EX-PESADELO DOS CORONÉIS… A juíza foi aposentada em 2005 por invalidez, pelo TJM 5

Escândalo

|  N° Edição:  1847 |  09.Mar – 10:00 |  Atualizado em 06.Nov.09 – 11:12

 

Pesadelo dos coronéis

Única juíza do Tribunal Militar paulista, Roseane Pinheiro de Castro denuncia o machismo e o corporativismo da instituição

Luiza Villaméa

Quando criança, a juíza Roseane Pinheiro
de Castro, 46 anos, sonhava em ser policial
militar. Queria seguir os passos do pai, seu maior ídolo, um bombeiro que atuou nos incêndios dos edifícios Joelma e Andraus, nos anos 70, em São Paulo. Por mais que se exercitasse em equipamentos de ginástica, Roseane não conseguiu atingir 1,56m, altura mínima exigida para entrar na corporação. “Não passei do um metro e meio”, comenta. Em contrapartida, entrou por mérito no Tribunal Militar, onde está há 28 anos, os 11 últimos como juíza, a única da Casa. Desde que vestiu a toga, Roseane virou o pesadelo dos coronéis, por sua postura anti-corporativa em julgamentos que partilha com outros quatro juízes – todos oficiais militares, como manda a lei, e nem sempre com formação em direito. Por outro lado, Roseane não pára de colecionar problemas. Eles aumentaram no ano passado, depois que ela condenou um coronel a sete anos de prisão, por assédio sexual. “Os quatro oficiais do conselho se recusaram a assinar a sentença”, lembra. A seguir, os principais trechos da entrevista que ela concedeu em seu apartamento, no bairro paulistano da Mooca.

ISTOÉ – Como é ser a única juíza do Tribunal Militar de São Paulo?
Roseane Pinheiro de Castro –
É sofrer os maiores preconceitos, conviver
com o machismo todo dia.

ISTOÉ – Quando a sra. começou a perceber isso?
Roseane –
Ainda na época do concurso, em 1993. Exceto eu, todas as candidatas foram eliminadas antes do exame oral. Diante da banca examinadora, os homens tiveram que responder a 26 questões. Eu tive de responder a 52. O dobro.

ISTOÉ – Quando começaram seus problemas?
Roseane –
Nunca agradei, mas ficou muito pior quando comecei a condenar oficiais. Passei a receber pedidos para não condenar. Chegou a sumir sentença.

ISTOÉ – Esses oficiais eram acusados de que tipo de crime?
Roseane –
Eles respondiam a acusações de diversas modalidades de crime.
De desvio de verba à formação de quadrilha. A PM tem quase 100 mil homens. Imagine o porcentual de policiais que não prestam. E eles estão em todos
os níveis da hierarquia.

ISTOÉ – Há muitos casos de abuso sexual?
Roseane –
Também. No ano passado, condenei um coronel por assédio sexual. Esse coronel, que comandava toda a região de Sorocaba, tem muita influência. Ele era acusado de assediar uma soldado das mais variadas formas. Ele dispensava o motorista dele, colocava a soldado para trabalhar ao volante do carro e mandava seguir para lugares ermos. Passava a mão nela, falava obscenidades.

ISTOÉ – Ela não contava para ninguém?
Roseane –
Ela tinha medo. Era uma soldado contra um coronel. Chegou a pedir transferência, mas não conseguiu. O assédio continuou até que um dia ele a forçou a fazer sexo oral nele, mediante a mira de um revólver. Depois disso, ela entrou em depressão. Um tenente descobriu o que estava acontecendo e ajudou a soldado a fazer a denúncia. Condenei esse coronel a sete anos de prisão.

ISTOÉ – Ele está cumprindo a pena?
Roseane –
Não. Os outros quatro coronéis que participavam do julgamento se recusaram a assinar a sentença. Sem outro recurso, mandei o processo para a segunda instância. Está lá desde setembro. Como na primeira instância da Justiça Militar, na segunda o juiz togado é minoria. Além do mais, a maioria dos juízes togados em São Paulo é militar da reserva. Cansei de ver colegas meus, de toga, batendo casco (continência) para coronel.

ISTOÉ – O que aconteceu depois desta condenação?
Roseane –
Recebi mais de 20 denúncias graves, de policiais femininas
que estavam sendo assediadas sexualmente. Uma delas chegou a tentar
suicídio. Mas tem homem passando pelo mesmo problema. E há casos de mulheres que assediam seus inferiores. Fui mandando para frente todas as denúncias, junto com os casos que já tinha, incluindo estupro dentro de viatura.
Só que o tribunal me transferiu de auditoria, me tirou todos esses processos.
E eu já havia desagradado antes.

ISTOÉ – Como assim?
Roseane –
Teve o caso de uma soldado que, fora da hora do expediente, não cumprimentou uma superiora. A tenente meteu, literalmente, o pé na bunda da soldado. E ainda a prendeu em flagrante, por insubordinação. Eu mandei soltar a soldado e prender a tenente. Óbvio. Desde o começo também exigi que todos os réus fossem ouvidos de pé, como manda a lei. Antes, os oficiais prestavam depoimento sentados.

ISTOÉ – Qual a consequência de suas determinações?
Roseane –
Passei a sofrer tantas perseguições que fiquei sem condições de trabalhar. Meu armário foi arrombado, tiraram o segurança a que tinha direito, sofri dois atentados, incontáveis ameaças. Virei alvo de mais de 40 processos administrativos, incluindo um sobre o sumiço de uma arma que estava com outro juiz. Só não me submeteram a um exame de sanidade mental no Hospital Militar porque entrei com um mandado de segurança. Até aceito passar por um exame psiquiátrico, desde que não esteja sob sujeição da Polícia Militar. Em suma, passei a ser vítima de assédio moral, quando se aproveitam dos momentos de fragilidade para detonar a pessoa ainda mais.

ISTOÉ – Que tipo de fragilidade?
Roseane –
Como todo mundo, tenho problemas. Certa vez, avisei que me ausentaria três dias para acompanhar o tratamento de um filho, que se envolvera com maconha. Fiz o que qualquer mãe faria para salvar o filho, como eu salvei. O tribunal mandou viaturas com policiais fardados para a clínica em busca de detalhes do tratamento. Enfim, as pressões foram tantas que, em dezembro, me licenciei.

ISTOÉ – Quando a sra. pretende voltar ao trabalho do tribunal?
Roseane –
Assim que tiver condições de atuar. De uma coisa tenho certeza.
Estou cumprindo com a minha obrigação.

http://www.istoe.com.br/busca.htm?searchParameter=pesadelo+dos+coroneis

Comportamento | Escândalo | 09/03/2005

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Juíza “aposentada” por invalidez sem jamais ter sido submetida a qualquer exame ou consulta médica e que teve todos seus direitos de defesa negados, inclusive advogado ou curador, contradiório e ampla defesa.

http://www.conjur.com.br/2009-mai-27/juiza-aposentada-justica-militar-recorre-justica-comum-paulista

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DE UMA COISA TENHO CERTEZA:

Disse a verdade,  toda a verdade e nada mais que a verdade …O Criador proteja você!

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR AFIRMOU DESLEALMENTE: SÃO PAULO VIVE CAOS SOCIAL… 4

“mais de 94 mil policiais militares, trabalhando arduamente no combate ao caos social” ( sic )

http://74.125.47.132/search?q=cache:g3UNj596rUEJ:www.terra.com.br/istoe/1849/1849_cartas_02.htm+pesadelo+dos+coron%C3%A9is&cd=3&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

COLUNAS: CARTAS

Juíza
Tendo sido violadas a reputação e a honra da Justiça Militar Estadual Paulista, imprescindível agora o exercício do direito de resposta consagrado no artigo 5º, inciso V de nossa Constituição Federal. Urge o restabelecimento da verdade, vulnerada após publicação de entrevista com a dra. Roseane Pinheiro de Castro, juíza de direito substituta deste Juízo Militar, na qual foram impressas afirmações incorretas “Pesadelo dos coronéis” (ISTOÉ 1847). O foco aqui é a Justiça Castrense, remontando suas origens ao Brasil Colônia, e estabelecida em São Paulo há 68 anos. Sua função precípua sempre foi julgar os crimes cometidos no seio da Polícia Militar, que neste Estado traduz-se como a maior corporação de toda a América Latina (mais de 94 mil policiais militares, trabalhando arduamente no combate ao caos social). Como em qualquer setor da vida em sociedade, entretanto, existem aqueles que transgridem as normas postas. E, para processar, julgar e punir os maus policiais, aplicando-lhes a justa resposta penal, de forma ágil, segura e absolutamente independente, atua esta Justiça. Nenhuma instituição encontra-se isenta de críticas e de indagações. Não há por que se espantar com ambas, quando proferidas por indivíduos alheios ao seu funcionamento real. Agora, emanadas por quem conhece e dela participa há longo tempo, de forma leviana e não verídica, causa sim profunda indignação. As aleivosias gratuitamente lançadas pela digna magistrada substituta, desprovidas de qualquer fundamento, de que esta Justiça Militar vem sendo discriminatória com sua condição de mulher, já que única dentre os integrantes de nossa magistratura, bem como complacência no julgamento de crimes sexuais por policiais militares, denigrem não apenas a instituição, mas bem assim centenas de outras representantes do sexo feminino, que nessa Casa laboram e militam, quer como promotoras de Justiça, advogadas, procuradoras do Estado, integrantes da PM ou funcionárias civis. Sob o dissimulado pretexto de “clamor por justiça”, o que de fato se afigura nas falsas ilações é uma busca pelos refletores, um salvo-conduto para qualquer tipo de comportamento, sem controle legal dos atos. O magistrado deve, antes de tudo, realizar a harmonia social e aplicar o direito, e não provocar celeumas para demonstrar autoridade, extrapolando assim àquela que o Estado lhe conferiu. Como explicar a inexistência de outras reclamações de preconceito ou “machismo”, mínimas que fossem, proferidas por qualquer uma das muitas mulheres que inegavelmente aqui atuam? Mormente em meio a uma época em que os direitos individuais são tão zelosamente resguardados pela legislação vigente, e mais exercitados do que nunca. Talvez ainda não na proporção ideal, mas certamente no rumo. Por mais de dez anos, esta Justiça Bandeirante viu seu quadro de magistrados integrado pela dra. Mathilde Josefina Sutter, brilhante juíza, hoje aposentada, de proceder sempre discreto e ilibado, que jamais valeu-se de qualquer artifício para promoção pessoal ou proferiu comentários acerca de crimes ainda em julgamento (como ressalva o próprio panorama constitucional). E o que dizer a respeito da superioridade numérica feminina, dentre os membros do Ministério Público aqui atuantes, nos últimos anos? Dezenas de promotoras de Justiça aqui atuaram, e outras ainda o fazem, sempre com perfeita discrição funcional e pessoal, como exigido não de uma mulher, mas sim de qualquer profissional do meio jurídico. Mais, o quadro dos servidores civis é repleto de exemplos de mulheres em cargos comissionados, de chefia e direção, cumprindo regularmente suas funções, sem jamais se passarem por “vítimas” ou “heroínas”. Simplesmente competentes e profissionais. A própria dra. Roseane, autora das alegações, foi integrante desse quadro, por muitos anos, antes de empossada como juíza substituta, respondendo inclusive por cargo de direção de divisão. Todas as demais insinuações revelam-se igualmente mentirosas e descabidas, sobretudo diante de um quadro de eficientes e independentes membros do Ministério Público, aqui lotados, no exercício pleno de suas funções como órgãos da acusação e fiscais da lei. Alegar abrandamento no julgamento de crimes sexuais é desmerecer também o brilhante serviço prestado pelos nobres representantes do Parque. Por outro lado, há que se ressaltar que todo aquele que detém o poder estatal de julgar deve, ele próprio, agir em conformidade com a lei que aplica, respeitando-a com muito mais razão. Eventuais notícias de ilícitos administrativos ou irregularidades praticados, sejam oriundas de representações de outros juízes de direito ou não, reclamam sempre as devidas apurações pelo órgão superior, como exige a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (aplicável a todos os magistrados brasileiros, e não apenas à Justiça Militar Estadual, frise-se). É exatamente o que vem sendo feito no caso da d. magistrada substituta, com igual serenidade à qualquer outro procedimento administrativo ou mesmo processo legal, com observância à ampla defesa. Com relação aos procedimentos criminais invocados na matéria ora refutada, deixamos de abordá-los, tendo em vista a própria Lei de Organização da Magistratura, em seu artigo 36, inciso III, impedir ao magistrado manifestações públicas a respeito.O que se pode lembrar, entretanto, é o fato de serem os processos em andamento nesta Justiça Militar públicos, bem como as audiências realizadas a portas abertas. A qualquer interessado permite-se conferir, pessoalmente, a qualidade dos trabalhos aqui prestados ao povo paulista.
Pleno do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo
São Paulo – SP
 

Nitidamente, a resposta acima (de março de 2005 )  não apresenta características da Magistratura; trata-se de defesa corporativista dos predicamentos da Polícia Militar.

Possivelmente ditada por juiz-coronel ou coronel-juiz; por tal empregnada da peculiar verborragia policialesca: trabalhando arduamente no combate ao caos social.

Caos, mas que caos social?

O  único caos , pelo escrito acima, deve  imperar no órgão: CAOS POLICIAL. Há 68 anos!  ( em 2005 )

Com efeito, um Tribunal  gigantesco cuja  “função precípua sempre foi julgar os crimes cometidos no seio da Polícia Militar, que neste Estado traduz-se como a maior corporação de toda a América Latina (mais de 94 mil policiais militares, trabalhando arduamente no combate ao caos social)”, revela apenas o seguinte: ABUNDÂNCIA DE CRIMINOSOS NA POLÍCIA MILITAR .  HÁ 75 ANOS.  ( 2009 )

De qualquer forma, repetindo a postagem anterior, DESLEALDADE virou sinônimo de DESMASCARAMENTO.

Assim, o Governador, os prefeitos e políticos deste Estado que explicassem o caos social ( revelado em 2005 ).

A ÉTICA DAS PALAVRAS: QUANDO UM VERBO DESMONTA O DISCURSO E DEMONSTRA AQUILO QUE SE TENTA NEGAR 2

Juíza
 
Tendo sido violadas a reputação e a honra da Justiça Militar Estadual Paulista, imprescindível agora o exercício do direito de resposta consagrado no artigo 5º, inciso V de nossa Constituição Federal. Urge o restabelecimento da verdade, vulnerada após publicação de entrevista com a dra. Roseane Pinheiro de Castro, juíza de direito substituta deste Juízo Militar, na qual foram impressas afirmações incorretas “Pesadelo dos coronéis” (ISTOÉ 1847). O foco aqui é a Justiça Castrense, remontando suas origens ao Brasil Colônia, e estabelecida em São Paulo há 68 anos. Sua função precípua sempre foi julgar os crimes cometidos no seio da Polícia Militar, que neste Estado traduz-se como a maior corporação de toda a América Latina (mais de 94 mil policiais militares, trabalhando arduamente no combate ao caos social). Como em qualquer setor da vida em sociedade, entretanto, existem aqueles que transgridem as normas postas. E, para processar, julgar e punir os maus policiais, aplicando-lhes a justa resposta penal, de forma ágil, segura e absolutamente independente, atua esta Justiça. Nenhuma instituição encontra-se isenta de críticas e de indagações. Não há por que se espantar com ambas, quando proferidas por indivíduos alheios ao seu funcionamento real. Agora, emanadas por quem conhece e dela participa há longo tempo, de forma leviana e não verídica, causa sim profunda indignação. As aleivosias gratuitamente lançadas pela digna magistrada substituta, desprovidas de qualquer fundamento, de que esta Justiça Militar vem sendo discriminatória com sua condição de mulher, já que única dentre os integrantes de nossa magistratura, bem como complacência no julgamento de crimes sexuais por policiais militares, denigrem não apenas a instituição, mas bem assim centenas de outras representantes do sexo feminino, que nessa Casa laboram e militam, quer como promotoras de Justiça, advogadas, procuradoras do Estado, integrantes da PM ou funcionárias civis. Sob o dissimulado pretexto de “clamor por justiça”, o que de fato se afigura nas falsas ilações é uma busca pelos refletores, um salvo-conduto para qualquer tipo de comportamento, sem controle legal dos atos. O magistrado deve, antes de tudo, realizar a harmonia social e aplicar o direito, e não provocar celeumas para demonstrar autoridade, extrapolando assim àquela que o Estado lhe conferiu. Como explicar a inexistência de outras reclamações de preconceito ou “machismo”, mínimas que fossem, proferidas por qualquer uma das muitas mulheres que inegavelmente aqui atuam? Mormente em meio a uma época em que os direitos individuais são tão zelosamente resguardados pela legislação vigente, e mais exercitados do que nunca. Talvez ainda não na proporção ideal, mas certamente no rumo. Por mais de dez anos, esta Justiça Bandeirante viu seu quadro de magistrados integrado pela dra. Mathilde Josefina Sutter, brilhante juíza, hoje aposentada, de proceder sempre discreto e ilibado, que jamais valeu-se de qualquer artifício para promoção pessoal ou proferiu comentários acerca de crimes ainda em julgamento (como ressalva o próprio panorama constitucional). E o que dizer a respeito da superioridade numérica feminina, dentre os membros do Ministério Público aqui atuantes, nos últimos anos? Dezenas de promotoras de Justiça aqui atuaram, e outras ainda o fazem, sempre com perfeita discrição funcional e pessoal, como exigido não de uma mulher, mas sim de qualquer profissional do meio jurídico. Mais, o quadro dos servidores civis é repleto de exemplos de mulheres em cargos comissionados, de chefia e direção, cumprindo regularmente suas funções, sem jamais se passarem por “vítimas” ou “heroínas”. Simplesmente competentes e profissionais. A própria dra. Roseane, autora das alegações, foi integrante desse quadro, por muitos anos, antes de empossada como juíza substituta, respondendo inclusive por cargo de direção de divisão. Todas as demais insinuações revelam-se igualmente mentirosas e descabidas, sobretudo diante de um quadro de eficientes e independentes membros do Ministério Público, aqui lotados, no exercício pleno de suas funções como órgãos da acusação e fiscais da lei. Alegar abrandamento no julgamento de crimes sexuais é desmerecer também o brilhante serviço prestado pelos nobres representantes do Parque. Por outro lado, há que se ressaltar que todo aquele que detém o poder estatal de julgar deve, ele próprio, agir em conformidade com a lei que aplica, respeitando-a com muito mais razão. Eventuais notícias de ilícitos administrativos ou irregularidades praticados, sejam oriundas de representações de outros juízes de direito ou não, reclamam sempre as devidas apurações pelo órgão superior, como exige a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (aplicável a todos os magistrados brasileiros, e não apenas à Justiça Militar Estadual, frise-se). É exatamente o que vem sendo feito no caso da d. magistrada substituta, com igual serenidade à qualquer outro procedimento administrativo ou mesmo processo legal, com observância à ampla defesa. Com relação aos procedimentos criminais invocados na matéria ora refutada, deixamos de abordá-los, tendo em vista a própria Lei de Organização da Magistratura, em seu artigo 36, inciso III, impedir ao magistrado manifestações públicas a respeito.O que se pode lembrar, entretanto, é o fato de serem os processos em andamento nesta Justiça Militar públicos, bem como as audiências realizadas a portas abertas. A qualquer interessado permite-se conferir, pessoalmente, a qualidade dos trabalhos aqui prestados ao povo paulista.
Pleno do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo
São Paulo – SP
Resposta da juíza: Na Justiça Militar, só adentra ao prédio quem se submete a uma bateria de perguntas e identificações, todas elas lançadas em computador e que fornece, ao fim do dia, um relatório completo de quem, por que e onde foi. Assim, se as portas estão abertas, em tese, nos corredores dos primeiro e segundo andares, pois no terceiro, onde funciona o TJMilitar, as condições são outras. Tratadas com trava eletrônica. Por este motivo é que, ao dizer que a qualquer interessado permite-se conferir, pessoalmente, a qualidade dos trabalhos ali prestados ao povo paulista é, no mínimo, temerário. Quanto à fuga no apreciar procedimentos criminais, invocados na matéria publicada, sob o pretexto da legislação proibir [LOMAN] “Art. 36 – É vedado ao magistrado: … III – manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento, seu ou de outrem, ou juízo depreciativo sobre despachos, votos ou sentenças, de órgãos judiciais, ressalvada a crítica nos autos e em obras técnicas ou no exercício do magistério. Tratando-se de processo já julgado, a primeira parte do inciso desmorona; quanto à segunda parte, qual o despacho, voto ou sentença que teria sido alvo de juízo depreciativo? Quando muito, e admitida a verdade da alegação, exalado um juízo de valor; juízo depreciativo, só em algumas distorcidas interpretações parciais e muito mal explicadas. Acena-se, sutilmente, com a presença de promotores, advogadas e funcionárias, que nunca foram alvo de condutas a maximizar o preconceito e o machismo existentes, numa vã tentativa de batê-las contra uma juíza de direito substituta há 11 anos, embora sempre houvesse vaga para sua promoção, mas que os negados preconceito e machismo impediram e ainda impedem. As promotoras de Justiça e advogadas, independentes por natureza e profissão, nunca se submeteriam a tal. Certamente o sr. procurador-geral de Justiça e o sr. presidente da OAB–SP intercederiam em seu prol. Quanto às funcionárias civis, talvez conviesse um exame mais acurado, longe dos estonteantes galões e insígnias. Fala-se em aleivosias cometidas pela juíza de direito substituta, que busca, apenas, os holofotes. Aurélio diz que aleivosia é traição, deslealdade, fraude. E mais: é a juíza de direito leviana em seus comentários. Ora as informações trazidas vieram acompanhadas de dados, nomes e números, diferentemente do direito de resposta exercido, que se perdeu em blablablá, todos improvados, diga-se. Quando a crítica é feita por quem de fora, compreende-se, porque não há instituição que se já isenta dela e de indagações. O que não pode, brada-se, é um integrante daquela instituição fazê-la. Ora, isto lembra um quartel. Não a quarta parte de um século ou um período, uma época. Na verdade, um edifício onde se alojam tropas. Conclusão: só serão bem-vindos os que lêem na minha cartilha; aos demais, a ceifa.
Roseane Pinheiro de Castro
Juíza de direito substituta – Justiça Militar
São Paulo – SP

—————————————– 

DENEGRIR:  Tornar negro, escuro; enegrecer, escurecer. ( cf. Aurélio ). 
Palavra de origem preconceituosa e discriminatória: SUPRIMIDA DO VOCABULÁRIO DOS “OPERADORES DO DIREITO“. 

Os intolerantes e preconceituosos dela se socorrem, rotineiramente, para defesa corporativista. Sentem-se denegridos.

MACULADOS DE NEGRO!  

DESLEALDADE, agora é sinônimo de DESMASCARAMENTO.

” Nenhuma instituição encontra-se isenta de críticas e de indagações. Não há por que se espantar com ambas, quando proferidas por indivíduos alheios ao seu funcionamento real. Agora, emanadas por quem conhece e dela participa há longo tempo, de forma leviana e não verídica, causa sim profunda indignação. As aleivosias gratuitamente lançadas pela digna magistrada substituta, desprovidas de qualquer fundamento, de que esta Justiça Militar vem sendo discriminatória com sua condição de mulher, já que única dentre os integrantes de nossa magistratura, bem como complacência no julgamento de crimes sexuais por policiais militares, denigrem não apenas a instituição”,..

O TRIBUNAL MILITAR , DE FATO, É RIGOROSÍSSIMO NO JULGAMENTO DE CRIMES SEXUAIS POR POLICIAS MILITARES.

O TEMPO FEZ PROVA DAS “LEVIANDADES” DA JUÍZA.

05/08/2009 – 10h47

Tenente-coronel é condenado a um ano de prisão por molestar PM em SP

Colaboração para a Folha Online
da Folha de S.Paulo

O tenente-coronel Wilson Correa Leite Júnior, da Polícia Militar, foi condenado a um ano de prisão, na noite de terça-feira (4), por atentado violento ao pudor contra uma subordinada na corporação. Apesar da sentença, ele poderá recorrer da decisão em liberdade.

Segundo o TJM (Tribunal de Justiça Militar), o julgamento começou por volta das 13h e foi encerrado cerca de sete horas depois.

De acordo com a denúncia do Ministério Público Estadual à Justiça Militar, o tenente-coronel agarrou e beijou à força uma tenente, em novembro de 2004. O crime, segundo a Promotoria, foi no gabinete do oficial na sede do 4º Batalhão da PM.

Outra policial ouvida como testemunha na apuração da violência contra a tenente confirmou à Corregedoria da PM e à Promotoria que Leite Júnior também tentou agarrá-la à força no 4º Batalhão.

Durante a apuração do inquérito militar do caso, Leite Júnior sempre negou o crime pelo qual foi condenado. Atualmente, ele comanda do 44º Batalhão da Polícia Militar, em Guarulhos (Grande São Paulo).

Nova acusação

Às vésperas de ser julgado pelo assédio denunciado pela Promotoria contra a tenente na sede do 4º Batalhão, Leite Júnior passou a ser novamente investigado sob a suspeita de assediar uma policial.

De acordo com documentos reservados da PM obtidos pela Folha, Leite Junior é investigado sob suspeita de assediar no começo de junho uma soldado temporária que trabalhava como uma espécie de secretária dele no 25º Batalhão, em Itapecerica da Serra (Grande SP).

Essa nova investigação causou a transferência de Leite Júnior do comando do 25º Batalhão para o do 44º Batalhão. A apuração é feita em segredo pelos oficiais do CPA/M-7 (Comando de Policiamento de Área Metropolitano 7) da PM, em Guarulhos.

RIGOROSÍSSIMO COM POLICIAIS MILITARES SEM ESTRELAS E COM PLEBEU POUCA ESTRELA !

“Uma chapa formada por José Serra e Marina Silva embaralharia a campanha de 2010, pegando o PT no contrapé e enterrando de vez a desastrada candidatura de Dilma Rousseff” 14

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/na-veja-a-chapa-cabocla-por-diogo-mainardi/

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009 | 4:47

“Uma chapa formada por José Serra e Marina Silva embaralharia a campanha de 2010, pegando o PT no contrapé e enterrando  de vez a desastrada candidatura de Dilma Rousseff”

Os dois juntos, na mesma chapa. Quem? José Serra e Marina Silva. Isso mesmo: José Serra, presidente, e Marina Silva, vice-preside…

Serra lança Operação Verão 2010:Governo mobiliza recursos e profissionais para garantir segurança e conforto no litoral 5

(atualizado 14h)

O governador José Serra lançou nesta quinta-feira, 24, a Operação Verão 2010, um esforço conjunto do governo estadual para reforçar serviços e garantir a segurança e a infraestrutura para a população nos municípios do litoral paulista durante a alta temporada. Só na Baixada Santista, a população salta de 1,6 milhão de habitantes para 3,8 milhões nessa época do ano. No litoral norte, a população chega a 1 milhão, somando assim quase 5 milhões de turistas em todo o litoral.

“São quatro áreas para operações fundamentais: água, e esgoto naturalmente; segurança; saúde e transporte. Estamos em cima de cada um dos problemas”, explicou o governador durante o lançamento no litoral.

Durante a Operação Verão, as polícias Militar, Civil e Técnico-Científica farão ações integradas na região para prevenir e combater a criminalidade. O policiamento será reforçado com 3.315 policiais – além de 607 bombeiros -, principalmente na faixa da praia, em áreas comerciais e em locais de eventos, que contarão com reforço de equipamentos como viaturas e helicópteros.

Para garantir a segurança dos motoristas e passageiros que usarão as rodovias, foram mobilizados 4 mil policiais rodoviários – só nas rodovias que dão acesso ao litoral, serão 1.232 policiais. As estradas contarão também com 2.550 profissionais das concessionárias, do DER e da Dersa atuando na fiscalização e orientação aos usuários das estradas.

No saneamento, um investimento de R$ 2,3 bilhões em programas como o Onda Limpa e o Água no Litoral, além de um plano de ações, garantem à população local e aos turistas o funcionamento dos serviços de abastecimento de água na Baixada Santista, Litoral Norte e Vale do Ribeira. São ações de um planejamento integrado para as regiões visando os próximos 30 anos. “Isso vai diminuir a mortalidade infantil, diminuir o mau cheiro e melhorar muito a qualidade das praias”, ressaltou Serra.

A Secretaria da Saúde ainda liberou cerca de R$ 2,3 milhões para reforçar o atendimento em 15 municípios paulistas que costumam ter grande fluxo de turistas. O objetivo é fornecer recursos para que as prefeituras tenham mais medicamentos e insumos em suas unidades de saúde. Os valores serão pagos em três parcelas, nos meses de janeiro, fevereiro e março.

Abastecimento de ÁguaA Sabesp está investindo R$ 2,3 bilhões, por meio de programas como o Onda Limpa (R$ 1,9 bilhão) para aumentar os índices de coleta de esgoto de 54% para 95% na Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS), e de 35% para 85% de coleta no Litoral Norte, tratando 100% deste total, e o Programa Água no Litoral (R$ 428 milhões). O conjunto de investimentos gera mais de 90 mil empregos diretos e indiretos. Os trabalhos do Onda Limpa, iniciados em 2007, já surtem efeitos na balneabilidade de várias praias, o que pode ser observado na melhoria dos últimos índices registrados pela Cetesb. Confira aqui.

 

As ações para garantir o abastecimento de água nesta temporada incluem o investimento de R$ 34,8 milhões em ampliação da rede, maior capacidade de reservação e melhor pressão de água em todo o litoral e Vale do Ribeira. A Baixada Santista recebeu R$ 31 milhões; o Litoral Norte, R$ 3 milhões; e o Vale do Ribeira, R$ 800 mil. Durante todo o ano de 2009, as instalações existentes foram otimizadas para garantir um verão sem falta d’água, o que já foi realidade no ano passado. Mais de mil funcionários em todo o litoral e Vale do Ribeira foram mobilizados para este verão.

Além dos investimentos para garantir o abastecimento, duas importantes obras, no total de R$ 380 milhões, estão em andamento na Baixada Santista: as construções das estações de tratamento de água Mambu Branco, em Itanhaém, e a de Jurubatuba, no Guarujá, ambas como parte do Água no Litoral. Outro destaque é a operação integrada dos dois reservatórios do Guarujá em um investimento de R$ 13 milhões que possibilitou a ampliação de capacidade de transferência de água para o município.

Também está em construção a Estação de Tratamento de Água (ETA) Boracéia, em Bertioga. A ETA entrará em operação em janeiro de 2010 e beneficiará mais de 13 mil habitantes de Bertioga e São Sebastião, com aumento da oferta de água de 30 para 60 litros por segundo. No mesmo município, o bairro Chácara Vista Linda será beneficiado com mais redes de água.

Em Praia Grande, foram trocados 40 quilômetros de tubulações e 15 mil ramais. Os demais municípios da Baixada- Santos/São Vicente, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe – ganharam intervenções pontuais de manutenção. Para o atendimento a usuários, a Sabesp disponibilizará 36 motociclistas, que deverão chegar ao local no máximo 30 minutos após a chamada.

No Litoral Norte, a otimização de equipamentos já existentes e ações preventivas possibilitaram o aumento de produção de água em 738 mil litros/dia – 20% a mais que a capacidade do ano passado.

No Vale do Ribeira, a Sabesp também otimizou os equipamentos e realizou ações preventivas, com investimento de cerca de R$ 6,8 milhões. Assim como no ano passado, uma série de medidas operacionais permitirá ampliar a oferta diária de água nas três cidades, que devem receber mais de 300 mil turistas.

Para tornar ainda mais rápido o atendimento ao usuário do litoral e interior de São Paulo – de no máximo um minuto de espera -, a Sabesp acaba de inaugurar uma nova central de atendimento telefônico (0800 -55-0195, ligação gratuita), que funciona 24 horas. Quem telefona para o antigo 195 é transferido automaticamente.

RodoviasMilhões de veículos devem circular pelas estradas paulistas neste verão. Apenas entre os feriados do Natal e do Ano Novo, cerca de 7 milhões de veículos deverão passar pelas principais rodovias (Anchieta, Imigrantes, Anhanguera, Bandeirantes, Ayrton Senna e Castelo Branco).

 

Para atender todos esses usuários, os órgãos de trânsito trabalharão com equipamentos como guinchos, carros de apoio e ambulâncias. Ao todo, são 369 unidades nas mais movimentadas rodovias estaduais – em dias normais, são 237. Além das 57 Unidades Básicas de Atendimento (UBAs) espalhadas pelo Estado, o DER irá colocar uma UBA móvel no litoral com cinco veículos de apoio para ajudar no atendimento.

Os motociclistas nas estradas são uma das principais preocupações da Operação Verão. O percentual de motos envolvidas em acidentes cresceu de 8,8% (Operação 2004/2005) para 11,8% (Operação 2008/2009). Outro dado preocupante é o número de autuações por embriaguez. Levantamento do Comando do Policiamento Rodoviário mostra que, entre 2007 e 2008, o número de autuações nas estradas paulistas cresceu 70,72%. Esse crescimento deverá continuar, já que o número de bafômetros aumentou 25% de uma operação para outra. Além disso, esse será o maior enfoque das campanhas nas estradas do litoral.

Para tirar de circulação veículos com irregularidades e acidentados, estarão abertos 23 pátios de recolhimento de veículos, com destaque para os pátios de Taubaté (capacidade: 850 veículos), Jacareí (capacidade: 1.000 veículos), Bertioga (capacidade: 1.000 veículos) e Itanhaém (capacidade: 2.400 veículos).

Rodovias de grande movimento, como a Tamoios, também terão horários restritos para circulação de caminhões. Nas rodovias Anchieta, Imigrantes, Bandeirantes, Anhanguera e Ayrton Senna, as operações de cargas especiais serão suspensas nos períodos de maior movimento. Além disso, algumas estradas contam com restrições ou desvios em certos trechos. Confira aqui mais detalhes sobre a operação nas estradas.

Segurança

Para a Operação Verão 2009/2010, o efetivo de reforço na Polícia Militar é de 2.375 homens, sendo 543 no Litoral Norte e 1.264 no Litoral Sul, além de 161 do Policiamento de Choque, 55 de Policiamento Ambiental, 327 de Policiamento Rodoviário e 25 tripulantes de helicópteros, que estarão distribuídos em todo o litoral.

 

O reforço da Polícia Civil é de 216 policiais civis e técnico-científicos no Litoral Norte e 724 policiais no Litoral Sul. O Corpo de Bombeiros também contratou 500 guarda-civis para monitorar as praias na Operação Praia Segura.

As delegacias das cidades dos litorais Norte e Sul terão plantões policiais diurnos e noturnos reforçados. Haverá equipes especializadas, como aquelas da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (GARRA), da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) e da Delegacia de Investigações Sobre Extorsão Mediante Sequestro (DEAS). As regiões dos hotéis, pousadas, hospedarias e colônias de férias serão monitoradas por equipes de Policiamento Preventivo Especializado.

Ao todo serão deslocadas para o Litoral Norte 70 viaturas de apoio. Também serão utilizados dois helicópteros. O Litoral Sul terá o reforço de 75 viaturas e dois helicópteros adicionais, além de um próprio. Todos os equipamentos e recursos disponíveis, como armamentos e aparelhos de comunicação, além de sistemas de inteligência policial como o Registro Digital de Ocorrências (RDO) e de Informações Criminais (Infocrim) também estarão disponíveis.

PORTARIA DO DGP INSTITUI A MERITOCRACIA NA POLÍCIA CIVIL…( mas não vale jogar bebum no Tietê pra simular heroísmo ) 5

Portaria DGP-75, de 9-12-2009

Disciplina a homenagem mensal ao Policial Civil que elevar o nome da Instituição
O Delegado Geral de Polícia,
Considerando que as atribuições do Policial Civil compreendem dedicação, risco pessoal, abnegação, zelo e eficiência;
Considerando que, não raro, Policiais Civis excedem, na defesa da sociedade, os deveres inerentes ao cargo;
Considerando que a Polícia Civil deve, com a mesma eficiência com que repreende os erros, incentivar e reconhecer os acertos, resolve:
Artigo 1º. A Delegacia Geral de Polícia outorgará o título de “Policial Civil do Mês” àquele que se destacar na prática de atos relevantes de investigação criminal, de prevenção especializada ou de heroísmo, desde que demonstrado que tenha agido além das obrigações inerentes ao seu cargo.
Artigo 2o. A distinção será outorgada mediante representação do respectivo superior e manifestação da respectiva hierarquia.
§ 1o. Todas as manifestações deverão ser documentadas e fundamentadas, destacando a repercussão do fato no meio social e as conseqüências para o conceito da Polícia Civil.
§ 2o. A manifestação dos superiores hierárquicos deverá abordar, necessária e detidamente, o respeito à dignidade da pessoa humana de todos os envolvidos no fato que der causa à representação.
Artigo 3o. O título será entregue em local e data estabelecidos pela Delegacia Geral de Polícia, em solenidade que contará com a presença do homenageado e do respectivo Diretor de Departamento.
Artigo 4o. A outorga do título será levada ao conhecimento do E. Conselho da Polícia Civil e, em havendo anuência deste, será comunicada ao Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil para anotação no prontuário respectivo.
Artigo 5o. A homenagem prevista nesta Portaria não obsta aquela prevista nos arts. 58 a 61 da Lei Complementar 207/1979.
Artigo 6o. Esta portaria entrará em vigor da data de sua publicação, revogadas as disposições que lhe forem contrárias, especialmente a Portaria DGP-4, de 25 de fevereiro de 1985 e respectiva alteração por meio da Portaria DGP-21, de 1o de julho de 1987

FONTE: BLOG DO INVESTIGADOR.

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Outra Portaria discriminatória, segregatória ,  exclusivista;  feita só para quem pode  se destacar na prática de atos relevantes de investigação criminal, de prevenção especializada ou de heroísmo, desde que demonstrado que tenha agido além das obrigações inerentes ao seu cargo. (“SIC”).

O ULTRA-SECRETO MANUAL DE INTELIGÊNCIA DA POLÍCIA CIVIL…PORTARIA DO DGP FAZ PROVA DO PACTO DA MEDIOCRIDADE QUE ENVOLVE A POLÍCIA CIVIL…QUEM SE COMPROMETARÁ COM UM ÓRGÃO QUE INSTITUI PUBLICAMENTE UM MERO MANUAL DE PROCEDIMENTO PROIBIDO PARA CERCA DE 35.000 POLICIAIS 4

ANALISTA DO DIPOL LENDO O MANUAL DE INTELIGÊNCIA

Portaria DGP-76, de 9-12-2009
Institui o Manual de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo
O Delegado-Geral de Polícia,
Considerando que a doutrina de inteligência constitui-se no conjunto de conceitos, características, princípios, valores, normas, métodos, procedimentos, ações e técnicas que orientam e disciplinam a atividade de inteligência;
Considerando, ainda, a importância da inteligência como subsídio aos usuários no processo decisório, através de diagnósticos e prognósticos que atendam às necessidades na área de interesse da polícia judiciária em especial e da segurança pública em geral, sem se confundir com a atividade de investigação policial;
Considerando, finalmente, o resultado de estudos realizados pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas Doutrinárias – NEPD, da Divisão de Inteligência Policial – DIP, do Departamento de Inteligência da Polícia Civil – DIPOL, consubstanciado em proposta de “Manual de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo”, Resolve
Artigo 1º – Fica instituído o “Manual de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo”, constante do anexo único desta portaria, para disciplina das atividades de inteligência, contra-inteligência e operações de inteligência no âmbito da comunidade de inteligência da Polícia Civil de São Paulo.
Parágrafo único – Não será admitida alteração ao texto do manual instituído nos termos do “caput” deste artigo sem a prévia manifestação técnica do Núcleo de Estudos e Pesquisas Doutrinárias – NEPD, da Divisão de Inteligência Policial – DIP, submetida à final deliberação do Delegado de Polícia Diretor do Departamento de Inteligência da Polícia Civil – DIPOL, ao qual competirá emitir final decisão pela modificação ou manutenção do texto original.
Artigo 2º – A reprodução do “Manual de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo” dependerá de prévia autorização do Delegado de Polícia Diretor do Departamento de Inteligência da Polícia Civil – DIPOL, que deverá fixar a expressa limitação quantitativa e adotar medidas para efetivo controle na guarda e distribuição dos exemplares, os quais serão dotados de numeração seqüencial impressa na folha de rosto.
§ 1º – É vedada a distribuição, por qualquer meio e a qualquer título, do “Manual de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo”, bem como a divulgação, total ou parcial de seu conteúdo, fora da comunidade de inteligência da Polícia Civil de São Paulo.
§ 2º – Nas atividades internas de ensino, desde que voltadas exclusivamente à capacitação policial civil na área de inteligência, admitir-se-á a difusão de conceitos contidos no “Manual de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo”, observada a necessidade didática e o perfil do público discente, ouvido previamente, em qualquer caso, o Núcleo de Estudos e Pesquisas Doutrinárias – NEPD, da Divisão de Inteligência Policial – DIP, do Departamento de Inteligência da Polícia Civil – DIPOL.
Artigo 3º – Serão observadas as disposições do artigo anterior, igualmente, aos exemplares disponibilizados em formato eletrônico, neste caso adotadas as medidas para garantia da inalterabilidade do texto pelo usuário.
Artigo 4º – Esta Portaria, publicada sem o anexo, entra em vigor na data de sua publicação, revogadas todas as disposições que lhe forem contrárias.

Fonte: Blog do Investigador

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O resultado da leitura da  portaria poderá ser o seguinte pensamento: ENFIA O MANUAL…!

Não sabemos o porquê da publicação,  no Diário Oficial,  de ato  regulamentador de atividade sigilosa; cujo alcance diz respeito à diminuta comunidade de funcionários de Inteligência da Polícia Civil.

De tal Portaria, acreditamos, bastaria  publicidade interna.

A propósito:
Um espião português chegou no Brasil e quando desembarcou no aeroporto chamou um taxi.
O taxista perguntou : Para onde o Sr. Quer ir? E ele respondeu : Não posso falar é secreto! 

BINGO! A DIFICULDADE NÃO RESIDE EM ESCOLHER O SECRETARIADO E DEFINIR POLÍTICAS PÚBLICAS INOVADORAS…A DIFICULDADE É ESCOLHER FUNCIONÁRIO PÚBLICO PARA ASSUMIR O CARGO DE ADJUNTO…AÍ DR. PINTO, NA VACÂNCIA, PÕE NÓS! FRISO: PÕE NÓS…NÃO VÁ CONFUNDIR COM PÔR EM NÓS; EM VACÂNCIA… 1

Enviado pelo COTONETE em 22/12/2009 às 20:27

Você sabia que a SSP/SP “descumpre norma legal” (decreto 27.663) ao nomear seus Secretários Adjuntos?

Segundo o organograma da Secretaria Adjunta da Segurança Pública:
A função de secretário adjunto em 15 secretarias estaduais, entre elas, a da Segurança Pública, foi criada pelo decreto nº 26.933, de 24 de março de 1987, cuja vigência foi suspensa pelo decreto nº 26.941, de 31 de março de 1987.
O decreto n 27.663, de 30 de novembro de 1987 restabeleceu, parcialmente, o decreto nº 26.933, no que se refere à Segurança Pública, e deu ao secretário adjunto, além de suas atribuições legais e regulamentares, a responsabilidade pelo expediente da SSP nos impedimentos legais e temporários, bem como os ocasionais do titular da pasta.
As condições legais para a ocupação do cargo estão descritas no art. 1º, § 2º do referido decreto, que diz:
(…) § 2.º – A função a que se refere este artigo será desempenhada por integrante da Administração Centralizada ou Descentralizada do Estado, designado pelo Governador do Estado.
O que se vê na Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo é que os últimos ocupantes do cargo não possuíam este requisito, pois NÃO vieram da administração do Estado.
Como exemplo, temos noticiado no site G1 da globo.com, em 08/05/08 – às 19h23
“Procurador do município será secretário-adjunto de Segurança de SP
De acordo com SSP, Guilherme Bueno de Camargo será nomeado nos próximos dias.”

E o foi. Porém, em sua nomeação (em maio de 2008), a fundamentação usada é apenas um artigo da Lei Complementar de 1978, o art. 20, I, da LC 180-78, onde apenas se prevê a possibilidade de nomeação de cargos em comissão, ignorando-se os requisitos legais para o preenchimento deste cargo, de Lei posterior, que regulamentou as condições de nomeação.
Além disso, também seu antecessor, Lauro Malheiros Neto, que ao ser nomeado era advogado, também não cumpria os requisitos únicos de nomeação.

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Cotonete, agradecemos a valiosa informação.

Lembrando que o adjunto de Saulo de Castro Abreu Filho  era um advogado ( do PFL ) indicado pelo SENADOR ROMEU TUMA, conforme notícia do Jornal da Tarde:

“O próprio governador Cláudio Lembo (PFL) está pensando em renovar sua equipe, após a onda de atentados que tumultuou começo de sua gestão. Nos últimos dias, sondou o senador Romeu Tuma (PFL-SP) para assumir a Segurança. Os pefelistas conversaram longamente sobre o problema da criminalidade, mas não houve um convite formal.

Foi marcada uma nova conversa para este fim de semana, na Capital, em que deverão retomar o assunto.O convite pode ser oficializado no encontro. O novo comandante do sistema prisional seria indicado por Tuma – o secretário adjunto de Saulo, Marcelo Martins de Oliveira, outro do PFL, também poderia ficar com o posto.”

Ah, MARCELO MARTINS DE OLIVEIRA era muito asséptico!

http://www.jt.com.br/editorias/2006/05/20/pol75417.xml

Vai daí, resumindo a ópera, que na Polícia Civil abunda a banda larga formada por indicados por políticos do DEM, PTB,  PMDB e TUCANOS de ocasião.

O calcanhar- de- aquiles fica sob cuidados dos amigos da coligação.

E pau na máquina até dar pau. 

PAPAI NOEL RESOLVEU ESTUPRAR UMA VEZ MAIS AS VÍTIMAS DO NEFASTO ROGER ABDELMASSIH…É O ESPÍRITO NATALINO INSPIRANDO A JUSTIÇA IMPOSTA PELO MINISTRO GILMAR MENDES 4

QUEM TEM GRANA NÃO FICA EM CANA

É TUDO O QUE HÁ DE MAIS CONCRETO NOS AUTOS!

23.12.2009 | 23h21

Gilmar Mendes concede liberdade ao médico Roger Abdelmassih

Ele ficou preso por cerca de quatro meses, sob a acusação de atentado violento ao pudor e estupro contra ex-pacientes

  Folha Online

Roger Abdelmassih deve passar o Natal em casa. O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, concedeu um habeas corpus na noite desta quarta-feira determinando a soltura do médico. O pedido foi impetrado no STF na segunda (21) pelos advogados Márcio Thomaz Bastos e José Luis Oliveira Lima. O médico ficou preso por cerca de quatro meses.

Na decisão, Mendes afirma que a prisão preventiva do médico, “sem a demonstração de fatos concretos“, resultou em “mero intento de antecipação de pena“.

Abdelmassih está preso desde o dia 17 de agosto, sob a acusação de ter cometido atentado violento ao pudor e estupro contra ex-pacientes. Ele já teve pelo menos outros cinco pedidos de liberdade negados pela Justiça, e permanecia detido em São Paulo.

Os advogados do médico alegavam entre outras coisas, que não existia nenhum início de que a liberdade dele afrontava a ordem pública, já que o médico teve seu registro profissional suspenso pelo Conselho Regional de Medicina. Eles pediram a concessão de uma liminar (decisão provisória) para que seja expedido um alvará de soltura com caráter de urgência.

Acusações

Segundo o Ministério Público de São Paulo, Abdelmassih é acusado de 56 crimes sexuais. Em geral, as mulheres o acusam de tentar beijá-las ou acariciá-las quando estavam sozinhas –sem o marido ou a enfermeira presente. Algumas disseram ter sido molestadas após a sedação.

Desde que foi acusado pela primeira vez, Abdelmassih negou por diversas vezes ter praticado crimes sexuais contra ex-pacientes. O médico afirma que vem sendo atacado há aproximadamente dois anos por um “movimento de ressentimentos vingativos”.

Abdelmassih também sustenta que as mulheres que o acusam podem ter sofrido alucinações provocadas pelo anestésico propofol, usado durante o tratamento de fertilização in vitro. De acordo com ele, as pacientes podem “acordar e imaginar coisas”.

Segundo sua defesa, o médico nunca ficava sozinho com as pacientes na clínica, pois estava sempre acompanhado por uma enfermeira.

“TEM OUTRA”, OBRIGADO PELOS ELOGIOS; SEI QUE SÃO SINCEROS…FELICIDADES PARA VOCÊ, PARA AQUELES QUE NOS QUEREM BEM…FELICIDADES TAMBÉM PARA QUEM NOS QUER MAL; PEDINDO PARA QUE EM 2010 VENHAM QUERER BEM…FELIZ NATAL PARA TODOS OS NOSSOS LEITORES 9

Enviado pelo TEM OUTRA  em 24/12/2009 às 0:11

DR. GUERRA, PARABÉNS MAIS UMA VEZ. 

FELIZ NATAL AO SENHOR E AOS QUE LHE QUEREM BEM !

OBRIGADO POR TUDO QUE TEM FEITO POR NÓS !

Não esqueçam do aniversariante!

PLANTÃO POR TELEFONECONFERÊNCIA: DELEGADA DE BERTIOGA É VENDIDA EM CRIME DE TRÂNSITO…O HOMICIDA DE TRÂNSITO CARLOS ROBERTO DANTAS LEVAVA EM SUA BMW COMO PASSAGEIRAS A ANTÁRTICA, A BRAHMA, A SKOL E A SCHIN 10

http://blogdoimbroglione.wordpress.com/2009/12/23/bertioga-rico-bebado-mata-mae-e-filho-em-acidente-e-escapa-com-ajudinha-de-policiais-civis/

O resultado: boletim de ocorrência de Lesão Corporal Culposa! Ou seria “Culpo$a”?

Explicação: dois advogados do bêbado foram à delegacia antes de o caso ser formalmente apresentado. Parece que tiveram reunião pouco republicana com a turma do plantão. O escrivão-chefe, muito ligeiro, não aparece em nenhum documento, mas na delegacia, só ele fala sobre o caso. Coincidência ou não, fez uma grande reforma na casa dele após o acidente.        ( BLOG DO IMBROGLIONE ).

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Pois é Imbroglione, sem fazer defesa corporativista, no caso a Delegada   –   como mera subordinada ao Titular daquele  Município  –   é obrigada a permanecer como responsável pelas ocorrências diuturnamente; especialmente durante feriados e fins de semana.

Pelo princípio da confiança, princípio da lealdade, podendo acabar vítima de funcionários ” imbrogliones”.

Por vezes, sem ilações pertinentes ao caso em questão,  MANCOMUNADOS  com o TITULAR DO MUNICÍPIO.

Apenas hipoteticamente falando,  sublinho, o concerto é operado com o pleno conhecimento da autoridade maior, enquanto o responsável pela deliberação  –  em casa há mais de 50 quilometros da Unidade  –  é surpreendido, muitas horas depois da ocorrência criminal, sonado, por uma comunicação “amaciada” ou totalmente distorcida da versão real.

Lembrando que a amaciada pode contar com a participação  –  ou por conta exclusiva –  de quem apresenta a ocorrência; até do superior de quem primeiro chegou ao local e levará a versão para registro na Delegacia.

O médico de plantão  –  mero empregado da municipalidade –  pode sofrer influências externas; também pode negociar a venda de um atestado negativo de sinais de embriaguez. Aliás, visível logo após o acidente; mas invisível logo depois.

Quero dizer que o bêbado pode ser “levantado”  –  ou se levantar –  durante o período compreendido entre o acidente e o exame clínico. 

E muitas vezes o exame clínico é realizado horas depois; assim o médico não pode constatar a embriaguez pela aparência e cheiro do examinado.

De qualquer maneira, independentemente da suspeita lançada sobre o procedimento policial, DESTACO O SEGUINTE:

Caso a vítima fosse figurão  –  OU FILHA DE  –  TODO E QUALQUER DELEGADO TITULAR DE MUNICÍPIO  SERIA COMUNICADO . Imediatamente , compareceria ao local, requisitaria perícia e , avocando a ocorrência,  “MANDARIA DAR VOZ DE PRISÃO” ao suspeito.

No caso de um Titular imbroglione:  com o rigor inversamente proporcional à fortuna material do homicida de trânsito.

Motorista rico que matou pessoa mais rica: HOMICÍDIO CULPOSO; com direito a fiança contabilizada de MIL REAL…

E quanto a fiança não contabilizada? AÍ “VAREIA“! Vai da areia que o afiançável possuir em seu pé na praia.

Motorista pobre que matou rico: HOMICÍDIO COM DOLO EVENTUAL  (essa besteira MODERNA, no caso de embriaguez ao volante, defendida pelo agora advogado CIRO VIDAL, ex-diretor do DETRAN ); posteriormente, conforme o saber jurídico do Promotor e do Juiz da causa, podendo ser julgado em Tribunal do Júri.

Motorista pobre que matou pobre: SÓ MÃO- DE- OBRA!