diretor do Decap, afirma que a implantação do novo sistema de funcionamento das delegacias da capital começa nos dia 13 de outubro. Inicialmente, a mudança ocorrerá em 25 distritos policiais das zonas norte e leste. Até fevereiro do próximo ano,as 93 delegacias de São Paulo deverão estar adequadas ao sistema. A promessa é que, além de maior agilidade no registro das ocorrências, a população será mais bem atendida e os casos serão investigados.

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A POPULAÇÃO NÃO DEVE  SER  ENGANADA.