Delegados paulistas no fim da fila:”Até mesmo os cargos administrativos da Justiça Federal e do Trabalho – escreventes, técnicos, secretárias – são remunerados acima do que recebem os delegados paulistas” 21

Delegados paulistas no fim da fila

27 de maio de 2010 | 0h 00

ALOÍSIO DE TOLEDO CÉSAR – O Estado de S.Paulo

Qualquer pessoa que vá a uma delegacia de polícia no Estado de São Paulo não deverá ter pressa, porque nelas o ambiente se mostra contaminado por situação preocupante: os delegados paulistas recebem o pior salário do Brasil, relativamente aos colegas dos demais Estados.

A expressão “o pior salário do Brasil” pode parecer exagerada, porém reflete a verdade real e angustiante vivida por esses delegados, os únicos profissionais que exercem carreira jurídica acompanhada de permanente risco de vida, representado pelo necessário enfrentamento com os criminosos.

Em vista de vencimentos que são de fato os mais baixos do Brasil, quase todas as delegacias de polícia estão numa espécie de greve branca, chamada de “operação-padrão”, com a realização apenas dos serviços essenciais. Fácil imaginar como isso afeta a vida de cada um de nós, nestes dias angustiantes de insegurança cada vez maior.

Para que se tenha uma ideia do ambiente vivido nas delegacias basta registrar que desde a última posse de novos delegados, por concurso público, seis meses atrás, 10% deles já pediram exoneração, seja porque optaram por outra carreira jurídica, seja porque migraram para trabalhar no mesmo cargo em outros Estados.

Em Brasília, por exemplo, um delegado recebe no início da carreira R$ 13.368,68, o mesmo que os delegados federais, enquanto os colegas de São Paulo, em último lugar na escala de vencimentos, chegam a apenas R$ 5.203.

Acima de São Paulo, nessa relação de vencimentos, estão todos os outros Estados, mesmo os mais carentes, como Piauí (R$ 7.141), Maranhão (R$ 6.653) e Ceará (R$ 7.210). Os delegados paulistas evitam divulgar essa lista por entenderem que serve para diminuí-los e humilhá-los perante os colegas dos outros Estados.

Desde 2008, quando fizeram uma greve de 59 dias (a maior da história da Polícia Civil), houve promessas do governo estadual de melhorias para a classe, não só no que se refere a vencimentos, como também, e principalmente, quanto à estrutura administrativa. Nenhuma delas foi cumprida e o clima interno nas delegacias acabou carregado pelo desânimo.

Em verdade, esse clima se reflete na segurança pública, tendo em vista, sobretudo, a circunstância de que 31% das cidades paulistas não têm sequer um delegado. Realmente, cidades-sede de comarca, com mais de 20 mil habitantes, continuam à espera de um delegado que não chega nunca. Enfim, são apenas 3.200 delegados para cobrir uma área com 42 milhões de habitantes.

Sem a presença do delegado, os inquéritos e processos criminais em curso ficam travados, circunstância que leva muitos deles a se tornarem inúteis pela ocorrência da prescrição, favorecendo os criminosos. Ainda que esteja provada a conduta criminosa, o Estado, pela figura do juiz, fica impedido de aplicar a penalidade cabível por estar prescrita a punibilidade.

Recentemente, notícias publicadas pelo Estado e pelo Jornal da Tarde apontaram a falta de acesso à internet por parte de unidades estratégicas da Polícia Civil, como o Deic e a maioria das unidades do interior. Muitos policiais envolvidos na luta para identificar a autoria dos delitos estão chegando ao ponto de ter de pagar o acesso do próprio bolso para fazer as investigações necessárias. Pode parecer paradoxal, mas, concomitantemente ao marasmo noticiado, fruto do desânimo, também se verifica o empenho motivado pelo orgulho profissional.

Em algumas delegacias, por força da “operação-padrão”, formam-se filas gigantescas e esse é um problema que se agrava, sem ter pela frente a menor esperança de melhora. Se os delegados recebem esses vencimentos inferiores aos dos colegas dos demais Estado, o mesmo ocorre com os escrivães e investigadores, criando condições para que segurança no Estado mais rico do País esteja cada vez mais debilitada.

O Supremo Tribunal Federal já chegou a reconhecer que o trabalho dos delegados de polícia guarda isonomia em relação às outras carreiras jurídicas. Não se tratou de reconhecer a equiparação de vencimentos com as outras carreiras, mas de dispor que a atividade é mesmo jurídica.

Pois bem, se em relação aos delegados dos demais Estados os paulistas se encontram em incômoda situação de inferioridade, quando comparamos os vencimentos com os das demais carreiras jurídicas – juízes, promotores, procuradores, defensores públicos -, vê-se que a disparidade é ainda maior. Até mesmo os cargos administrativos da Justiça Federal e do Trabalho – escreventes, técnicos, secretárias – são remunerados acima do que recebem os delegados paulistas.

Esse é um problema grave, que precisa ser enfrentado e resolvido, porque influi no dia a dia de cada um de nós. A tarefa de conferir segurança aos cidadãos exige técnicas e equipamentos que se aprimoram com o avanço da tecnologia, porém concomitantemente é necessário o trabalho de inteligência, sem o que o combate aos criminosos se torna pouco eficaz.

Nestes dias em que o mundo das drogas está na raiz de praticamente 80% dos crimes praticados, o trabalho de inteligência ganha importância. De nada tem adiantado combater os efeitos danosos das drogas na sociedade se as causas continuam intocadas, tanto pela ausência de política de governo como de exercício de inteligência nas delegacias.

Verificou-se no País expressiva melhora da Polícia Federal no combate à criminalidade a partir do momento em que os vencimentos dos delegados federais foram equiparados aos dos juízes. Ainda que essa polícia se venha convertendo, muitas vezes, numa espécie de polícia do espetáculo, pela busca incessante de notoriedade e dos holofotes, é forçoso reconhecer que cresceu em competência. Um crescimento claramente vinculado aos melhores vencimentos.

ADVOGADO, É DESEMBARGADOR

APOSENTADO DO TJ-SP. E-MAIL: ALOISIO.PARANA@GMAIL.COM

Marilda Pansonato Pinheiro fala em prol de todas as carreiras policiais civis 10

:: ADPESP na TV

Em entrevista, a presidente da ADPESP – Associação dos Delegados de Polícia de São Paulo, Marilda Pansonato Pinheiro fala ao jornalista Newton Flora, do programa De Olho na Notícia, sobre a situação da carreira. A presidente destaca sua história dentro da instituição e fala de sua vocação classista. Exalta ainda, que a escolha da Operação Padrão foi o último recurso encontrado, para minimizar o problema que uma greve poderia trazer à sociedade.

http://www.adpesp.org.br/home.php#conteudo

Concurseiros de classe média mudam perfil da Polícia Civil do Rio 13

26/05/2010 07h06 – Atualizado em 26/05/2010 07h06

Concurseiros de classe média mudam perfil da Polícia Civil do Rio

Jovens apostam no concurso para ingresso no serviço público.
Mudança coincide com proposta de melhor atendimento ao cidadão.

Aluizio Freire Do G1 RJ

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Nova polícia - grupoA diretora da Acadepol, Fabíola Willis
(segunda à esq.) e a nova equipe da polícia
(Foto: Aluizio Freire/G1)

A Polícia Civil do Rio está mudando de cara. Com a abertura de concurso para preencher os quadros de investigadores e delegados, a instituição passou a atrair jovens de classe média alta, com boa formação acadêmica e um entusiasmo que há muito não se via nos corredores das delegacias.  

“É uma boa chance para entrar no mercado, sem dúvida. Mas a polícia passou a atrair gente com esse perfil não só pela estabilidade do emprego, mas por apresentar uma proposta renovadora, com um foco mais humanista de atendimento ao cidadão. É um desafio que atrai jovens de boa formação e ajuda a oxigenar a instituição”, afirma a delegada Fabíola Willis, diretora da Academia de Polícia Sylvio Terra (Acadepol).

Aos 33 anos, oito de polícia, Fabíola é uma das caras dessa nova geração de “tiras”. Em sua sala, chama a atenção o mural com fotos da filha de 3 anos e alguns mimos sobre a mesa, como canetas cor de rosa com carinhas de bichinhos.

Nova polícia - inspetora dentistaA dentista Aline é agora inspetora policial
(Foto: Aluizio Freire/G1)

Com desenvolvutra, Fabíola  avisa que não permite interferência na credibilidade de seu trabalho, procurando agir como se fosse executiva de uma grande corporação.

“Quem entra para a polícia hoje é um profissional que não tem uma visão apenas operacional. É um pessoal que está ligado com o mundo, tem interesse em fazer uma pós, um mestrado, em viajar e se atualizar sobre tudo”, garante.

O juiz federal William Douglas, professor e autor de 28 livros sobre técnicas e dicas de preparação para concursos, além de ex-delegado de Polícia Civil, concorda que está havendo uma mudança positiva da instituição.

“Bons policiais nós sempre tivemos. Mas o perfil está mudando para melhor. Hoje o trabalho tem mais foco em investigações que apostam na inteligência. É uma polícia mais eficiente, que apresenta resultados. É preciso, no entanto, não esquecer da valorização da carreira. É preciso pagar bem para selecionar bem”, ressalta.

Policiais de seriados americanos
Os inspetores Vinicíus Nascimento, 31, e Aline Grassano, 28, da última turma do concurso de 2008, também estão nesse grupo – elogiados pela boa formação e juventude – que poderia fazer parte do elenco de seriados americanos como Without a Trace ou Crime Scene Investigation (CSI).

Nova Polícia - delegada Delegada Fernanda ouviu comentários de que não
tinha cara de policial (Foto: Aluizio Freire/G1)

Formado em direito, Vinicius trabalhou como advogado durante quatro anos até ingressar na polícia. “Meus pais são advogados, mas sempre apostei na minha vocação de que seria um policial”.

Aline formou-se em odontologia, mas não dispensava um filme policial. “Mesmo contra a vontade da minha família, que sempre se preocupa com os riscos da profissão, nunca tirei da cabeça a ideia de que um dia conseguiria entrar para a polícia. Estou aqui desde janeiro e não me arrependo”, revela.

A delegada Fernanda Delgado, 31, que já morou na Inglaterra e fala três idiomas, é outra referência dessa nova polícia. Filha de uma procuradora de justiça, ela está há 8 na polícia e já passou por várias delegacias.

Programa para atender melhor o cidadão
“Engraçado é que as pessoas chegavam para mim e falavam: ‘Você não tem cara de policial. Seu perfil é de advogada’. Havia um estigma negativo do profissional da polícia que, felizmente, está mudando para melhor”, afirma. “O nosso foco hoje é o de aproximação com a sociedade. Nós somos prestadores de serviço e precisamos conquistar a confiança das pessoas”.

Um dos alvos da nova filosofia é o programa da Delegacia de Dedicação ao Cidadão (Dedic), que já foi implantado em oito unidades. A proposta é atender a população em casa. Para isso, a pessoa pode procurar uma delegacia perto de seu domicílio, ligar ou acessar o site e agendar uma hora com os agentes.

“Para termos qualidade no trabalho é preciso um policial civil exclusivo. O Dedic é um programa que mostra resultados bastante positivos e o novo sistema de trabalho adotado pelos agentes, de oito horas diárias, contribuiu para isto”, explica o chefe de Polícia Civil Allan Turnowski

O delegado do Deinter-6 ,Waldomiro Bueno, responsável pelo policiamento de toda Baixada Santista, prometeu chegar aos culpados pelas 23 mortes de abril 4

Delegado quer rapidez nas investigações de crimes

Cruzeiro On Line

O delegado do Deinter-6 ,Waldomiro Bueno, responsável pelo policiamento de toda Baixada Santista, reuniu na  2ª feira (24) todos os delegados das cidades atingidas pela série de assassinatos no litoral sul e exigiu pressa nas investigações dos crimes. De 18 a 26 de abril, 23 pessoas foram executadas na região. A morosidade no caso derrubou o corregedor da Polícia Militar, o coronel Nelson Rosolen, na última sexta-feira (21).

 

“Também somos os primeiros interessados em elucidar o caso. Mas são mortes nas quais as testemunhas não falam com medo de sofrer represálias. Mas vamos chegar aos culpados”, prometeu o delegado Bueno. Uma das principais suspeitas da polícia é que um grupo de extermínio formado por policiais militares seja responsável pelas matanças do mês passado. Os criminosos seriam de uma facção denominada como os “Ninjas”.

 

Questionado se a troca de comando da Corregedoria poderia afetar seu trabalho, o delegado disse que não. “A cobrança do alto comando é natural. Como a gente daqui, eles querem diminuir a criminalidade no Estado”, completou o delegado O secretário de Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, admitiu que estava descontente com o andamento das investigações

 

Uma das prioridades do novo corregedor, Admir Gervásio Moreira, que assumiu hoje, é elucidar os crimes da Baixada. Apenas um suspeito foi preso. Um traficante do Guarujá é acusado de ter matado um policial da Força Tática. Em represália à morte do policial, os PMs teriam provocado a matança. A Promotoria Criminal de Santos está acompanhando de perto o inquérito, que ainda não tem prazo para ser concluído. “Existe sim essa chance de os crimes terem sido praticados por policiais militares. Uma hora a polícia vai chegar aos culpados”, acredita o promotor do Júri e das Execuções Criminais de Santos, Octavio Borba de Vasconcelos Filho.

 

A reportagem apurou que um policial já teria sido identificado. O PM deve ser apresentado nos próximos dias. Segundo a própria polícia, o grupo de extermínio planejava executar mais de 50 pessoas no mês de abril. O efetivo da Polícia Militar da Baixada Santista é formado por mais de 3,5 mil PMs. Só no Guarujá, onde ocorreu a maioria dos crimes, trabalham mais de 500 policiais militares. (Leandro Calixto – AE)

GLÓRIA PEDE AJUDA PARA PROBLEMA FAMILIAR ROTINEIRO…POR MEIO DE ADVOGADO RECUPERE SEUS DIREITOS…PARA AS FERIDAS EMOCIONAIS O MELHOR REMÉDIO É O TOTAL DISTANCIAMENTO E ESQUECIMENTO DESSAS PESSOAS 6

2010/05/26 at 21:05 – GLÓRIA

Tenho vivido uma experiencia dificil e dolorosa de tortura moral com minha mãe e irmã,principalmente MÃE,sendo que a mesama protege a minha irma desde a infancia patologicamente e apos um periodo de extrema fraGilidade minha em decorrencia de um problema financeiro,venho sofrendo tortura moral e sendo prejudicada no que me é de direito.Gostaria de orientação e se há relato de casos semelhantes ou de bibliografia. Atenciosamente,Gloria

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Minha querida, o amor que lhe foi negado não há como recuperar. Mas os valores materiais você deve buscar por todos os meios jurídicos; havendo prova de danos psicológicos,  causados pela sua mãe e irmã, não pense duas vezes: BUSQUE REPARAÇÃO FINANCEIRA, especialmente se praticam ou praticaram ofensas contra a sua honra.

Há milhões de pessoas sofrendo como você. Aliás, sofrendo e passando por “ingratos” , “interesseiros” ou , no mínimo, chantagistas emocionais. Eles invertem as posições: a vítima vira bandido.

 A sua irmã deve , por alguma razão, ter aprendido manipular os sentimentos da sua mãe, ex.: infância doentia, algum sentimento de culpa. A sua irmã, hipoteticamente,  poderia ser filha de uma paixão adulterina.  Há literatura apontando inúmeras causas, contudo, independentemente das dezenas de motivações  para tal comportamento,  uma das duas – ou ambas –  não valem  nada; são ladras dos seus sentimentos e tudo mais que você possuir. Pelo menos uma possui defeito de caráter.

E não adianta ficar se martirizando e perguntando o porquê de existir coisas assim entre pessoas do mesmo sangue, tenha certeza que milhões de criaturas sofrem,  como você,  por não compreenderem que POLÍTICOS, CRIMINOSOS E FAMILIARES  se fazem conhecer DURANTE  A  PARTILHA.

Irmão roubando irmão, pais e mães roubando  filhos, preferências e preterimento afetivo de filhos, É ROTINA EM QUALQUER DELEGACIA.

Jamais dê perdão, pois farão ainda  pior.

Espero que alguém possa lhe dar melhor orientação e , talvez, algum conforto.  

Segue um pouco de literatura “especializada”:

 

Mais sobre rejeição e autoestima
 

No artigo anterior, eu falei sobre os sentimentos de quem sofre a rejeição, e que isso pode mexer de forma profunda com a autoestima, e como a EFT pode ser utilizada para limpar os sentimentos e reequilibrar o emocional. Agora, vou falar um pouco sobre os sentimentos que estão por trás das atitudes de uma pessoa que rejeita outra.

Comentei antes que o sentimento de rejeição dói bastante pois quem é rejeitado, de forma consciente ou inconsciente, sente como se tivesse algo errado com ele mesmo; sente como se tivesse um defeito, como se não fosse bom o suficiente, sentimentos dessa natureza. E para se libertar desse incomodo sentimento, a pessoa busca a aprovação do outro incessantemente, o que provoca mais rejeição e gera um circulo vicioso – rejeição, busca da aprovação, mais rejeição, nova busca por aprovação…

Mas agora vamos falar do outro lado, o lado que rejeita. O que leva uma mãe, ou pai a rejeitar um filho? Atendo muitos casos de filhos rejeitados, e os danos na autoestima são bem profundos. Recentemente surgiram três casos. Um caso foi de uma filha rejeitada pela mãe. A mãe sempre falava coisas como: você não faz nada direito, você é feia, gorda, tudo que você faz é assim… Outro caso de uma pessoa que foi abandonada pela mãe entregue a outra pessoa para ser criado. Nesse caso, a mãe nunca voltou para saber noticias, nunca foi atrás do filho. Isso gerou um sentimento enorme de abandono, rejeição e mágoa.

O outro caso que atendi, foi de uma filha que era tratada diferente pelo pai, rejeitada e culpada por tudo que acontecia de errado.Pequenas coisas do dia a dia, mesmo ela sendo criança na época, o pai a culpava e agia de uma forma muita dura e diferente de como agia com os outros filhos. Sem contar   a falta total de incentivo e elogio.

Por trás de atitudes de rejeição como estas, existem sentimentos de frustração, culpa, raiva, mágoa, que vem de outras situações e que nada tem a ver com os filhos. Ou seja, quem rejeita, sempre tem problemas sérios na própria autoestima.

No caso da mãe que rejeitava a filha que citei acima, a mãe havia abandonado um filho, e tinha um desejo de ter outro filho homem, certamente para compensar o que havia feito. Só que nasceu uma menina… Então ela jogava toda culpa e frustração que ela sentia na tfilha, que pagou um preço algo por isso. Certamente, essa mãe carregava também outras questões, pois foi entregue na infância a outro familiar para ser criada e se sentiu abandonada e rejeitada pelos pais.

No caso do filho que foi abandonado pela mãe, não se sabe quais razões a levaram a isso. Era uma pessoa bastante pobre e que viajou para

tentar uma vida melhor.   No entanto isso por si só não explica, pois

existem várias pessoas em condições de pobreza que não abandonam os filhos. Certamente sentimentos de medo, incapacidade, autoestima baixa. É só investigar um pouco a vida da pessoa que provavelmente vamos descobrir que também foi abandonada e rejeitada, ou passou por outras questões emocionais profundas que ainda perturbam.

O pai que rejeitava a filha tinha vontade de ter o primeiro filho homem para satisfazer alguns sonhos que ele tinha. Teve uma filha, e isso gerou frustração, levando-o a descontar na filha. Tenho certeza também que existem outros fatores na vida desse pai. É só investigar um pouco para descobrir.

Estou colocando esses fatores não como uma forma de justificar os atos de rejeição, mas sim como uma forma de compreender melhor as atitudes e sentimentos humanos. Dentro do interior de uma pessoa que rejeita outra, existem mágoas, culpas, frustrações, ou seja problemas na autoestima. Sempre há, e não tem como ser diferente. Uma pessoa de bem com a vida, feliz consigo mesma, que se aceita e tem uma autoestima boa, jamais vai rejeitar outra pessoa, seja um filho, um amigo, irmão, namorado…

Essa compreensão é importante para que a pessoa rejeitada saia do papel de achar “eu sou defeituoso, tem algo de errado comigo” e passe a ver da perspectiva de que outro a rejeitou, seja um pai, irmão, mãe, porque aquela pessoa tem problemas na autoestima.

Essa compreensão intelectual é importante, mas não é tudo. As vezes até entendemos racionalmente os motivos da rejeição, mas outro lado nosso, ainda continua ferido se sentindo magoado, rejeitado e abandonado.

Alguns clientes, principalmente aqueles que já passaram por outros trabalhos terapêuticos, normalmente falam coisas do tipo “eu sei que meu pai/mãe passou também por rejeição e tais e tais coisas e que por isso apenas descontaram em mim.” Sinal que já têm uma compreensão maior. Aí eu pergunto: Tudo bem, você sabe disso racionalmente, mas como é que você sente mesmo sabendo disso? Invariavelmente a pessoa responde que ainda sente a rejeição.

É aí que o papel da EFT é fundamental. Você pode limpar os sentimentos de rejeição, culpa, abandono, mágoa em você mesmo. Feito isso, você irá sentir verdadeiramente, e não só racionalmente, que o outro agiu da maneira que agiu por problemas de autoestima, e não por fatores pessoais contra você. Isso vai lhe tirar da perspectiva do magoado, da vitima, para uma perspectiva muito mais saudável que traz alivio e paz interior.

Depois de limpar os sentimentos negativos com a EFT, você poderá inserir frases positivas no processo para aprofundar ainda mais o bem estar. Eu sempre faço isso após a limpeza emocional da parte negativa.

É importante observar que não adianta colocar frases coisas positivas enquanto a o negativo não for tratado. Essa é uma forma mais avançada de fazer EFT que é melhor demonstrada no curso de nível 2.

Nesses casos de rejeição que eu citei, você poderá falar frases enquanto bate nos pontos da EFT como:

Ponto do karate: Mesmo que fulano tenha me rejeitado, eu me aceito profunda e completamente e compreendo que não foi nada pessoal contra mim, e que foram apenas as frustração de fulano que ele descontou em mim…

Topo da cabeça: fulano me rejeitou

Inicio da sombrancelha: agora eu posso compreender melhor 

Lateral do olho: ele descontou sua autoestima baixa em mim Embaixo do olho: mesmo sem concordar com o que ele fez eu posso perdoar

Embaixo do nariz: mesmo que tenha me causado danos eu escolho perdoar

Embaixo do lábio inferior: eu escolho me sentir livre do sentimento de vítima

Osso da clavícula: eu escolho refazer minha vida independente do dano que tenha sido causado no passado.

Embaixo da axila: eu me perdôo por ter ficado preso a esse sentimento perdendo tanto tempo Repete tudo novamete do topo da cabeça até abaixo da axila.

Bem, essas frases são sugestões. Você deve acrescentar, modificar e reformular da maneira mais adequada pra você. Lembre-se de somente fazer essas frases mais positivas depois de se libertar da carga emocional negativa mais pesada.

 André Lima

http://www.eftbr.com.br/mostra_artigo.php?idconteudo=125&idsecao=1

PARA OS SEM TETO E FAVELADOS DA POLÍCIA: EM TRÊS ANOS – NA CAPITAL E GRANDES CIDADES DE SÃO PAULO – O AUMENTO MÉDIO DOS APARTAMENTOS DE DOIS DORMITÓRIOS FOI DE 60%…QUE POLICIAL PAULISTA PODE FINANCIAR UM IMÓVEL DE R$ 200.000,00? 8

Em certos casos – alguns bairros da Capital e cidades como Santos – o aumento já supera o ordem de 100%; no mesmo período, ou seja, janeiro de  2007 até o presente.

Observando-se que, apenas no primeiro trimestre de 2010, a valorização média foi na ordem de 20%.

Posto isto:  SE VOCÊ NÃO ” METER A MÃO” NO PESADO SERÁ EMPURRADO PARA AS FAVELAS (nem sequer pelas de concreto tipo CDHU,  poderá pagar ).  

APENAS PARA ILUSTRAR:

Com a facilitação do acesso ao crédito imobiliário, cresceu a demanda no mercado, e isto, consequentemente, provocou a elevação dos preços das casas e dos apartamentos.

A valorização foi grande no segmento de dois dormitórios, que supera o desconto proporcionado pela queda dos juros no preço final do financiamento.

Entre janeiro de 2009 e janeiro de 2010 o preço médio do imóvel novo na capital paulista ficou em R$ 169 mil – Valor este fora da faixa atendida pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Antes desse crescimento do crédito imobiliário (2005/2006), o valor era de R$ 119 mil. Houve, portanto, uma valorização de 37,87% (dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio – Embraesp).

A Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac) fez uma simulação e mostra que, mesmo com os juros mais baixos, o total pago no financiamento em 20 anos do imóvel de dois dormitórios pelo preço médio de 2009/janeiro de 2010 seria de R$ 374.371,20, ante R$ 353.491,20 pelo preço médio de 2005/2006. Para o imóvel comprado hoje, o cálculo considerou juros de 9% mais Taxa Referencial (TR) do período: 9,75% ao ano. Para o comprado antes do boom, juros de 12% mais TR do período: 14,85% – uma diferença de 5,1 pontos porcentuais.

Acredita-se que a alta dos preços decorreu da pouca oferta de imóveis de dois dormitórios, e quando as construtoras voltaram a lançar esse tipo de imóvel, por terem percebido que havia demanda inchada, elevaram os preços.

No caso de imóveis de três dormitórios, a valorização não supera o desconto do juro. O preço médio subiu 29% no período analisado, de R$ 233 mil para R$ 301 mil. Mas o total financiado em 20 anos sai mais baixo para quem compra hoje (R$ 666.780) do que para quem comprou em 2005 (R$ 692.137,20). (O ESTADO, fevereiro de 2010 ) 

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Observação: a demanda pela facilidade de financiamento , com a  consequente valorização acima de todos os índices inflacionários, é apenas uma das causas da pressão inflacionária no mercado imobiliário EM TODO O ESTADO DE SÃO PAULO. Mas outros fatores continuam contribuindo para o aquecimento dos preços, tais como: baixo retorno das aplicações financeiras, agravada por uma certa desconfiança causada pela crise bancária mundial; mais o aumento do custo geral da construção: terrenos e materiais.

 Em cidades litorâneas: A CORRIDA DO PETRÓLEO.

Só pra quem faz parte da diretoria.

A LEI DO BRASIL É A BALA: Delegado é morto em emboscada na Bahia quando concedia entrevista a uma rádio 30

Enquanto a PEC 300 é boicotada, os policiais continuam sendo ASSASSINADOS !!!

Delegado é morto em emboscada na Bahia

Clayton Leão concedia entrevista a uma rádio no momento do crime.
Ele era titular da 18ª Delegacia de Camaçari.

http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/05/delegado-e-morto-em-emboscada-na-bahia.html

Parabéns Sr Michel Temer ( vice de Dilma) por mais uma VEZ adiar a votação da PEC 300 !!! este Delegado assassinado HOJE já não terá o salário digno !!

O delegado Clayton Leão Chaves foi morto em uma emboscada, por volta das 8h desta quarta-feira (26), na estrada da Cascalheira, via de ligação entre a Linha Verde e a cidade de Camaçari (BA). No momento do crime, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP) da Bahia, o delegado concedia uma entrevista aos radialistas Marco Antonio Ribeiro e Raimundo Rui, da Rádio Líder FM de Camaçari.

O policial chegou a ser levado ao Hospital Geral de Camaçari, mas morreu após receber os primeiros cuidados médicos. Ele foi atingido por dois tiros na cabeça. Um terceiro disparo acertou a lateral do carro. No áudio da rádio é possível ouvir os tiros, a voz de pelo menos dois interlocutores – suspeitos de serem os atiradores – e os gritos da mulher do delegado, desesperada ao ver o marido baleado.

Enquanto a PEC 300 é boicotada, os policiais continuam sendo ASSASSINADOS !!!

26/05/2010 em 14:41

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“Eu estava encerrando a entrevista quando aconteceu o crime. Na verdade, ele tinha combinado de dar a entrevista no estúdio da rádio, mas ele não conseguiu ir. A entrevista era para falar do trabalho dele no combate ao tráfico de drogas na região”, disse o radialista Ribeiro, que conversou por cerca de 15 minutos com o delegado.

A Polícia Civil informou que o policial estava no carro com a mulher, que não foi atingida pelos disparos. O delegado tinha parado o veículo para falar ao celular. Neste momento, um grupo de homens armados, em um outro carro, se aproximou e começou a atirar contra Leão.

“Eu ouvi o barulho dos estampidos. Foram dois tiros pelo que deu para ouvir. Em seguida, a mulher dele começou a gritar que ele [Leão] estava baleado e a pedir socorro. Segundo informações que ela passou à polícia, os atiradores estariam em um carro branco com placas vermelhas”, disse Ribeiro. A polícia já localizou o veículo usado pelos criminosos, mas não divulgou o local para não atrapalhar a investigação.

A Secretaria de Segurança Pública informou ao G1 que uma operação de busca aos criminosos foi montada com policiais militares e civis e com apoio de helicópteros. Fazem parte da operação, policiais da Coordenação de Operações Especiais (COE) da Polícia Civil, do Grupamento Aéreo da Polícia Militar, da Delegacia de Homicídios, da Superintendência de Inteligência da SSP. O delegado geral da Polícia Civil, Joselito Bispo está coordenando as investigações.

O delegado era titular da 18ª Delegacia de Camaçari e chegou a chefiar o COE.

Informações sobre o crime podem ser enviadas para o Disque-Denúncia da SSP/BA (71) 3235-0000

A Polícia Civil de Três Lagoas (MS) abriu ontem (24) inquérito para apurar crimes de abuso de autoridade e constrangimento ilegal contra policiais federais e patrulheiros rodoviários federais 29

Araçatuba

 

AÇÃO EQUIVOCADA

Polícia Civil do MS abre inquérito para apurar abuso de autoridade

 

Roberto Alexandre
Terça-feira – 25/05/2010 – 13h54

Araçatuba – A Polícia Civil de Três Lagoas (MS) abriu ontem (24) inquérito para apurar crimes de abuso de autoridade e constrangimento ilegal contra policiais federais e patrulheiros rodoviários federais. Os servidores faziam uma operação na madrugada de sexta-feira e confundiram policiais civis da Delegacia Seccional de Araçatuba com contrabandistas de armas.

Na confusão, três investigadores paulistas foram algemados e ficaram presos por cerca de uma hora na base da Polícia Rodoviária Federal, na BR-262.

No boletim de ocorrência que gerou a instauração do inquérito, os policiais civis de Araçatuba disseram que foram hostilizados e até humilhados. A confusão ocorrida perto da fronteira do Mato Grosso do Sul com São Paulo chegou ao alto escalão do governo paulista.

LIGAÇÃO
O secretário de segurança de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, ligou pessoalmente na Delegacia Seccional de Araçatuba para saber o que havia acontecido. Ele pediu relatório detalhado sobre a ocorrência.

O documento foi encaminhado ontem ao gabinete do secretário e deve embasar pedido de investigação nas corregedorias da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.

ESCOLTA
Os policiais civis de Araçatuba faziam a escolta do pecuarista José Antônio Scatolin Filho, preso na terça-feira passada no pantanal sul-mato-grossense. O jovem estava foragido desde 2007, depois que a Justiça decretou a prisão preventiva dele por suposto envolvimento em racha que resultou num grave acidente.

A PF de MS alegou ter recebido denúncia de que contrabandistas de armas estariam disfarçados de policiais e que passariam pelo local fortemente armados.

O delegado da Polícia Civil de Araçatuba Carlos Henrique Cotait, responsável pela escolta, voltou a dizer ontem que a abordagem foi feita fora das normas de conduta. Segundo ele, uma hora antes, os policiais federais do MS já tinham a informação de que a escolta era legítima e que não se tratava de contrabandistas.

Concurso de promoção na Carreira de Delegado de Polícia 11

Portaria CPC – 13, de 25-5-2010
O Presidente do Conselho da Polícia Civil, resolve:
Artigo 1º – Fica instaurado, a partir desta data e nos termos das Leis Complementares nº. 503, de 06 de janeiro de 1987, nº. 637, de 16 de novembro de 1989, e nº. 771, de 16 de dezembro de 1994, o concurso de promoção na Carreira de Delegado de Polícia.
Artigo 2º – Estão em concurso as seguintes vagas:
I – 02 vagas na Classe Especial, por Merecimento.
II – 05 vagas na 1ª Classe, por Antiguidade.
III – 06 vagas na 1ª Classe, por Merecimento.
IV – 10 vagas na 2ª Classe, por Antiguidade.
V – 10 vagas na 2ª Classe, por Merecimento.
Artigo 3º – Para a organização da lista de promoção, ficam convocados, extraordinariamente, os Membros do Conselho da Polícia Civil.
Artigo 4º – Esta Portaria entra em vigor a partir de sua publicação.
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Obs. Quem se interessar favor enviar fax ou telex (com firma reconhecida) até as 14h do dia 26/6/10 aos cuidados do CPC.

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Jow, não entemos a observação.

02 vagas na Classe Especial, por Merecimento ( 1 é do meu amigo NSPF ).

MENSAGEM DA “MINHA PRESIDENTA” MARILDA PANSONATO PINHEIRO QUE PROVARÁ NÃO SERMOS DESUNIDOS E SUBMISSOS A POLTRÕES APADRINHADOS, EMPRESÁRIOS DO CRIME, PROFESSORES “DE ARAQUE” E “CONSULTORES” DE SEGURANÇA PRIVADA 39

Colegas,
 
A campanha publicitária se iniciou com grande êxito. Muitos colegas já assistiram nas redes de TV de todo estado, já que a propaganda está sendo veiculada na GLOBO, REDE TV, BAND e RECORD. Serão 100 out doors espalhados pelo Estado, incluindo a Anhanguera. Quanto à Rodovia dos Imigrantes, a veiculação foi vedada informalmente, assim como pelo metrô, mas as providências legais e jurídicas já estão sendo tomadas ( ainda não havíamos pago). O jornal Metrô News também vai veicular nossa campanha. Peço, novamente, a TODOS os colegas que consigam espaço nas mídias locais, out doors, jornais, rádios e espalhem a campanha. VAMOS À MÍDIA!!!!!
Também na próxima semana, os colegas estarão recebendo em casa adesivos para colar nos carros com o slogam : POLÍCIA CIVIL VALORIZADA  SOCIEDADE AMPARADA. Ficaram muito bonitos…
A campanha está sendo um sucesso, graças a Deus. A par dela, muitas outras demandas estão sendo trabalhadas para serem vencidas. É preciso paciência, inteligência, força e UNIÃO entre nós.
Já temos inimigos demais. O apoio e a força de TODOS é imprescindível nesse momento em que estamos abrindo espaços para que nossa voz seja ouvida e a sociedade informada das péssimas condições de trabalho que o governo nos presenteia todos os dias e consequentemente, presenteia também a sociedade com a INSEGURANÇA  sentida nas ruas de qualquer cidade.
Dia 27 de Maio, 18h30 AGE na ADPESP com a presença do SINDPESP.
Pauta : Próximos passos do MOVIMENTO REIVINDICATÓRIO iniciado em março, após análise dos resultados, entre outros assuntos.
 
Um grande abraço a todos e obrigada.
 
Marilda – ADPESP 2010 

ADPESP ACUSA A ADMINISTRAÇÃO POLICIAL DE ADOTAR ESTILO “PROMESSINHA” DE GOVERNAR…MAS ESSA DIRETORIA DA ADPESP É FORMADA POR BOÇAIS, CONFORME DOUTRINA ALBERTO ANGERAMI 11

:: Informe ADPESP: Escala de plantões
A ADPESP informa que, ainda que diversas tenham sido as promessas emanadas pelos diretores de departamentos, inclusive, com veiculação neste meio de comunicação, acerca das providências classistas adotadas no sentido de prover os plantões das unidades em escala com cinco equipes, respeitando, assim, a dignidade do Delegado de Polícia e constitucionalidade ao horário de trabalho policial, não foram atingidos os resultados almejados.
 
Assim, as mencionadas providências ficam no plano das promessas, mesmo com o total empenho desta associação. Novas soluções serão sugeridas como, por exemplo, a implantação do projeto piloto da 4ª e 5ª Seccional para todo o DECAP, sem prejuízo de requerimentos a nosso órgão correicional e ao Ministério Público.
Outras informações e sugestões enviar no e-mail: imprensa@adpesp.com.br
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Parecer nº 02/2008

Protocolado DGP nº 005060/2007 

Trechos da  sentença do Ilustre cardeal Alberto Angerami:

“Na qualidade de operador do Direito, o acusado não desconhecia essa circunstância constitucional e o que é ainda mais grave, também não poderia alegar desconhecimento dos preceitos relacionados a Legislação Disciplinar, muitos deles, por sinal atropelados pelo Dr. Roberto Conde Guerra.

Se não vejamos: ao assacar infâmias, pela Internet, contra a Instituição, funcionários e, sobretudo, contra dois Diretores de Polícia honrados e sérios, o implicado violou o estatuído nos incisos II, III, XI e XIV do art. 62 da Lei Orgânica da Polícia. Será que em momento algum pensou na Polícia Civil? Nas pessoas acusadas sem provas? Nas famílias dessas pessoas? E o que é igualmente reprovável, isto é, em vez de representar a quem de direito, o implicado enviou ‘ informes’ a Instituição que – qualquer boçal sabe – interessa-se por fatos que possam de uma forma ou de outra, diminuir a Polícia Civil e seu representante maior – o Delegado de Polícia. ( grifo nosso )

https://flitparalisante.wordpress.com/2010/03/09/qualquer-bocal-sabe-ilustre-doutor-alberto-angerami-este-bocal-foi-formalmente-convocado-pelo-mp-depois-que-os-tres-delegados-ofendidos-por-meio-de-advogado-enderecaram-representacoes-a-insti/

Delegados da Seccional de Itapetininga continuarão presos acusados de coagir empresas e prefeituras…E TRINCA DE TROUXA! 1

 http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1270475-7823-DELEGADOS+COAGIAM+EMPRESAS+E+PREFEITURAS+DE+SAO+PAULO+A+CONTRATAR+SERVICOS+DE+SEGURANCA,00.html

 

Delegados presos acusados de coagir empresas e prefeituras

Policiais do interior de São Paulo prestavam serviço de segurança. A lei orgânica da polícia proíbe policiais de ter atividade remunerada fora da corporação.

Piero Sbragia Itapetininga, SP 

No interior de São Paulo, delegados são acusados de coagir prefeituras e empresas a contratar serviços de segurança que eles mesmos prestavam de forma ilegal.

Agentes de uma empresa de segurança trabalham no carnaval de Cerquilho, no interior de São Paulo. A situação registrada pela Polícia Federal seria corriqueira – se entre os sócios da empresa não houvesse dois delegados da Polícia Civil.

Depois de um ano de investigações, o Ministério Público descobriu que os delegados participavam de um esquema para coagir prefeituras e promotores de evento a contratar a empresa deles. Escutas telefônicas autorizadas pela Justiça mostram que, para isso, aproveitavam a estrutura da própria polícia.

Catorze pessoas chegaram a ser detidas, em seis cidades. Os alvos principais eram os delegados Alexandre Vianna, Ivan Scott e também José Antônio Vieira Ramos, ex-delegado seccional de Itapetininga.

Em um documento, Vieira Ramos determina que duas viaturas com seis investigadores façam ronda durante a madrugada em um evento para o qual a empresa foi contratada. No mesmo dia, Vianna e Scott combinam a divisão do dinheiro e citam dois sócios envolvidos no esquema.

Nos contratos com prefeituras da região, os delegados negociavam um valor por fora. Como aconteceu na festa de aniversário de Itapetininga.

Dias antes de serem presos, Alexandre Vianna e Ivan Scott debocharam ao descobrir que os telefones estavam grampeados.

“Eu estava tão desesperado que eu falei, ó, é cana. Cana, formação de quadrilha, formação de quadrilha. É aquilo ali que vai mandar nós pra cadeia”, diz Ivan Scott.

Agora na cadeia, os delegados e outros três sócios da empresa de segurança aguardam julgamento.

Capitão Assumção (PSB-ES):“temer, sepultando a PEC, quer criar 1 comissão” e “vaccarezza diz que lula já dá a bolsa formação. é de rir”. 19

25/05/2010 18h03 – Atualizado em 25/05/2010 18h08

Temer encerra reunião ‘secreta’ após vazamento pelo Twitter

Deputado publicou posts sobre discussões e desagradou a colegas.
‘Isso é coisa de araponga’, reclamou presidente da Câmara.

Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília

O uso do Twitter por um deputado causou polêmica em uma reunião de líderes da Câmara dos deputados nesta terça-feira (25). Nessas reuniões, até assessores de parlamentares são proibidos de entrar. O vazamento da reunião na internet provocou bate-boca dentro da sala e a reunião foi encerrada subitamente pelo presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP).

Twitter do deputado Capitão Assumção (PSB-ES) com textos postados durante a reuniãoTwitter do deputado Capitão Assumção (PSB-ES) com textos postados durante a reunião (Foto: Reprodução)

O tema em debate na reunião era a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que propõe a criação de um piso nacional para os policiais de todo o país. O impasse ocorre porque um grupo ligado à categoria deseja escrever na Constituição em valores o rendimento mínimo da categoria. A proposta foi aprovada em primeiro turno, mas resta ainda a votação de destaques, como o que retira o valor do texto constitucional. Estava em discussão na reunião a proposta de criação de uma comissão para se tentar um acordo.

Enquanto o debate corria solto entre as lideranças no Congresso, o deputado Capitão Assumção (PSB-ES) resolveu “twittar” as discussões. Ele escreveu coisas como “temer, sepultando a PEC, quer criar 1 comissão” e “vaccarezza diz que lula já dá a bolsa formação. é de rir”.
Quando os parlamentares descobriram a “transmissão” que o colega estava fazendo da reunião, a situação ficou tensa. A reunião foi encerrada e não foi fechado um acordo para a votação do tema desejado por Assumção.

O primeiro a sair da sala foi o líder do PSDB, João Almeida (BA), que atribuiu a Assumção o encerramento da decisão sem acordo. “Nós tínhamos em discussão a proposta de criar uma comissão, mas o mau comportamento de alguns acabou encerrando a reunião.” O líder do PT, Fernando Ferro (PE), também se irritou com o colega. “A reunião terminou por causa do comportamento deplorável de um deputado.”

O presidente da Câmara também saiu da reunião criticando a ação do parlamentar. Ele afirmou que divulgar reuniões como essa “não é útil para a Casa”. Questionado se em uma próxima reunião seria possível reter os celulares dos deputados já na entrada, Temer respondeu que o uso do celular é permitido, mas transmitir a reunião, não. “Isso é coisa de araponga”, disse o peemedebista.

Capitão Assumção disse que começou a twittar durante a reunião ao perceber que se estava “procrastinando” [adiando] a votação da PEC. Ele declarou não acreditar em qualquer possibilidade de punição pelo ato. “Passei 25 anos nas ruas. Vou me preocupar com isso? O que eu fiz é uma forma democrática de expor o meu pensamento”, afirmou.

No fim, o impasse sobre o tema continua. Temer afirmou que vai mesmo criar a comissão com três membros indicados pelo governo e outros três pela oposição para tentar construir um acordo sobre este tema. Não há data ainda para a volta do tema ao plenário.
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Capitão, cuidado o senhor vai sifu! “Os cara aí” são ” profissional” da pesada.