Guerra, um abraço cordial, novamente obrigado e uma última sugestão, que tal se fazer uma revista virtual de artigos jurídicos e policiais dos colegas e profissionais de polícia? Resposta

Prezado Dr. Guerra
Só hoje tive oportunidade de ler seus comentários, os quais, desde já penhoradamente agradeço. Quanto às críticas, algumas até ofensivas, como a do tal Marcos (?), reconheço que fazem parte do nosso dia-a-dia. Todos aqueles que me conhecem, de verdade, nesses vinte e poucos anos de polícia sabem que o defeito da vaidade passou longe, muito longe de mim. Outros defeitos, mercê de Deus, tenho-os sim; só não sou nem ingrato, tampouco covarde… Guerra, um abraço cordial, novamente obrigado e uma última sugestão, que tal se fazer uma revista virtual de artigos jurídicos e policiais dos colegas e profissionais de polícia? Fiquem com Deus, até logo.

Nestor Sampaio Penteado Filho

13/10/2009 em 14:48 Editar

 

TEORIA E PRÁTICA DO DIREITO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR DA POLÍCIA CIVIL BANDEIRANTE POR NESTOR SAMPAIO PENTEADO FILHO 1

10710811010901-11-2009 09;18;21

_______________________________________________

Vejam como as coisas funcionam no egrégio Conselho da Polícia Civil, o relator –  no caso o Doutor Alberto Angerami – apenas empresta o nome ao parecer elaborado pelo seu assistente Nestor Sampaio Penteado Filho, conforme se vê em epígrafe a fl. 107:  NSPF/acmm.

Nestor,  você deveria mencionar a fonte doutrinária  que emprega: Alexandre de Moraes .

Também deveria rever a sua obra  LEI ORGÂNCIA DA POLÍCIA DE SÃO PAULO COMENTADA…Ou rasgá-la!.

Pois doutrinar uma coisa e praticar outra é demonstração de desonestidade acadêmica.

BLOGS DE PMS SUBVERTEM HIERARQUIA…A JORNALISTA TATIANA DE MELLO DIAS “DO ESTADÃO” SUBVERTE A VERDADE Resposta

Blogs de PMs subvertem hierarquia

Estudo da Unesco mostra como a web 2.0 torna mais horizontais relações entres comandante e comandados

Tatiana de Mello Dias  – O Estado de S. Paulo 

SÃO PAULO – Ferramentas capazes de revolucionar a comunicação entre internautas, blogs e Twitter passaram a subverter a hierarquia em quartéis e nas delegacias. O estudo Do Tiro ao Twitter, lançado ontem pela Unesco, mostra que esses instrumentos criam canais de troca de informações entre as forças policiais na chamada web 2.0 e promovem mudanças em instituições de segurança pública. As pesquisadoras Sílvia Ramos e Anabela Paiva, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, registraram a existência de cem páginas na blogosfera policial – e o número é crescente.”Há uma crença de que é proibido falar, de que o militar apenas cumpre ordens. É um conceito errado”, diz o coronel Mário Sérgio de Brito Duarte, comandante-geral da Polícia Militar do Rio. Ele criou seu primeiro blog em 2006, sobre segurança pública, e, ao assumir o comando da corporação, em julho deste ano, lançou o Blog do 01 (veja mais nesta página). Entusiasta das ferramentas da web 2.0, Duarte foi surpreendido pelo surgimento de perfis anônimos no Twitter com críticas e denúncias sobre a corporação.

O mais ácido deles é o @bocadesabao, que divulgou boletins internos da PM. Um tenente, Carlos Barrim, chegou a ser interrogado pelo comando sob suspeita de estar por trás do perfil. Comprovada a sua inocência, o tenente narrou o interrogatório em seu blog (www.carlosbarrim.com.br), com a anuência do comandante.

“Nós, da sociedade civil, às vezes não nos damos conta da mudança profunda que isso está provocando, sobretudo na Polícia Militar”, diz a socióloga Sílvia Ramos. Para os policiais, ver o coronel comentar as opiniões de cabos e soldados não seria possível se não fossem os blogs. “Isso demonstra que a legislação militar está caduca, em certo sentido, porque está havendo um diálogo com superiores sem que haja agressão ou desrespeito”, diz Danillo Ferreira, aspirante-a-oficial da Polícia Militar da Bahia e autor do blog Abordagem Policial.

“Os policiais têm muito a contribuir nas discussões de segurança pública, independentemente de sua posição hierárquica”, diz o tenente Alexandre de Sousa, criador de um dos blogs mais antigos e famosos da blogosfera, o Diário de um PM. Para Sílvia e Anabela, que passaram o ano estudando o fenômeno, os blogs estão “horizontalizando” a hierarquia militar. Na web 2.0, qualquer um pode abrir um blog e passar a ser ouvido – é o ambiente em que um soldado pode ter mais importância do que um coronel.

O levantamento mostrou que hoje a maioria dos blogueiros (58%) é da PM. A Polícia Civil representou 13% do universo pesquisado. “Uma das razões pode ser a de que eles têm mais necessidade de se expressar. Na PM, há muita repressão à expressão”, diz Anabela. E blog, para os policiais, é coisa séria. O estudo apontou que 40% deles acreditam que o blog é um meio de expressão política, para 31,4%, parte do trabalho e para 17%, serviço público.

No geral, os policiais usam a internet para discutir segurança, reivindicar e denunciar. Talvez por esse motivo, segundo a pesquisa, 37% dos blogueiros já tenham sofrido represálias. “O estatuto militar proíbe explicitamente a manifestação pública de um policial sobre assuntos relacionados à polícia”, diz Sílvia. As repreensões ocorrem de várias formas: ameaças (relatadas por 25% dos entrevistados), procedimentos formais de punição (22%), conselhos para parar (22%), e-mail com intimidações (11%), prisões (3,7%) e sensação de que estão sendo preteridos na carreira (3,7%).

O cenário, porém, está mudando. Seguindo o mesmo movimento da sociedade, a cúpula de algumas PMs percebeu o potencial da web 2.0. “A demanda por transparência cresceu quando alguns servidores decidiram abrir informações que antes não eram abertas. Eles se anteciparam a uma abertura oficial”, diz Guilherme Canela, coordenador de Comunicação e Informação da Unesco.

O primeiro Comando-Geral a criar um blog foi em Goiás – sob sugestão de um soldado blogueiro, Robson Niedson. “É uma quebra de paradigmas. As PMs têm origem nas Forças Armadas, que são ainda bastante fechadas”, diz Niedson, autor do blog Diário do Stive. Agora, os Comandos Gerais das PMs do Rio, de São Paulo e, até o fim do ano, da Bahia, estarão na web 2.0. Para o comandante-geral da PM de São Paulo, Álvaro Camilo, a ferramenta é uma “forma de o comando reconhecer o valor do policial.”

Em agosto, os blogs foram tema de oficina na Conferência Nacional de Segurança, realizada em Brasília. As aulas foram dadas pelos PMs Sousa, Ferreira e Niedson. Para Anabela, ainda é cedo para dizer se o fenômeno está mudando a estrutura da polícia, mas novos canais de diálogo estão surgindo. “Quando você entra em um movimento de maior transparência e interatividade, de mostrar o que acontece atrás dos muros, há um potencial de transformação irreversível”, define Canela.

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,blogs-de-pms-subvertem-hierarquia,459407,0.htm

____________________________

Tatiana, talvez seja por conclusões falsas como essa de subversão da hierarquia, QUE  O ESTADÃO SOFRA IMPEDIMENTOS DE NATUREZA JUDICIAL ( caso Sarney ). 

POLÍCIA MILITAR CAPIXABA VÍTIMA DE INFAMANTE GENERALIZAÇÃO: 75 % DE DESONESTOS REVOLTAM-SE PELA INJUSTIÇA FEITA AOS 25 % HONESTOS 1

Treze coronéis da PM colocam seus cargos à disposição

31/10/2009 – 00h31 (Claudia Feliz – Da Redação Multimídia)

Treze coronéis da Polícia Militar colocaram, nesta sexta-feira (30), seus cargos de direção na instituição à disposição do comandante, coronel Oberacy Emmerich. Como tem feito desde que os coronéis tornaram pública sua insatisfação com o conteúdo do livro “Espírito Santo”, escrito pelo secretário de Estado da Segurança Pública, Rodney Miranda, em parceria com o juiz Carlos Eduardo Lemos e o antropólogo Luiz Eduardo Soares, o Governo do Estado preferiu não se manifestar sobre o assunto.

O estopim da posição adotada ontem pelos coronéis foi a nomeação do porta-voz do grupo, coronel Renato Duguay, para um cargo de confiança na Secretaria de Segurança. Duguay foi removido da Diretoria de Informática da PM para ocupar a nova função de assessoramento técnico. A secretaria não informou qual seria sua missão, mas disse que ele ficaria sob ordens diretas de Rodney Miranda.

O problema é que, em nota, os coronéis já haviam declarado que “não há clima” para trabalhar com o secretário. “Não há possibilidade de sermos comandados por alguém que além de vitimar, de modo infiel, a dignidade de todos nós, não consegue frear a criminalidade que assola o cidadão capixaba”, diz um trecho da nota.

Ontem, reunido com o comandante-geral da PM, o alto comando, segundo Duguay, entregou seus cargos de direção de unidades na instituição, que ainda de acordo com o militar só podem ser ocupados por pessoas da mesma patente. Como o Estado tem 19 coronéis na ativa, e 14 assinaram a nota contrária a Rodney Miranda, a entrega dos cargos cria mais um problema para o governo.

Nem o comandante da PM, nem o secretário Rodney e nem o governador Paulo Hartung manifestaram-se sobre o assunto. À noite, uma informação não confirmada pelo governo dava conta de que Hartung havia se reunido com os coronéis.

Segundo o coronel Duguay, embora tenham colocado seus cargos à disposição, os militares continuam trabalhando. “Honramos nossa farda. O livro manchou a honra de todos nós, de soldados a coronéis. A entrega dos cargos mostra que não estamos inertes, e que não vai ser agregando um coronel a um cargo na Secretaria que a crise vai ser alterada”, disse ele.

Outras associações repudiam livro
A insatisfação na Polícia Militar do Espírito Santo não envolve apenas coronéis. Ontem, representantes de cinco associações – oficiais; cabos e soldados; subtenentes e sargentos; policiais militares da reserva, da ativa e pensionistas; e Associação de Defesa dos Direitos Humanos e Constitucionais dos Policiais Militares – emitiram uma nota na qual repudiam e tacham de “chulo e mentiroso” o livro “Espírito Santo”, que alegam atacar a Polícia Militar e a integridade moral de todos, de soldado a coronel. Também alegam que o coronel Renato Duguay “não pode ser castigado por ser defensor dos sentimentos de todos os policiais militares”, a ele solidários.

Entenda a crise
Origem. O livro “Espírito Santo”, que narra a história do juiz Alexandre Martins de Castro Filho, executado a tiros em 2003, quando investigava as ações do crime organizado no Espírito Santo, foi o que motivou a “revolta” dos coronéis da Polícia Militar, que ganhou aliados na corporação, entre soldados, cabos, sargentos, tenentes e demais patentes.

Atraso. Os militares alegam que o livro, escrito pelo secretário Rodney Miranda, pelo juiz Carlos Eduardo Lemos, e pelo antropólogo Luiz Eduardo Soares “caluniou, desmereceu e humilhou” toda a corporação. Em um dos trechos da obra, consta, em relação à morte do juiz Alexandre, que “outro (tiro) veio de instituições aliadas do atraso – a Polícia Militar e o Judiciário capixabas”.

Pseudônimos. O livro, de forma romanceada, relata fatos ligados à morte do juiz Alexandre, mas usa pseudônimos – e não nomes verdadeiros – para identificar quem, mesmo acusado, ainda não foi condenado.

Pseudônimos. Os homens apontados como mandantes – um coronel da reserva da PM, um juiz e um ex-policial civil – ainda não foram a julgamento. Os três ingressaram com recursos e estão à espera de decisão nos tribunais superiores.

Reação. Entre os coronéis da ativa que repudiaram o livro está o corregedor da Polícia Militar, Marcos Aurélio Capita da Silva. Sob a alegação de que a obra o afeta diretamente, ele denunciou os autores por calúnia, injúria e difamação. A denúncia foi feita ao Ministério Público Estadual (MPES). Contra o secretário de Segurança, o corregedor também protocolou uma representação no Conselho Superior de Ética do Estado.

Causa. As queixas do coronel Capita referem-se a trechos em que as referências feitas ao personagem tenente coronel Áureo Carmelo de Souza da Diretoria de Inteligência da PM (Dint) – nome fictício -, o fizeram se reconhecer nas citações. “Quem não sabe na Polícia Militar quem era o tenente coronel da Dint na época dos fatos?”, argumenta ele.

Situação jurídica. O secretário de Segurança, Rodney Miranda, disse, na época da denúncia, que ninguém com situação jurídica não resolvida no processo teve o nome citado. E o juiz Carlos Lemos deixou claro que o coronel não foi acusado de nada e que, no livro, foram reproduzidas as contradições apresentadas no sumiço de uma arma, com base em documentos da Polícia Civil com depoimentos.

________________________________________________________

A generalização é um crime cujas dores são reclamadas pelos fautores.

A maioria bandalha!

A minoria vítima suporta a vergonha resignadamente.

UM MILHÃO POR DEFESA EM PROCESSO CRIMINAL? ELES FORAM ACUSADOS DE ROUBAR QUANTO? Resposta

É justo empresa pagar defesa, afirma advogado

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O advogado Nélio Machado disse que a contratação de seu escritório pela Eletrobrás, com dispensa de licitação, “está absolutamente dentro de todos os princípios éticos, morais e jurídicos” e que “os honorários foram acertados de forma transparente e dentro dos parâmetros legais e de mercado”.
Segundo Machado, houve uma conversa inicial, da qual participaram o diretor da Eletrobrás Valter Luiz Cardeal de Souza e um representante do departamento jurídico da empresa, cujo nome ele disse não se lembrar. Somente depois disso teria sido fixado o valor do contrato.
Questionado se a conduta de Cardeal e dos ex-diretores não conflitava com os interesses da Eletrobrás, Machado negou. “O que se sustenta na defesa é que os atos que eles praticaram foram absolutamente na conformidade da lei e que, portanto, nada mais justo do que terem custeada uma defesa compatível com as funções que desempenhavam na Eletrobrás.”
A empresa diz que o seu estatuto autoriza o pagamento.