DELTA, EIS A FÓRMULA DO HILKIAS PARA OBTER O PRÓPRIO ACESSO: 4 ANOS DE FINS DE SEMANA EM POUSO ALEGRE= Cr$ 10.O00,00 INICIAIS…6 ANOS NA SANTA CASA = Cr$ 4.800,00 INICIAIS 13

Desse modo, como uma espécie de dono de associação de funcionários e  praticamente dono do respectivo jornal, ele tratava os Delegados de Polícia…

Uma  luta de classes: bacharéis contra operacionais.

 Os  motivos até seriam legítimos não fossem maculados pelo espúrio interesse pessoal do então investipol…

Interesse pessoal aqui significa:  só dele ; não interesse pessoal enquanto membro de uma carreira. 

O Hilkias de Oliveira –  Delegado  –  é uma das grandes produções do DGP   peculatário e colecionador de carros , pois  para calar a boca do então investigador, já aposentado ou  com tempo suficiente  para aposentadoria, inscreveu-lhe e aprovou-lhe de ofício.

Se era aposentado, bastou enganar o povo pagante  até o implemento da invalidez  presumida. 

Em outros termos:  aposentadoria compulsória aos 70 anos.

De qualquer modo, caso não tenha  acumulado aposentadorias, como Delegado  aposentado, em vez de investigador, acabou com proventos bem mais gordinhos .

Assim foi que  Hilkias conquistou aquilo que foi sua bandeira durante toda a carreira de tira, representante classista e deputado: O  PRÓPRIO ACESSO.

Conforme  palavras,  pra todo mundo ouvir,  do DGP em questão.

Aliás, que “deu” carteira vermelha pra muita gente boa.

DELTA, O DELEGADO DENOREX ACABOU em 1989, no 42º Distrito Policial em São Paulo, pois lá ocorreu a morte de 18 presos por asfixia dentre os 51 que haviam sido confinados pelos policiais de plantão numa cela de 1,5m x 4m sem ventilação… O Delegado Carlos Eduardo Vasconcelos – VÍTIMA DA CÚPULA E DO GOVERNO – foi julgado e absolvido por dois Júris… 7

42º DP - PLANTÃO DENOREX -  DECAP

PLANTÃO DENOREX - VEXAME MUNDIAL PARA A POLÍCIA CIVIL

Enviado por DELTA UNO  em 07/11/2009 às 13:52

O tal Diretor, também, diga-se de passagem, filho de notável Delegado aposentado, já ingressou “nobre” na carreira.

Não deve ser tratado por “Vossa Senhoria”, mas por “Vossa Alteza” ou “Vossa Majestade”…

A “Administração” está ressuscitando o plano Denorex, adotado em SP no governo Quércia, quando o então DGP, o peculatário (e traidor da classe), Amândio Augusto Malheiros Lopes, nos idos de 1988/89, fez várias reuniões com os Delegados do então DEGRAN, apelidando tais reuniões de “reuniões democráticas”, para aproveitar o clima da Constituição recém promulgada…

A tônica do discurso era: “Conquistamos a isonomia. Agora, precisamos nos valorizar. Juiz e Promotor não trabalham à noite, finais de semana e feriados. Porque nós temos de continuar puxando plantão? Isso e “capitis diminutio” para nós!”.

Aí, apresentava-se o plano “Encarregado Chefe de Plantão”, em que alguém chefiaria plantões, até parecendo delegado, porém sem o ser, enquanto dois delegados de Polícia de carreira ficariam sediados na Seccional, para assinar (sem conhecer amiúde) atos como flagrantes, requisições, etc.

Amadorismos e, na prática, riscos jurídico-administrativos para TODOS!

Bem, mas quem discordasse do plano apresentado na reunião democrática, seria democraticamente removido, no interesse do serviço policial democrático, para plagas ainda mais democráticas (e menos inóspitas, claro)…

A realidade, porém, era muito diferente do discursinho do peculatário e traidor Amândio: Seu conterrâneo e amigo do peito, Orestes Quércia, então governador, visando fins eleitoreiros, estava dobrando o número de distritos policiais do DEGRAN e não queria contratar policiais em igual proporção. Faltaria “gente”.

O Hilkias comemorou e apoiou, ao julgar que seria a senda aberta para o tal “cargo de acesso”, pelo qual sempre se bateu.

Em contrapartida, o então presidente da ADPESP, Dr. Abrahão José Kfouri, mais por ser desafeto de Quércia do que por qualquer outro motivo mais nobre, ingressou, em nome da Associação, com Mandado de Segurança contra o plano. O Judiciário, porém, fiel a seu ícone histórico (Pôncio Pilatos), apenas disse que não se imiscuiria em política administrativa do Poder Executivo. Lavou as mãos.

Os mais antigos devem lembrar-se que o plano Denorex foi extinto melancolicamente, após fatos graves. Foi extinto via TELEX.

É impressionante como nem sequer se aprende com erros do passado.

Afinal, repete-se a política do sereníssimo grão-mestre Orestes Quércia, como sendo uma grande novidade.

Está se repetindo o plano Denorex. Até porque, neste caso, alguém, que não delegado, deverá chefiar os plantões. Quem será?

Até próxima tragédia e até o próximo telex.

Ou melhor, como os tempos são outros, quem sabe o novo plano seja extinto via “Twitter”.

É o máximo de possibilidade de inovação que vejo.

__________________________________________

O DELTA UNO –  UMA VEZ MAIS –  REGISTRA TODO O SEU CONHECIMENTO HISTÓRICO DA POLÍCIA CIVIL.

Não sei se é histórico, mas remotamente “ouvi dizer” que  uma dessas altezas por indiciar e pretender a prisão, por homicídios,  de valoro$o contraventor DESCEU AO INFERNO ,  espezinhado  pela cúpula…

Sofreu sérias  perdas pessoais; além de ataques morais no velho estilo da corja  policial: de chifrudo a nariz defeituoso.

De lembrar que  o insigne Kfoury, também,  foi um dos patrocinadores do famigerado mandado de segurança contra a aposentadoria compulsória dos DA PATENTE CLASSE ESPECIAL, depois de cinco anos nessa classe. 

 Os coronéis aceitaram; a PM está aí jovem e forte.

Delta, além de diretor do Detran e Delegado Geral,  quem, nos anos 80,  demonstrou grande tino empresarial no ramo das incipientes –   depois muito prósperas –  “RECUPERADORAS DE VEÍCULOS” ? 

MENTIRA! OS “SEM FAZER NADA” PLANTONISTAS É QUE GANHAM POUCO…”OS FAZ TUDO” GANHAM MUITO MAIS DO QUE PRESIDENTE DO BRADESCO 2

publicado em 07/11/2009 às 06h00:

Delegados em São Paulo são poucos, ganham mal e esvaziam delegacias à noite

Salário de delegados paulistas é o 22º pior entre todos os Estados e o Distrito Federal

Wanderley Preite Sobrinho, do R7 

As delegacias do Estado de São Paulo estão passando por sua maior reestruturação em anos. Em uma dessas mudanças, o governo do Estado prevê mandar para casa todos os delegados que deveriam trabalhar entre 20h e 8h, deixando os distritos sem sua principal autoridade. Especialistas afirmam que essa decisão pode causar medo na população, mas que o problema pode ser um sintoma de algo maior: faltam delegados em São Paulo e eles ainda ganham mal.

 

O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo afirmou ao R7 que faltam, pelo menos, 150 delegados no Estado, e que o déficit é maior no interior e litoral.

Na avaliação da entidade, a falta de delegados se deve muito aos baixos salários pagos pelo governo. A comparação dos pisos salariais de 26 Estados mais o Distrito Federal empurra São Paulo para a 22ª posição no ranking de piores salários. Enquanto um delegado paulista começa recebendo entre R$ 5.243,30 e R$ 5.810,30, o mesmo profissional no Distrito Federal inicia a carreira ganhando R$ 12.992,70, seguido por Mato Grosso (R$ 10.013,80) e Amapá (R$ 9.720,00).

O presidente do sindicato, José Martins Leal, diz que os conhecimentos exigidos de um candidato a delegado em um concurso em São Paulo o coloca em condições de disputar outras funções mais bem remuneradas ou tentar o cargo de delegado em um Estado que paga melhor.

– O candidato acaba prestando [concurso] para Defensoria Pública, Procuradoria do Estado, Polícia Federal.

O governo nega, no entanto, que a retirada de delegados de seus gabinetes no fim da noite e madrugada se deva à falta de profissionais. Hoje, 18 delegacias nas zonas Norte e Leste já trabalham sem delegados, e a previsão é de que até julho do ano que vem esse número suba para 63 em toda a capital.

A pesquisadora do NEV (Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo), Paula Karina Rodriguez Ballesteros, afirmou ao R7 que essa medida pode acabar assustando a população, que chega à delegacia e não encontra sua principal autoridade:

– O fato de o delegado não ficar entre 20h e 8h afeta simbolicamente: as pessoas podem ficar com a impressão de que não há uma autoridade naquela região.

A Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo prometeu ao R7 que o déficit de delegados finalmente vai acabar na próxima quarta-feira (18), quando 180 novos delegados começam a trabalhar.

Isso, no entanto, não elimina o problema dos baixos salários. Segundo Leal, muitos delegados abandonam a carreira no meio do caminho porque não querem perder dinheiro ao se aposentarem:

– Nós estamos com vencimentos muito baixos, e quando aposentamos perdemos de 20% a 22% do que ganhamos, o que leva nossos delegados para outras carreiras.

LULA: a lei sancionada em benefício da PM do Distrito Federal deve ter repercussão nacional, mas que é preciso levar em conta que nem todos os estados têm a mesma capacidade financeira da capital federal 16

Lula diz que PM precisa ganhar mais para não levar ‘propina’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (6), após sancionar lei que cria plano de carreira para policiais militares e bombeiros do Distrito Federal, pagar bons salários é o único jeito de evitar que agentes de segurança levem “propina da bandidagem”. No Distrito Federal, cada soldado da PM recebe pelo menos R$ 4 mil de salário inicial.

“A única hipótese de a gente não ter um policial levando propina da bandidagem é o policial ganhar o suficiente para ficar tranquilo”, disse Lula para plateia de policiais e bombeiros do DF.

Falando sobre a questão da segurança pública no Rio de Janeiro, Lula disse ainda que os policiais têm de receber salários que garantam o sustento de suas famílias para não ter que recorrer a outros trabalhos –os chamados “bicos”.

“É preciso dar bons salários aos policiais do Rio de Janeiro para a gente exigir que ele cumpram sua função. Se precisar fazer bico, já estamos correndo risco. Se ele ganhar pouco e precisar trabalhar fora já estamos correndo risco”, discursou o presidente.

Lula disse que a lei sancionada em benefício da PM do Distrito Federal deve ter repercussão nacional, mas que é preciso levar em conta que nem todos os estados têm a mesma capacidade financeira da capital federal.

“Eu sei que corremos um risco, porque aprova aqui e os outros estados também querem. Temos que levar em conta o poder dos cofres do estado. Nem todos os estados podem dar o que deu Brasília, que tem uma condição especial. Portanto, não podemos cobrar isso que o DF fez. Não podemos cobrar isso de Roraima, de Alagoas por exemplo”, disse o presidente.

Ele disse ainda que é preciso resolver com as corporações da PM questão dos turnos de trabalho. Segundo ele, não é possível continuar com as escalas de trabalho por 24 horas e 72 horas de folga.

“Essa história de trabalho de 24 horas por 72 horas, temos que discutir. Primeiro, achar que um ser humano pode trabalhar 24 horas sem dar uma cochiladinha é acreditar em Papai Noel. É melhor que os companheiros ganhem melhor e tenham companheiros para trabalhar oito horas por dia, durante todo o dia”, declarou.

Segundo a PM, o novo plano de carreira permitirá a promoção de 12 mil policiais, o que resulta em reajustes salariais. Contudo, a PM não soube informar o impacto sobre a folha de pagamento.

A PM tem um efetivo de 13 mil policiais no Distrito Federal e com a aprovação também poderá contratar até mais 3 mil agentes, 1,5 mil já em janeiro de 2010. O outros serão contratados somente em 2011.

Dilma

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse que a sanção do novo plano de carreira dos PMs do Distrito Federal era a realização de um “sonho” para os policiais. Em clima de campanha, a ministra disse para a plateia de policiais que é o momento permite dizer “que é preciso defender as políticas sociais do governo Lula porque elas levaram para o país mais saúde e mais oportunidades”, afirmou

POLÍCIA BOCA DE SABÃO 12

entrevista

Boca de Sabão: a anatomia da corrupção na PM

Na tela do micro, detalhe do apelido Boca de Sabão, no comunicador instantâneo usado na entrevista

Em entrevista inédita ao blog REPÓRTER DE CRIME, feita agora à noite, por meio de chat, o Boca de Sabão – que garante ser policial militar e um dos responsáveis pelo twitter que se tornou referência, na denúncia de irregularidades na PM do Rio – afirmou que um dos problemas do atual comando da corporação foi fazer “péssimas nomeações” para cargos de confiança como comandos de batalhões. Ele cita como exemplos os comandantes do 5o (Praça da Harmonia) e 31o BPM (Recreio), que seriam réus em processos por corrupção passiva.  Na entrevista, sem cortes, Boca revela que é um personagem criado por oficiais e praças da PM e que não tem pretensão alguma, além de “fazer barulho”. Mas faz uma radiografia da corrupção na Polícia Militar do Rio de Janeiro. 

O Twitter é uma rede social e microblog da internet onde os internautas postam mensagens curtas, de até 140 caracteres. Cada dono de um twitter tem seguidores e também seguem outros, formando a rede. O twitter @bocadesabao se tornou relevante por fazer denúncias graves de corrupção na PM, dando nomes aos bois. Por ter começado a divulgar no Twitter links para os boletins da Polícia Militar, o twitter foi combatido pelo comando da corporação, apesar de o comandante, coronel Mário Sérgio Duarte, ter negado a perseguição.

Apesar de funcionar graças ao anonimato garantido pela mídia digital, o Boca de Sabão e suas denúncias  – algumas delas detalhadas – seriam um excelente instrumento para a Corregedoria da PM. Mesmo que a delação seja anônima, ela pode servir de base para abertura de sindicâncias, como prevê a jurisprudência sobre o tema (ver aqui). Embora ninguém possa ser condenado por uma denúncia anônima, os denunciantes sem rosto são a base da existência de serviços fundamentais no combate ao crime, como o Disque-Denúncias (2253-1177).

Quase um mês depois de solicitada por meio do sistema de comunicação direta do Twitter, Boca de Sabão concordou em falar a este repórter, por meio de um chat (comunicador instantâneo), durante uma hora e cinco minutos. Ele não quis falar por telefone, provavelmente temendo que sua voz fosse gravada.

22:48 Há quanto tempo você descobriu a internet?

22:50 Boca: Bem, tenho que avisar desde o início dessa conversa que o bocadesabao é um personagem criado por algumas pessoas. O bocadesabao surgiu em maio deste ano, com a curiosidade de uma dessas pessoas em relação ao twitter, onde não tinha nenhum representante da blogosfera policial, pelo menos nos nossos moldes aqui no RJ.

22:53 Quer dizer que o personagem é feito por várias pessoas? São todos policiais?

22:55 Boca: Sim, são algumas pessoas. E um grupo que reúne oficiais e praças.

Quantos são?

22:56 Boca: Isso não posso dizer, desculpe-me. Mas posso dizer que são bem poucos.

Por que afinal o comandante-geral da PM manifestou intenção de descobrir quem é o Boca de Sabão?

22:58 Boca: O bocadesabao surgiu antes do atual comandante, mas esse parece estar se preocupando mais comigo que o anterior. Eu creio que ele se preocupa porque Mario Sergio imaginou que seria uma unaminidade entre os policiais. Não imaginou que teria críticas como as nossas.

22:59 Quais são as maiores críticas que o Boca faz ao atual comando da PM?

23:01 Boca: O bocadesabao faz poucas críticas diretas ao comando. Ele se preocupa principalmente com as péssimas nomeações de comandantes e com a restrição de acesso ao BOLPM (Boletim da PM).

23:02 Você teria alguns exemplos dessas “péssimas nomeações”?

23:03 Boca: Quase todas. Fizemos até uma enquete. Hoje eu diria que a pior nomeação é a dos comandantes do 5º BPM (Praça da Harmonia) e do 31º BPM (Recreio), réus num processo por corrupção passiva.

23:05 Como vc avalia uma nomeação como a do coronel Millan, que está na lista do Jogo de Bicho?
23:06 Boca: Cel (coronel) Millan foi réu no mesmo processo mas tem uma situação diferente no mesmo. Parece que já foi absolvido. Mesmo assim, se eu fosse o comandante-geral, não o nomearia subchefe do Estado Maior Geral.

23:08 Você soube que o major que se meteu em confusão numa blitz da Lei Seca havia sido nomeado ouvidor pelo próprio Mário Sérgio?

Boca: Fiquei sabendo! Um absurdo. Li no seu blog.

23:10 Das denúncias que você tem feito no Twitter, qual resultou em sindicância ou inquérito?

Boca: Sinceramente não fiquei sabendo de nenhuma.

23:11 Você não acha que seria interessante encaminhar essas denúncias mesmo anonimamente para a Corregedoria da PM?

23:12 Boca: (risos) Eu acredito que sou bem lido não só pela Corregedoria, mas pela PM-2 (Serviço Reservado da PM) ou até por membros do Gabinete do Comandante Geral. Eles podem iniciar as apurações por vontade própria.

23:15 Diante da profusão de denúncias em twitters como o seu o que na sua opinião falta em termos de agilidade para a corregedoria?

23:16 Boca: Não creio que falta agilidade. Falta vontade.

23:18 E por quê, se o discurso das autoridades de segurança pública é todo baseado no controle de irregularidades praticadas pelos agentese da lei?

23:19 Boca: Depende do agente da lei. O que é alvo da fiscalização é o policial que não é “fechado” com os comandos.

Explique melhor, por favor.

23:22 Boca: Temos dois tipos de corrupção. Uma tipo varejo. Por exemplo, o policial que pega 50 reais de alguém no transito. Tem outra estruturada, tipo atacado. Essa é a pior. E a corrupção formada pelo jogo do bicho, empresas de onibus, “arrego” de traficantes. Pra pegar esse tipo de dinheiro, o policial precisa de “autorização” de seu comandante. As duas devem ser combatidas, mas, na realidade, so a primeira o é.

23:25 Verdade. Eu sempre ouvi a história de policiais militares que “compram” a atuação em áreas que sejam mais lucrativas do ponto de vista da corrupção. Os oficiais que ficam no batalhão recebem uma espécie de pedágio por esses locais. É verdade?

23:27 Boca: Sim, claro. Mas e bom deixar claro que nem todos os Oficiais e Praças que se vendem. Muitos mantem negocios fora da PM, fazem segurança, etc. De fato, esse dinheiro que os Oficiais exigem dos praças, ou ate de outros oficiais mais modernos, para que sejam escalados em determinado tipo de serviço que é a causa da discordia dentro da PMERJ. E a causa da cisão entre Oficiais e Praças.

23:28 A corrupção de modo geral é muito mal detectada. Você acha que haveria meios de se pesquisar o nível de corrupção nas polícias no Brasil e/ou no Rio ou esse assunto ainda é tabu para a grande maioria dos policiais?

23:30 Boca: Claro que tem. Na verdade, não é mal detectada. Todo policial sabe onde tem ou não tem corrupção. Alguns, como o atual comandante-geral, são um pouco míopes, mas também sabem um pouco.

23:31 O que você acha da ideia de que a polícia em geral é corrupta porque a sociedade a corrompe?

23:32 Boca: Em parte está correta. Na verdade a polícia é corrupta por falta de controle e salário. Na PM é muito mais facil controlar. Seja via regulamento disciplinar, ou por via indireta, com a nomeação de comandantes decentes em lugares estratégicos. Em regra, o batalhão dança a música de seu comandante.

23:33 Isso significa que, na sua visão, a corrupção policial pode ser ainda maior na Polícia Civil do que na Militar?

23:34 Boca: Eu não gostaria de fazer comentários sobre a Polícia Civil, não vivo a realidade deles.

23:35 Mas você confirmaria que, entre essas duas polícias, há uma rivalidade cada vez mais perigosa, no Rio?

Boca: Sim, isso é um fato. E não serei eu, bocadesabao, que vou contribuir para aumentá-la.
 
23:36 Voltando à questão da corrupção, não há dúvida de que melhoria salarial é importante para qualquer categoria profissional. Mas até que ponto melhores salários podem conter a corrupção policial? Você não acha que quem se acostuma a roubar é difícil de parar?

23:38 Boca: Eu acredito que ganhando mal que o sujeito não vai parar mesmo de roubar. Como já disse, tem que ter salário e controle. Com o salário famélico que temos, vamos continuar a ver gente roubando tênis e casaco.

23:39 A partir de sua experiência como policial e das informações às quais você tem acesso, qual na sua opinião é a melhor forma de um cidadão lidar com a proposta de corrupção por um policial? Ceder, tentar dissuadí-lo ou pagar e depois denunciar?

23:41 Boca: Essa é uma situação complicada. Não gostaria de estar na pele de um cidadão sendo achacado dentro de uma favela ou uma via deserta. Tem casos que é melhor ceder e denunciar quando a propria vida está ameaçada. Temos instrumentos de denúncias anônimas.

23:42 A propósito, como você encara as críticas de que a denúncia anônima não tem valor porque não há quem assuma a acusação feita a pessoas que podem ser alvo de difamação?

23:44 Boca: É uma brecha dentro das nossas garantias constitucionais. Mas quem faz besteira uma vez, faz duas. O comandante ou chefe do Policial deveria fiscalizar veladamente o serviço de um policial muito “denunciado”. 23:45 (amigo a bateria aqui esta acabando)

Eu já propus a criação de um Disque-Denúncia dentro das corporações policiais? Você acha viável ou ele poderia ser usado para favorecer os diversos grupos em disputa?

23:46 Boca: Claro que seria viável.

Da onde veio a ideia para esse criativo apelido, Boca de Sabão?

23:47 Boca: É um “apelido” corrente no meio policial. Siginifica “fofoqueiro” (risos).

Mas mais do que “fofocas”, o personagem não se sente uma espécie de vingador mascarado, contra o crime na polícia?

23:48 Boca: Não… o personagem so quer fazer barulho mesmo. Não tem nenhuma pretensão. O boca e muito mal-interpretado. Pois é, dizem por aí que somos um grupo político contra o comandante geral. Mas foi o bocadesabao que nomeou dois comandantes réus por corrupção? 

Qual sua opinião em geral sobre a política de segurança do governo do estado do Rio?

Boca: Que politica? (risos) Vivemos sendo pautados pela mídia e pelo calendário eleitoral.

23:53 Você tem medo de ser descoberto?

Boca: Medo nenhum. O comandante ja disse que não está me perseguindo. (risos)

Foto: Jorge Antonio Barros

http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/reporterdecrime/posts/2009/11/05/boca-de-sabao-anatomia-da-corrupcao-na-pm-238271.asp

1978: TORTURAS NO DEIC…O delegado Nestor Sampaio Penteado e o investigador Oscar Matsuo são apontados como responsáveis. 7

JUSTIÇA E PAZ APONTA CASOS DE TORTURAS

Publicado na Folha de S.Paulo, quarta-feira, 14 de junho de 1978

 
A Comissão Justiça e Paz, da Cúria Metropolitana de São Paulo, encaminhou ontem a várias autoridades as cópias dos depoimentos de oito pessoas que denunciaram terem sofrido torturas no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).
O delegado Nestor Sampaio Penteado e o investigador Oscar Matsuo são apontados como responsáveis.
Ainda ontem, outra acusação de violência policial chegou ao conhecimento da imprensa. A família de Eduardo Wagner Piacentini, 15 anos, apontou investigadores do 16º DP (Vila Clementino) como responsáveis pela morte do menor.

Justiça e Paz aponta torturas praticadas no Deic

Um grupo de oito pessoas que denunciaram ter sofrido torturas no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), durante o mês passado, prestou depoimento perante a Comissão de Justiça e Paz da Cúria Metropolitana de São Paulo. Todas descreveram como foram presas e, depois, torturadas com socos, pontapés, coronhadas, choques elétricos e no “pau-de-arara”.
A Comissão de Justiça e Paz, que tomou estes depoimentos dia 6 deste mês, encaminhou-os, ontem, a várias autoridades, entre elas Acácio Rebouças, presidente do Tribunal de Justiça do Estado, e Ênio Viegas Monteiro, secretário da Segurança Pública. Os depoimentos foram encaminhados com um ofício assinado por Dalmo de Abreu Dallari, presidente da Comissão de Justiça e Paz.
As oito pessoas torturadas: Francisca Sanches Borges, Nicássio Souza Borges, Eduardo Sousa Borges, Maria Eugenia da Silva, Maria Leite da Silva, Maria José Eugenio, Marcelina Pereira da Silva e Isabel Maria da Silva. Estas pessoas que não registram antecedentes criminais, foram presas durante investigação policial para descobrir os assaltantes que roubaram Cr$ 700 mil de uma empresa comercial, em Osasco, no início do mês passado.
Dois policiais, segundo se informou, estão diretamente envolvidos neste caso de tortura: o delegado Nestor Sampaio Penteado e o investigador Oscar Matsuo. Sabe-se, também, que o delegado Sérgio Fernando Paranhos Fleury, diretor do Deic, dirigiu pessoalmente as investigações para descobrir aqueles assaltantes de Osasco.
As oito pessoas presas e torturadas, porém, nada tinham a ver com o assalto e nenhuma delas registra antecedentes criminais. Eram apenas parentes ou amigas de outras pessoas, estas sim suspeitas daquele assalto, conforme se informou. Para chegar aos suspeitos os policiais torturaram as seis mulheres e os dois homens.
Os depoimentos dos torturados são muito parecidos um com o outro. As torturas descritas foram as mesmas, desde o choque elétrico até o “pau de arara”, que um dos torturados descreveu assim: “meu filho estava pendurado como um “frango assado” (depoimento de uma pessoa que, depois de torturada, viu o filho ser torturado).
Ênio Viegas Monteiro, secretário da Segurança Pública, recebeu os depoimentos da Comissão de Justiça e Paz e os encaminhou ao delegado-geral da Polícia de São Paulo, Tácito Pinheiro Machado. O secretário da Segurança Pública evitou comentários. Tácito Pinheiro Machado, segundo se informou, abrirá sindicância.
Sérgio Fernando Paranhos Fleury, delegado e diretor do Deic, por sua vez, não recebeu os repórteres que o procuraram, ontem, em seu gabinete de trabalho, no quinto andar do prédio do Deic.
Dª Francisca Sanches Borges foi presa no dia 18 de maio, dentro da sua casa, em Osasco. Ela ficou presa até o dia 22 de maio. Os policiais torturaram, depois, um dos seus filhos na sua frente. Esta é a íntegra do depoimento que da Francisca Sanches Borges prestou perante a Comissão de Justiça e Paz da Cúria Metropolitana de São Paulo:
“Francisca Sanches Borges aqui chamada depoente, declara que tem um filho de nome Daniel Sousa Borges, atualmente com vinte e três anos de idade e que, desde menino, tem apresentado alguns problemas de comportamento, apesar de jamais ter perdido ligação com a família e dela ter recebido, sob o ponto de vista afetivo, todo o apoio; que Daniel já esteve preso, uma vez, em razão de condenação, na Casa de Detenção, no Carandiru, tendo sido posto em liberdade condicional após dois ou três anos; que anteriormente, quando menor, também apresentou alguns problemas; que a depoente é casada com Nicássio de Sousa Borges, funcionário público da Prefeitura de São Paulo, aposentado, e que hoje é lavrador do sítio onde residem, em Osasco; que a depoente não tem qualquer antecedente criminal, assim como seu marido; que na madrugada do dia 18 de maio último, encontrava-se a depoente em sua residência, juntamente com o marido e seu filho de criação Eduardo Donizetti Sousa Borges, assim como uma outra menina, a quem a depoente, às vezes, toma conta, menina esta de nome Isabel Cristina de onze anos de idade; que por volta das quatro ou quatro e meia da manhã a depoente foi despertada por barulho na porta e com gritos de homens que avisavam tratar-se de polícia e que a casa estava cercada; que, aberta a porta, a casa foi invadida por três policiais, um dos quais com caracteristicas de japonês, um deles, pelo menos, armado de arma longa e dois dos quais se portanto de maneira muito violenta, aos gritos, dizendo muitos palavrões, enquanto o terceiro se portava de maneira muito humana, intercedendo em favor da depoente e de seus familiares ( MUITO HUMANO SÓ PODERIA SER DELEGADO ); que a depoente e seu marido apanharam muito, sendo que Eduardo Donizetti, seu filho de criação, chegou a pular em um policial (o japonês) e o marido implorando para que não batessem mais; que a depoente, em consequência das pancadas, sofreu queda, vindo a ferir-se na região do lábio superior; que os policiais se faziam acompanhar de Maria José, companheira de seu filho Daniel Sousa Borges; que Maria José estava algemada; que, em seguida, foram colocados numa viatura, a depoente e seu marido, além de Maria José, sendo todos conduzidos ao DEIC, após terem passado pela casa de um outro filho seu, de nome Eduardo Sousa Borges, que também foi preso; que, chegando ao DEIC, foram todos levados a um andar que a depoente não identifica; que o marido da depoente ficou sentado numa sala, juntamente com a depoente, enquanto seu filho (Eduardo Sousa Borges) permanecia no corredor contíguo;

“Fios elétricos”

Que obrigaram a depoente a sentar-se num banco, amarraram-lhe fios elétricos em suas mãos e, em seguida, passou a depoente a sentir forte choque e a gritar que não sabia de nada, enquanto os torturadores exigiam que ela declinasse o endereço de seu filho Daniel Sousa Borges; que a depoente dizia que poderiam até matá-la, mas ela nada poderia dizer; que, em seguida, a depoente acha que perdeu ligeiramente os sentidos, quando percebeu que os fios já não estavam amarrados nos dedos e seu filho (Eduardo Souza Borges) entrava na sala gritando: “O que estão fazendo com minha mãe”; que Eduardo foi agarrado e pendurado num ferro que se apoiava entre as duas mesas, permanecendo amarrado ao ferro numa posição de “frango assado”, enquanto que o ferro era acionado por uma especie de manivela e, com um instrumento, batiam na sola do pé de Eduardo; que a depoente já nem conseguia chorar, apenas pedia socorro, e conseguiu apoiar a cabeça do seu filho, no que foi impedida por um dos policiais; que a depoente ainda gritava que a língua de seu filho Eduardo começava a enrolar e que Eduardo era moço e trabalhador e que nunca esteve envolvido em qualquer problema; que um dos policiais, que estava na sala, era o japonês, que batia, e que mais tarde veio a saber chamar-se Matsuo;

Cr$ 18 mil

“Que a depoente esteve presa numa cela sobre o cimento, junto com muitas outras mulheres e, no dia 22 de maio, veio a ser solta, por interferência profissional do advogado Iran de Salazar, que cobrou de seu genro dezoito mil cruzeiros, oito mil dos quais pagos no ato; que seu marido foi solto no dia seguinte, juntamente com seu filho Eduardo; que a depoente é capaz de reconhecer, por fotografia ou pessoalmente, principalmente, o japonês, muito embora se sinta atemorizada, já que ele lhe declarou ao ouvido que a mataria se contasse ao Juiz Corregedor tudo o que se passou; que Maria José presenciou a depoente ser torturada; que a depoente recebeu uma coronhada no seio esquerdo, que deixou uma grande mancha roxa, que hoje permanecesse azulada claro; que a depoente compareceu a esta Comissão de Justiça e Paz a fim de pedir o empenho no sentido de que sua familia seja protegida e que seu filho Daniel deixe de ser torturado, se é que continua a ser; que a depoente, ao ser retirada do Deic, estava acompanhada de sua filha Rosa e Antonia, e quando se encontrava no corredor.

Filete de sangue

“Antonia disse “Mãe, olha o Daniel”; que a depoente se virou, então, e viu um rapaz franzino, de estatura de Daniel, algemado com as mãos às costas, numa posição meio torta, apresentando um dos olhos sob uma grande mancha escura e um filete de sangue entre o nariz e a boca; que o estado do rapaz era tão ruim e a situação psíquica da depoente tão precária, que foi difícil ela reconhecer o seu próprio filho, tanto assim que por Daniel ter dito: “Sou eu, mãe, sou eu, Daniel”; que Daniel, após pedir aos policiais, pode conversar com a depoente e com Antonia; que no dia seguinte, dia 23 de maio, a depoente foi ao Juiz Corregedor contar tudo o que lhe aconteceu”.


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EVIDENTEMENTE  AS  ACUSAÇÕES  –   CONFORME RIGOROSA APURAÇÃO  –  ERAM LEVIANDADES…UM ENREDO DIABÓLICO COMO VINGANÇA  AOS MAGNÍFICOS POLICIAIS DO DEIC…

ORA, JAMAIS UM  DELEGADO DE POLÍCIA DETERMINARIA  A TORTURA DE UM SER HUMANO EM RAZÃO DE UM SIMPLES CRIME PATRIMONIAL CONTRA UMA EMPRESA.

E SE POR  ÍMPETO  DE SERVIR A SOCIEDADE  ABUSOS FORAM PRATICADOS ,  TENHAM ABSOLUTA CERTEZA QUE O DELEGADO DE POLÍCIA: “ se portava de maneira muito humana intercedendo em favor da depoente e de seus familiares” ( “sic” ).

SOCORRO DONA MÁRCIA!…UM FALSO N.S.P.F. DISSE-ME V.S.F. 13

É de causar comiseração a sua tresloucada e insana cruzada, digna de um maltrapilho exército de Brancaleone,contra tudo e todos na Polícia Civil.

A sua remoção administrativa de local de exercício foi perfeitamente válida e legal. Tanto é que você foi removido e continua removido para essas “plagas menos inóspitas” ( como você masoquista ferrenho que é, gosta de se jactar).

Você só consegue iludir alguns apócrifos boçais, ignorantes das lides jurídicas e outros que se dizem seus “colegas” (sic), mas que devem ser tão ou mais ineptos quanto você no entendimento e na interpretação do Direito Aministrativo e, por extensão, em toda matéria de Direito que se aprofunde mais do que diferenciar o núcleo delitivo do artigo 155 do artigo 157, do CPB. ( p.ex.)

Infelizmente é por existirem delegados de polícia que – independentemente de arrotarem uma falsa honestidade, ( quem te conhece, não te compra, Guerra…) – exibem uma arrogância estúpida que é traída em algumas frases não só mal digitadas, mas com um conteúdo tegiverso e muitas vezes incoerente, o que vaza argumentar se a acusação de usuário esporádico da Cannabis L. Sativa, ralmente lhe é cabível.

Lamentável, Guerra, que seja esse o seu triste caminho, visto que a sua demissão ( console-se: não é agravada), que está prestes a ser promulgada.

Agora, abre-se o espaço para revide, com as costumeiras agressões, ofensas e menosprezos oriundos de vossa intelectualidade, apoiada pela verve de sua ignara turba…

Ou poupe-se, ao simplesmente censurar toda esta missiva.

PS. Terça-feira, dia 10.11.09, a partir das 19:00hrs, na sede da ADPESP, O Dr. Angerami e o Dr. Nestor estarão autografando o seu novo lançamento. Que tal comparecer ?

Ass. Um ex-colega Inv. Temp.

__________________________

Bem, aparentemente o autor da missiva acima  – O DOUTOR NSPF – VSP@HOTMAIL.COM –  é quem vive enfumaçado ou chapado de mésilão; pois nem sequer concluiu sua “produção intelectual”.

Mas vamos lá:

Infelizmente  por existir delegado de polícia LECIONANDO E ESCREVENDO “OBRAS JURÍDICAS”  que – independentemente de arrotar uma falsa honestidade, ( quem os conhece, não os compra; muito menos seus livros…) – ainda exibe  arrogância estúpida traída em algumas frases não apenas mal elaboradas, mas com um conteúdo tergiverso e invariavelmente incoerente, A CARREIRA CAMINHA PARA A DEMISSÃO COLETIVA… ( desculpe-me pela  canhestra adaptação ao belo texto original )

MAS AGRAVADA!

EXTINÇÃO A BEM DO SERVIÇO PÚBLICO…

Quanto a nossa remoção no interesse do serviço: É PERFEITAMENTE  VÁLIDA E LEGAL  COMO TODA A DOUTRINA  TERGIVERSA ACERCA DOS PREDICAMENTOS DO DELEGADO COMO CARREIRA JURÍDICA E AGENTE POLÍTICO…

TODO E QUALQUER JURISTA SABE O QUANTO ESSA REMOÇÃO “NO INTERESSE DO SERVIÇO” FOI ABSOLUTAMENTE LEGAL.

Especialmente legal em face da doutrina administrativa professada por  Angerami  e Nestor Sampaio.

TÃO VÁLIDA E LEGAL QUE CONTINUAREMOS EM HORTOLÃNDIA  ATÉ A PUBLICAÇÃO DA NOSSA  DEMISSÃO …

DO MESMO MODO QUE OS DELEGADOS EM BREVE RECEBERÃO  TRATAMENTO DE EXCELÊNCIA E VENCIMENTOS  DE JURISTAS.

JOW, OBRIGADO PELA DICA…COM ANGERAMI-NESTOR NUNCA MAIS GASTAREI MEU RICO DINHEIRO …MAS CONSULTANDO O SITE DA EDITORA MÉTODO ACABEI COMPRANDO DUAS OBRAS DO DOUTOR JOSÉ ARMANDO DA COSTA 12

  • Nome:Roberto Conde Guerra
  • Número do Pedido:11196
  • Data: 06/11/2009
    Direito Administrativo Disciplinar – 2ºEd.
    José Armando da Costa
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    Controle Judicial do Ato Disciplinar – 2ºEd.
    José Armando da Costa
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    2111g

  • LIVROS QUE O FLIT RECOMENDA:
  • Para concursos na Polícia Civil de São Paulo: Barros Leite e Bonilha.
  • Para estudo sobre causas da infração disciplinar:  Prevenção da Infração Disicplinar –  Dr. Bonilha.
  • Para advogados e estudo mais aprofundado: DIREITO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR –  Doutor Barros Leite …
  • (Obs:  para advogados e estudiosos, pois os corregedores devem continuar seguindo Angerami, Nestor Sampaio e Marchi de Queiroz ).
  • —————————————————————–

  • Enviado pelo JOW – COMPRA 1 GUERRA em 05/11/2009 às 18:11

    Direito Policial – Leis Orgânicas – Comentadas e Anotadas Cód. do Produto: 2159

    Autores: Alberto Angerami – Nestor Sampaio Penteado Filho
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    09 X R$ 9,78 Sem Juros 10 X R$ 8,80 Sem Juros

    Sinopse

    (…) Os autores foram a fundo em tal análise e expuseram a doutrina a respeito, fundamentando suas atribuições.

    Procuram definir o uso adequado dos conceitos. Identificam todas as alterações funcionais. Analisam as atribuições, deveres e direitos atribuídos pelas leis. Estudam os vencimentos e suas limitações.

    Em suma, o texto é de invejável precisão. Como professores que são, os autores focalizam os diversos institutos funcionais do ângulo exato da técnica e da profundidade jurídica de que cada um é dotado.

    (…) Ambos, dotados de profundo conhecimento jurídico e funcional, produziram texto analítico de diversas leis orgânicas. Os conceitos estão adequadamente colocados. As análises são bem feitas e o texto contém tudo o que o policial necessita saber em sua vida funcional. (…)

    Regis Fernandes de Oliveira
    Professor Titular da USP, Desembargador Aposentado do TJ/SP e Deputado Federal.

    Sobre os autores:

    ALBERTO ANGERAMI

    Delegado Geral de Polícia Adjunto, Ex-Delegado de Polícia Corregedor Geral da Polícia de São Paulo, Professor Universitário e da Academia de Polícia Civil-SP.

    NESTOR SAMPAIO PENTEADO FILHO

    Delegado de Polícia Assistente da Delegacia Geral de Polícia, Professor de Direito Administrativo do Complexo Jurídico Damásio de Jesus, da Academia de Polícia Civil-SP e da Faculdade de Direito de Jaguariúna – FAJ.

    http://www.editorametodo.com.br/produtos_descricao.asp?cat=12&codigo_produto=2159

  • NÃO COMPRO E NÃO RECOMENDO –  pois fui vítima de uma forma de estelionato jurídico cometido pelos dois autores.
  • Ah, além de uma forma de estelionato processual: O ASSISTENTE ELABORA O PARECER COM A SIGLA EM EPÍGRAFE – NSPF …O RELATOR SUBSCREVE COONESTANDO AQUILO QUE NÃO ESCREVEU, REFLETIU E ABSURDAMENTE CONTRARIA O QUE ADVOGA COMO “JURISTA” E AUTOR DE  OBRAS SOBRE DIREITO DISCIPLINAR.

  • https://flitparalisante.wordpress.com/2009/11/01/teoria-e-pratica-do-direito-administrativo-disciplinar-da-policia-civil-bandeirante-por-nestor-sampaio-penteado-filho/

    ESTELIONATO PROCESSUAL

    COM DIREITO A APROPRIAÇÃO DE LIÇÕES DE A. MORAES SEM O DEVIDO CRÉDITO

  • Aliás, como nenhum direito é absoluto qualquer um pode se apropriar do escrito alheio sem o menor constrangimento.

    SWAT GRATUITA PARA A ELITE POLICIAL CIVIL ( participação quase garantida para donos e filhos de donos de “lavanderias de segurança” ) 16

    250_taurus_85s05.nov.2009     Redação
    Swat treina em todo o Município

    CLEBER LAZO

    Mogi das Cruzes será a primeira cidade brasileira a receber integralmente o Curso de Armas e Tática, realizado por instrutores da Special Weapons and Tatics (Swat), grupo especial da polícia norte-americana. Nenhuma atividade será feita em cidades vizinhas, como ocorreu nas outras quatro edições do curso, que tem como objetivo preparar policiais civis para operação de alta complexidade. A decisão só foi possível porque o Município conta como “a academia que oferece a melhor estrutura de preparação de policiais de todo o Brasil”, como definiu o major da Swat, Armando Guzman, comandante do setor de operações especiais do grupo, durante coletiva de imprensa realizada na tarde de ontem, no Paradise Golf & Lake Resort, em Jundiapeba. “Participei de todas as edições e posso garantir que a unidade é sem dúvida a que oferece mais elementos de preparação”, disse o norte-americano, referindo-se ao Campus II da Academia de Polícia (Acadepol) “Dr. Coroliano Nogueira Cobra”, localizado no Parque São Martinho. Além do major, mais seis instrutores e um paramédico da Swat participam do treinamento, que teve início na tarde de terça-feira com término programado para o dia 21 deste mês. Entre eles, está Mauricio José Lemos Freire, único instrutor brasileiro da unidade policial norte-americana.

    Além da área da Academia, onde serão realizadas aulas de tiro, serão utilizadas, ainda, as dependências de um prédio em construção na Avenida São Paulo, na Vila Oliveira, para as ações de invasão tática. A pista de atletismo da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), a piscina da unidade do Sesi e a barragem do Rio Jundiaí também farão parte de atividades como abordagem policial, antropologia e condicionamento físico, socorros de urgência, tiro policial, transporte e desembarque aero-tático, resgate aéreo e defesa pessoal.
    Em 2005, última vez em que a Swat esteve no Brasil, cidades vizinhas a Sorocaba receberam os exercícios. Dois policiais que atuam em Mogi – Walter Torquato Marangoni de Melo e Welber Aparecido do Nascimento – participam do curso que promete exigir muito dos candidatos. “No treinamento específico de tiro, por exemplo, há 2,1 mil disparos. Se o aluno errar um deles, está automaticamente reprovado. Um só tiro errado e estará automaticamente reprovado. Quanto vale esse erro em uma missão?”, questionou Freire.

    ___________________________

    Quanto vale um especialista em SWAT, se na iminência de um simples  conflito por questões salariais ELE SE ESCONDE…

    ELE NÃO APARECE PARA MOSTRAR  LIDERANÇA,  ACALMANDO OS SUBORDINADOS , DEMONSTRANDO COMPANHEIRISMO E CONTROLE DA SITUAÇÃO.

    QUANTO VALE PARA A POLÍCIA CIVIL CURSOS DE TAL NATUREZA, QUANDO A IMENSA MAIORIA DE NÓS (“viagras da pc”)  NEM SEQUER SABE EMPREGAR PROFISSIONALMENTE UM “snub calibre 38”? 

    HONORÁVEIS BANDIDOS … VERMES ABUNDANTES EM TODOS OS ESTADOS E ÓRGÃOS PÚBLICOS DESTE BRASIL 1

    1024925-250x250Sinopse

    Um dos jornalistas mais respeitados do país conta os bastidores do surgimento, enriquecimento e tomada do poder regional pela família Sarney. Do Maranhão ao Senado, o livro mostra os cenários e histórias protagonizadas pelo patriarca que virou presidente da República por acidente, transformou o Maranhão no quintal de sua casa e beneficiou amigos e parentes.

    Com 50 anos de vida pública, o político mais antigo em atividade no país enfrenta escândalos e a opinião pública. É a partir daí que o livro puxa o fio da meada, utilizando as ferramentas do bom jornalismo investigativo. Sempre com muito bom humor, o jornalista faz um retrato do Brasil na era Sarney, os mandos e desmandos do senador e seus filhos, no Maranhão e no Congresso Nacional.

    SÉRGIO RICARGO MONDADORI: POLICIAIS E CIDADÃOS, ESSE É O VERDADEIRO GOVERNO DE SÃO PAULO! 3

    Sou o próprio (tetraplégico), peço encarecidamente que o Sr divulgue no Flit

    SERRA NÃO CUMPRE ORDEM JUDICIAL

    Vídeo de pronunciamento na Alesp, pelo Deputado Estadual Major Olímpio, sobre o não cumprimento de ordem judicial pelo governo de São Paulo, mesmo sob pena de multa diária de R$500,00. O autor sou eu, tetraplégico, o número do processo para consulta é 053.09.005169-9, o qual pode ser visualizado no site http://esaj.tj.sp.gov.br/esajweb/cpo/pg/show.do do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. POLICIAIS E CIDADÃOS, ESSE É O VERDADEIRO GOVERNO DE SÃO PAULO!

    POR FAVOR DIVULGUEM!

    http://www.youtube.com/watch?v=nrSNEEuT1Rk http://www.youtube.com/watch?v=bAJZHcC4VqI

    ASSISTAM AOS VÍDEOS, POR FAVOR…….

    E ESQUEÇAM O ALE……..!



    grato
    sergio ricardo mondadori


    grato
    sergio ricardo mondadori
    0xx1140338311

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    É PRAXE DE ZAGALLO DIZER BESTEIRA…O DHPP É O BERÇO DA RAPINOGRAFIA…MAS SEGUNDO O NOSSO AMIGO DO 9º ANDAR DA BRIGADEIRO: “o promotor só pode estar se referindo ao doutor Itagiba Franco” 14

    Polícia não identifica quem atirou em coronel
    MPE envia ao DHPP inquérito sobre conflito na sede do governo

    Bruno Tavares

    A Corregedoria da Polícia Civil concluiu o inquérito sobre o confronto entre policiais civis e militares, ocorrido em outubro do ano passado diante do Palácio dos Bandeirantes, sem conseguir identificar o autor do disparo contra o coronel Danilo Antão Fernandes, atual subcomandante da Polícia Militar. Em uma última tentativa de descobrir quem baleou o oficial, o Ministério Público Estadual decidiu levar o caso ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

    O tumulto começou quando policiais civis romperam o cordão de isolamento montado pela Polícia Militar para impedir que a manifestação chegasse à sede do governo paulista. Àquela altura, a greve da Polícia Civil entrava no 31º dia – ao todo, foram 59 dias de paralisação por aumento de salário. O coronel da PM, então comandante do policiamento na zona oeste da capital, acabou atingido por um tiro no quadril. A bala transfixou seu corpo.

    “A remessa não deprecia o trabalho da corregedoria, que aliás foi muito bem feito”, afirmou o promotor Rogério Zagallo, do 5º Tribunal do Júri, que acompanhou o andamento do inquérito – o atual responsável pelo caso é o promotor André Luiz Bogado Cunha. “É praxe no júri, quando não se consegue apurar a autoria de um crime, recorrer ao DHPP. É onde estão os mais competentes homens da Polícia Civil. Esse inquérito, até pela importância que tem, merece ser analisado por eles”, disse Zagallo.

    O promotor diz não ter dúvidas de que a tentativa de homicídio contra o coronel Fernandes foi praticada por um policial civil. “Eu sei, a corregedoria sabe, mas uma coisa é saber e outra é provar. A pessoa estava encapuzada e, mesmo com todas as diligências feitas em um ano de apuração, não foi possível identificá-la.”

    A Corregedoria da Polícia Militar instaurou Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar a conduta de seus homens no episódio. Até ontem o procedimento não havia sido concluído.

    http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091104/not_imp460738,0.php

    Colaboração: JOW

    __________________________

    QUANTO A TENTATIVA DE HOMICÍCIO PRATICADA POR POLICIAL CIVIL: SÓ O ZAGALLO E A CORREGEDORIA SABEM.

    BEM DISSE O DELTA: promotores  competentes FICARAM NO PASSADO…

    Ah, ainda tem o doutor OCTÁVIO BORBA DE VASCONCELLOS do Júri em Santos.

    O resto é ZAGALLO…

    E A GENTE TEM QUE ENGOLIR!

    BLOGS POLICIAIS E ESTUDO DA UNESCO 3

    Queridos amigos Blogueiros Policiais,

    Com grande alegria, Anabela Paiva e eu comunicamos que nossa pesquisa Blogosfera Policial no Brasil, da qual cada um de vocês participou diretamente, acaba de ser publicada pela UNESCO, como o primeiro Caderno de Informação e Comunicação.

    Nesta oportunidade, agradecemos a cada um o estímulo que recebemos na ocasião da pesquisa e que continuamos recebendo a cada dia.

    A Blogosfera Policial brasileira é muito importante e vai continuar crescendo, graças à garra, à energia e à inteligência dos blogs produzidos por vocês.

    Por favor, comuniquem a outro(a)s blogueiro(a)s sobre esses resultados e enviem nossos agradecimentos.

    Um abraço, Silvia Ramos e Anabela Paiva Centro de Estudos de Segurança e Cidadania Universidade Candido Mendes

    Vejam a íntegra da pesquisa em http://www.brasilia.unesco.org/noticias/ultimas/unesco-e-cesec-lancam-estudo-sobre-blogosfera-policial

    Vocês podem também ter acesso às excelentes matérias publicadas pelo jornal O Estado de São Paulo em:

     http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,blogs-de-pms-subvertem-hierarquia,459407,0.htm

    http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia+link,blogosfera-muda-a-cara-da-policia,3095,0.shtm

    http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091101/not_imp459587,0.php

    E mais trechos da pesquisa e entrevistas no Caderno LINK do Estadão, publicado ontem, segunda, 1 de novembro.

    Vejam abaixo o RELEASE da Unesco UNESCO e CESeC lançam estudo sobre blogosfera policial Pesquisa avalia papel de blogs no debate sobre segurança pública

    Brasília, 31/10/2009 –

    Especialistas e profissionais das áreas de segurança, comunicação e informação contam, a partir desta semana, com um levantamento inédito sobre o crescente uso de blogs para a publicação de análises e comentários sobre a realidade da segurança pública. Realizada em parceria da UNESCO no Brasil com o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes (CESeC), a pesquisa blogosfera policial do tiro ao twiter justifica seu ineditismo: mais do que coberturas jornalísticas, o estudo avalia blogs publicados pelos próprios agentes de segurança. Coordenada pelas pesquisadoras Silvia Ramos e Anabela Paiva, do CESeC, a publicação é a primeira investigação em profundidade sobre a mais recente e relevante tendência na cobertura de polícia, criminalidade e políticas de segurança. O levantamento de informações e a análise dos blogs foram realizados por meio de perguntas formuladas na internet e respondidas por 73 policiais blogueiros, autores de 70 blogs, entre maio e junho deste ano. Nos depoimentos coletados pela pesquisa, os entrevistados dividem a percepção de que, no passado, em análises e debates sobre “polícia” e “policiais”, quase nada era dito pelos próprios agentes de segurança. Segundo eles, os debates sobre o setor reuniam somente profissionais de meios de comunicação, especialistas e governantes. Esse cenário mudou com o surgimento dos blogs sobre segurança e a abertura de espaços destinados a reflexões pouco divulgadas na mídia tradicional. Entre os assuntos tratados pelos agentes na internet, foram identificadas abordagens raras ou inexistentes nas páginas de jornais, como política salarial e condições de trabalho das forças policiais. Fenômeno recente O estudo da UNESCO e do CESeC revela que, entre os blogs avaliados, apenas 12 foram criados em 2006 ou em anos anteriores. Os dados caracterizam o fenômeno como especialmente recente e em franco desenvolvimento: entre janeiro e início de agosto deste ano, foram criados 15 novos blogs policiais. Em função desse crescimento, a pesquisa avalia que os sites jornalísticos são apenas a ponta mais visível, porém menor e talvez menos importante, da blogosfera policial. Os dados coletados indicam que a maior parte da comunidade virtual é formada por conteúdos assinados por policiais das regiões Sudeste (43), seguida das regiões Centro-Oeste (9), Nordeste (7), Sul (7) e Norte (4). O Rio de Janeiro é o Estado que concentra o maior número dos blogs sobre segurança, com 22 conteúdos. Por trás das postagens, o predomínio é de policiais militares: no universo pesquisado, 58% dos entrevistados são oriundos da PM (35,6 oficiais e 23,3% praças), 15,1% da Guarda Municipal e 13,7% da polícia civil. Ainda segundo o estudo, a maioria dos blogueiros acredita contar com o apoio de seus colegas (91,8%). Quando se trata de superiores hierárquicos, porém, as avaliações se dividem: apenas 24,3% acham que suas iniciativas são aprovadas, enquanto 20% acham que elas são reprovadas e 21,4%, que são vistas com indiferença. Demanda reprimida Além de política salarial e condições de trabalho, outros temas sensíveis, como direitos humanos, investigações de corregedorias, projetos comunitários e inquéritos abandonados, são tratados pelos blogs com freqüência e destaque. “Como é que pode sob a justificativa de preservar a hierarquia e disciplina, ressalte-se em tempo de paz, cercear direitos humanos e fundamentais como é o caso do direito de reunião?”, dizem os autores de um dos blogs pesquisados ao atribuírem o nascimento da página a uma “demanda reprimida”. Em meio às postagens, o temor de retaliações é presente entre os proprietários dos blogs. Entre os 73 entrevistados, 27 disseram já ter sido censurados ou reprimidos. As ameaças de prisão e transferência vêm em primeiro lugar, com quase 26% dos casos. Apesar das denúncias e reivindicações dos blogueiros, o estudo revela que os comandos já teriam percebido a importância do fenômeno: comandantes gerais da PM de Goiás e do Rio de Janeiro mantêm blogs institucionais, iniciativa que deverá ser seguida pelo comandante da PM de São Paulo. Em Sergipe, um blog da corporação acaba de ser lançado. Cultura de paz Entre as expectativas da UNESCO no Brasil com o lançamento de “A Blogosfera Policial no Brasil – do Tiro ao Twitter” está a promoção do debate sobre liberdade de expressão, um dos valores defendidos pela Organização. Em visão partilhada com o coordenador do Setor de Comunicação e Informação da UNESCO no Brasil, Guilherme Canela, o Representante da UNESCO no Brasil, Vincent Defourny, considera que a publicação também cumprirá um importante papel para a formulação de políticas de segurança favoráveis à cultura de paz. “O estudo apresenta uma contribuição concreta para se trilhar o caminho na direção de uma esfera pública capaz de levar adiante uma reflexão robusta sobre políticas da mais alta relevância para promoção de uma cultura de paz e, por conseguinte, para a redução da violência.” A pesquisa anunciada pela UNESCO no Brasil e pelo CESeC é o primeiro de uma série de debates em Comunicação e Informação a serem lançados pela Organização. Para acessar a íntegra do estudo, clique aqui. Assessoria de Comunicação – UNESCO no Brasil Ana Lúcia Guimarães, Isabel de Paula e Nelson Souza Aguiar

    O Sr. Governador do Estado não precisa comprar helicópteros, porque eu tenho certeza de que é para ficar passeando, para andar mais rápido, até porque as próximas campanhas eleitorais estão chegando. Queremos viaturas. Queremos policiais bem remunerados. Queremos que o Sr. Governador do Estado, do PSDB, Sr. Geraldo Alckmin, cumpra as promessas de campanha, cumpra as suas promessas com a região do Grande ABC . Resposta

    26 DE ABRIL DE 2005

    051ª SESSÃO ORDINÁRIA

    O SR. VANDERLEI SIRAQUE – PT – Sr. Presidente, Srs. Deputados, estava lendo uma notícia no “Diário do Grande ABC” hoje, que dizia que a Polícia Militar quer implantar na região uma base aérea para intensificação do combate ao crime, com um custo estimado em seis milhões e quatrocentos mil reais, mediante o pedido de recursos para as Prefeituras e os empresários da região.

    Primeiro, as Prefeituras já estão contribuindo demais pagando aluguel para a instalação de bases da Polícia Militar e da Polícia Civil, que é obrigação do Governo do Estado de São Paulo, conforme a Constituição do Estado. E os empresários da região do Grande ABC também já estão fazendo a sua parte pagando os seus tributos para o Governo do Estado.

    O que queremos é que o Governo do Estado devolva para a região do Grande ABC os tributos que são pagos pela população da região. Queremos que sejam enviadas para a região do Grande ABC as viaturas que o Governo do Estado só encaminha para as Prefeituras administradas pelo PSDB. Não adianta ter helicópteros, se temos viaturas quebradas, encostadas e sucateadas na região do Grande ABC.

    Segundo, foram criados dois batalhões na região, um na cidade de São Bernardo e outro em Santo André, só que não há efetivo da Polícia Militar, conforme prometido pelo Sr. Governador e pelo Sr. Secretário de Segurança Pública, na Praça Samuel de Castro Neves, perto da Avenida do Estado, no mês de agosto, em Santo André. Está registrado. O Sr. Governador e o Sr. Secretário de Segurança Pública estiveram na região às vésperas das eleições para apoiar os seus candidatos a Prefeitos, prometeram encaminhar mais de 1.200 policiais e até o momento nada.

    Terceiro, não adianta ter helicópteros se temos policiais morando em favelas, sem coletes à prova de balas ou com coletes vencidos, com salários de fome. Para que gastar seis milhões e quatrocentos mil reais em helicópteros se não pagam bem os policiais? Temos de pagar bem os policiais do Estado de São Paulo, temos de dar equipamentos para os policiais, temos de pagar dignamente, para que eles possam trabalhar. Esse negócio de ficar passando por cima não resolve. Queremos os policiais nas ruas, bem treinados, capacitados, bem remunerados, com seus equipamentos de segurança.

    O Sr. Governador do Estado não precisa comprar helicópteros, porque eu tenho certeza de que é para ficar passeando, para andar mais rápido, até porque as próximas campanhas eleitorais estão chegando. Queremos viaturas. Queremos policiais bem remunerados. Queremos que o Sr. Governador do Estado, do PSDB, Sr. Geraldo Alckmin, cumpra as promessas de campanha, cumpra as suas promessas com a região do Grande ABC .

    Outra questão diz respeito aos roubos de veículos na região do Grande ABC. Queremos que eles fiscalizem os desmanches de veículos, que fiscalizem os receptadores de carros roubados.

    Sr. Governador do Estado, Sr. Secretário de Segurança Pública, pelo amor de Deus, colocaram fogo no Ciretran de Santo André. Furtaram o Ciretran de Mauá. Furtaram o Ciretran de Rio Grande da Serra. O que está acontecendo? Será que é porque há denúncias de venda de habilitação de carta ? Chamaram os bombeiros para apagar o fogo do Ciretran de Santo André. Chamaram a polícia porque estava havendo furto no Ciretran de Mauá e no Ciretran de Rio Grande da Serra.

    Sr. Governador Geraldo Alckmin, Sr. Secretário de Segurança Pública, queremos a apuração dos fatos. Vamos dar um prazo para saber qual o resultado dessa apuração, do contrário, vamos ser obrigados a pedir outra CPI nesta Casa. Será que tem algum relacionamento com o número de roubos e furtos de veículos ? Será que queimaram as provas do crime também em Santo André ? Será que sumiram com as provas do crime em Mauá, em Rio Grande da Serra ? É muita coincidência. Queremos saber por que tanta coincidência no Ciretran de Santo André, Rio Grande da Serra e Mauá, que estavam sob investigação da própria Corregedoria da Polícia.

    Não adianta helicópteros, se os roubos acontecem embaixo, no chão

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    GESTÃO ALCKMIN: UM PERÍODO DE SOMBRAS NA SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO.

    FOI BOM PARA OS  LADRÕES ( internos e externos ).