São Paulo, quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
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FECHAMOS 2009 AGRADECENDO POR TUDO QUE NOS FOI DADO E QUERENDO QUE VOCÊS DURANTE 2010 CONQUISTEM TUDO AQUILO QUE DE MELHOR HOUVER NESTA VIDA 10
Agradecendo ao Criador pela fortuna de viver…
Para aqueles que experimentaram infortúnio e dor gostaria de dizer : quando acharem que tudo está perdido não baixem a cabeça, chorem olhando para o céu…
Peçam por um milagre.
Receberão o milagre de que necessitam.
BUNDÃO NO PORTA MALAS 8
Falaram que durante a operação da corró para prender o Investigador Caetano no 13 DP, investigador da SIG da 4a Seccional, filho de um maçom, se escondeu dentro do porta malas do carro dele para não ir pro papel na correg.. será mesmo…
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Esse investigador então é um grande bundão…Seria, casualmente, filho de algum Cardeal?
Casualmente, esse bundão já foi acusado de concussão; quando era do DEIC?
Pergunto, se verdade for, estava pelo local para quê?
Para dar apoio ao colega, ou apenas para cuidar de não ocorrer “banho”!
Se for desejo-lhe feliz 2010, em plagas bem inóspitas…
No PEPC.
RAPINADORES DE FERRAZ USAVAM DE MÁ-FÉ O NOME DO DEPUTADO CAMPOS MACHADO 1
Assessor de Campos Machado pede exoneração
O escândalo da venda de habilitações chegou à Assembléia Legislativa de São Paulo provocando estragos O chefe de gabinete do deputado Campos Machado (PTB), Carlos Alberto de Carvalho Thadeo, o Professor Thadeo, pediu hoje exoneração do cargo que ocupava havia mais de 20 anos.
Ele aparece em escutas telefônicas interceptadas pela Operação Carta Branca intercedendo em favor de um funcionário da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Ferraz de Vasconcelos, centro do esquema desarticulado na terça-feira. Trata-se de Marcus Vinícius Coelho, o Marcão, um dos 19 presos acusados de integrar quadrilha.
O assessor político também mantinha contatos periódicos com o empresário Nasser Abdel Hadi Ibrahim, apontado pelo Ministério Público Estadual como o responsável pela lavagem do dinheiro obtido pela máfia das carteiras. Em diálogo interceptado em 26 de março deste ano, Nasser telefona para Thadeo para parabenizá-lo pela permanência de Marcão, funcionário da prefeitura de Ferraz cedido à Ciretran. “Meus parabéns! Inclusive, o prefeito tá muito feliz”, diz Nasser.
Thadeo tinha consciência da situação que se encontrava a Ciretran de Ferraz: “É um ambiente apodrecido”.
Por fim, o assessor defende a permanência de Marcão: “O Marcão não é um cara milionário, é um trabalhador. Agora, porque o cara tá há 26 anos tem que ser removido como se fosse um objeto?
Se o sujeito tá lá é porque tem capacidade e não faz melhor porque a chefia não cobra.”
Em outra conversa, Nasser e Marcão falam sobre uma suposta “traição” do delegado Juarez Pereira Campos, então chefe da polícia em Ferraz, a uma pessoa identificada como Campos.
“Thadeo virou pra mim e disse: ‘Nasser, vai ser aposentado. Mexeu com vocês…’ Olha o que ele falou para mim: ‘Não vai ajeitar o que você quer? Vai ser aposentado.’
O Thadeo pegou uma raiva dele (Juarez), porque ele ajudou o outro e não ajudou o Campos.”
Nasser repreende Marcão, dizendo que ele errou ao pagar apenas 3% de propina aos chefes e que, por isso, quase tinha sido afastado.
Em carta endereçada ao Procurador-Geral de Justiça, Fernando Grella Vieira, Campos Machado diz acreditar que seu nome “tenha sido usado indevidamente” e pede a “completa apuração do eventual envolvimento” de seu funcionário. Em sua carta de demissão, Thadeo não nega ligação com Nasser e Marcão, mas afasta as suspeitas sobre o parlamentar. “Desculpe-me se lhe trouxe, mesmo sem querer, qualquer constrangimento.”
Em janeiro, escutas mostraram dois dos principais integrantes do esquema – o investigador Aparecido da Silva Santos e a empresária Elaine Gavazzi – conversando sobre um problema que a quadrilha enfrentava na região de São Joaquim da Barra, no interior.
No diálogo, ela relata que carteiras falsificadas haviam sido apreendidas pelo delegado seccional Francisco Renato.
A empresária diz ainda ter ligado para “aquele deputado” que, segundo ela, vai barrar a investigação.
Os promotores querem saber quem é esse deputado.
Outro político citado na Operação Carta Branca é o deputado mineiro Tiago Ulisses (PV).
O nome dele aparece numa conversa entre Miguel Antônio Pereira, dono de três Centros de Formação de Condutores em São Paulo, e um homem identificado como Zezinho de Taubaté.
Suspeita-se que os dois falavam da apreensão de carteiras falsificadas pela máfia em Minas. O deputado disse desconhecer os dois homens e que jamais recebeu pedidos sobre o assunto investigado pela Operação Carta Branca. Colaborou Moacir Assunção.
MILAGRE: CONSELHO VOTA PELA DEMISSÃO DE “CINCO BONS COMPANHEIROS” – SEM DIREITO AO SOBRESTAMENTO 3
Conselho da corporação quer demissão de 2 delegados, 2 investigadores e 1 escrivão por fraudar emissão de carteiras.
Demissão a bem do serviço público.
Essa foi a decisão do Conselho da Polícia Civil sobre o destino dos primeiros cinco policiais acusados de participação na máfia das carteiras nacionais de habilitação (CNHs).
Ela tem por base o relatório do processo administrativo que propôs a demissão dos delegados Juarez Pereira Campos e Fernando José Gomes, do escrivão Ulisses da Silva Leite, além dos investigadores Aparecido da Silva Santos e Johnson Bendito de Paula. Eles respondem em liberdade o processo criminal da Operação Carta Branca, que investigou a suposta venda de CNHs na Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Ferraz de Vasconcelos e em outras 11 cidades de São Paulo.
O conselho é formado pelos 22 diretores de departamentos da polícia.
A decisão tem de ser validada pelo secretário da Segurança, Antônio Ferreira Pinto, no caso dos investigadores, e pelo governador José Serra (PSDB), no caso dos delegados.
O relatório da Corregedoria, de 145 páginas, que recomendou as demissões conclui que foi provada a “existência de organização criminosa responsável pelos crimes de falsidade ideológica na expedição de CNHs, corrupção ativa e passiva, improbidade administrativa e formação de quadrilha”.
O grupo é suspeito de fraudar 200 mil documentos emitidos em São Paulo para motoristas de 8 Estados.
A máfia seria formada por donos e empregados de autoescolas, despachantes, médicos, psicólogos, servidores e policiais.
“As possibilidades lucrativas de todos os partícipes das irregularidades que ali ocorriam diariamente eram de tal forma atrativas que poucos conseguiam resistir ao enriquecimento ilícito”, diz o relatório.
De um lado, havia candidatos a motorista, desejando a expedição rápida de seu documento; do outro, policiais acelerando procedimentos.
O relatório destaca participação de delegados de polícia no suposto esquema. “Eles são peças-chave da organização por impingirem credibilidade às negociações, em virtude de supostos respeito e hierarquia existentes no seio da organização criminosa.”
POLÍCIA PARA CRIMES
O documento diz que “a utilização do prestígio corporativo da instituição policial civil para negociar a prática de atos ilícitos” revela que a organização criminosa transformou a polícia em instrumento para a prática de crimes. O relatório prossegue acusando o delegado Campos, que chefiava a Delegacia de Ferraz de Vasconcelos – hoje aposentado -, de ter participação na fraude de 447 CNHs feitas pela autoescola São Judas, de Mogi das Cruzes. A autoescola pertencia à mulher, Ana Lúcia.
No local, foi achado um dedo de silicone e massa de modelar para fraudar dados de biometria em aulas e exames – os candidatos são obrigados a registrar a digital em aparelho de leitura ótica. Os candidatos não precisavam comparecer às aulas e um mesma digital era usada para centenas de pessoas. Assim, a fraude foi descoberta.
O delegado Gomes chefiou a Ciretran de Ferraz de 2003 a 2008, quando a fraude foi descoberta.
O relatório diz que ele tinha a obrigação de prevenir e reprimir irregularidades, mas se “manteve inerte”. “Facilitou a prática de irregularidades mediante infração do dever funcional. (…) Tal omissão revelou sua faceta de desrespeito aos princípios da administração pública e grave violação aos deveres.”
AGENDA
A Corregedoria destaca ainda o fato de os nomes dos dois delegados terem sido encontrados em suposta lista de pagamentos de propina mantida pelo investigador Santos.
Na casa dele foram apreendidas duas agendas com anotações que indicariam pagamentos.
Só em 2007 foram expedidas 36 mil CNHs pela Ciretran de Ferraz – perdendo em número de emissão só para São Paulo. No primeiro trimestre de 2008, esse número ficou em 9.226. De abril de 2007 a maio de 2008, ocorreram 7.439 exames práticos na Ciretran, mas o órgão expediu 36.939 carteiras. Ninguém soube explicar como quase 30 mil candidatos conseguiram CNHs sem fazer exames. Ao todo 29 pessoas são alvo de ação por causa da máfia das carteiras.
Fonte: Estadão
DELEGADOS: “Eles são peças-chave da organização por impingirem credibilidade às negociações, em virtude de supostos respeito e hierarquia existentes no seio da organização criminosa.” …ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA DO TIPO BANCA DE JORNAL Resposta
Sim, organização criminosa comandada por homem atrás da mesa, o autor de gabinete” ou “autor de escrivaninha” , que possui o DOMÍNIO DA ORGANIZAÇÃO; que se vale da FUNGIBILIDADE, ou seja substititulidade ilimitada dos autores imediatos, que garante ao homem de trás a execução do fato e lhe permite dominar os acontecimentos. ( de se conferir AUTORIA MEDIATA POR MEIO DO DOMÍNIO DA ORGANIZAÇÃO ).
Em linhas gerais: se “A” não quer “anotar as gorjetas”, ‘B”, “C”, ou “D”, executarão a tarefa.
Os autores de gabinete não dominam a execução de cada um dos milhares de crimes patricados.
Dominam a empresa criminosa, seus objetivos, seus diversos membros e a consecução do resultado: GRANDES SOMAS EM DINHEIRO.
E para tal, além de dominarem a fungibilidade, dominam matematicamente a potencialidade de arrecadação por parte dos subordinados.
E dominam os resultados não por quantias oferecidas, mas pela matemática dos atos e documentos expedidos naquele órgão de trânsito.
É mais fácil do que gerenciar uma banca que vende apenas dois jornais, exemplo: Jornal CNH e Jornal CRLV.
Uma banca de jornais que nunca encalham.
APENAS ANOTAVA GORJETAS Resposta
Investigador afirmou que apenas ‘anotava gorjetas’
O investigador Aparecido da Silva Santos, encarregado de expedir CNHs na Ciretran de Ferraz de Vasconcelos, negou que os lançamentos com nomes e valores anotados em suas agendas fossem a contabilidade da propina arrecadada pela máfia. Em depoimento à Corregedoria da Polícia Civil, Cido afirmou que registrava as “gorjetas ou gratificações” que recebia dos candidatos e frisou que “jamais solicitou ou exigiu qualquer importância indevida para fazer ou deixar de fazer qualquer coisa naquela Ciretran”.
Ele disse não se lembrar do teor dos diálogos interceptados, em que apareceu tratando sobre a concessão de CNH para um analfabeto e um deficiente físico, pois falava muito ao telefone. As investigações revelaram que as carteiras de habilitação eram vendidas a preços que variavam de R$ 750 a R$ 1.800.
O escrivão Ulisses da Silva Leite, outro acusado, disse desconhecer como a Ciretran inseriu 1.956 declarações falsas no sistema de emissão de CNHs. O investigador Johnson Benedito de Paula afirmou que soube pela imprensa que seu nome constava da agenda de Cido e negou receber propina.
http://txt.jt.com.br/editorias/2009/12/30/ger-1.94.4.20091230.12.1.xml
DESEMBARGADORES QUEREM ISONOMIA ATÉ NA SEGURANÇA : “Quadrilhas criminosas aprontam. Um dia assaltaram minha mulher na porta de casa, levaram meu carro zero e minhas roupas.” 2
Proteção
TJ-SP garante segurança pessoal para ex-integrantes do conselho
Estão entre os beneficiados desembargadores ativos e inativos
29/12/09 às 20:12 | Agência Estado
Provimento 1721/2009, um dos atos derradeiros da gestão do desembargador Roberto Antônio Vallim Bellocchi na presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo, assegura proteção permanente de dois seguranças militares a ex-integrantes do Conselho Superior da Magistratura. Estão entre os beneficiados desembargadores ativos e inativos. A medida é extensiva a seus familiares “durante as 24 horas do dia, até o término do biênio subsequente ao do mandato exercido”. A todos é facultada a “disposição de agente de segurança e viatura fixos”.
O provimento, de 10 de novembro, “dispõe sobre a manutenção de seguranças aos membros do conselho, depois de findos os seus mandatos”. Entrou em vigor na data da publicação no Diário Oficial, antevéspera do Natal, 23 de dezembro.
São duas as justificativas para a escolta especial aos magistrados. Uma delas considera que “os integrantes do conselho, ao término de seus mandatos, ainda dispõem de informações que, se conhecidas por terceiros, poderão influenciar na atuação dos sucessores.” A outra destaca para “a necessidade de preservação da integridade física dos membros do conselho que deixam o exercício de seus mandatos”.
A vigilância, diz o parágrafo único, “poderá ser reduzida ou dispensada a critério de cada um dos ex-integrantes do conselho” O provimento invoca “analogia com outros poderes”. O conselho é atualmente constituído pelo presidente do TJ, pelo corregedor-geral e pelo vice-presidente. A partir de janeiro serão integrados os presidentes das três seções do tribunal – Direito Público, Privado e Criminal. No dia 4 toma posse o novo presidente da corte, desembargador Antonio Carlos Viana Santos, que substitui Bellocchi.
O conselho tem funções administrativas. Decide sobre quadros de pessoal, gestão e planejamento. A assessoria da presidência do TJ informou que quem se beneficia da medida são “os que estão deixando seus cargos no final deste ano e não permanecerão no conselho”. Segundo a assessoria, “carros à disposição os desembargadores já dispõem”. O custo da guarda “é de competência da Polícia Militar e do Executivo”.
O desembargador Nélson Calandra, 30 anos na magistratura paulista, não vê privilégios. “É coisa hipotética, a maioria não usa, não gosta. O provimento é norma meramente programática e abstrata porque depende de solicitação e a maioria não solicita. Ninguém gosta de andar escoltado, é sempre um transtorno. Temos que admitir que muita gente é ameaçada, especialmente magistrados da sessão criminal. Mas tem que ter efetivo policial E não tem. Muitas vezes somos ameaçados em razão do cargo. Eu mesmo já fui ameaçado, denúncias anônimas. Quadrilhas criminosas aprontam. Um dia assaltaram minha mulher na porta de casa, levaram meu carro zero e minhas roupas.”
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O custo da guarda “é de competência da Polícia Militar e do Executivo”?
Não Excelência, o custo dessa guarda é SOCIAL?
Outra coisa que o Desembargador não diz: OS MAGISTRADOS ALÉM DE TRATAREM OFICIAIS E PRAÇAS COMO SERVIÇAIS , ESCOLHEM O CORPO SE SEGURANÇA.
A GUARDA PRETORIANA (O FILME ).
– Coronel, aqui é o Comandande Joaquim…
Olha, o Capitão Manoel é casado e tem dois filhos ; necessito de um Oficial que fique na edícula da minha mansão lá na Riviera por todo o verão…Tem o Tenente José que é filho de um Juiz amigo meu, o rapaz seria mais eclético para o serviço, pois é solteiro…
– Coronel, Exª mas eu não posso colocar um Tenente no lugar do Capitão…e veja bem Exª o Capitão é pobre e necessita do adicional do Judiciário…não pega bem, Exª!
-Magistrado, pô Coronel o senhor não me negaria esse pedido, né?
( o Coronel pensa…caralho, ou troco o Capitão, ou essa bicha me troca )
Dias depois no quartel de abrantes: Coronel convoca o Capitão…sorrindo; com grande alegria diz: Capitão o Senhor será promovido e assim foi incluído no curso de especialização …
Mas fique tranquilo, o seu posto aqui está garantido.
O impassível Capitão: obrigado, Senhor! ( não diz, mas pensa: fdp ).
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ATENÇÃO:
O DIÁLOGO , ACONTECIMENTOS E PERSONAGENS ACIMA É FICTÍCIO…
QUALQUER SEMELHANÇA COM FATOS REAIS SERÁ MERA COINCIDÊNCIA!
É NESTA POLICIA RODOVIÁRIA QUE EU DEVO SUSTENTAR A MINHA SEGURANÇA E CONFIANÇA? 75
Hoje, dia 29 de dezembro de 2009, saí de Porangaba com destino a Viracopos. Eram 4:30 da manhã. Depois de 15 dias em contato com minha filha, estava nos últimos instantes de compartir a alegria de estar em família, dentro do espírito natalino.
No carro iam Janaína, minha ex-mulher, e atrás minha filha Mariah. O carro (uma Doblô) estava repleto de malas e principalmente dos presentes de Natal que, com a graça de Deus, pude dar a minha filha.
Fomos parados no pedágio de Porangaba pelo policial Aderson (pronuncia-se Áderson)e ao identificar-me ocorreu que para minha surpresa, minha habilitação estava vencida há 54 dias.
Até aí tudo bem, pois minha ex-mulher estava com habilitação em dia. Bastava que o policial me autuasse e poderia seguir viagem. Mas o mesmo parecia realmente imbuído de impedir nosso percurso. Já com milha filha de 7 anos preocupada, mandou abrir as malas, observou todo o carro e percebeu que a luz do farol dianteiro esquerdo estava mais fraca que a do direito, isto em farol baixo. NÃO ESTAVA APAGADA. Moro em um sítio e faço estrada de terra. Algum mal contato poderia haver causado isto. MEU CARRO É DO ANO 2009!!!
A busca incessante por uma falha continuava e ao ligar para o sistema exclusivo da policia, percebeu que havia o não pagamento de uma taxa. Fiquei muito assustado, e desconhecia o fato pois tenho despachante em SP. Eram 4:30 da manhã e não havia como contactar meu despachante em SP.
Apesar de meus apelos e mesmo súplicas, o policial não hesitou em deixar minha pequena família na estrada e solicitar o guincho para rebocar meu carro até Itu.
Com certeza sou ciente de minhas falhas, muito porque ao fazer mudança no mes de novembro e dezembro, perdi a atenção com estes detalhes. (Ao ligar para o despachante às 8:30, ele me informaou haver cometido uma falha e não haver pago o DPVAT, pagou apenas o IPVA).
Sou médico, pago minhas contas em dia, tenho documentos em ordem, apenas houve um atraso (CNH), apenas houve um engano (DPVAT), apenas uma lampada se soltou.
Isto é motivo para deixar uma família, a caminho do aeroporto, na estrada, sem opcões, às 5 damanhã?
É sob o judice de policiais como Aderson, que criam um mundo imaginãrio onde só a perfeição existe, que estarei sujeito ao andar pelas estradas?
Em havendo meu entendimento das falhas e concordância na correção delas, existe algum motivo que justifique uma criança de 7 anos ficar na estrada, com seus presentinhos de Natal?
Desta maneira terminaram as férias de minha filha, com um policial, com os atributos de sua profissão, causando uma humilhação digna de uma família de judeus frente ao soldado alemão. (Eles também estavam agindo dentro da lei)
Estou consternado, humilhado e ASSUSTADO. Esta é a nossa policia rodoviária? É nestes casos que a polícia deve estar rígida e implacável, como na atitude do policial Aderson?
Tenho MEDO de andar nas estradas, pagando todos os impostos, pagando mais de R$ 500 reais ao mes de pedágio. A qualquer momento posso ser parado, e caso uma pequena irregularidade ocorra, posso perder meu carro e ter na rua os seus ocupantes.
A policia rodoviária deve ter muito trabalho, com tanto contrabando, com tantas drogas. Seria eu o alvo correto desta arbitrariedade? Eu que sou contribuinte, sou pagante, tenho bom carro e dirijo com cuidado?
Seria minha filha Mariah, de 7 anos, a caminho do aeroporto e sua mãe, as pessoas corretas para a execução precisa do cumprimento da lei?
Irei até Itu, pagarei os R$ 93, (R$ 93,!!!!) que faltam e todas as outras multas e taxas para liberar meu carro.
Mas a pergunta fica. É NESTA POLICIA RODOVIÁRIA QUE EU DEVO SUSTENTAR A MINHA SEGURANÇA E CONFIANÇA?
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Salvo modificações na legislação de trânsito, aliás, alteradas da noite para o dia, apenas dois documentos são exigidos pelo Código: Certificado de Licenciamento Anual e Carteira Nacional de Habilitação (ou Permissão para Dirigir).
A circulação de veículo de passeio depende só do licenciamento vigente no exercício de 2009; IPVA é assunto tributário e não policial.
O não pagamento do seguro obrigatório , em caso de acidentes, importará em cobrança judicial dos valores pagos pelo sistema nacional de resseguros a terceiros. Para tal recebimento vale a identificação do veículo(s) e vítimas em cópia de documento policial: BO ou relatório do Delegado; laudo do IML para prova da natureza e extenção dos danos que serão cobertos: ferimentos, invalidez ou morte.
O prêmio de seguro é devido em razão de acidente; não está condicionado a prévia quitação da cota pelo proprietário.
E o pagamento do IPVA, DPVAT e multas é conferido pelo sistema no momento da emissão do CLA – certificado de licenciamento anual. Débitos pendentes impedem a expedição do licenciamento.
Assim não cabe ao policial fazer consulta ao sistema sobre dívidas pendentes.
Só falta agora o cidadão ser obrigado a circular com o carnê de financiamento; provando que paga ao banqueiro.
RESSALVANDO: salvo alterações dos regulamentos de trânsito, há anos – e este Estado foi o pioneiro em buscar a alteração do porte obrigatório dos comprovantes de pagamento de IPVA e DPVAT – o condutor de veículo de passeio deve portar a CNH e o original do CLA.
Consignando que: não dirijo há anos; não renovo CNH há anos. Nem quero!
DA ABERTURA DAS MALAS: O policial deve ter fundada suspeita para determinar a abertura das malas de bagagens pessoais, ou seja, pelas condições do local, hora e comportamento do cidadão, vislumbrar eventual transporte de armas, drogas ou de outros objetos de crime.
Conforme a narrativa acima não parecia ser caso para tal.
De qualquer modo, em situações assim melhor calar e buscar providências posteriores…
Não vale a pena dizer o que se tem vontade: *&#@!!!
PROCEDIMENTO DE RETRATO FALADO DA POLÍCIA CIVIL 12
29/12/2009 – 07h00
Retratistas transformam lembranças traumáticas em pistas para prender criminosos
Do UOL Notícias
Em São Paulo
Veja como se monta um retrato falado
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/12/29/ult5772u6711.jhtm
Como ele mesmo explica, saber conversar com as vítimas é crucial para o sucesso da investigação policial. “Oitenta por cento é psicologia pura”, argumenta.
É com essa estratégia que ele atende mais de 40 casos por mês vindos de todo o Estado, em sua maioria ocorrências que envolvem ações bárbaras, como estupros e tentativas de homicídio. “Nosso maior objetivo é se infiltrar na mente da pessoa. É achar uma brecha para, sem desrespeito, começar a puxar a história, unindo recordações”, afirma.
Na sala em que são feitos os desenhos, a dinâmica é pensada com zelo. “Não é interrogatório. Ela fica do nosso lado, nos ajudando, conversando”, diz. No momento desse diálogo, ninguém está com distintivo, por exemplo. Nesse ambiente mais descontraído, as informações tendem a fluir mais.
“No bate-papo, não é raro ouvirmos alguma coisa que não foi dita na delegacia. Outro dia, uma menina revelou a placa de um carro. Questionei o motivo para que esse dado importante não tivesse sido dito antes. Ela disse que, com o nervosismo, tinha esquecido de contar.”
Por mais eficiente que seja a abordagem, no entanto, alguns detalhes devem ser notados. No caso das crianças estupradas, por exemplo, atitudes que encantariam os pequenos podem decretar o fim de qualquer tentativa de montar o rosto de um suspeito.
“Todo mundo sempre pensa em dar uma bala, um doce, para fazer a criança se sentir melhor. Mas temos que ter em mente que o criminoso pode ter usado o mesmo método para seduzi-la. Nesse caso, poderia gerar uma situação mais delicada ainda, inclusive travando qualquer informação importante”, conta.
Banco de faces
Sidney é um veterano do departamento. Entrou com menos de 18 anos na Polícia Civil, ajudando os peritos que, aos poucos, foram percebendo a vocação do jovem. A maioria dos retratos dos grandes crimes paulistas teve seu dedo. “Maníaco do parque, do canivete, da calcinha, do ácido…”, enumera.
Participou também da evolução da área, desenhando com lápis e caneta, sem estrutura. Hoje, trabalha apenas com computadores. “Não tem comparação com o retrato feito a mão. Identificamos 70% dos rostos que produzimos e, pelas estatísticas, 25% do total dos crimes é esclarecido também com nossa ajuda”, explica.
Ele chefia uma equipe de cinco pessoas, todos policias que, por vontade e familiaridade com as artes gráficas, acabaram transferidos para fazer retratos falados. Esses especialistas usam programas de edição de imagens para criar feições. Na tarefa, usam um banco de dados com centenas de referências reais, obtidas com presidiários e voluntários. Com esses “chassis”, vão sendo adicionados olhos, orelhas, sobrancelhas e acessórios, como bonés – também todos reais, fotografados pelas autoridades.
A proposta, diz Sidney, não é chegar ao perfil exato do criminoso. “A perfeição não é nossa meta. Queremos destacar as características mais marcantes. Podemos não acertar tanto no cabelo, mas um queixo bem feito com um olhar similar ao do bandido podem decidir uma investigação”, diz. “A ideia é reduzir o universo de suspeitos. Em um bairro, em uma região, são poucas as pessoas que cabem naquele rosto. Ou seja, a polícia pode ir descartando muita gente”, ensina.
BLOG DO RAUL: Mais programas de aceleração da campanha ? 2
Está disponível um novo artigo no Blog do Raul:
Mais programas de aceleração da campanha ?
O balanço do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento (sic) indica que
das cerca de 12.500 obras anunciadas pelo atual governo federal, 1.530 foram
concluídas. Pouco mais de 10%. Isso é uma demonstração de que falta
gerência ao lulopetismo e essa é justamente a qualidade que os seus
marqueteiros querem emplacar na candidata do PT, Dilma […]
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O CASO DO INVESTIGADOR AUGUSTO PENA NO BLOG DO IMBROGLIONE 6
| Investigador pode contar tudo o que sabe de colegas corruptos … de Imbroglione Antes havia passado pelo Denarc, Suzano e Deic. Digo tudo isso para dizer outra coisa: Pena passou o Natal fora da cadeia remoendo o que lhe aconteceu no cárcere. Foi muito útil ao esquema. Depois da prisão foi descartado. Recebeu visitas poderosas quando estava no … A degravação, que virou documento em investigação, narra em detalhes os principais esquemas de corrupção da Polícia e até o Poder Judiciário de São Paulo é citado de maneira embaraçosa no depoimento. … Blog do Imbroglione – http://blogdoimbroglione.wordpress.com/ |
Parece que há tem muito polícia com as barbas de molho, com medo do investigador Pena.
Togados também.
Alguém já ouviu falar do tal bar do Totonho citado no depoimento?
“O advogado da padaria ficou de apresentar os funcionários nos próximos dias. Estamos aguardando.” ANO QUE VEM AS TESTEMUNHAS SE APRESENTARÃO ORIENTADAS PELO A DVOGADO DO PATRÃO A VITIMIZAR O HOMICIDA 17
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009, 23:20 | Online
Inquérito sobre morte de empresário começa atrasado
JOSMAR JOZINO (COLABOROU ELVIS PEREIRA) – Agencia Estado
SÃO PAULO – A Polícia Civil começou a investigar ontem o assassinato do empresário Dácio Múcio de Souza Júnior, de 29 anos, morto à facada às 5h de domingo na porta da padaria Dona Deôla, em Higienópolis, no centro. Nas primeiras 24 horas após o crime, a equipe do 77º DP (Santa Cecília) só havia registrado o boletim de ocorrência. Nenhum investigador saiu da delegacia para procurar o suspeito Eduardo Soares Pompeu, de 47 anos.
Segundo o delegado titular do 77º DP, Luciano Augusto Pires Filho, as investigações começaram ontem. “Iniciamos a checagem dos supostos endereços dele na manhã desta segunda-feira. Não encontramos nada. Vocês da imprensa ficam procurando respostas que ainda não temos”, afirmou. Pires disse que Pompeu é paulista e mora na zona oeste. Indagado se o bairro é Perus, não confirmou nem desmentiu.
O delegado afirmou que até ontem não tinha ouvido em inquérito nenhuma testemunha do crime: o garçom S.P.S., de 24 anos, a operadora V.R.A, de 20, e a supervisora A.M.S, de 34, empregados da Dona Deôla, e a estudante Nathália Curti de Souza, de 20 anos, irmã da vítima. “O advogado da padaria ficou de apresentar os funcionários nos próximos dias. Estamos aguardando.” Pires disse ainda que não tinha recebido da padaria ou de prédios da vizinhança fitas do circuito de TV com imagens que possam ajudar na investigação.
Souza Júnior foi assassinado com facada no abdome após discutir com Pompeu na padaria. Na madrugada do dia 22, Nathália e seis amigas estiveram na Dona Deôla e teriam sido ofendidas pelo suspeito, incomodado com o volume da conversa do grupo. “Estávamos em sete. E mulheres juntas falam alto e dão risadas. O segurança não gostou e nos ofendeu”, disse Nathália no velório do irmão, no domingo. Ela estava com Souza Júnior no dia do crime e viu a vítima caída no chão.
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Contarão com riqueza de detalhes como foi que o morto fez “a maior confusão” na padaria; quando perguntadas sobre em que momento e como foram desferidas as facadas, dirão: “doutor nessa parte um freguês me chamou e virei de costas para atender…não deu pra ver”.
Livro Denuncia Crime e Covardia na PM de MINAS GERAIS !!! 1
DR. GUERRA:
PROBLEMA ANTIGO NO SENADO BRASILEIRO NÃO É A FATURA DA REPROGRAFIA…É O FATURAMENTO COM A RAPINOGRAFIA…PAGA-SE R$ 0,30 POR XEROX, DESDE QUE O CONTRATADO REPASSE R$ 0,20 3
Contrato de emergência do Senado vai reduzir em 60% os custos com o serviço de xerox
Ricardo Brito
Publicação: 27/12/2009 09:19 Atualização: 27/12/2009 09:26
O primeiro-secretário da Casa, Heráclito Fortes (DEM-PI), autorizou há duas semanas que o Senado contrate, em caráter emergencial, uma empresa para a prestação do serviço. Impôs como condição que a contratada ganhe, no máximo, R$ 800 mil durante 180 dias — a atual consome R$ 1,3 milhão no mesmo período (veja tabela com os gastos atuais). Para cumprir a meta, o Senado pretende devolver 120 das cerca de 200 máquinas usadas hoje em dia e vai, temporariamente, criar pontos para prestação de serviços de cópias e xerox em setores onde haja mais demanda. O plano está a cargo da Diretoria-Geral e da Secretaria Especial de Editoração e Publicações.
Atualmente, o descaso com esse tipo de serviço é total. Há gabinetes de senadores com até seis máquinas de impressão, sendo que algumas delas estão paradas por falta de uso. Há casos de máquinas ociosas que realizam cópias coloridas ociosas. Nos custos do contrato, estão incluídas as despesas com aluguel e com as cópias e reproduções feitas — o Senado paga R$ 0,30 por impressão. Nas principais lojas de xerox em Brasília, uma cópia preto e branco custa, sem levar em conta o volume de impressões, R$ 0,10 cada uma e a colorida, R$ 1,00. Técnicos do Senado buscam reduzir, pela metade, o valor gasto por impressão.
Problema antigo
Em setembro passado, o Correio revelou que uma comissão técnica da Casa constatou a ausência de qualquer projeto básico para a alocação das cerca de 200 máquinas do contrato. Esse foi o último dos 34 contratos de prestação analisados pela Primeira-Secretaria desde fevereiro, quando se iniciou uma varredura sobre os serviços prestados no Senado. A expectativa da Primeira-Secretaria é de que, em abril, uma licitação definitiva seja realizada para xerografia e fotocópia, com drástica redução dos gastos.
A comissão técnica que auditou o contrato atual em setembro propôs a criação de dois grandes núcleos de reprografia, em vez de deixar a cargo dos setores do Senado a fiscalização sobre o uso dos equipamentos. Segundo as recomendações da equipe, os gabinetes dos parlamentares, a Secretaria-Geral da Mesa e a Direção-Geral continuariam livres para usar as máquinas como bem entendessem. Mas haveria determinado número de equipamentos nesses lugares. Foi também sugerida a divulgação, no Portal da Transparência do Senado, do número de impressões por setor.
Contudo, Heráclito Fortes vai esperar as conclusões de outro grupo técnico criado por ato dele em outubro para decidir qual modelo de serviço será adotado: continuar o aluguel ou comprar as máquinas, entre outras opções. A reportagem não conseguiu localizá-lo pelo telefone. “É preciso ter eficiência, transparência e legalidade nos gastos”, afirmou o senador João Pedro (PT-AM). “Temos que combater todos os abusos.”
Fatura



