FLAGRANTES NA 2a. SECCIONAL DO DECAP – ORA, ORDEM É ORDEM: DEVE SER CUMPRIDA…”UM APONTADOR E UM APOSTADOR DE BICHO”, O APONTADOR POR CORRUPÇÃO ATIVA…QUALQUER PROBLEMA CHAMA O DOP! 6

CACHORRÃO FAZ CACHORRADA

Enviado em 30/11/2009 às 17:35

O DESESPERO TRANSFORMA A INVESTIGAÇÃO EM RONDA OSTENSIVA DA PM.

DR GUERRA,
COLOCA AÍ NO FLIT! “AJUDA NÓIS”!
OS COLEGAS DA 2A. SECCIONAL ESTÃO ME LIGANDO E CHORANDO PORQUE A ORDEM DA SECCIONAL É QUE CADA DP TEM “OBRIGAÇÃO” DE FAZER UM FLAGRANTE POR SEMANA.
CASO A “ORDEM” NÃO SEJA CUMPRIDA, OS TIRAS SERÃO RECOLHIDOS DA CHEFIA E MANDADOS PARA O PLANTÃO!
ALÉM DA MOTIVAÇÃO QUE JÁ É GRANDE, AGORA OS COLEGUINHAS TEM QUE VIVER SOB ESSA PRESSÃO PSICOLÓGICA.
É UM PUTA DESVIO DE FUNÇÃO E AINDA CORRE-SE O RISCO DE QUE SEJAM COMETIDAS ARBITRARIEDADES POIS OS FLAGRANTES TÊM QUE SAIR A QUALQUER CUSTO.
OS TIRAS NÃO TEM TEMPO NEM DE INVESTIGAR OS B.O. DO DP E DE CUMPRIR TODAS AS O.S., SEM CONTAR QUE TEM DP QUE TEM APENAS 3 EQUIPES NA CHEFIA E DUAS VIATURAS QUEBRADAS. TODO DIA TEM PRESOS PARA SEREM TRANSFERIDOS PARA O CDP DE GUARULHOS E AINDA OS “ILUMINADOS” NUM ATO DE DESESPERO E QUERENDO MOSTRAR SERVIÇO INVENTAM ESSE DISPARATE!
EU ANDEI CONVERSANDO COM OS COLEGAS DAS CHEFIAS DOS DISTRITOS DA 2A. E TODOS CONFIRMARAM A DETERMINAÇÃO ABSURDA. É UMA PENA QUE ELES NÃO TEM CORAGEM DE COLOCAR NO PAPEL ESSE DESMANDO ABSURDO! POR FAVOR DR. GUERRA, COLOCA AÍ NA PRIMEIRA PÁGINA!

“A Polícia Civil trabalha no combate ao jogo do bicho, assim como todos os jogos de azar” e que “há poucas ocorrências envolvendo o jogo do bicho”…EPA, ENTÃO O JOGO DO BICHO NÃO FALIU! 5

30/11/2009 – 07h00

Jogo do bicho se moderniza e opera com sistema digital de apostas em SP

Arthur Guimarães
Do UOL Notícias
Em São Paulo

Aposentando os bloquinhos de anotação e os tradicionais sistemas de divulgação de resultados, os operadores do jogo do bicho em São Paulo digitalizaram o negócio. Foi-se o tempo em que, sentados em cadeiras nos cantos de bares, os funcionários dessa loteria ilegal anotavam apostas e distribuíam o número dos animais sorteados em pequenos pedaços de papel escritos com caneta.

  • Repórter do UOL Notícias faz aposta eletrônica

Hoje, como a reportagem do UOL Notícias comprovou em vários pontos da cidade, os contraventores estão usando um sistema que lembra o utilizado em restaurantes para o pagamento de refeições com cartões de débito e crédito. Como visto, assim que o cliente chega com sua aposta, prontamente o anotador passa a digitar os números dos animais escolhidos no terminal eletrônico, chamado de POS (ponto de venda, da sigla em inglês).

Em instantes, a engenhoca computa os dados e imprime, automaticamente, o recibo do jogo feito. Nesse comprovante, está escrito o nome do grupo – como “Juruna”, “Gentil” ou “Paulinho”, exemplos dos casos vivenciados – e outras informações, como “reclamações, 3 dias” e frases codificadas como “Mc cotadas 2008”, além do valor total da “fezinha”.

Pelo o que os funcionários da loteria criminosa informaram ao repórter – sem saber que estavam sendo entrevistados -, todas as informações das apostas são enviadas, via “satélite ou telefone”, para uma central, em que os cabeças do jogo do bicho na cidade montam um banco de dados para servir de garantia na hora de conferir e pagar os ganhadores.

  • Recibo detalha a aposta no jogo do bicho….
  • … e também mostra o resultado

O caminho inverso também é feito pelo novo sistema de comunicação. O anotador informa que basta voltar no dia seguinte – “ou mais tarde” – para saber quais foram os animais sorteados. Dito e feito. Ao retornar ao local, o resultado estava impresso e era dado a quem requisitasse. No caso, para a modalidade “Para Todos” do dia 25 de novembro, lá estavam elencados: “Peru, Coelho, Leão, Tigre, Peru, Coelho e Cavalo”.

Apesar de parecer um sistema totalmente clandestino, a bobina de papel e os terminais utilizados pelo repórter eram de marcas conhecidas. Os bilhetes, por exemplo, são os mesmos usados nos pagamentos com cartão de débito ou crédito. Aliás, no verso de todos os recibos obtidos pelo UOL Notícias, estava impresso o logotipo da Redecard, empresa que explora as transações bancárias à distância.

Os aparelhos também tinham selos que indicavam seus fornecedores. Alguns eram da Verifone e outros eram estampados pela marca da Ingenico, ambas empresas estrangeiras que vendem os chamados POS para o mercado legal.

Jogo de empurra
Todos os envolvidos na investigação desse tipo de crime, assim como os principais prejudicados pela exploração ilegal do jogo, recusaram-se a dar entrevista sobre a modernização do sistema. A primeira a silenciar foi a Caixa Econômica Federal (CEF), empresa estatal ligada ao governo federal. Pelo decreto-lei 204, de 1967, a instituição tem a exclusividade na criação de novas loterias, o que automaticamente deixa o jogo do bicho na ilegalidade. Dessa forma, cada centavo que entra ilegalmente no caixa deixa de somar nos cofres da União.

Mesmo assim, apesar de procurada por dois dias, a Caixa não disponibilizou nenhum representante para comentar o caso. A nova tentativa foi na Polícia Federal (PF), órgão que tem como finalidade proteger as instituições federais, como a Caixa. Em nota, a PF informou que não falaria sobre o assunto, sugerindo que fosse procurada a Polícia Civil de São Paulo.

Após solicitada uma entrevista com algum policial paulista que tivesse experiência na investigação desse tipo de ilicitude, a resposta da Secretaria Estadual de Segurança Pública foi a de que não haveria ninguém especializado no assunto. Informada dos endereços dos pontos que a reportagem fez as apostas nos terminais eletrônicos, no entanto, a pasta enviou os dados para o 1º Distrito Policial (DP), na Sé, que mandou homens para checar a denúncia.

Após a ação, foi enviada uma nota oficial, em que a secretaria de Segurança Pública informa que o delegado responsável, Marcel Druziani, encaminhou uma “equipe de investigação à rua Regente Feijó, que localizou e deteve um aposentado de 71 anos, acusado de possuir e operar uma máquina eletrônica própria para realização de apostas”. Foram também apreendidos “o equipamento e 20 extratos com resultados das apostas, além de duas pules e uma agenda”.

O detido, segundo o órgão, foi liberado após a elaboração do Termo Circunstanciado, já que nas ocorrências de jogos de azar não cabe prisão. “Os casos são encaminhados diretamente para o Juizado Especial Criminal (Jecrim)”, disse a nota, que ainda esclareceu que “a Polícia Civil trabalha no combate ao jogo do bicho, assim como todos os jogos de azar” e que “há poucas ocorrências envolvendo o jogo do bicho”.

Mais silêncio
As empresas que comercializam os equipamentos encontrados pela reportagem nos pontos de aposta também não quiseram prestar esclarecimentos, para explicar como seus produtos chegaram na mão dos criminosos. Tanto a Verifone como a Ingenico, que vendem os terminais, não indicaram nenhum funcionário para discutir o mau uso dos POS, dizendo que só os vendem para grandes firmas e que, portanto, seriam elas as responsáveis por prestar esclarecimentos sobre eventuais desvios.

Uma dessas empresas, a Redecard, negou entrevistas, divulgando uma nota afirmando que “somente credencia estabelecimentos que apresentem documentos que comprovem suas atividades” e que “fornece bobinas para os estabelecimentos credenciados para que sejam utilizadas nas suas operações de crédito e débito”. A Visanet, concorrente nesse mesmo ramo, foi procurada mas também não retornou ao pedido de entrevista

QUEREMOS UMA CPI DA POLÍTICA E DA CORRUPÇÃO NA POLÍCIA CIVIL…HÁ SEMPRE UM SENADOR, DEPUTADO FEDERAL OU ESTADUAL “ESQUEMATIZANDO” A ROUBALHEIRA. 53

Ah, de vários partidos. Há muitos anos!

Como já denunciava o deputado federal  santista “DEL BOSCO AMARAL”, desde os anos 70;  depois no próprio partido na década de 80.

Sidney Palácios: Senhor secretário, durante a gestão do então secretário de Segurança pública de São Paulo Michel Temer [advogado. Foi deputado federal em 1986. Vinte anos depois se tornou presidente nacional do PMDB], o jogo de bicho campeava livremente em São Paulo. Nessa época, o deputado federal Del Bosco Amaral, do PMDB, afirmou que existia uma caixinha de jogo de bicho na Secretaria da Segurança Pública para apoiar a candidatura de Michel Temer para a Constituinte e para poder ajudar outros deputados do PMDB nas eleições de 1986. O deputado Del Bosco Amaral, até hoje, não foi contestado por ninguém. O jogo de bicho, senhor secretário, continua a todo vapor em São Paulo. E quando não existe repressão, senhor secretário, forçosamente, nós temos a concluir que existe caixinha…( 1987, arquivos do roda vida, postado no blog em 24/11/09)

DEPUTADO FEDERAL DEL BOSCO AMARAL ( ANOS 80 )

NA ADMINISTRAÇÃO DOS DOUTORES LEIGO E ARMANDO NÃO TINHA QUE SUPERFATURAR E NEM PAGAR PARA “TRABALHAR”…DEPOIS QUE ALCKMIZARAM TUDO, PHODEU! 4

Segundo consta, na administração anterior do Detran, o pessoal do interior (roçapol) era obrigado a receber papel sulfite, sendo que por ex: Se recebiam duzentos blocos de papel A-4, assinavam ter recebido 1000. $$$$$$$$

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José Francisco Leigo: ex-diretor do Detran, substituido, em 2005, por Yvaney Cayres.

Armando Soares de Almeida:  Diretor da Divisão de Controle do Interior, também, até 2005. Talvez substituido por autoridades de melhor estirpe do tipo  egressa do PRESÍDIO ESPECIAL DA POLÍCIA CIVIL.

OLHO DE VIDRO: NÃO SEI, NÃO VI, NÃO OUVI, NÃO RECEBI, NÃO PAGUEI, NÃO APROVEI…MANDEI APURAR E INFORMEI “TUDO” AOS MEUS SUPERIORES…ENTREGUEI O CARGO, RECUSEI OUTRO…NÃO AGUENTAVA MAIS! NÃO AGUENTAVA MAIS O QUÊ? 1

Depois de aprovadas pelos gestores, as contas, segundo Mello, eram enviadas à Divisão de Administração do Detran, que ordenava os pagamentos.

“Elas não passavam pelo diretor.” Mello disse que não foi o responsável pela licitação e assinatura dos contratos.

Isso foi feito em 2006 na gestão do delegado Ivaney Cayres de Souza. O Estado procurou Cayres, mas ele não se manifestou. Segundo sua assessoria de então, os contratos foram aprovados pelo Tribunal de Contas do Estado e tiveram parecer jurídico favorável da Procuradoria do Estado.

Mello prorrogou duas vezes os contratos.

“Mandei apurar as denúncias que chegaram ao meu conhecimento. Informei tudo aos meus superiores, mas não podia rescindir os contratos enquanto a apuração não terminasse.”

Ele disse que uma nova licitação estava pronta para ser feita quando ele saiu do Detran em outubro.

“Entreguei o cargo ao secretário (Antônio Ferreira Pinto). Não aguentava mais. Ele me ofereceu outro departamento. Recusei.”

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Ora, ele RUY EX-CORREGEDOR GERAL DA POLÍCIA CIVIL,   não aguentava mais tanta bandidagem na Segurança Pública deste Estado.

Eu disse:  SEGURANÇA PÚBLICA.

Pois essa roubalheira possui alto comando político, típico de organização criminosa.

DIREITO POLICIAL ESQUEMATIZADO POR MESTRES DO PRIMEIRO ESCALÃO DA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA…RUYZITO “MANDOU APURAR” E “COMUNICOU SEUS SUPERIORES” QUE NADA FIZERAM…ASSIM COLOCOU O DETRAN A DISPOSIÇÃO DO SECRETÁRIO QUE ACEITOU OFERECENDO OUTRO DEPARTAMENTO COMO DEMONSTRAÇÃO DE CONFIANÇA E GRATIDÃO 3

Enviado pelo MARCOS em 30/11/2009 às 9:45

Esquema desvia R$ 40 milhões do Detran de SP
Pagamentos de contratos para emplacar carros seriam superfaturados em 200%; laranjas controlam empresas

Marcelo Godoy

SÃO PAULO – Empresas contratadas pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) para emplacar veículos em São Paulo são acusadas de fraudes que deram prejuízo estimado de pelo menos R$ 40 milhões. Delegados e empresários são suspeitos de participar do suposto esquema milionário. Laranjas controlariam a principal empresa contratada pelo departamento.

A fraude principal seria o superfaturamento de até 200% da medição dos serviços contratados. Ela envolveria centenas de Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans) de São Paulo – o Estado tem 344. O esquema era simples. As Ciretrans enviavam todo mês ao Detran um documento atestando que a empresa emplacara mais carros do que havia efetuado. O atual diretor do Detran, Carlos José Paschoal de Toledo, suspendeu os pagamentos nos últimos três meses e constatou que as empresas deviam receber só um terço do que pleiteavam. Passou a pagar só o que devia.

Os pagamentos a mais eram feitos sem que os gestores dos contratos – alguns deles carcereiros – confrontassem a prestação de contas das empresas com os registros de veículos emplacados nas Ciretrans. Eram as prestações de contas das empresas que serviam de comprovação para a liberação dos pagamentos pelo governo. Quem mandava pagar com base nesse documento era a Divisão de Administração do Detran.

O esquema começou a desmoronar quando o presidente da Associação dos Fabricantes de Placas de Automóveis, Hélio Rabello Passos Junior, denunciou o caso à Secretaria da Segurança Pública em 3 de julho. O titular da pasta, Antônio Ferreira Pinto, determinou a apuração. Passos Junior afirmava a existência de irregularidades no cumprimento dos dez contratos do Detran com as empresas Cordeiro Lopes e Centersystem – elas negaram as acusações. As empresas assinaram em 2006 os contratos com o Detran depois de vencerem licitação oferecendo o menor preço.

Deveriam fornecer a placa comum por R$ 2,2 em São Paulo (Centersystem) e R$ 4,5 no restante do Estado (Cordeiro Lopes). E aí é que começavam os problemas. Os valores são, segundo Passos Junior, inexequíveis, pois abaixo do preço de custo fixado por laudo da Universidade de São Paulo (USP). Como as empresas conseguiam fornecer placas por esse preço? Segundo Passos Junior, por meio de uma série de fraudes. Ao depor na Corregedoria da Polícia Civil, ele enumerou 14 tipos delas que, somadas, teriam causado prejuízo em R$ 40 milhões – a Centersystem recebeu R$ 9 milhões pelos serviços de janeiro de 2008 a julho deste ano e a Cordeiro, R$ 64,8 milhões.

O empresário relata que já havia batido em muitas portas para contar o que sabia, inclusive na do então diretor do Detran, delegado Ruy Estanislau Silveira Mello, para que práticas abusivas e ilegais cessassem. “Mas nada foi feito. O Detran decidiu prorrogar tais contratos, contrariando novamente os princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência”, afirmou, ao depor. Mello diz que mandou apurar tudo e informou os superiores.

Osasco

Um mês depois de o empresário fazer a denúncia, assumiu a Ciretran de Osasco o delegado Gilberto Barbosa da Silva. Logo no primeiro mês no cargo, o delegado foi conferir a prestação de contas da Cordeiro Lopes. Esta dizia ter direito a receber R$ 277,7 mil pelos serviços de lacração em junho, referentes a 13.590 veículos emplacados.

“Todavia, a Ciretran de Osasco expediu para lacração 4.007 documentos, constatando-se uma diferença a mais de 9.853 casos”, diz relatório do delegado. Só naquele mês, a empresa teria recebido R$ 200 mil a mais. Em junho, a Cordeiro havia dito que tinha R$ 346 mil a receber. “A realidade a receber gira em torno de R$ 80 mil.” Haveria também nesse mês um superfaturamento na medição do serviço de cerca de R$ 260 mil.

Diante disso, o delegado informou os chefes e o Detran. A iniciativa ajudaria a formar a crise que levaria à mudança da direção do Detran – Mello foi substituído em outubro no cargo por Toledo. Ao depor, o delegado Silva contou que foi procurado por representantes da Cordeiro Lopes que “insistiam em convidá-lo para um almoço”. Uma funcionária da empresa disse que ele “não sabia a força que eles tinham”.

“Apesar de todas essas intimidações, estou com a consciência tranquila, pois fiz o que era meu dever.”

DELTA: COVAS PARIU OUTRAS EXCRESCÊNCIAS; A PIOR DELAS O LEVOU AO PAQUETÁ…ENQUANTO A PRIMEIRA DAMA “HIGH SOCIETY” AO MELHOR ESTILO DO “AVENIDA PAULISTA” SORRIA DE FELICIDADE…AH, A PIOR EXCRECÊNCIA VOAVA EM HELICÓPTEROS DO “BIG BOSS DOS EMPLACADORES”…MAS “CHEFE DE QUADRILHA” SOU EU E OS DA MINHA CONFRARIA…

E viva a excrescência inconstitucional parida das entranhas de Mário Covas!

Ou seja: Viva a tal de… 3ª Polícia, que, aqui em SP, participa de ações “conjuntas” da Polícia Civil e da PM, como se tivesse capacidade para agir de ofício, “ignorando” que “só” serve para agir quando provocada pela autoridade policial, não sendo mais que seu órgão auxiliar.

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“MANDEI APURAR”…A CULPA DEVE SER DO YVANEY CAYRES SOUZA E DOS QUADRILHEIROS DOS ESCALÕES INFERIORES 4

Enviado pelo JOW  em 30/11/2009 às 8:31

Ex-diretor: ”Mandei apurar”

Ele afirma que não era responsável pelas contas

Marcelo Godoy

O delegado Ruy Estanislau Silveira Mello disse que nenhum dos pagamentos feitos à Cordeiro Lopes passaram por suas mãos. Segundo ele, era responsabilidade dos diretores das 344 Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans) fiscalizar as prestações de contas das empresas que emplacavam os carros antes de encaminhar o documento ao Detran.

No departamento, a prestação de contas – caso viesse de uma Ciretran do interior ou da Grande São Paulo – passava pela Divisão do Interior e pelos gestores dos contratos – policiais nomeados para fiscalizá-los. Ao todo existem dez contratos de emplacamento. Nove deles são da Cordeiro Lopes, que cuida de todo o Estado, exceto a capital, que ficou com a empresa Centersystem – o Estado a procurou, deixou recado, mas ninguém se manifestou.

Depois de aprovadas pelos gestores, as contas, segundo Mello, eram enviadas à Divisão de Administração do Detran, que ordenava os pagamentos. “Elas não passavam pelo diretor.” Mello disse que não foi o responsável pela licitação e assinatura dos contratos. Isso foi feito em 2006 na gestão do delegado Ivaney Cayres de Souza. O Estado procurou Cayres, mas ele não se manifestou. Segundo sua assessoria de então, os contratos foram aprovados pelo Tribunal de Contas do Estado e tiveram parecer jurídico favorável da Procuradoria do Estado.

Mello prorrogou duas vezes os contratos. “Mandei apurar as denúncias que chegaram ao meu conhecimento. Informei tudo aos meus superiores, mas não podia rescindir os contratos enquanto a apuração não terminasse.” Ele disse que uma nova licitação estava pronta para ser feita quando ele saiu do Detran em outubro. “Entreguei o cargo ao secretário (Antônio Ferreira Pinto). Não aguentava mais. Ele me ofereceu outro departamento. Recusei.”

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091130/not_imp474107,0.php

APRENDEU RÁPIDO O MAGANÃO…JOSÉ DOMINGOS MOREIRA EIRAS SUSPEITO DE ENQUADRAR PARENTE CULTURAMENTE QUADRADO NOS QUADROS E QUADRADOS DA POLÍCIA CIENTÍCIA…QUE APARENTA SER CIENTÍFICA E HONESTAMENTE “QUADRADA” COMO A ANTÁRTICA 7

Concurso para perito da polícia de SP foi fraudado Um dos candidatos aprovados é parente do diretor do Instituto de Criminalística

Secretário da Segurança determinou suspensão do resultado ao saber das evidências de fraudes; corregedoria vai investigar

Bruno Miranda – 7.abr.08/Folha Imagem

Laboratório do núcleo de física do Instituto de Criminalística

ROGÉRIO PAGNAN
ANDRÉ CARAMANTE
DA REPORTAGEM LOCAL

Concurso realizado em julho pelo Instituto de Criminalística, da polícia de São Paulo, para contratar fotógrafos periciais foi fraudado. A Folha registrou em cartório o nome de três pessoas que seriam aprovadas, o que acabou ocorrendo.
Um dos candidatos aprovados no concurso é parente do diretor do instituto, José Domingos Moreira das Eiras.
Nervoso, ele errou boa parte das questões do exame oral. Não conseguiu, por exemplo, definir o que é um quadrado.
Segundo funcionários ligados ao concurso, os três candidatos listados pela reportagem chegaram à prova “altamente recomendados”.
O secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, determinou a suspensão do concurso, que teve cerca de 17,6 mil candidatos.

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Enviado pelo JOW  em 30/11/2009 às 8:33

Concurso da polícia pode ter fraude

Marcelo Godoy

A Corregedoria da Polícia Civil apreendeu na sexta-feira todos os documentos do concurso para fotógrafo técnico policial. A suspeita é de que tenha ocorrido fraude na fase oral do exame feito pela Academia da Polícia Civil. Candidatos que não teriam respondido a nenhuma das cinco perguntas feitas na prova de português teriam sido mesmo assim aprovados e outros foram barrados pela banca examinadora composta por peritos criminais. Os exames foram filmados.

Os corregedores foram à sede da Academia da Polícia Civil, na Cidade Universitária, no Butantã, na zona oeste de São Paulo, a pedido do próprio delegado Ailson José Vieira Pinto, diretor da academia, que recebeu a denúncia sobre a suposta fraude. Os aprovados já estavam cursando as aulas quando o caso foi descoberto – eles deviam preencher, segundo edital de 9 de maio de 2008, 107 cargos vagos de fotógrafos.

Além de documentos com as provas e anotações dos examinadores, a corregedoria também apreendeu oito DVDs com as imagens das provas orais dos 124 candidatos aprovados conforme lista de 16 de julho de 2009.

O material foi lacrado e deve começar a ser analisado hoje pelos corregedores, quando deverá ser aberto inquérito sobre o caso. Os candidatos reprovados e aprovados devem ser chamados a depor. Além deles, a corregedoria deve ouvir também os integrantes da banca examinadora. Os DVDs com as imagens das provas orais serão enviados à perícia.

http://txt.jt.com.br/editorias/2009/11/30/ger-1.94.4.20091130.16.1.xml

AFINAL, QUEM É ESSE IRMÃO DO MILTON RAMOS…QUEM É MILTON RAMOS

POR MOTIVOS MUITO FORTES A DIG DO DEIC RECEBERA NA PROXIMA SEMANA NOVA DENOMINAÇÃO , TAL PORTARIA CITA COMO UMA DAS CAUSAS O GRANDE NUMERO DE APREENSÕES ( DINHEIRO RECOLHIDO EM TODOS OS SHOPPINGS DA REGIÃO CENTRAL) REALIZADAS PELOS SEUS COLETORES DE PROPINA O QUE CAUSOU AO GOVERNO FEDERAL GRANDE PREJUISO NA ARRECADAÇÃO, E QUE FEZ O PRÓPRIO PRESIDENTE DO BANCO CENTRAL MARCAR UMA REUNIÃO COM O GOVERNADOR SERRA QUE DETERMINOU AO SECRETÁRIO DA SEGURANÇA , QUE OBRIQUE OS POLICIAS DA 1 DIG APRESENTAR TODOS OS DIAS O COMPROVANTE DE RECOLHIMENTO DEVIDAMENTE ASSINADO POR SEUS SUPERIORES , E O NUMERO DE OBJETOS SEM VALOR FINANCEIRO APREENDIDOS.

O GOVERNADOR QUESTIONA DECLARAÇÕES DO TITULAR DA MESMA DE QUE SEM UM PEDIDO DAS MARCAS FALSIFICADAS NADA SE PODE FAZER , ORA QUE EMPRESA É TÃO OTARIA A PONTO DE PEDIR PRO GATO TOMAR CONTA DO RATO, SE A AUTORIDADE JÁ DIZ ISTO VOCES ACREDITAM QUE OS TIRAS VÃO PRENDER ALQUEM$#$#$#$#$#$
A DIG A PARTIR DE SEGUNDA FEIRA SERA DENOMINADA CASA DA MOEDA DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO , PELO MENOS SERA CRIADO UM MECANISMO SE SABER A REAL ARRECADAÇÃO DAQUELE CAÇA NIQUEL OFICIAL

TODOS OS DIAS OS CARAS ESTÃO NO CENTRO , PEGAM UM JOTA , GANHAM ALGUNS PRESENTES , ALMOÇAM, PAGAM O CHEFE ALVARO , QUE PAGA O CHEFE MARCELO , QUE PAGA O DIVISIONARIO  IRMÃO DO MILTOM RAMOS QUE DEVE PAGAR ALQUEM MUITO FORTE!

E VIDA BOA , SE NÃO SE PODE FAZER NADA PORQUE A 1 DIG EXISTE…..
EU SEI…….
PORQUE A CORREGEDORIA NÃO MONTA UMA BASE NO CENTRO – GALERIA PAJÉ …..

A MAIS ENGRAÇADA DO MÊS , RESCENTEMENTE UM POLICIAL FOI RECOLHIDO , MOTIVO DEU DE FRENTE COM UM ADVOGADO AO QUE CONSTA É GENRO DO IRMÃO DO  MILTON RAMOS   O MESMO ADVOGA PARA VARIAS LOJAS NA PAGÉ , E RECOLHE PROPINA EM LOJAS DO 5 ANDAR DA MESMA….

ASSIM QUEM SERA QUE SEGURA O FUTURO PRESIDENTE DA CASA DA MOEDA%$$$$$$$$$$%$$$$$$$$$$$

DELEGADOS DO DETRAN SUSPEITOS DE CONCORRER PARA PREJUÍZOS AO ERÁRIO NA ORDEM DE R$ 40.000.000,00…COM UM TIQUINHO DESSA GRANA EU COMPRAVA O SÍTIO DOS MEUS SONHOS LÁ NA TERRA DO RUIZITO: TIETÊ 1

Olha o que saiu no CAf:

Esquema desvia R$ 40 milhões do Detran de SP

Pagamentos de contratos para emplacar carros seriam superfaturados em 200%; laranjas controlam empresas
SÃO PAULO – Empresas contratadas pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) para emplacar veículos em São Paulo são acusadas de fraudes que deram prejuízo estimado de pelo menos R$ 40 milhões. Delegados e empresários são suspeitos de participar do suposto esquema milionário. Laranjas controlariam a principal empresa contratada pelo departamento.

A fraude principal seria o superfaturamento de até 200% da medição dos serviços contratados. Ela envolveria centenas de Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans) de São Paulo – o Estado tem 344. O esquema era simples. As Ciretrans enviavam todo mês ao Detran um documento atestando que a empresa emplacara mais carros do que havia efetuado. O atual diretor do Detran, Carlos José Paschoal de Toledo, suspendeu os pagamentos nos últimos três meses e constatou que as empresas deviam receber só um terço do que pleiteavam. Passou a pagar só o que devia.

TEM ESQUEMATIZAR TAIS IGREJAS EM REGISTRO DIVERSOS… 5

Bastam R$ 418 para criar igreja e se livrar de imposto

Após fundar igreja, reportagem da Folha abre conta bancária e faz aplicação isenta de IR

Além de vantagens fiscais, ministros religiosos têm direito a prisão especial e estão dispensados de prestar serviço militar

HÉLIO SCHWARTSMAN
DA EQUIPE DE ARTICULISTAS

Bastaram dois dias úteis e R$ 218,42 em despesas de cartório para a reportagem da Folha criar uma igreja. Com mais três dias e R$ 200, a Igreja Heliocêntrica do Sagrado EvangÉlio já tinha CNPJ, o que permitiu aos seus três fundadores abrir uma conta bancária e realizar aplicações financeiras livres de IR (Imposto de Renda) e de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
Seria um crime perfeito, se a prática não estivesse totalmente dentro da lei. Não existem requisitos teológicos ou doutrinários para a constituição de uma igreja. Tampouco se exige um número mínimo de fiéis.
Basta o registro de sua assembleia de fundação e estatuto social num cartório. Melhor ainda, o Estado está legalmente impedido de negar-lhes fé. Como reza o parágrafo 1º do artigo 44 do Código Civil: “São livres a criação, a organização, a estruturação interna e o funcionamento das organizações religiosas, sendo vedado ao poder público negar-lhes reconhecimento ou registro dos atos constitutivos e necessários ao seu funcionamento”.
A autonomia de cada instituição religiosa é quase total. Desde que seus estatutos não afrontem nenhuma lei do país e sigam uma estrutura jurídica assemelhada à das associações civis, os templos podem tudo.
A Igreja Heliocêntrica do Sagrado EvangÉlio, por exemplo, pode sem muito exagero ser descrita como uma monarquia absolutista e hereditária. Nesse quesito, ela segue os passos da Igreja da Inglaterra (anglicana), que tem como “supremo governador” o monarca britânico.
Livrar-se de tributos é a principal vantagem material da abertura de uma igreja. Nos termos do artigo 150, VI, b da Constituição, templos de qualquer culto são imunes a impostos que incidam sobre o patrimônio, a renda e os serviços, relacionados com suas finalidades essenciais.
Isso significa que, além de IR e IOF, igrejas estão dispensadas de IPTU (imóveis urbanos), ITR (imóveis rurais), IPVA (veículos), ISS (serviços), para citar só alguns dos vários “Is” que assombram a vida dos contribuintes brasileiros. A única condição é que todos os bens estejam em nome do templo e que se relacionem a suas finalidades essenciais -as quais são definidas pela própria igreja.
O caso do ICMS é um pouco mais polêmico. A doutrina e a jurisprudência não são uniformes. Em alguns Estados, como São Paulo, o imposto é cobrado, mas em outros, como o Rio de Janeiro e Paraná, por força de legislação estadual, igrejas não recolhem o ICMS nem sobre as contas de água, luz, gás e telefone que pagam.
Certos autores entendem que associações religiosas, por analogia com o disposto para outras associações civis, estão legalmente proibidas de distribuir patrimônio ou renda a seus controladores. Mas nada impede -aliás é quase uma praxe- que seus diretores sejam também sacerdotes, hipótese em que podem perfeitamente receber proventos.
A questão fiscal não é o único benefício da empreitada. Cada culto determina livremente quem são seus ministros religiosos e, uma vez escolhidos, eles gozam de privilégios como a isenção do serviço militar obrigatório (CF, art. 143) e o direito a prisão especial (Código de Processo Penal, art. 295).
Na dúvida, os filhos varões dos sócios-fundadores da Igreja Heliocêntrica foram sagrados minissacerdotes. Neste caso, o modelo inspirador foi o budismo tibetano, cujos Dalai Lamas (a reencarnação do lama anterior) são escolhidos ainda na infância.
Voltando ao Brasil, há até o caso de cultos religiosos que obtiveram licença especial do poder público para consumir ritualisticamente drogas alucinógenas.
Desde os anos 80, integrantes de igrejas como Santo Daime, União do Vegetal, A Barquinha estão autorizados pelo Ministério da Justiça a cultivar, transportar e ingerir os vegetais utilizados na preparação do chá ayahuasca -proibido para quem não é membro de uma dessas igrejas.
Se a Lei Geral das Religiões, já aprovada pela Câmara e aguardando votação no Senado, se materializar, mais vantagens serão incorporadas. Templos de qualquer culto poderão, por exemplo, reivindicar apoio do Estado na preservação de seus bens, que gozarão de proteção especial contra desapropriação e penhora.
O diploma também reforça disposições relativas ao ensino religioso. Em princípio, a Igreja Heliocêntrica poderá exigir igualdade de representação, ou seja, que o Estado contrate professores de heliocentrismo.

Colaboraram os bispos CLAUDIO ANGELO, editor de Ciência, e RAFAEL GARCIA, da Reportagem Local

SACERDOTE DEVERIA SER EMPREGADO DE UMA DETERMINADA COLETIVIDADE MANTENEDORA DO TEMPLO E CULTO COLETIVO…NÃO PRESTA VAI DEMITIDO PRA CADEIA POR LADROAGEM OU EM RAZÃO DAS ABERRANTES INCLINAÇÕES SEXUAIS…É PROFISSÃO COMO QUALQUER OUTRA…AS ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS  –  QUANDO NÃO SÃO CRIMINOSAS  –  PRESTAM DOIS TIPOS DE SERVIÇOS REMUNERADOS: EDUCAÇÃO E ENTRETENIMENTO…NADA MAIS! O RESTO É COM O CRIADOR

ERGA OMNES: Chacrinha continua balançando a pança e buzinando a moça…ALÔ, ALÔ TEREZINHA AQUELE ABRAÇO!…Alouuuuuuuuuu Terezinha uuuuuuu uuuuuuuu … 3

Agressão ao patrimônio da Associação dos Delegados de Polícia em debate

A bandeira de campanha eleitoral da Adpesp, especialmente  desfraldada  pelo candidato André Dahmer, há anos ativo participante da  política carreirista   e  política classista, quer na Associação, quer no Sindicato dos Delegados, possui como fundamento expresso: recuperação do respeito ao cargo por todos os Poderes, pelo Ministério Público e pela imprensa.

Diz André Dahmer:  “nosso cargo continua sendo desrespeitado”.

Como  candidato é exemplar protótipo de  autoridade refinada e eticamente modelada pelo  culto a  uma asséptica imagem do cargo e do  órgão policial.  Possui retórica quase convincente,  ouvidos de mercador e tendência ao menosprezo daqueles que não pertencem a círculos de poder, tampouco aderem às suas proposições bajuladoramente.

André Dahmer como presidente da Adpesp possui a pretensão de recuperar a dignidade e o decoro do cargo de Delegado de Polícia de São Paulo. Aspectos da honra apreendidos pelos sentidos; não por conceitos acadêmicos. Dignidade é sentir  pulsar no peito  orgulho de sermos o que somos: Delegados de Polícia.  É o experimentar toda a grandeza do  valor moral solidamente construído.

Decoro é a representação intelectual que fazemos de nossa respeitabilidade social.  Decoro é a consciência  do real; a verdade sobre as obras que estabelecemos  ao longo da história.  Os dois sentimentos  nos fazem experimentar a felicidade profissional,  ainda que desacompanhada da realização e tranqüilidade financeira.

Com efeito,  Delegado de Polícia é cargo, reiteradamente, desonrado por membros desonrosos;   desonra  construída por uma ética equivocada,  absolutamente falsa nos  princípios e intenções.  Fabricada não para a defesa dos citados atributos da honra funcional, mas antes posta  a serviço da autopreservação  dos  rufiães.

Uma classe de acharcadores!

Isto  poucos escrevem e afirmam publicamente,  mas, salvo  aqueles que privam da nossa  intimidade,  nossos familiares e verdadeiros amigos, é o conceito geral  que  a sociedade  nos distingue.

Muito  bem,  ladravazes pululam em todos os setores sociais. Sobejam nas instituições políticas.  Aliás, fazer política se tornou a arte de obter recursos ilícitos para manutenção e ocupação de  maiores espaços nas  estruturas da Administração;  com o cristalino objetivo de transformar a coisa pública em coisa nossa, em patrimônio privado.

Dahmer afirma:  “na Conferência Nacional de Segurança Pública,  com esforço nosso, foi aprovada a desmilitarização das policias! Segundo a lógica do desejo –   dele e de alguns – toma para si  como façanha  a lógica de pretender submeter o alheio aos interesses  e ódios pessoais.  Conquistas com trabalho sério assevera noutra passagem panfletária.

A lógica do desejo, a lógica da vaidade, a lógica do engano revelada debochadamente, em  mais de 4000 panfletos remetidos para todos os Delegados ativos e inativos deste Estado.

A máquina da Delegacia Geral de Polícia, adicionada aos recursos apropriados em virtude de um cargo de diretor feito por encomenda para o candidato em questão,  está sendo escancaradamente empregada para que seja feita a vontade do nosso atual  Delegado Geral.

O qual seguindo a lógica de preservar-se como  Delegado Geral até o final da gestão José Serra, parece ser leal a sua história de vida, ou seja,  continuadamente  obediente à lógica da confiança pessoal.  Quer os de sua confiança em todos os cargos relevantes, ou seja, os espaços  com potencial para causar-lhe embaraços.

Quer o rasteiro  panelismo policialesco.

Esse panelismo pode ser resumido no sentir, praticar e querer  afirmar: sou de um  grupo  superior.

Gênese de todas as corrupções,  da falta de coesão corporativa e total descompromisso  com a felicidade alheia.

Assim, face a esse manifesto  sentimento de superioridade dentro do grupo, o  telefone patrimônio da Adpesp foi  ostensivamente utilizado como instrumento de campanha.

Todavia além da apropriação  para uso indevido  desse  telefone,  conforme  provam  o exemplar,  dos milhares,  do panfleto e  ofício abaixo postado.

Há  carro, com farto  combustível,  destinado ao transporte, hospedagem e alimentação para a visitação às Seccionais e Departamentos deste Estado.  Aproximadamente cem cidades Paulistas;  acompanhado por camarilha.

Mais do que  simples  campanha do candidato,   faz-se campanha da Delegacia Geral;  de todas as conquistas e projetos de reestruturação.

Até  criação e manutenção de site em provedor privado,  ao luxo deu-se  a  denominada chapa  “Erga Omnes”.

Quem  serão os  pagantes?

Ora, segundo a mesma lógica do nextel  apropriado pela Chapa nº 3,  os pagantes são todos os sócios da Adpesp.

Os nossos sócios ocultos, inclusive.

E conforme  as regras  impostas pela boa  razão sentenciou   o Delegado  Delta Uno:

Vale a velha máxima: “Se você me engana uma vez, a culpa é sua. Se você me engana duas vezes, a culpa é minha”.

Ora, se a classe escolhê-lo para o “poder”, é porque merece mesmo, “permissa venia “,  se “poder”!

Será que nós Delegados de Polícia continuaremos obedientes à lógica da desonestidade,  blindada pela lógica da burrice com adornos e pruridos  éticos?

Será que, uma vez mais,  escolheremos outro  messias dos mercadores da nossa dignidade e decoro?

Será que somos  assim tão inferiores;  de forma que eles  –   deslavada e violentamente  –  pretendam fazer com que acreditemos que  NÃO PASSA DE UM ERRO INVOLUNTÁRIO DO RESPONSÁVEL PELA IMPRESSÃO DO ANÚNCIO?

Um lamentável equívoco; seguido de atentado ao princípio da presunção da inocência, mais atentado à dignidade dos membros da Erga Omnes.

Será que,  uma vez mais, ouviremos conversas das Terezinhas da chapa nº 3,  lembram?

Sou loira, mas não sou burra! Acha que  daria armas ao inimigo?

Esse foi o discurso da então vereadora Teresinha,  candidata da chapa que é a coluna vertebral da atual “Erga Omnes”,  ao ser pilhada empregando material  postal da Câmara de Campinas,   remetendo –  com dinheiro do cidadão de Campinas – propaganda  de  campanha da Adpesp para todo Estado.  A  nossa casa em São Vicente,  inclusive.

Enfim, nesta oportunidade,  embora  até possamos  sofrer demissão amanhã ou  depois  (  injusta,  descabida e improvável,  mas  São Paulo também  é Brasil ),  quero lembrar que a então candidata e então vereadora,  nos desejou BREVE  EXPULSÃO DOS QUADROS DA CARREIRA.

Ao ver seus interesses  publicamente desmascarados, mostra sua qualidade humana: pragueja  pela miséria de um simples adversário de diversa concepção ética.

Há dois anos;  durante as eleições da ADPESP,  realizadas em dezembro de 2007.

Ela perdeu a disputa pela  ADPESP.  Depois perdeu a VEREANÇA.

Feliz  cá estamos.

Alouuuuuuuuuu Terezinha uuuuuuu uuuuuuuu …

 

Eu vim para revolucionar a massa , não para enganar!