A PRIVATIZAÇÃO DA POLÍCIA – é simplesmente inacreditável… 31

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Data: 26 de maio de 2011 15:36
Assunto: A PRIVATIZAÇÃO DA POLÍCIA – é simplesmente inacreditável…
Para:

Simplesmente INACREDITÁVEL!!!!!

 

http://www.sinpol-ma.com.br/noticias_11/noticia260511_4.html

 


A PRIVATIZAÇÃO DA POLÍCIA

Polícia Federal S/A
Autor(es): Claudio Dantas Sequeira
Isto é – 23/05/2011

Para cortar custos e sem ouvir o Congresso, a PF simplesmente transferiu para empresas privadas a responsabilidade de controlar quem entra e quem sai do País

Quem desembarca no aeroporto internacional de Guarulhos (SP), o mais movimentado do Brasil, acredita que está sendo recebido por treinados agentes da Polícia Federal ao apresentar seus passaportes para entrar oficialmente no País. Mas, na verdade, os funcionários que checam e carimbam os documentos de viagem, fazem entrevistas de imigração e vistoriam bagagem em busca de drogas e armas são pessoas comuns, funcionários de uma empresa privada, sem nenhum treinamento ou compromisso com a defesa da soberania do Estado. O caso de Guarulhos não é uma exceção. Hoje, empresas prestadoras de serviço dominam o controle imigratório nos aeroportos, portos e até postos de fronteira. Parece óbvio, mas entregar a terceiros a fiscalização de quem entra ou sai do País é temerário e põe em risco à segurança nacional. A fiscalização deficiente é o paraíso para traficantes, imigrantes ilegais, criminosos procurados pela Interpol e terroristas, que podem transitar livremente por aqui sem que as autoridades de plantão tomem conhecimento. Enquanto o resto do mundo está debruçado em soluções para reforçar a segurança de suas fronteiras, por aqui o governo terceiriza o controle de passaportes e imigração nos aeroportos, uma atividade que nunca deveria ter saído das mãos da Polícia Federal. Hoje, estima-se que a PF gaste mais de R$ 100 milhões para transferir a responsabilidade a empresas privadas de um serviço que deveria ser executado por ela de acordo com a Constituição Brasileira.

O processo de loteamento de áreas estratégicas começou há quatro anos, sem que houvesse o necessário debate pelo Congresso, pela sociedade e contra parecer da própria Polícia Federal. Mais grave: era para ser uma solução provisória, como explica à ISTOÉ o ex-ministro da Justiça Tarso Genro, hoje governador do Rio Grande do Sul. “Sempre defendi que isso só se justifica como provisoriedade”, afirma Genro. Mas, no Brasil, o que é provisório com frequência se torna permanente. O problema é que Tarso Genro havia sido informado das consequências da terceirização. Um relatório interno da PF, obtido por ISTOÉ, revela que repassar a empresas privadas tais atividades era a última das opções para reduzir o gargalo provocado pelo crescimento exponencial de passageiros. “É de longe a hipótese mais controversa de todas e esbarra em sérios problemas de ordem legal”, concluiu a delegada Silvane Mendes Gouvêa, presidente da comissão. Em ordem de prioridade, o MJ poderia aumentar o contingente policial ou passar o controle migratório para as mãos de servidores administrativos da própria PF. O documento, de 37 páginas, com cinco anexos, listou uma série de critérios que deveriam ser adotados em caso de se decidir pela terceirização. Por exemplo, para cada três terceirizados deveria haver ao menos um policial como supervisor.

Mas o que se vê hoje é um descontrole total. Em alguns aeroportos, como o Tom Jobim, no Rio de Janeiro, cada agente da PF precisa monitorar o trabalho de até dez terceirizados. A média nos terminais terceirizados é de um policial para cada sete funcionários privados. Na Tríplice Fronteira, entre Paraguai e Argentina, há 103 funcionários terceirizados para um total de 15 agentes federais. Eles fiscalizam tudo que passa na Ponte Internacional da Amizade e na Ponte Tancredo Neves. Também são responsáveis pela emissão de passaporte e controle de raio X.

Os funcionários terceirizados geralmente encaram o serviço como um bico. Ganham pouco mais que um salário mínimo e logo que conseguem algo melhor abandonam o posto. “Trabalhei seis meses na Ultraseg, em Guarulhos. Foi meu primeiro emprego”, afirma Domênica Duarte, 22 anos. O resultado é uma rotatividade altíssima que impede a qualificação desses profissionais. E a maioria das terceirizadas são empresas de mão de obra de serviços gerais, algumas sem nenhuma relação com a atividade de controle migratório. “Essas empresas fecham contratos milionários, dão calote nos funcionários e depois desaparecem”, afirma o presidente do Sindicato dos Servidores da PF no Rio de Janeiro, Telmo Correa. Funcionários contaram à ISTOÉ que a PF paga às terceirizadas R$ 3,5 mil por contratado, mas o funcionário recebe no máximo R$ 800.

Uma dessas fornecedoras de mão de obra, a Visual Locação, Serviço e Construção Civil, dos sócios Herbert de Ávila e Alessandro Fagundes, simplesmente sumiu do mapa. No ano passado, a empresa embolsou mais de R$ 33 milhões do governo federal, dos quais R$ 2,7 milhões foram destinados ao pagamento de terceirizados no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio. ISTOÉ esteve em dois endereços registrados em nome da Visual em cidades-satélites de Brasília. O escritório num velho sobrado foi abandonado há dois meses. O corretor, que pediu anonimato, diz que Herbert “não pagou o aluguel, trocou os telefones e desapareceu”. A outra “sede” da empresa fica numa casa sem reboco em área da periferia que integra o programa de incentivos fiscais do governo do Distrito Federal. Apesar do muro alto que cerca o local, pode-se ver a placa com o nome da empresa jogada num canto, enferrujada. “Há duas semanas não aparece ninguém aí”, conta um vizinho.

O caso da Visual não é exceção. A Cosejes, responsável pela emissão de passaporte, embolsou o dinheiro do governo, deu calote nos funcionários e fechou as portas. “Um dia eles não depositaram. Ligamos para a empresa no Ceará e ninguém atendeu. Fomos à filial aqui em São Paulo e já não havia ninguém”, conta Alyne Scirre, 23 anos. A ex-funcionária diz que foi censurada pelos próprios policiais. “Diziam que a gente estava chorando por miséria e que o dono da Cosejes era delegado de polícia”, afirmou.

Outro problema é que as empresas terceirizadas não preenchem todos os postos de trabalho, explica o diretor de relações de trabalho da Federação Nacional de Policiais Federais (Fenapef), Francisco Sabino. “Em Guarulhos, a empresa que assumiu os guichês da PF em janeiro contratou 120 pessoas e não completou a cota de 200 funcionários. Por causa do acúmulo de trabalho e dos salários baixos, os terceirizados já pensam em entrar em greve”, afirma Sabino. Ele se refere à empresa SkyServ Locação de Mão de Obra Ltda., que assinou com a Superintendência da PF em São Paulo um contrato de R$ 5,9 milhões para prestar serviços neste ano. Quase a totalidade dessas empresas, aliás, torna-se alvo de ações trabalhistas na Justiça. Acontece que os funcionários são normalmente contratados como recepcionistas ou digitadores, mas acabam exercendo funções de polícia. “Éramos registrados na carteira como recepcionista. Mas fazíamos todo o trabalho de confecção do passaporte”, relata Alyne Scirre. E confirma que tinha acesso a informações particulares no banco de dados da PF. “O trabalho é todo feito por nós. Os policiais nem precisam assinar”, diz. Dentre as atividades que Alyne exercia estão o cadastramento dos dados do requerente no sistema da PF, o envio das informações para a Casa da Moeda e a verificação do documento final. Uma responsabilidade grande demais para quem dava os primeiros passos no mercado de trabalho.

Não bastassem os problemas de ordem prática, a terceirização também enfrenta impedimentos legais. O relatório da Polícia Federal, que passou pelas mãos de Tarso Genro e do então diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, é claro: “Em razão de a atividade de fiscalização migratória doutrinariamente enquadrar-se no exercício do poder de polícia pelo Estado, ela é por natureza indelegável. Com isso deve ser executada por servidores efetivos do Departamento de Polícia Federal.” O advogado Luiz Carlos Cavalcanti, especialista em direito constitucional e autor de um estudo sobre o caso, explica que o controle de imigração é um trabalho complexo e altamente especializado. “A habilitação do agente da PF se dá através do estudo de uma disciplina específica denominada polícia marítima aeroportuária e de fronteiras, inserida na grade curricular do curso de formação profissional. A matéria é eliminatória”, afirma Cavalcanti. Se o policial for reprovado nesta disciplina, é imediatamente desligado do curso de formação profissional e do concurso público para agente da PF. O especialista lembra que um policial federal é submetido a investigação social para entrar na carreira, segue regime disciplinar específico e responde a uma corregedoria. Já os terceirizados não estão submetidos a nenhum tipo de controle. “Ninguém sabe de onde vêm e para onde vão esses funcionários. Eles não têm nenhum comprometimento com a instituição”, afirma o diretor da Fenapef, Francisco Sabino.

“Do jeito que está qualquer um pode embarcar com passaporte falso. Os terceirizados não sabem a diferença entre um imigrante ilegal, um padre ou uma mula do narcotráfico”, afirma Telmo Corrêa, do sindicato da PF. Agente por formação, ele lembra que a atividade de fiscalização imigratória foi confiada pela Constituição, em seu artigo 144, “de maneira inequívoca” ao Departamento de Polícia Federal. E acrescenta um dado surpreendente nessa complexa equação. Com a realização da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016, as empresas americanas e inglesas querem entrar no lugar das terceirizadas nacionais e assumir o controle da nossa imigração. “É um absurdo. Uma ameaça à nossa soberania”, avalia Telmo.

Esse risco não existiria se Genro e Corrêa tivessem escutado as recomendações da comissão da PF. A saída para os gargalos nos aeroportos era de fácil execução, como consta do relatório. “A contratação de mais policiais é a solução que resolve mais rapidamente o problema do controle migratório, uma vez que não haveria necessidade de mudança na rotina de fiscalização”, dizem os delegados no documento. A demanda por mais policiais seria atendida com recém-formados pela Academia Nacional de Polícia. Segundo levantamento da própria PF, bastaria a contratação de mais 181 policiais para atuar nos aeroportos do Rio e de São Paulo. Naquele ano, a academia formou 210 policiais, o suficiente para dar conta do recado. Entretanto, a cúpula da PF optou pelo caminho da terceirização, alegando que os policiais são uma mão de obra qualificada demais para a execução de serviços burocráticos.

Fontes da PF afirmam que Luiz Fernando Corrêa pressionou a comissão para que concluísse o relatório a seu gosto. Em vários trechos do relatório da PF, é citada a informação de que “o Ministério da Justiça estaria disposto a fornecer recursos para a contratação de terceirizados”. Na conclusão, o grupo de delegados ressalta que “não sendo escolhida pela direção-geral a alternativa de dotar com lotação efetiva de policiais os aeroportos”, o problema só poderia ser resolvido com a terceirização. O documento subsidiou a medida provisória que alterou a Lei 8.745/93 e abriu as portas para a privatização do controle migratório. Procurado por ISTOÉ, o atual ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, não se manifestou sobre o assunto. Coube ao diretor-executivo da PF, Paulo de Tarso Teixeira, fazer a defesa da instituição. “Os policiais continuam sendo responsáveis pelo controle migratório. Não houve transferência de competência da PF para ninguém”, garante Teixeira. Transferência houve. O trabalho da PF nos aeroportos foi privatizado. Mas em nada aliviou o transtorno vivido pelos brasileiros no agendamento a perder de vista da emissão de passaporte e nas longas filas de desembarque de passageiros.
 

Vida de policial está igual vida de traficante: não consegue aposentar, morre antes ou vai preso. 8

Data: 26 de maio de 2011 16:45
Assunto: Morte de investigador
Para: dipol@flitparalisante.com

Boa tarde Dr.

No local comentei com um Delegado que vida de policial está igual vida de traficante; Não consegue aposentar, morre antes ou vai preso.

Um crime chocou a população da pacata cidade de Dumont, no interior de São Paulo. Por volta de 9 horas (26.05.2011), o sargento Flávio de Oliveira, de 43 anos, que comandava o destacamento na cidade havia oito anos, invadiu a delegacia, sem farda, com uma arma calibre 40 da corporação, e atirou contra o investigador Aloizio Antonio de Oliveira, de 63 anos.
Flávio se suicidou com um tiro na cabeça, dentro da sala do investigador, que foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta de 11h30 no Hospital São Francisco, em Ribeirão Preto. A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o crime. Apesar do mesmo sobrenome, os dois não eram parentes.
Antes de ir à delegacia, Flávio, que estava de licença-prêmio havia cerca de duas semanas, ainda passou no destacamento da PM, a um quarteirão de distância. Em seguida, ao entrar na delegacia, ele foi direto à sala de Aloizio. Um dos filhos do investigador tinha acabado de deixar um lanche para o pai e ouviu, do lado de fora do prédio, os gritos dele.
No passado, os dois se desentenderam, mas o problema já teria sido superado. “Nunca ouvi reclamação do PM contra o investigador e nem do investigador contra o PM nos últimos dois anos, período em que estou no comando da Delegacia Seccional de Sertãozinho”, disse o delegado Cláudio José Ottoboni, que preside o inquérito.
Porém, existem boatos de que os desentendimentos ainda continuavam. Aloizio já foi vereador na cidade. Ottoboni vai averiguar ainda a informação de que Flávio estaria sob investigação sigilosa da Polícia Federal. A PF de Ribeirão Preto confirma apenas que existe uma investigação em Dumont, sob segredo de Justiça, com apreensões de documentos.

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O traficante ainda tem seus momentos de glória e conforto.

 

Painel do Servidor – 26/05/2011: Pensionistas de policiais militares recebem apenas 75% do que têm direito 5

Subject: Painel do Servidor – 26/05/2011

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Olá, Roberto Conde Guerra

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A 161ª edição do Painel do Servidor traz informações sobre os direitos dos servidores públicos. Veja mais detalhes. Visite nossa
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24/5/2011  Servidores públicos não são obrigados a contribuir ao Iamspe

A Lei Estadual nº 2.815/1981 instituiu a contribuição compulsória para o custeio de assistência médico-hospitalar denominada Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual), nos percentuais de 1%, 2% ou 3% sobre os vencimentos integrais. A lei, no entanto, não foi recepcionada pela Constituição Federal de 1988, “uma vez que não é cabível ao Estado instituir contribuições destinadas ao custeio do sistema de saúde de maneira compulsória”, explica a advogada Ana Flávia Sandoval Biagi, sócia da Advocacia Sandoval Filho. Leia a íntegra do artigo escrito pela advogada.

24/5/2011  Pensionistas de policiais militares recebem apenas 75% do que têm direito

De acordo com a Constituição Federal, o pensionista de um servidor público deve receber o valor integral dos vencimentos do ente falecido ou “o valor dos proventos a que teria direito o servidor em atividade na data do falecimento”, conforme explica a advogada Maria Rachel Sandoval Chaves, sócia da Advocacia Sandoval Filho. Os pensionistas dos policiais militares, no entanto, estão recebendo apenas 75% do valor dos vencimentos do servidor falecido. Veja mais detalhes na íntegra do artigo escrito pela advogada.

24/5/2011  Estado pretende reduzir vencimentos de Policiais Militares.

Alguns oficiais e pensionistas da Polícia Militar de São Paulo poderão sofrer, a partir do próximo mês, redução em seus vencimentos/proventos de aposentadoria. Contudo, a Fazenda do Estado alega que o benefício vem sendo calculado de forma equivocada pela Administração Pública que, ao invés de aplicar o percentual sobre os padrões de vencimentos, o faz sobre toda a remuneração. A questão foi destaque do jornal Folha de São Paulo. Leia a íntegra da reportagem.

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AINDA RESTA DIGNIDADE E HONRADEZ NA POLÍCIA CIVIL: Carlos Henrique Garcia, Leandro Arabe, Ricardo Turra e Ariovaldo Torrieri, Delegados da DIG de Ribeirão colocam cargo à disposição 43

Quinta, 26 de Maio de 2011 – 00h39

Delegados de Ribeirão colocam cargo à disposição

Chefe de investigações gerais diz que vai abrir sigilo bancário e telefônico para provar que afastamento foi político

Jucimara de Pauda

Foto: J.F.Pimenta – 24.mai.2011 / A CidadeDelegado José Gonçalves Neto nega irregularidade de condutaDelegado José Gonçalves Neto nega irregularidade de conduta

Quatro delegados assistentes da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) colocaram o cargo à disposição do titular da Seccional, Adolfo Domingues da Silva Junior, nesta quarta-feira (25). Eles tomaram a decisão depois que o titular da DIG, José Gonçalves Neto, foi preso em flagrante na última terça-feira (24), acusado pela Corregedoria da Polícia Civil de posse ilegal de arma e foi afastado do cargo.

Para não ir para a cadeia, o delegado pagou R$ 1 mil de fiança. A reportagem apurou que, durante a conversa, Adolfo pediu para que os delegados Carlos Henrique Garcia, Leandro Arabe, Ricardo Turra e Ariovaldo Torrieri tivessem paciência e continuassem à frente da DIG. Ele também pediu que colaborassem com o delegado que deve assumir o lugar de Gonçalves Neto.

“Ficamos preocupados porque levantou uma suspeita sobre todos. Também colocamos o cargo à disposição, como forma de apoiar o nosso titular”, disse um delegado, que pediu para não ser identificado.

Gonçalves Neto passou o próprio aniversário nesta quarta a protocolar papéis na Corregedoria da Polícia Civil, para provar que foi vítima de uma armação política porque fez críticas ao governo paulista. Ele disse, por telefone, que autorizou uma devassa nas próprias contas bancárias e telefônicas. “Vou provar que não existe ilegalidade na minha conduta”, afirmou.

Prisão

Durante uma vistoria feita na última terça na DIG, os corregedores da Polícia Civil fizeram uma varredura na delegacia. Gavetas e armários dos funcionários foram revistados. Na sala de Gonçalves Neto, foi encontrada uma arma calibre 36 e os corregedores convocaram o delegado, que estava de férias para dar explicações.

Durante os depoimentos, Gonçalves Neto disse que a arma pertencia a Clibas Clemente, um amigo que queria orientações sobre conserto. Clibas confirmou a versão dele.

As explicações não foram aceitas pelos corregedores, que prenderam o delegado por posse ilegal de arma e o liberaram após pagamento de fiança. Segundo o advogado de Gonçalves Neto, Júlio Mossin, a prisão foi irregular. “Não existe crime. A arma é legal. Vamos provar isto”, diz ele.

A assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública do Estado afirma que Gonçalves Neto está de licença-prêmio e não foi afastado do cargo.

http://www.jornalacidade.com.br/editorias/cidades/2011/05/26/delegados-de-ribeirao-colocam-cargo-a-disposicao.html

A postura crítica de José Gonçalves Neto foi a causa de sua prisão e afastamento da DIG 21

Enviado em 25/05/2011 as 23:38 – Código 13

MOTIVOS DA PRISÃO DO DR. NETO -DELEGADO DA DIG DE RIBEIRÃO PRETO.

Um levantamento do Sindicato dos Policiais Civis de Ribeirão Preto (Sinpol) apontou que faltam pelo menos 250 policiais civis na cidade. Segundo dados, faltam 150 investigadores, 80 escrivães e 20 delegados.

A escassez de policiais civis em Ribeirão Preto já havia sido denunciada pelo delegado titular da DIG, José Gonçalves Neto, afastado do cargo nessa terça-feira (24).

 “O Estado de São Paulo investiu muito em equipamentos, tecnologia e inteligência, só que se esqueceu de investir naqueles que usam esse aparato. Em três anos de DIG, perdi 14 funcionários, que não foram repostos. A coisa está ruim e pode piorar”, disse Neto, em um simpósio sobre segurança pública realizado em fevereiro deste ano.

Para o presidente do Sindicato, Emauri Lúcio da Mata, a postura crítica de José Gonçalves Neto foi a causa de seu afastamento pela corregedoria da Polícia Civil de São Paulo. “Efetivaram o que tinham vontade, em função dos depoimentos que ele (Neto) deu, dos parcos recursos que temos aqui em Ribeirão Preto”, afirmou.

Nesta quarta, José Gonçalves Neto novamente afirmou ter sido alvo de represália política. “Não vejo outro motivo, por tudo que passei na polícia. Estou protocolando hoje (quarta-feira) um requerimento na corregedoria, no sentido de autorizar qualquer autoridade a revistar minhas contas bancárias, telefônicas, imposto de renda e minha residência”, concluiu.

Afastamento

José Gonçalves Neto foi afastado do cargo de delegado titular da DIG na terça-feira (23) pela corregedoria da Polícia Civil de São Paulo por porte ilegal de arma de fogo. Neto foi preso em flagrante, mas pagou fiança e foi liberado.
Uma arma calibre 36 foi encontrada em sua sala. José Gonçalves Neto disse que ela pertencia a um amigo, o agropecuarista Clibas Clemente, que confirmou a informação.

Nota

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou em nota, que a corregedoria da Polícia Civil apreendeu apenas documentos na DIG para análise. A secretaria não quis confirmar o afastamento do delegado José Gonçalves Neto.
O Sinpol demonstrou também nesta quarta-feira (25) solidariedade à José Gonçalves Neto, delegado titular da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), afastado nessa terça-feira (24) pela corregedoria da Polícia Civil de São Paulo.

http://eptv.globo.com/ribeiraopreto/noticias/NOT,2,2,350925,Sinpol+Sindicato+Policiais+Civis+denunciam+falta+de+policiais.aspx

PSDB DE SÃO PAULO E DE MINAS, AQUI E ACOLÁ, ALCKIMIN E ANASTASIA PROVOCANDO A FALÊNCIA TOTAL DA POLÍCIA CIVIL 13

Enviado em 25/05/2011 as 15:29SOCORRO DILMA

QUALQUER COINCIDENCIA É PURA SEMELHANÇA!!
PSDB DE SÃO PAULO E DE MINAS. AQUI E ACOLÁ, ALCKIMIN E ANASTASIA PROVOCANDO A FALÊNCIA TOTAL DA PC. SALVE-SE QUEM PUDER!!!

Vítimas de crime terão que viajar vários km para realizar uma ocorrência
Do Hoje em Dia

Apenas 67 dos 853 municípios mineiros terão delegacias abertas após as 18h e nos fins de semana e feriados. O número corresponde às cidades selecionadas nos 18 departamentos da Polícia Civil para centralizar o registro de ocorrências durante os plantões. As informações são do Hoje em Dia.
Com o novo esquema, 70% das delegacias que mantinham atendimento fora do expediente normal, nas contas do sindicato dos servidores da corporação ficarão fechadas. A mudança vai obrigar vítimas de crimes e policiais militares a viajarem até centenas de km para fazer boletins.

O presidente do Sindpol-MG, Denílson Martins, teme um colapso na segurança, principalmente no interior.
– O efetivo já é insuficiente para atender à demanda da população. Imagine com a redução dos plantões e o fechamento de delegacias.
A corporação conta atualmente com 10.500 policiais, incluindo delegados, peritos, investigadores e escrivães, além de servidores administrativos.

A justificativa da Polícia Civil é que a centralização dos plantões é determinada pela Lei Complementar 84/2005, que limita a duração da jornada dos policiais a 40 horas por semana. Mas devido ao número reduzido de funcionários, especialmente no interior, servidores chegavam a trabalhar por até 70 horas, no mesmo intervalo, segundo o sindicato.

Apesar de a assessoria da Polícia Civil classificar o novo esquema como parte de um “processo de otimização dos atendimentos”, o Ministério Público Estadual encara a mudança de outra forma. No norte de Minas, o promotor Henri Wagner Vasconcelos de Castro conseguiu que a Justiça concedesse uma liminar determinando a reativação imediata dos plantões nas delegacias de Coração de Jesus e Claro dos Poções.

Mas a ordem judicial, com data de 5 de maio, está sendo descumprida, o que impõe ao Estado uma multa de 50 salários mínimos por dia. Outra punição pode recair sobre os dirigentes policiais, que correm o risco de responder por desobediência judicial e improbidade administrativa. Os plantões de Coração de Jesus e Claro dos Poções estão restritos a Montes Claros desde o fim de abril.
O delegado regional de Montes Claros, José Messias Salles, diz que a medida foi tomada porque, em vários municípios, unidades da Polícia Civil registravam somente dois flagrantes por semana. Ele afirma que a decisão judicial foi encaminhada à direção da Polícia Civil, para definir providências a serem tomadas.

Já a direção do Sindpol-MG diz que a mudança não passa de uma “improvisação” para tentar reduzir a carga excessiva de trabalho.

Esquema já está em vigor em todo o Estado

O Ministério Público Estadual enviou recomendação aos diretores do presídio de Montes Claros e da cadeia pública para não receberem pessoas que tenham sido presas pela Polícia Civil em outra cidade do Norte de Minas, salvo em caso de ordem judicial. Para o promotor Henri Wagner Vasconcelos de Castro, o detento deve ser mantido na comarca de origem.

Já a juíza Solange Procópio Xavier, que deu a liminar determinando a manutenção dos plantões em Coração de Jesus e Claro dos Poções, no Norte de Minas, justificou a decisão por considerar “absurdo” que crianças, idosos e pessoas envolvidas em ação policial sejam levadas até Montes Claros para dar prosseguimento à ocorrência.

No Vale do Aço, desde o início de maio, os boletins de ocorrência gerados em Coronel Fabriciano, Timóteo e mais 14 cidades estão concentrados na Delegacia Regional de Ipatinga.

O delegado chefe do 12º Departamento da Polícia Civil, Walter Felisberto, diz que reconhece os problemas que a medida gera à população, mas alega que a polícia precisa respeitar a lei. Ele reitera o pedido de contratação de mais servidores para reduzir o serviço.

Na Zona da Mata, a mudança no esquema de plantão entrou em vigor em 1º de maio. O recebimento de ocorrências e outras providências estão centralizados em Juiz de Fora, sede do 4º Departamento de Polícia Civil e nos municípios de Leopoldina, Muriaé e Ubá. Com a medida, cidades que são sede de comarca, como Rio Pomba, Cataguases e Lima Duarte, não contam mais com um delegado plantonista.

Segundo o chefe do 4º Departamento, o trabalho dos policiais não está deixando de ser feito.
– O problema é que, às vezes, a Polícia Militar se vê obrigada a levar o Boletim de Ocorrência até as regionais.
A área de abrangência do departamento tem 86 municípios, onde trabalham 600 policiais.

Mudança afeta morador de BH e entorno

A mudança também pode atingir Belo Horizonte e região metropolitana. Se os plantões das regionais sul e leste da capital forem suspensos, como afirma o Sindpol-MG, cerca de meio milhão de pessoas, de pelo menos 80 bairros, ficarão sem assistência de plantão policial.

A situação obrigaria um morador de Nova Lima a enfrentar 62 km de estrada para fazer uma ocorrência em Vespasiano. Para agravar o quadro, a Polícia Civil está de greve desde 10 de maio e mantém somente serviços prioritários, como flagrantes e registro de encontro de cadáver.

BEM FEITO!…DIG BOA TEM COFRE CHEIO DE EUROS E COLT M16!…PASSARINHEIRA cal. 36 É ARMA HOMOFÓBICA 63

Delegado titular da DIG é afastado do cargo

Decisão foi da Seccional de Ribeirão Preto; José Gonçalves Neto afirma ser vítima de armação política

24/05/2011 – 23:33

EPTV

O delegado de polícia da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), José Gonçalves Neto, foi afastado do cargo na noite desta terça-feira (24). A decisão foi da Seccional de Ribeirão Preto, após investigação feita pela corregedoria da Polícia Civil de São Paulo. A suspeita é de irregularidades na conduta profissional do delegado.

À imprensa, José Gonçalves Neto afirmou que foi afastado devido à acusação de posse ilegal de arma de fogo encontrada nesta terça em seu gabinete. O delegado foi preso em flagrante, mas pagou fiança e foi liberado.

“O proprietário estava aqui, não sou eu o proprietário. Ele tem porte legal, tudo correto. A população de Ribeirão me conhece há 23 anos, minha integridade e meu trabalho policial”, disse o delegado.

O agropecuarista Clibas Clemente confirmou ser amigo de Neto e dono da arma calibre 36. Ele estava na delegacia no momento do flagrante. “Foi um grande equívoco, tenho toda a documentação da arma, Vim aqui para tirar uma dúvida com o Neto a respeito da funcionalidade dela. Ele teve que sair e a arma ficou na sala dele”, explicou.

Durante a entrevista coletiva, o delegado disse ser vítima de uma armação política. “É uma represália em relação às críticas que fiz à polícia em um simpósio (sobre segurança pública em fevereiro de 2011). É uma jogada política interna da polícia para que eu não possa ser promovido. O fato que houve aqui é atitude criminosa, ilegal e abusiva, isso será apurado pela corregedoria também”, criticou Neto.

José Gonçalves Neto cumpre licença-prêmio desde 16 de maio. Ele vai aguardar a decisão da Seccional para definir sua transferência à outra delegacia. A corregedoria não comentou o caso com a imprensa.

Correição Extraordinária

A Corregedoria fez nesta terça-feira, das 10h às 19h, uma intervenção para investigar irregularidades na conduta de delegados da cidade. A operação é denominada Correição Extraordinária.

Rir da veadagem é o único remédio.

Delegado “corregedor” mostrando a delegado aquilo que a carreira é:

Emocionante decisão do Desembargador Palma Bisson do TJ-SP, para emoldurar e ler diariamente ( nem tudo está perdido ) 28

———- Mensagem encaminhada ———-
De:  …
Data: 24 de maio de 2011 13:23
Assunto: Emocionante decisão do TJ-SP para emoldurar e ler diariamente
Para:

 
EM ANEXO
Decisão do Desembargador José Luiz Palma Bisson, do Tribunal de Justiça de São Paulo, proferida num Recurso de Agravo de Instrumento ajuizado contra despacho de um Magistrado da cidade de Marília (SP), que negou os benefícios da Justiça Gratuita a um menor, filho de um marceneiro falecido em acidente de trânsito.
 
 
Faça esse e-mail chegar a todos os juízes do Brasil, especialmente aqueles que não recebem advogados em sua sala, que não cumprimentam advogados quando estes estendem as mãos.  Muitos (a maioria) acham que é Deus!. Faça chegar aos promotores que acham que todos são culpados, que dão cota por carimbo e vão para casa com seus salários altos. A maioria queria ser Deus!.Faça chegar a todos os advogados que só advogam por dinheiro, que diferenciam os clientes particulares dos que atende pela defensoria. E aqueles que nem atendem defensoria. Muitos não advogariam para Deus!.

 

 

Acordao_Gratuidade

Polícia de Minas coloca adesivo em inquérito para pressionar por aumento 14

O SISTEMA É FODA estava navegando pelo site Último Segundo, do portal iG, e indicou este link para você:
Ae Dr. achei interessante. Dá uma olhada….

Não consegui salvar as fotos para postar no flit…

Abraços e fique com Deus

Polícia de Minas coloca adesivo em inquérito para pressionar por aumento
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/mg/policia+de+minas+coloca+adesivo+em+inquerito+para+pressionar+por+aumento/n1596974048909.html

Polícia de Minas coloca adesivo em inquérito para pressionar por aumento

“Inquérito presidido pelo delegado que recebe o pior salário do país”, diz o adesivo

Denise Motta, iG Minas Gerais | 23/05/2011 19:46

 

 

Delegados de polícia civil de Minas Gerais estão colando adesivos em inquéritos enviados à Justiça como protesto contra seus baixos salários desde abril deste ano. “Inquérito presidido pelo delegado que recebe o pior salário do país”, diz o adesivo. O presidente do sindicato dos delegados de polícia de Minas Gerais (Sindepo), Edson José Pereira, conta uma deliberação em assembleia geral, no dia 7 de abril, decidiu que os inquéritos deveriam receber o adesivo. Desde então, já foram impressos aproximadamente 50 mil adesivos. A medida é semelhante à adotada no ano passado por procuradores estaduais, para pressionar por aumento de salário.

 

Foto: Divulgação

Inquérito com adesivo colocado pela polícia

“Nosso movimento não é pela greve, mas sim para que o governo nos trate com dignidade. Estávamos trabalhando mais de 70 horas por semana, explorados pelo governo. Desde a assembleia, em abril, decidimos cumprir rigorosamente as 40 horas semanais e colar os adesivos nos inquéritos. De 853 municípios mineiros, 509 não têm delegados. Falta muito pessoal e estrutura para trabalhar”, destacou Pereira.

 

Minas Gerais oferece para um delegado em início de carreira uma remuneração de R$ 5,7 mil, contra R$ 5,4 mil de São Paulo e R$ 5,2 do Pará. O Distrito Federal oferece o melhor salário, R$ 13,3 mil. “Estamos competindo com São Paulo e não podemos comparar com outros Estados porque o custo de vida lá é mais baixo”, afirmou o presidente do sindicato dos delegados. Além da reivindicação de aumento salarial, os policiais querem aumento do efetivo e estrutura. Recentemente, o governo de Minas anunciou concurso público para novos delegados, mas o número de vagas abertas, cerca de 150, não será suficiente, diz a categoria.

O presidente do sindicato dos servidores da polícia civil de Minas Gerais (Sindpol-MG), Denilson Martins, lembra que, desde 10 de maio, o atendimento nos serviços prestados pela polícia civil no Estado foi diminuído em 50%, dentro de um esquema grevista. “É óbvio que serviços como flagrantes, encontro de cadáver, prisões, casos envolvendo a lei Maria da Penha e com menores infratores estão sendo encaminhados pela polícia. No próximo dia 8, teremos uma assembleia geral e vamos discutir os procedimentos daqui pra frente”, afirmou Martins.

O governo mineiro informou que uma nova rodada de negociações com os policiais civis acontece na próxima quarta-feira, dia 25.

 

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Texto anexado a inquéritos de Minas Gerais

LEMBRANDO DO VERDADEIRO ASSALTO QUE O PSDB PRATICOU CONTRA POLICIAIS CIVIS E MILITARES QUE SOFRERAM DESCONTOS COMPULSÓRIOS POR CONTA DO A.L.E. DAS CIDADES QUE APRESENTARAM DECLÍNIO DE POPULAÇÃO 5

OS NÚMEROS DAS BESTAS PARA OS POLICIAIS CIVIS E MILITARES DE HORTOLÂNDIA : 13 e 45

com um comentário

O 13 do PT; o 45 do PSDB.
A primeira Besta através dos competentes comissionados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, no ano de 2006, estimou a população residente em Hortolândia-SP, em 201.795 habitantes.
Posteriormente, em 2007, a população recenseada e estimada baixou para 190.781 habitantes, ou seja, em menos de um ano decresceu cerca de 11.000 habitantes.
A segunda Besta de nº 45, no ano de 2007, instituiu o “ALE” – adicional de local de exercício – na ordem de R$ 626,00, para os policiais operacionais lotados em municípios com população superior a 200.000 habitantes.
Agora, com base nos confiáveis números da Besta de nº 13, baixou o “ALE” dos operacionais desta cidade para R$ 408,00.
Não fosse o bastante – para quem recebe o P.S.D.B para trabalhar em Delegacias P.S.D.B – o governo deste Estado, ligeiramente, passou a efetuar, compulsoriamente, descontos na ordem de 10% sobre os vencimentos brutos dos policiais civis e militares.
Pois – para os nossos gestores financeiros – os policiais, durante vários meses, se apropriaram indevidamente do dinheiro do erário correspondente à diferença de R$ 218,00, entre os adicionais para quem trabalha em municípios com menos de 200.000 habitantes.
Assim, dezenas de policiais foram penalizados injustamente com a diminuição dos seus vencimentos, em média, na ordem de R$ 500,00.
Entretanto o governo não irá restituir o imposto de renda retido durante os meses em que o salário era maior.
Ainda por cima os descontos sofrem acréscimos por correção monetária.
Ora, depois de um golpe tão baixo do governo Paulista, todos querem trocar este município por Campinas.
Pois não podemos mudar de governo.
Ainda não!
Em Campinas – cidade limítrofe de Hortolândia – os muito inteligentes assessores do governador Serra estabeleceram um “ALE” superior em cerca de R$ 800,00.
Criando tratamento desigual para policiais iguais sob todos os aspectos.
Um governo de gênios.
Por exemplo: um Escrivão de Polícia 3a. classe aqui de Hortolândia, contando dois qüinqüênios (mais de dez anos de carreira), recebeu em agosto R$ 1.694,76. Menos do que um escrivão 5a. classe – estagiário – em Campinas ou na Capital.
Absurdamente, tais descontos compulsórios – de regra penalidade àqueles que causam prejuízos aos cofres públicos – serão efetuados durante cerca de uma ano.
Dessa forma todos os funcionários de Hortolândia; também de Americana – da noite para o dia sem dar causa – tiveram a renda diminuída em mais de 20 %.
Muitos , com o orçamento já completamente comprometido, cairão nas listas negras do SPC e do SERASA.
Um verdadeiro assalto cometido pela Administração.
O número das duas “BESTAS”;lembrem delas nas urnas: 13 e 45.
E sabe aquilo que o “nosso” deputado CAMPOS MACHADO ( da Besta PTB) fez por você policial civil: NADA.
Sabe o que o deputado federal desta região – WANDERLEI MACRIS do 45, por exemplo – faz por você policial civil e militar: MENOS DO QUE NADA.
Pois, hoje, a PCC – digo a Polícia Civil dos Corretos – tem como único representante um Oficial da Polícia Militar.
Para quem ainda não sabe o MAJOR OLÍMPIO.
O único a defender os policiais civis na Assembléia Estadual.
Quanto ao nosso governo a melhor definição: cometeu uma bestialidade.
Não respeitou a regra da irredutibilidade; nem sequer consultou os funcionários acerca da concordância e possibilidade de arcarem com os descontos compulsórios.
Não há como dialogar com quem governa descompromissado com os funcionários de baixa renda.
Um governo sem a menor sensibilidade.