18/01/2010 at 15:06 – REPORTER AÇO
A Gloriosa está atenta.
Fonte: Vi o mundo, Azenha.
Você escreve PM paulista foi ao ato em defesa do PNDH III Atualizado em 18 de janeiro de 2010 às 13:59 | Publicado em 18 de janeiro de 2010 às 13:34 Companheiros, Curiosamente, a polícia também apareceu nos atos de São Paulo. Isso parece coisa organizada. Acabei de mandar a cobertura do nosso ato pelo http://www.cloacanews em outro e-mail (só agora abri este), no auditório Vladimir Herzog, no Sindicato dos Jornalistas. Vejam a polícia lá, nas fotos, intimidando. Foi uma coisa meio louca, aparentemente rápida – depois soubemos que eles estavam no corredor do Sindicato há bastante tempo e ficaram ligando pelo celular (ou gravando, ou sei lá). Muita gente viu, achou estranho, mas só depois nos contou. Quando dois PMs entraram no auditório – invadindo mesmo – foram direto para um canto pequeno, onde fica o banheiro feminino. Corremos atrás, fotografamos e eles deram desculpas como “estamos procurando um amigo”. Que amigo? Ficaram loucos? Eu estava na mesa, mas saí, fui atrás deles e um me disse: “só queremos participar da cerimônia”. Respondi-lhe: “Então sente aí”. Eles estavam meio agressivos, meio idiotas. Mas acabaram saíndo e a repórter Lucia Rodrigues, da Caros Amigos, foi atrás. Lucia contou que, na calçada, apareceu um tenente muito grosso e lhe disse estar cumprindo ordens, mas não disse de quem. Hoje liguei para a Ouvidoria das Polícias – o ouvidor, nosso companheiro Luiz Gonzaga Dantas, estava no ato e, curiosamente, a polícia só entrou depois que ele foi embora. Segunda-feira vamos prosseguir com o caso na Corregedoria da PM e no Ministério Público. Vamos levar também a questão do Rio, para mostrar que não, não estamos vendo velhos fantasmas. Na avenida Paulista, ao meio-dia, a PM interpelou nossos companheiros por duas vezes. E à tarde um sargento da PM esteve no Sindicato pra saber se faríamos o ato na rua – pois eles teriam de ser comunicados. Esclarecemos que não, que era interno. No fim, o André Freire, que é o secretário-geral, de-lhe um cartão de visitas. Pois não é que o sagento pediu o RG dele? Depois ele olhou o auditório e foi embora. Isso aconteceu mais ou menos às seis da tarde. O ato estava marcado para as sete. Com essa notícia do Rio, penso que é coisa organizada. Vamos investigar isso já – e publicar. Um beijo. Rose Nogueira Nota do Viomundo: No Rio de Janeiro, houve ameaça de bomba durante exibição de filme sobre Carlos Marighella, de Silvio Tendler, em encontro no qual se debateu a Comissão da Verdade a ser convocada pelo governo Lula e o PNDH III.


PEGA UM, PEGA GERAL O ‘Caveirão’ do Bope do Rio de Janeiro