“Happiness Is a Warm Gun”…EM 8 DEZEMBRO DE 1980 UM QUENTE 38 CALOU O QUASE JÁ CALADO JOHN “ONO” LENNON 2

Era um cara legal e muito franco: afirmava ser apenas um farsante ganhando a vida cantando coisas que jamais sentiu  ou praticou…

Eu nunca quis ser John Lennon; tampouco morrer de tiro com 40 anos.

Mas quase todo mundo acha que “felicidade é uma arma quente” é verso inspirado numa revista  tipo Guns  and Ammo…

Coisa tipo capa de revista:   felicidade é a minha Colt 45…É não!

Ele queria dizer “felicidade é ter um pinto (  que não é o Ferreira ) quente”; é só ver ele peladão com a Yoko para entender o lamento.

Bolas, deveria ele pensar,  com uma guitarrinha eu até arrumava umas garotas bem harmônicas.

Mas com este instrumentinho pequenino e mole só dou conta da  Japa véia. 

Moral?  Do Jonhn Lennon a única coisa que gostaria de possuir: METADE DA GRANA…

A felicidade era  o meu injetor quente… Era sim!

Vamos cheirar uma coca? 

HOJE É “DIA DA JUSTIÇA” BRASILEIRA…DÁ AOS POBRES O QUE É DOS POBRES; AOS RICOS O QUE É DOS RICOS! (plagiato) Resposta

Dia 08/12 – Dia da Justiça
A data é comemorada desde 1940, em referência à Imaculada Conceição. Mas sua primeira celebração oficial ocorreu dez anos mais tarde, por iniciativa da Associação dos Magistrados Brasileiros. A Lei 1.408, de 1951, criou este feriado forense em todo o território nacional.O Poder Judiciário é um dos três poderes da república, junto ao Executivo e ao Legislativo. Sua função é julgar a aplicação das leis em casos concretos e zelar pela observância delas, a fim de assegurar a soberania da Justiça e a realização dos direitos e deveres.De acordo com a Constituição, a Justiça Federal comum julga as ações em que a União, as autarquias ou as empresas públicas federais forem interessadas, e processos que tratem de crimes que o Brasil obrigou-se a coibir por convenção internacional. A Justiça Federal especializada é composta pelas Justiças do Trabalho, Eleitoral e Militar. Cabe à Justiça estadual o julgamento das ações não compreendidas na competência federal.Como resultado da influência romana sobre o Direito brasileiro, um dos símbolos mais comuns da Justiça em nosso país é a deusa Iustitia. Seus olhos vendados indicam que é preferível ouvir a ver e representam sua imparcialidade em relação às aparências e aos bens materiais.

Fonte: Museu da Justiça (TJ/SP)
Imagem: Photodisc/Getty Images

 

Todo magistrado é sábio; é trabalhador; é honesto e absolutamente devotado àquilo que é reto, assim   NÃO DEVEMOS  SOFRER  ANGÚSTIA SÓ DE PENSAR EM DEMANDAS JUDICIAIS; TAMPOUCO   GASTAR O POUCO QUE TEMOS COM ADVOGADOS!

 CERTO?

SIM, TÃO CERTO E SEGURO  QUANTO DEIXAR NOSSAS CRIANÇAS SOB CUIDADOS SACERDOTAIS…

Seu direito jamais será estuprado; muito menos seus infantes.

Muito cuidado com o reto…

Que o reto seja também  sempre justo !

JUÍZES E PROMOTORES LADRÕES PODERÃO – NO BRASIL DO PORVIR – PERDER CARGOS POR DECISÃO DE 2/3 DO CONSELHO NACIONAL…É PIADA OU INFÂMIA? ORA, O BRASIL CONTA COM O PODER JUDICIÁRIO MAIS SÁBIO, HONESTO E JUSTO DO UNIVERSO! Resposta

COMISSÕES / Justiça
02/12/2009 – 16h23
Juízes e membros do MP podem perder cargo por atos criminosos

Juízes e membros do Ministério Público envolvidos em atos criminosos poderão perder o cargo por decisão de dois terços do conselho nacional ao qual estiverem vinculados. Essa possibilidade foi aberta com a aprovação pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), nesta quarta-feira (2), de substitutivo do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) a proposta de emenda à Constituição (PEC 89/03) de iniciativa da senadora Ideli Salvatti (PT-SC). O texto também impede que a aposentadoria compulsória seja aplicada como pena a magistrados que cometam, por exemplo, infrações penais ou crimes contra a administração pública.

Segundo Demóstenes, a PEC “abre a possibilidade de o Poder Judiciário promover sua depuração por um processo mais célere que o judicial, afastando, pela via administrativa, magistrados que cometam faltas graves.”

Após agradecer o parecer do relator, Ideli Salvatti recordou que a apresentação da proposta foi motivada por decisão da Justiça Federal em Brasília de punir com aposentadoria compulsória dois juízes flagrados negociando a venda de sentenças a traficantes de drogas.

– Esse foi o castigo que eles receberam – lamentou.

Os senadores Antonio Carlos Júnior (DEM-BA) e Arthur Virgílio (PSDB-AM) também ressaltaram a importância da PEC 89/03. Para Antonio Carlos Júnior, não faz sentido premiar (com aposentadoria compulsória) quem agiu de forma perniciosa e desonesta. Arthur Virgílio avaliou a proposta como “oportuna e salutar”, afirmando que vem se somar aos projetos de combate ao crime organizado em discussão no Congresso.

PARABÉNS MARCOS: UM DELEGADO QUALQUER PISA EM SERES HUMANOS E POUCOS PROTESTAM…ELE É UM NÚMERO: “ZERO”…SE DUVIDAR UM R2 “ZERO ESTRELA” TRAVESTIDO DE HONESTO DELEGADO 1

Enviado pelo MARCOS em 08/12/2009 às 0:16

Olha aí! em vários comentários percebo a arrogância de certas classes em detrimento de tantas outras (investipol e escripol X o restopol) e agora amigos que vocês foram relegados a simples “NÚMEROPOL” pelo “honestíssimo de plantão”… vão falar o que?
Tem que ficar calado… engolir em seco…ser humilhado e desprestigiado por um hipócrita que se traveste…de delegado de polícia!
Vamos continuem discutindo quem é o melhor..quem é mais inteligente.. quem é mais “essxpeérto”! façamos o jogo do real inimigo!
É derrota garantida! você já conhece bem a coisa!

OPERAÇÃO ANARQUIA 1

Enviado pelo JOW  em 07/12/2009 às 13:11

COMUNICADO À IMPRENSA
OPERAÇÃO ANARQUIA – ENTREVISTA COLETIVA

Autoridades brasileiras e norte-americanas desmantelaram nesta segunda-feira (7) uma quadrilha internacional que fraudava o sistema de concessão de vistos para trabalho temporário nos EUA (visto H2B) desde 2002. Onze pessoas foram presas em quatro estados brasileiros – São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. No Mato Grosso, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. Nos EUA, foram realizadas buscas por provas. Os detidos são acusados de formação de quadrilha e estelionato. Há, ainda, indícios de lavagem de dinheiro.

Pelo menos 4.500 brasileiros foram vítimas do esquema de fraude que prometia colocação no mercado de trabalho americano mediante o pagamento de até 15 mil dólares. A estimativa é que o grupo tenha arrecadado 90 milhões de reais em 7 anos, em um dos maiores casos de fraude de vistos da história dos EUA. O crime também foi detectado em países como Rússia, Repúbica Dominicana, Filipinas, Romênia e Emirados Árabes, mas a fraude nesses países não foi alvo desta investigação.

A apuração começou em 2003 quando o setor anti-fraude do Consulado dos EUA em São Paulo detectou irregularidades. Em 2008, o consulado acionou o Ministério Público de São Paulo (MP), que passou a coordenar a investigação. No mesmo ano foi criada uma força-tarefa composta pela Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo, Ministério Público, Poder Judiciário, Consulado dos EUA, Receita Federal e Secretaria da Fazenda do estado de São Paulo, para trabalhar no caso.

O MP formulou pedido de infiltração de agente, de quebras de sigilo bancário e fiscal, de interceptações telefônicas e de cooperação jurídica internacional e processou essas informações através de análises bancárias e oitivas de testemunhas. As atividades jurídicas do MP culminaram com o oferecimento de denúncia criminal, que tornou os alvos réus em ação judicial, com decreto de prisão preventiva, expedição de mandados de busca e apreensão e bloqueio de bens.

Nos Estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina, os Ministérios Públicos e polícias estaduais integraram as investigações e participaram ativamente da operação.

O consulado destacou funcionários especializados e autoridades diplomáticas para exame de documentos consulares que comprovam as fraudes. Promoveu, ainda, a aproximação das Promotorias de Justiça do Brasil e dos EUA.

O GAECO, o policial infiltrado e o Consulado colaboraram trocando informações e compartilhando dados, o que resultou na efetiva elucidação de como funcionava a organização criminosa.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo designou um investigador para trabalhar em tempo integral como agente infiltrado com autorização do poder judiciário do estado e disponibilizou policiais civis para efetuar as prisões decretadas pela justiça. O agente infiltrado realizou diligências de campo cruciais para descobrir o funcionamento da quadrilha.
A Secretaria da Fazenda realizou análise de dados e de relações societárias, produziu relatórios e participou fornecendo apoio técnico para captura e autenticação de dados armazenados em computadores.

A Receita Federal fez um trabalho de inteligência através da análise e do cruzamento dos dados financeiros e fiscais.

Nos Estados Unidos, também foi criada uma força-tarefa com a participação de várias agências policiais e de inteligência americanas.

O trabalho conjunto das autoridades dos dois países foi possível graças ao Acordo de Assistência Judiciária em Matéria Penal (MLAT, na sigla em inglês). Este trabalho incluiu o compartilhamento de informações entre o GAECO (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) de Guarulhos e a Promotoria de Orlando, o que permitiu atividades simultâneas nos dois países.

Autoridades brasileiras e americanas participarão de uma entrevista coletiva às 16h00 desta segunda-feira para dar detalhes da operação.

Brasileiros que tenham sido vítimas deste esquema de fraude podem entrar em contato com o GAECO através do e-mail gaeco.guarulhos@mp.sp.gov.br

Serviço
Evento: Entrevista Coletiva Operação Anarquia
Data: 7/12/2009
Horário: 16h00
Local: Auditório da Infraero (corredor de interligação dos terminais, piso de embarque, 2º andar), do Aeroporto Internacional de São Paulo, Guarulhos

INFORMAÇÕES:
Assessoria de Comunicação Social do MPSP
3119-9027 /9028 / 9039 / 9040

HISTÓRIA DA POLÍCIA: PAI RICO, FILHO RICO: DELEGADOS FAMOSOS, FILHOS DELEGADOS VALOROSOS Resposta

Vida

ARQUIVO
Nestor

Jorge Napoleão Xavier

Nem todos os meninos temiam Nestor Mendes, que entrou um dia na cadeia da rua General Glicério, com ela se acostumou e nunca mais quis ir embora. Recusava-se a partir, esta é a minha casa, daqui não saio, daqui ninguém me tira. Os delegados Aldo Galeano, Everardo Tanganelli, Rubens Tucunduva, Ary Bauer, Vanderico de Arruda Moraes, Hélio Nico, Homero Honório Ferreira Júnior, Rubens Liberatori, Paulo Leite Pereira, Eurico José de Miranda e Carlos Eugenio Bitencourt compreenderam a pretensão, concordando que fosse ficando.

Dentes raros na boca, descalço, cabeça raspada, velhos trajes, varria o prédio e a calçada. A escada recebia um tratamento especial: por ali entravam e saíam o carcereiro Bráulio, os detetives Agenor, Leopoldo, Fatori e Milani, os escrivães Júlio Dias Pereira, Laudelino Nunes da Silva, Waldomiro Venâncio, Netinho, Mauá, Diógenes, Heitor e Edgard Batista, os soldados e os delegados.

De manhã e à tarde, recolhia e lavava as marmitas vazias: ia buscar o almoço e o jantar dos presos na pensão da rua Mato Grosso. Algumas vezes ao dia, levava e trazia a correspondência entre a cadeia e a delegacia. O serviço que fazia sozinho, a pé, agora é feito pelos agentes e investigadores.

Ao ir e ao voltar no mesmo trajeto, voltava e ia conversando de forma inaudível consigo mesmo: sem dúvida amigável, discreto e educado o soturno diálogo a um, porque não se ouvia nada do que falava, não se podendo afirmar que soubesse o que dizia ou que escutasse o que ouvia. Quando suas mãos gesticulavam, os dedos se batendo entre si, as crianças mais medrosas corriam, se escondiam; umas atiravam torrões de barro molhado da rua, pilheriavam: Genny daqueles tempos.

O silêncio de sua resposta às provocações combinava com a indiferença de seu olhar sem direção, sem rumo, sem lenço e sem documento. O descaso com que não reagia ao tratamento que lhe era dado, talvez fosse o sinal inteligente de sua cega, muda e surda vitória contra os moinhos de vento que o andar orgulhoso de louco domesticado pela força das leis dos homens carregava junto com as marmitas e os papéis da burocracia oficial.

O destino certamente riscara do dicionário secreto de Nestor o vocábulo medo, medo ético de enfrentar quem com que ele colidisse. O medo físico: que lesão maior que aquelas que a má sorte produziram poderia alguém causar-lhe? Achavam todos que fosse escravo? Enganavam-se: ele era senhor absoluto de seus passos, proprietário único de suas ocultas palavras, interlocutor andante de si próprio.

A maioria das crianças — ao enfrentar a marcha diária de Nestor — não se sentia alvo de uma agressão, de um disparate ou de uma insanidade de sua parte. Não havia o receio da violência das ruas, da violência estúpida e irracional, física e moral, que demonstra o inafastável parentesco humano com as raças animais mais atrasadas.

Nestor foi um louco manso, inofensivo. Os loucos de antigamente não eram como os loucos modernos: eram seres normais que transportavam marmitas e papéis, falando e ouvindo baixinho para não perturbar as outras pessoas que deles zombavam pelas ruas.

Jorge Napoleão Xavier é advogado, professor de Direito do UniToledo e membro do IBCCrim. Jornalista, escreve neste espaço às sextas-feiras.

http://www.folhadaregiao.com.br/jornal/2005/01/21/cad206.php?PHPSESSID=5ec7a92f0ef26fd450d0bc8b10df6cb3

SERGIO, “DE OUVIR DIZER” AQUI PODEM TER SELADO UM PACTO COM O DEMÔNIO…BANDIDO NÃO MATA BANDIDO SEM AUTORIZAÇÃO SUPERIOR; NEM POLÍCIA EM SERVIÇO…LATROCÍNIO É ACIDENTE DE TRABALHO…E EXECUÇÃO DE POLICIAL SÓ QUANDO EM FOLGA E NA PORTA DA CASA…”DE OUVIR DIZER APRENDI QUE NADA “DE OUVIR DIZER” PODE SER DESCONSIDERADO PELA POLÍCIA 1

DIA A DIA

Caro policial Guerra, seu blog atualmente, vejo que se tornou um meio de divulgar certas distorções efetuadas pela administração, então acredito que foi satisfatório.

    Estou escrevendo, porque atualmente, depois de vinte anos de policia, ao olhar para traz,  vejo que a polícia não cresceu o suficiente, talvez pelo simples fato de péssiamas administrações ou coisa do gênero, mas o que me faz escrever, e para que aqui aqueles que leem seu blog, pensem.
    Atualmente, como teremos uma olimpíada, em nosso país, o estado do rio de janeiro, atualmente sitiado por marginais, estão empregando verdadeiras campanhas contra os traficantes, fato este que podemos assistir nos noticiários diários, ocorre que   em contatos com policiais do rio, estes  me informaram que a ordem e dar tiro, assim como a barbárie esta imperando, os traficantes acabam por saírem do estado.
     Agora vamos analisar este fato, estes traficantes, em sua maioria, são de carteis e comandos, eles tem um estreita ligação com o cancêr do estado de são paulo, que chama-se pcc, agora aqui vem minha pergunta, nosso estado não tem a mesma política do rio de enfrentar estes comandos, nem mesmo o tipo de armamento, e compatível com estes marginais, pois lá, as delegacias estão em uma media de quinze a trinta fuzis,para cada delegacia, segundo informes, e quanto aqui, nem sei o numero correto, mas ao final, no frigir dos ovos, temos como resultado, um estado desprotegido, policiais sem treinamento,  e  um governo que quer mais uma corregedoria mais atuante, que seu policiais trabalhando.
     A questão que estou colocando, e para simples raciocínio lógico, se temos um estado desprotegido, que tem como bandeira, uma investigação branda sem pulso forte, será facilmente engolido por uma ação mais violenta.
     Lembre-se que não estamos falando de marginais que ao ouvirem sirenes, baixam suas armas, mais sim vão para o confronto direto, e não adianta falar que nos  somos de conversa, isto para aqueles que são venais, pois lá, caros amigos, o marginal que não enfrenta a policia, morre na favela, por isso ocorre tantos tiroteios, segundo informes de policiais civis do rio.
     Estamos entrando em uma nova era, caros amigos, peço a Deus, que minha singela teoria, esteja completamente errada, mas caso contrário, entraremos em uma epoca de trevas, com vários colegas sendo mortos pela rua.
     Termino aqui estas palavras, para que pensem sobre o assunto,
     Obrigado sr. guerra, pelo veículo de comunicação que criou, e faço votos que continue assim, mesmo com tantas ações para tirar o poder de expressar nossos pensamentos.

 

      Sergio.   
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Em São Paulo  praticamos tolerância zero com as drogas.
Todos os dias dezenas de moços e moças são capturados com alguns gramas de entorpecentes ; espontaneamente colaboram com os trabalhos policiais “CONFESSANDO-SE TRAFICANTES  E ABRINDO AS PORTAS DOS SEUS BARRACOS” .
Necessitamos de uns 100 presídios pra tantos traficantes.
Agora até o DHPP  faz operações para prender traficantes. Assim, temos todos os departamentos da Polícia Civil, todos os batalhões da Polícia Militar ( só falta o Corpo de Bombeiros ), todas as Guardas Municipais, COMBATENDO O HEDIONDO TRÁFICO COMANDADO E ORGANIZADO PELO FAMIGERADO “PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL”.
Ladrão a gente raramente prende em flagrante, pois as viaturas permanecem vigilantemente desligadas  no aguardo  do 190.
Salvo um ou outro “nóia”.Roubo a banco, empresas de valores e carros-fortes  em São Paulo é cometido por estrangeiros: carioca, mineiro, paranaense.

 

QUE NADA…É HONESTO E POBRE; MEU VIZINHO NO LITORAL…A MALOCA DELE NEM VALE “UM CONTO” Resposta

Dr. Guerra,

Isto é piada.
Esse tal de Sassi quando estava pelas bandas da 6º Seccional só queria saber de maquininhas, basta ver a quantidade delas apreendidas pelos DPs. da Seccional; Só no 101 DP teve mais de mil maquininhas apreendidas, e quem fazia a arrecadação era o Ivan que hoje é chefe de Taboão da Serra.
Quando foi prá 4ª D.S.P., colocou as maquininhas prá funcionar a todo vapor e o mensal era aumentado a cada mês.
Depois foi prá Fazendaria e aí, só $$$$$ na cueca.
Tambem, prá pagar o condominio de sua cazinha pras bandas de Valinhos, só assim, pois o salario não paga nem metade.
Fora que o mesmo é afilhado do Quercia e mensalmente recebe o ex-governador em sua casinha; é só verificar na portaria do condominio que consta a passagem do ex-governador todo mês.
Tambem é afilhado do China de Sto. André.
Ainda bem que no ano que vem vai pegar sua bengala e ficar apanhando em casa da mulher.
Enfim, a PC ficará livre de mais um…

É POR ISSO QUE EU ACHO QUE MAGISTRADO NÃO DEVERIA GANHAR TANTO…GANHAM BEM, MAS CONTINUAM CORRUPTOS POR QUESTÃO CULTURAL…CORRUPTOS MAIS VALORIZADOS EM VIRTUDE DO MAIOR NÍVEL CULTURAL…O PRESIDENTE DO T.J. TEM RAZÃO, SE SALÁRIO FOSSE SOLUÇÃO NÃO EXISTIRIA TANTO JUIZ LADRÃO 8

O”Primeira meta é informatizar TJ-SP”

Antonio Carlos Viana Santos: novo presidente do TJ-SP; desembargador assume maior tribunal estadual do País decidido a acabar com fila de 10 milhões de execuções fiscais

Fausto Macedo

O desembargador Antonio Carlos Viana Santos foi eleito ontem presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Ele recebeu 217 votos, de 326 válidos, para dirigir a maior corte estadual do País nos próximos dois anos (2010/2011).

Para vice-presidente do TJ foi eleito o desembargador Marco César Müller Valente, atual presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Para corregedor-geral da Justiça, o escolhido foi o desembargador Antonio Carlos Munhoz Soares, atual vice-presidente do TJ.

Os novos dirigentes do TJ assumem no dia 4 de janeiro.

Ainda ontem foram eleitos o desembargador Ciro Pinheiro e Campos para a presidência da Seção de Direito Criminal, o desembargador Luiz Antonio Ganzerla para a presidência do Direito Público e o desembargador Fernando Antonio Maia da Cunha para a presidência da Seção de Direito Privado.

Viana Santos, de 67 anos, atual presidente da Seção de Direito Público, paulista de Sorocaba, na carreira desde 1969, ex-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis), é reconhecido como negociador hábil em defesa das causas da toga, com trânsito fluente no Congresso e nos tribunais superiores.

Em sua gestão, ele planeja executar amplo projeto de informatização do TJ, alcançando inicialmente o setor de execuções fiscais que acumula 10 milhões de feitos. “O principal interessado no andamento dessas ações é o Executivo”, disse o desembargador.

Qual a sua primeira meta?

Informatizar o tribunal. O setor está muito defasado e o governo está começando a liberar a verba parcialmente. São 10 milhões de execuções fiscais entre 19 milhões de ações no primeiro grau. Tudo feito à unha porque não tem informatização.

Como limpar essa pauta?

Pode-se eliminar, talvez até por anistia, as ações de pequeno valor. Você tem 10 ações de pequeno valor e uma de grande valor. O trabalho é o mesmo. É um trabalho braçal. Cálculo realizado há cerca de um ano e meio mostra que o montante referente a essa demanda atinge por volta de R$ 200 bilhões. É mais interesse do Executivo do que nosso até.

Quanto vai custar a implantação desse programa de informatização?

Cerca de R$ 400 milhões em todo o Estado. Em dois anos esperamos concluir. Tem que preparar o pessoal tecnicamente. É um atraso de muitos anos. Veja São José dos Campos, com quase 700 mil habitantes e 22 varas. A informatização começou na semana passada. Em São José do Rio Preto, onde minha filha é juíza, em 2 anos são mais de 150 mil execuções fiscais e não tem informatização. Máquina tem, mas não tem servidor e não tem rede. Fica difícil.

Como combater a corrupção?

A corrupção é um problema cultural no Brasil. Por exemplo, fala-se muito que policiais ganham pouco. Não adianta nada aumentar o salário, porque aquele que é corrupto vai continuar corrupto. É a maldita mania do quebra-galho, do jeitinho. É preciso escolarização para mudar essa cultura, é coisa para daqui a uns 30 anos. Não é de hoje para amanhã que a corrupção vai acabar.

O sr. viu as gravações do esquema que vem sendo chamado de “mensalão do DEM”, em Brasília?

As imagens são de arrasar. Agora, o presidente da República diz que imagem não diz tudo. Falam no impeachment do governador. Isso é pouco. Fiquei chocado. Põe dinheiro na cueca, põe dinheiro na meia, é para comprar panetone. Isso é brincadeira com o povo.

Quem é:
Viana Santos

Formou-se em Direito na USP em 1965, é mestre em Direito Civil e Processual pela PUC-SP

Paulista, 67 anos, presidiu a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB)

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091203/not_imp475908,0.php

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Corrupção: A CULPA NÃO É CULTURAL NO SENTIDO DE FORMAÇÃO ESCOLAR.

É cultural por aceite  e transmissão hereditária.

A CULPA É DO PAI DO CORRUPTO…OU  SERÁ CULPA DA USP E DA  PUC ?

Quando o corrupto, graduado e mestrado pela PUC,  é filho de desembargador, seria falta de escolaridade?

Ou cultura transmitida pelo “meio paterno”? 

Ah!, sabem  o que é ” tanto”?

Tanto é uma porção indeterminada.

Mas como –  comprovadamente – HÁ MAIS DE TRÊS, temos “um tantão assim”;  suficiente pra fazer quadrilha.

Para quem não concordar digo: o Presidente do TJ acha e opina como quer; pelo meu lado também posso achar e opinar como bem entendo.

A diferença: ele diz  impropriedades “de afogadilho”…Nós,  baboseiras. 

ELEIÇÃO NO SANTOS: A confusão foi amenizada com o lançamento de spray de gás de pimenta no recinto. Segundo o presidente Marcelo Teixeira, por “um delegado de polícia”, cujo nome não citou. 8

MARCELO LUIS RAFAEL MOTTA
DA REDAÇÃO
Dois momentos de tensão aba- laram o sossego que havia perdurado na maior parte do tempo, durante as eleições. Às 17h15, quando eleitores ainda votavam no Salão de Mármore da Vila Belmiro. E, por volta de 19h45, quando uma confusão generalizada causou a interrupção da contagem dos votos. O primeiro incidente aconteceu quando seguranças do clube retiraram membros da Chapa 1, que faziam boca de urna no corredor que leva ao salão. Oposicionistas foram empurrados até à calçada. Um deles se desequilibrou e quebrou o cotovelo esquerdo. Foi levado à Santa Casa. Mais tarde, enquanto se contavam os votos da sexta urna, integrantes da torcida organizada Sangue Jovem protestaram no salão. Inconformados com os resultados, discutiram com partidários da oposição. Não tardou para que arremessassem cadeiras uns nos outros e derrubassem as barreiras que separavam o público, líderes das chapas e Imprensa. A confusão foi amenizada com o lançamento de spray de gás de pimenta no recinto. Segundo o presidente Marcelo Teixeira, por “um delegado de polícia”, cujo nome não citou. Os trabalhos foram interrompidos por 40 minutos. Os membros das duas chapas pediram calma e respeito mútuo a seus simpatizantes. A Polícia Militar não interveio. Extraoficialmente, sócios do Santos declararam ter ouvido que policiais não poderiam entrar sem autorização prévia de dirigentes do clube numa área particular. Retomada a apuração, cerca de 15 PMs formaram uma barreira para afastar eventuais manifestantes.
TAMBÉM HOUVE FESTA
Parecia um dia de jogo. Bandei- ras, faixas, torcidas e gritos emocionados transformaram a Vila Belmiro no palco de uma grande festa democrática. Embalados pelo desejo de um Santos cada vez mais forte, alvinegros de alma e coração foram às urnas. Muito antes da votação começar, por volta de 9 horas, o clima eleitoral já dominava as imediações da Vila. Faixas dos doiscandidatosmudaramovisualdaRuaPrincesaIsabel. Às 10h39, urnas lacradas e votação iniciada. E não faltaram exemplos de amor ao Santos. Um dos mais bonitos foi proporcionado pelo exportuário e ex-vereador santista José Gonçalves, um dos sócios mais antigos. Com 97 anos, ele votou e deu o seu recado. “Espero que o Santos ganhe títulos”. O ex-jogador Mengálvio era muito procurado por torcedores para fotos e autógrafos. Ele destacou a importância das eleições. “É uma festa democrática que valoriza a grandeza do Santos”.

ELEIÇÃO NO SANTOS. Rivalidade entre situação e oposição esquentou o clima


Pleito tem festa, gás de

pimenta e cadeiras ao ar

SANTOS FC PROVOU QUE TODA ENTRONIZAÇÃO É CORRUPTA…LUIS ÁLVARO FOI ELEITO COM 62,23 DOS VOTOS…QUE OS SÓCIOS DA “ADPESP” SIGAM O EXEMPLO SANTISTA…AH, O DOUTOR NICO SE FEZ PRESENTE – SEM O GARRA – DANDO APOIO AO IMPERADOR REPUBLICANAMENTE DEFENESTRADO…ESPERO QUE OS AMIGOS DO “NICO” AO MENOS NOS DEIXEM AS PAREDES DO CLUBE 4

Os associados do Santos Futebol Clube elegeram Luis Álvaro Oliveira Ribeiro como o novo presidente do clube neste sábado (05). Como vice-presidente, foi eleito Odílio Rodrigues Filho. Compareceram ao pleito 3024 associados, número recorde de participantes. Luis Álvaro Oliveira, candidato da Chapa 1, foi eleito com 1882 votos (62,23%), enquanto o representante da Chapa 2, Marcelo Pirilo Teixeira, ficou com 1129 (37,33%). Houve 12 votos nulos (0,39%) e um em branco (0,03%). O mandatário santista assumirá o comando da agremiação pela primeira vez, durante o biênio 2010/2011. A votação aconteceu das 10 às 18 horas e a apuração dos votos foi concluída às 21 horas.

A Mesa Diretiva dos Trabalhos Eleitorais foi presidida pelo Dr. Luis Carlos Gomes Godoi, tendo como vice-presidente o Dr. Ricardo Verta Luduvice, como 1º secretário o Dr. Sérgio Ricardo Louzada Paulo e como 2º secretário o Dr. Miguel Galante Roelo.

Nas dez urnas a Chapa 1 sagrou-se vencedora. A apuração foi suspensa por um tempo, devido a conflito entre torcedores. O presidente empossado realizou o discurso apenas depois de a apuração ser completa.

DESVIO DE CONDUTA NA POLÍCIA POSSUI MÚLTIPLAS CAUSAS…UMA DELAS: “SUPERIORES CORRUPTOS E ARBITRÁRIOS QUE TRATAM SEUS SUBORDINADOS COMO SIMPLES NÚMERO” 2

Desvios de conduta

Violência de bandidos e polícia escancara uma sociedade em que o desenvolvimento social ficou muito aquém do econômico

José de Souza Martins* – O Estado de S.Paulo

Uma jovem vendedora, de 21 anos de idade, moradora no morro de São Carlos, no centro do Rio, foi detida, sequestrada, roubada em R$ 1.700, objeto de tentativa de extorsão de mais R$ 20 mil porque suspeita de ser ligada ao tráfico, ferida com um tiro na boca e jogada de um penhasco na Floresta da Tijuca, por um cabo e um soldado da Polícia Militar. A moça escapou com vida. Depois de passar pelo hospital, reconheceu na delegacia, por fotos, os dois policiais, contra os quais foi decretada prisão administrativa. O comandante do batalhão em que os dois estão lotados definiu a violência como “caso de desvio de conduta”. Que é de desvio, não há dúvida. A dúvida é quanto aos fatores que viraram a instituição do avesso e levam policiais fardados e armados a agirem como bandidos.

Poucas semanas antes, houve o assassinato de Evandro João Silva, do grupo cultural AfroReggae, por dois bandidos, que lhe roubaram um par de tênis e uma jaqueta. Uma câmera de vigilância filmou a chegada de uma viatura policial, da qual um capitão e um cabo da PM do Rio desceram, detiveram os dois bandidos e confiscaram para si o espólio do roubo; um dos ladrões foi solto. Os policiais nem sequer se interessaram pela possibilidade de socorrer Evandro, cujo coração ainda batia, alegando depois que ele não se mexia mais.

Nos dois casos há uma linha invisível separando condições humanas e sociais, o lado das vítimas e o lado dos algozes. Ambas as vítimas estavam do lado de lá da linha que, no imaginário arcaico e problemático que ainda vige entre nós, separa humanos de não humanos, uma categorização ainda forte na cultura popular brasileira e mais influente do que se pensa. Tanto que o gesto dos policiais de se apropriarem do produto do roubo tem pleno sentido na cultura da sebaça, tão forte em nossa história, como prêmio a vencedores e sobreviventes, na tradição de um direito à margem da lei. Nesse sentido, para compreender o que foi chamado de desvio de conduta, é preciso examinar o problema na sua verdadeira amplitude, que não se limita à polícia. Em extensa pesquisa que faço sobre linchamentos no Brasil, as polícias civil e militar, sobretudo a militar, foram responsáveis por 91,5% dos salvamentos de pessoas que estavam sendo linchadas, expondo-se os policiais a riscos efetivos de ferimento e morte. Seria um erro buscar as causas da violência que envolve a ação de policiais unicamente ou principalmente na própria instituição. Certamente há fatores próprios dessas corporações, como a atuação em equipe. Dela surge a sociabilidade profissional de tipo corporativo que, dependendo de fatores de liderança, acaba gerando uma cultura de lealdades e de cumplicidade, o que agrava os mencionados desvios.

Vimos isso, em 1997, no caso da favela Naval, em Diadema, São Paulo. Grupo constituído de um sargento, dois cabos e seis soldados cuja hierarquia fora subvertida pelos valores da camaradagem, 8 dos 9 envolvidos emulando na prática de violência contra a população pobre e indefesa. Uma polícia divorciada da realidade de suas funções. Vídeo feito, ocultamente, por vizinhos das ocorrências mostram as atrocidades praticadas, sobretudo pelo soldado conhecido como Rambo, que matou uma pessoa e feriu outra a tiros. Nesse episódio e nessa figura as expressões mais claras da dupla personalidade. Uma informada pelos valores da ordem e outra informada pelos valores da negação da ordem, uma informada pela lealdade cidadã do homem de classe média ao lado social presumivelmente bom da sociedade, o mesmo de sua família, e outra informada pela hostilidade anticidadã do justiceiro ao lado presumivelmente mau da sociedade, o da favela, ainda que bairro de trabalhadores. Se houve, sobretudo comerciantes para os quais Rambo fazia bicos no setor de segurança, que elogiaram o homem respeitoso e ordeiro, evangélico, os moradores da favela apontaram no mesmo homem a conduta criminosa do achacador, do praticante de violência gratuita contra adolescentes, como a de apagar um cigarro aceso na cabeça de um menino, e velhos, espancando-os para extorquir e cobrar tributos indevidos. Como se aquela fosse uma humanidade de cativos, sujeita a prestações materiais a quem os domina. Coisa, ainda, de uma sociedade que teve escravidão.

É justamente essa duplicidade que propõe a questão mais profunda que permeia uma coleção grande de ocorrências, envolvendo não só a polícia, mas envolvendo também quem não pertence a ela. Nessa lógica, eu incluiria o caso, de 2003, de Liana Friedenbach e Felipe Caffé, jovens alunos de classe média do Colégio São Luís, que programaram, sem conhecimento das famílias, um acampamento num sítio abandonado, no Embu-Guaçu. Flagrados pelo menor Champinha e por um adulto que o acompanhava a caminho de uma pescaria, foram saqueados, sequestrados e, depois de vários dias, finalmente assassinados. É impossível não considerar sociologicamente, nesse caso, a conduta social imprópria naquele cenário rústico, de tradições patriarcais e de moralidade repressiva, de um casal muito jovem, ingenuamente à vontade, como se a natureza lhes desse na escapada inocente a liberdade contrastante com as regras do colégio religioso. Sem o saber, haviam atravessado a linha que na sociedade de Champinha demarca a transgressão que desumanizava e expunha os transgressores à violência que acabaria por vitimá-los. Champinha agiu como predador, que saíra para pescar e acabou caçando a adolescente fora de seu lugar, tratando-a como caça e presa. No cenário em que ela e o namorado foram apanhados não havia os indicadores sociais e circunstanciais de sua condição humana, diversa da concebida por seu raptor.

Esses episódios nos falam do profundo estado de anomia da sociedade brasileira, de desencontro entre valores e condutas, pesada herança histórica de uma sociedade em que o desenvolvimento social ficou muito aquém do desenvolvimento econômico, a sociedade de uma modernidade fictícia, sustentada pelos arcaísmos de nosso atraso crônico.

*Professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Autor, entre outros livros, de A Aparição do Demônio na Fábrica (Editora 34)

IMPOSTO DE RENDA NA FONTE DE UM DELEGADO PAULISTA 2a. CLASSE= R$ 1.332,78…É COM O NOSSO DINHEIRO QUE A POLITICALHA FAZ A FESTA E PAGA BEM PARA OS POLICIAIS FEDERAIS E DO DISTRITO FEDERAL 2

O Brasil é como é, o paraíso da bandidagem oficial.

 O país dos diários escândalos de políticos roubando em concurso com “empresários”,  “banqueiros”, “magistrados”, “promotores”, “procuradores”, “advogados”, “delegados” e “militares”  em geral.

Todos esses ladrões acreditam no Deus e no Poder Judiciário brasileiros.