Aproveito para fazer um apelo a todos servidores públicos de SP, principalmente policiais, para que contratem um seguro-saúde particular, enforquem o orçamento, mas façam! Cair no IAMPE ou HPM com doença grave é morte certa! 1

Dr Guerra, por gentileza publique no Flit mais esse vídeo explicativo, o qual mostra que não estou sozinho. Aproveito para fazer um apelo a todos servidores públicos de SP, principalmente policiais, para que contratem um seguro-saúde particular, enforquem o orçamento, mas façam! Cair no IAMPE ou HPM com doença grave é morte certa!

mondadori74@gmail.com

grato
sergio ricardo mondadori

Delegados de São Paulo ameaçam entrar em greve 4

09/03/2010 – 21h57

Delegados de São Paulo ameaçam entrar em greve
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Repórter Jow da Folha Online

A Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo) deu prazo de dez dias para o governo do Estado sancionar um projeto de reestruturação da categoria, ameaçando decretar uma greve.

Na manhã desta terça-feira, a diretoria da entidade convocou os delegados para uma manifestação na Assembleia Legislativa, com o objetivo de “dar publicidade das decisões da categoria ao governo e à sociedade”.

De acordo com a Adpesp, uma assembléia extraordinária que contou com 400 delegados aprovou o estado de mobilização e manteve a assembleia permanente, manobra que possibilita a diretoria da entidade decretar greve a qualquer momento.

A presidente da Adpesp, Marilda Pansonato Pinheiro, afirmou em nota que os delegados estão “preparados para tudo”.

“Existem outras maneiras de reivindicação, porém a greve não está descartada. A categoria está descontente com o descaso do governo, que até o momento não apresentou nenhuma proposta concreta. Temos mantido reuniões com o secretário e apresentado nossas reivindicações, estamos fazendo a nossa parte. O governo tem a maioria na Assembleia e pode aprovar o que quiser em menos de dez dias.”

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http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u704676.shtml

DELTA, TRISTE É CONSTATAR QUE O DIGNO CARDEAL É INFIEL AS SUAS LIÇÕES DOUTRINÁRIAS…E O RONALDO?… O MARZA…MARZA…MARZAGÃO SÓ ALIVIAVA PRA LADRÃO 6

2010/03/09 at 20:57  –  DELTA UNO

Enquanto a Polícia Militar tem um Comandante Geral com 49 anos de idade, ágil e dinâmico, cercado por um Estado-Maior de igual jaez, a Polícia Civil tem que conviver com dinossauros soberbos, embriagados em sua própria mediocridade.

As biografias de tais dinossauros resumem-se a uma inóspita “gangorra”, sempre à espera deste ou daquele governo “subir” ou “cair”, para tentar a “sorte” de voltar ao Conselho ou retornar a hibernar na NASA…

De fato, um primor o trecho: “…sobretudo, contra dois Diretores de Polícia…”

A rigor, essa “sentencinha” do Dr. Alberto Angerami é uma verdadeira ode ao espírito de corpo mais abjeto já existente na Polícia Civil (inaugurado em meados dos anos 60 e início dos 70); época em que boçais truculentos, brutos, burros, corruptos e, inclusive, pais de ladrões, passaram a infestar (e a parasitar) a carreira de Delegado de Polícia.

_________________________________________________

“Quando integrante do Conselho da Polícia Civil, nos anos de 1995 a 1998 formulei um conceito de procedimento irregular de natureza grave, à época aceito por unanimidade por aquele sodalício: “cuida-se da conduta habitual do policial que ofende aos princípios existenciais do Estado-Administração, dentre os quais o da moralidade pública”.

Entendia-se naquela ocasião que tal proceder revelava um conjunto de atos praticados pelo acusado que demonstrariam seu modus vivendi funcional…pois, do contrário, qualquer comportamento imoral particular poderia ser elevado à tipificação e assim estabelecer-se uma fonte inesgotável de arbitrariedades e injustiças!

Certo é que o legislador, ao reformar a lei, perdeu excelente oportunidade de extirpar do texto legal essa verdadeira heresia jurídica que é o procedimento irregular de natureza grave, ensejador de pena expulsória.

A elasticidade da expressão tem propiciado aos aplicadores da lei a prática de injustiças incontáveis. Ademais, a lei não pode conter termos imprecisos, principalmente num Estado de Direito.”  ( grifo nosso )

De se conferir  ALBERTO ANGERAMI E NESTOR SAMPAIO, no livro  Direito Administrativo Disciplinar, fls. 131/132, Millenninun, 2ª edição, 2006.

Caro Delta, o digno conselheiro, movido por cega paixão pela Polícia Civil,  atualmente ,  consegue trair tudo aquilo que doutrinou na qualidade de professor concursado de uma Academia de Polícia e como  autor de obra adotada por milhares de concursandos e policiais civis. Aparentemente,  amadureceu para pior.

Ao nosso presidente Fernando Henrique Cardoso  –  a quem o apedeuta chamava pejorativamente o  FHC  – falsamente foi atribuida a frase: ESQUEÇAM O QUE ESCREVI.

Analogamente o  nobre membro do sodalício deveria iniciar suas manifestações jurídicas do seguinte modo:

Preliminarmente: como não lembro o que escrevo, desconsiderem o que assino.

Aliás, o digno conselheiro faz citação a Carlos Maximiliano, mas duvidamos que tenha lido e compreendido adequadamente a passagem APAIXONAR-SE NÃO É ARGUMENTAR, item 342, fl. 277, Hermeneutica e Aplicação do Direito, 10ª edição, 1988, adquirida na Livraria Correia Leite em Santos ( infelizmente a livraria encerrou as atividades).

Pois, Alberto Angerami, contraria  a lição de Berriat Saint-Prix, assim colacionada por Maximiliano: Exaltar, enaltecer com entusiasmo, ou maldizer, detratar com veemência não é argumentar; será uma ilusão de apaixonado, ou indício de inópia de verdadeiras razões.  

E no caso em tela, verifica-se indícios de  inópia, indigência,  de justa razão.

Indigência de razões, meses depois, encampada pela primeira Conselheira da Polícia Civil, Doutora Ana Paula Batista Ramalho Soares, que assim se manifestou: ratifico o douto Parecer nº 02/2008, fls. 326/332, acolhendo e adotando integralmente suas bem fundadas razões, para manter a proposta de DEMISSÃO do Delegado de Polícia Roberto Conde Guerra, por ter transgredido os preceitos descritos nos artighos 62, incisos II, III, IX, XIV, XVII, 63, incisos IV, XXIII, XXIV, XXIV, XXXIV, XLVI e, também, o artigo 74, inciso II, todos da Lei Orgânica da Polícia Civil.

A douta Delegada, como Angerami,  também desconhece o princípio: Major absorvet minorem.

Simplesmente,  princípio da consunção

Também, como Angerami, tecendo uma teia de aranha formada por diversos artigos e incisos da LOP, com qual pretenderam fabricar a “heresia jurídica” ( conceituação de Angerami só pra inglês ver ), denominada PROCEDIMENTO IRREGULAR DE NATUREZA GRAVE.

Diga-se de passagem, Angerami, reputa como inconstitucionais vários dos dispositos acima empregados para tecer a armadilha processual.

Valendo dizer que há dois direitos disciplinares na Polícia Civil: dos amigos e o DIREITO DISCIPLINAR DO INIMIGO.

Mas há injustos ainda piores.

O Secretário  RONALDO  AUGUSTO BRETAS MARZAGÃO, contrariando parecer de ilustre e muito digno Procurador da Pasta, também carregava  as tintas em nosso desfavor ( conforme parecer datado de 19 de maio de 2008 ). Outro que opinou pela demissão ratificando a decisão do Conselho e do preclaro doutor Maurício Lemos Freire.

Marza…Marza…Marzagão…O Secretário que até absolveu ladrão! 

Futuramente aqui  publicaremos, digitalizados,  todos os pareceres: dos doutos e dos Doutos.

Contudo, o meu Governador José Serra é justo e honesto…(apesar de  pão- duro prá dar aumento ).

QUALQUER BOÇAL SABE?…ILUSTRE DOUTOR ALBERTO ANGERAMI, ESTE BOÇAL FOI FORMALMENTE CONVOCADO PELO MP, DEPOIS QUE OS TRÊS DELEGADOS OFENDIDOS – POR MEIO DE ADVOGADO – ENDEREÇARAM REPRESENTAÇÕES A INSTITUIÇÃO QUE CUIDA DE DIMINUIR A POLÍCIA CIVIL 35

DAVI ARAUJO, ANGERAMI, CALANDRA E CARMO FREIRE

Parecer nº 02/2008

Protocolado DGP nº 005060/2007

Trechos da  sentença do Ilustre cardeal Alberto Angerami:

“Na qualidade de operador do Direito, o acusado não desconhecia essa circunstância constitucional e o que é ainda mais grave, também não poderia alegar desconhecimento dos preceitos relacionados a Legislação Disciplinar, muitos deles, por sinal atropelados pelo Dr. Roberto Conde Guerra.

Se não vejamos: ao assacar infâmias, pela Internet, contra a Instituição, funcionários e, sobretudo, contra dois Diretores de Polícia honrados e sérios, o implicado violou o estatuído nos incisos II, III, XI e XIV do art. 62 da Lei Orgânica da Polícia. Será que em momento algum pensou na Polícia Civil? Nas pessoas acusadas sem provas? Nas famílias dessas pessoas? E o que é igualmente reprovável, isto é, em vez de representar a quem de direito, o implicado enviou ‘ informes’ a Instituição que – qualquer boçal sabe – interessa-se por fatos que possam de uma forma ou de outra, diminuir a Polícia Civil e seu representante maior – o Delegado de Polícia. ( grifo nosso )

Inobstante a bem elaborada defesa técnica, em desfavor do acusado exsurgem os contundentes depoimentos dos ilustres Delegados de Polícia, Drs. Waldomiro Bueno Filho e Everardo Tanganelli, que de sobejo relataram ser ela problemático, insubordinado e possuidor de outras máculas comportamentais.

Aponte-se que, o acusado confessou tais irregularidades no bojo do inquérito policial nº 309/07 da 4ª Delegacia de Crimes Funcionais.

Com efeito, “apaixonar-se não é argumentar”, já dizia há quase um século o ministro do STF Carlos Maximiliano, todavia é preciso, na qualidade de servidor público, amar e honrar a Instituição da qual faça parte, sentimentos diametralmente opostos na vida funcional do Dr. Roberto Conde Guerra.

Destarte… OPINO pela aplicação da pena de DEMISSÃO ao Dr. Roberto Conde Guerra…

CPC, 8 de fevereiro de 2008.

ALBERTO ANGERAMI

_______________________________

Se o doutor Alberto Angerami, conforme leciona na obra Direito Administrativo Disciplinar, cuidasse de determinar a oitiva do boçal em 25 de maio de 2007, quando de plano, também esquecendo dos familiares do boçal, sacramentou,  por meio de parecer tendencioso elaborado por assistente, a remoção do boçal para plagas menos inóspitas, este boçal não seria compelido a comparecer diante de órgão do Ministério Público.

Se o DGP, Dr. Jordão,  cuidasse de adotar providências em relação aos fatos narrados na representação elaborada e protocolada pelo boçal, no dia 18 de junho, o boçal , no dia 4 de julho de 2007, assim teria relatado ao MP: acerca dos fatos já fomos ouvidos pelos órgãos superiores da Polícia Civil.

Ilustre cardeal, todo e qualquer boçal deveria saber o previsto no art. 5º, I, do CPP.

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2010/03/09 at 20:57 –  DELTA UNO

Enquanto a Polícia Militar tem um Comandante Geral com 49 anos de idade, ágil e dinâmico, cercado por um Estado-Maior de igual jaez, a Polícia Civil tem que conviver com dinossauros soberbos, embriagados em sua própria mediocridade.

As biografias de tais dinossauros resumem-se a uma inóspita “gangorra”, sempre à espera deste ou daquele governo “subir” ou “cair”, para tentar a “sorte” de voltar ao Conselho ou retornar a hibernar na NASA…

De fato, um primor o trecho: “…sobretudo, contra dois Diretores de Polícia…”

A rigor, essa “sentencinha” do Dr. Alberto Angerami é uma verdadeira ode ao espírito de corpo mais abjeto já existente na Polícia Civil (inaugurado em meados dos anos 60 e início dos 70); época em que boçais truculentos, brutos, burros, corruptos e, inclusive, pais de ladrões, passaram a infestar (e a parasitar) a carreira de Delegado de Polícia.

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“Quando integrante do Conselho da Polícia Civil, nos anos de 1995 a 1998 formulei um conceito de procedimento irregular de natureza grave, à época aceito por unanimidade por aquele sodalício: “cuida-se da conduta habitual do policial que ofende aos princípios existenciais do Estado-Administração, dentre os quais o da moralidade pública”.

Entendia-se naquela ocasião que tal proceder revelava um conjunto de atos praticados pelo acusado que demonstrariam seu modus vivendi funcional…pois, do contrário, qualquer comportamento imoral particular poderia ser elevado à tipificação e assim estabelecer-se uma fonte inesgotável de arbitrariedades e injustiças!

Certo é que o legislador, ao reformar a lei, perdeu excelente oportunidade de extirpar do texto legal essa verdadeira heresia jurídica que é o procedimento irregular de natureza grave, ensejador de pena expulsória.

A elasticidade da expressão tem propiciado aos aplicadores da lei a prática de injustiças incontáveis. Ademais, a lei não pode conter termos imprecisos, principalmente num Estado de Direito.”  ( grifo nosso )

De se conferir  ALBERTO ANGERAMI E NESTOR SAMPAIO, no livro  Direito Administrativo Disciplinar, fls. 131/132, Millenninun, 2ª edição, 2006.

Caro Delta, o digno conselheiro, movido por cega paixão pela Polícia Civil,  atualmente ,  consegue trair tudo aquilo que doutrinou na qualidade de professor concursado de uma Academia de Polícia e como  autor de obra adotada por milhares de concursandos e policiais civis. Aparentemente,  amadureceu para pior.

Ao nosso presidente Fernando Henrique Cardoso  –  a quem o apedeuta chamava pejorativamente o  FHC  – falsamente foi atribuida a frase: ESQUEÇAM O QUE ESCREVI.

Analogamente o  nobre membro do sodalício deveria iniciar suas manifestações jurídicas do seguinte modo:

Preliminarmente: como não lembro o que escrevo, desconsiderem o que assino.

Aliás, o digno conselheiro faz citação a Carlos Maximiliano, mas duvidamos que tenha lido e compreendido adequadamente a passagem APAIXONAR-SE NÃO É ARGUMENTAR, item 342, fl. 277, Hermeneutica e Aplicação do Direito, 10ª edição, 1988, adquirida na Livraria Correia Leite em Santos ( infelizmente a livraria encerrou as atividades).

Pois, Alberto Angerami, contraria  a lição de Berriat Saint-Prix, assim colacionada por Maximiliano: Exaltar, enaltecer com entusiasmo, ou maldizer, detratar com veemência não é argumentar; será uma ilusão de apaixonado, ou indício de inópia de verdadeiras razões.

E no caso em tela, verifica-se indícios de  inópia, indigência,  de justa razão.

Indigência de razões, meses depois, encampada pela primeira Conselheira da Polícia Civil, Doutora Ana Paula Batista Ramalho Soares, que assim se manifestou: ratifico o douto Parecer nº 02/2008, fls. 326/332, acolhendo e adotando integralmente suas bem fundadas razões, para manter a proposta de DEMISSÃO do Delegado de Polícia Roberto Conde Guerra, por ter transgredido os preceitos descritos nos artighos 62, incisos II, III, IX, XIV, XVII, 63, incisos IV, XXIII, XXIV, XXIV, XXXIV, XLVI e, também, o artigo 74, inciso II, todos da Lei Orgânica da Polícia Civil.

A douta Delegada, como Angerami,  também desconhece o princípio: Major absorvet minorem.

Simplesmente,  princípio da consunção

Também, como Angerami, tecendo uma teia de aranha formada por diversos artigos e incisos da LOP, com qual pretenderam fabricar a “heresia jurídica” ( conceituação de Angerami só pra inglês ver ), denominada PROCEDIMENTO IRREGULAR DE NATUREZA GRAVE.

Diga-se de passagem, Angerami, reputa como inconstitucionais vários dos dispositos acima empregados para tecer a armadilha processual.

Valendo dizer que há dois direitos disciplinares na Polícia Civil: dos amigos e o DIREITO DISCIPLINAR DO INIMIGO.

Mas há injustos ainda piores.

O Secretário  RONALDO  AUGUSTO BRETAS MARZAGÃO, contrariando parecer de ilustre e muito digno Procurador da Pasta, também carregava  as tintas em nosso desfavor ( conforme parecer datado de 19 de maio de 2008 ). Outro que opinou pela demissão ratificando a decisão do Conselho e do preclaro doutor Maurício Lemos Freire.

Marza…Marza…Marzagão…O Secretário que até absolveu ladrão!

Futuramente aqui  publicaremos, digitalizados,  todos os pareceres: dos doutos e dos Doutos.

Contudo o meu Governador José Serra foi justo; é honesto…(só meio  pão- duro prá dar aumento ).

O desvio de dinheiro da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo) para financiamento de campanhas do PT pode ter chegado a R$ 100 milhões, segundo estimativa do promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo. 1

09/03/2010 – 14h15

Promotor estima em R$ 100 milhões desvio no caso Bancoop

DANIEL RONCAGLIA
colaboração para a Folha Online

O desvio de dinheiro da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo) para financiamento de campanhas do PT pode ter chegado a R$ 100 milhões, segundo estimativa do promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo.

De acordo o promotor, os valores já eram conhecidos desde 2008, ainda na fase do inquérito instalado para investigar o suposto desvio que prejudicou 3.000 famílias de cooperados, com prejuízo médio de R$ 33 mil. “Os valores foram calculados pelas diferenças de balanços e pela análise de documentos recolhidos na investigação”, disse Blat. Os números já haviam sido divulgados pela Promotoria.

Na sexta-feira, o promotor pediu ao Dipo (Departamento de Inquéritos Policiais e Polícia Judiciária), do Tribunal de Justiça de São Paulo, a quebra de sigilo bancário e fiscal do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, por suposto envolvimento no esquema de desvio. Blat também pediu o bloqueio das contas da cooperativa. “O mais importante é o bloqueio da contas para garantir o ressarcimento dos cooperados”, afirmou. Ele espera que seu pedido seja aceito nos próximos dias.

Blat disse que não irá responder aos ataques de membros do PT depois que o caso voltou à pauta com a reportagem da revista “Veja” sobre os novos pedidos. “Toda vez que eu faço investigação do partido A é porque eu pertenço o partido B”, afirmou, lembrando que era chamado de petista quando investigou o caso da Máfia dos Fiscais em 1998, durante a gestão do então prefeito Celso Pitta.

O promotor afirmou que o seu trabalho é técnico. “Não vou me abalar com isso.” De acordo com Blat, não há relação com o pedido feito sexta-feira com o momento eleitoral. “Não vou deixar de investigar esse caso porque este ano é de eleição”, afirmou.

Ontem, o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vacarezza (PT-SP), desafiou o promotor a provar que Vaccari Neto sacou recursos em dinheiro no suposto esquema de desvio de verba da Bancoop.

Ele disse que, se o promotor comprovar que houve saques em dinheiro, o petista renuncia ao seu mandato na Câmara. “Se tiver R$ 30 milhões ou R$ 100 milhões de saque na boca do caixa, renuncio ao meu mandato. Se não tiver, ele renuncia ao cargo dele no Ministério Público”, afirmou.

Já o deputado José Aníbal (PSDB-SP) criticou a reação de líderes do PT. O tucano comparou o comportamento do deputado Fernando Ferro (PT-SP), líder do PT na Câmara, com o do deputado Paulo Maluf (PP-SP) sobre as investigações dos promotores.

“A postura dele [Ferro] me lembra muito a do Maluf: falar mal do promotor”, afirmou Aníbal, que hoje pela manhã participou de um debate com Ferro sobre caso em uma rádio de São Paulo. “O que me preocupa no PT é esse fato: os fins justificam o meio”, disse.

Já a ministra Dilma Rousseff afirmou que o tesoureiro do PT tem direito de defesa nas acusações. “Eu não tenho como me manifestar sobre isso, até porque eu não voto, o Vaccari tem todo o direito de defesa e nós temos tido bastante clareza em defender o direito das pessoas de se defenderem antes de serem condenadas, acusadas e de fato afastadas”, afirmou.

Nesta terça-feira, a Assembleia Legislativa de São Paulo deve instalar uma CPI para investigar o caso.

De acordo com reportagem da revista “Veja” desta semana, o promotor analisou mais de 8.000 páginas de documentos do processo que envolve o desvio de recursos e concluiu que a direção da Bancoop movimentou R$ 31 milhões em cheques para a própria cooperativa. Esse tipo de movimentação é uma forma de não revelar o destino do dinheiro.

Segundo a denúncia, dirigentes da cooperativa teriam criado empresas fantasmas que prestavam serviços superfaturados e faziam doações não contabilizadas ao PT. Para Blat, há indícios de caixa dois, uma vez que os recursos repassados ao partido não constam dos registrados da Justiça Eleitoral.

Outro lado

A reportagem não localizou nenhum representante da Bancoop para comentar a estimativa de prejuízo feita pelo Ministério Público. Em nota divulgada no fim de semana em seu site, a reportagem negou a existência de um esquema de desvio de verba, conforme apontou reportagem da revista “Veja”.

“A matéria é extremamente fantasiosa quanto aos fatos, como demonstra a informação de que teriam sido emitidos, para saque em dinheiro, cheques nominais à própria Bancoop em valor total superior a R$ 31 milhões”, diz a nota da cooperativa.

DELEGADOS DE POLÍCIA PREPARADOS PARA GREVE 17

São Paulo, 09 de Março de 2010 – 11:59
:: CATEGORIA PODE ENTRAR EM GREVE NO PRóXIMOS DIAS

Por deliberação da Assembléia Geral Extraordinária os Delegados de Polícia de São Paulo dão ao Governo prazo de 10 dias, a partir de hoje, 10/3, para sancionar o projeto de reestruturação da categoria.
Com a presença de mais de 400 Delegados de Policia de todo Estado a categoria aprovou o estado de mobilização e manteve a Assembléia Permanente, manobra que possibilita a diretoria da entidade decretar greve a qualquer momento.
 
Manifestação
Hoje, a partir das 11h, haverá uma manifestação na Assembléia Legislativa. A diretoria da ADPESP- Associação dos Delegados de Policia do Estado de São Paulo convocou toda a categoria para comparecerem na ALSP, para um ato que ocorrerá no plenário Franco Montoro. O objetivo da manifestação é dar publicidade das decisões da categoria ao Governo e à sociedade.
“Existem outras maneiras de reivindicação, porém a greve não está descartada, a categoria está descontente com o descaso do governo, que até o momento não apresentou nenhuma proposta concreta. Temos mantido reuniões com o secretario e apresentado nossas reivindicações, estamos fazendo a nossa parte. O Governo tem a maioria na Assembléia e pode aprovar o que quiser em menos de 10 dias, estamos preparados para tudo, alerta a presidente da ADPESP, Marilda Pansonato Pinheiro
Baixe a íntegra do novo Projeto aprovado pela AGE

 
http://www.adpesp.com.br/home.php

VERGONHA! POLÍCIA CONTRA POLÍCIA 29

publicado em 08/03/2010 às 18h38:
Carro estacionado em local proibido provoca briga entre policias civis e militares na zona norte de SP
 
Segundo testemunha, momento mais tenso foi quando 80 policiais se preparam para atirar
Clayton Freitas, do R7
 
Um corsa parado em frente a uma garagem no número 210 da rua Antonio Lopes, na Vila Guilherme, zona norte de São Paulo, quase protagonizou uma cena de guerra entre agentes das Polícias Civil e Militar de São Paulo.

Segundo o sargento da Policia Militar Agnaldo Barbosa, por volta das 17h desta segunda-feira (8) o proprietário da casa localizada no 210 da rua Antonio Lopes, o fotógrafo João Roberto, acionou o 190 para que o carro que estava parado em frente à sua garagem e proibindo a entrada ou saída fosse retirado.

Segundo João Roberto, que possui um restaurante neste mesmo endereço, os policiais militares faziam a averiguação do carro e, pela placa, perceberam que ele não tinha identificação.

No momento em que investigavam o chassi do veiculo, um policial civil foi até o local e, com arma em punho, começou a xingar os policiais militares.

– Ele [o policial civil] abriu e fechou rapidamente a carteira dizendo que era policial civil e que era para os policiais militares tirarem as mãos do seu carro, pois todos eles eram uns merdas. 

Em seguida, segundo o sargento Agnaldo Barbosa, foi chamado reforço por parte da Polícia Militar. Entre eles, estava um P2 (como é chamado o agente da Polícia Militar que fica a paisana registrando os fatos). O policial civil, que não teve seu nome divulgado, tentou agredir o P2 e aí teve início a confusão.

João Roberto disse que o policial civil também apontou a arma para os policiais militares e tentou agredi-lo. Ele tentou revidar e foi contido pelos policiais militares. Enquanto isso, o policial civil telefonou para outros agentes e, em questão de minutos, segundo João Roberto, várias viaturas da Policia Civil foram até o local. Entre elas, as especializadas do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) e do Goe (Grupo de Operações Especiais).

Segundo João Roberto, o momento mais tenso foi quando o policial civil não identificado tentou novamente agredir os policiais militares. Cerca de 40 agentes da policia militar e outros 40 da civil empunharam suas armas e se preparam para atirar. Entre os armamentos, estavam, de ambas as partes, pistolas e sub-metralhadoras.

A cena assustou os moradores da região e também interrompeu temporariamente o tráfego na rua Antonio Pontes quase esquina com a Joaquina Ramalho. Até por volta das 18h30, a reportagem do R7 constatou ao menos duas viaturas do Goe e pelo menos seis da Polícia Militar. O policial civil foi encaminhado pela corregedoria da Policia Civil e não teve o seu nome revelado.

A reportagem do R7 tentou falar com algum responsável do Goe mas, segundo os agentes, ninguém poderia dar entrevista. Um deles inclusive empunhava uma submetralhadora em frente ao estabelecimento de número 236.

Espanto

Moradores da região onde aconteceu o desentendimento entre os policiais militares e civis relataram que se assustaram com a confusão o motorista Leonardo Sagioli afirmou que estava conversando com amigos quando percebeu a confusão.

– Eu acho que eles [policiais civis e militares] têm muito mais para fazer do que ficar aí mostrando arma um para o outro.

O aposentado Edélcio Alves afirmou que tudo parou na rua.

– É um absurdo policiais armados até os dentes ficarem com essa rixa enquanto a bandidagem tá solta por aí. 
 http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/carro-estacionado-em-local-proibido-provoca-briga-entre-policias-civis-e-militares-na-zona-norte-de-sp-20100308.html

O MEU GOVERNADOR JOSÉ SERRA ANUNCIA PROJETO PARA PONTE ENTRE SANTOS E GUARUJÁ 2

Secretaria de Comunicação <imprensa@comunicacao.sp.gov.br>
paradipol@flitparalisante.com

data9 de março de 2010 09:27
assunto: Aviso de Pauta – 09/03 – 12h30 – Governo de SP anuncia projeto para ponte entre Santos e Guarujá

Terça-feira, 09 de Março de 2010
Governo de SP anuncia projeto para ponte entre Santos e Guarujá
O governador José Serra anuncia nesta terça-feira, 09, o projeto para a ponte que ligará Santos a Guarujá. O complexo de 4,6 km, sendo 1 km de ponte estaiada, irá beneficiar não só os 24 mil veículos que passam todo dia pela balsa, mas também os cerca de um milhão de pessoas que vivem em Santos, São Vicente e Guarujá.
A ligação seca entre Santos e Guarujá irá substituir de vez a travessia de veículos pela balsa, facilitando a vida dos motoristas que trafegam entre as duas cidades diariamente, que não terão mais de aguardar nas filas para a travessia.
Evento: Anúncio da Ponte entre Santos e Guarujá
Data: Terça-feira, 9 de março de 2010
Horário: 12h30
Local: Travessia da Balsa Santos-Guarujá. Pça Gago Coutinho, s/n (início da Av Almirante Saldanha da Gama – Ponta da Praia – Santos/ SP

RESERVAMOS NESTE 8 DE MARÇO ESPECIAL HOMENAGEM ÀS MULHERES JURISTAS PRESENTADAS PELAS PROCURADORAS DO ESTADO DE SÃO PAULO 1

Nossa gratidão; nosso total empenho em busca dos predicamentos devidos aos membros da Procuradoria Geral do Estado: autonomia financeira, independência funcional, inamovibilidade e vitaliciedade.

Nunca haverá justiça ao cidadão –  muito menos ao funcionário público – enquanto a Procuradoria do Estado não conquistar tais prerrogativas.

Excelentíssimas Procuradoras do Estado presentam o ideal de justiça, a vanguarda do Direito e a humanidade.

Definitivamente: as guardiãs da dignidade na Administração Pública.

( Mas não esqueçam do ALE  do Capitão Mondadori e dos 5000 policiais inválidos )

O ESTADO: Projeto de reestruturação das carreiras policiais civis deve extinguir mil cargos em São Paulo 14

Segunda-Feira, 08 de Março de 2010

Dps vazios levam à extinção função de carcereiro em SP

Projeto de reestruturação das carreiras policiais civis deve extinguir mil cargos no Estado 

Marcelo Godoy, marcelo.godoy@grupoestado.com.br 

 

 

DIAS CONTADOS – No Bom Retiro, 2.º DP é uma das oito delegacias da capital que ainda têm carceragem

A grade da delegacia se fecha e logo o prisioneiro grita: “Carcereiro, carcereiro”. Tantas vezes repetida em filmes e novelas, essa pode virar uma cena do passado. Projeto de reestruturação das carreiras policiais civis de São Paulo acaba com sete das atuais 14 funções, incluindo a de carcereiro. Suas tarefas passarão a ser exercidas por um novo tipo de profissional, um polivalente que se chamará agente de polícia. A nova profissão uniria em uma só as funções do carcereiro, a do motorista e a do responsável pela telecomunicação.

O plano da Polícia Civil entregue à Secretaria da Segurança Pública prevê a extinção dos primeiros mil cargos de carcereiros. O projeto ficou pronto na semana passada, depois de quase sete meses de estudos. O documento foi feito em conjunto pela Delegacia-Geral com as entidades de classe da polícia – três delas resistem às mudanças apresentadas no projeto.

A transformação, porém, é apoiada por carcereiros. “Nós achamos o projeto muito bom. Ele dá dignidade aos carcereiros, uma carreira cujo valor sempre foi pouco reconhecido”, disse Eraldo Faria, da Associação dos Carcereiros. Ele não se incomoda com o fim da mais antiga função policial do Estado. “Ela data do Brasil Colônia, quando havia as enxovias; então, quando o preso fugia, o carcereiro era obrigado a ficar em seu lugar como punição”, conta Sérgio Roque, vice-presidente da Associação dos Delegados.

Existem 3 mil carcereiros no Estado. No passado, eles foram responsáveis por cadeias famosas, como a do Deic, na Rua Brigadeiro Tobias – desativada nos anos 1980. Era uma época em que até 250 presos dividiam celas para 40 homens. Havia rodízio para dormir. “Às vezes, os presos matavam seus colegas por causa do espaço”, diz Faria.

Na literatura e na história, são comuns os carcereiros que tiranizam presos, espancando-os. Há os lenientes e os corruptos que barganham toda sorte de vantagens e favores, como os que compravam cigarros para o escritor Graciliano Ramos, na Ilha Grande. A memória dessas pessoas não abandona os prisioneiros. Foi, por exemplo, do nome de um carcereiro da Rússia czarista que o revolucionário Lev Bronstein tirou o pseudônimo Trotsky.

SEMPRE ALERTA

Afirmam os carcereiros que um bom profissional deve estar sempre atento e, se possível, ter um informante na prisão. Muito silêncio na cadeia pode significar que algo errado está sendo preparado: uma execução, um túnel ou uma rebelião. “Uma vez tive de sentar o aço para salvar um preso que estava sendo esfaqueado”, conta o carcereiro Joaquim Machado, de 53 anos. Foi em 1998, no 8º Distrito Policial (DP), no Brás, no centro. Os tiros para o alto impediram o assassinato.

Em 25 anos de profissão, Machado lembra-se só de um preso que fugiu sob sua guarda. Mas ele o recapturou em 30 dias. “O cara abriu a algema e fugiu.” Machado viu o surgimento de facções criminosas e o esvaziamento das celas das delegacias com a construção dos Centros de Detenção Provisória (CDP).

Hoje, ele trabalha em uma das oito delegacias para presos a caminho de CDPs: o 2º DP (Bom Retiro). Em três anos, mais de 21 mil homens passaram por ali. “Nunca tive medo, pois nunca me mancomunei com preso ou cometi injustiça. Nunca prometi o que não podia cumprir e jamais destratei a família do preso. Por isso, sempre fui respeitado.” Agora, Machado aguarda a decisão do governo para saber se isso tudo vai se tornar passado.

BLOG DO IMBROGLIONE: mais um capítulo da falência moral do Ministério Público de São Paulo que se transformou em apêndice do governo José Serra 7

MP tucano: promotor de SP faz apologia da tortura

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Pessoalmente compreendemos  OS DILEMAS doutrinários e éticos do Promotor, pois não raro  buscar o justo importa em transgredir a lei.  

Cada um que interprete como quiser, mas se for para salvar vidas  –  tão-só a vida – alheias: PRENDO, PENDURO E ARREBENTO…( O Presidente Figueiredo só dizia: prendo e arrebento,  pendurar nem “phodendo” )

Quem quiser pode me processar.

Ora,  deixar de obter, ainda que violentamente, as informações de um criminoso,  preservando a lei, mas deixando perecer vidas inocentes, sob o pretexto de a tortura ser hedionda, é negar a Justiça. É absoluta desumanidade.

O policial tem o dever de matar para salvar um inocente; com maior razão deverá torturar para impedir a iminente morte de inocentes.

A tortura , conforme determinado fato concreto,  salvará culpados e inocentes.

A  prática de tortura,  em derteminadas situações,  será plenamente justificada. 

Justificada pelas regras do bom direito;  não por discursos.

Contudo, feito o trabalho, NEM SEQUER O INOCENTE POUPARÁ O “TORTURADOR” QUE LHE SALVOU A VIDA…

OU QUE LHE RESGATOU DA TORTURA DO CATIVEIRO.

Se der certo: NÃO QUEIRA MEDALHAS.

Se der errado: S.O.S. Disco Voador!

Enfim, numa coisa o Imbroglione está certíssimo: “se o artigo fosse escrito por um policial, certamente este já estaria respondendo a procedimento aberto pelos combativos promotores.

VAMOS ABRAÇAR A CAUSA DO CAPITÃO MONDADORI…DELE E NOSSA, POIS AMANHÃ PODEREMOS NOS ENCONTRAR EM SITUAÇÃO IDÊNTICA 33

Muito grato pelo apoio, esgotei todas as possibilidades judiciais, não cabe nem crime de desobediência, muito menos intervenção (deveria).
Por gentileza esqueçam essa tachação por herói, não fui e não sou. Sou sim casado, temos uma filha prestes a completar 14 anos, sou arrimo de família pois minha esposa não pode retornar ao trabalho para dedicar-se a nós 24h/dia. Não tenho acompanhante, enfermeiro ou empregada doméstica. Vivemos bem! Resta a pergunta: Sempre trabalhei no policiamento ostensivo, sou Cap PM reformado por invalidez, e se eu fosse soldado? (80% da pm é).
PEÇO QUE CONTINUEM DIVULGANDO! SEMPRE!

CASO ALGUÉM CONSIGA ALGUM MEIO DESSE CASO IR À MÍDIA TELEVISIVA, FAVOR CONTATAR-ME:

mondadori74@gmail.com

mais um vídeo:

Pessoa ladina e solerte, tenta solapar a atual administração de GAETANO VERGINE 4

2010/03/07 at 15:27 –  comentário da  Dnª MARIA SAPATA 

Por favor seu GUERRA publica aí que eu quero ver a cara dos SALAFRARIOS…

Richard Stanley assume a 1ª DIVECAR e logo mandou que o investigador chefe PALMEIRIRENSE, mais conhecido como “BONZO”, realizasse uma reunião e informasse aos investigadores quanto queria de arrecadação, ou seja, os famosos 60 40, DO BRUTO!!!!, que isso ficasse bem claro. a alegação é que precisa tratar de familiar que se encontra enfermo e que daquele momento em diante aquela Delegacia não estava mais sob a direção dos “meninos de ouro do diretor” e que poderiam trabalhar despreocupados. MUITO CARA DE PAU ESSE SAFADO!!!
Os policiais Sergílio e Eric Strada, dentre outros, que trabalham na parte de rastreadores, única e exclusivamente para a Seguradora Porto Seguro ficaram preocupados, pois terão que dividir o que recebem com o chefe dos investigadores e este por sua vez terá que repassar ao seu coleguinha Richarlison, que também é conhecido por “Fred Mercury”.
Muito LEÃO esse Stanley, amargurando por meses cargo burocrático, agora quer tirar o atraso!!!
Chegando ao DEIC pelas mãos do Dr. Recognição e Ivan não é gay, em conversas pelos corredores do DEpartamento, com seus pares, manifesta que ainda sonha com o retorno de Ivangay ao topo, pois com isso, obteria cargos mais vantajosos. Pessoa ladina e solerte, tenta solapar a atual administração de GAETANO VERGINE.
O mais engraçado é que mandou que “BONZO” reunisse os investigadores, estipulou a porcentagem que caberia, mas não definiu quanto caberia para o pessoal que trabalha no Cartório. A BRONCA É ESSA AÍ!!!

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Amigo,  o texto original farei com que chegue ao conhecimento direto do Gaetano. 

Mas, obviamente,   ele será capaz de identificar esses ladinos do Deic.

PRÁTICA COMUM AOS GOVERNADORES: PRESSIONAR E DIRECIONAR AÇÕES DA POLÍCIA CIVIL 1

Delegados confirmam pressão de Arruda para fornecer informações sigilosas

LUCAS FERRAZ
HUDSON CORRÊA
E JOW

da Folha de S.Paulo, em Brasília

Dois delegados da Polícia Civil disseram em depoimento ao Ministério Público do Distrito Federal que sofreram pressão do governador afastado José Roberto Arruda (sem partido) para fornecer informações sobre investigações sigilosas.

Arruda agiu, segundo eles, em junho do ano passado para obter dados sobre operações que apuravam a suposta corrupção no governo. Na época, os delegados eram diretores da Polícia Civil, mas acabaram demitidos dos cargos.

Os depoimentos foram usados pela vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat, como forte argumento apresentado ao STF (Supremo Tribunal Federal) para manter o governador afastado preso.

Duprat argumentou que os policiais só se encorajaram em falar após a prisão dele. Daí a necessidade, segundo ela, de Arruda continuar preso para não atrapalhar as apurações.

Os delegados Marco Aurélio Virgílio de Souza e Cícero Jairo de Vasconcelos Monteiro prestaram depoimento no dia 1º deste mês. Arruda foi preso no dia 11 de fevereiro, acusado de tentativa de suborno a uma testemunha do inquérito do mensalão do DEM –esquema de cobrança e distribuição de propina revelado pela Polícia Federal em novembro passado.

Ainda sem vislumbrar que o mensalão viria à tona, Arruda queria, em junho de 2009, detalhes sobre investigações em andamento da Polícia Civil, disseram os delegados.

O governador teria ficado aborrecido principalmente com a Operação Terabyte, deflagrada em abril de 2009, para apurar desvios de recursos na área de tecnologia, que mais tarde se revelaria uma das fontes de propina do mensalão.

Monteiro, no comando da área de inteligência, disse que foi convocado para uma reunião com Arruda e a cúpula da Polícia Civil. O governador afastado, segundo Monteiro, disse que “fora cobrado pelos empresários investigados”.

“O governador dirigiu-se ao diretor-geral da Polícia Civil, Cleber Monteiro, e disse: Cleber não estou satisfeito.”

Souza, o outro delegado, disse que foi afastado da diretoria que combate crime na gestão pública porque Arruda não foi avisado que a Terabyte ocorreria. Arruda afirmou ainda que “em 2010 haveria eleições e que a polícia deveria protegê-lo”, acrescentou Monteiro.

Outra intenção de Arruda era saber se Marcelo Toledo, ex-policial suspeito de operar o esquema, era investigado.

Procurada, a defesa de Arruda disse não saber dos novos depoimentos. A assessoria do governo informou que cabe aos advogados falar sobre o caso.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u703418.shtml