FLAGRANTE CARREGADO DE PARCIALIDADE…DELEGADO DE POLÍCIA NÃO DÁ VOZ DE PRISÃO POR INDÍCIOS…O DELEGADO SUBSCRITOR NÃO ESTÁ SUFICIENTEMENTE PREPARADO PARA FUNÇÕES “NA CASA CENSORA”, POIS PRENDEU A VÍTIMA POR “EXCESSO” E SOLTOU O LADRÃO COMO AUTOR DE DISPAROS EM LEGÍTIMA DEFESA…POR ISSO EU GANHO APENAS R$ 8.000,00; EM VEZ DE MERECIDAMENTE R$ 25.000,00 51

20/01/2010 at 15:09    (colaboração: VERDADE )

REF. B.O. 13/2010 – FLAGRANTE – HOMICÍDIO SIMPLES CONSUMADO

OCORRÊNCIA: 19/01/2010 – 2H00
COMUNICAÇÃO: 19/01/2010 – 4H06

indiciado:
– ALDO ALESSANDRO PIRES – RE. 966397-5 – Policial Militar
1ª CIA do 48º BPM/M

Vítima:
– ALESSANDRO CUNHA – RG. 23.147.245 – Policial Civil

Armas apreendidas:
– Espingarda calibre 12 – nº E 50955-08
– Pistola calibre 45 – nº sbt02000 (Polícia Militar)
– Pistola Calibre 45 – nº 39537 (Polícia Civil)

Condutor:
– DORI EDSON DE OLIVEIRA – RE 114416-2 -Policia Militar
1ª CIA do 48º BPM/M

Testemunhas;
– SANDRO DE MELO COSTA – RG 35.712.099 – Vigilante
– LUIS PAULO CASSEANO DE OLIVEIRA – RG 25.794.757 – Motorista
– EUNIVALDO BRITO DOS SANTOS – RG 14.008.175 – Pol. Militar

Em atenção à Portaria DGP 23/07, comunico a lavratura do B.O.em referência, cujo histórico, devido à complexidade dos fatos, transmito na íntegra:
Presente nesta especializada o condutor, Policial Militar acima qualificado, noticiando que na data dos fatos, por volta da 1:00 hora, encontrava-se em Patrulhamento rotineiro, nas proximidades da Cia. da Polícia Militar em que está lotado, quando teve sua atenção despertada por estampidos característicos de disparos de arma de fogo, em um Auto Posto de gasolina localizado ao lado da Cia. na qual é lotado, situada no local dos fatos. Avistou, então, correndo em direção à Cia. o P.M. Cabo ALDO ALESSANDRO PIRES, ora qualificado como Indiciado, sendo que ao dirigir-se ao local dos fatos deparou-se com o individuo alvejado caido no chão, posteriormente identificado como a vítima Alessandro Cunha,Carcereiro Policial, e um outro, este a testemunha Luiz Paulo Casseano de Oliveira, que afirmava que aquele indivíduo ferido era seu irmão. Diante da situação o miliciano entrevistou esse indivíduo,que por sua vez lhe relatou que seu “irmão” era policial civil e avistou o indivíduo trajando roupas civis, no interior do estabelecimento comercial, e percebeu que portava arma de fogo, razão pela qual Alessandro desembarcou do automóvel Fiat Palio Weekend (veículo particular e ostentando Placas originais),portando a espingarda Cal.12(particular, registrada ) e a Pistola .45 (carga do Estado), no intuito de abordá-lo, sendo alvejado por diversos tiros,que partiram do ora indiciado, disparos estes que inclusive foram em sua direção, razão pela qual houve troca de tiros. Todavia o P.M. alega que se encontrava no AutoPosto quando visualizou quatro individuos,tendo um deles,no caso a vítima se aproximado empunhando uma arma de fogo,,alega que escutou o mesmo gritando “vai,vai,vai”e posicionou-se por achar que estava ocorrendo um roubo contra o Auto Posto, porém afirmou que Alessandro efetuou disparos em sua direção, motivo pelo qual reagiu,havendo a troca de tiros,sendo que um segundo indivíduo também tentou alvejá-lo, sendo que um dos disparos o atingiu no dedo mínimo. As testemunhas, funcionário (frentista) e um vigilante informam que de fato encontravam-se no posto sendo que o P.M.ali chegou e então após atenderem um casal, de fato, a vítima aproximou-se dali gritando “mão na cabeça”, sendo que houve troca de tiros,não mencionado que não conseguiram visualizar quem teria começado a atirar,uma vez que correram para o interior do banheiro do estabelecimento, porém minutos depois quando a situação acalmou-se,perceberam que havia viaturas da P.M. ali, um indivíduo baleado caido e outro detido pelos milicianos. A vítima atingida foi socorrida ao Hosp. Tide Setúbal, porém não resistiu aos ferimentos provocados por oito disparos e faleceu durante a lavratura do B.O.
A testeunha Luiz Paulo alegou que estava dirigindo o veículo Palio Weekend, em companhia de Alessandro,quando este percebeu um indivíduo em trajes civis, portando uma arma na cintura,no interior de um Posto de gasolina,decidindo retornar e abordá-lo, que Alessandro desembarcou sozinho do veículo e foi ao encontro do indivíduo armado,posteriormente identificado como sendo o indiciado,que Alessandro estava portando um Distintivo pendurado no peito,,bem como estava empunhando uma carabina Cal.12, de sua propriedade,e aida uma pistola de propriedade da pol. Civil,e teria abordado suspeito dizendo “polícia,mãos na cabeça”ocasião que escutou diversos disparos de fogo, que atingiram Alessandro, bem como foram em sua direção,ato contínuo chegou a empunhar a espingarda de Alesandro, que estava caído no chão,e efetuar um ou dois disparos. Foi solicitada perícia para o local dos fatos (mensagem 1013) e carro de cadáver (mensagem 1014) para o Hospital Tide Setubal, bem como exame de dosagem alcoolica para o Indiciado.Diante dos fatos acima mencionados, esta Autoridade verificou, nos depoimentos das testemunhas relacionadas, que em momento algum o Policial Civil anunciou roubo, ou exigiu a entrega de qualquer valor, levando a crer que o Indiciado, Policial Militar, precipitou-se ao desferir os tiros que vitimaram o Policial Civil Alessandro. Ademais, levou-se em consideração o fato de Alessandro ter sido alvejado por oito projeteis, o que, em tese, configura excesso na ação do Indiciado. Registre-se, ainda, que o Policial Militar aparentava ter ingerido bebida alcoolica, fato este confirmado pelo frentista, testemunha dos fatos e negado pelo miliciano, que restou conduzido ao IML para realizar exame de dosagem alcoolica, e que se negou a fornecer sangue para tanto. Importante salientar que os fatos foram comunicados a esta Casa Censora com duas horas de atraso, havendo inclusive, alteração por parte da Policia Militar no palco dos acontecimentos, eis que os milicianos procederam a busca no interior do veículo ocupado por Alessandro, bem como recolheram as armas do confronto e documentos, sem que houvesse qualquer tipo de autorização de Autoridade Policial para tanto, tendo, inclusive, orientado o Indiciado a trocar de camiseta, o que de fato se verificou, e inclusive foi admitido pelo Indiciado em seu interrogatório. Destarte, Luis Paulo Casseano de Oliviera, que a princípio foi apresentado nesta Casa Censora como sendo partícipe do crime de roubo, sendo inclusive apresentado a imprensa dessa forma, antes mesmo da apresentação da ocorrência, foi considerado testemunha do presente feito, pois, conforme restou apurado, permaneceu no veículo, enquanto Alessandro efetuava uma abordagem para verificar um indivíduo armado no interior do estabelecimento. Da mesma forma, entendeu-se que Casseano agiu em legítima defesa ao efetuar um ou dois disparos, com a arma utilizada pelo Policial Civil Alessandro, que havia sido alvejado e estava caído no chão, visando defender-se, vez que encontrava-se na iminência de agressão injusta perpetrada contra sua pessoa. Em observação a papeleta médica verificou-se excessiva morosidadae quando do socorro do Policial Civil Alessandro, que ingressou no Pronto Socorro por volta das 02h30, tendo, inclusive, a informação que os Policiais Militares que socorreram pararam para abastecer a viatura antes de prestarem socorro. O Indiciado, por seu turno, apresentou um pequeno ferimento no dedo minimo da mão direita, alegando que teria sido alvejado no confronto, sendo socorrido ao Pronto Socorro, tão somente ás 02H50, após ser “autorizado” para tanto por um superior hierárquico. Pelos indícios acima expostos, este subscritor deu voz de prisão ao Policial Militar Aldo Alessandro Pires, pela prática do delito previsto no art. 121, caput, do CP, o qual foi conduzido ao Presidio Romão Gomes, onde permanecerá à disposição da Justiça. Acionou-se a Corregedoria da Polícia Militar que acompanhou o deslinde da ocorrência. Realizou-se as comunicações de praxe.

_________________________________

Não houve prisão em flagrante, o policial –  segundo o relato que até que se prove o contrário merece crédito  –   diretamente do posto de gasolina se apresentou na Ciª da PM.  Equivalendo a apresentação espontânea,  indicativo de quem não busca escapar às responsabilidades.

Verifica-se que a vítima, em veículo particular, precipitou-se a agir ao suspeitar de um homem armado no interior do posto. Expondo o irmão( embora sobrenome diverso ) a eventual confronto armado. Quando, por cautela,  deveria solicitar o comparecimento de viaturas ao local.

Deixou o  interior do veículo e ordenou “mão na cabeça”, portava uma pistola e uma calibre 12 ; recebeu 8 tiros.

Com efeito, Polícia não usa o bordão: “Polícia, mão na cabeça!”. Ladrão não  diz: ” Ladrão,  é um assalto!”.

“Abordagem” com as duas mãos ocupadas?

Numa a 45; noutra com a 12. Assim só poderia tomar 8 tiros.

Aliás, poderia ter tomado uns 15.

Depois um suposto irmão, a vítima caìda,  desce do carro e toma da calibre 12, em legítima defesa desferindo “um ou  dois” disparos contra o “CABO “.  Aqui a passagem mais nebulosa.  Mas não quero conjecturar sobre distância, quantidade de munição trazida pelo PM, etc.  

Por outro aspecto – NEGATIVO, aliás –  a PM , prontamente, correu para anunciar o roubo cometido pelo carcereiro em concurso com o irmão.

Ou seja, sem levar em conta maiores considerações.

Mas  MILICIANO  é termo pejorativo. Não aceito ser chamado de “bel”; assim há muito tempo suprimi a denominação miliciano do meu vocabulário profissional.

Com efeito, Delegado PODE dar “VOZ DE PRISÃO”   –   aliás fórmula não existente no ordenamento jurídico brasileiro –  quanto a infração  for praticada na sua presença ou contra si no exercício das funções; conforme o art. 307 do Código de Processo Penal. 

Voz de prisão é a coisa mais ridícula do jargão policial. Constante, apenas no art. 307 do CPP, mas cultuada como se fora um instituto processual. 

Aliás, “deu voz de prisão” e nomeou CONDUTOR AD HOC ?

Se apurou depois de oitivas e interrogatório : NÃO VIU…NÃO POSSUI CERTEZA VISUAL DO CRIME; NÃO PODE PRENDER POR ÍNTIMA CONVICÇÃO;

Usa dois pesos e duas medidas: PARA O PM COM MUITO ESFORÇO VISLUMBRA HOMICÍDIO SIMPLES…

PARA O IRMÃO DA VÍTIMA  –  AFASTANTO COM ABSOLUTA CERTEZA A POSSIBILIDADE DE ROUBO  –  FIRMA CONVICÇÃO DE LEGÍTIMA DEFESA.

Revela no corpo do boletim: melindramento em razão da conduta da PM.

Tá tudo errado ( de ambos os lados ). 

Mas o cabo será solto e absolvido.

Enfim, PODE NÃO TER SIDO UMA TENTATIVA DE ROUBO…

Mas, diante das circunstâncias, qualquer policial   vislumbraria ASSALTO.

Repetindo: contra um homem empunhando um 45 e uma 12: QUINZE TIROS  É POUCO.  

Quando pisca o  “reto”  ninguém faz conta  dos disparos.  Um erro fatal, aliás, pois fica sem munição e acaba morrendo.

Bem, nem o irmão do carcereiro contou: “um ou dois”. Tá certo mano, se teu irmão não iria roubar( mas algo me diz que tu é ladrão e 171 ),  vocês são dois tresloucados…

“ABORDAGEM”  TÍPICA DE POLICIAL BEBUM…Com poucos meses de serviço.

CABO MATA CARCEREIRO EM POSTO…A ÚNICA VERDADE DAS TRÊS VERSÕES: O CABO “BEBUM” É MUITO EFICIENTE 43

 

Cabo mata carcereiro em posto

Há três versões para o caso; policial militar foi preso

Daniela do Canto, Elvis Pereira e Ricardo Valota

Um tiroteio em um posto de gasolina no Jardim Robru, zona leste de São Paulo, na madrugada de ontem, terminou com a morte do carcereiro Alessandro Cunha, da 7ª Seccional, e a prisão do cabo Aldo Alessandro Pires, da 1ª Companhia do 48º Batalhão da PM.

Há três versões para o episódio. A primeira é de que Cunha, de 36 anos, e um amigo pretendiam assaltar o estabelecimento. A outra é de que o carcereiro tentou abordar o PM, de 34 anos, e foi recebido a tiros. A última é de que existia um desentendimento entre os dois. A Corregedorias das Polícias Civil e Militar investigam o caso.

A confusão começou por volta da 1 hora. O amigo de Cunha contou à polícia que os dois passavam de carro na frente do posto, quando o carcereiro desconfiou do comportamento de Pires e notou que ele estava armado. Segundo o amigo, o carcereiro desceu da Palio Weekend para abordar o PM. Cunha teria pendurado o distintivo no peito e se armado com uma espingarda calibre 12, de uso pessoal, e com uma pistola calibre 45 da Polícia Civil.

Ainda segundo o amigo, Cunha identificou-se como policial e ordenou que Pires levasse as mãos à cabeça. O cabo, que não estava fardado, teria sacado uma pistola e disparado. Cunha levou oito tiros. O amigo pegou a espingarda e atirou duas vezes na direção de Pires.

Já o cabo disse ter tentado impedir um assalto. O PM estava de folga e fora ao posto comprar cerveja. Ele disse que Cunha e quatro outras pessoas invadiram o estabelecimento. Segundo o cabo, o carcereiro e um dos homens atiraram e Pires reagiu. O tiroteio cessou com a chegada de um PM. Pires, com o dedo médio ferido, foi preso. Cunha foi socorrido ao Hospital Tide Setubal, mas morreu.

Os funcionários do posto relataram que a troca de tiros irrompeu após o carcereiro mandar o cabo pôr as mãos na cabeça. Daí em diante, eles correram para o banheiro e não viram mais nada. No entanto, eles asseguraram que Cunha não anunciou nenhum assalto.
Testemunhas afirmaram que Pires aparentava estar embriagado. Ele negou-se a fornecer sangue para o exame de dosagem alcoólica. A polícia o autuou por homicídio simples e o encaminhou ao Presídio Romão Gomes.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100120/not_imp498512,0.php

____________________________________________________

Desculpem-me, com todo respeito aos carcereiros e policiais civis,  MAS NÃO SEI O PORQUÊ DA PRISÃO DO CABO?

Segundo a matéria   –   “segundo a matéria” –  vislumbra-se que o cabo , bebum ou não, segurança ou não do posto, agiu em legítima defesa

Não quero dizer que o carcereiro fosse roubar o posto, pois pode ser que ele tenha acreditado que o cabo fosse um criminoso armado. 

Contudo, um cabo com certa experiência,  pelo tipo de abordagem, jamais  poderia acreditar fosse “ato de Polícia”.  MELHOR SER JULGADO POR 7, DO QUE SER CARREGADO POR 6.

EU NÃO O PRENDERIA EM FLAGRANTE…

NEM PHODENDO!

VACINA COM DINHEIRO PÚBLICO PARA POLICIAIS? SERÃO CAPAZES DE NOS DAR VACINA ESTERILIZANTE… Resposta

20/01/2010 at 14:41 ( anônimo )

Exmo Senhor Governador:
Exmo Senhor Secretario da Segurança Pública
Exmo Senhor Secretário da Saúde
Exmo Senhor Delegado Geral de Polícia
Exmo Senhor Comandante da Polícia Militar
Reverendíssimo Sr. Bispo de Botucatú

Como deveria ser do conhecimento de todos existe vacina contra o rotavirus que também apresenta eficácia contra outros tipos de diarréia. Se não imunizar ao menos atenua os efeitos de viroses com vômitos e desinteria.

Quantos policiais receberam a vacina antes de se deslocarem para o litoral.

Alguém ai na cúpula ao menos cogitou em aplicar a vacina nos ” voluntários” ? Desde dezembro do ano passado o litoral, especialmente Guarujá, São Vicente e Praia Grande vem sendo assolados pela virose que acometeu mais de 2000 pessoas, casos registrados.

Sem contar os que foram medicados em cidades de origem ou em casa.
Vacina ai senhores. É o mínimo que poderiam oferecer.

E quando penso que até cães e gatos são vacinados com dinheiro público ……

GUARUJÁ FOCO DA ROUBALHEIRA: A Prefeitura do município firmou um contrato com um restaurante local no valor de R$ 1,6 milhão para servir a comida 7

20/01/2010 at 14:18     ( LEO )

Quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

OPERAÇÃO VERÃO NO GUARUJÁ
Litoral vira purgatório para policiais de Franca
Divulgação

EM AÇÃO – Policiais e bombeiros socorrem vítima de afogamento durante a Operação Verão no litoral do Estado. Policiais estão descontentes com a falta de estrutura em alojamentos
Edson Arantes
da Redação

Policiais deslocados para trabalhar no litoral de São Paulo durante a Operação Verão estão revoltados com a falta de estrutura oferecida. Militares e civis não pouparam críticas aos alojamentos e à qualidade da comida servida ao policiais. O descontentamento é tanto que associações de defesa da classe pretendem fazer uma vistoria nas cidades atendidas para verificar as condições.

A Operação Verão foi lançada pelo governo do Estado no dia 28 de dezembro e se estenderá até o fim do Carnaval com o objetivo de garantir a segurança de moradores e turistas que estiverem no litoral. São cerca de 3,3 mil policiais a mais em todas as cidades litorâneas. De Franca, seguiram 40 homens das Polícias Civil e Militar. Estão alojados em escolas e colônias. São 14 cabos da PM, delegados, escrivães e investigadores. Os militares ficarão o tempo todo fora, enquanto os civis vão se revezar a cada 15 dias. “Não tivemos opção de escolha. Todos os que estão fazendo a escola de sargento tiveram de ir. Foi uma determinação”, disse um cabo que pediu anonimato temendo represálias.

Todos os militares de Franca destacados para a Operação Verão estão servindo no Guarujá. Eles ficaram alojados na Escola “Almeida Júnior”, junto com outros 350 policiais. É lá que está o foco do problema. No começo da semana, os jornais Cidade de Guarujá e A Estância de Guarujá publicaram reportagens denunciando a falta de higiene da cozinha que prepara a refeição dos policiais. De acordo com os relatos, o local foi improvisado com divisórias de madeira, as panelas são mal conservadas e o chão é de terra. A Prefeitura do município firmou um contrato com um restaurante local no valor de R$ 1,6 milhão para servir a comida. Boa parte da tropa estaria com virose.

O policial francano ouvido pela reportagem do Comércio confirmou as denúncias e disse que o problema não se resume à alimentação. “Não são apenas os policiais de Franca. Todos estão revoltados. São 350 homens distribuídos nas salas de aulas. Algumas abrigam 16 policiais. Lá dentro tem apenas a cama, o colchão e mais nada. Até a roupa de cama tivemos de levar”.

Ainda de acordo com o cabo da PM, três banheiros foram adaptados e receberam 14 vasos sanitários para atender todo o efetivo concentrado no local. “Colocaram tapumes de madeira no chão ao lado do vaso e instalaram chuveiros para que pudéssemos tomar banho”. Os policiais cumprem escalas de oito horas e fazem policiamento a pé em toda a orla. Trabalham cinco dias seguidos e folgam dois. É quando retornam para suas cidades de origem para visitar os familiares. “Só Deus sabe quando vamos receber por este serviço”.

O descontentamento não é apenas dos militares. Entrevistado por celular, um policial civil de Franca que está em outra cidade do litoral também fez reclamações. “Divido o meu quarto na colônia com outros seis policiais. Dormimos em beliches. Não nos deram sequer repelentes contra insetos e nem bloqueador solar. Como ficamos muito tempo na rua, tive que comprar. Não temos diária. Vou entrar com ação para tentar receber depois. Até parece que não faltam policiais em Franca”.

Para o policial, também falta estrutura nas delegacias. “Os titulares tiraram férias e só estamos nós na delegacia. Como não conhecemos a cidade, não temos como ajudar a população”. A falta de efetivo é a principal reclamação da Polícia Civil de Franca. Faltam delegados, investigadores e escrivães. Quase duas dezenas deles foi trabalhar na praia.

GRAVE: “Os titulares tiraram férias e só estamos nós na delegacia. Como não conhecemos a cidade, não temos como ajudar a população”. 33

Litoral vira purgatório para policiais de Franca
Divulgação

Policiais estão descontentes
com a falta de estrutura em alojamentos

Edson Arantes
da Redação

Policiais deslocados para trabalhar no litoral de São Paulo durante a Operação Verão estão revoltados com a falta de estrutura oferecida. Militares e civis não pouparam críticas aos alojamentos e à qualidade da  comida servida ao policiais. O descontentamento é tanto que associações de defesa da classe pretendem fazer uma vistoria nas cidades atendidas para verificar as condições.

A Operação Verão foi lançada pelo governo do Estado no dia 28 de dezembro e se estenderá até o fim do Carnaval com o objetivo de garantir a segurança de moradores e turistas que estiverem no litoral.
São cerca de 3,3 mil policiais a mais em todas as cidades litorâneas.

De Franca, seguiram 40 homens das Polícias Civil e Militar. Estão alojados em escolas e colônias. São 14 cabos da PM, delegados, escrivães e investigadores. Os militares ficarão o tempo todo fora, enquanto os civis vão se revezar a cada 15 dias. “Não tivemos opção de escolha. Todos os que estão fazendo a escola de sargento tiveram de ir. Foi uma determinação”, disse um cabo que pediu anonimato temendo represálias.

Todos os militares de Franca destacados para a Operação Verão estão servindo no Guarujá. Eles ficaram alojados na Escola “Almeida Júnior”, junto com outros 350 policiais. É lá que está o foco do problema. No começo da semana, os jornais Cidade de Guarujá e A Estância de Guarujá publicaram reportagens denunciando a falta de higiene da cozinha que prepara a refeição dos policiais. De acordo com os relatos, o local foi improvisado com divisórias de madeira, as panelas são mal conservadas e o chão é de terra. A Prefeitura do município firmou um contrato com um restaurante local no valor de R$ 1,6 milhão para servir a comida. Boa parte da tropa estaria com virose.

O policial francano ouvido pela reportagem do Comércio confirmou as denúncias e disse que o problema não se resume à alimentação. “Não são apenas os policiais de Franca. Todos estão revoltados. São 350 homens distribuídos nas salas de aulas. Algumas abrigam 16 policiais. Lá dentro tem apenas a cama, o colchão e mais nada. Até a roupa de cama tivemos de levar”.

Ainda de acordo com o cabo da PM, três banheiros foram adaptados e receberam 14 vasos sanitários para atender todo o efetivo concentrado no local. “Colocaram tapumes de madeira no chão ao lado do vaso e instalaram chuveiros para que pudéssemos tomar banho”. Os policiais cumprem escalas de oito horas e fazem policiamento a pé em toda a orla. Trabalham cinco dias seguidos e folgam dois. É quando retornam para suas cidades de origem para visitar os familiares. “Só Deus sabe quando vamos receber por este serviço”.

O descontentamento não é apenas dos militares. Entrevistado por celular, um policial civil de Franca que está em outra cidade do litoral também fez reclamações. “Divido o meu quarto na colônia com outros seis policiais. Dormimos em beliches. Não nos deram sequer repelentes contra insetos e nem bloqueador solar. Como ficamos muito tempo na rua, tive que comprar. Não temos diária. Vou entrar com ação para tentar receber depois. Até parece que não faltam policiais em Franca”.

Para o policial, também falta estrutura nas delegacias. “Os titulares tiraram férias e só estamos nós na delegacia. Como não conhecemos a cidade, não temos como ajudar a população”. A falta de efetivo é a principal reclamação da Polícia Civil de Franca. Faltam delegados, investigadores e escrivães. Quase duas dezenas deles foi trabalhar na praia.

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GRAVE, MAS NADA CONFIÁVEL TAL INFORMAÇÃO SOBRE FÉRIAS.

DEVERIA TER DITO “ONDE E QUEM DO LITORAL TIROU FÉRIAS”.

OFICIAL DA PM É PÉSSIMO GESTOR…ZÉ MANÉ ESTRELADO: ESCOLA É PARA ESTUDO; NÃO É HOSPEDAGEM…ASSIM NÃO TEM CABIMENTO DIZER QUE NÃO SABIA QUE FOI MONTADO UM “GUETO” 5

20/01/2010 at 13:52   (  JOW )

Comando da PM admite diarreia em 5% da tropa

Em nota divulgada à imprensa ontem, a Polícia Militar confirmou a existência de casos de diarreia entre a tropa presente no litoral, 5%do efetivo está doente e disse que irá apurar todas as denúncias.

O capitão Sérgio Marques, responsável pela assessoria de imprensa da Polícia Militar, informou que acionaria a unidade do Guarujá para saber em que condições os policiais estão trabalhando.

“Vamos instaurar algum procedimento para verificar a situação.

 Se for do jeito que nos foi passado, não está legal. É evidente que não está.

Dependendo do que for apurado, se a alimentação estiver fora dos níveis do padrão de higiene, poderemos recomendar a suspensão do contrato”.

 Os oficiais do 15º Batalhão de Polícia Militar, sediado em Franca, desconheciam a situação relatada pelos policiais abrigados na escola pública do Guarujá.

O coronel Brandão explicou que a área que estão servindo não é de sua atribuição e encaminhou aos fotos enviadas pelos policiais e os relatos dos problemas para o comando em São Paulo.

A nova diretoria da Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia doEstado de São Paulo) formou uma comissão para averiguar as condições da Operação Verão. “Temos recebido muitas reclamações. São queixas relacionadas a alojamentos, alimentação e falta de estrutura. Estamos registrando os locais mais problemáticos e vamos encaminhar um grupo às cidades para checar de perto o que está acontecendo. Se comprovarmos as denúncias, vamos tomar providências”, disse Alan Bazalha Lopes, secretário geral da entidade.

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Vale dizer, antes de encaminharem as tropas, nenhum Oficial verificou as instalações destinadas aos subordinados. Mas, certamente,  o Oficialto deve estar bem hospedado.

E além dos cuidados com a alimentação e higiene das instalações,  os policiais do interior deveriam  saber que as praias –  a grande maioria – SÃO FOSSAS GIGANTESCAS…

Dependendo da praia: VOCÊ SE BANHA NO MIJO E NA MERDA…

Depois da  DIARREIA virão as  MICOSES. 

AUTOMÓVEL “DE PASSEIO” É COMO CIGARRO…QUEM USA DEVE PAGAR MUITO CARO; POR SI E PELOS PREJUDICADOS PASSIVOS…PEDÁGIO E IPVA DE 20% 2

O ciclo de riqueza tendo o carro como símbolo deve ser encerrado.

O custo já é muito superior ao benefício.

Lembrando que a degradação ambiental em geral , enchentes, deslizamentos de encostas, tem como causa maior: O ASFALTO.

Asfalto é para pneu; pneu calça CARRO…

Carro circula, de regra,  com um idiota egoísta; MUITOS SÃO ASSALTADOS POR NÃO DAR CARONA. 

A FABRICAÇÃO DE  CARRO DEVE  SER PROIBIDA O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL.

ENQUANTO NÃO FOR BANIDO NO MAPA: PEDÁGIO E IPVA DE 20%

JOSÉ SERRA MEU GOVERNADOR E FUTURO PRESIDENTE ESTÁ CERTO…ELE É UM HOMEM DE ESQUERDA, NÃO GOVERNA PARA A BURGUESIA QUE LIGA O CARRO ATÉ PARA IR A PADARIA DA ESQUINA…COMO DIZIA O MEU PAI: UM HOMEM SÓ PODE TER CARRO QUANDO POUPAR DEZ VEZES O SEU VALOR 4

20/01/2010 at 12:50  –   T BIRD

Dr. Guerra, o seu governador quer instalar uma praça de pedágio no meio de um CANAVIAL!!!!!!!!!!!!!!!

http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=25809

__________________

Carro de R$ 10.000,00,  para quem poupou R$ 100.000,00.

Carro popular de R$ 30.000,00,  para quem poupou R$ 300.000,00.

Tukson de R$ 60.000,00, só para quem já tem mais de R$ 600.000,00.

QUEM NÃO TEM GRANA,  OU NÃO É OTÁRIO, DEVE FAZER COMO EU: “mochila e west coast”.

Carro é  para quem pode e gosta de rasgar dinheiro.

POLÍCIA CIVIL DA BAIXADA SANTISTA CADASTRA FLANELINHAS PARA PREVENIR CRIMES 1

Cidades de SP cadastram guardadores para evitar crimes
19 de janeiro de 2010 07h38 atualizado às 07h41 

A Polícia Civil de São Paulo vai cadastrar guardadores de carro em Santos, Guarujá, Bertioga, São Vicente, Praia Grande e Cubatão. A medida visa disciplinar a investigação e prevenção de crimes atribuídos a flanelinhas, como extorsão e ameaça. Segundo o delegado seccional de Santos, Rony da Silva Oliveira, o cadastro incentiva as vítimas a denunciarem quando se sentirem extorquidas.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

De acordo com a reportagem, serão cadastrados nome, endereço, antecedentes criminais e fotografias dos guardadores, que serão conduzidos por policiais aos distritos da área onde atuam. Ainda segundo a reportagem, a portaria que institui o cadastro afirma que pedir autorização para vigiar um veículo estacionado não é crime, mas exigir, mediante grave ameaça, violência ou constrangimento, pagamento ou qualquer outro tipo de vantagem, é extorsão.

VOCÊS SABEM QUAL É A DIFERENÇA ENTRE TUMA E A GRANDE MAIORIA DOS DELEGADOS PAULISTAS? R$ 171.000.000,00… 2

Você sabe qual é a diferença entre o Tuma e os demais? A estrela. E só. ( Imbroglione )
(reproduzido do site Congresso em Foco)

Tuma gastou R$ 14 mil em hotel de cowboy

O corregedor hospedou-se em resort de luxo em Barretos, durante a festa do Peão de Boiadeiro. E mandou a conta para o Senado

Tuma no resort de luxo, durante a Festa do Peão de Boiadeiro: mais de R$ 14 mil em diárias
Edson Sardinha e Renata Camargo

Conhecido como xerife do Senado, o senador Romeu Tuma (PTB-SP) é um homem que não foge às origens. Fiel ao estilo que remete aos filmes de cowboy do velho oeste americano, Tuma passou os últimos dias de agosto num resort country que, segundo a propaganda, alia “conforto” e “rusticidade”, durante a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos (SP), a maior do gênero no país. Rápido no gatilho, o senador sacou a conta do bolso e a atirou para o contribuinte, que pagou R$ 14.127,00 pelos três dias de hospedagem no hotel sertanejo.

A nota fiscal, registrada com o número 51093 no Portal da Transparência do Senado, está incluída nos comprovantes dos R$ 20.945,70 ressarcidos ao senador apenas naquele mês para cobrir despesas com locomoção, hotel, restaurante, combustível e lubrificante. Só esse conjunto de despesa consumiu R$ 4,5 milhões dos R$ 10,7 milhões da chamada verba indenizatória, benefício mensal de R$ 15 mil a que têm direito os parlamentares para exercerem o mandato.

Corregedor da Casa há 15 anos, Romeu Tuma é responsável por comandar as investigações sobre os deslizes éticos dos senadores. O “xerife” Tuma, apelido que ganhou quando conduzia a Polícia Federal, confirma que se hospedou no resort country, mas diz que foi à cidade para trabalhar, e não para se divertir. “Sou uma espécie de padrinho da festa. Não fui por lazer. Foi uma atividade política. Tenho muita ligação com a cidade e a festa. Vou muito ao Hospital do Câncer de lá”, disse o senador ao Congresso em Foco.

O petebista afirma que a nota fiscal apresentada cobriu os gastos com hospedagem dele e de outros “dois ou três assessores” no hotel que, segundo ele, “parece casa de cowboy”. Tuma se refere às instalações do Barretos Country Hotel, que se apresenta como “o primeiro resort country do país” em sua página na internet.

Um atendente do hotel confirmou que o senador se hospedou por lá entre os dias 28 e 31 de agosto – de sexta a domingo – e que pagou três diárias por quatro quartos. O funcionário não soube precisar quantas pessoas ocuparam as suítes, mas informou que uma foi reservada em nome de quatro pessoas: Romeu Tuma, Lucas Tuma, Cláudio e Jadir – os sobrenomes desses dois não foram informados. “O Lucas não é da minha equipe, nem da família. Ele é filho de um primo. Ele se hospedou lá também, mas pagou a conta com recursos próprios. Isso é importante”, disse o senador à reportagem.

O senador afirmou que seu gabinete tinha cópia dos comprovantes fiscais que atestam que o primo pagou a conta do próprio bolso, mas que o envio do documento ao site não seria possível porque os funcionários de seu gabinete responsáveis pela prestação das contas estavam de férias. Mesmo que o primo tenha pagado a conta, a diária saiu salgada para o contribuinte: R$ 1.177,25 por cada unidade em cada um dos três dias de hospedagem. Uma diária no Copacabana Palace, por exemplo, sai por R$ 840.

Queima do alho

Durante a festa, o corregedor do Senado foi jurado de um tradicional festival culinário, o da “queima do alho”, realizado no último sábado da festa. O concurso prevê o preparo de comida dos peões de boiadeiro das comitivas de transporte de boiada. O ministro do Trabalho, Carlos Luppi, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força Sindical, também participaram do júri da última edição.

No ano anterior, o senador participou com os filhos Robson e Romeu Júnior e outros dois cozinheiros do festival. A comitiva da família Tuma não deixou por menos: fez a comida mais saborosa em menos tempo e levou o troféu para casa.

Ainda dentro do resort, Tuma acompanhou o lançamento de uma grife que leva o nome do maior campeonato de rodeio do país. A presença do senador no evento foi destacada em foto por um site especializado na cobertura de rodeio.

O contribuinte que estiver interessado em passar os dias da Festa de Peão no resort, na segunda quinzena de agosto, pode preparar o bolso. Os pacotes vendidos até o último dia 20 para as duas semanas de festa foram fechados por R$ 7.127 cada. O valor inclui apenas a hospedagem e o uso das instalações do resort. Havia outras duas opções para os interessados: R$ 4.210 para quem reservou apenas a primeira semana, e R$ 4.758 para quem optou pela segunda e derradeira semana. Mas os valores já não valem mais. O novo tarifário deve ser divulgado apenas em fevereiro, informa o hotel. “Aqui, é emoção o ano todo”, promete o resort, em sua apresentação na internet.

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Esta ouvimos da boca de  Abrahão José Kfouri Filho –  eu e alguns colegas, em 1997, durante um daqueles cursos de especialização da 3a. para a 2a. classe: ELE PARA A CLASSE  É SÓ UM BAGRE ENSABOADO .

Um bagre com gosto refinado e carteira ( a nossa carteira ), bem aberta.

Tuma usou verba do Senado para pagar conta de R$ 14,1 mil em resort Resposta

Além de reforçar a campanha eleitoral de muitos senadores, bancando gastos para a contratação de empresas de pesquisa de opinião e marketing, como mostrou o GLOBO em sua edição de domingo, a verba indenizatória de R$ 15 mil garantida aos parlamentares mensalmente também pode custear alguns luxos. O corregedor do Senado, Romeu Tuma (PTB-SP), por exemplo, não hesitou em apresentar uma conta de R$ 14.127 à Casa para custear sua hospedagem de três dias num resort country durante a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos (SP), conforme informou ontem o site “Congresso em Foco”. A salgada conta de hospedagem no Barretos Country Hotel levou Tuma a extrapolar seu limite de gastos com a verba indenizatória no mês de agosto do ano passado. As notas fiscais apresentadas pelo corregedor naquele mês totalizaram R$ 20.945,70.

joão alkimin AFIRMA QUE O CORONEL ERASMO DIAS “INTERROGAVA SUSPEITOS” NO ESCRITORIO DE ADVOCACIA DO DEPUTADO CAMPOS MACHADO…VERDADE OU MAIS UMA DAS SUAS MENTIRAS 9

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From: joão alkimin <donotreply>
Date: 2010/1/3
Subject: [JORNAL FLIT PARALISANTE] Comentário: “MILAGRE: CONSELHO VOTA PELA DEMISSÃO DE “CINCO BONS COMPANHEIROS” – SEM DIREITO AO SOBRESTAMENTO”
To: robertocguerra

Novo comentário sobre o seu post #11741 “MILAGRE: CONSELHO VOTA PELA DEMISSÃO DE “CINCO BONS COMPANHEIROS” – SEM DIREITO AO SOBRESTAMENTO”
Autor: joão alkimin (IP: 201.74.132.71 , 201-74-132-71-sj.cpe.vivax.com.br)
Email: showtime.radio
URL :
Whois : http://ws.arin.net/cgi-bin/whois.pl?queryinput=201.74.132.71
Comentário:
Senhores…Senhores…
Já sei que serei asperamente criticado mas não posso me calar.
Inicialmente não conheço nenhum dos policiais envolvidos nesse problema mas gostaria de ponderar o seguinte: Esta se tornando regra demitir-se policiais antes de terminado o devido processo legal,apurado por minha equipe sob a chefia do jornalista Fábio Moraes, o delegado Juarez foi indiciado em centenas de inquéritos,mas o devido processo legal não chegou sequer ao meio, portanto extremamente perigosa para todos os funcionarios publicos as determinações do secretario Ferreira Pinto demitindo policiais antes do judiciario se manifestar.
Posso dar aos senhores um caso concreto, minha mulher advogada, ingressou ha anos atras com pedido de reintegração de um policial santista que havia no curso do processo sido demitido a bem do serviço publico, posteriormente foi absolvido por inexistencia de crime, durante o tempo em que ficou fora das fileiras policias civis sofreu as maiores humilhações, inclusive sendo segurança das lojas americanas em santos, em primeira instância foi negado o pedido de reintegração, o TJ/SP também negou, mas finalmente o STJ o reintegrou dizendo ainda o Ministro “…aonde a Justiça Criminal se manifestou não cabe a ninguém mais se manifestar”, passada a euforia pela reintegração o mesmo sofreu um infarto fulminante, deixou mulher escrivã de policia, filhos, amigos e uma saudade muito grande. Portanto, ao inves de festejarmos a decisão do Conselho determinando a demissão dos policiais, é bom vermos com cautela pois pode acontecer a qualquer um, não poderia deixar de fa
lar do
Ilustre Deputado Campos Machado de quem sou amigo desde a época em que o secretário Erasmo Dias usava seu escritorio de advocacia para interrogar suspeitos, como a mulher do contrabandista Tino, assassinado supostamente por policiais federais como queima de arquivo, é publico e notorio que até algum tempo atras qualquer pedido o Deputado Campos Machado à Secretaria de Segurança Publica era atendido de imediato, parece que o Deputado Campos Machado nesse quesito sucedeu o Deputado Ary Kara José, portanto estranho que seu chefe de gabinete tomasse iniciativas a revelia de seu chefe, quantos seccionais,diretores,foram nomeados por interferencia politica? Ora,não sejamos ingenuos, o Deputado Campos Machado sempre ditou regras na Segurança Publica.
Voltando ao importante, enquanto a policia civil continuar se degladiando entre si não chegará a lugar nenhum, a quem isso interessa?
Caro Dr. Guerra gostaria de saber também se santos tornou-se um paraíso, pois não vejo nenhuma noticia a respeito do Dr. Waldomiro Bueno Filho, mudou o Ilustre Diretor seu comportamento ou mudou V.Senhoria sua visão sobre ele? Doutor Waldomiro foi diretor do DEINTER 1- Vale do Paraiba e a minha visão sobre ele continua a mesma, não mudou em absolutamente nada, portanto não festejemos a desgraça alheia, porque amanhã poderá ser a nossa. Em nosso ordenamento juridico ninguém é culpado até decisão judicial com transito em julgado.
Grato,
João Alkimin

JORNAL FLIT PARALISANTE Moderar: “Ato Público dia 26/01/10”..JOW QUER RESPOSTA DO LEAL PRESIDENTE DO SINPESP 9

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From: WordPress.com Date: 2010/1/18
Subject: [JORNAL FLIT PARALISANTE] Moderar: “Ato Público dia 26/01/10”
To: dipol

Autor: jow
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Comentário:
Queria saber porque o Leal assumiu um compromisso desses sem sequer consultar os delegados sindicados. Daqui a pouco o Maj, Olimpio sera o nosso representante frente ao Governo. Não é a toa que a carreira patina a décadas.

Ato Público dia 26/01/10 28

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From:Date: 2010/1/18
Subject: Ato Público dia 26/01/10
To: dipol

Dr. Guerra,

Solicito a fineza de divulgar a informação abaixo anonimamente.
Atenciosamente.

 Franca/SP

“REPRESENTAÇÃO COLETIVA DOS POLICIAIS CIVIS DE SÃO PAULO FAZ SUA PRIMEIRA REUNIÃO DO ANO”

Reuniram-se em 13/1/2010, na sede da IPA/SP, na Av. Cásper Líbero, 390, no bairro da Luz, presidentes e diretores de associações e sindicatos de policiais civis (Capital e Interior), para tratar da pauta de reivindicações da categoria, entregue ao governo em 2008 e cobrada durante todo o ano de 2009, sem sucesso.
Em face dessa procrastinação, ficou decidida a realização de um ato público, no dia 26 de janeiro, às 14 horas, no vão livre do MASP, na avenida Paulista, com a distribuição prévia de uma “Carta aberta à população de São Paulo”, explicando as razões do protesto.
Os policiais pleiteiam além da reestruturação das carreiras, a incorporação aos vencimentos, provento e pensões do adicional que recebem a título de local de exercício; a implantação do sistema de subsídio, previsto na CF; aposentadoria especial e cumprimento da lei que instituiu o dia 1º de março como a data-base dos servidores públicos de São Paulo”.

extraído de: http://www.aepesp.com.br/modules/news/