O problema de policiar a polícia…A encrenca é grande: dos 118 delegados de classe especial no estado, o nível mais elevado da carreira, catorze estão sendo investigados pela corregedoria 3

 

O problema de policiar a polícia

Um estudo sobre processos disciplinares contra policiais civis mostra
que corregedorias são menos rigorosas com delegados e agressores


Diogo Schelp

Moacyr Lopes Junior/Folha Imagem
DUROS DE ROER
Policiais civis do Grupo de Operações Especiais (GOE) em favela de São Paulo:
o uso da força é inerente ao trabalho policial. Mas a brutalidade é um desvio
VEJA TAMBÉM
Do arquivo: Sem medo da verdade (2/12/2009)

 

Os oficiais da Polícia Militar de São Paulo responsáveis por investigar seus pares contam que nenhuma notícia se espalha mais rápido na corporação do que uma visita deles a alguma unidade. “A corregedoria está aí!”, comentam os policiais pelos corredores, ao mesmo tempo curiosos e apreensivos. O fato de que podem ser punidos é o maior impedimento para que cometam alguma irregularidade ou crime. No entanto, como quem investiga policiais são também policiais, as corregedorias tanto das PMs como das polícias civis enfrentam uma dificuldade: evitar que o corporativismo e o jogo interno de influências inviabilizem a punição da banda podre das instituições. Um estudo inédito feito pelos pesquisadores Sandro Cabral, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e Sérgio Lazzarini, do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), de São Paulo, confirma estatisticamente esse problema e aponta algumas soluções. Cabral e Laz-zarini analisaram 639 processos disciplinares contra policiais civis de um dos cinco maiores estados brasileiros (como condição para ter acesso aos dados, os pesquisadores se comprometeram a não divulgar o nome da unidade da federação estudada). O levantamento, que será apresentado neste mês em um seminário na Universidade Harvard, nos Estados Unidos, revela que suspeitos de alto nível hierárquico são punidos com menor frequência e que acusações de extorsão são menos toleradas do que as de agressão física. A experiência do policial investigado conta muito em seu favor: a probabilidade de que aqueles com mais de cinco anos de profissão sejam punidos com demissão é bem menor do que quando o acusado é um novato.

 

A dificuldade de punir policiais de alto escalão é uma questão sensível em todos os estados brasileiros, em grande parte porque são raras as corregedorias com autonomia em relação ao comando das instituições cuja atuação devem monitorar. O modelo predominante no país consiste em cada polícia ter o seu próprio departamento de investigação interna, em geral formado por funcionários sem estabilidade no cargo. Assim, se um corregedor fizer investigações que incomodem o chefe da polícia à qual pertence, ele poderá ser removido do posto e transferido para uma unidade onde tem muitos inimigos. “Quanto mais alto o nível do policial, mais empecilhos há para investigá-lo. O corporativismo o protege”, diz a chefe da corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, Maria Inês Trefiglio Valente. Há cinco meses, sua unidade tornou-se subordinada diretamente ao secretário de segurança pública do estado, e não mais à chefia da polícia civil. A autonomia não é total, pois as promoções na corregedoria ainda são decididas pelo delegado-geral, mas essa mudança pode ser determinante para o sucesso do trabalho de limpeza da polícia. A encrenca é grande: dos 118 delegados de classe especial no estado, o nível mais elevado da carreira, catorze estão sendo investigados pela corregedoria. O governo paulista, contudo, ainda não conseguiu impor o mesmo sistema à Polícia Militar, que continua no controle de sua corregedoria. “O comandante da corporação nunca interferiu em uma investigação nossa”, garante o corregedor da PM paulista, coronel Davi Nelson Rosolen. Com o intuito de garantir certo grau de isenção nos inquéritos disciplinares, outros estados, como Rio de Janeiro e Bahia, mantêm uma corregedoria-geral integrada, à qual estão subordinados os departamentos de punição interna das polícias Civil e Militar.

 

Os tipos mais comuns de punição administrativa a policiais são a advertência, a suspensão e a expulsão. No estudo de Cabral e Lazzarini, a maior de todas as punições – a expulsão – é aplicada mais comumente a policiais corruptos do que a acusados de agressão ou homicídio. É óbvio que corrupção é um crime gravíssimo, mas o baixo índice de punição em casos de brutalidade demonstra, de acordo com os pesquisadores, que as corregedorias estão impregnadas de códigos informais de conduta policial, entre os quais a convicção de que o uso excessivo da força é justificável se cometido durante o cumprimento do dever. A atividade policial pressupõe o uso da força, mas o limite entre a violência necessária e o abuso é tênue. Por isso, é preciso investir tanto na seleção criteriosa dos candidatos como em treinamento contínuo. “Mas é preciso deixar claro que a aquisição de princípios éticos vem de casa. Não dá para fazer milagre: o policial é apenas um reflexo de uma sociedade cujos cidadãos furam o sinal vermelho e falsificam carteira de estudante para pagar meia-entrada”, diz Sandro Cabral.

 

BUSCA E APREENSÃO PARA QUÊ? PARA CAUSAR CONSTRANGIMENTOS A PESSOAS ALHEIAS AOS FATOS 5

30/01/2010 at 14:54 – José Francisco

1 – Busca e apreensão de que, cara pálida, tá tudo na rede gravado!!!!!!!!!

2 – Invadir um lar desnecessariamente para apurar crime de bagatela, cujas provas se encontram disponíveis por outro meio! ABSURDO! Parabéns sr. Juiz, o senhor presta um belo exemplo com sua conduta democratica, legalista e de respeito com a pessoa humana.

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De qualquer forma, devemos aguardar o nome do OFENDIDO. Se eventualmente alguém  humanamente digno foi vilipendiado, não poderemos falar em crime de bagatela.

Só espero que,  no caso,  não seja apenas mais um TECNICAMENTE HONRADO como o BABALUF.

Policiais investigados querem calar blog Flit Paralisante e usam Justiça para intimidar delegado 1

Policiais investigados querem calar blog Flit Paralisante e usam Justiça para intimidar delegado

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

 
Quem abriu este inquérito?
Está em andamento uma silenciosa operação para tentar intimidar o delegado Roberto Conde Guerra, responsável pelo Blog Flit Paralisante. Ontem, no Diário Oficial da Justiça foi publicado o pedido de um advogado para que a Justiça determine a realização de busca e apreensão nos endereços do delegado. Na verdade é um ataque a todos os blogueiros do país.
Como na censura ao jornal O Estado de S. Paulo, mais uma vez a Justiça está sendo usada para atacar a  liberdade de expressão, censurar, intimidar e agredir quem expressa opiniões. Será mais um ataque à Democracia. Agora não basta mais tirar o blog do ar. Tem que intimidar o blogueiro, invadir a casa dele, esculachar a família.
É um risco para todos os blogueiros brasileiros. A China é aqui!
Respeito o trabalho do referido advogado, mas a quem interessa calar e intimidar o autor do Flit Paralisante?
Muitos  clientes do referido advogado ocuparam cargos importantes na Polícia Civil. Todos acabaram envolvidos em escândalos amplamente divulgados na mídia. Frequentam as páginas do blog por conta do que fizeram e do que representam. Por que  não pediram também instauração de inquérito policial, busca e apreensão na TV Globo, Record, Bandeirantes, Estadão, Folha de S. Paulo e na Veja? A covardia, assim, fica evidente.
Há algum tempo, o próprio governador José Serra, mostrando as garras autoritárias e despóticas, pediu, e a Justiça aceitou, a retirada do Flit Paralisante do ar. O blog ficava em plataforma Blogspot. Mudou-se para WordPress. Na época, a estranha decisão judicial foi comemorada por estes policiais (que devem estar entre os 800) e até a assessoria do então secretário foi mobilizada para divulgar a censura. Não deu certo!
Será que a Justiça está tão isenta assim neste caso? Vejamos o caso do famoso Bar do Totonho, denunciado pelo investigador Pena em depoimento ao Ministério Público. Lá, segundo ele, ocorreriam animadas reuniões pouco republicanas envolvendo policiais, promotores, juízes e desembargadores. O próprio Totonho é enteado e sócio de desembargadores neste obscuro estabelecimento, cuja picanha é muito boa.
Será que este advogado também costuma saborear as iguarias portenhas do restaurante na companhia de magistrados? Será que a decisão de ir para cima do delegado Guerra saiu durante uma rodada de Norteña entre uma garfada e outra lá em Moema? Este estabelecimento não será investigado. O Brasil ainda tem muito o que aprender com a Itália. Falta coragem!
Fica o alerta para todos blogueiros: a qualquer momento a sua casa pode ser invadida por policiais com ordem judicial para levar teu computador, esculachar tua famlía, revirar tuas gavetas, ameaçar teus filhos e você. Se bobear ainda levam uma equipe da TV Globo junto e te escracaham no Jornal Nacional como perigoso subversivo.
Vivemos um período nebuloso de afronta à Democracia usando os mecanismos legais. Crime de opinião é coisa de regimes ditatoriais bananeiros que não aceitam a crítica, a verdade e a transparência. Triste país o nosso que vive uma ditadura disfarçada de democracia.
 http://blogdoimbroglione.wordpress.com/2010/01/29/policiais-investigados-querem-calar-blog-flitparalisante-e-usam-justica-para-intimidar

CORRUPÇÃO NA POLÍCIA – Uma bomba oculta…Ainda mais grave, se isso é possível: o colunista aponta diretamente para o ex-governador Geraldo Alckmin como o responsável por tal situação 32

CORRUPÇÃO NA POLÍCIA


Uma bomba oculta

Por Luciano Martins Costa em 26/1/2010

Comentário para o programa radiofônico do OI, 26/1/2010

A Folha de S.Paulo já havia surpreendido seus leitores, na edição de domingo (24/1), com a manchete sobre o elevadíssimo índice de corrupção na polícia paulista. Segundo aquela reportagem, dos 3.313 delegados do estado, nada menos do que 800 são suspeitos de vários crimes.Na edição de terça-feira (26), o jornal volta ao assunto, embora com menos destaque, para noticiar que o ex-chefe da Corregedoria Geral da Polícia Civil e diretor do Detran até outubro de 2009, delegado Ruy Estanislau Silveira Mello, está sendo investigado por supostamente ter dado um prejuízo de R$ 30 milhões aos cofres públicos.Trata-se de uma revelação das mais graves, entre as muitas histórias de corrupção que insultam a consciência dos cidadãos nos últimos tempos. No entanto, a reportagem da Folha é mais importante pelo que insinua do que por aquilo que informa completamente.

Corrupção endêmica
A revelação de que um quarto dos delegados da Polícia Civil do estado mais rico da Federação são suspeitos, e estão sendo oficialmente investigados, dá uma idéia das causas principais da ineficiência do sistema de segurança. A lista de crimes engloba extorsão, enriquecimento ilícito, violência, prevaricação e mau uso de dinheiro público, entre outros.
Associando a outras notícias mais ou menos recentes sobre a área de segurança em São Paulo, o leitor pode deduzir que a corrupção vinha sendo a norma no setor, até que o atual secretário da Segurança, Antonio Ferreira Pinto, resolveu fazer uma faxina.
Se o leitor buscar na memória, vai se lembrar que, em maio de 2008, o então secretário adjunto Lauro Malheiros Neto se demitiu após ser acusado de receber propina para alocar delegados em postos onde a corrupção rendia mais, e para retirar de inquéritos internos policiais que respondiam a acusações de desvios de conduta. Em seguida, desgastado pela revelação, o então secretário da Segurança, Ronaldo Marzagão, também renunciou ao cargo.

O que deve estar estranhando ao leitor atento é o silêncio dos outros grandes jornais. Normalmente, quando um caso de corrupção é descoberto por um veículo de informação, os demais costumam se juntar imediatamente ao esforço de divulgação, até formar um coro de denúncias que não pode ser ignorado pela opinião pública.

No caso revelado agora pela Folha, envolvendo evidências de que a polícia do estado de São Paulo sofre há tempos de corrupção endêmica e generalizada, o resto da imprensa finge que nem ouviu falar.

Aposta alta
Mais grave ainda do que a leitura da reportagem de domingo, associada ao texto desta terça-feira, é o artigo do colunista Fernando de Barros e Silva, que se pode ler na página 2 da Folha de S.Paulo. Comentando a manchete de domingo, o colunista observa que a proporção de um quarto do total de delegados representa um número elevado demais para ser desconsiderado. E acrescenta que, dos 33 mil policiais paulistas, nada menos do que 8.500, ou seja, uma proporção ainda maior do que 25%, compõem a lista dos suspeitos que aparecem em procedimentos internos abertos pela corregedoria nos últimos meses.
O leitor pode deduzir o nível das irregularidades que acompanham a maioria dos inquéritos produzidos por tal polícia. Pode também adivinhar quanta dificuldade devem ter os integrantes do Judiciário para lidar com o material produzido por esses policiais. Trata-se, portanto, de um problema que começa no início do processo de combate aos crimes e acaba redundando na impunidade que é de conhecimento geral.
Ainda mais grave, se isso é possível: o colunista aponta diretamente para o ex-governador Geraldo Alckmin como o responsável por tal situação. Ele observa que o secretário da Segurança está mexendo num vespeiro ao tentar moralizar a polícia e que a insatisfação interna com as investigações é muito grande.

 

Embaixo do tapete
Nada mais grave, porém, do que a informação segundo a qual, entre os delegados atingidos pela ação da corregedoria, “aposta-se na vitória de Geraldo Alckmin” na eleição para governador do Estado.
Eis aí um prato cheio para qualquer jornalista que ainda se considere como tal. Foi na gestão Alckmin que houve o fuzilamento de doze líderes de facções criminosas, o que acabou fortalecendo a organização conhecida como PCC – Primeiro Comando da Capital.
Também foi durante o governo de Alckmin, em maio de 2006, que o PCC aterrorizou São Paulo com ataques e assassinatos.

 

A combinação das reportagens da Folha com o texto de um de seus colunistas mais importantes forma uma pauta que o resto da imprensa não pode deixar embaixo do tapete.

BOLSA COPA: Os profissionais também não poderão ter condenação em processo administrativo e penal no s últimos cinco anos e terão de respeita r os critérios do es tado para a seleção dos participantes 5

Bolsa Olímpica será paga a policiais que recebem até R$ 3,2 mil

Gratificação foi criada pelo governo federal.
Profissionais terão que fazer curso especial de formação para segurança.

Bernardo Tabak Da TV Globo, no Rio

O Diário Oficial da União publicou, na quarta-feira (27), as alterações no decreto que regulamenta o pagamento da Bolsa Copa e da Bolsa Olimpíca aos policiais civis e militares, bombeiros e guardas municipais que atuarem nos eventos esportivos de 2014 e 2016. No caso dos guardas, somente os do Rio que trabalharem nos Jogos Olímpicos de 2016 terão direito ao benefício.

A gratificação foi criada pelo governo federal para aumentar os salários dos profissionais de segurança pública até as competições.

A Bolsa Copa será paga a partir de 2010 para os servidores dos estados que fizerem as alterações previstas pelo decreto, como adequar, até 2012, o regime de trabalho de seus profissionais para até 12 horas de serviço por três turnos de descanso. Os valores da Bolsa Copa começam com R$ 550, em 2010; R$ 655, em 2011; R$ 760, em 2012; R$ 865, em 2013; e R$ 1 mil, em 2014.

Benefício incorporado

O abono será concedido pelo governo federal e o benefício deverá ser incorporado pelos governos estaduais ao salário de todos os profissionais de segurança. Para isso, os governos deverão enviar projetos de lei às assembléias legislativas estaduais elevando a remuneração mensal dos policiais ao valor mínimo de R$ 3,2 mil até 2016.

Já a Bolsa Olimpíca, de R$ 1,2 mil, será paga aos policiais, civis e militares, e bombeiros que trabalharem nos Jogos Olímpicos do Rio que não ganhem mais de R$ 3,2 mil, valor que deverá ser o mínimo pago pelo estado a esses servidores até 2016. No caso dos guardas municipais, a prefeitura deverá encaminhar à Câmara de Vereadores um projeto de lei concedendo reajuste à categoria não inferior a R$ 1,2 mil.

Para receber as bolsas, os policiais deverão realizar o curso especial de formação para segurança em eventos esportivos, que será elaborado pelo Ministério da Justiça. Os profissionais também não poderão ter condenação em processo administrativo e penal nos últimos cinco anos e terão de respeitar os critérios do estado para a seleção dos participantes.

DEINTER-9: Polícia Civil prende 129 pessoas em operação no interior de SP

Polícia Civil prende 129 pessoas em operação no interior de SP

Policiais cumpriram mandados em Piracicaba na quinta-feira (28).
13 adolescentes também foram detidos.

 Do G1, em São Paulo

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Foto: Ilustração: Arte/G1 Foto: Ilustração: Arte/G1

(Ilustração: Editoria de Arte/G1)

Policiais do Departamento de Polícia Judiciária do Interior 9 (Deinter 9) prenderam na quinta-feira (28) 129 pessoas durante uma operação contra o crime na região de Piracicaba, a 162 km de São Paulo. Além das prisões, foram apreendidas drogas, armas e outros produtos irregulares.

No total, 37 das prisões foram feitas em flagrante e outras 92 por meio de mandados criminais e administrativos. Além disso, 13 adolescentes foram detidos.
Entre as apreensões, os policiais encontraram quase 2 kg de cocaína, 371 gramas de maconha e 114 gramas de crack, além de seis armas e seis veículos irregulares.

Os policiais também apreenderam 1.911 CDs e 9.089 DVDs piratas. Também foram encontradas 24 máquinas caça-níqueis e 15 desmanches durante a operação.

No total, participaram da ação 379 policiais.

HIPÓCRITA PARALISANTE = o homem que já ganhou muito dinheiro na polícia, que tomou um chápeu, e agora se vinga de forma covarde atrás de um computador 10

Autor: apenas um observador (IP: 201.28.39.220 , 201-28-39-220.customer.tdatabrasil.net.br)
Email: fabiocampos@yahoo.com.br
URL    :
Whois  : http://ws.arin.net/cgi-bin/whois.pl?queryinput=201.28.39.220

Senhores,
vamos colocar alguns fatos aqui em questão = em primeiro lugar o dr. guerra só tomou a iniciativa de criar este blog depois que perdeu seu cargo na ciretran de Santos.
Em segundo lugar, apesar de escrever e relatar fatos sobre a corrupção da polícia civil, que para nós policiais, se demonstram verdadeiros no nosso dia-dia, o dr. guerra sabe muito bem, como uma  autoridade policial, que nao se pode acusar nem mesmo sugerir, como é de costume neste blog, acontecimentos que não tiveram decisão transitada em julgado ou como de praxe neste blog acontecimentos que nem mesmo foram alvo de  apuração criminal. O pior é que além do referido julgamento feito por uma autoridade que deveria dar o exemplo, o delegado de polícia ofende e ataca a honra de seus ”homenageados”, imputando fatos, na maioria deles novamente sem provas nem proposito, sobre a sexualidade, crença politica e religiosa, entre outras imputações que trancendem a margem do profissional para o pessoal.
Por fim, sugiro que o nome do blog mude para = HIPÓCRITA PARALISANTE = o homem que já ganhou muito dinheiro na polícia, que tomou um chápeu, e agora se vinga de forma covarde atrás de um computador, pagando dee bom moço moralista, mas a verdade irá aparecer…e aqueles inocentes que o admiram irão conhecer o verdadeiro sentido da criação de seu blog.

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Observo ao senhor Fábio Campos que deixamos a Ciretran de Cubatão em 15 de setembro de 2003.

Deixamos o 2º DP de Cubatão em julho de 2005.

As publicações n antigo Blog Flit Paralisante foram iniciadas  em maio 2007.

OS MEMBROS DA CORREGEDORIA  –  NESTA MANHà –  DEVEM TER CONSTATADO “O MUITO DE DINHEIRO” QUE JÁ GANHAMOS NA POLÍCIA. 

JUCA BALA: FIQUE ESPERTO, A ELEIÇÃO VEM CHEGANDO, VOCÊ APÓIA ALOYSIO E ESTÁ CERTO,POIS UM LADRÃO DA HONRA ESTÁ APOIANDO UM ASSALTANTE DE BANCOS. 2

Autor: JUCA BALA (IP: 189.55.180.151 , 189-55-180-151-nd.cpe.vivax.com.br)
Email: JUCA_BALA@uol.com.br
URL    :
Whois  : http://ws.arin.net/cgi-bin/whois.pl?queryinput=189.55.180.151

GUERRA
PARECE QUE ISSO É SÓ O COMEÇO, ACONSELHO VOCÊ A VER TAMBÉM NO RDO O BOLETIM No 555/2010 E 558/2010. LI QUE ESTÁ SE PREPARANDO PARA ABANDONAR A CARREIRA E VIRAR ADVOGADO, MAS TEM QUE SE LEMBRAR QUE A ORDEM DOS ADVOGADOS NÃO ACEITA QUEM É DEMITIDO A BEM DO SERVIÇO PÚBLICO, DEVE DAQUI PARA FRENTE  TOMAR CUIDADO,POIS, COAÇÃO NO CURSO DO PROCESSO GERA PRISÃO PREVENTIVA. FIQUE ESPERTO, A ELEIÇÃO VEM CHEGANDO, VOCÊ APÓIA ALOYSIO E ESTÁ CERTO,POIS UM LADRÃO DA HONRA ESTÁ APOIANDO UM ASSALTANTE DE BANCOS.

Domingos Paulo Neto divulgou nota em que afirma que apenas 1,4% dos delegados são investigados por casos graves em 2009 11

Delegado-geral contesta total de apurações
Domingos Paulo Neto divulgou nota em que afirma que apenas 1,4% dos delegados são investigados por casos graves em 2009

Reportagem da Folha mostrou que 24% dos 3.313 delegados são investigados pela Corregedoria em casos abertos nos últimos anos

ANDRÉ CARAMANTE
DA REPORTAGEM LOCAL

O delegado-geral da Polícia Civil de SP, Domingos Paulo Neto, divulgou ontem uma nota à imprensa para contestar reportagem publicada pela Folha no domingo, segundo a qual cerca de 800 (24%) dos 3.313 delegados do Estado são hoje investigados pela Corregedoria Geral da corporação -pelos mais variados motivos.
Na nota, o delegado-geral afirma que, no ano de 2009, apenas 48 dos 3.313 delegados “foram submetidos a processos administrativos pelos crimes infamantes mencionados na epigrafada reportagem, o que representa 1,4% do total de integrantes da carreira de delegado e não 24% como incorretamente constou daquela matéria jornalística”.
O delegado disse “presumir” que a Folha incluiu na contabilização dos 800 investigados “infrações de menor relevância” e os chamados “procedimentos de confirmação de carreira” pelo qual a Corregedoria apura a conduta de todos os delegados em seu período de estágio probatório (três primeiros anos de carreira).
A reportagem de domingo, no entanto, não incluiu esses casos “de confirmação de carreira”, assim como também não tratou apenas das investigações abertas no ano passado -mas de todos os casos em investigação contra delegados.
As investigações da Corregedoria se intensificaram em agosto de 2009, quando Antonio Ferreira Pinto, secretário da Segurança Pública de José Serra (PSDB), suspeitando de corporativismo (muitos dos casos se arrastavam havia anos), decidiu reformular a Corregedoria, vinculando-a diretamente ao seu gabinete. Antes, a Corregedoria estava subordinada à Delegacia Geral.

“Injustiça”
Segundo Paulo Neto, a reportagem da Folha divulgou dados incorretos que “maculam injustamente a honra da secular instituição policial civil”.
O delegado-geral contestou na nota também a informação de que 418 policiais foram “removidos” de três dos principais órgãos da instituição. Segundo ele, não houve punição, mas providências com o objetivo de colocar os policiais em unidades mais “compatíveis com seu perfil profissional”.
Entre os removidos pelo secretário Ferreira Pinto estão delegados importantes, que foram colocados “na geladeira”, em postos de menor destaque. É o caso, por exemplo, de Ruy Ferraz Fontes, o “xerife” do combate à facção criminosa PCC por anos e que hoje está em uma delegacia na periferia.
Um outro caso importante, investigado pela Corregedoria, é o que envolve o policial Renzo Borges Angerami, filho do delegado-geral-adjunto, Alberto Angerami. Ele é suspeito de tentar extorquir dinheiro de um suposto criminoso. O pai dele, braço-direito de Paulo Neto, diz que o filho é inocente.
A Folha procurou ontem Paulo Neto para uma entrevista, mas não obteve resposta. O jornal pediu também, sem sucesso, acesso ao teor das apurações contra os 800 delegados.

BOLETIM ACUSANDO ASSESSORA DE IMPRENSA DA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DE QUEBRA DE SIGILO FUNCIONAL…NÃO É PIADA! 3

Pedimos desculpas aos constrangimentos infligidos –  pelo suposto primo-irmão do ex-governador Geraldo Alckmin – a assessora de imprensa MICHELE.  Tal acusação em seu desfavor é  fruto de insanidade.

https://flitparalisante.wordpress.com/2010/01/19/joao-alkimin-vossa-senhoria-confessa-a-propria-torpeza-e-mais-uma-vez-mente/