Doze anos de processo para um comerciante ser condenado em R$ 10.000,00 por deixar no Cartório a noiva que não era virgem…QUANTO PAGARIA SE A NOIVA FOSSE FILHA DO DESEMBARGADOR? 4

20/05/2010 – 17h24

Comerciante é condenado por deixar noiva que não era virgem

Luiza Bandeira
da Agência Folha

O Tribunal de Justiça do Ceará condenou o comerciante Deusimar Rodrigues Soares, 41, a pagar indenização de R$ 10 mil por danos morais à mulher que abandonou no dia do casamento, há 12 anos

À Justiça, ele disse que não compareceu ao cartório civil onde seria realizada a cerimônia por descobrir, na véspera do casamento, que Francisca Paloma Barreto da Silva, sua ex-noiva, não era mais virgem.

O casamento deveria ter acontecido em 25 de março de 1998, na cidade de Palhano (163 km de Fortaleza). Na época, o noivo tinha 29 anos, e a noiva 17.

De acordo com o processo, a união aconteceria “após longo e público noivado”, mas ele não compareceu, deixando a noiva, a família e os convidados esperando “até o último instante”.

A noiva ingressou com ação por danos morais devido à humilhação a que foi exposta, causada pela repercussão do fato na cidade. O comerciante foi condenado, mas recorreu. No recurso, ele voltou a ressaltar a descoberta de que a ex-noiva não era mais virgem e alegou inexistência de fato caracterizador de dano moral.

Ontem, ao julgar o recurso, o TJ confirmou a multa. O relator do processo, desembargador Manoel Cefas Fonteles Tomaz, disse que “o dano moral decorre de dois aspectos expostos e fortemente comprovados: o não comparecimento do noivo à celebração do casamento civil, fato por si só ensejador da reparação, e a alegação do noivo que deixou de contrair casamento com a autora [da ação] em razão da mesma não ser virgem”.

Ele destacou que a vida privada, a honra e a imagem da pessoa são princípios invioláveis.

A Folha tentou localizar Soares para falar sobre o assunto, mas não conseguiu. A reportagem falou com uma funcionária do advogado Luiz Roberto Jatai Castelo, defensor de Soares no início do processo, mas ela alegou que ele não cuidava mais do caso.

A FOLHA TAMBÉM ESCONDEU A INFORMAÇÃO: DESACERTO ENTRE MEMBROS DE QUADRILHA DE ASSALTANTES FORMADA POR POLÍCIAIS MILITARES MOTIVOU A EXECUÇÃO DO TENENTE RENATO MACHADO TELESCA 22

20/05/2010 – 14h15

PMs suspeitos de integrar quadrilha de assaltantes são presos em SP

ANDRÉ CARAMANTE
da Reportagem Local

Em uma operação conjunta da Corregedoria da Polícia Militar (órgão fiscalizador) e do Deic (departamento de roubos), da Polícia Civil, dois policiais militares e um terceiro suspeito foram presos na manhã desta quinta-feira sob a suspeita de integrar uma quadrilha especializada em roubar caixas eletrônicos na Grande São Paulo.

Ao menos outros oito policiais militares são investigados sob suspeita de participar do grupo, que também tem participação no sequestro de um empresário.

O caso ainda é mantido em sigilo pelas cúpulas das polícias Militar e Civil.

O grupo é suspeito, ainda, de participação no assassinato do segundo-tenente da PM Renato Machado Telesca, 30, morto por volta das 18h30 dia 25 de março deste ano na Mooca (zona leste de São Paulo).

Telesca foi morto quando deixava a sede do 45º Batalhão. Ele estava à paisana e foi morto por dois homens que chegaram em uma moto.

Policiais civis de oito Estados estão em greve desde quarta para pressionar a Câmara dos Deputados a votar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que prevê um piso salarial nacional para a categoria. 14

Policiais civis de oito Estados entram em greve
Agência Estado
Publicação: 20/05/2010 17:24
Policiais civis de oito Estados estão em greve desde quarta para pressionar a Câmara dos Deputados a votar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que prevê um piso salarial nacional para a categoria.

De acordo com a Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), aderiram à greve policiais dos Estados da Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro. De acordo com a Cobrapol, os serviços de investigação, entregas de intimações e fornecimento de antecedentes criminais estão suspensos.

Caso a PEC seja aprovada, policiais civis e militares, bombeiros e agentes penitenciários terão um piso salarial nacional e passarão a receber, em média, R$ 3.500 por mês (nível médio) e R$ 7 mil (nível superior). A Cobrapol também informou que, caso a PEC não seja aprovada, mais 11 Estados devem aderir à paralisação até o final da semana que vem.

A PEC voltou a ser incluída na pauta do plenário da Câmara e quase foi votada em sessão extraordinária ontem. Segundo a Cobrapol, a matéria, que havia sido retirada da Ordem do Dia em função de um acordo de lideranças, só retornou após a mobilização dos policiais civis nos Estados.

“VERDADE” ESCONDERAM A NOTÍCIA: POLÍCIA CIVIL DE SÃO PAULO INVESTIGOU E IDENTIFICOU QUADRILHA DE POLICIAIS MILITARES QUE SEQUESTROU EMPRESÁRIO E MATOU O TENENTE RENATO TELESCO UM DOS MEMBROS DESSA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA FARDADA 14

2010/05/20 at 22:28 – colaboração: ESCRIVÃ FAVELADA

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/05/policias-civil-e-militar-de-sp-se-unem-contra-crimes-nas-corporacoes.html

Polícias Civil e Militar de SP se unem contra crimes nas corporações    ( a mentira mandada contar pela Administração )

Delegado e representante da Corregedoria da PM prometem colaboração.
Nesta quinta, policiais suspeitos de sequestro foram presos.

Do G1 SP

Pela primeira vez desde que começaram a vir à tona casos de homicídios envolvendo policiais militares, representantes das policias Civil e Militar apareceram lado a lado em uma entrevista nesta quinta-feira (20). O discurso foi de união contra o crime.

A entrevista foi concedida após a prisão, nesta quinta, de suspeitos de sequestro e assassinato. Entre os presos estão policiais militares.

A Corregedoria da PM foi buscar os policiais suspeitos em casa. Eles começaram a ser investigados há dois meses, quando o primeiro tenente Renato Telesco foi morto a tiros na saída do quartel onde trabalhava, na Zona Leste da cidade.

De acordo com a investigação, o policial pertencia à quadrilha e estava envolvido em crimes contra um empresário, importador de eletrônicos.

Segundo a polícia, o empresário foi vítima duas vezes da quadrilha. Primeiro, foi sequestrado. No mesmo mês, os policiais são suspeitos de entrar na empresa dele com um falso mandado judicial. Dinheiro, maquina fotográfica e computadores foram roubados.

Uma parte do material foi recuperada na casa dos policiais presos. Também foram apreendidas armas e bastante munição. “A investigação está dando prosseguimento e ao final nós vamos ver se as pessoas são policiais ou civis”, disse Eduardo Henrique Martinez, da Corregedoria da PM.

“A Polícia Militar descobriu, nos ajudou de forma ininterrupta, de forma constante não só na elucidação do caso, como na prisão dessas pessoas”, afirmou o delegado Ismael Rodrigues.

https://flitparalisante.wordpress.com/2010/05/20/e-mentira-que-oito-policiais-militares-entraram-presos-hoje-pela-manha-no-deic-por-roubo-a-bancos-envolvendo-a-morte-de-um-tenente-da-pm-hipotese-absurda-e-malediscente/

Campanha da ADPESP denuncia fragilidade na segurança pública de São Paulo 23

 

Campanha denuncia fragilidade na segurança pública de SP

Sem contar com o apoio do Governo, Delegados da Polícia Civil paulista se unem para mostrar à sociedade a situação de caos em que se encontram

 

Falta de profissionais, más condições de trabalho, desmotivação e o pior salário do Brasil são alguns dos motes da campanha que estará nas ruas a partir de 21 de maio. A iniciativa parte da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo – ADPESP que, depois de negociar por mais de dez anos com o Governo, teve praticamente todas as propostas de reforma rechaçadas em 2010. 

 

A crise, portanto, não é nova. Em 2008, após a maior greve da história da Polícia Civil de São Paulo (59 dias), parecia enfim que a situação começaria a tomar novos rumos. Contudo, as promessas de mudanças por parte do Governo, para 2009 e 2010, não foram cumpridas. E, agora, os delegados de polícia se unem para esclarecer à sociedade seus problemas e reverter o quadro.

 

Os números explorados na campanha evidenciam a situação em que se encontra a segurança pública paulista. Veja a seguir (e os anexos) alguns deles:

 

–          31% das cidades do estado não têm delegados;

–          desde 1995, enquanto a população de SP cresceu 21%, o número de policiais civis se mantém o mesmo;

–          são apenas 3,2 mil delegados para os 42 milhões de habitantes de SP;

–          o estado mais rico da nação é o que pior remunera seus delegados de polícia.

 

“Chegou a hora de a sociedade paulista tomar ciência do caos pelo qual passa a sua Polícia”, ressalta a presidente da ADPESP, Marilda Pansonato Pinheiro. “Ou nos unimos para reerguê-la, ou veremos a violência e os índices de criminalidade crescerem ainda mais”, completa.

 

Para assistir aos vídeos da campanha, acesse www.youtube.com/adpesp.

 

Para acompanhar as últimas informações da ADPESP, acesse www.adpesp.org.br ou siga @delegados_sp.

A difícil arte de definir Delegados. 20

A difícil arte de definir Delegados.

Hoje minha mulher me perguntou se eu não faria concurso para Delegado, pois me vira desistimulado, diferente de outros tempos que ficava até começo da madrugada e mitigava horário de almoço e lazer por livros e pesquisas.
Confesso que a resposta não saiu facilmente da boca. Rapidamente respondi que não participaria mais de concurso algum, pois já estava com muitas feridas pelo que tinha experimentado dessa classe e do que via acontecer com colegas que não tinham conhecimento de direito, mas mesmo rápida a resposta fiquei com ela processando na mente por um bom tempo.
Não sabia distinguir se estava ressentido por não ter passado no concurso e daí praguejar contra a classe ou se realmente a classe, excetuando-se minoria da minoria, realmente não valia um balde de esterco.
Vivi um começo de polícia civil em plena alucinação, culpa de uma droga, ou cachaça, sei lá, que entra no corpo e acreditamos que de uma cidadezinha qualquer vamos consertar o mundo. Tão logo terminei a facul prestei a ordem e foi de prima, mas advogar não era algo que desejava, pois queria mesmo era ser delegado. O casamento com a polícia civil então entrou em crise. Comecei a ver defeitos na amada. Seus parentes então passaram a tomar forma de monstros a mim. Mesmo assim insisti num concurso e sinceramente a prova não era difícil, faltou mais alguns meses de empenho, mas depois pratiquei uma introspecção sobre os dirigentes da PC. Que tristeza. Trabalhei com vários delegados, também com vários não delegados, como nós somos chamados, meros carregadores de piano. Hoje apenas cumpro horário, não faço questão de orientar o sanguessuga de 100 quilos da distrital a como resolver melhor determinado problema. Se ele quebrar a cara quebrou, se não quebrar não quebrou. Claro que o Governo tem parcela de culpa, mas indubitavelmente foram eles que em tempos idos deixaram escorrer pelas mãos a grande oportunidade de melhorar nossa pc. Estão até hoje a grande maioria afogados na própria vaidade. Já ouvi da boca de alguns poucos que nas reuniões que fazem que a ordem é para “fritar” qualquer um dos não delegados, antes que atirem a frigideira quente neles. Sufocar qualquer movimento pela intimidação, não deixar descobrir que nós somos detentores de direitos que qualquer trabalhador tem. A meus olhos é típico comportamento de fracos. Claro, no meio de tantos há alguns que são bons, outros melhores, mas de certa maneira já sucumbiram à mão pesada e retrógrada dos chefetes. São corpos vazios a caminhar nos DPs, talvez aprisionando um espírito revoltado com o que veem e ouvem nas ditas reuniões. A nós não delegados cumpre apenas “executar”. Pensar ou exigir é algo injurioso e inaceitável. Observo o chefe de meu DP. Arrasta um corpo pesado, cheio de problemas, fingindo que gosta dos funcionários e implicitamente suplicando para que escrivães façam a parte dele, ou seja, relatem inquéritos, não o incomodem com a natureza de certos boletins e que façam um flagrante sozinho, sem lhe aborrecer, ou que a tiragem não alcance nada na rua, que sejam as boas vaquinhas de presépio, mas quando questionado para aposentar, pois tem tempo de sobra, diz que por conta do GAT não pode, pois é dinheiro que sempre vem em boa hora. Com tal gratificação o governo está criando matusaléns na polícia, que ficaram arrastando seus cadáveres pelos corredores, despencando em pedaços diários em detrimento da melhoria da polícia. Juro que fiz um raciocínio para encontrar qualidades, mesmo naqueles que foram bons delegados, mas está difícil a tarefa. Claro que respeito aqueles que já os encontraram, mas diariamente sedimento o entendimento que é necessária uma reforma na legislação, que contemple o cargo de delegados, seus misteres e uma melhor aplicação no contexto policial-judiciário. Lamentavelmente apenas nas equipes de futebol que mudam o técnico quando o time vai mal. A polícia civil é uma equipe, buscando a vitória de um longo campeonato, mas há tempos que disputa partidas de um sofrido varzeano e que ninguém se deu conta que a tática do técnico está totalmente errada.

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Sublime!

Luís, apenas  faça com amor as tarefas que executar; na atual ou futura carreira. Ame a tua obra em favor da coletividade , dela você faz parte;  nunca ame o cargo, a carreira ou a Polícia. 

Acima de tudo, no teu trabalho, ame o teu nome. 

O amor  pela carreira e pela ” instituição”  tão exacerbado internamente não passa de FALSO CORPORATIVISMO; de certa forma igual ao patriotismo conceituado por Samuel  Johnson: O ÚLTIMO REFÚGIO DOS CANALHAS.

P.S. :  GAT , ALE e penduricalhos: conversa mole! É o 1530 que nos fala muito alto. Esse o verdadeiro motivo e combustível, nosso Viagra, pelo qual nos  arrastamos  até os 70. Uma grande parcela  de nós.

TUMA AGORA TOMA INQUÉRITO COMO INDIGITADO…MAS É INOCENTE, CONSTITUCIONALMENTE FALANDO 2

Tuma Jr. será investigado, diz diretor da PF

Justiça dá autorização para apurar relações de secretário com chefe da máfica chinesa

19 de maio de 2010 | 22h 34

BRASÍLIA

A Polícia Federal abrirá inquérito para investigar o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, disse ontem em Brasília o diretor-geral da corporação, Luiz Fernando Corrêa.

A PF aguardava autorização da 3.ª Vara Federal de São Paulo, onde corriam os inquéritos que acabaram por revelar as relações de Tuma Júnior com Li Kwok Kwen, conhecido com Paulo Li, apontado como um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo.

A autorização judicial foi concedida e, com base nas informações levantadas nas investigações anteriores, será instaurado um inquérito exclusivo para investigar o secretário. A investigação será feita pela Superintendência da PF em São Paulo.

Favores. As relações suspeitas de Tuma Júnior com Paulo Li foram reveladas pelo Estado no último dia 5 de maio. Gravações telefônicas e e-mails interceptados pela PF mostravam o secretário trocando favores com o chinês.

Encarregado de combater o crime organizado, Tuma Júnior aparecia solucionando processos de interesse de Paulo Li em tramitação no Departamento de Estrangeiros, subordinado à sua secretaria, e fazendo encomendas de aparelhos eletrônicos.

Li, preso desde setembro passado sob acusação de chefiar um esquema milionário de contrabando de celulares pirateados na China, também mantinha em São Paulo um escritório em que cobrava para agenciar processos de regularização da permanência de chineses ilegais no País.

As escutas também revelaram Tuma Júnior articulando a aprovação do namorado da filha num concurso para escrivão da Polícia Civil paulista.

O secretário, que comanda um dos principais órgãos da estrutura estatal de combate à lavagem de dinheiro, apareceu ainda tentando relaxar um flagrante que resultou na apreensão de US$ 160 mil no aeroporto de Guarulhos.

O envolvimento de Tuma Júnior surgiu numa investigação instaurada inicialmente para apurar fraudes na emissão de passaportes que, posteriormente, evoluiu para a descoberta do esquema de contrabando.

O secretário foi interceptado em conversas com Paulo Li e com outro alvo da investigação, o policial federal Paulo Guilherme Mello, seu braço-direito na secretaria.

A partir dos indícios de envolvimento de Tuma Júnior, a PF propôs a abertura de um inquérito à parte. A Corregedoria do órgão em São Paulo deu parecer favorável e sugeriu que a investigação fosse aberta em Brasília, local de trabalho do secretário.

A Justiça Federal, entretanto, entendeu que o caso tem de seguir sob a alçada da PF em São Paulo, local dos supostos crimes. O inquérito investigará indícios de advocacia administrativa, tráfico de influência e corrupção.

“Os indícios colhidos nas investigações anteriores determinam a instauração de novo inquérito”, afirmou Corrêa após a abertura de um seminário internacional sobre combate ao crime organizado. “A Polícia Federal investiga fatos, e não pessoas”, disse ele, referindo-se à posição de Tuma Júnior, integrante da cúpula do mesmo Ministério da Justiça ao qual a PF está subordinada.

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Tão puro quanto moça virgem grávida.

Daquelas que só deixam “na portinha de trás”…

Mas,  como  acidentes acontecem,  sempre escorre de uma portinha pra outra.  Vai daí, né?

É MENTIRA QUE OITO POLICIAIS MILITARES ENTRARAM PRESOS, HOJE, PELA MANHÃ, NO DEIC, POR ROUBO A BANCOS ENVOLVENDO A MORTE DE UM TENENTE DA PM. HIPÓTESE ABSURDA E MALEDISCENTE!…SERÁ QUE A BANDA PODRE DA NOSSA PM MATOU O TENENTE WILSON? 15

2010/05/20 at 13:21 – VERDADE

É PURA MALDADE!
VAMOS SUBSTITUIR AS ARMAS DOS MULACIANOS PAULISTAS POR HARPAS E FLORES!
TAMBÉM DEVE SER MENTIRA QUE OITO POLICIAIS MILITARES ENTRARAM PRESOS, AGORA, PELA MANHÃ, NO DEIC, POR ROUBO A BANCOS ENVOLVENDO A MORTE DE UM TENENTE DA PM. HIPÓTESE ABSURDA E MALEDISCENTE!
MAIS MALDADE AINDA DIZER QUE ANTES MATARAM CORONEL, E AGORA ESTÃO MATANDO TENENTE E CONFIGURANDO INSANA DEMOENTRAÇÃO DA MALDADE HUMANA AFIRMAR QUE POLICIAIS CIVIS SOFREM AMEAÇAS!
MALDADE MESMO, ANTES EU ARDER NO MÁRMORE DO INFERNO DO QUE ARDER NAS PATAS DE UM MILICIANO INSANO!
ALIÁS, MALDADE TAMBÉM, AS IMAGENS QUE FORAM EXIBIDAS EM REDE NACIONAL, ONDE SUPOSTOS ROUBADORES MILICIANOS, PORTANDO FUZIS E METRALHADORAS, SUBTRAÍAM MERA PECÚNIA DE ESTABELESCIMENTOS BANCÁRIOS DE EXTREMA VILEZA.
NADA MAIS JUSTO, POIS SE OS BANCOS NOS ROUBAM, ALGUÉM DA CLASSE POLICIAL TEM QUE ROUBÁ-LOS. OBRIGADO POR DEFENDEREM A POLÍCIA PAULISTA!
ANTES QUE EU ME ESQUEÇA, ORDENARAM PARA ABAFAR O CASO E NÃO DIVULGAR NA MÍDIA!
PURA MALDADE MESMO!

Tenente Wilson ano atrás e mil brahmas menos

DELEGACIAS QUE FECHAM A NOITE…TENHO IDEIA MELHOR: DELEGACIA QUE FECHA DEVE SER DEMOLIDA 13

10% dos DPs têm vigia, só que terceirizados

No interior paulista, falta pessoal e mesmo em grandes cidades as delegacias não têm nem câmeras; guarda é feita muitas vezes com funcionários das prefeituras

20 de maio de 2010 | 0h 00

José Maria Tomazela – O Estado de S.Paulo

SOROCABA
Apenas uma de cada dez unidades da Polícia Civil que fecham à noite no interior de São Paulo conta com vigilância, só que terceirizada, conforme levantamento por amostragem feito pelo “Estado”. A não contratação de uma empresa de vigilância foi a principal causa do afastamento do delegado que respondia pelo 1.º DP de Salto, na região de Sorocaba, onde uma mulher foi roubada e, dias depois, a unidade foi invadida.

Ontem, na estreia do delegado designado para o DP, o prédio de Salto ganhou pela primeira vez uma placa de identificação. Em Sorocaba, sede das unidades de comando regional da Polícia Civil, apenas o prédio do Departamento de Polícia Judiciária do Interior (Deinter -7) e o da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) têm vigilância noturna terceirizada. Os vigias que se revezam no Deinter atuam mais como porteiros e não usam armas. Na Ciretran, a segurança foi providenciada após a unidade ser alvo de ladrões, há um mês. Os funcionários chegavam para trabalhar quando foram abordados por três homens armados. O bando fugiu levando 1.500 documentos de veículos em branco.

A maioria dos distritos policiais de Sorocaba não conta nem com câmeras de vigilância. Na Delegacia da Infância e da Juventude (Diju), um cartaz avisa: “toque a campainha para ser atendido”. Em Botucatu, a Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) só ganhou câmeras e alarmes depois de o antigo prédio ser explodido por bandidos, em novembro de 2008.

Recomendação.

O seccional Antonio Soares da Costa Neto disse que vai atender à recomendação da Secretaria da Segurança e contratar empresas de segurança. Além do novo prédio da Dise, a Ciretran, a Delegacia da Mulher e os quatro DPs fecham à noite e não têm vigilância.

Em Tatuí, só a Delegacia da Mulher tem vigias contratados pela prefeitura. A Ciretran local já foi roubada duas vezes nos últimos anos. Delegados reclamam que o problema maior é a falta de funcionários. Distritos e delegacias funcionam graças ao pessoal cedido pelas prefeituras.

O diretor do Deinter-7, Weldon Carlos da Costa, disse que passou uma orientação “clara e por escrito” aos delegados para que as unidades sejam dotadas de equipamentos de segurança.

“O delegado tem de ver qual a sua necessidade. Se for uma empresa de vigilância, ele encaminha o pedido.”

Para ele, a terceirização evita o emprego de policiais em serviços que podem ser feitos por vigilantes.

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“Clara e por escrito”, pois somos um bando de imbecis…Esse diretor é dono de alguma firma de vigilângia?

Por escrito e tão clara quanto a “Portaria 22”,  inicialmente descumprida pelo referido Cardeal.

Aliás, que deve  ser um bom síndico de prédio.

DENÚNCIAS CONTRA A MAGISTRATURA: A ASSOJURIS denuncia ainda o pagamento de vantagens não previstas na LOMAM – Lei Orgânica da Magistratura, como férias, licença-prêmio, auxílios moradia e voto, dentre outras, além do TJ não ter permitido a participação dos servidores na elaboração da Peça Orçamentária, conforme prega a Resolução nº70 do CNJ. 8

GREVE
ASSOJURIS REQUER AO CNJ QUE INTEVENHA NO PLEITO DA CATEGORIA

No último dia 04 de maio, a Diretoria da ASSOJURIS enviou ao CNJ – Conselho Nacional de Justiça um documento requerendo a intervenção daquele órgão junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo pelo fato dos direitos dos servidores estarem sendo preteridos. No documento a entidade informa que encaminhou notificação ao TJ/SP a respeito da deflagração da greve da categoria.

DENÚNCIAS – A ASSOJURIS denuncia ainda o pagamento de vantagens não previstas na LOMAM – Lei Orgânica da Magistratura, como férias, licença-prêmio, auxílios moradia e voto, dentre outras, além do TJ não ter permitido a participação dos servidores na elaboração da Peça Orçamentária, conforme prega a Resolução nº70 do CNJ.

A entidade solicita que o CNJ nomeie um conselheiro como “árbitro” para analisar o pleito junto aos servidores, afim de regular os atos irregulares praticados pelo TJ/SP.

PRAZO DE 15 DIAS – No dia 18 de maio, o Conselheiro Marcelo Neves recebe a peça para processamento e determina a intimação do Tribunal  para despacho informações em 15 dias.

 http://www.assojuris.org.br/verDestaque.asp?Noticia=3762 

 

  

 

Greve do Judiciário completa 20 dias com serviços comprometidos

http://eptv.globo.com/noticias/noticias_interna.aspx?299259

Em Campinas, dos 15 cartórios e varas da Cidade Judiciária, apenas um continua com atendimento em dia

 

19/05/2010 – 12:45

Da redação

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A greve do Judiciário completa 22 dias nesta quarta-feira (19) e compromete os trabalhos em quase todas as cidades da região. Em Campinas, dos 15 cartórios e varas da Cidade Judiciária, apenas um continua atendendo todos os tipos de serviço. Nos outros locais, somente os casos de urgência.

 

Na tarde desta quarta-feira (19), os servidores se reúnem mais uma vez em São Paulo para definir os rumos do movimento.

 

Os funcionários reivindicam reajuste de 20,16%. Na sexta-feira (14), o Tribunal de Justiça (TJ) do Estado de São Paulo decidiu que os funcionários que aderiram à greve serão descontados. Os dias não trabalhados serão descontados. A decisão foi publicada no Diário Oficial deúltima quinta-feira (13). A resolução do TJSP determina também que as faltas dos funcionários não podem ser compensadas por banco horas, abono, contagem de tempo de serviço ou qualquer outra vantagem.

 

 

 

http://eptv.globo.com/noticias/noticias_interna.aspx?299259

 

 

 

 

 

 

 

Funcionários decidem pela continuidade da greve

 

http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/empregos/greve/60302-Funcionarios–decidem-pela-continuidade-da-greve

 

Ednéia Silva

Os funcionários da Justiça decidiram manter a greve iniciada no fim do mês passado em todo o Estado de São Paulo. A continuidade da paralisação foi aprovada em assembleia geral realizada nesta quarta-feira (19) na Praça João Mendes em São Paulo.
De acordo com o diretor da Assojuris (Associação dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de São Paulo), Marcos Miranda, a greve deve continuar pelo menos até quarta-feira da próxima semana quando será realizada nova assembleia geral para discutir o movimento. Em Rio Claro, segundo Miranda, a greve tem a adesão de cerca de 15% dos 240 funcionários do Fórum.
O diretor explica que a greve visa pressionar o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo a efetuar o pagamento das perdas salariais dos últimos dois anos. Segundo ele, já se passaram duas datas-base sem reposição das perdas, que hoje soma 20,16%.
Além disso, diz, a categoria pede a contratação de novos servidores e o pagamento de R$ 1,5 bilhão referente a verbas trabalhistas, entre outras reivindicações. Até agora a categoria conseguiu a aprovação do plano de cargos e carreiras que será instituído no TJ. Quanto ao reajuste, o Tribunal de Justiça ofereceu 4,17%, proposta rejeitada pela categoria.

 

http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/empregos/greve/60302-Funcionarios–decidem-pela-continuidade-da-greve

 

 

 

 

 

TJ-SP quer usar Justiça contra greve de servidores

Paralisação, que chega a 50% dos funcionários, segundo sindicatos, torna os trabalhos mais lentos

O Tribunal de Justiça de São Paulo quer solucionar a paralisação dos servidores públicos pela via judicial. O presidente da Corte vai usar súmulas vinculantes do Supremo Tribunal Federal que se opõem ao direito de greve por servidores, e os desembargadores que integram o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo também devem elaborar resolução para acabar com o ato.

O presidente do TJ, desembargador Antonio Carlos Vianna Santos, reconheceu ao repórter André Guilherme que a greve torna o Judiciário paulista ainda mais lento. No segundo dia de greve dos servidores da Justiça estadual, o Fórum João Mendes, o maior do Estado, funcionou com número reduzido de servidores.

O advogado Alessandro Brecailo, da esfera cível, advertiu que a preocupação é que a greve produza os mesmos efeitos negativos da paralisação de 2004. O desembargador Antonio Carlos Malheiros, magistrado que preside a Comissão de Negociação de Greve, avaliou que é preciso aguardar para conhecer os rumos da greve dos servidores do Judiciário, acreditando porém que a saída mais rápida passe mesmo pela via judicial.

O Estado de São Paulo conta com quarenta e dois mil servidores do Poder Judiciário na ativa, e os principais sindicatos da categoria estimam que a adesão à greve já chega à casa dos 50%. A categoria quer reajuste salarial de 20,17%, com a aprovação do plano de carreira dos servidores, que tramita na Assembleia Legislativa. Além da redução do ritmo de trabalho nos cartórios do Fórum João Mendes, a greve também ganha espaço entre serventuários de cidades do interior.

 
 
 
 

TJ-SP ameaça punir categoria pela Greve. Entidades vão tomar as medidas judiciais cabíveis

  • May 17th, 2010

http://blog.sylviomicelli.jor.br/2010/05/17/tj-sp-ameaca-punir-categoria-pela-greve-entidades-vao-tomar-as-medidas-judiciais-cabiveis/

por Sylvio Micelli / ASSETJ

Conforme publicação do Diário Oficial do último dia 13 de maio, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo publicou a resolução 520/2010 onde ameaça a categoria, em greve desde o dia 28 de abril, com o desconto dos dias parados.

O presidente da Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (Assetj), José Gozze afirmou que todas as medidas judiciais cabíveis, em São Paulo e em Brasília, serão tomadas para garantir o direito dos servidores. “Entramos com o processo de greve por dissídio coletivo, com base na Lei 7.783. Independente do julgamento da greve, os advogados de todas as nossas entidades vão usar de todas as medidas legais para garantir a participação dos servidores”, afirmou.

Julio Bonafonte, presidente do Conselho Deliberativo da Assetj fez críticas à resolução e à postura do Tribunal. “Mais uma vez, o Judiciário quer punir os servidores que fazem uma greve para garantir um direito que o Tribunal não cumpre. Isso é lamentável”.

Segundo o site do Tribunal a resolução determina “que as faltas dos servidores que participam do movimento grevista sejam descontadas”. A decisão tomada pelo Órgão Especial, plenário com os 25 desembargadores mais antigos da instituição “levou em consideração os prejuízos causados à população do serviço jurisdicional”. A resolução ainda destaca que “as faltas não podem ser compensadas por banco horas, abono, cômputo de tempo de serviço ou qualquer outra vantagem que o tenha por base”.

A resolução entra em vigor a partir do dia 12 de maio. Ou seja, os dias parados de 28 de abril a 11 de maio não podem ser descontados sob nenhuma forma.

Leia a íntegra da resolução:

TRIBUNAL DE JUSTIÇA
RESOLUÇÃO Nº 520/2010

O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO, por seu ÓRGÃO ESPECIAL, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

CONSIDERANDO o entendimento do Colendo Superior Tribunal de Justiça retratado no Recurso em Mandado de Segurança nº 22.874-SP e a posição do Colendo Supremo Tribunal Federal nos autos da Reclamação nº 6568/SP.

CONSIDERANDO a necessidade de assegurar a manutenção do serviço público essencial e indelegável prestado pelo Poder Judiciário;

CONSIDERANDO os prejuízos experimentados pela população em geral com o retardamento da prestação jurisdicional em decorrência da paralisação dos servidores;

CONSIDERANDO que todos os esforços até agora envidados para o retorno ao trabalho não surtiram o efeito almejado,

RESOLVE:

Artigo 1º – As faltas decorrentes da participação de servidores do Tribunal de Justiça em movimentos de greve ensejarão o desconto de vencimentos e não poderão, em nenhuma hipótese, ser objeto de:

I – compensação, nem mesmo com o saldo do banco de horas;
II – abono;
III – cômputo de tempo de serviço ou qualquer vantagem que o tenha por base.

Artigo 2º – Esta Resolução entrará em vigor na data da sua publicação.

São Paulo, 12 de maio de 2010.

(a) ANTONIO CARLOS VIANA SANTOS, Presidente do Tribunal de Justiça

  

http://blog.sylviomicelli.jor.br/2010/05/17/tj-sp-ameaca-punir-categoria-pela-greve-entidades-vao-tomar-as-medidas-judiciais-cabiveis/

Postado por: Sylvio Micelli – em: 19-05-2010 / 11:15:17

Ao TJ-SP, meu desabafo…

http://www.assetj.org.br/portal/?secao=lendonews&taskCat=4&taskNot=2926

Ao TJ-SP, meu desabafo…

Paula Salazar Herrera de Souza (*)

Poucas são as profissões com a beleza da magistratura. Como é bonito e gratificante ser juiz, desembargador! Quantos anos de estudo, de dedicação em prol da sociedade! No entanto, não podemos nos esquecer que nem só de magistrados se faz um Tribunal de Justiça, mas também do árduo trabalho de seus servidores.      

Se não somos dotados do brilhantismo das mentes encasteladas nos gabinetes, nem por isso somos menos importantes. Se furar, juntar, numerar, rubricar, carimbar a infinidade de papéis que insistem em amontoar-se sobre nossas mesas parece trabalho de menor valor, não o é. Não se faz justiça sem que se faça o ‘trabalho sujo’.

De maneira alguma pretendo comparar as funções, assim como também não pedimos a equiparação de nossos vencimentos. Peço para que nos vejam, nos ouçam e nos tratem com o devido respeito!

Não queremos ajuda do TJ para rever cheque especial, negociar com banco. Não precisamos de corda para nos enforcar, isso é algo que podemos fazer por conta própria.

O que necessitamos é honrar nossos compromissos, pagar pela educação de nossos filhos, pela nossa saúde, coisas que o estado deveria nos proporcionar e não o faz. Coisas que estão, a cada dia, mais caras e mais distantes da nossa realidade.

Esperamos que o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo faça justiça também aos seus trabalhadores. Queremos apenas o que nos é devido, será que é pedir muito?

(*) Servidora da Comarca de Bauru
Publicação autorizada pela autora
 

Delegado é a praga instituida e querem ser chamados de DOUTOR, Dr. em quê? 32

2010/05/20 at 7:35 – MARCO POLO

Estão ficando bravos com o secretario???
Devem ficar bravos com seus delegados que tratam seus funcionarios como nada.
Defendam-se deles, que sabotam VCs, diminuem Vcs.
DEnunciem os seus chefes envolvidos e verão que farão uma limpa na gloriosa PC, que ainda mantem em seus quadros bons policiais, que moram mal e lá tem seu carrinho financiado.DElegado é a praga instituida e querem ser chamados de DOUTOR, Dr em que?
Tem muita gente boa , mas nunca vi maçã boa melhorar a ruim. Guarda Municipal fazendo escolta e dando mão pa cabeça é omissão da PC e da PM. Os atos são ilegais, acordem Oficiais em posto de comando. Depois não adianta reclamar.

SALTO É O RETRATO DA POLÍCIA CIVIL INTERIORANA: HÁ ANOS MUNICIPALIZADA E BREVEMENTE TERCEIRIZADA…”AD HOC” ou “A ROGO” SÃO OS DELEGADOS 5

19/05/2010 – 19:45 Atualizado em 19/05/2010 – 19:45

DIG assume investigações sobre o assalto em delegacia de Salto

Policiais de Sorocaba foram até Salto saber detalhes do inquérito

Da Redação/TV TEM

Muita movimentação no 1º distrito de Salto. Policiais de Sorocaba foram até a cidade saber detalhes do inquérito que agora está  sob os cuidados da DIG.

 

O delegado corregedor da Policia Civil também esteve na cidade. E ouviu os delegados e escrivães afastados pela direção do Deinter 7. Ele conversou ainda com a comerciante assaltada na semana passada dentro do distrito policial.

 

Jose Maria Spin Ervilha não quis gravar entrevista nem dar detalhes dos depoimentos. Quem conversou com a reportagem do TEM Notícias, desta vez mostrando o rosto, foi a comerciante Nadir Aparecida Parasso.

 

 

Nesta quarta-feira os novos delegados designados pelo Denteir 7 assumiram. João Edson Pinhata substitui o titular da cidade, Moacir de Mendonça. E Paulo Dangeoli entra no lugar de Luciano Paiva no 1º distrito.

 

As mudanças preocuparam a Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo. A presidente da entidade foi até a cidade para saber quais são as condições de trabalho dos policiais.

 http://tn.temmais.com/noticia/5/9247/____________________________

Conforme o vídeo acima, há 5 anos,  o trabalho de investigação em Salto  está em mãos da Guarda Municipal; por outro aspecto vislumbra-se uma atuação medrosa da presidente da ADPESP.  

A doutura MARILDA quer dividir a culpa.  Mas com quem?

A culpa é coletiva: DE TODOS OS DELEGADOS DESTE ESTADO; o grau da culpa na medida da classe ocupada e tempo de carreira. 

Ou  seja: quanto mais no topo da lista de classificação, mais culpado será.

A QUESTÃO NÃO É A FORMAÇÃO…É A DEFORMAÇÃO QUE AS POLÍCIAS ESTADUAIS GUIADAS POR POLÍTICAS SELVAGENS INFLINGEM EM SEUS MEMBROS 10

Formação de policiais

Os recentes acontecimentos envolvendo policiais militares, como assassinatos de pessoas inocentes, ou associação com assaltantes ou traficantes de drogas, recoloca em debate a questão do treinamento dos efetivos da corporação. Não falta quem diga, entre os especialistas no assunto, que a formação tem falhas graves. Além da capacitação técnica, para a dura tarefa de enfrentar marginais, colocandoa vida em risco, há o lado psicológico, e é nesse aspecto, justamente, que as coisas estariam deixando a desejar. Os comandos da PM negam, e consideram o processo atual suficiente para dar condições ao policial de realizar corretamente seu trabalho. A prática, porém, é diferente da teoria, pois o agente da lei, com frequência, é posto à prova, em situações que exigem dele, principalmente, equilíbrio, ponderação, discernimento e, sobretudo, consciência de suas responsabilidades. Em muitos casos esses atributos não se fazem presentes, o que acaba originando desfechos trágicos, desses que apenas servem para abalar a confiança popular nos policiais. Bom seria, portanto, que os escalões superiores da segurança pública refletissem sobre o tema, para ver o que pode ser feito nesse campo da formação do pessoal, Se há dificuldades, quais são elas? Isto é o que precisa vir à tona, até como forma de se apressar as soluções cabíveis, em benefício não só da sociedade, como da própria Polícia Militar.

A TRIBUNA  ( 20 de maio )