A CAIXINHA DAS PLACAS DO DETRAN DE SÃO PAULO…LAMENTAVELMENTE ARRANHA A EXCELENTE IMAGEM DA DOUTORA MARIA INÊS TREFIGLIO VALENTE…ELA FOI PROMOVIDA DE CORREGEDORA DO DETRAN A CORREGEDORA GERAL DA POLÍCIA CIVIL 4

sexta-feira, 27 de março de 2009

Delegada vai comandar a Corregedoria da Polícia Civil

ANDRÉ CARAMANTE
ROGÉRIO PAGNAN
DA REPORTAGEM LOCAL

A delegada Maria Inês Trefiglio Valente terá a partir de hoje uma das missões mais difíceis na Polícia Civil: ela será a corregedora-geral, ou seja, comandará o setor da corporação que tem a função de investigar os possíveis crimes cometidos pelos próprios policiais civis.
A delegada será a primeira mulher a assumir o cargo. Ela é conhecida como rigorosa e, até ontem, trabalhava na Corregedoria do Detran (Departamento de Trânsito).
No ano passado, Maria Inês ajudou na investigação que apontou a existência de uma máfia comandada por policiais civis que usavam a estrutura da polícia para vender carteiras de habilitação falsas.
A nomeação da delegada é uma das mudanças nos postos de comando da Polícia Civil que o novo secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, e o novo delegado-geral da corporação, Domingos Paulo Neto, deverão anunciar hoje.
Assim como a nomeação da delegada, a troca no Denarc (Departamento de Narcóticos) também é comemorada: no lugar de Everardo Tanganelli, investigado sob a suspeita de enriquecimento ilícito, entrará o delegado Eduardo Hallage.
O delegado Alberto Angerami deixará a Corregedoria para dar lugar à delegada e assumirá o posto de delegado-geral adjunto- 2º posto na corporação.

O EX-CORREGEDOR DO DEINTER-5, ENTRE OUTRAS COISAS, ERA REFERÊNCIA ESTADUAL POR EMPREGAR VIATURA E COMBUSTÍVEL PARA “DAR AULAS” NA ACADEMIA…FOI ESCOLHIDO PELO ANDRÉ DAHMER COMO 1º DIRETOR DE ASSISTÊNCIA JURÍDICA DA CHAPA “ERGA OMNES” 2

São José do Rio Preto, 19 de Novembro, 2009 – 2:16
Delegado troca Corregedoria por Consegs

Hélton Souza

Ferdinando Ramos
O novo corregedor da Polícia Civil de Rio Preto, Emilio Paschoal

O delegado Luis Fernando Camargo da Cunha Lima deixou o cargo de chefe da Corregedoria da Polícia Civil de Rio Preto no último dia 10. A sua saída do departamento ocorre após uma série de denúncias contra ele.

Lima é suspeito de vazar informações a respeito de investigações sigilosas contra policiais de uma delegacia especializada da cidade, investigados por envolvimento com o crime organizado. Em seu lugar assumiu o delegado Emílio Antônio Paschoal.

Em setembro, quando surgiram as denúncias, o Diário apurou que Lima teria informado policiais do Deinter-5 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior) sobre as diligências realizadas por subordinados da Corregedoria contra um delegado de Rio Preto.

O delegado investigado é suspeito de receber propina da máfia dos caça-níqueis na cidade para impedir a repressão ao crime contra a economia popular.

Nota

Diante das denúncias, promotores criminais integrantes do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) viajaram para a Capital e entregaram à corregedora-geral, delegada Maria Inês Trefiglio Valente, documentos com indícios contra o delegado.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SPP) de São Paulo informou que foi o delegado quem pediu a saída da Corregedoria de Rio Preto por motivos pessoais. O ex-delegado-corregedor cumpre licença prêmio até o final do mês. Ele deverá assumir o cargo de assistente da Polícia Civil dentro da Coordenadoria dos Consegs (conselho de segurança formado por polícia e comunidade), em São Paulo.

Sobre as denúncias envolvendo Lima, a SSP negou haver qualquer procedimento instaurado contra o delegado, já que nenhuma denúncia formal teria sido encaminhada à Corregedoria.

O delegado Emílio Paschoal assume o cargo com o desafio de cumprir a lei da Via Rápida, que prega a conclusão de inquéritos contra policiais em até 90 dias.

Segundo Paschoal, a Corregedoria de Rio Preto tem 40 inquéritos em andamento e que devem ser concluídos pelos três delegados do departamento até o final de dezembro. O delegado garante que a partir de agora as denúncias contra policiais civis da área do Deinter-5 serão concluídas no prazo previsto na lei.

A tarefa, no entanto, não é fácil de ser cumprida. Um exemplo é o inquérito que apura a conduta de duas delegadas de Catanduva durante as investigações da suposta rede de pedofilia na cidade. O procedimento foi instaurado há oito meses na Corregedoria e está até hoje sem conclusão, Ou seja, 150 dias a mais do que o previsto. “Mas agora ele sai”, garante Paschoal.

200 apurações em andamento

Entre processos administrativos, sindicâncias, apurações preliminares e inquéritos, a Corregedoria de Rio Preto possui 200 investigações em andamento. Mesmo com o grande volume de trabalho, o novo corregedor, Emílio Antônio Paschoal, afirma que em comparação com outras cidades a delegacia de Rio Preto é considerada uma das mais tranquilas da região.

Questionado como será seu perfil de trabalho frente à delegacia em Rio Preto, Paschoal disse que vai atuar com discrição, paciência e motivação para melhorar o atendimento da polícia com a população. Paschoal é delegado há 24 anos.

FLAGRANTES NA 2a. SECCIONAL DO DECAP – ORA, ORDEM É ORDEM: DEVE SER CUMPRIDA…”UM APONTADOR E UM APOSTADOR DE BICHO”, O APONTADOR POR CORRUPÇÃO ATIVA…QUALQUER PROBLEMA CHAMA O DOP! 6

CACHORRÃO FAZ CACHORRADA

Enviado em 30/11/2009 às 17:35

O DESESPERO TRANSFORMA A INVESTIGAÇÃO EM RONDA OSTENSIVA DA PM.

DR GUERRA,
COLOCA AÍ NO FLIT! “AJUDA NÓIS”!
OS COLEGAS DA 2A. SECCIONAL ESTÃO ME LIGANDO E CHORANDO PORQUE A ORDEM DA SECCIONAL É QUE CADA DP TEM “OBRIGAÇÃO” DE FAZER UM FLAGRANTE POR SEMANA.
CASO A “ORDEM” NÃO SEJA CUMPRIDA, OS TIRAS SERÃO RECOLHIDOS DA CHEFIA E MANDADOS PARA O PLANTÃO!
ALÉM DA MOTIVAÇÃO QUE JÁ É GRANDE, AGORA OS COLEGUINHAS TEM QUE VIVER SOB ESSA PRESSÃO PSICOLÓGICA.
É UM PUTA DESVIO DE FUNÇÃO E AINDA CORRE-SE O RISCO DE QUE SEJAM COMETIDAS ARBITRARIEDADES POIS OS FLAGRANTES TÊM QUE SAIR A QUALQUER CUSTO.
OS TIRAS NÃO TEM TEMPO NEM DE INVESTIGAR OS B.O. DO DP E DE CUMPRIR TODAS AS O.S., SEM CONTAR QUE TEM DP QUE TEM APENAS 3 EQUIPES NA CHEFIA E DUAS VIATURAS QUEBRADAS. TODO DIA TEM PRESOS PARA SEREM TRANSFERIDOS PARA O CDP DE GUARULHOS E AINDA OS “ILUMINADOS” NUM ATO DE DESESPERO E QUERENDO MOSTRAR SERVIÇO INVENTAM ESSE DISPARATE!
EU ANDEI CONVERSANDO COM OS COLEGAS DAS CHEFIAS DOS DISTRITOS DA 2A. E TODOS CONFIRMARAM A DETERMINAÇÃO ABSURDA. É UMA PENA QUE ELES NÃO TEM CORAGEM DE COLOCAR NO PAPEL ESSE DESMANDO ABSURDO! POR FAVOR DR. GUERRA, COLOCA AÍ NA PRIMEIRA PÁGINA!

“A Polícia Civil trabalha no combate ao jogo do bicho, assim como todos os jogos de azar” e que “há poucas ocorrências envolvendo o jogo do bicho”…EPA, ENTÃO O JOGO DO BICHO NÃO FALIU! 5

30/11/2009 – 07h00

Jogo do bicho se moderniza e opera com sistema digital de apostas em SP

Arthur Guimarães
Do UOL Notícias
Em São Paulo

Aposentando os bloquinhos de anotação e os tradicionais sistemas de divulgação de resultados, os operadores do jogo do bicho em São Paulo digitalizaram o negócio. Foi-se o tempo em que, sentados em cadeiras nos cantos de bares, os funcionários dessa loteria ilegal anotavam apostas e distribuíam o número dos animais sorteados em pequenos pedaços de papel escritos com caneta.

  • Repórter do UOL Notícias faz aposta eletrônica

Hoje, como a reportagem do UOL Notícias comprovou em vários pontos da cidade, os contraventores estão usando um sistema que lembra o utilizado em restaurantes para o pagamento de refeições com cartões de débito e crédito. Como visto, assim que o cliente chega com sua aposta, prontamente o anotador passa a digitar os números dos animais escolhidos no terminal eletrônico, chamado de POS (ponto de venda, da sigla em inglês).

Em instantes, a engenhoca computa os dados e imprime, automaticamente, o recibo do jogo feito. Nesse comprovante, está escrito o nome do grupo – como “Juruna”, “Gentil” ou “Paulinho”, exemplos dos casos vivenciados – e outras informações, como “reclamações, 3 dias” e frases codificadas como “Mc cotadas 2008”, além do valor total da “fezinha”.

Pelo o que os funcionários da loteria criminosa informaram ao repórter – sem saber que estavam sendo entrevistados -, todas as informações das apostas são enviadas, via “satélite ou telefone”, para uma central, em que os cabeças do jogo do bicho na cidade montam um banco de dados para servir de garantia na hora de conferir e pagar os ganhadores.

  • Recibo detalha a aposta no jogo do bicho….
  • … e também mostra o resultado

O caminho inverso também é feito pelo novo sistema de comunicação. O anotador informa que basta voltar no dia seguinte – “ou mais tarde” – para saber quais foram os animais sorteados. Dito e feito. Ao retornar ao local, o resultado estava impresso e era dado a quem requisitasse. No caso, para a modalidade “Para Todos” do dia 25 de novembro, lá estavam elencados: “Peru, Coelho, Leão, Tigre, Peru, Coelho e Cavalo”.

Apesar de parecer um sistema totalmente clandestino, a bobina de papel e os terminais utilizados pelo repórter eram de marcas conhecidas. Os bilhetes, por exemplo, são os mesmos usados nos pagamentos com cartão de débito ou crédito. Aliás, no verso de todos os recibos obtidos pelo UOL Notícias, estava impresso o logotipo da Redecard, empresa que explora as transações bancárias à distância.

Os aparelhos também tinham selos que indicavam seus fornecedores. Alguns eram da Verifone e outros eram estampados pela marca da Ingenico, ambas empresas estrangeiras que vendem os chamados POS para o mercado legal.

Jogo de empurra
Todos os envolvidos na investigação desse tipo de crime, assim como os principais prejudicados pela exploração ilegal do jogo, recusaram-se a dar entrevista sobre a modernização do sistema. A primeira a silenciar foi a Caixa Econômica Federal (CEF), empresa estatal ligada ao governo federal. Pelo decreto-lei 204, de 1967, a instituição tem a exclusividade na criação de novas loterias, o que automaticamente deixa o jogo do bicho na ilegalidade. Dessa forma, cada centavo que entra ilegalmente no caixa deixa de somar nos cofres da União.

Mesmo assim, apesar de procurada por dois dias, a Caixa não disponibilizou nenhum representante para comentar o caso. A nova tentativa foi na Polícia Federal (PF), órgão que tem como finalidade proteger as instituições federais, como a Caixa. Em nota, a PF informou que não falaria sobre o assunto, sugerindo que fosse procurada a Polícia Civil de São Paulo.

Após solicitada uma entrevista com algum policial paulista que tivesse experiência na investigação desse tipo de ilicitude, a resposta da Secretaria Estadual de Segurança Pública foi a de que não haveria ninguém especializado no assunto. Informada dos endereços dos pontos que a reportagem fez as apostas nos terminais eletrônicos, no entanto, a pasta enviou os dados para o 1º Distrito Policial (DP), na Sé, que mandou homens para checar a denúncia.

Após a ação, foi enviada uma nota oficial, em que a secretaria de Segurança Pública informa que o delegado responsável, Marcel Druziani, encaminhou uma “equipe de investigação à rua Regente Feijó, que localizou e deteve um aposentado de 71 anos, acusado de possuir e operar uma máquina eletrônica própria para realização de apostas”. Foram também apreendidos “o equipamento e 20 extratos com resultados das apostas, além de duas pules e uma agenda”.

O detido, segundo o órgão, foi liberado após a elaboração do Termo Circunstanciado, já que nas ocorrências de jogos de azar não cabe prisão. “Os casos são encaminhados diretamente para o Juizado Especial Criminal (Jecrim)”, disse a nota, que ainda esclareceu que “a Polícia Civil trabalha no combate ao jogo do bicho, assim como todos os jogos de azar” e que “há poucas ocorrências envolvendo o jogo do bicho”.

Mais silêncio
As empresas que comercializam os equipamentos encontrados pela reportagem nos pontos de aposta também não quiseram prestar esclarecimentos, para explicar como seus produtos chegaram na mão dos criminosos. Tanto a Verifone como a Ingenico, que vendem os terminais, não indicaram nenhum funcionário para discutir o mau uso dos POS, dizendo que só os vendem para grandes firmas e que, portanto, seriam elas as responsáveis por prestar esclarecimentos sobre eventuais desvios.

Uma dessas empresas, a Redecard, negou entrevistas, divulgando uma nota afirmando que “somente credencia estabelecimentos que apresentem documentos que comprovem suas atividades” e que “fornece bobinas para os estabelecimentos credenciados para que sejam utilizadas nas suas operações de crédito e débito”. A Visanet, concorrente nesse mesmo ramo, foi procurada mas também não retornou ao pedido de entrevista

QUEREMOS UMA CPI DA POLÍTICA E DA CORRUPÇÃO NA POLÍCIA CIVIL…HÁ SEMPRE UM SENADOR, DEPUTADO FEDERAL OU ESTADUAL “ESQUEMATIZANDO” A ROUBALHEIRA. 53

Ah, de vários partidos. Há muitos anos!

Como já denunciava o deputado federal  santista “DEL BOSCO AMARAL”, desde os anos 70;  depois no próprio partido na década de 80.

Sidney Palácios: Senhor secretário, durante a gestão do então secretário de Segurança pública de São Paulo Michel Temer [advogado. Foi deputado federal em 1986. Vinte anos depois se tornou presidente nacional do PMDB], o jogo de bicho campeava livremente em São Paulo. Nessa época, o deputado federal Del Bosco Amaral, do PMDB, afirmou que existia uma caixinha de jogo de bicho na Secretaria da Segurança Pública para apoiar a candidatura de Michel Temer para a Constituinte e para poder ajudar outros deputados do PMDB nas eleições de 1986. O deputado Del Bosco Amaral, até hoje, não foi contestado por ninguém. O jogo de bicho, senhor secretário, continua a todo vapor em São Paulo. E quando não existe repressão, senhor secretário, forçosamente, nós temos a concluir que existe caixinha…( 1987, arquivos do roda vida, postado no blog em 24/11/09)

DEPUTADO FEDERAL DEL BOSCO AMARAL ( ANOS 80 )

NA ADMINISTRAÇÃO DOS DOUTORES LEIGO E ARMANDO NÃO TINHA QUE SUPERFATURAR E NEM PAGAR PARA “TRABALHAR”…DEPOIS QUE ALCKMIZARAM TUDO, PHODEU! 4

Segundo consta, na administração anterior do Detran, o pessoal do interior (roçapol) era obrigado a receber papel sulfite, sendo que por ex: Se recebiam duzentos blocos de papel A-4, assinavam ter recebido 1000. $$$$$$$$

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José Francisco Leigo: ex-diretor do Detran, substituido, em 2005, por Yvaney Cayres.

Armando Soares de Almeida:  Diretor da Divisão de Controle do Interior, também, até 2005. Talvez substituido por autoridades de melhor estirpe do tipo  egressa do PRESÍDIO ESPECIAL DA POLÍCIA CIVIL.

OLHO DE VIDRO: NÃO SEI, NÃO VI, NÃO OUVI, NÃO RECEBI, NÃO PAGUEI, NÃO APROVEI…MANDEI APURAR E INFORMEI “TUDO” AOS MEUS SUPERIORES…ENTREGUEI O CARGO, RECUSEI OUTRO…NÃO AGUENTAVA MAIS! NÃO AGUENTAVA MAIS O QUÊ? 1

Depois de aprovadas pelos gestores, as contas, segundo Mello, eram enviadas à Divisão de Administração do Detran, que ordenava os pagamentos.

“Elas não passavam pelo diretor.” Mello disse que não foi o responsável pela licitação e assinatura dos contratos.

Isso foi feito em 2006 na gestão do delegado Ivaney Cayres de Souza. O Estado procurou Cayres, mas ele não se manifestou. Segundo sua assessoria de então, os contratos foram aprovados pelo Tribunal de Contas do Estado e tiveram parecer jurídico favorável da Procuradoria do Estado.

Mello prorrogou duas vezes os contratos.

“Mandei apurar as denúncias que chegaram ao meu conhecimento. Informei tudo aos meus superiores, mas não podia rescindir os contratos enquanto a apuração não terminasse.”

Ele disse que uma nova licitação estava pronta para ser feita quando ele saiu do Detran em outubro.

“Entreguei o cargo ao secretário (Antônio Ferreira Pinto). Não aguentava mais. Ele me ofereceu outro departamento. Recusei.”

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Ora, ele RUY EX-CORREGEDOR GERAL DA POLÍCIA CIVIL,   não aguentava mais tanta bandidagem na Segurança Pública deste Estado.

Eu disse:  SEGURANÇA PÚBLICA.

Pois essa roubalheira possui alto comando político, típico de organização criminosa.

DIREITO POLICIAL ESQUEMATIZADO POR MESTRES DO PRIMEIRO ESCALÃO DA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA…RUYZITO “MANDOU APURAR” E “COMUNICOU SEUS SUPERIORES” QUE NADA FIZERAM…ASSIM COLOCOU O DETRAN A DISPOSIÇÃO DO SECRETÁRIO QUE ACEITOU OFERECENDO OUTRO DEPARTAMENTO COMO DEMONSTRAÇÃO DE CONFIANÇA E GRATIDÃO 3

Enviado pelo MARCOS em 30/11/2009 às 9:45

Esquema desvia R$ 40 milhões do Detran de SP
Pagamentos de contratos para emplacar carros seriam superfaturados em 200%; laranjas controlam empresas

Marcelo Godoy

SÃO PAULO – Empresas contratadas pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) para emplacar veículos em São Paulo são acusadas de fraudes que deram prejuízo estimado de pelo menos R$ 40 milhões. Delegados e empresários são suspeitos de participar do suposto esquema milionário. Laranjas controlariam a principal empresa contratada pelo departamento.

A fraude principal seria o superfaturamento de até 200% da medição dos serviços contratados. Ela envolveria centenas de Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans) de São Paulo – o Estado tem 344. O esquema era simples. As Ciretrans enviavam todo mês ao Detran um documento atestando que a empresa emplacara mais carros do que havia efetuado. O atual diretor do Detran, Carlos José Paschoal de Toledo, suspendeu os pagamentos nos últimos três meses e constatou que as empresas deviam receber só um terço do que pleiteavam. Passou a pagar só o que devia.

Os pagamentos a mais eram feitos sem que os gestores dos contratos – alguns deles carcereiros – confrontassem a prestação de contas das empresas com os registros de veículos emplacados nas Ciretrans. Eram as prestações de contas das empresas que serviam de comprovação para a liberação dos pagamentos pelo governo. Quem mandava pagar com base nesse documento era a Divisão de Administração do Detran.

O esquema começou a desmoronar quando o presidente da Associação dos Fabricantes de Placas de Automóveis, Hélio Rabello Passos Junior, denunciou o caso à Secretaria da Segurança Pública em 3 de julho. O titular da pasta, Antônio Ferreira Pinto, determinou a apuração. Passos Junior afirmava a existência de irregularidades no cumprimento dos dez contratos do Detran com as empresas Cordeiro Lopes e Centersystem – elas negaram as acusações. As empresas assinaram em 2006 os contratos com o Detran depois de vencerem licitação oferecendo o menor preço.

Deveriam fornecer a placa comum por R$ 2,2 em São Paulo (Centersystem) e R$ 4,5 no restante do Estado (Cordeiro Lopes). E aí é que começavam os problemas. Os valores são, segundo Passos Junior, inexequíveis, pois abaixo do preço de custo fixado por laudo da Universidade de São Paulo (USP). Como as empresas conseguiam fornecer placas por esse preço? Segundo Passos Junior, por meio de uma série de fraudes. Ao depor na Corregedoria da Polícia Civil, ele enumerou 14 tipos delas que, somadas, teriam causado prejuízo em R$ 40 milhões – a Centersystem recebeu R$ 9 milhões pelos serviços de janeiro de 2008 a julho deste ano e a Cordeiro, R$ 64,8 milhões.

O empresário relata que já havia batido em muitas portas para contar o que sabia, inclusive na do então diretor do Detran, delegado Ruy Estanislau Silveira Mello, para que práticas abusivas e ilegais cessassem. “Mas nada foi feito. O Detran decidiu prorrogar tais contratos, contrariando novamente os princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência”, afirmou, ao depor. Mello diz que mandou apurar tudo e informou os superiores.

Osasco

Um mês depois de o empresário fazer a denúncia, assumiu a Ciretran de Osasco o delegado Gilberto Barbosa da Silva. Logo no primeiro mês no cargo, o delegado foi conferir a prestação de contas da Cordeiro Lopes. Esta dizia ter direito a receber R$ 277,7 mil pelos serviços de lacração em junho, referentes a 13.590 veículos emplacados.

“Todavia, a Ciretran de Osasco expediu para lacração 4.007 documentos, constatando-se uma diferença a mais de 9.853 casos”, diz relatório do delegado. Só naquele mês, a empresa teria recebido R$ 200 mil a mais. Em junho, a Cordeiro havia dito que tinha R$ 346 mil a receber. “A realidade a receber gira em torno de R$ 80 mil.” Haveria também nesse mês um superfaturamento na medição do serviço de cerca de R$ 260 mil.

Diante disso, o delegado informou os chefes e o Detran. A iniciativa ajudaria a formar a crise que levaria à mudança da direção do Detran – Mello foi substituído em outubro no cargo por Toledo. Ao depor, o delegado Silva contou que foi procurado por representantes da Cordeiro Lopes que “insistiam em convidá-lo para um almoço”. Uma funcionária da empresa disse que ele “não sabia a força que eles tinham”.

“Apesar de todas essas intimidações, estou com a consciência tranquila, pois fiz o que era meu dever.”

DELTA: COVAS PARIU OUTRAS EXCRESCÊNCIAS; A PIOR DELAS O LEVOU AO PAQUETÁ…ENQUANTO A PRIMEIRA DAMA “HIGH SOCIETY” AO MELHOR ESTILO DO “AVENIDA PAULISTA” SORRIA DE FELICIDADE…AH, A PIOR EXCRECÊNCIA VOAVA EM HELICÓPTEROS DO “BIG BOSS DOS EMPLACADORES”…MAS “CHEFE DE QUADRILHA” SOU EU E OS DA MINHA CONFRARIA… Resposta

E viva a excrescência inconstitucional parida das entranhas de Mário Covas!

Ou seja: Viva a tal de… 3ª Polícia, que, aqui em SP, participa de ações “conjuntas” da Polícia Civil e da PM, como se tivesse capacidade para agir de ofício, “ignorando” que “só” serve para agir quando provocada pela autoridade policial, não sendo mais que seu órgão auxiliar.

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“MANDEI APURAR”…A CULPA DEVE SER DO YVANEY CAYRES SOUZA E DOS QUADRILHEIROS DOS ESCALÕES INFERIORES 4

Enviado pelo JOW  em 30/11/2009 às 8:31

Ex-diretor: ”Mandei apurar”

Ele afirma que não era responsável pelas contas

Marcelo Godoy

O delegado Ruy Estanislau Silveira Mello disse que nenhum dos pagamentos feitos à Cordeiro Lopes passaram por suas mãos. Segundo ele, era responsabilidade dos diretores das 344 Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans) fiscalizar as prestações de contas das empresas que emplacavam os carros antes de encaminhar o documento ao Detran.

No departamento, a prestação de contas – caso viesse de uma Ciretran do interior ou da Grande São Paulo – passava pela Divisão do Interior e pelos gestores dos contratos – policiais nomeados para fiscalizá-los. Ao todo existem dez contratos de emplacamento. Nove deles são da Cordeiro Lopes, que cuida de todo o Estado, exceto a capital, que ficou com a empresa Centersystem – o Estado a procurou, deixou recado, mas ninguém se manifestou.

Depois de aprovadas pelos gestores, as contas, segundo Mello, eram enviadas à Divisão de Administração do Detran, que ordenava os pagamentos. “Elas não passavam pelo diretor.” Mello disse que não foi o responsável pela licitação e assinatura dos contratos. Isso foi feito em 2006 na gestão do delegado Ivaney Cayres de Souza. O Estado procurou Cayres, mas ele não se manifestou. Segundo sua assessoria de então, os contratos foram aprovados pelo Tribunal de Contas do Estado e tiveram parecer jurídico favorável da Procuradoria do Estado.

Mello prorrogou duas vezes os contratos. “Mandei apurar as denúncias que chegaram ao meu conhecimento. Informei tudo aos meus superiores, mas não podia rescindir os contratos enquanto a apuração não terminasse.” Ele disse que uma nova licitação estava pronta para ser feita quando ele saiu do Detran em outubro. “Entreguei o cargo ao secretário (Antônio Ferreira Pinto). Não aguentava mais. Ele me ofereceu outro departamento. Recusei.”

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091130/not_imp474107,0.php

APRENDEU RÁPIDO O MAGANÃO…JOSÉ DOMINGOS MOREIRA EIRAS SUSPEITO DE ENQUADRAR PARENTE CULTURAMENTE QUADRADO NOS QUADROS E QUADRADOS DA POLÍCIA CIENTÍCIA…QUE APARENTA SER CIENTÍFICA E HONESTAMENTE “QUADRADA” COMO A ANTÁRTICA 7

Concurso para perito da polícia de SP foi fraudado Um dos candidatos aprovados é parente do diretor do Instituto de Criminalística

Secretário da Segurança determinou suspensão do resultado ao saber das evidências de fraudes; corregedoria vai investigar

Bruno Miranda – 7.abr.08/Folha Imagem

Laboratório do núcleo de física do Instituto de Criminalística

ROGÉRIO PAGNAN
ANDRÉ CARAMANTE
DA REPORTAGEM LOCAL

Concurso realizado em julho pelo Instituto de Criminalística, da polícia de São Paulo, para contratar fotógrafos periciais foi fraudado. A Folha registrou em cartório o nome de três pessoas que seriam aprovadas, o que acabou ocorrendo.
Um dos candidatos aprovados no concurso é parente do diretor do instituto, José Domingos Moreira das Eiras.
Nervoso, ele errou boa parte das questões do exame oral. Não conseguiu, por exemplo, definir o que é um quadrado.
Segundo funcionários ligados ao concurso, os três candidatos listados pela reportagem chegaram à prova “altamente recomendados”.
O secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, determinou a suspensão do concurso, que teve cerca de 17,6 mil candidatos.

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Enviado pelo JOW  em 30/11/2009 às 8:33

Concurso da polícia pode ter fraude

Marcelo Godoy

A Corregedoria da Polícia Civil apreendeu na sexta-feira todos os documentos do concurso para fotógrafo técnico policial. A suspeita é de que tenha ocorrido fraude na fase oral do exame feito pela Academia da Polícia Civil. Candidatos que não teriam respondido a nenhuma das cinco perguntas feitas na prova de português teriam sido mesmo assim aprovados e outros foram barrados pela banca examinadora composta por peritos criminais. Os exames foram filmados.

Os corregedores foram à sede da Academia da Polícia Civil, na Cidade Universitária, no Butantã, na zona oeste de São Paulo, a pedido do próprio delegado Ailson José Vieira Pinto, diretor da academia, que recebeu a denúncia sobre a suposta fraude. Os aprovados já estavam cursando as aulas quando o caso foi descoberto – eles deviam preencher, segundo edital de 9 de maio de 2008, 107 cargos vagos de fotógrafos.

Além de documentos com as provas e anotações dos examinadores, a corregedoria também apreendeu oito DVDs com as imagens das provas orais dos 124 candidatos aprovados conforme lista de 16 de julho de 2009.

O material foi lacrado e deve começar a ser analisado hoje pelos corregedores, quando deverá ser aberto inquérito sobre o caso. Os candidatos reprovados e aprovados devem ser chamados a depor. Além deles, a corregedoria deve ouvir também os integrantes da banca examinadora. Os DVDs com as imagens das provas orais serão enviados à perícia.

http://txt.jt.com.br/editorias/2009/11/30/ger-1.94.4.20091130.16.1.xml

AFINAL, QUEM É ESSE IRMÃO DO MILTON RAMOS…QUEM É MILTON RAMOS Resposta

POR MOTIVOS MUITO FORTES A DIG DO DEIC RECEBERA NA PROXIMA SEMANA NOVA DENOMINAÇÃO , TAL PORTARIA CITA COMO UMA DAS CAUSAS O GRANDE NUMERO DE APREENSÕES ( DINHEIRO RECOLHIDO EM TODOS OS SHOPPINGS DA REGIÃO CENTRAL) REALIZADAS PELOS SEUS COLETORES DE PROPINA O QUE CAUSOU AO GOVERNO FEDERAL GRANDE PREJUISO NA ARRECADAÇÃO, E QUE FEZ O PRÓPRIO PRESIDENTE DO BANCO CENTRAL MARCAR UMA REUNIÃO COM O GOVERNADOR SERRA QUE DETERMINOU AO SECRETÁRIO DA SEGURANÇA , QUE OBRIQUE OS POLICIAS DA 1 DIG APRESENTAR TODOS OS DIAS O COMPROVANTE DE RECOLHIMENTO DEVIDAMENTE ASSINADO POR SEUS SUPERIORES , E O NUMERO DE OBJETOS SEM VALOR FINANCEIRO APREENDIDOS.

O GOVERNADOR QUESTIONA DECLARAÇÕES DO TITULAR DA MESMA DE QUE SEM UM PEDIDO DAS MARCAS FALSIFICADAS NADA SE PODE FAZER , ORA QUE EMPRESA É TÃO OTARIA A PONTO DE PEDIR PRO GATO TOMAR CONTA DO RATO, SE A AUTORIDADE JÁ DIZ ISTO VOCES ACREDITAM QUE OS TIRAS VÃO PRENDER ALQUEM$#$#$#$#$#$
A DIG A PARTIR DE SEGUNDA FEIRA SERA DENOMINADA CASA DA MOEDA DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO , PELO MENOS SERA CRIADO UM MECANISMO SE SABER A REAL ARRECADAÇÃO DAQUELE CAÇA NIQUEL OFICIAL

TODOS OS DIAS OS CARAS ESTÃO NO CENTRO , PEGAM UM JOTA , GANHAM ALGUNS PRESENTES , ALMOÇAM, PAGAM O CHEFE ALVARO , QUE PAGA O CHEFE MARCELO , QUE PAGA O DIVISIONARIO  IRMÃO DO MILTOM RAMOS QUE DEVE PAGAR ALQUEM MUITO FORTE!

E VIDA BOA , SE NÃO SE PODE FAZER NADA PORQUE A 1 DIG EXISTE…..
EU SEI…….
PORQUE A CORREGEDORIA NÃO MONTA UMA BASE NO CENTRO – GALERIA PAJÉ …..

A MAIS ENGRAÇADA DO MÊS , RESCENTEMENTE UM POLICIAL FOI RECOLHIDO , MOTIVO DEU DE FRENTE COM UM ADVOGADO AO QUE CONSTA É GENRO DO IRMÃO DO  MILTON RAMOS   O MESMO ADVOGA PARA VARIAS LOJAS NA PAGÉ , E RECOLHE PROPINA EM LOJAS DO 5 ANDAR DA MESMA….

ASSIM QUEM SERA QUE SEGURA O FUTURO PRESIDENTE DA CASA DA MOEDA%$$$$$$$$$$%$$$$$$$$$$$

DELEGADOS DO DETRAN SUSPEITOS DE CONCORRER PARA PREJUÍZOS AO ERÁRIO NA ORDEM DE R$ 40.000.000,00…COM UM TIQUINHO DESSA GRANA EU COMPRAVA O SÍTIO DOS MEUS SONHOS LÁ NA TERRA DO RUIZITO: TIETÊ 1

Olha o que saiu no CAf:

Esquema desvia R$ 40 milhões do Detran de SP

Pagamentos de contratos para emplacar carros seriam superfaturados em 200%; laranjas controlam empresas
SÃO PAULO – Empresas contratadas pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) para emplacar veículos em São Paulo são acusadas de fraudes que deram prejuízo estimado de pelo menos R$ 40 milhões. Delegados e empresários são suspeitos de participar do suposto esquema milionário. Laranjas controlariam a principal empresa contratada pelo departamento.

A fraude principal seria o superfaturamento de até 200% da medição dos serviços contratados. Ela envolveria centenas de Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans) de São Paulo – o Estado tem 344. O esquema era simples. As Ciretrans enviavam todo mês ao Detran um documento atestando que a empresa emplacara mais carros do que havia efetuado. O atual diretor do Detran, Carlos José Paschoal de Toledo, suspendeu os pagamentos nos últimos três meses e constatou que as empresas deviam receber só um terço do que pleiteavam. Passou a pagar só o que devia.