”Ninjas” e coronel derrubam corregedor da PM 9

”Ninjas” e coronel derrubam corregedor da PM

Apurações lentas sobre grupo de extermínio na Baixada Santista e morte de comandante da zona norte de SP desgastaram Davi Nelson Rosolen

22 de maio de 2010 | 0h 00

Desgastado pela falta de resultados na investigação da atuação de um grupo de extermínio na Baixada Santista, o corregedor da PM, Davi Nelson Rosolen, foi afastado ontem do cargo. Ele não resistiu a mais um episódio envolvendo seu comando: o impasse em torno do Inquérito Policial Militar (IPM) da morte do coronel José Hermínio Rodrigues.

Rosolen será substituído pelo coronel Admir Gervásio Moreira (veja ao lado). O corregedor é o terceiro oficial afastado desde o começo da crise deflagrada pelo envolvimento de policiais em casos de violência – no dia 10, um tenente-coronel e um capitão perderam os cargos após quatro subordinados matarem o motoboy Alexandre dos Santos.

Além de Rosolen, outros oficiais devem deixar a Corregedoria. Entre eles está seu braço direito e colega de turma da Academia do Barro Branco, o tenente-coronel Mauro Passetti. Este teria se negado a assumir o IPM do caso Hermínio. O coronel foi morto em 2008 por PMs do grupo de extermínio Matadores do 18, quando comandava o patrulhamento da zona norte. Até agora o IPM não foi concluído.

E isso apesar do surgimento de provas sobre a ligação de policiais – incluindo um oficial – com a máfia dos caça-níqueis, bicheiros e escolas de samba. Passetti devia assumir o IPM com a missão de concluí-lo. Rosolen tentou defender o amigo, mas só provocou a própria queda.

Rosolen já estava desgastado por causa da falta de resultados práticos na investigação sobre as 22 mortes ocorridas entre 18 e 26 de abril na Baixada Santista. A Corregedoria não teria se empenhado na investigação dos crimes. Indícios revelados pelo Jornal da Tarde mostram que eles seriam obra de um grupo chamado Ninjas da PM.

Os policiais teriam jurado matar 50 pessoas para vingar a morte, em 18 de abril, do policial da Força Tática Paulo Rafael Pires. Descontente com a apuração do caso, o secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, foi a Santos, reuniu no dia 13 de maio todos os coronéis da Baixada e exigiu a prisão dos culpados.

A queda do corregedor ocorre ainda em meio ao clima de crise causado pela sequência desastrosa de casos de violência policial, como as mortes dos motoboys Eduardo Pinheiro dos Santos, ocorrida na zona norte, e de Menezes dos Santos, na zona sul. Ao todo, 16 PMs foram presos nesses casos. Ontem, foi decretada pela Justiça a prisão do soldado Valdez Gonçalves dos Santos, acusado de assassinar um camelô na zona leste e suspeito de outros homicídios na região.

Mudanças. A saída de Rosolen obrigou o Comando Geral a rearranjar o preenchimento de cargos que ficariam vagos por causa da aposentadoria de quatro coronéis. O chefe da zona norte de São Paulo, coronel Airton Alves da Silva, que devia assumir a Diretoria de Pessoal, vai para a Academia do Barro Branco. Ele substituirá o coronel Wagner Cesar Gomes Tavares Pinto, que assumirá o CPM no lugar do coronel Gervásio, o novo corregedor.

Além da zona norte, o policiamento da região central de São Paulo terá novo comandante. Trata-se do tenente-coronel Renato Cerqueira, que será promovido a coronel.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100522/not_imp554963,0.php

O disparo foi acidental efetuado por uma carcereira no momento em que limpava uma arma; não atingindo órgão vital…AGRADEÇO A DEUS E TODOS OS POLICIAIS EMPENHADOS NO SOCORRO 16

2010/05/22 at 12:26 – LUÍS CARLOS

Sou Delegado de Polícia casado com a Dra. Joceleide Caetano de Souza, Titular da 8 D.D.M. O disparo foi acidental efetuado por uma carcereira no momento em que limpava uma arma .40. O projétil atravessou duas divisórias e a cadeira da minha esposa, tendo atingido o abdome com saída nas costas. O socorro foi rápido, tendo a minha esposa sido transferido pelo Pelicano até o Hospital São Luiz no Tatuapé. A mesma já teve alta, não tendo o disparo atingido nenhum órgão vital. Agradeço a Deus e todos os policiais empenhados no socorro.

Luís Carlos e família

PMs presos por morte, roubo e sequestro:a assessoria da pasta negou que o sigilo sobre o caso tenha sido determinado pelo secretário Antônio Ferreira Pinto 18

2010/05/21 at 20:47 – REPÓRTER AÇO

Aí, Cesare.

Fonte: Agora São Paulo

21/05/2010
‘Não podemos divulgar’

Luis Kawaguti
do Agora

O capitão Eduardo Henrique Briciug Martines, da Corregedoria da PM, disse que os nomes dos PMs não foram divulgados para não prejudicar a investigação.

PMs são presos por morte, roubo e sequestro
“Os nomes, a gente não tem autorização da assessoria para divulgar”, disse. Ele não especificou se estava se referindo à assessoria da PM ou do gabinete do secretário Antônio Ferreira Pinto –a assessoria da pasta negou que o sigilo sobre o caso tenha sido determinado por ele. “A decisão de divulgar os nomes é de quem investiga”, afirmou. A reportagem não teve acesso aos advogados dos policiais.

POLICIAL MILITAR CHEFE DE GRUPO DE EXTERMÍNIO É PRESO PELA POLÍCIA CIVIL DE SÃO PAULO 17

2010/05/21 at 21:04 – INVESTIGADORA

21/05/2010 – 14h15
PM suspeito de chefiar grupo de extermínio é preso em SP

ANDRÉ CARAMANTE
da Reportagem Local

Investigado pelo DHPP (departamento de homicídios), da Polícia Civil, sob a suspeita de ser um dos chefes de um grupo de extermínio responsável por ao menos 11 mortes na zona leste de São Paulo nos últimos meses, o policial militar Valdez Gonçalves dos Santos, 36, foi preso nesta sexta-feira por ordem do Tribunal de Justiça.

O policial militar é do 21º Batalhão e chegou na tarde desta sexta à sede do DHHP, na rua Brigadeiro Tobias, centro da cidade. Além dele, outros cinco PMs do mesmo batalhão são investigados por suspeita de participação nas mortes.

A ordem de prisão temporária (por 30 dias) é do juiz Daniel Ovalle da Silva Souza, do 1º Tribunal do Júri da Capital.

Para os investigadores do DHPP, os PMs se uniram para fazer uma “limpeza” nos bairros –o alvo do grupo seriam os usuários de drogas. A hipótese é que as mortes tenham sido cometidas para que o grupo assuma o comando dos pontos de venda de drogas da região.

Entre os assassinatos investigados pelo DHPP está a morte do ex-motoboy Roberto Marcel Ramiro dos Santos. Trabalhando atualmente como camelô após sofrer um acidente de moto, Santos foi morto com mais de dez tiros às 4h35 do dia 8, quando completava 22 anos. Dezenove dias antes de ser assassinado, Santos e sua mãe, Janete Cristina Rodrigues, 49, foram ameaçados de morte pelo PM Valdez.

A reportagem não localizou até agora o advogado do PM. Há uma semana, a reportagem pede esclarecimentos ao Comando Geral da PM sobre a investigação da participação do PM Santos no grupo de extermínio, mas nenhuma resposta foi dada.

O CHEFE DA ASSESSORIA DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS JOSÉ MONSERRAT FILHO É BACHAREL EM DIREITO E PUBLICITÁRIO…NÃO É CIENTISTA ( não cofunda causa com correlação ), VAI DAÍ QUE DELE NÃO SE PODERIA ESPERAR MELHOR “EXPERIMENTO” 5

Ralph J. Hofmann: A Qualificação Racial

Publicado por Adriana Vandoni em 6/05/2010 às 17:22 hs. Acompanhe as respostas pelo  RSS 2.0.

Consta que o chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério da Ciência e Tecnologia solicitou à Universidade de São Paulo que indique pesquisadores e cientistas de origem árabe “tendo em vista o desenvolvimento de programas e projetos de cooperação em Ciência e Tecnologia entre nosso País e os Países árabes”.

Isto foi feito tão discretamente, que se não fosse uma crônica do Carlos Brickmann eu não teria percebido.

Fica valendo. O PT cada vez mais se assemelha ao Nazionalsozialistischerarbeitarpartei (Nazi) da Alemanha. É Nazionalarbeiterpartei (esta sopa de letrinhas significa Partido dos Trabalhadores).

Será que o Gauleiter (líder de Gau, um comandante designado pelos Nazis para liderar uma atividade ou região geográfica que poderia ser um país inteiro como a Tchecoeslováquia (hoje Rep. Tcheca e Rep. Eslovaca) vai criar condições para estes cientistas?). O fato de ser árabe vai ser suficiente?  Quanto porcento do cientista precisa ser árabe.  Uma avó italiana e outra avo de origem japonesa serão aceitáveis?

Como é que fica a prática religiosa?  Zen-budistas, católicos, luteranos serão aceitáveis? Coptas, marronitas, ortodoxos de origem libanesa, turca e síria valem?

E o idioma?  Como é que fica a questão do idioma? Só árabe resolve?  Mas se o programa for com o Irã?  Como fica quem não fala árabe. As comunicações serão no idioma proscrito pelo Itamaraty (desculpe Senhor chanceler cineasta, mas tenho de citar o nome do idioma mas vou soletrar para não ofender: i – n – g – l – ê – s )?

O Ministério de Ciência e Tecnologia vai ministrar aulas sobre o Alcorão?  Vai dar a cada pesquisador um tapetinho para orações para que seis vezes por dia possa se prostrar em direção a Meca, talvez  rezando para que a experiência em curso não passe do ponto por ter sido abandonada na bancada de testes?

Descendentes de árabes, fluentes em árabe, farsi e mais um ou dois dialetos da região que forem casados com judias ou tiverem problemas de consciência para realizar rezas islâmicas por ter outra filiação serão sumariamente postos de lado no que concerne programas de pesquisa?  Ou mesmo serão internados incomunicáveis para não revelar ao ocidente os segredos dos programas árabe-brasileiros?

Como vemos, o programa foi lançado sem especificação de parâmetros. Ora, em qualquer programa de ciências, a especificação de parâmetros é essencial para que se realize qualquer programa científico.  Portanto sugerimos que o MCT talvez deveria ter evitado instruções oriundas dos nossos mais famosos paspalhões, o Chanceler Toupeira, o Fradinho Top-top e o Monoglota Pinheiro (que está prestes a ser rebaixado para outra árvore, o Eucalipto).

Não me estenderei mais sobre o assunto. Abaixo incluo a íntegra do artigo do Brickman, porém mas mais uma vez o Brasil desponta como o país do carnaval e do futebol. Viva Momo!  Viva Pelé!   Viva Lula!

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Racismo público, mas sem noticiário – Carlos Brickmann (*)

Um espantoso pedido foi feito pelo chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério da Ciência e Tecnologia à Universidade de São Paulo: que indique pesquisadores e cientistas de origem árabe “tendo em vista o desenvolvimento de programas e projetos de cooperação em Ciência e Tecnologia entre nosso País e os Países árabes”. Segundo Brickman: “o absurdo passou em branco pela imprensa (se houve notícia, este colunista não chegou a encontrá-la, o que mostra como tudo foi feito discretamente, sem repórteres por perto).”

Não basta ser brasileiro: agora é preciso verificar, como na Alemanha de 70 anos atrás, quem são os pais, avós e bisavós de nossos cientistas, para que possam participar de projetos de cooperação. O professor César Lattes, orgulho da Física brasileira, não estaria enquadrado na restrição étnica do Ministério da Ciência e Tecnologia; nem o professor Isaías Raw, que comanda com brilho o Instituto Butantan; nem o médico José Gomes Temporão, nosso ministro da Saúde. Nem, saliente-se, o engenheiro eletrônico Sérgio Machado Rezende, mestre e doutor pelo Massachusetts Institute of Technology e ministro da Ciência e Tecnologia, exatamente da pasta onde foi cometida essa tremenda escorregada.

Nos Estados Unidos, um descendente de alemães, Eisenhower, comandou tropas americanas, inglesas, canadenses e francesas no combate ao Exército nazista. Não se procurou um general “com ascendência anglo-saxã”. Havia alemães, italianos, americanos das mais variadas origens, no Projeto Manhattan, que criou a bomba atômica. Um judeu russo, Irving Berlin, compôs a mais conhecida das músicas americanas de Natal, White Christmas, e o hino nacional extraoficial dos Estados Unidos, “God Bless America”. Os reis da Inglaterra têm origem alemã; a rainha da Suécia é filha de brasileira. O presidente dos Estados Unidos é filho de queniano. Mas cientista brasileiro, para participar de um projeto de cooperação com países árabes, tem de ter ascendência árabe. E nossa imprensa, para se manifestar, precisa ser provocada por algum evento especial?

Há no Brasil notáveis cientistas e professores de origem árabe, que sem dúvida estão entre os melhores do país. Mas não é sua origem que deve determinar as atividades que vai desempenhar: é sua competência, sua capacidade, seu reconhecimento. A exigência do Ministério da Ciência e Tecnologia é tão estrambólica que a USP se esquivou delicadamente de cooperar. Divulgou a mensagem do Ministério da Ciência e Tecnologia, colocou-se como mera repassadora da estranha solicitação e informou aos professores interessados que poderiam dirigir-se diretamente ao chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do MCT, pelo e-mail (como os endereços e telefones são públicos, este colunista toma a liberdade de divulgá-los) secassin@mct.gov.br ou pelos telefones (61) 3317-7777 e (61) 3317-7733. Ah, sim, não percam tempo desmentindo: esta coluna tem a documentação toda.

Alô, ministro dos Direitos Humanos, Paulo Vanucchi! É lícito discriminar entre brasileiros, ainda mais com base em seus antepassados? A igualdade, com a liberdade e a fraternidade, não faz parte dos Direitos Humanos? Alô, ministro da Igualdade Racial, Édson Santos: vai ficar por isso mesmo? Que igualdade racial é essa, que vai buscar a ascendência dos brasileiros para aproveitar ou não seu talento e sua capacidade de trabalho?

E, principalmente, alô, jornais, revistas, rádio, TV, Internet, blogs, imprensa em geral: que tal cuidar desse assunto grave em vez de limitar-se a fofoquinhas eleitorais? Quedar-se em silêncio diante da discriminação é inaceitável.

(*) Carlos Brickmann, colunista do Observatório da Imprensa, do Diário do Grande ABC, antigo editor-chefe da Folha de São Paulo, é dono de invejável currículo no jornalismo brasileiro

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Acho que  nalgum dia ; ou  nalgum livro devo ter ouvido que A CIÊNCIA NÃO POSSUI LÍNGUA OU NAÇÃO; que cientistas não dividem a família humana em pequenas facções.  

CAMPANHA DA ADPESP DENUNCIA FRAGILIDADE DA SEGURANÇA NO ESTADO DE SÃO PAULO 26

No Estado: Campanha denuncia a fragilidade na segurança
Da Redação/DF
Falta de profissionais, más condições de trabalho, desmotivação e o pior salário do Brasil são alguns dos motes da campanha que estará nas ruas a partir deste 21 de maio. A iniciativa parte da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo – ADPESP que, depois de negociar por mais de dez anos com o Governo, teve praticamente todas as propostas de reforma rechaçadas em 2010.
A crise, portanto, não é nova. Em 2008, após a maior greve da história da Polícia Civil de São Paulo (59 dias), parecia enfim que a situação começaria a tomar novos rumos. Contudo, eles alegam, as promessas de mudanças por parte do Governo, para 2009 e 2010, não foram cumpridas. E, agora, os delegados de polícia se unem para esclarecer à sociedade seus problemas e reverter o quadro.
Os números explorados na campanha evidenciam a situação em que se encontra a segurança pública paulista. Diz a associação da categoria: 31% das cidades do estado não têm delegados; desde 1995, enquanto a população de SP cresceu 21%, o número de policiais civis se mantém o mesmo; são apenas 3 mil delegados para os 42 milhões de habitantes de SP; o estado mais rico da nação é o que pior remunera seus delegados de polícia.
“Chegou a hora de a sociedade paulista tomar ciência do caos pelo qual passa a sua Polícia”, ressalta a presidente da ADPESP, Marilda Pansonato Pinheiro. “Ou nos unimos para reerguê-la, ou veremos a violência e os índices de criminalidade crescerem ainda mais”, completa.

http://www.diariodafranca.com.br/conteudo/noticia.php?noticia=23305&categoria=8

SACERDOTE CATÓLICO É PRESO POR FAZER DE CASA PAROQUIAL “MASMORRA ERÓTICA” 2

Sexta-feira, 21 de maio de 2010 – 16h33

Abuso sexual

Justiça decreta prisão de padre acusado de algemar e obrigar jovem a fazer sexo oral

 

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A Justiça decretou na última quinta-feira a prisão preventiva de um padre polonês acusado de atentado violento ao pudor. No processo, um jovem conta que, em 2007, na época com 14 anos, o pároco o coagiu e o levou à casa paroquial, na Igreja Divino Espírito Santo, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, para manter relações sexuais. Chegando lá, ele teria sido algemado e obrigado a fazer sexo oral com o religioso.

No fim da tarde de quinta, policiais da 33ª DP chegaram a procurá-lo em uma igreja, mas o padre não foi encontrado. Nesta sexta, as buscas continuam com duas equipes. Procurada, a arquidiocese do Rio não se pronunciou sobre o assunto. Na decisão, o juiz afirma temer que o estrangeiro consiga sair do país.

Como foi

Segundo o relato que consta da denúncia do Ministério Público, o jovem em questão era o coroinha da igreja até 2006. No início de 2007, o adolescente foi procurado pelo padre em sua casa com uma oferta de ajuda financeira para a família. Na saída, ele teria puxado o rapaz à força e o beijado. O passo seguinte do religioso, de acordo com a denúncia, teria sido o envio de mensagens de cunho erótico via internet.

Ainda de acordo com o documento, numa data próximo ao carnaval daquele ano, o padre chamou o então adolescente à igreja, que estava deserta, e o algemou na cama da casa paroquial. Lá, ele teria despido o menor e praticado sexo oral, além de uma tentativa frustrada de penetração. No final, o pároco pôs dinheiro no bolso da vítima, exigiu segredo do acontecido e o coagiu, afirmando que já sabia as flores que depositaria em seu caixão caso a notícia viesse à tona.

‘Masmorra erótica’

No processo, o juiz Alexandre Abraahão Dias Teixeira, da 1ª Vara Criminal de Bangu, na Zona Oeste do Rio, escreve que, via internet, o padre “descreve uma intensa vida sexual com outros”, “tudo levando a crer, até mesmo pelas suas preferências sexuais, que fossem outros jovens no meio religioso”. Na decisão, o magistrado afirma que o sacerdote fez da casa paroquial uma “masmorra erótica”.

“O indícios apontam o indiciado como uma pessoa compulsivamente ligada a sexo com adolescentes, demonstrando sua franca capacidade de usar da sua postura de padre para executar a ‘lavagem cerebral’. (…) No seio destas conversas o acusado arregimentava este rebanho de inocentes jovens para levá-los a sua Casa Paroquial, subestimando sua alta relevância espiritual para transformá-la numa espécie de ‘masmorra erótica’ onde submetia estes jovens, inclusive com emprego de algemas, as orgias descritas entre risos nas ‘conversinhas’ mantidas com seus amigos na internet. A liberdade do acusado põe em sério e concreto risco a garantia da ordem pública, em especial o bem estar da juventude religiosa que frequenta as igrejas”, diz o documento.

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Templos em geral   = “masmorras intelectuais”.

David Nelson Rosolen, comandante da Corregedoria da Polícia Militar (PM), acaba de ser afastado do cargo. Será substituído pelo atual chefe do Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), coronel Admir Gervásio Moreira. 14

Após falhas, corregedor da PM é afastado do cargo

Falta de resposta às denúncias de violência policial derruba David Rosolen, que será substituído pelo chefe do Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), coronel Admir Gervásio Moreira

21 de maio de 2010 | 15h 49

Marcelo Godoy, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – David Nelson Rosolen, comandante da Corregedoria da Polícia Militar (PM), acaba de ser afastado do cargo. Será substituído pelo atual chefe do Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), coronel Admir Gervásio Moreira.

O motivo da saída de Rosolen é o fato da Corregedoria da PM ter sido surpreendida constantemente por denúncias de violência policial sem que o órgão tenha reagido com celeridade nas apurações esperada pela cúpula da polícia.

Além de Rosolen, outros oficiais devem ser afastados da corregedoria. A mudança do corregedor não está relacionada às alterações em alguns importantes comandos da PM, programadas para o fim deste mês por causa da aposentadoria de quatro coronéis.

DEPUTADO FICHA E BUNDA SUJA JOSÉ GERALDO RIVA…ALÉM DE COLECIONAR DINHEIRO DO ERÁRIO E PROCESSOS CRIMINAIS É DADO A CENSURAR BLOGS E PERSEGUIR BLOGUEIROS DO MATO GROSSO 7

01/04/2010 – 08:24:00

Não satisfeito de CENSURAR blogs, deputado dos 118 processos pede prisão de blogueiros
por Adriana Vandoni.

Sabe a Ana Jatobá, a madrasta? Hoje estou me sentindo a própria. O deputado Estadual José Geraldo Riva do PP, aquele que coleciona vitórias eleitorais com a mesma destreza que coleciona ações civis e penais, sobre as quais eu não posso comentar por ordem do excelentíssimo juiz titular da Vara Agrária (sic), Pedro Sakamoto, que decidiu Censurar o blog a pedido de Riva, pede em ação criminal, que eu fique presa por 6 anos e 6 meses. Sou muito perigosa, mas sou menos que o Enock cuja pena pedida é de 11 anos e seis meses. E muito menos perigosa que o Fábio Pannunzio, que vai pegar, se depender de Riva, 15 anos.

Diferente da Ana Jatobá que matou uma criança e do deputado que é acusado pelos Ministérios Públicos Estadual e Federal, e pela Polícia Federal de desviar dinheiro público, nosso crime foi escrever sobre os feitos do deputado que, modesto como ele só, não gosta que as pessoas saibam o que ele faz de tão bom que lhe rendeu esta enriquecedora carreira política.

A princípio me senti inferiorizada por ter pego pena menor, depois entendi as razões de Riva. Ele foi generoso comigo porque de certo se lembrou que eu tenho mais uns 11 anos pedidos por Pagot. Penas que cumprirei integralmente, pois não terei bom comportamento na cadeia, pelo contrário, farei a maior arruaça.

Será que se eu pedir um conselho, Riva me dá? Quero fazer a conexão dos dois processos. E sei que ele deve ter um advogado que poderá me ajudar. Meu caso há de ser mais simples, pois enquanto quero juntar dois em um, ele tenta há anos conectar os seus 118.

Riva mexe com meus instintos mais empreendedores, afinal, a cadeia pode me tirar o direito de ir e vir, mas jamais de falar e escrever, pelo contrário, o tempo livre me permitirá escrever “Memórias do Cárcere ‘by’ Adriana Vandoni”, uma releitura de Graciliano Ramos (o “by” é para dar um ar mais chique). Além do Best seller, pretendo também retomar o antigo projeto de lançar o blog “Na Cela com Adriana”, que na versão by Riva, será “Éramos três”.

São tantos projetos e idéias a serem postos em prática durante o meu cárcere, que aos poucos vou divulgando aqui, como divulgarei também a íntegra da ação, tão logo tenha em mãos.

Como pode ver Riva, por mais que você queira marcar minha vida, tenho que dizê-lo que Pagot foi o primeiro. Mas esperarei por você lá. 

fontes:  prosa e política  e  Blog do EnocK

Se prenderam minha mulher vão ter que prender 99,9% do Estado”, diz Geraldo José Riva(PP) presidente da Assembleia de MT Resposta

publicado em 21/05/2010 às 15h16:

PF prende mulher, genro e assessores
do presidente da Assembleia de MT

Operação em cinco Estados cumpre 91 mandatos de prisão preventiva nesta sexta

Do R7

A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (21) Janete Riva, mulher do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Geraldo José Riva (PP), como parte da operação Jurupari, que investiga um esquema de comércio ilegal de produtos florestais da Amazônia mato-grossense. Além de Janete, estão entre os presos na ação policial Carlos Azoia, genro de Riva, Adilson Jose e Cristiano Volpato, ambos assessores do parlamentar. 

BUNDA E FICHA SUJAS; É O MAIOR INIMIGO DOS BLOGUEIROS DO MATO GROSSO

Ao todo, a PF cumpre 91 mandados de busca e apreensão e 91 mandados de prisão preventiva em diversos municípios de Mato Grosso e nos Estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande Sul e Espírito Santo.

Riva disse ao R7 que ainda não teve acesso ao teor das investigações, mas suspeita que as prisões sejam fruto de perseguição política. Segundo ele, a fazenda que a mulher administra é modelo na questão ambiental.

– Eu vejo com viés político, sem dúvida. Se a Janete for presa por crime ambiental eles vão ter que prender 99,9% do Estado.

A operação é resultado de investigações realizadas pela Polícia Federal durante dois anos, durante as quais foram apuradas irregularidades praticadas por servidores, engenheiros e proprietários em pelo menos 68 empreendimentos e propriedades rurais.

Além de madeireiros e proprietários rurais, também foram presos engenheiros florestais e servidores públicos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente que produziam e aprovavam licenciamentos fraudulentos.

Segundo laudos periciais do Setor Técnico-Científico da Polícia Federal em Mato Grosso, os danos ambientais causados pelos investigados é de no mínimo R$ 900 milhões.

Entre os presos estão ainda os ex-secretários de Estado do Meio Ambiente Luiz Henrique Valdedan Afrânio Cesar Migliari, Silvio Correa e o chefe de gabinete do governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB).

Procurado pela reportagem, a assessoria do governo de Mato Grosso disse que vai divulgar uma nota ainda nesta sexta-feira (21).

EU PENSO QUE OS FEDERAIS PRETENDIAM RESGATAR O FAZENDEIRO PRESO PELA POLÍCIA CIVIL… 33

Equipe de reportagem é abordada por policiais encapuzados
Repórteres foram confundidos com policiais civis.
Agentes tentaram impedir gravação de ocorrência.

Do G1 SP, com informações do Jornal Hoje

A reportagem sobre a prisão de um fazendeiro terminou em susto para uma equipe do Fantástico, da TV Globo, na madrugada desta sexta-feira (21). Era por volta de 1h quando os repórteres Maurício Ferraz e Eduardo Mendes foram surpreendidos por dezenas de policiais federais encapuzados em Três Lagoas (MS), cidade que faz divisa com o estado de São Paulo.

Veja o site do Jornal Hoje

A equipe voltava de Mato Grosso do Sul acompanhada dos policiais civis de Araçatuba, a 527 km de São Paulo, que haviam feito a prisão do suspeito. Nos instantes que se seguiram, os policiais federais apontaram as armas para a equipe. O desentendimento tem uma explicação: os agentes pensavam que a Polícia Civil estava envolvida num contrabando de armamento.

Três investigadores foram algemados.

Enquanto o desentendimento ocorria, a reportagem gravou a ação dos federais. Um dos agentes caminhou até os repórteres e perguntou: “Vocês são?”. Os repórteres responderam que eram da TV Globo, mas o agente, desconfiado, replicou: “Ah, tá! O pessoal falou que vocês eram da [Polícia] Civil”. A equipe explicou: Não. Eles são da [Polícia ]Civil. Eu ‘tô’ com eles. Nós estamos vindo de uma operação.”

O clima continuou tenso. Os policiais federais vasculharam o carro dos investigadores e, quando viram armas, comemoraram com tiros, pois acharam que tinham encontrado quem eles procuravam. Na verdade, as armas pertencem à Secretaria da Segurança Pública de São Paulo.

Para o delegado federal Sérgio Felipe Barreto, a operação “foi dentro de todos os preceitos institucionais”. “Sem dúvida iremos apurar a repercussão administrativa deste evento”, afirmou.

Os agentes também tentaram impedir que a equipe gravasse as cenas. Os repórteres foram liberados pelos policiais. Nenhum equipamento foi apreendido. Os policiais civis foram soltos. Eles registraram um boletim de ocorrência contra os policias federais por abuso de autoridade e constrangimento.

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Pensar não é crime; assim podemos pensar que todo policial, PM, Civil ou Federal,  é bandido até que prove o contrário: institucionalmente algemado.  

Também se pode pensar que a Polícia Federal pretendeu fazer prova de que as fronteiras estão fechadas para o contrabando de armas  e tráfico de drogas; assim desmistificando a propaganda do PSDB responsabilizando a União pela criminalidade nos Estados da Federação.

RIO: Em depoimento durante a investigação, testemunha contou que bando planejava matar o secretário de Segurança Pública e o delegado Cláudio Ferraz 4

Grupo de milicianos tinha planos para matar secretário Beltrame

Em depoimento durante a investigação, testemunha contou que bando planejava matar o secretário de Segurança Pública e o delegado Cláudio Ferraz

 

Rio – O bando miliciano é considerado sanguinário. Testemunhas contaram que os criminosos mantinham apartamento, chamado de ‘açougue’, onde vítimas eram esquartejadas e os corpos, jogados no Rio Pavuna, atrás do Condomínio Nova Esperança, cercado por câmeras de vigilância.

Foto: Severino Silva / Agência  O Dia

PMs aproveitaram operação da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae), em abril, na Favela da Coreia, em Senador Camará, para fazer ação paralela | Foto: Severino Silva / Agência O Dia
Em janeiro, o morador Leandro Real Gouvêa foi morto por não pagar taxa de segurança de R$ 100. Os ‘soldados’ do conjunto habitacional recebiam por semana, entre R$ 150 e R$ 250, para cuidar da segurança e fazer cobranças.
Em depoimento durante a investigação, testemunha contou que o grupo planejava matar o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, e o delegado Cláudio Ferraz. A ordem teria partido de milicianos presos, ano passado, através de recados enviados por visitantes e ligações telefônicas. As armas enterradas no terreno do condomínio seriam usadas para matá-los antes do Carnaval.
Há outros casos de crueldade: uma jovem, do Morro dos Macacos, que visitava parentes no Morro do Dezoito, Água Santa, foi estuprada e morta pelos milicianos, desconfiados de que ela passaria informações a traficantes.
O grupo é acusado de matar aliados. Ricardo da Silva Faria foi morto por desavenças na divisão dos lucros. Alexandre Landir Almeida de Souza, o Bomba, teria sido morto por ‘perder’ fuzil, apreendido por policiais.
Miliciano recebeu aviso sobre ação da polícia na Coreia
Com o objetivo de apreender armas para a milícia, PMs aproveitaram operação da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae), em abril, na Favela da Coreia, em Senador Camará, para fazer ação paralela. Eles também queriam prender o traficante Márcio José Sabino Pereira, o Matemático.
Escutas telefônicas autorizadas pela Justiça, em 29 de março, revelam que o PM Luiz Roberto Silva Rosa, lotado no 3º BPM (Méier), avisou Júlio César sobre a operação. Ele disse que haveria dois helicópteros e dois blindados e que as “peças” apreendidas seriam entregues para Júlio, para “fortalecer os amigos”.
Em outra conversa, em 30 de abril, o PM voltou a falar com Júlio, negociando a compra de armas. Semana passada, o grupo chegou a negociar fuzis por R$ 65 mil cada, na Favela Vila Vintém, em Padre Miguel.
Outra ligação mostra o miliciano Paulo Jesus de Aguiar Junior negociando a compra de armas com um policial do Serviço Reservado (P-2), do 9º BPM (Rocha Miranda). A polícia também tem informações de que a milícia estaria impedindo a entrada de políticos em suas áreas.
NAS CONVERSAS, A NEGOCIAÇÃO DE ARMAS APREENDIDAS
O PM Roberto fala com Júlio sobre a venda de ‘negócios’ e ‘direção’ (armas).
Roberto: Vou falar com ele aqui. Por quê?
Júlio: Pra gente pagar ele. Um cara quer fazer uma troca com a gente.
Roberto: Que tipo?
Júlio: Falo. Tu deixa esses negócios aqui comigo e arruma três negócios pequenos para mim pagar. Pô, dá pra arrumar três negócios pequenos no valor de 4 reais (4 mil), num dá não?
Roberto: Não! Não pô! Tem que ver primeiro. Aquela direção (arma) lá que ele falou tá mil e duzentos.
Júlio:Não dá pra vir mais duas daquelas, não?
Roberto: Pô, por que você não falou pra ele que a gente tinha essa direção com a gente aí?
Paulo de Jesus Aguiar Junior confessa o assassinato de inimigo e trata de tráfico de drogas com comparsa não identificado.
Paulo: Tava com uma quatro cincona bonitona!
Comparsa: Tu pegou, né?
Paulo: É claro, pô! (…) Eles ficaram malucos. Perderam uma quatro cincona novinha.
Comparsa:É isso aí!
Paulo: (…) Ele tava pedindo 13 (13 mil reais) e eu falei que era para um tio meu.
Comparsa: É, fala que é nosso.
Paulo: Então, aí o de 13 (13 mil reais), ele vai fazer por 9 (9 mil reais).
Paulo: Então, e ele falou que a gente pode vender que tá tranquilo e é bom que ele é P-2 do nono (9º BPM, em Rocha Miranda). E se tiver alguma caôzada, ele avisa. A gente só não pode tomar bote.
Comparsa:É isso aí, valeu!
Júlio conversa com Roberto sobre operação policial na favela da Coreia.
Júlio:Fala meu padrinho.
Roberto:Aí, aquele garoto (…), segura ele aí que eu quero falar com ele que a operação na Coreia vai ser baseada nas informações dele.
Júlio:Mas já tá montada a operação?
Roberto: Já! Tá todo o aparato montado com dois blindados e dois helicópteros.
Júlio:
Que horas você vai passar por aqui?
Roberto:
(…) Não deixa ele sair pois a operação tá montada. Tudo no papel, direitinho, nós vamos arrebentar e vou ver se retiro umas pecinhas (armas) para fortalecer os amigos.
Reportagem de Adriana Cruz e Paula Sarapu

A delegada titular da 8ª Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher, em São Mateus, na Zona Leste de São Paulo, foi baleada por uma escrivã dentro da própria delegacia 38

Disparo Acidental

Delegada é baleada por escrivã em delegacia na Zona Leste de SP

Publicada em 20/05/2010 às 14h56m

Leonardo Guandeline

  • SÃO PAULO – A delegada titular da 8ª Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher, em São Mateus, na Zona Leste de São Paulo, foi baleada por uma escrivã dentro da própria delegacia, no fim da manhã desta quarta-feira. O disparo, que teria sido acidental, aconteceu por volta das 11h, no momento em que a escrivã manuseava sua arma, uma pistola .40. A bala atravessou duas divisórias de madeira e acertou o abdômen da vítima, de raspão.

Dois investigadores, ao ouvir o disparo, se dirigiram até a sala da delegada e encontraram a vítima, de 38 anos, caída. Outras duas policiais civis estavam no local solicitando socorro. A policial atingida teve, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), apenas uma lesão muscular. Ela foi encaminhada para o Hospital Municipal Doutor Alexandre Zaio e, posteriormente, transferida para o Hospital São Luiz. O estado de saúde dela é considerado estável.

A arma da escrivã e munições foram apreendidas e serão periciadas. A autora do disparo passou por exame de corpo de delito. O caso será investigado pela Corregedoria da Polícia Civil.

A FOLHA ESCONDEU INFORMAÇÃO?…DIZEM QUE ALÉM DE PUXAR O SACO DO GOVERNO COM FALSAS INFORMAÇÕES E OMITINDO QUANDO LHES INTERESSA, ELES TAMBÉM MANIPULAM PESQUISAS NO TAL DE DATAFOLHA! 3

2010/05/21 at 11:10 – LUIZINHO PIU

A FOLHA ESCONDEU INFORMAÇÃO?

NOSSA!!!
ESTOU ABISMADO!!!
MAS, NÃO FOI A FOLHA QUEM PUBLICOU DUAS PÁGINAS DENEGRINDO A IMAGEM DA POLÍCIA CIVIL, ESCRACHANDO AS FOTOS DE VÁRIOS DELEGADOS DE POLÍCIA E DIZENDO QUE 800 DELEGADOS ESTÃO SENDO INVESTIGADOS PELA CORREGEDORIA?
À QUEM INTERESSA ESSE TIPO DE INFORMAÇÃO?
QUEM É O PRINCIPAL CLIENTE DA FOLHA?
SE FOSSE UMA QUADRILHA DE POLICIAIS CIVIS, O QUE GRAÇAS A DEUS É MUITO DIFÍCIL VER, COM CERTEZA JÁ ESTAVA ESCANCARADO EM TUDO QUE É JORNAL DO PAÍS!
FAZ PARTE NÉ?
DIZEM QUE ALÉM DE PUXAR O SACO DO GOVERNO COM FALSAS INFORMAÇÕES E OMITINDO QUANDO LHES INTERESSA, ELES TAMBÉM MANIPULAM PESQUISAS NO TALL DE DATAFOLHA!
MAS, O POVO NÃO É BOBO NÃO!
E NÓS POLICIAIS, PROFESSORES, TRABALHADORES DA SAÚDE VAMOS DEMONSTRAR NOSSA OPINIÃO NAS URNAS!
PSDB NUNCA MAIS!
MERCADANTE NA CABEÇA!

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A Folha nunca mente, apenas reescreve a história poupando o leitor de  passagens inconvenientes.