MEUS HERÓIS NÃO MORRERAM DE OVERDOSE, MEUS INIMIGOS IRÃO SE FODER…IDEOLOGIA INVENTO UMA PRA VENDER… EU QUERO UMA PRA VENDER…IDEOLOGIA PRA VENDER 6

26/11/2009 – UOL

Ex-Led Zeppelin Jimmy Page participa de show beneficente no Rio de Janeiro

Da Redação

  • Getty Images
  • O ex-Led Zeppelin Jimmy Page durante show na cerimônia do Hall da Fama do Rock em Ohio, nos EUA (04/04/2009)

O guitarrista Jimmy Page, do extinto grupo Led Zeppelin, vem ao Brasil para participar, neste sábado (28), de um evento beneficente no auditório da British School, no Rio de Janeiro. Ainda não há informações sobre um possível show do músico, mas haverá apresentação dos brasileiros Pepeu Gomes e George Israel, do Kid Abelha, além de um tributo dos alunos da escola ao guitarrista.

Os ingressos, que custam R$ 100 (em pé) e R$ 200 (sentado), são limitados e pais de alunos da British School têm preferência na compra. Os interessados podem comprar as entradas pelo email casajimmyreservations@britishschool.g12.br.

Toda a renda será revertida à Casa Jimmy, entidade de atendimento a crianças de rua e adolescentes carentes grávidas, mantida desde de 1998 pela ONG inglesa Task (The Abandoned Street Kids of Brasil Trust). O imóvel que abriga o local, batizado em homenagem ao músico, foi doada pelo guitarrista, que em 2005 recebeu o título de Cidadão do Estado do Rio de Janeiro.

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Trabalho com crianças no Brasil garante título real a Jimmy Page
 
 

O guitarrista Jimmy Page, do Led Zeppelin,  recebeu em 2005,  a medalha de oficial da Ordem do Império Britânico (OBE, na sigla em inglês) por seu trabalho junto a uma organização humanitária que ajuda crianças de rua brasileiras.

Jimmy Page é carioca!

22/09/05
Autor: João Marcos Prado
Divulgação 
 
Crianças que vivem na Casa Jimmy 
 
O dinossauro do rock, Jimmy Page, ex-guitarrista do Led Zepplin, recebeu nesta terça-feira (20/09), o título de cidadão honorário do Rio de Janeiro. O músico foi condecorado pela Assembléia Legislativa da capital fluminense, em função da instituição para jovens carentes criada com recursos doados por ele.
 
A Casa Jimmy, gerenciada pela ONG britânica Task Brasil Trust (www.taskbrasil.org.uk), funciona no bairro de Santa Tereza desde 1997. Durante a visita que fez a instituição, Page disse a jornalistas: “A satisfação maior não é pela condecoração. É saber que estou podendo ajudar quem precisa de ajuda”, ressaltou o músico.
 
Com cerca de 300 crianças e jovens beneficiados pelo projeto desde o início, a casa concede assistência médica, psicológica, pedagógica e ainda fornece roupas, alimentos e cursos profissionalizantes a ex-menores de rua e adolescentes grávidas. 
 
Além da instituição no Rio, Page se tornou patrono da organização ABC Trust (Action for Brazil’s Children Trust), na Bahia, onde possui uma casa, desde os anos 90, em Lençóis, na paradisíaca Chapada Diamantina. Foi por lá também que o artista teve a oportunidade de conhecer sua mulher, Gimena, uma jovem argentina.
 
Segundo comunicado da ABC Trust, Jimmy tomou conhecimento da situação da desigualdade social no Brasil quando visitou o país para divulgar o disco No Quarter (1994), ao lado de Robert Plant.
 
Em relação à música, o instrumentista afirmou que continua trabalhando, mas não deu pistas de quando pode vir um álbum novo: “Trabalho em três projetos simultâneos, que interrompi durante as férias de verão para me dedicar aos meus filhos. Vou retomar a música quando voltar à Londres, mas ainda é cedo para falar sobre isso”.
 
Quando foi indagado pelos jornalistas que estavam presentes  sobre, se as crianças sabem o que ele representa para a história do rock mundial, respondeu qual seria a importância disso para elas: “Não me preocupo se eles sabem ou não quem sou. Não falo português e se tentar explicar que um dia eu fui aquele jovem de cabelos longos, vou complicar ainda mais”.
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O interessante nisso tudo é que o trabalho do Jimmy Page é “arrecadar” fundos. Enquanto aqui ONGs são criadas por políticos e personalidades famosas, com finalidade supostamente filantrópicas para fraudarem o erário recebendo dinheiro público, desviado para “offshore companies” ou, simplesmente, criando tais fundações para  escaparem do fisco, o que não é o caso do nosso amigo britânico.

POLÍTICOS  BRASILEIROS  ADORAM UMA ONG…O TERCEIRO SETOR É BOM PARA ROUBAR E LAVAR DINHEIRO.

Enquanto o  guitarrista,  de 65 anos, há doze anos  vem doando um pouquinho de tempo e dinheiro em favor de um mínimo socorro que já beneficiou de alguma forma mais de três centenas de crianças e adolescentes, HÁ JUÍZES E PADRES ACUSADOS DE PEDOFILIA NO PERNAMBUCO.

JUIZ DA INFÃNCIA E JUVENTUDE ALICIANDO ADOLESCENTES PARA BACANAIS COM DIREITO A BEBIDA E PISCINA, PODE?

OUTRO JUIZ FOI PUNIDO COM “APOSENTADORIA COMPULSÓRIA”, PARECE  RELIGIÃO SAFADA: APOSENTANDO O SACERDOTE POIS A CULPA É SEMPRE  DO DEMÔNIO.

Enfim, enquanto uns dão de comer outros só querem pra foder. 

Pedofilia virou a ideologia evangélica, a bandeira política  de deputados e senadores: os tipos que adoram  peruca e esticar as pelancas para fazer o tipo ridículo  jovial.

Para quê?

 Prá dar ou pra comer?

Pois para transar com a esposa,  perua e pelancuda,  não adianta, nem precisa,  esconder a idade , né?

 O eleitorado  prefere  candidato esticado?

Bem, alguns sim…Esticados na urna sepulcral. O melhor lugar para a maioria das nossas  “Vossa Excelência”.

Vossa Excelência…

Filho da Puta!

 Isso não prova nada!
Sob pressão da opinião pública
É que não haveremos de tomar nenhuma decisão!
Vamos esperar que tudo caia no esquecimento
Aí então…
Faça-se a justiça!
Vamos arrumar vossas acomodações, Excelência.
Filha da Puta! Bandido!
Corrupto! Ladrão!!
Sob pressão da opinião pública
É que não haveremos de tomar nenhuma decisão!
Vamos esperar que tudo caia no esquecimento
Aí então…
Faça-se a justiça!
Vamos arrumar vossas acomodações, Excelência.
Filha da Puta! Bandido!
Corrupto! Ladrão.   ( Titãs )

Page se interessou pela causa das crianças carentes brasileiras em uma viagem ao Brasil em 1994

 

Regras básicas para a proteção pessoal, da casa, do trabalho e negócios em geral…ASSUMA O COMPROMISSO CIDADÃO DE SER LEGÍTIMO INFORMANTE POLICIAL…O CIDADÃO É O SISTEMA ALFA Resposta

1) Comporte-se  com absoluta discrição em tudo  aquilo que planejar e executar.

2) Disicpline, ou seja, ensine rotineiramente as  pessoas de sua confiança a jamais,  em hipótese alguma, fornecer   pessoalmente ou por telefone, informações sobre você e sua família; sejam  estranhos ou pessoas que se apresentam como policiais ou empresas de crédito. Discipline suas crianças para  não atenderem telefone sem sua autorização.

Crie código familiar: um número de chamadas interrompidas, por exemplo.

 

3) Jamais acumular correspondência em caixas de correio em casa ou no condomínio, ESPECIALMENTE  informações bancárias, extratos de cartões de crédito e contas a pagar.

 

4) Com máquinas cortadoras de papel pique  documentos inúteis e  correspondência ; elimine  todas as informações pessoais naqueles adesivos nas correspondências rotineiras, assinaturas.

 

5) Dissimule suas preferências por locais,  alterne  hábitos  rotineiros e  alterne  caminhos na ida para casa, escola  ou trabalho.  Procure viver acompanhando, ou seja, dando carona para os  colegas, colegas de escola dos filhos, se possível com revesamento. 

6) Evite falar assuntos íntimos e financeiros ao telefone , principalmente ao  celular em trânsito e  presença de terceiros, como motoristas de táxi, passageiros de coletivos,  funcionários de bares e similares,  por exemplo. NÃO DIGA NO BOTECO QUE GANHOU R$ 5.000,00 NO JOGO DE BICHO …Alguém passará tal informação para o ladrão e não será o bicheiro. Nunca fale  sobre saques bancários. 

7) Regra clássica para aqueles que moram em casas: em  viagem suspenda assinaturas para evitar que os exemplares se acumulem na porta de casa (  ou apartamento sem maiores cuidados com segurança e serviços ), indicando que não há ninguém em casa. Não deixe luz acesa CHAMANDO E ILUMINANDO O CAMINHO DO  LADRÃO…Não deixe ferramentas em quintais, especialmente edículas com picaretas, pés-de-cabra, cordas, escada e  materiais que apenas facilitarão a ação de arrombadores.   

 

8) USE CANETA TIPO MARCADOR PERMANENTE para manter sempre visíveis telefones de emergência da delegacia de Polícia Civil , do batalhão da PM e do hospital próximos de sua casa e trabalho. Na hora da  necessidade até a memória falha.

 

9) Crie códigos PARA AS PESSOAS MAIS IMPORTANTES, além do acima exemplificado,  para identificar contatos em suas agendas telefônicas e do celular. Senhas em situações de emergência, COMO O FALSO SEQUESTRO DE FAMILIAR QUE CHORA AO TELEFONE, também são importantes  entre pessoas da mesma casa ou  organização.

 

10) FAÇA DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO UMA ROTINA COMO A HIGIÊNE PESSOAL.  É EXERCÍCIO DIÁRIO, NÃO PODE SER INTERROMPIDO OU ESQUECIDO E  EXERÇA COM PRAZER.

11) Lembre-se que você é um dos proprietários da Polícia; também responsável pela segurança pública: SEJA UM INFORMANTE POLICIAL CUMPRINDO SEU DEVER CIDADÃO DE CUIDAR DA  SEGURANÇA COLETIVA.

A SUA OMISSÃO TAMBÉM MATA.

Tudo que achar suspeito DISQUE 190 ou DISQUE DENÚNCIA…LIGUE PARA AS OUVIDORIAS POLICIAIS…INFORME E COBRE RESULTADOS.

A INTUIÇÃO NÃO COSTUMA FALHAR, A GENTE É QUE  TARDA EM ACREDITAR  E AGIR IMEDIATAMENTE…

O JORNALISTA LAERCIO RIBEIRO – MARIDO DA DELEGADA VERA D’ANTROCOLI – DEIXA A PRISÃO MAIS DO QUE “REDONDA” Resposta

26.mar.2009     Redação
Rita: viciado reclama de drogas


Foto: O Diário

SALVE A empresária Rita Reis detida com cocaína continua no Presídio, em Poá; o seu carro apreendido tem mais de R$ 17 mil de dívidas

LAERCIO RIBEIRO

Ao dar o seu depoimento para a delegada Vera D’Antracoli, titular da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes, em Mogi das Cruzes, o viciado em drogas Roberto Carlos Vieira, o “Bebeto”, de 43 anos, morador em César de Souza, afirmou que telefonou domingo para a empresária Rita Reis, de 44 anos, e marcou encontro na Avenida Laurinda Cardoso de Mello Freire, perto do Edifício Matisse, no Bairro do Socorro, para comprar e reclamar da qualidade da cocaína vendida por ela anteriormente.

Rita concordou em lhe vender dois novos papelotes por R$ 5,00 cada um, dando desconto de 50%. “Desta vez você vai fazer um preço razoável”, exigiu o usuário de entorpecentes, que estava apressado para assistir o jogo entre Santos e Corinthians pela televisão. Afirmou ainda na Delegacia que há três meses vinha comprando drogas de Rita Reis.

O delegado titular Renato de Almeida Barros e diretor do Presídio Feminino, em Poá, disse que Rita Reis continua presa na Cadeia local em cela especial. Ele fez o pedido para transferi-la a outro estabelecimento penal por ter curso superior, mas ainda não tinha sido atendido pela Secretaria da Administração Penitenciária. Amanhã, a empresária já poderá receber visita oficial igual às demais presas.

Na noite de domingo último depois de ser indiciada e interrogada a socialite filha de Meire Arruda Pacheco dos Reis e de João Manoel dos Reis, de tradicional família mogiana, no momento em que estava sendo autuada em flagrante por tráfico de cocaína explicou à delegada D’Antracoli que saiu da casa do seu pai e recebeu uma ligação pelo celular, porém disse não saber de quem.

“Era para pegar um pote no meu apartamento e entregá-lo a um homem, mas não sabia o que tinha dentro dele”, alegou Rita, mas a delegada e os policiais Milton Morato e Marcelo Leite apreenderam 19 papelotes de cocaína em seu interior.

“Na hora que parei surgiu um homem gordo, que nunca vi na vida, ele chegou perto, pediu o pote e logo surgiu um carro preto, que soube depois ser da Polícia”.

Rita Reis fez questão de constar no seu interrogatório que “estou temendo pela minha vida”, mas não deu mais detalhes sobre o que estaria acontecendo com ela.

Há suspeitas, ainda não confirmadas pela Polícia Civil, de que ela seria responsável pela distribuição de entorpecentes para membros da sociedade mogiana. A informação é objeto de investigação até mesmo para prender mais traficantes de “colarinho branco”.

O jornal O Diário descobriu na tarde de ontem que um advogado requisitou ao juiz de Direito da 1ª Vara Criminal de Mogi das Cruzes, Freddy Lourenço Ruiz Costa, que relaxe a prisão em flagrante de Rita Reis. O delegado Renato de Almeida Barros por volta das 18h30 garantiu que “ainda não recebi nenhum alvará de soltura ou determinação de transferência da presa”.

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MAS NÃO ERAM POLICIAIS  –   DA DISE E DO  GARRA DA SECCIONAL DE MOGI  –  QUE TRAFICAVAM NAS GRANDES RODAS?

NAS RODAS JURÍDICAS, INCLUSIVE!

PENA DE DEMISSÃO DA POLÍCIA PARA A DELEGADA VERA D’ANTROCOLI E PARA O MARIDO JORNALISTA E FOTÓGRAFO LAÉRCIO RIBEIRO DO DIÁRIO DE MOGI…É MUITA CARA-DE-PAU E TOTAL DESCRUMPRIMENTO DA PORTARIA DGP nº 30,de 24 DE NOVEMBRO DE 1997, artº 1º, parágrafos 1º e 3º 5

24.mar.2009     Redação
Empresária presa por tráfico de entorpecente


Foto: Laércio Ribeiro
SEM JEITO Rita Reis no momento em que estava sendo autuada na Dise

 

LAÉRCIO RIBEIRO
A empresária Rita de Cássia Arruda Pacheco dos Reis Rodrigues, de 44 anos, dona do Centro de Estética Center Sol, continuava ontem à tarde no Presídio Feminino, em Poá, mas por ter curso superior de Administração, ela deve ser transferida para a Penitenciária do Butantã, na Capital. Rita Reis, como é conhecida na sociedade mogiana, foi presa em flagrante por tráfico de cocaína pela delegada titular Vera D’Antracoli, da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) e os seus policiais Milton Morato e Marcelo Leite.

Ela foi surpreendida na Avenida Laurinda Cardoso Mello Freire, próximo ao Edifício Matisse, onde reside com dois filhos, no Parque Monte Líbano.

“Nós recebemos a denúncia e ficamos observando-a até que a prendemos no instante em que parou o seu carro para vender drogas a um usuário”, explicou a delegada D’Antracoli, lembrando que “Rita Reis se exaltou, mas acabou detida”.

Com ela havia um pote branco de plástico com 19 papelotes de cocaína e R$ 10,00 da venda de drogas.

A titular da Dise ainda apreendeu a perua preta Toyota Fielder DSC-0700, de São Paulo, entendendo que ela utilizava o veículo no comércio ilegal.

O autônomo Roberto Carlos Vieira, de 43 anos, confirmou que procurou Rita para comprar dois papelotes de cocaína. “Sou viciado só em ocasiões como o jogo de hoje (domingo) entre Santos e Corinthias”, disse ele a O Diário.

A empresária está sujeita a uma pena que varia de 5 a 12 anos de reclusão. Rita Reis foi destaque na Imprensa em 3 de julho de 2007, após o seu então namorado Rodrigo Azambuja Moraes, de 28 anos, recém-saído da Cadeia, que portava revólver no carro, tentar fugir de forma espetacular da Polícia Civil, empregando o Honda Civic da irmã dela.

No domingo, Rita Reis chamou pelo advogado Luiz Gustavo de Freitas, que acompanhou o auto de prisão em flagrante.

Na Operação da Polícia Civil, os policiais Apolinário e Assis, da Dise, também detiveram, domingo, um menor de 17 anos, com 3 cápsulas de cocaína e R$ 20,00, na Vila Nova Estação.

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A PORTARIA DGP 30/97: Disciplina a prestação de informações no exercício da atividade policial civil.

Em linhas gerais: a autoridade não deve –  de regra –  revelar fatos conhecidos no exercício da função, salvo manifesto interesse policial que não causem prejuízos aos trabalhos, tampouco afetem a intimidade, a honra ou a imagem dos envolvidos.

JAMAIS INTERMEDIARÃO OU FACILITARÃO –  EM QUALQUER HIPÓTESE –  ENTREVISTA E REGISTRO DE IMAGEM DE PESSOA ENVOLVIDA EM OCORRÊNCIA.

SOMENTE AUTORIZANDO ENTREVISTA E FOTOGRAFAÇÃO MEDIANTE PRÉVIO E EXPRESSO  CONSENTIMENTO DO PRESO.

Assim, considerando QUE DEU FURO AO MARIDO , incorreu  em grave infração disciplinar; sem prejuízo dos CRIMES ANTECEDENTES À LAVRATURA DO FLAGRANTE INEXISTENTE,  FORJADO, INTRUJADO; E SUBSEQUENTES :  FALSIDADE DOCUMENTAL E DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA, INCLUSIVE.

E qual seria o motivo para forjar o flagrante?

Dise não faz plantão aos domingos e, mesmo assim, a denúncia anônima sobre a possível prática de tráfico pela socialite teria sido feita no domingo, cerca de uma hora antes da prisão 6

Falta de provas garantiu absolvição
No seu parecer em favor da não-condenação da empresária Rita Reis, o Ministério Público destacou três pontos muito contraditórios nos depoimentos dos policiais comandados por Vera D´ Antracoli e também nas informações transmitidas por Roberto Carlos Vieira, o Beto, que foi detido comprando dois papelotes de cocaína vendidos por Rita no dia 22 de fevereiro, um domingo. Beto, que teria passagens na polícia por receptação, tráfico de drogas e roubo, segundo informações prestadas pela Dise no flagrante contra a empresária, seria usuário de drogas e, por volta das 16h30 do dia da ocorrência, foi às imediações do prédio onde Rita morava para comprar a droga. Nas alegações finais, o promotor Renato Moreira ressaltou que um dos policiais que participou da prisão de Rita informou em juízo que, na fase de elaboração do flagrante, teria recebido pronto o seu depoimento para o caso. Esse policial só teria assinado o documento com informações inverídicas sobre a operação e prisão em flagrante da acusada. “Trata-se de um documento falso, com prova ilícita”, destacou a Promotoria nas considerações que serviram de base para a decisão do juiz Freddy Lourenço. O representante do MP observou ainda que a Dise não faz plantão aos domingos e, mesmo assim, a denúncia anônima sobre a possível prática de tráfico pela socialite teria sido feita no domingo, cerca de uma hora antes da prisão. Por fim, a Promotoria salientou que, ao contrário das informações usadas pela delegada na elaboração do flagrante, não houve qualquer contato telefônico entre Rita Reis e o suposto usuário Beto ou vice-versa. A quebra do sigilo telefônico de Rita, determinada pelo juiz da 1ª Vara Criminal, jogou por terra a informação de que o usuário teria ligado para a socialite ou vice-versa para que a compra da cocaína fosse efetivada.

FLAGRANTE FORJADO? ASSÉDIO MORAL? 10

Corregedoria investiga delegada que teria forjado o flagrante de empresária
Na sentença que inocentou Rita Reis, juiz cita “desviante prisão da denunciada” e acata argumentos apresentados pelo Ministério Público
Luciana Gomes – 20/05/2005
Investigada: Delegada Vera pode sofrer penalidades severas
BRAS SANTOS
Da reportagem local

A delegada Vera Lúcia D´Antracoli Ribeiro poderá ser demitida dos quadros da Polícia Civil do Estado de São Paulo por ter (segundo declarado em sentença judicial) forjado um flagrante de tráfico de drogas contra a empresária e socialite mogiana Rita de Cássia Arruda Pacheco dos Reis Rodrigues. Bastante conhecida na cidade, Rita Reis foi presa por volta das 16h30 do dia 22 de fevereiro (um domingo) próximo ao apartamento onde residia, no Parque Monte Líbano, por policiais da Delegacia de Investigação Sobre Entorpecentes (Dise), então comandada por Vera D´ Antracoli. Por conta da prisão em flagrante, a empresária ficou 70 dias presa, até conseguir, na Justiça, o direito de responder ao processo em liberdade. No último dia 5 o juiz da 1ª Vara Criminal da Comarca de Mogi das Cruzes, Freddy Lourenço Ruiz da Costa, seguindo parecer do Ministério Público, julgou improcedente a denúncia oferecida contra Rita Reis. E, no despacho, o juiz criminal, que já foi diretor do fórum local, determinou o envio de cópias com a sua decisão para providências do Ministério Público, da Delegacia Seccional de Polícia Civil (que representa toda a Polícia Civil no Alto Tietê) e à 17ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) da cidade.
Na prática, o juiz absolveu Rita Reis da denúncia de tráfico de drogas e indicou à OAB, à Seccional e ao MP a necessidade de investigar a ação deflagrada pela delegada Vera no caso que teve grande repercussão na Imprensa regional.

Documentação
O Mogi News estudou as cerca de 400 páginas que formam o processo de número 567/2009 e apurou junto às autoridades citadas pelo juiz da 1ª Vara Criminal que a investigação contra a delegada Vera deve começar nos próximos dias. De acordo com o delegado-assistente da Delegacia Seccional de Mogi, Júlio Vaz Ferreira Neto, um inquérito policial está sendo aberto em razão da decisão do Poder Judiciário que absolveu a empresária anteriormente presa em flagrante pela delegada. Esse inquérito será encaminhado para a Corregedoria da Polícia Civil, na capital: “Essa investigação será conduzida pela Corregedoria, e o inquérito poderá ser concluído em 30 dias ou ter o prazo prorrogado. Ao final do procedimento, a autoridade policial em questão (delegada Vera D´ Antracoli) poderá ser punida com advertência, suspensão ou até demissão”, explicou o delegado-assistente, que também responde pela Coordenadoria de Comunicação da Delegacia Seccional.
O promotor criminal Renato Moreira Guedes também já recebeu o despacho do juiz Fred-dy Ruiz e informou que requisitará ao delegado seccional de Mogi a abertura de um inquérito para apuração de eventuais abusos ou crimes praticados pelos policiais que prenderam Rita Reis: “O papel do Ministério Público nesse caso é o de requisitar uma investigação policial. Caso a Delegacia Seccional já tenha tomado essa providência, o nosso pedido deverá ser juntado ao procedimento aberto na delegacia para que o caso seja apurado num único processo”, explicou o representante do Ministério Público. Foi o promotor Moreira Guedes quem deu o parecer, com base em depoimentos totalmente contraditórios das testemunhas de acusação, em favor da absolvição da acusada Rita Reis. O presidente da OAB de Mogi, Carlos Barbará, que franqueou ao Mogi News acesso a uma cópia de todo o processo, observou que, por se tratar de uma questão administrativa da Polícia Civil, não caberia, neste momento, à Ordem dos Advogados do Brasil desenvolver qualquer tipo de apuração: “Certamente, a Corregedoria da Policia Civil vai investigar o caso e aplicar as punições cabíveis”.

Punição
De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Mogi e Região, Waldir Fernandes da Silva, as possibilidades de a delegada que atualmente comanda a Carceragem da Delegacia Central (deverá retornar das férias no próximo dia 2) escapar de uma punição severa são mínimas: “A Corregedoria da Policia Civil terá de abrir uma investigação civil e outra criminal. Se, por um acaso, alguém no comando da polícia tentar passar a mão na cabeça da delegada com o objetivo de impedir a sua demissão, no procedimento criminal que será conduzido pela Justiça comum, ela não terá como se livrar. Alias, numa situação extrema, essa delegada poderá ser demitida da policia, ser condenada à prisão e a pagar indenização para a empresária que foi terrivelmente prejudicada por um flagrante que leva todos os indícios, como deixa claro a decisão da Justiça, de ter sido forjado, talvez pela necessidade que essa senhora tem de aparecer”, comentou o presidente da entidade sindical, para quem a punição administrativa e/ou criminal contra a delegada deverá ser conhecida até o final de 2010. (leia mais sobre o assunto nessa edição)

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Vera mandou policial levar carro oficial por 300 km para entregar panetone
 
A delegada Vera D´Antracoli prendeu em flagrante a empresária e socialite Rita Reis e provocou alguma repercussão, mas em poucos meses, o tiro saiu pela culatra, ou, como também diz o ditado popular, o feitiço virou contra o feiticeiro. Isso porque, ao ouvir os policiais que participaram da ocorrência na tarde de 22 de fevereiro, o Ministério Público e a Justiça encontraram várias divergências e contradições nos depoimentos.
E com base nessas divergências e denúncias de maus-tratos praticados pela delegada, feitas pelo Sindicato dos Policiais Civis de Mogi e região, os depoimentos de vários agentes foram juntados ao processo, sobre o estilo de trabalho da delegada Vera D´ Antracoli.
Um desses policiais informou que Vera determinou que ele viajasse por quase 300 quilômetros com uma viatura oficial da Delegacia de Entorpecentes para entregar um panetone a um amigo dela. Além dessa viagem, considerada absurda pela direção do Sindicato dos Policiais Civis de Mogi, os policiais fizeram várias outras denúncias contra Vera, que teria o costume de destratar, humilhar e ofender seus colegas de trabalho.
Alguns policiais informaram ainda que a delegada costumava “exigir” que os policiais da Dise conseguissem, a qualquer custo, flagrantes de tráfico de drogas.
Os depoimentos que revelam um tratamento totalmente inadequado de Vera aos subordinados estão entre as páginas 260 e 280 do processo.

Sem contato
O Mogi News ligou para a carceragem da Delegacia Central de Mogi para ouvir a versão da delegada sobre a possível armação coordenada por ela no flagrante contra a empresária Rita Reis; sobre a investigação que será iniciada na Corregedoria da Polícia Civil e também a respeito da viagem de 300 quilômetros para a entrega de um doce natalino a um amigo.

Um funcionário disse que, em hipótese alguma, poderia localizar a policial, que deverá retornar ao trabalho no próximo dia 2.
Na Delegacia Seccional, o delegado Júlio Vaz explicou que o só o seccional João Roque teria como acionar a delegada no período de férias e que Roque não estava na delegacia. (B.S.)

RIDÍCULO É VERIFICAR VOSSAS EXCELÊNCIAS SOLTAS E PRO$PERANDO DE CARGO EM CARGO…MAGANÃO, CLARO QUE AQUELA GRANA NÃO É TUA: É DO POVO! DEVOLVERÁ OU USARÁ PARA PAGAR O CARONTE Resposta

Maluf e Tuma responderão por ocultar mortos na ditadura

 

GUSTAVO URIBE – Agencia Estado

 

SÃO PAULO – O Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) ofereceu hoje denúncia à Justiça Federal contra o ex-governador de São Paulo, deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), e o senador Romeu Tuma (PTB-SP) por ocultação de cadáveres durante o período da ditadura militar no Brasil (1964-1985). Além dos dois parlamentares, foram denunciados em duas ações civis públicas o ex-prefeito da capital paulista Miguel Colasuonno, o médico legista e ex-chefe do necrotério do Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo Harry Shibata, e o ex-diretor do Serviço Funerário Municipal Fábio Pereira Bueno.

O MPF-SP requer na Justiça que os cinco percam suas funções públicas e o direito à aposentadoria, bem como sejam condenados a reparar danos morais coletivos, mediante indenização de, no mínimo, 10% do patrimônio pessoal de cada um. Por se tratar de ações civis públicas, a iniciativa não ameaça os mandatos de Tuma e Maluf, protegidos pela Constituição Federal. A procuradora responsável pelo caso, Eugênia Augusta Gonzaga Fávero, propôs que as indenizações sejam revertidas em medidas que preservem a memória das vítimas da ditadura.

Nas ações entregues à Justiça, o MPF-SP afirma que desaparecidos políticos foram sepultados nos cemitérios de Perus e Vila Formosa, na capital paulista, de forma “ilegal” e “clandestina”, com a participação do IML e da Prefeitura de São Paulo. Segundo a procuradora, ambos contribuíram para que as ossadas permanecessem sem identificação em valas comuns dos cemitérios e atestaram falsos motivos de morte a vítimas de tortura. De acordo com a denúncia, o legista Harry Shibata teria ocultado os reais motivos dos óbitos de inúmeros militantes políticos, como, por exemplo, do jornalista Vladimir Herzog.

O MPF-SP aponta que Paulo Maluf, quando era prefeito, ordenou a construção do cemitério de Perus. De acordo com as ações, algumas valas do recinto tinham quadras marcadas específicas para receber a ossada de “terroristas”. Os documentos entregues à Justiça apontam ainda que o projeto original do cemitério previa um crematório, mas a Prefeitura desistiu após a empresa contratada ter estranhado o plano, que não previa um hall para orações. De acordo com o MPF-SP, o governo municipal chegou a fazer sugestões buscando mudar a legislação para dispensar a autorização da família para realizar procedimento, o que possibilitaria que indigentes fossem cremados.

As denúncias salientam ainda a participação nas operações de agentes do Departamento Estadual de Ordem Política e Social, o Deops, órgão estadual de repressão que teve como chefe o atual senador Romeu Tuma. Segundo o MPF-SP, há documentos que comprovam a ocorrência de interrogatórios “sob tortura” na instituição e que demonstram que Tuma tinha conhecimento das várias mortes ocorridas sob a tutela de policiais do Deops, mas não as comunicou aos familiares dos mortos.

As ações civis públicas oferecidas hoje pelo MPF não são as primeiras que procuram responsabilizar o Estado pela ocultação da ossada de perseguidos políticos. No Distrito Federal tramita ação, com atuação do MPF-DF e do MPF-PA, para identificar guerrilheiros e moradores da região do Araguaia, mortos na ofensiva do governo para exterminar a guerrilha na década de 1970. No Rio Grande do Sul, o MPF pediu a abertura de inquérito para que sejam apuradas as reais circunstâncias da morte do presidente João Goulart, na Argentina, em 1976.

“Depois de 39 anos, abordar de forma leviana um assunto dessa natureza é no mínimo uma acusação ridícula”, disse Maluf, em nota. A reportagem procurou Tuma, mas o senador estava em voo. Segundo sua assessoria, Tuma ainda não recebeu informações sobre a denúncia.

TUMA E MALUF ET CATERVA DEVEM PAGAR PELOS HOMICÍDIOS PARA OS QUAIS CONCORRERAM…CADEIA É O LUGAR DE TORTURADOR E MATADOR OFICIAL Resposta

Enviado ALEX ANTIGÃO  em 26/11/2009 às 18:26

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u657948.shtml

26/11/2009 – 13h39
Procuradoria ajuiza ação contra Tuma e Maluf por ocultação de cadáveres na ditadura
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da Folha Online

O Ministério Público Federal em São Paulo ajuizou hoje duas ações na Justiça Federal pedindo a responsabilização do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) e do senador Romeu Tuma (PTB-SP) pela ocultação de cadáveres de desaparecidos políticos no período da ditadura, nos cemitérios de Perus e Vila Formosa. Veja íntegra da ação

De acordo com a Procuradoria, a ação inclui autoridades e agentes públicos civis e da União, Estado e município de São Paulo.

Maluf, por exemplo, foi prefeito de São Paulo de 1969 a 1971. Tuma foi chefe do Dops (Departamento Estadual de Ordem Política e Social) entre 1966 e 1983.

A ação também pede a responsabilização pessoal do ex-prefeito de São Paulo Miguel Colasuonno (1973-1975), do ex-chefe do necrotério do IML (Instituto Médico Legal) Harry Shibata e do ex-diretor do serviço funerário municipal Fabio Barreto (1970-1974).

Na ação, a Procuradoria pede que os cinco sejam punidos com a perda das funções públicas ou das aposentadorias. Pede ainda que eles sejam condenados a pagar uma indenização de 10% do patrimônio pessoal para reparação de danos morais coletivos.

De acordo com o Ministério Público, desaparecidos políticos foram sepultados nos cemitérios de Perus e Vila Formosa de forma totalmente ilegal e clandestina, com a participação do IML, do Dops e da prefeitura.

Identificação

Na segunda ação civil (leia íntegra) proposta hoje, o Ministério Público Federal pede a responsabilização das pessoas físicas e jurídicas que contribuíram para que as ossadas de mortos e desaparecidos políticos localizadas no cemitério de Perus permanecessem sem identificação.

São demandados na ação a União, o Estado, a Unicamp, a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de São Paulo e mais cinco pessoas, a maioria legistas.

Outro lado

Em nota, a assessoria de Maluf afirma que, depois de 39 anos, abordar dessa forma um assunto dessa natureza é no mínimo uma acusação ridícula.

“O procurador da República responsável por essa acusação, mentirosa e caluniosa, deveria sofrer processo da Procuradoria Geral da República para a sua expulsão por demência caracterizada.”

A reportagem tentou ligar para Tuma, mas o telefone dele não atendeu.

AÍ DILMA, VAMOS RESGATAR O INJUSTIÇADO DELÚBIO SOARES…AFINAL, “CUMPANHEIRO” NÃO PODE FAZER JULGAMENTO DESABONADOR DE “CUMPANHEIRO”…NOS TERMOS DO ANTIÉTICO CÓDIGO DE ÉTICA DO PT 3

Mensaleiros devem voltar a Diretório Nacional do PT, mas distantes de Dilma

Maurício Savarese
Do UOL Notícias
Em São Paulo

Pela primeira vez desde 2005, envolvidos no escândalo do mensalão como o ex-ministro José Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoino e o ex-presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha devem ficar entre os 81 membros do Diretório Nacional, que serve como foro mais amplo de discussões do partido. Apesar disso, petistas vêem pouca chance de eles integrarem a Executiva, que lida com questões políticas do dia-a-dia, para não atrair noticiário negativo para a pré-candidata do partido ao Palácio do Planalto, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.

Dirceu, Genoino, João Paulo, o deputado José Mentor e o ex-deputado Josias Gomes, todos réus na ação que trata do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), integram a chapa da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), que elegeu o ex-presidente da Petrobras José Eduardo Dutra para suceder Ricardo Berzoini no comando do partido. Até esta quarta-feira, quando 85% dos votos tinham sido apurados, o grupo contava com cerca de 55% de apoio interno na disputa com outras sete chapas.

A composição do Diretório Nacional do PT é proporcional à votação obtida pelas chapas. A instância é composta pelo presidente do partido, líderes na Câmara e no Senado e representantes indicados pelas chapas, vindos de diferentes Estados. Já a Executiva, formada por 21 membros, depende de composições entre as correntes, trabalha com questões cotidianas do partido e se reúne com maior frequência. Assim como o presidente, os membros do Diretório e da Executiva têm mandato até 2011.

Procurados, os petistas citados não foram encontrados para comentar o assunto. O presidente e o presidente-eleito do PT afirmaram que todos os membros que disputaram as eleições “estão aptos a ocuparem qualquer cargo”. Para Berzoini, a entrada deles na Executiva depende “da articulação das diferentes forças, em um processo que é longo e que mal acabou de começar”.

Cálculo político
Ex-ministro da Casa Civil e importante articulador do PT, Dirceu já declarou que não aceitaria cargos de direção no partido antes mesmo de ter seu mandato cassado, em dezembro de 2005. Aliados do homem que foi o principal articulador do CNB, originalmente chamado de Campo Majoritário, insistem para que ele assuma um cargo na Executiva do partido, mas ele resiste. O mesmo raciocínio valeria para João Paulo e Mentor, próximos de Dirceu.

Candidato de Lula, Dutra é eleito no PT

  • Folha ImagemCandidato à presidência, José Eduardo Dutra abraça ex-presidente do partido José Genoino e atual ocupante do cargo, Ricardo Berzoini

“Ele pode ajudar na campanha como militante sem ter cargo diretivo. O Diretório Nacional pode ser o bastante, para que o Dirceu participe mais ativamente da discussão sem ter as dificuldades do cotidiano partidário para cuidar”, disse um interlocutor do petista que preferiu não se identificar. “Não há como dizer que ele e os outros todos vão descartar, até porque têm todo direito se quiserem e as negociações para montagem da Executiva mal começaram. Mas a tendência não parece ser essa.”

Outro petista diz que os envolvidos no escândalo do mensalão e outros que atraíram noticiário negativo durante a crise política de 2005 sinalizaram que preferem ficar fora da Executiva para que os adversários não os utilizem para atacar Dilma.

São eles a ex-deputada Ângela Guadagnin, protagonista da “dança da pizza” ao comemorar a absolvição de um colega, José Nobre Guimarães, que teve um assessor preso por levar dólares na cueca e é irmão de Genoino, e Monica Valente, mulher do ex-tesoureiro Delúbio Soares, apontado como intermediário do esquema de corrupção.

“Eles têm direito se quiserem se ele, mas acho que vão fazer uma avaliação política sobre isso e vão atender à prioridade do PT que é eleger a próxima presidente”, afirmou. “Não existe necessidade de reabilitação deles no PT. Eles continuam importantes, assim como o (ex-ministro da Fazenda, Antonio) Palocci. São referências de militância petista. O cálculo é mais político, de saber se é conveniente no ano eleitoral, ou não.”

Candidato derrotado nas eleições petistas, José Eduardo Cardozo, da corrente Mensagem ao Partido, repete que os envolvidos nos escândalos têm direito de pleitear os cargos que quiserem, mas evita fazer julgamento sobre se é adequado que eles ocupem cargos na Executiva no período que inclui as próximas eleições presidenciais.

“Não me sinto confortável falando sobre integrantes que não são da minha chapa. A chapa vencedora indicará os nomes que quiser e não há como fazer restrição. Inclusive nosso novo código de ética disciplina a matéria e não permite juízo desabonador sobre qualquer membro do partido”, afirmou ele, hoje secretário-geral do partido.

As negociações para composição da Executiva Nacional do PT devem ir até fevereiro, mesmo mês em que assume o novo Diretório Nacional. Berzoini é pressionado a ceder a presidência do partido a Dutra até o fim deste ano para acelerar as negociações de alianças políticas para as eleições presidenciais, mas o mandatário resiste à ideia.

_________________________________________________
CÓDIGO DE ÉTICA DO PARTIDO DOS TRABALHADORES É ABSOLUTAMENTE ANTIREPUBLICANO  NA MEDIDA QUE EXCLUIU O CIDADÃO –  NÃO FILIADO  –  DO DIREITO DE PETIÇÃO PARA APURAÇÃO E EVENTUAL PUNIÇÃO DE FILIADO.  
Art. 54 A abertura de sindicância será decidida, de ofício ou mediante provocação de qualquer filiado,

por decisão tomada por, no mínimo, 1/3 dos membros da Comissão Executiva

respectivas competências.

§ 1º A definição da competência para a abertura de sindicância, seguirá os critérios estabelecidos no art.

214 do Estatuto, no que couber.

, no âmbito de suas

§ 2º A abertura de sindicância será decidida de ofício sempre que informação, notícia ou indício da

ocorrência de infração ética chegar ao conhecimento da Comissão Executiva por meio de informação

regularmente prestada pela Ouvidoria do Partido ou por um de seus membros.

§ 3º O pedido de abertura de sindicância feito por provocação de filiado somente será admitido:

I- se for formulado por petição escrita, regularmente subscrita, dirigido à Comissão Executiva

competente para o exame da matéria, noticiando fatos que justifiquem a sua instauração;

 

 

Art. 60. A representação de solicitando a abertura de processo disciplinar obedecerá ao disposto no art. 214,

I – a qualificação pessoal do seu autor, com a demonstração da sua condição de filiado ou com os (obs.: AUTOR DA REPRESENTAÇÃO )

dados que permitam a comprovação desta condição, o local do seu domicílio e o seu endereço de

correio eletrônico, sempre que o possuir;

II – a narração dos fatos que poderão ensejar a tipificação da infração ética denunciada;

III – a identificação da autoria dos fatos denunciados;  ( obs.: IDENTIFICAÇÃO DO AUTOR DO FATO )

PARADOXALMENTE  DIZ A MESMA CARTILHA:

Art. 14. O exercício de mandato popular junto aos Poderes Executivo e Legislativo se dará em

consonância com o Estatuto partidário, este Código de Ética e Disciplina, o programa partidário, as

resoluções do partido e, em especial, com os seguintes princípios:

VI – defesa da transparência na gestão das finanças públicas e nos processos decisórios do Estado, bem como da participação popular e do desenvolvimento de mecanismos de controle social sobre as

estruturas decisórias da Administração Pública;

_______________________

Obviamente para o cidadão livre  –   NÃO FILIADO  –  restará alguma espécie de SAC-PT :  SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CIDADÃO

OUVIDORIA ,  em termos mais refinados.

ÔMEGA: ARQUIVO SECRETO É UMA EXCLUSIVIDADE DA “E-BIS SOLUTION” PARA A POLÍCIA CIVIL DE SÃO PAULO…A PF E ABIN NÃO TÊM O SISTEMA ÔMEGA POR CONTA DO GERALDO PERDER PARA O LULA…AÍ DAHMER, MOSTRA OS CONTRATOS, OS PREÇOS…OU VAI FALAR QUE TAL “GASTO RESERVADO” ERA DA ESFERA DO MUI ASSÉPTICO SECRETÁRIO-ADJUNTO?…INTEGRA-POLÍCIA…INTEGRA-DADOS…INTEGRA-SÃO PAULO “em 2010” ECONOMIZARÁ UNS 25 MINUTOS DO TEMPO DOS VIAJANTES DE SÃO MIGUEL A INTERLAGOS…SÃO PAULO FICA CADA VEZ MAIS “CURTA” 4

Arquivo secreto da polícia de SP permite rastrear criminosos em qualquer parte

Banco de dados é capaz de identificar impressões digitais, fotos e voz.
Sistema Ômega visa mapear a criminalidade no Estado.

 Da Agência Estado 

Foto: José Luis da Conceição/AE Foto: José Luis da Conceição/AE

Polícia Civil tem acesso ao sistema Ômega, desenvolvido por empresa brasileira (Foto: José Luis da Conceição/AE)

Um arquivo secreto, de uso exclusivo, com banco de dados capaz de rastrear todas as informações dos cidadãos e identificar impressões digitais, fotos e voz. Essa é a principal ferramenta do serviço de inteligência da Polícia Civil de São Paulo. O sistema Ômega foi desenvolvido por uma empresa brasileira para investigar, combater e mapear o crime no Estado de SP.

Policiais com senha autorizada podem consultar, simultaneamente, 12 bases de dados. A rede integrada contém informações de cadastros civil, criminal, de armas, carros roubados e furtados, da Junta Comercial, Disque Denúncia, Delegacia Eletrônica e Departamento de Trânsito (Detran). A ferramenta permite acessar, ainda, o Infocrim (informações criminais), mapas e o sistema de identificação biométrica Phoenix, que traz impressões digitais, gravações de voz e fotos de suspeitos.

O sistema Ômega começou a ser desenvolvido em 2003. Na época de sua implementação, o delegado André Dahmer era assistente da Divisão de Tecnologia da Informação do Departamento de Inteligência da Polícia Civil. Ele diz que, antes do Ômega, só era possível pesquisar base por base. “A nova ferramenta integra todos os dados. Se quero saber quantos homicídios com tiro na nuca ocorreram em Santo Amaro, em 2008, o sistema traz horário, tipo de arma e munição”, diz.

Placa

Se um policial quer descobrir a placa de um veículo e só sabe duas letras, a ferramenta faz a leitura e cruza informações até obter o dado completo. O Ômega também identifica o dono do carro, endereço, telefone, se ele tem empresa e imóvel e antecedentes criminais.

O Ômega identifica ainda se o preso tem parceiros, se os mesmos cumpriram pena, qual foi a condenação, local da prisão e cela. Nomes de foragidos aparecem nas consultas e sua identificação se torna mais fácil. A polícia descobre até dados de parentes e vizinhos. “É um arquivo fabuloso. E deverá ser integrado a todas as polícias do País”, diz o coronel José Vicente da Silva Filho, ex-secretário nacional de Segurança Pública. Hoje, nem a Polícia Federal nem a Agência Brasileira de Informações (Abin) têm o sistema Ômega.

http://www.ebiz.com.br/index.html

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DAHMER, A REFERIDA FERRAMENTA SERVE PARA IDENTIFICAR FRAUDES CONTRA O ERÁRIO?

POR OUTRO LADO, O CORONEL VICENTE  JÁ FAZ POR MERECER O PRÊMIO:  “MAIOR PERITO  EM SEGURANÇA PÚBLICA DO BRASIL DA ATUALIDADE”.

A QUALIDADE E PROFUNDIDADE DOS INFORMES QUE  VOLUNTARIAMENTE PRESTA  A DEZENAS DE VEÍCULOS DE INFORMAÇÕES  –   DE TODOS OS ESTADOS E SOB QUAISQUER ASSUNTOS  JURÍDICOS, POLICIAIS E POLÍTICAS DE SEGURANÇA  –   O QUALIFICAM, MUTATIS MUTANDIS”,  COMO UMA ESPÉCIE DE “BADAN PALHARES“.

VICENTE FALOU TÁ FALADO… AXIOMA BÍBLICO!

ASSIM DECIFREM  O QUE ELE PRETENDEU  DIZER COM:    

 E deverá ser integrado a todas as polícias do País”, diz o coronel José Vicente da Silva Filho, ex-secretário nacional de Segurança Pública. Hoje, nem a Polícia Federal nem a Agência Brasileira de Informações (Abin) têm o sistema Ômega. ( “sic” ).

Diz: uma ferramenta fabulosa.

Mas que o Governo Federal  –   O GOVERNO LULA  –  não  se interessou pelo aproveitamento na PF e ABIN…

QUE O GOVERNO LULA não teve interesse para “INTEGRAR A TODAS AS POLÍCIAS”… ( diminuindo a criminalidade em todo o país )

AFIRMANDO: ” deverá ser integrado a todas as polícias do País”.

ERROU O VERBO, deveria ter falado “SERIA INTEGRADO” caso o Geraldo não tivesse tomado uma surra eleitoral ( ALIÁS,   com grande ajuda dos seus especialistas em segurança ). 

Como o Geraldo não será Presidente ( nos próximos 9 anos ),  Vossas Senhorias deverão vender as qualidades do ÔMEGA para o AÉCIO, CIRO ou DILMA . Também , no mesmo pacote, poderão vender “seus planos” de Segurança Pública.

Pois o meu justo presidente JOSÉ SERRA ,  como Governador de São Paulo nunca achou tal ferramenta “fabulosa”,  tampouco foi quem  deu  prêmios “Mário Covas”, para projetos pouco transparentes e nada eficientes: CUSTO-BENEFÍCIO.

O meu presidente JOSÉ SERRA, não irá comprar o fabuloso “ÔMEGA” –  ou qualquer outra “ferramenta”  –  sem colocá-lo sob prolongado exame DOS VERDADEIROS ESPECIALISTAS. Pelos policiais de verdade. Não de faroleiros de gabinete;  “leões” por trás  dos pareceres bissexuados.

JÁ FOI DEMAIS – MEU GOVERNADOR –   ATURAR O DESABAMENTO  DO METRO E AS  VIGAS DO RODOANEL…

VENDERÃO O ÔMEGA  PRA OUTREM, PARA O MEU PRESIDENTE, NÃO!

Nesta oportunidade meu presidente JOSÉ SERRA, pedimos licença para informar que há gente querendo sabotar tudo de bom  dos governos de Sua Excelência.

Veja bem,  meu presidente, com todo o respeito aos marqueteiros, AQUELAS PLACAS NOS TRENS PROPAGANDEANDO O PROJETO INTEGRA-SÃO PAULO…Sei não! Sei não…

Ora, 25 minutos é grande coisa  –   especialmente na vida do trabalhador –  MAS NÃO PEGA BEM BOTAR PLACAS dizendo coisas do tipo:   AGORA SÃO MIGUEL FICARÁ  MAIS PERTO DE INTERLAGOS.

De QUASE duas horas o trajeto levará de APENAS “1h26″…SÓ EM 2010!

Meu presidente, o cara que bolou essa  propaganda É PETISTA.

Do tipo de ” Petista”  que acha que o povo é burro e otário; se contentando com qualquer enganação. 

Excelência, por favor, leia a placa com detida atenção. 

LULA REGULAMENTOU CRITÉRIOS PARA PROMOÇÃO NA POLÍCIA FEDERAL 4

Enviado pelo JOW  em 24/11/2009 às 19:12

Regras da carreira

Presidência publica critérios para promoção na PF

Por Alessandro Cristo

A Presidência da República regulamentou os critérios para promoção na carreira dentro da Polícia Federal.

As novas regras foram definidas pelo Decreto 7.014, publicado nesta terça (24/11) pelo Diário Oficial da União.

Entre as exigências para as promoções, estão o exercício ininterrupto do cargo atual por prazo determinado, a avaliação satisfatória de desempenho e a conclusão de curso de aperfeiçoamento.

Os servidores que já atendem aos requisitos serão promovidos automaticamente até o dia 1º de dezembro. Normas complementares e o detalhamento da sistemática de avaliação ainda devem sair em ato conjunto dos Ministérios da Justiça e do Planejamento.

Leia o decreto:

DECRETO Nº 7.014, DE 23 DE NOVEMBRO DE 2009.

Disciplina os requisitos e condições de promoção na Carreira Policial Federal, de que trata o § 1o do art. 2o da Lei no 9.266, de 15 de março de 1996.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no § 1o do art. 2o da Lei no 9.266, de 15 de março de 1996,

DECRETA:

Art. 1o Aos servidores integrantes da Carreira Policial Federal, instituída pelo art. 1o do Decreto-Lei no 2.251, de 26 de fevereiro de 1985, e reorganizada pela Lei no 9.266, de 15 de março de 1996, aplicar-se-ão os requisitos e condições de promoção de acordo com as normas constantes deste Decreto.

Art. 2o A promoção consiste na mudança de classe em que esteja posicionado o servidor para a classe imediatamente superior.

Art. 3o São requisitos para promoção nos cargos da Carreira Policial Federal:

I – exercício ininterrupto do cargo:

a) na terceira classe, por três anos, para promoção da terceira para a segunda classe;

b) na segunda classe, por cinco anos, para promoção da segunda para a primeira classe;

c) na primeira classe, por cinco anos, para promoção da primeira para a classe especial;

II – avaliação de desempenho satisfatória; e

III – conclusão, com aproveitamento, de curso de aperfeiçoamento.

Parágrafo único. Interrompido o exercício, a contagem do interstício começará a correr a partir do retorno do servidor à atividade.

Art. 4o A avaliação de desempenho de que trata o inciso II do art. 3o será realizada a cada período de doze meses pela chefia imediata e será confirmada pela autoridade superior.

§ 1o A avaliação do servidor ao final do interstício estabelecido para promoção será apurada pela média dos resultados obtidos no período.

§ 2o O servidor que não atingir o desempenho satisfatório para promoção permanecerá na mesma classe até que a média dos resultados do período de avaliação seja considerada satisfatória.

§ 3o Os resultados das avaliações de desempenho dos servidores serão publicados mensalmente.

Art. 5o Na avaliação de desempenho, serão observados os seguintes critérios mínimos:

I – qualidade e quantidade de trabalho;

II – iniciativa e cooperação;

III – assiduidade e urbanidade;

IV – pontualidade e disciplina;

V – conhecimento do trabalho e autodesenvolvimento;

VI – preparo físico;

VII – habilidade para manuseio e porte de arma.

Parágrafo único. O disposto no inciso VII será aferido por meio de prova prática de tiro.

Art. 6o O curso referido no inciso III do art. 3o, cujo conteúdo observará a complexidade das atribuições dos cargos e os níveis de responsabilidade de cada classe, será ofertado aos servidores até o semestre anterior ao cumprimento do interstício exigido para promoção.

§ 1o O curso de aperfeiçoamento será oferecido pela Academia Nacional de Polícia ou por entidade oficial de ensino, nacional ou estrangeira, devidamente reconhecida pelo Departamento de Polícia Federal.

§ 2o No caso de promoção para a classe especial, o curso a que se refere o caput será preferencialmente de pós-graduação.

§ 3o Findo o curso, a Academia Nacional de Polícia publicará a lista dos servidores que o concluíram com aproveitamento.

Art. 7o Os atos de promoção são da competência do dirigente máximo do Departamento de Polícia Federal e deverão ser publicados no Diário Oficial da União, vigorando seus efeitos administrativos e financeiros a partir do primeiro dia do mês subsequente à data em que o servidor completar todos os requisitos para a promoção.

Art. 8o Os servidores que já tiverem preenchido todos os requisitos previstos no art. 3o serão promovidos até o primeiro dia do mês subsequente à data da publicação deste Decreto.

Art. 9o Serão imediatamente oferecidos pelos órgãos ou entidades de que trata o § 1o do art. 6o cursos de aperfeiçoamento aos servidores que já tiverem preenchido os requisitos previstos nos incisos I e II do art. 3o na data da publicação deste Decreto.

Parágrafo único. Os servidores que obtiverem aprovação nos cursos de que trata o caput serão promovidos até o primeiro dia útil do mês subsequente à conclusão do curso.

Art. 10. O tempo de efetivo exercício na classe correspondente na vigência da regulamentação anterior será contado para efeito da primeira promoção do servidor após a publicação deste Decreto.

Art. 11. Os servidores que na data da publicação deste Decreto já tenham preenchido o requisito da alínea “a” do inciso I do art. 3o terão computado como tempo de efetivo exercício na classe superior o período que decorreu do cumprimento do interstício na classe anterior até a data da efetiva promoção.

Art. 12. As normas complementares para a execução deste Decreto e o detalhamento da sistemática de avaliação dos servidores da Carreira Policial Federal constarão de ato conjunto dos Ministérios da Justiça e do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Art. 13. Até 31 de dezembro de 2010, o interstício para a promoção nos cargos da Carreira Policial Federal de que tratam as alíneas “a” e “b” do inciso I do art. 3o poderá ser reduzido em até cinquenta por cento, em ato do Ministro de Estado da Justiça, para os servidores que tomarem posse até 31 de dezembro de 2009, desde que tenham obtido nas respectivas avaliações de desempenho pelo menos oitenta por cento da pontuação máxima.

Art. 14. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 15. Fica revogado o Decreto no 2.565, de 28 de abril de 1998.

Brasília, 23 de novembro de 2009; 188o da Independência e 121o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Tarso Genro
Paulo Bernardo Silva

LULA ENCAMINHA PROJETO APRIMORANDO A POLÍCIA FEDERAL Resposta

Enviado pelo JOW em 24/11/2009 às 19:19

Presidente encaminha Projeto de Lei Orgânica da Polícia Federal ao Congresso

Do portal do Ministério da Justiça

Brasília, 23/11/09 (MJ) – O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, encaminhou nesta segunda-feira (23), ao Congresso Nacional, o Projeto de Lei Orgânica da Polícia Federal (PF), que regulará o funcionamento da instituição. Em cerimônia no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, o presidente falou sobre a importância do marco regulatório.

“Interessa ao estado brasileiro ter uma Polícia Federal com os quadros necessários, com uma formação intelectual acima da média e, ao mesmo tempo, nós precisamos ter uma Polícia Federal que seja respeitada pela sociedade brasileira”, disse Lula, na presença dos ministros da Justiça, Tarso Genro, do Planejamento, Paulo Bernardo, e do diretor geral da PF, Luiz Fernando Corrêa.

O presidente elogiou a direção da instituição e disse que a Lei Orgânica dará mais poder e responsabilidade à PF. Lula assinou, ainda, o decreto que disciplina os requisitos e condições de promoção na carreira de policial federal.

O ministro Tarso Genro ressaltou a luta histórica dos servidores da PF pela regulação da carreira. “Esse é um momento histórico. O que está sendo enviado ao Congresso Nacional é uma espécie de Constituição Política e Institucional da Polícia Federal, para que seja cada vez mais um órgão de Estado e represente o princípio da neutralidade do Estado nas grandes questões criminais, nas grandes questões legais. E seja, cada vez menos, um órgão eventualmente manipulável por interesses políticos”.

A proposta de Lei Orgânica encaminhada ao Congresso define o funcionamento da instituição, as prerrogativas dos servidores, atribuições dos cargos e regras de ingresso no órgão, entre outras regras. Para o diretor geral da PF, a lei garantirá aos servidores maior segurança jurídica e estabilidade funcional.

O decreto sobre critérios de promoção modifica o tempo de permanência na 3ª Classe, primeira etapa na vida funcional do policial federal, que a partir de agora passa a ser de três anos, coincidente com o período de estágio probatório.