JOW, A VERDADE DEVE SER DITA: ESTA PORTARIA É DE AUTORIA DO DOUTOR ALBERTO ANGERAMI…CONFORME SEMPRE DEFENDEU DOUTRINARIAMENTE 17

Dr. War,
Vamos saudar e agradecer o nosso Exmo. DGP. Depois de 22 anos da promulgação da Constituição Federal, foi o primeiro Delegado Geral a reconhecer que os Princípios consitucionais da Impessoalidade e Moralidade Administrativa se aplicam aos procedimentos de remoção dos Policiais Civis.
Estamos avançando !
Att. Jow !


Portaria DGP – 22, de 16-4-2010*

*Disciplina os procedimentos administrativos para edição dos atos de remoção
de integrantes da carreira de Delegado de Polícia*

O Delegado Geral de Polícia,

Considerando que a validade de qualquer ato administrativo somente se
aperfeiçoa com a explicitação das circunstâncias de fato ou de direito que
determinam sua prática;

Considerando, ainda, que a ausência ou insuficiência de motivação do ato
administrativo induz, necessariamente, à sua invalidade e, potencialmente, à
responsabilidade funcional sei legítimo o móvel para sua edição;

Considerando, também, que o art. 4º da Constituição do Estado de São Paulo
preconiza que, nos procedimentos administrativos, qualquer que seja o
objeto, observar-se-ão, entre outros requisitos de validade, a igualdade
entre os administrados e o devido processo legal, sobretudo quanto à
exigência da publicidade, do contraditório, da ampla defesa e do despacho ou
decisão motivados.

Considerando, ademais, que a Lei Estadual nº 10.177/1998, em harmonia com o
artigo 37 da Constituição da República, dispõe, em seu art. 4º, que
Administração Pública atuará em obediência aos princípios da legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade, razoabilidade, finalidade,
interesse público e motivação dos atos administrativo, declarando, ainda, no
art. 8º, VI, inválidos os atos administrativos que desatendam os
pressupostos legais e regulamentares de sua edição, ou os princípios da
Administração, especialmente nos casos de falta ou insuficiência de
motivação;

Considerando, por derradeiro, que a Constituição do Estado de São Paulo, no
art. 140, § 3º, relativamente à remoção de integrante da carreira de
Delegado de Polícia, prevê, somente, as hipóteses de remoção a pedido do
interessado ou mediante deliberação do Conselho da Polícia Civil, resolve:

Artigo 1º – Todo ato de remoção de integrante de qualquer carreira da
Polícia Civil
deverá trazer explicitada sua suficiente motivação, com
circunstanciada exposição das razões fáticas e jurídicas que determinaram
sua edição, sob pena de invalidade
.

Artigo 2º – A remoção de integrante da carreira de Delegado de Polícia
somente poderá ocorrer a pedido do interessado ou, na forma da lei, mediante
manifestação favorável do Conselho da Polícia Civil.

Parágrafo único – A proposta de remoção de Delegado de Polícia no interesse
do serviço policial somente será submetida à deliberação do Conselho da
Policia Civil se devidamente instruída com circunstanciada motivação exarada
pelo proponente e com manifestação escrita do indicado para remoção.

Artigo 3º – Toda proposta de remoção de Delegado de Polícia, a pedido,
somente será admitida na Delegacia Geral de Polícia, para análise e
processamento da publicação oficial posterior, se suficientemente instruída
com:

I – requerimento de remoção exclusivamente manuscrito pelo próprio
interessado, com sua firma publicamente reconhecida por autenticidade
;

II – indicação, no requerimento inicial, dos motivos determinantes da
movimentação, mediante circunstanciada exposição das suas razões de fato e
de direito;

III – manifestação conclusiva exarada pelos respectivos superiores mediato e
imediato do interessado;

IV – parecer terminante expendido pelo Diretor de Departamento de
classificação do requerente.

Parágrafo único – Na hipótese de solicitação de remoção por permuta, as
formalidades previstas nos incisos anteriores serão exigíveis em relação a
ambos os requerentes.

Artigo 4º – Incumbirá, privativamente, ao Diretor do Departamento de
classificação do Delegado de Polícia requerente analisar o pedido de
remoção, providenciar a publicação dorespectivo ato e, por conseguinte,
exercitar o controle de regularidade das medidas previstas no artigo
anterior, e seu parágrafo único, na hipótese de a movimentação do Delegado
de Polícia verificar-se:

– de uma para outra unidade do mesmo departamento especializado de execução,
de apoio ou de apoio aos de execução, desde que não implique designação para
exercício noutro município;

II – de uma para outra unidade da mesma Delegacia Seccional de Polícia da
Capital;

III – de uma para outra unidade da mesma Delegacia Seccional de Polícia do
interior ou da região metropolitana, desde que não acarrete em designação
para exercício noutro município.

Artigo 5º – Existentes indícios de que a proposta de remoção de Delegado de
Polícia seja decorrente de indevida satisfação de interesse ou sentimento
pessoal, ou de que tenha resultado de pedido simulado ou de sanção
dissimulada, promover- se-á à apuração de eventual ilícito penal ou
administrativo subjacente, sem prejuízo da adoção das medidas tendentes à
anulação do ato de movimentação viciado.

Artigo 6º – Esta portaria entra em vigor na data

* *

*32 – *São Paulo, 120 (72) *Diário Oficial *Poder Executivo – Seção I
sábado, 17 de abril de 2010

—————————————————————————–

JOW:

A portaria –   praticamente 22 anos depois de vigência de uma nova ordem constitucional – revela a torpeza da Administração policial, posto  falar-se que Delegado de Polícia, operador do direito,  não pode alegar ignorância aos princípios e institutos legais. 

É o fim da picada a DGP editar portaria para dizer, em linhas gerais,  o seguinte, A PARTIR DE AGORA VAMOS CUMPRIR O ORDENAMENTO JURÍDICO. 

Contudo possui vício, pois  NÃO PREVÊ   manifestação escrita do indicado para remoção de  integrante de qualquer carreira da Polícia Civil.  ( leia-se: qualquer é o  não Delegado )

Abominável a diferença de tratamento para situações idênticas, causadoras de problemas pessais e  familiares semelhantes.

Especialmente no interesse do serviço de um para outro município deste Estado.

A prerrogativa do Delegado  ao procedimento de remoção ser votado pelo Conselho não lhe confere a exclusividade de ser a única carreira com direito a “ampla defesa”.  

Por outro lado, considerando que tal portaria revela, implicitamente,  que na Polícia Civil imperou a fraude e o desrespeito aos direitos, vislumbrando-se até a existência de  requerimentos simulados –  TANTO QUE O REQUERIMENTO AGORA DEVE SER MANUSCRITO E COM FIRMA RECONHECIDA  (  ninguém tem crédito ) –  no mesmo ato administrativo em referência, o DGP  deveria ter feito constar ” expressamente”:

O PRAZO DE 15 DIAS  PARA A POSSE DE  FUNCIONÁRIO REMOVIDO NO INTERESSE DO SERVIÇO DE UM PARA OUTRO MUNICÍPIO  É CONTADO A PARTIR DO PAGAMENTO DA AJUDA DE CUSTO POR REMOÇÃO.

O FUNCIONÁRIO NÃO SERÁ PENALIZADO COM FALTAS AO SERVIÇO  EM RAZÃO DO NÃO PAGAMENTO DA AJUDA DE CUSTO  À VISTA DO ATO DE REMOÇÃO PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL.

Exposição de motivos: há Delegado que quando não é burro se faz de para prejudicar o desafeto.

Assim, tudo deve ser explicadinho…

Nos mínimos detalhes…rs

JOGO DO BICHO 7

Boa tarde delegado Roberto,
 
Para seu conhecimento e deliberação, segue o link de matéria que versa sobre o combate ao jogo do bicho no RJ.
 
Fica a pergunta: Será que é somente no RJ que temos a prevaricação reinando quando a matéria diz respeito às polícias e a exploração do jogo e demais variáveis? Como fica o Estado de São Paulo? Será que não há jogo do bicho?
 
Nossos informes sobre a sua região (baixada santista), nos dão conta de que prolifera esta situação em cada esquina, inclusive com mesas e cadeiras dispostas nas calçadas para quem quiser ver. E a polícia, por onde anda? ou melhor, será que os policiais podem exercer sua função e prendê-los?
 
Fica a pergunta no ar, para quem quiser ou puder responder!
 
Saudações
 
O link é:

Corregedoria de Polícia Civil vai investigar omissão no combate ao jogo do bicho

Marcos Nunes – Extra

 

PF filme ponto de jogo do bicho no Centro do Rio. Foto: Reprodução

RIO – A Corregedoria de Polícia Civil instaurou um inquérito, por requisição do promotor Homero das Neves Freitas Filho, coordenador da 1ª Central de Inquéritos, para apurar a omissão de autoridades policiais estaduais no combate ao jogo de bicho no Rio. Nesta sexta-feira, o Extra Online e o site do Globo publicaram, com exclusividade, imagens de um dossiê feito pela Polícia Federal (PF) mostrando o funcionamento de pontos de bicho próximo à delegacias e batalhões. 

No documento, enviado por ofício ao procurador geral de Justiça, Cláudio Lopes, o superintendente da PF do Rio Angelo Fernandes Gioia, sustenta que a iniciativa foi tomada “considerando a ostensividade do jogo de bicho do estado do Rio de Janeiro e a omissão da Secretaria de Segurança Pública na repressão dessa modalidade contravencional, à qual, conforme conhecimento público, movimenta milhões de reais e empresta suporte financeiro a outros crimes”. A elaboração do dossiê é mais um round de uma queda de braço, travada nos bastidores entre a PF e a Secretaria de Segurança 

 
http://extra.globo.com/geral/casodepolicia/materias/2010/04/16/corregedoria-de-policia-civil-vai-investigar-omissao-no-combate-ao-jogo-do-bicho-916362149.asp

Prisões e Justiça criminal do Brasil são disfuncionais, diz relatório Resposta

17/04/2010- 07h30

ANDRÉ MONTEIRO
da Reportagem Local

Relatório elaborado pela Associação Internacional dos Advogados (IBA, na sigla em inglês) afirma que o sistema prisional e a Justiça criminal brasileira são “disfuncionais”. Nesta semana o país sediou o 12º Congresso da ONU de Prevenção ao Crime e Justiça Criminal, em Salvador (BA), e o Conselho Nacional do Ministério Público reuniu mais de cem promotores e procuradores em Brasília para discutir o sistema carcerário.

Ministério diz enfrentar problema prisional de forma contundente
No Brasil não existe política penitenciária, diz delegado

No mês passado, um painel paralelo ao Conselho de Direitos Humanos da ONU e uma comissão da OEA (Organização dos Estados Americanos) já haviam discutido o tema, após denúncias sobre detentos amontoados em prisões no Espírito Santo.

O estudo internacional cita as denúncias no Estado, mas aponta que os problemas são generalizados no país. “A superlotação extrema, condições sanitárias precárias, violência entre organizações criminosas e motins deterioram o sistema prisional, onde os maus-tratos, incluindo espancamentos e tortura, são comuns.”

Publicado pelo Instituto de Direitos Humanos da IBA em fevereiro, o relatório diz ainda que “o sistema de Justiça criminal brasileiro parece ser tão ruim em punir os culpados quanto em proteger os inocentes”. O Ministério da Justiça diz enfrentar o problema de forma contundente.

O relatório cita exemplos de violência dentro das prisões, como o caso dos 25 detentos queimados em Ponte Nova (MG) em agosto de 2007, e até os ataques do PCC em maio de 2006 como reflexos da crise do sistema criminal no país.

Com base em entrevistas com o Ministério da Justiça e o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), o instituto estima que “dezenas de milhares de pessoas condenadas à prisão, na realidade, não cumprem as suas penas devido à lentidão dos processos judiciais, à ineficiência administrativa dentro do sistema e aos baixos padrões de segurança.”

Por outro lado, aponta o dado do CNJ –que serviu de título ao relatório– de que está na prisão irregularmente um a cada cinco presos, a maioria sem assistência jurídica.

“Devido ao excesso da população prisional, muitos presos em regime de prisão provisória estão detidos em delegacias e carceragens. Essas não são concebidas como prisões, e raramente são equipadas com instalações adequadas para manter indivíduos presos por longos períodos, o que aumenta o risco de que os presos sejam submetidos a maus-tratos.” A IBA afirma que uma visita a uma “cadeia da polícia no Rio, durante a pesquisa, mostrou condições que se encaixam no padrão geral” descrito pelo relatório. A Polícia Civil confirma a situação.

Ao citar a dificuldade de encontrar informações precisas e atualizadas sobre a população carcerária, os autores do relatório afirmam que “nenhuma quantidade de novas leis ou de novas instituições pode solucionar ineficiências e a incompetência; elas poderiam, de fato, agravar a situação existente ao acrescentar novas camadas de burocracia e confusão administrativa àquelas que existem atualmente.”

Entre as soluções para a crise, o relatório recomenda uma reforma para aumentar a eficiência do Judiciário, o desenvolvimento de alternativas à detenção, o combate ao crime com um policiamento mais eficaz, e o fortalecimento da Defensoria Pública.

Entretanto, a IBA afirma que “há limites quanto a quão eficazes as soluções importadas podem ser”, e sustenta que a saída deve passar por “soluções práticas de origem doméstica”.

Financiamento

Fundada em 1947, a IBA reúne cerca de 35 mil advogados e 197 associações em todo o mundo. O relatório foi financiado pela ONG Open Society Institute, do megainvestidor George Soros, e cita, além da pesquisa própria, levantamentos de entidades como Anistia Internacional, Human Rights Watch, Pastoral Carcerária, Justiça Global e ONU.

DENTISTA E INVESTIGADOR? É O NOSSO TIRA-DENTES 33

OUTRO DIA OUVI UM COMENTÁRIO DE UM COLEGA, DIZENDO QUE O SR. RONALDO TUMA (DENTISTA), ERA INVESTIGADOR DE POLÍCIA, NÃO ACREDITEI E FUI PESQUISAR NO SITE DA IMPRENSA OFICIAL. NÃO É QUE É VERDADE. O QUE MAIS ME INTRIGA É ONDE ESSE RAPAZ TRABALHA, QUANTAS VEZES ENTROU NUMA DELEGACIA, QUANTO JÁ RECEBEU DOS COFRES PÚBLICOS SEM TRABALHAR, QUEM ASSINA SUA FREQUÊNCIA? QUERO TOMAR ESTE ESPAÇO PARA DESABAFAR, POIS AINDA VERIFIQUEI QUE O MESMO FOI PROMOVIDO Á CLASSE ESPECIAL NA MINHA FRENTE, EU QUERO SABER SE ELE FEZ O CURSO NA ACADEMIA DE POLÍCIA? TOMEI A LIBERDADE DE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO PARTICULAR E VERIFIQUEI, AS DELEGACIAS QUE O MESMO PASSOU,”NINGUÉM NUNCA OUVIU FALAR DO MESMO”, NUNCA ABRIU UM TALÃO, NUNCA PRENDEU NINGUÉM, NUNCA FEZ NADA, COMO ALGUNS QUE CONHEÇO.iSSO É UM ABSURDO, UMA VERGONHA, PARA ESSA SEM VERGONHA DESSA POLÍCIA CIVIL. ESTOU DENUNCIANDO, NÃO SÓ PORQUE É O FILHO DO SENADOR QUE INFELIZMENTE JÁ FUI ELEITOR, MAS PORQUE EXISTEM VARIOS NESSE MESMO ESQUEMA E NENHUMA AUTORIDADE TOMA PROVIDENCIAS, NEM O SR. DR. DELEGADO GERAL, NEM A SRA DRA. MARIA INES, NEM O SR. DR. HALAGE, NEM NINGUÉM. SE EXISTE ALGUM REPORTER QUE CHEGOU A LER ESTE DESABAFO, POR FAVOR VERIFIQUEM E PUBLIQUEM, POIS ISSO REALMENTE DESMOTIVA QUEM TRABALHA E AS VEZES PERCORRE DIVERSOS QUILÓMETROS PARA CUMPRIR SUAS FUNÇÕES, POR UM MÍSEO SALÁRIO, E DESCOBRIMOS QUE UM FULANO RECEBE DESDE QUE ENTROU NOS QUADROS DA POLICIA; POR 25 ANOS DE SERVIÇO X 13 SALARIOS POR ANO DE R$4.500,00 – FERIAS = 1.462.500,00 (HUM MILHÃO, QUATROCENTOS E SESSENTA E DOIS MIL E QUINHENTOS REAIS. FICAMOS REVOLTADOS, PQ NÓS QUE TRABALHAMOS ESTAMOS SUJEITOS A MORRR EM COMBATE, DOENÇAS ADQUIRIDAS NO AMBITO DO SERVIÇO, E OUTRO, RECEBEMOS O MESMO DE QUEM SUPOSTAMENTE FICA O DIA INTEIRO ASSISTINDO SESSÃO DA TARDE. gOSTARIA DE VER ESTA CORREGEDORIA SÉRIA TOMAR PROVIDÊNCIAS OU ALGUM DIRETOR DE CULHÃO.EXISTEM MAIS NESTE MESMO EMBROMEITION. MAS COM CERTEZA, A SUJEIRA SERÁ VARRIDA SOB OS TAPETES VERMELHOS DA POLÍCA CIVIL.

__________________________________

Essa é nova. Não sabia  que o Senador era pai de três valorosos policiais: um Delegado da  PC, um agente da PF e o nosso Tira-dentes.

POLÍCIA CIENTÍFICA SOB SUSPEITA DE VENDER LAUDOS PARA DIRECIONAMENTO DE FAVORECIMENTO AO CONSÓRCIO VIA AMARELA E IGREJA RENASCER 36

São Paulo, sexta-feira, 16 de abril de 2010

Peritos do IC são suspeitos de vender laudos
Corregedoria e Promotoria investigam se policiais venderam laudos para favorecer o Consórcio Via Amarela e a Igreja Renascer

Perícias envolvem o acidente na obra do metrô, quando 7 pessoas morreram em 2007, e da queda do teto do templo no Cambuci, com 9 mortes

JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
ROGÉRIO PAGNAN
DA REPORTAGEM LOCAL

Ao menos quatro peritos do IC (Instituto de Criminalística) de São Paulo estão sendo investigados pela suspeita de fraude em laudos que beneficiariam o Consórcio Via Amarela, que constrói uma linha do metrô, e a Igreja Renascer em Cristo.
As investigações são conduzidas pelo Ministério Público do Estado e pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil e surgiram depois que o Gaeco (grupo especial do Ministério Público de combate ao crime organizado) identificou incongruências nas conclusões feitas pelos peritos no caso do metrô.
Nem a Promotoria nem a Corregedoria da Polícia Civil deram detalhes da investigação sob o argumento de que a divulgação poderá prejudicar a apuração dos casos.
As suspeitas apontam que laudos reduziriam a responsabilidade do consórcio pelo acidente na obra do Metrô em Pinheiros, que deixou sete mortos em janeiro de 2007, e da Renascer, em razão da queda do teto do templo no Cambuci, onde nove pessoas morreram e centenas ficaram feridas em janeiro do ano passado.

Investigação
Os laudos do IC são um dos itens da investigação da polícia para apurar a responsabilidade criminal dos envolvidos, a exemplo do que ocorreu no júri do caso Isabella Nardoni.
Pelo Ministério Público, a investigação de fraude pericial é conduzida em duas frentes: Promotoria do Patrimônio Público, que apura improbidade administrativa dos funcionários, e pelo Gaeco. Na Corregedoria, além de sindicância, há um inquérito de improbidade.
Na lista dos investigados está o perito José Domingos Moreira das Eiras. Ele foi, até dezembro do ano passado, o diretor-geral do Instituto de Criminalística e foi afastado após a suspeita de fraudes em concursos do IC revelada pela Folha.
Também são investigados os peritos Edgard Engelber, Henrique Honda e Jaime Telles. Telles assina ambos e Engelber, assina o laudo do metrô, mas nenhum dos órgãos divulgou porque Honda foi incluído no caso, já que não assina nenhum dos dois laudos sobre os acidentes.

Documento desprezado
As suspeitas no caso do metrô ganharam força depois do surgimento de dúvidas sobre a qualidade e a veracidade das informações dos peritos.
Isso levou a Promotoria a desprezar o documento na denúncia apresentada à Justiça contra diretores e funcionários do Consórcio Via Amarela (integrado pelas empresas CBPO [grupo Odebrecht], OAS, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Alstom e do Metrô.
Em junho do ano passado, reportagem da Folha revelou que promotores e peritos do próprio Instituto de Criminalística, sob a condição de anonimato, diziam que havia informações falsas que amenizavam a responsabilidade dos diretores do Consórcio Via Amarela pelas mortes.
Agora, o processo corre o risco de ser anulado pelo Tribunal de Justiça a pedido da defesa.
Já as “considerações finais” do laudo que apurou as causas do acidente do teto da Igreja Renascer praticamente descartam qualquer culpa da igreja pelas mortes e não citam o nome da instituição. Cópia desse documento é até disponibilizada em link do site da assessoria de imprensa da Renascer.
Os peritos do Instituto de Criminalística apontaram, no trecho final do documento, que houve responsabilidade da empresa Etersul, que havia realizado uma reforma no telhado, do Corpo de Bombeiros e da Prefeitura de São Paulo, por conta da falta de inspeções na segurança da estrutura. Mas em nenhum momento citam se houve falha da direção da Renascer em não fazer a manutenção do local.

Ex-PM é preso sob suspeita de matar investigador a tiros 2

DA REPORTAGEM LOCAL

O ex-policial militar Jairo Ramos dos Santos foi preso ontem pela Polícia Civil em um hospital de Taboão da Serra sob a suspeita de ter matado a tiros um investigador da Polícia Civil -ele estava com identidade falsa.
Douglas Yamashita, 29, foi morto na terça, em Santo André, quando chegava a um clube para jogar squash. Baleado, foi atropelado e arrastado por cerca de 50 metros pelo carro em que o assassino e um cúmplice fugiram.
Santos é investigado sob a suspeita de ser matador de aluguel de máfia que explora jogo do bicho, caça-níqueis, bingos clandestinos e tráfico de drogas. É suspeito de participar de ao menos outras quatro mortes de policiais.
As investigações ainda não apontaram se os policiais foram mortos porque tentavam acabar com o esquema ou se estavam envolvidos.
Por temer tentativas de resgate ou assassinato -Santos afirmou ser um “arquivo vivo”-, 20 policiais estão escoltando o ex-PM no hospital. A reportagem não conseguiu contato com ele. Seus advogados não foram localizados. (ANDRÉ CARAMANTE )

QUEM ENCOMENDOU A EXECUÇÃO DO INVESTIGADOR DOUGLAS NOALDO YAMASHITA? 11

16/04/2010 – 09h45

‘Firma’ em São Paulo cobra R$ 30 mil por assassinato

São Paulo – Um erro na execução do investigador Douglas Noaldo Yamashita, de 29 anos, levou à descoberta de uma quadrilha de pistoleiros formado por policiais militares e ex-PMs em São Paulo. Não se trata de grupo de extermínio, como tantos outros investigados no Estado, mas de uma espécie de empresa que vendia um único produto: assassinatos. Cobravam R$ 30 mil por morte encomendada e chamavam o empreendimento de “A Firma”. 

Yamashita foi executado na noite do dia 12, em Santo André, no ABC Paulista. Os assassinos chegaram num Corsa. Com toucas ninja, coletes à prova de balas e pistolas calibre 7,65 mm com silenciadores, dois homens vestidos de preto e com coldres amarrados nas pernas foram surpreendidos pela reação do investigador. Ele baleou um agressor, caiu e foi arrastado pelo carro dos assassinos por 20 metros.

Mesmo com o colete, um dos agressores foi alvejado cinco vezes. Seria o ex-policial militar Jairo Ramos dos Santos, de 40 anos. O colete salvou sua vida – marcas dos impactos dos tiros no colete ficaram em seu peito. Ele foi levado por amigos a uma casa na Vila Formosa, na zona leste. Um deles seria PM da ativa, já identificado pela Polícia Civil. Ali, o médico Lior Baruch foi atendê-lo. Baruch disse, ao depor ao delegado Vítor Santos de Jesus, que foi chamado por um amigo, o também ex-PM Luís Roberto Gavião, dono de uma empresa de segurança.

Baruch disse que não podia tratar de Ramos ali, que era preciso levá-lo a um hospital. Conduziu o homem ao Hospital Geral de Pirajuçara, em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, onde o médico havia trabalhado. Policiais militares presenciaram a chegada do médico e do ferido e passaram a questioná-lo sobre o que havia ocorrido. Como ele não soube responder nem mesmo o nome do paciente, os PMs chamaram a Polícia Civil.

Os investigadores de Taboão da Serra identificaram o paciente. Ramos era procurado por porte ilegal de arma. Em 1999, a Corregedoria da PM achou um arsenal em seu apartamento na Aclimação, no centro. Além de pistolas e uma submetralhadora, o ex-PM tinha coletes à prova de balas e silenciadores no local.

Ameaça

O acusado não confessou o assassinato de Yamashita, mas advertiu os policiais civis: “Vocês vão esquecer minha cara, mas eu não vou esquecer vocês.” Ramos trabalhou no 18º Batalhão da PM, onde teria integrado, nos anos 1990, o primeiro grupo de extermínio da unidade. Na época, foi acusado atirar no carro de um delegado e de matar três pessoas em uma chacina. Foi absolvido dos dois crimes.

Agora, ele é suspeito de matar, em 2009, outros quatro policiais em Santo André. Dois trabalhavam com Yamashita. São os investigadores José Carlos Santos e Ramiro Diniz Junior, mortos com tiros de fuzil. A máfia dos caça-níqueis estaria por trás desses crimes e teria contratado “A Firma” para matar também os PMs Uermerson Silva dos Santos e José Marcelo da Silva. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.  

Após receber uma denúncia anônima, policiais civis do 7º DP apreenderam 14 máquinas caça-níqueis em uma pizzaria na Pompeia, em Santos 1

Quinta-feira, 15 de abril de 2010 – 18h28

Jogo de azar

Pizzaria em Santos tem 14 máquinas caça-níqueis apreendidas

Da Redação

Créditos: Fernanda Luz

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Após receber uma denúncia anônima, a Polícia Civil apreendeu 14 máquinas caça-níqueis em uma pizzaria na Pompeia, em Santos. Os equipamentos foram lacrados. O estabelecimento comercial fica na Rua Euclides da Cunha.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, o caso foi registrado no 7º DP, por volta das 19 horas de quarta-feira.

As máquinas foram encontradas nos fundos da pizzaria. Apesar de estarem ligadas, elas não estavam sendo usadas no momento do flagrante.

O gerente do local informou que há menos de uma semana as máquinas foram deixadas na pizzaria por um homem, mas não soube informar como encontrá-lo.

A perícia foi acionada e os equipamentos levados ao distrito e lacrados

REQUERIMENTO DO DEPUTADO ENIO TATTO ACERCA DO ESPANCAMENTO SOFRIDO PELO INVESTIGADOR JÉFERSON CABRAL DURANTE A MANIFESTAÇÃO DOS PROFESSORES 7

Encaminho e-mail de um amigo assessor da Assembléia, para conhecimento,
Chiko
=====================================================
—– Original Message —–
To: Chiko Penha
Sent: Thursday, April 15, 2010 6:37 PM
Subject: Caso Jeferson Cabral

Chikão,

Segue Requerimento de Informações, publicado hoje no DO sobre o caso Jeferson.

 REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO Nº  109, DE 2010
 
Nos termos do artigo 20, inciso XVI da Constituição do Estado de São Paulo, combinado com o artigo 166 da XIII Consolidação do Regimento Interno, requeiro seja oficiado ao Senhor Secretário da Segurança Pública, para que preste as seguintes informações a respeito do espancamento que teria sido praticado por policiais militares contra o policial civil Jéferson Cabral, no dia 26 de março de 2010, quando este participava de uma manifestação de servidores públicos nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes, no bairro do Morumbi:
 
Por que policiais militares  agrediram o policial civil Jéferson Cabral? São verdadeiras as noticias divulgadas pela imprensa de que a agressão deu-se em razão do policial civil ter sido confundido com um professor?
 
Por que o policial civil Jéferson Cabral foi mantido por cerca de três horas dentro de uma viatura da Polícia Militar antes de ser conduzido ao 34º Distrito Policial?
 
 Os policiais militares autores da agressão já foram identificados?
 
Quais os procedimentos de polícia judiciária adotados pela Polícia Civil para a apuração dos fatos? Caso positivo solicitamos nos sejam remetidas cópias dos procedimentos.
 
A Polícia Militar adotou algum procedimento para apuração dos fatos? Caso positivo solicitamos nos sejam remetidas cópias dos procedimentos.
 
JUSTIFICATIVA
 
No dia 26 de março de 2010, à tarde, professoras, professores e integrantes de outras carreiras do serviço público estadual realizavam manifestação pacifica nas cercanias do Palácio dos Bandeirantes, bairro do Morumbi, reivindicando valorização profissional e solicitavam audiência com o governador, porém, sua excelência, além de se recusar a receber uma comissão dos manifestantes, ordenou que a Polícia Militar impedisse a continuidade da manifestação e os milicianos, acatando as ordens recebidas, partiram para cima dos servidores públicos, agredindo-os fisicamente. Diante das agressões sofridas, os manifestantes defenderam-se como puderam e em razão do confronto, restaram feridos de ambos os lados.
 
Durante a ação da Polícia Militar, o policial civil Jéferson Cabral, conforme divulgado pela imprensa, “foi confundido com um professor, mantido preso e espancado por cerca de três horas dentro de uma viatura até que foi levado ao 34º DP”.
 
A se confirmarem as noticias divulgadas pela imprensa, estamos diante de fatos graves que exigem rigorosa apuração. Apurados os fatos e confirmada a agressão, seus autores devem responder criminal e administrativamente pelos atos ilegais.
 
Justifica-se o presente Requerimento na prerrogativa do Poder Legislativo de fiscalizar os atos da Administração Pública, quanto aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, economicidade, razoabilidade, finalidade, motivação e atendimento ao interesse público.
 
Sala das Sessões, em 13/4/2010
 
 
a) Enio Tatto
 

IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA: ” a corregedoria não intensifica e controla muitos agentes de telecomunicações que são obrigados a consultarem centenas de DVCs na prodesp”… 4

Agora, que vem a tona sobre os bicos, porque a corregedoria não intensifica e controla muitos agentes de telecomunicações que são obrigados a consultarem centenas de DVCs na prodesp, fruto dos bicos que os delegados ou chefes de distritos prestam serviços, chegando no final do expediente agraciando os policiais na chantagem de os mesmos continuarem lotados em suas unidades,basta fazer um controle de quantos terminais são pesquisados por dia em certas delegacias, será que todos os dias centenas de pessoas são pesquisadas seus antencedentes criminais?

Luizinho Piu: HAVIA UMA POLÍCIA, ORGULHO DA POPULAÇÃO…PRENDIA MUITO BANDIDO OU MANDAVA “PRO CAIXÃO! ERA A POLÍCIA CIVIL, REFERÊNCIA PARA A NAÇÃO! Resposta

LITERATURA DE CORDEL  ( autor:  LUIZINHO PIU )
HAVIA UMA POLÍCIA,
ORGULHO DA POPULAÇÃO

PRENDIA MUITO BANDIDO,
OU MANDAVA “PRO CAIXÃO”!
ERA A POLÍCIA CIVIL,
REFERÊNCIA PARA A NAÇÃO!

COM A EVOLUÇÃO DOS TEMPOS,
VEIO A MODERNIZAÇÃO,
INVENTARAM NOVAS TÉCNICAS
PARA A INVESTIGAÇÃO.
VEIO O APEGO À CADEIRA,
JUNTO À CORRUPÇÃO!

MUDOU ENTÃO A POLÍCIA,
E PERDEU A DIREÇÃO!
VIROU REFÉM DE GOVERNOS,
E ACABOU A TRADIÇÃO!
RUMO A UM DESFILADEIRO,
E A DESVALORIZAÇÃO!

NO SÉCULO VINTE E UM,
APOLÍCIA “SÓ SE FERRA”!
NAS MÃOS DE UM DITADOR,
CUJO NOME É UM TAL DE “SERRA”
CANDIDATO À PRESIDÊNCIA,
PRÁ AFUNDAR DE VEZ NOSSA TERRA!

AINDA QUER ELEGER,
O PICOLÉ DE CHUCHU!
E SE ISSO ACONTECER…
NÓS VAMOS TOMAR É…
MELHOR NEM RIMAR!

TERRORISMO DE ESTADO Resposta

2010/04/15 at 23:49 – PICCOLI

A bomba, em 1º Eliseu Santos foi emboscado, apenas dissimularam, como a promotora Lucia Callegari recebeu 05 CD´s e mais 65 páginas de transcrições protocoladas com o numero PR.00958.02008/2010-0 dia 13-4-2010, e estas gravações ambientais e via telefone foram feitas com o adv. Marco Bernardes que é o mesmo assassino do caso Eliseu Santos, e que em 2008 tentou crime igual contra mim.
E agora, veremos se a promotora Lúcia Callegari esta agindo corretamente ou vai fugir das provas e de mim, onde a emboscada de 2008 envolveu o delegado Juliano Brasil do DEIC e 04 promotores e uma é a 1ª promotora do MP Sonia Eleni Correa Mensch qual o Del Juliano é ex- estagiário dela, e envolve alguns de grosso calibre do MP Estadual, é ruim ou querem mais, detalhe tudo confessado pelo advogado lacaio.
Em memória, em 08-02-2008 eu denunciei o Del Juliano ao Ranulfo do DEIC com a cópia do flagrante gravado contra o Juliano dentro do Palácio da Polícia reunido com quem não devia, e se vocês procurarem acharam que o Del Juliano Brasil que ostentava o titulo de “1º Delegado Titular da Delegacia de Homicídios do DEIC” em:
http://www.pc.rs.gov.br/i_noticia.php?cod_noticia=1299

Seja, o 1ºDel/DH//DEIC perdeu o cargo em março de 2008 quando Ranulfo dissimulou a troca de delegados e colocou o Bolívar Lantada e Rodrigo Bozzeto no lugar de Juliano no DEIC, exato Juliano perdeu o cargo de topo dos delegados do Estado e foi remetido para a sede do DEIC com seus 04 asseclas incriminados, e só se alguém for tolo, Juliano é o delegado que, Ranulfo dissimulou com a rapidez que o inquérito de Eliseu Santos correu ao fosso, e porque a simulação “entre tapas e beijos” do MP e DEIC, ora a ordem da morte de Eliseu veio de cima do MP, já esqueceram porque Marcelo Cavalcante foi a Brasília se afogar.
E se a Zero Hora fornecer a cópia de uma entrevista que a promotora Sonia apareceu falando logo após a morte de Eliseu ela esta descaída, o que não é normal para a 1ª promotora que adora aparecer na TV, mas o que chamou a atenção foi o seu ar sentencioso, lembrando que Sonia e o Del Juliano são acusados de 03 emboscadas contra mim, e duas tentativas de seqüestro e tudo com provas irrefutáveis, e se Eliseu vivo juntasse as suas provas com as minhas que o MP fraudou ter-se-ia o caos público instaurado, disto que Eliseu foi executado.

Deste modo, se ela Lucia Callegari não chamar a mim para depor esta fraudando o inquérito, exato ele esta procurando provas em “narizes alheios” quando as provas e os mandantes estão dentro do MP, e se ele não me chamar, prova que ela esta usando de provas ilícitas e fraudando o inquérito para encobrir os verdadeiros mandantes, que são peixes maiores do que pirarucu….assim poderiam cair em cima dela e perguntar o que ela vai fazer, porque ela não responde os e-mails que eu lhe envio…o e-mail da Dra Lucia Callegari é pvjpoa@mp.rs.gov.br, e para verem as provas site http://www.terrorismodeestado.net no titulo – As 19 representações que o MP RS encobre, no processo 09 página 05 esta a assinatura deste advogado lacaio comigo e todos os passos da trama do meu assassinato, seja da mesma forma que dissimularam a morte de Eliseu seria a minha…………e os motivos da morte de Eliseu estão nas provas e na existência do próprio site…

 
Piccoli

http://www.terrorismodeestado.net

A ESTRUTURA DO GARRA CONTINUA SENDO EMPREGADA POR EMPRESAS DE SEGURANÇA PRIVADA? NÃO ACREDITO, TAL CRIME NUNCA EXISTIU… 27

Dr. Guerra,
 
   
Não sei se ontem viu o Dr. Nico , no programa do Datena, mais seria trágico se não fosse cômico!  O proprietário de um Binco tantando subornar o Dr. Nico, e o mesmo não aceitou o suborno e prendeu o mesmo por corrupção passiva.  Mais ilário ainda, foi o Dr. Nico falando, quando o Datena disse que havia policiais corruptos, mas a maioria eram honestos, que esse deveriam ser estirpados, e por isso temos uma corregedoria forte, por quê??? Antes não era????  Alguém sabe se o Dr. Nico sairá candidato esse ano??? Quero seu número, pois terá meu voto.
Até parece que os policiais do Garra, não utilizam viatura para fazer seguranças em comércios do Nico e de amigos, ou “pagantes”.  Isso também porque não virão policiais do Garra passeando na Super Casas-Bahia, passeando??? Ou ainda, esqueceram do episódio em que o Rodrigo Fukuoca, chefe do Garra, teve aquele episódio onde estava fazendo bico de viatura, em frente a agências da Caixa Econômica que foi fotografado e publicado em jornais. Ou ainda não sabem disso… 
Será que sabem que o tal Fuku, tem uma empresa da segurança chamada G4, que prestam serviços a Casas Bahia, coincidência ou não ter visto policiais do Garra perambulando por lá.  Se a Corregedoria está forte, então porque não investigam essa tal de MegaVig, que presta serviços de segurança para o centro empresarial do Itaú, na estação Conceição, se a Corregedoria for lá, verá que as viaturas do Garra circulam no perímetro deste local de vez em quando.  Aliás, essa MegaVig tem vínculo com o Fuku, acho que é de pessoas próximas, ou parentes.  E aí, que mundo vivemos…

FICHA POLICIAL OU FICHA PARTIDÁRIA? 9

Quarta, 14 de Abril de 2010 – 17h09

Corregedoria afasta escrivão denunciado por briga e disparos em uma festa

Ele teria ficado com ciúmes porque um empresário teria olhado para a namorada dele; irritado, agrediu as pessoas com cadeiras e disparou cinco tiros com duas armas

Jucimara Pauda

A Corregedoria da Polícia Civil afastou por 90 dias do cargo de escrivão o vereador Fábio Jerônimo Marques (DEM), de Monte Azul Paulista.

Ele é investigado desde 2006 quando o Ministério Público o denunciou por disparo de arma de fogo e lesão corporal dolosa. Segundo a denúncia da Promotoria, Marques teria agredido três pessoas durante uma festa de confraternização na Associação dos Policiais Civis da Seccional de Bebedouro, localizada no Jardim Parati.

Ele teria ficado com ciúmes porque um empresário teria olhado para a namorada dele. Irritado, o policial teria agredido as pessoas com uma cadeira e depois sacado duas armas e feito cinco disparos em direção às pessoas que estavam na festa. Mulheres e crianças teriam se jogado no chão com medo de serem atingidas pelas balas, diz a denúncia do MP.

“Eu apenas me defendi. Eles tentaram me agredir e amassar o meu carro. Eu saquei a arma e fiz três disparos para o alto. Eu recebi a pena de suspensão e estou cumprindo. Agora, eu me curvei à decisão da Secretaria de Segurança Pública”, afirmou Marques.

Segundo ele, a pena poderia ter sido de exoneração do cargo, mas isto não aconteceu porque a ficha policial dele foi levada em conta.

“Eu tenho 18 anos de serviço policial e sempre fui um bom funcionário. O que aconteceu naquela festa poderia ter acontecido a qualquer um. Mas, daqui a 70 dias, volto a cumprir o meu dever na polícia”, afirmou.

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Para conhecimento daqueles que foram demitidos acusados de PROCEDIMENTO IRREGULAR DE NATUREZA GRAVE.