SAP DETERMINOU AUTOINVESTIGAÇÃO RIGOROSA BUSCANDO A AUTOABSOLVIÇÃO DOS SUPERFATURADORES 12

Governo de SP apura superfaturamento em compras de presídios

Seis penitenciárias estão sob suspeita de gastar até 4 vezes mais com tanques de combustível para abastecer a frota

11 de julho de 2011 | 0h 00
Marcelo Godoy – O Estado de S.Paulo

Presídios da região de Campinas e de Sorocaba compraram tanques de combustível de 15 mil litros e bombas de abastecimento por até quatro vezes maior do que o pago por penitenciárias de outras regiões do Estado. Ao tomar conhecimento da diferença dos preços pagos pelo mesmo serviço, o secretário Lourival Gomes, da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), determinou a abertura de uma investigação conduzida por integrantes de seu gabinete.

 

A secretaria apura a possibilidade da ocorrência de uma série de irregularidades no edital, na contratação e na execução das obras, todas elas feitas sob a orientação da Coordenadoria das Unidades Prisionais da Região Central do Estado, com sede em Campinas. Ao todo, foi gasto R$ 1,617 milhão em presídios de quatro cidades – Hortolândia (três penitenciária) , Campinas, Sorocaba e Itirapina.

A coordenadoria criou a comissão de licitação para as compras nos presídios entre os dias 23 de novembro e 2 de dezembro de 2010. O trabalho de organização das licitações foi pela coordenadoria e as comissões tiveram sempre um engenheiro da coordenadoria como integrante. As compras foram efetuadas por meio de tomada de preço e uma mesma empresa saiu vencedora de todas. Agora a secretária apura se todas as empresas que se habilitaram para participar da licitação fizeram isso de forma regular. Também devem apurar se o endereço e os telefones das empresas são de fato os que constam do processo.

A compra dos tanques foi decidida, segundo a secretaria, a pedido da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb). Era necessário substituir os antigos tanques enterrados e descontaminar os terrenos – quando fosse o caso – dos presídios. Os novos tanques deviam ser aéreos e bipartidos para evitar a ocorrência de novas contaminações do solo.

Licença. As penitenciárias da região central pagaram pelos serviços de retirada dos velhos tanques e instalação dos novos de R$ 243, 5 mil (penitenciária 3 de Hortolândia) a R$ 313 mil (penitenciária de Itirapina). Entre os gastos orçados estava a exigência de licenciamento ambiental para os tanques de 15 mil litros. A exigência contraria a Resolução 273/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que dispensa de “licenciamento as instalações aéreas com capacidade total de armazenagem de até 15 mil m³, Com isso, cada presídios teria pago para fazer um licenciamento suspeito de ser desnecessário segundo as normas federais.

Além das unidades prisionais da região central, outras coordenadorias de presídios do Estado também tiveram de substituir os tanques de combustível antigos. Esse foi o caso da Coordenadoria da Região Oeste Mas ali o gasto com essa obra foi quatro vezes menor do que o realizado na região de Campinas.

Em dezembro de 2010, um grupo de penitenciária da região oeste de São Paulo publicou no Diário Oficial seus gatos com os mesmo tanques. Na lista estavam as unidades de Pacaembu, Mirandópolis 2, Presidente Venceslau 1, de Presidente Prudente, Martinópolis, Lucélia e Junqueirópolis. Elas orçaram metade a retirada de seus antigos tanques em valores que iam de R$ 33,5 mil (Martinópolis) a R$ 40,9 mil (Mirandópolis 2). A instalação dos novos tanques, devia custar, segundo cálculos da SAP, outro tanto. Ou seja, todo o serviço não superaria R$ 100 mil.

Resposta da Rede Globo ao Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares 30

Enviado em 09/07/2011 as 7:07 – TUTUBARÃO

Ilmo. Sr.
Álvaro Batista Camilo
Coronel PM-Presidente
CNCG-PM/CBM – Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares

Prezado Cel. Álvaro,

Agradeço, em nome de Roberto Irineu Marinho, sua carta (Ofício no. 098/2011, de 30/06/11) relativo a cena da novela Insensato Coração exibida em 29/6.

Entendemos sua legítima preocupação quanto à fala do fictício delegado, entendida como preconceituosa contra a Polícia Militar, ainda mais em se tratando de uma instituição da mais alta importância para a sociedade. Respeitamos o inequívoco trabalho dos órgãos de segurança pública, e por isso mesmo temos colaborado em diferentes iniciativas relacionadas ao tema, bem como realizado ações para a sua promoção e valorização.

Entretanto, gostaria de fazer algumas ponderações com relação à cena em questão, transcrita abaixo e disponível em:
http://insensatocoracao.globo.com/capitulo/norma-se-revela-para-leo.html#cenas/1550389

Situação: polícia revista (com mandado judicial) a casa de Horácio Cortez (que acabara de ser preso no aeroporto, tentando fugir do país com uma mala de dinheiro) na presença de Rafael (filho de Cortez), quando chega Paula (irmã de Rafael).

Paula Cortez: O sr. é o responsável por essa palhaçada aqui?
Delegado: Delegado Rossi. E a sra. é…?
Paula Cortez: Uma das donas dessa casa. Eu acho um absurdo eu chegar aqui e estar essa bagunça, essa falta de respeito. Vocês não tem mais nada para fazer não, hein? Com tanto mendigo na rua para recolher. Que que vocês fazem, hein? Só recebem propina de motorista bêbado?
Delegado: Acho que a sra. tá confundindo um pouco as coisas, viu? Eu não sou guarda municipal, tão pouco sou policial militar. Por isso mesmo, eu vou te dar um refresco, e vou fingir que não ouvi o que a senhorita acabou de dizer, viu?
Paula Cortez: Como é que é o seu nome?
Delegado: Rossi
– Ah, eu vou te denunciar. Denunciar você e a sua corja. E acho melhor vocês saírem da minha casa…
Rafael Cortez: Cala a boca. Deixa de ser ridícula e pede desculpas.
Paula Cortez: Você tá do lado dele também agora, é?
Delegado: Escuta o seu irmão que ele sabe das coisas, ele estuda direito. Pergunta pra ele o que que é desacato à autoridade, pergunta.
Rafael Cortez: Você já deu ridículo bastante, agora sai do meu quarto. Vaza, por favor!

Como se pode ver no diálogo, a intenção de agredir a autoridade, fazendo acusações à “polícia” (entendida por ela como entidade única), é da personagem Paula, a filha sem ética do empresário criminoso que pouco antes tentara fugir junto com o pai.

Quando o delegado responde, não está ele próprio emitindo juízo ou concordando com as insinuações de leniência e corrupção: “a sra. está confundindo um pouco as coisas”, diz, e então explica – fazendo referência à fala anterior de Paula – que não é “guarda municipal”, uma vez que seria da Guarda Municipal (e não da Polícia Civil) a responsabilidade pela ordem urbana e pelo recolhimento da população de rua, e que não é “policial militar”, uma vez que seria da Polícia Militar (e não da Polícia Civil) a responsabilidade pelo policiamento ostensivo que flagra motoristas alcoolizados ao volante (situação em que poderia haver o ato de corrupção).

A resposta do delegado seria equivalente a dizer: “se você vai mesmo fazer uma provocação (que estou desconsiderando para não ter que lhe dar voz de prisão por desacato), saiba ao menos que há diferentes órgãos de segurança com diferentes funções”. Ele não acusa policiais militares ou guardas municipais de corruptos.

Espero que compreenda, assim, que não houve qualquer intenção de nossa equipe de criação neste sentido. Se, de toda forma, a percepção foi esta, tenha certeza que levaremos ao conhecimento dos autores, de modo que possam estar ainda mais atentos ao entendimento da trama pelo telespectador – algo essencial para a noção de qualidade que caracteriza a produção de teledramaturgia da TV Globo.

Por último, gostaria apenas de destacar o que consideramos um ponto relevante: a telenovela é uma obra autoral de ficção. A história é resultado unicamente da imaginação do autor, está no terreno da fantasia, sem vínculo necessário com a realidade. As tramas, situações e personagens (como a mau-caráter que acusa genericamente uma instituição pública) são meras invenções, assim compreendidas pelo público, que busca apenas entretenimento – seja na TV, no cinema, no teatro ou na literatura, da ficção científica às novelas de época. E é exatamente a liberdade de expressão e criação artística, um valor fundamental assegurado pela Constituição Federal, como bem apontado em sua carta, que permite a um autor contar uma boa história.

Permanecemos à disposição.
Um abraço cordial,

Luis Erlanger
Diretor da Central Globo de Comunicação

FLIT INCONFITENTE: Coroa de Secretário gosta da coisa pública 72

O Flit Paralisante foi procurado por uma pessoa que diz ter vídeo de carro oficial que frequentemente ingressava em determinado motel lá pelas bandas da Marginal Tietê.

Imediatamente repassou a informação para competente repórter.

A princípio seria mais um, entre centenas, caso de uso irregular de veículo público por autoridade.

Seria!

Não fosse pequeno detalhe…

O carro não estava a serviço oficial.

Ao levantar quem era o usuário chegou-se a um casal.

Pasmem!

O repórter descobriu que a usuária do veículo era mulher casada.

E o automóvel seria de uma das Secretarias de Estado…

Chefiada pelo marido!

Sim, o marido seria o chefe de uma Secretaria.

Enquanto o acompanhante, o confitente, amigo, seja lá o que eles fazem dentro do Motel, seria engenheiro de uma estatal.

Se bem que o Flit nunca entrou em Motel apenas para conversar; embora, a bem da verdade, muitas vezes, só ficasse na conversa (mole)…

Aquelas coisas que vez ou outra acontecem com quaisquer humanos.

Conversa dura ou mole ao jornalista só interessa o material caso realmente o vídeo exista.

Interessa apenas se puder fazer prova do desvio do veículo público.

Foi bem claro, sem prova do carro, é apenas um problema íntimo de casal.

Mas, segundo comentários, o Secretário já teria saído de casa.

Aguardemos eventuais desdobramentos da infidelidade administrativa e conjugal.

É duríssimo saber que um agente político – que se diz honestíssimo – dá carro oficial pra patroa lhe vestir chapéu- de- galho.

Moral ( ou imoral ) da fofoca:

O tal Secretário goza ao phoder funcionário público…

A coroa desse Secretário goza phodendo com servidor público.

Por sua vez, a coletividade se phode pagando a conta das phodas desse casal.

Nossos inimigos pisaram no nosso jardim, arrancaram uma flor, entraram nas nossas casas, e agora… 24

Enviado em 10/07/2011 as 11:31 – PREFEITO ZÉ FRANCISCO

Caríssimo, guerreiro e desesperado Dannibale:

I – A imprensa é mais peessedebista que o próprio governo, seremos taxados de desordeiros, corruptos, letárgicos e ineficientes no caso de uma greve mal comandada (vide Folha (PIG) em 2008 e colegas protestando armados).

II – A luta por melhores salários e condições de trabalho é um processo contínuo, ininterrupto, persistente, doloroso e pressupõe uma organização política muito sofisticada, um caldeirão bem mexido de Gandhi, Sun Tsu, Mandela etc. Infelizmente nossos sindicatos e associações não estão maduros para o bom combate, em que pese a boa vontade de todos (o inferno tá cheinho de boa vontade).

III – Somos muito burros também, não só covardes. Acredito que o governo teve uma boa votação dentro da PC, somos paulistas, curtimos chamar o Lula de neófito e o Serra de gestor intelectual. A PM/SP mata mais que toda a polícia dos EUA, quantas execuções arredondadas por nós como “resistência” foram feitas por você, policial civil? Muitos de nós, burros políticos, acham essa barbárie bela e correta. Os escrivães e investigadores de nível superior e os delegados bacharéis, o que pensam em termos de segurança pública? Qual a política de segurança ideal para SP? Tirando a valorização salarial e melhores condições de trabalho não existem outros argumentos, não existe trabalho científico ou tese que pudesse ser aproveitada na mídia ou em época de campanha eleitoral, não temos sequer argumentos.

IV – Somos covardes (toda a PC), você tem razão. O caso do Guerra merecia um protesto (liberdade de expressão); o caso da calcinha da corregedoria merecia outro (dignidade da pessoa humana); o SSP denegrindo a PC mais outro (desmonte do estado); folha de pagamento da PM fora da Fazenda, outro (estado paralelo); o SSP dizer que o PCC está dominado e não dominando, outro (mentira das bravas).

V – Nossos inimigos pisaram no nosso jardim, arrancaram uma flor, entraram nas nossas casas, e agora…

Investigação revela que PCC funciona como empresa de 1º mundo 34

Enviado em 09/07/2011 as 21:27 – POR REPÓRTER AÇO

A mencionada faccção atua em outros Estados da Federação, já que, em São Paulo, há somente trinta integrantes, todos presos.
Fonte: Rede Bom Dia

CRIME 09/07/2011 14:52

Investigação revela que PCC funciona como empresa de 1º mundo

Facção quer criar filiais pelo Brasil

Agência BOM DIA

Código 12. É assim que o Vale do Paraíba é chamado no ‘organograma’ do PCC (Primeiro Comando da Capital), organização que funciona como uma verdadeira ‘indústria do crime’ — capaz de construir um ‘império’ da ilegalidade em terras paulistas e tentar ampliar seus tentáculos para outros estados brasileiros. O crime S.A.

A facção, nascida em Taubaté em 1993, é quem controla o tráfico de drogas e outros delitos, tem um ‘exército’ formado por milhares de criminosos (tanto nas ruas como nos presídios).

Como uma empresa, o PCC se renova em busca de mais lucros — criando estratégias corporativas, como criar ‘linhas de crédito’ para os filiados, departamento pessoal (para cadastrar quem entra e sai da ‘firma’), setores de comunicação, lista de inadimplentes e assistência social para presos e familiares.

Investigações realizadas pelo Ministério Público de São Paulo e divulgadas no Diário Oficial do Estado no último dia 6, revelam um ‘raio-x’ da organização criminosa, que nasceu dizendo defender os direitos dos presos e, passados 17 anos, é uma máquina de dinheiro do crime.

Se no início os fundadores do ‘Partido’ centralizavam o poder, isso mudou: hoje, a estrutura do PCC é descentralizada, formada por células.

‘Sintonia’
Para manter o controle e influência sobre elas, os líderes decidiram criar as sintonias. Elas são os departamentos da empresa. O ‘código 12’ é um dos subgrupos da ‘Sintonia do Interior’ — há ainda outros seis (todos identificados pelo DDD). Há também no organograma a divisão ‘Capital’ e ‘Baixada’.

Além dessas, o PCC mantém sintonias da ajuda (que fornece dinheiro para presos e parentes deles), prazo (relaciona os devedores), ‘bicho-papão’, a rifa (cria sorteios e dá prêmios, para ajudar o caixa do grupo), da rua (coordena os ‘irmãos’ livres), dos presídios, dos salves (é responsável pela divulgação das ordens da cúpula), do livro (cadastra os que entram na facção) e dos gravatas (advogados).

A sintonia dos Estados tem como meta ampliar o domínio do PCC para todo o Brasil.

Tráfico é a principal fonte de dinheiro
A venda de entorpecentes é hoje o carro-chefe das finanças do PCC. A facção, no entanto, também realiza roubos, sequestros e homicídios — parte dos assassinatos é ordenada pelo tribunal da organização, que faz papel de promotor, juiz e carrasco.

Para se referirem à maconha, os membros do PCC usam o termo ‘Bob’. Cocaína e crack são chamados de ‘ML’ e a pasta base de cocaína de ‘PT’. Mensalmente, os ‘irmão’ são obrigados a pagar uma taxa ao ‘Partido’, conhecida como ‘caixote’ ou ‘bicho-papão’. No Vale, a organização cadastra os pontos de venda de droga.

‘Sintonia Geral do Comando’ chefia a empresa do crime
Apesar de estar dividido em células, o PCC se mantém ‘unido’. Todas as células e sintonias respondem ao comando geral do Partido — a sintonia geral do Comando ou sintonia geral Final. No relatório do Ministério Público, divulgado no Diário Oficial do Estado no último dia 6, é citada a existência de ‘milhares’ de membros da facção, entre ‘primos’ (os simpatizantes) e ‘irmãos’ (quem já foi batizado no grupo).

Ao ser aceito no PCC, o criminoso entra no ‘livro’ — lá estão os cadastros dos integrantes da organização (com nome, apelido, cidade, número de matrícula e unidades prisionais por onde já passou, uma espécie de currículo). A organização foi criada no dia 31 de agosto de 1993, no anexo da Casa de Custódia e Tratamento de Taubaté.

RAÇA COVARDE QUE SÓ SE “AGIGANTA” QUANDO É PARA POSAR DE SERES SUPERIORES OU PARA CHUTAR ALGUM CACHORRO SARNENTO 51

Enviado em 10/07/2011 as 0:03 – por DANNIBALE 

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CITAÇAO:
INTERIOR :CAROS POLICIAIS CIVIS, PERCEBERAM QUE NENHUM DELEGADO DE POLICIA SE MANIFESTA NESTE BLOG… O QUE SERÁ QUE ELES SABEM QUE NÓS SÃO SABEMOS?
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DELEGADO EM SAMPA É UMA RAÇA EM EXTINÇAO: ESTAO SEM PODERES, ESCUCHADOS DE TODO LADO: MP, PM, SECRETÁRIO, MARGINAIS, GOVERNADOR, CORREGEDORIA, ETC
NAO SOUBERAM CUIDAR DA CARREIRA E AGORA VIVEM CHORANDO AS PITANGAS PELOS CANTOS DAS DELEGACIAS OU TREMENDO NOS DEPARTAMENTOS COM MEDO DO BONDE DO TIGRAO, DIGO DO DECAP; RAÇA COVARDE QUE SÓ SE “AGIGANTA” QUANDO É PARA POUSAR DE SERES SUPERIORES OU PARA CHUTAR ALGUM CACHORRO SARNENTO (LEIA-SE RESTOPOL) ;
AGORA NAO TEM UM MÍNIMO DE BRIO PARA DIZER NAO PARA UM ABSURDO SURREAL QUE É ASSINAR OS MILHOES DE BOLETINS NAO CRIMINAIS QUE VEM POR AÍ …..

.EXS. ENTAO SEU DELEGADO ESSA SAMAMBAIA TAVA NO LADO DIREITO DO CORREDOR DO PRÉDIO HAVIA CINCO ANOS , ELA (A SINDICA) NAO TINHA O DIREITO DE MUDÁ-LA DE LUGAR …..ENTAO DOTÔ MEU PNEU FURÔ (FALANDO COM UM PUTA BAFO DE CACHAÇA) E EU VOU ME ATRASAR PARA CHEGAR EM CASA MINHA MULHER VAI FICAR UMA ARARA, A CULPA É DA ESTRADA QUE TA CHEIA DE BURACO, DAI EU QUERIA ABRIR UM B.O. …… POIS ELA SEMPRE TRAZ O SEU CACHORRO PARA CAGAR NA FRENTE DA MINHA CASA, NAO INTERESSA QUE ELA RECOLHE O COCÔ, ISSO TA ME INCOMODANDO E MEU ADVOGADO DISSE PARA EU FAZER UM BOLETIM PARA ENTRAR COM DANOS MORAIS!! E ETC.

E QUEM NAO FIZER VAI RESPONDER SINDICANCIA DIRETO… E VOCES DELEGADOS VAO ACEITAR ESSA !!! ORA POR FAVOR HONREM SEUS TERNOS E TAILLEURS
VAO ASSINAR ESSE MONTE DE LIXO SÓ PARA FAZER PROPAGANDA POLÍTICA PARA QUEM LHE PAGA UMA ESMOLA DE SALÁRIO!!! VOCES SAO POLÍCIAIS??? KKKK, NAO ME FAÇAM RIR!!!

EU FIZ CONCURSO PARA SER POLÍCIAL NAO ATENDENTE DE POUPA-TEMPO!!!

SE EU FOR PARA O PLANTAO, VOU USAR DIARIAMENTE UM NARIZ DE PALHAÇO!!!

E QUANTO AS ASSOCIAÇOES NAO SABEM PEDIR , NAO SABEM MOBILIZAR (OU NAO QUEREM) POIS EM QUESTAO DE GREVE NAO SE JOGA COM A SORTE; SE QUISEREM NOS REPRESENTAR E MOBILIZAR ISTO TEM QUE ACONTECER NO DIA-A-DIA, COM REUNIOES, ASSEMBLEIAS E MUITA INFORMAÇAO, NAO NA SURDINA, TUDO QUE É FEITO NA SURDINA É FEITO PARA ESCONDER ALGUMA COISA!!! TEM QUE SE FALAR A CADA MOMENTO O QUE ESTAMOS PEDINDO , TEM QUE USAR A MÍDIA PARA OBTERMOS APOIO DA POPULAÇAO, PARA CONSCIENTIZA-LA QUE NOSSA PROPOSTA E JUSTA E NECESSÁRIA; ……AGORA JOGAMOS DE UMA HORA PARA OUTRA A QUESTAO DA GREVE NO COLO DOS POLICIAIS E SE PEGAR, PEGOU!!! SE NAO PEGAR DIZEM ENTAO QUE ‘TENTAMOS’ E SE ACEITA QUALQUER PORCARIA DE AUMENTO!!! DAI SE ACONTECE A GREVE A POPULAÇAO É BOMBARDEADA COM INFORMAÇOES TENDENCIOSAS DE UMA MÍDIA VENDIDA …. PARA ELES (OS CIDADAOS) A GREVE VAI PARECER ABRUPTA (COISA DE IRRESPONSÁVEIS) E ASSIM O GOVERNO NOS MASSACRA SEM PERDAO E AINDA COM A OPINIAO PÚBLICA A SEU LADO!!??

TEMOS QUE PREPARAR OS POLICIAIS E A POPULAÇAO PARA UMA POSSÍVEL GREVE JUSTA!!! TEM QUE TER DEMONSTRATIVOS DOS SALÁRIOS PAGOS EM OUTRAS UNIDADES DA FEDERAÇAO, BEM COMO DE COMPROVAÇAO VIA GRAFICOS DO DIEESE COMPROVANDO QUE O GOVERNO TEM SIM DINHEIRO EM SEU CAIXA PARA PAGAR UM SALÁRIO DIGNO AO POLICIAL E AO PROFESSOR!!! CASO CONTRÁRIO VEREMOS A RETÓRICA DO SENHOR GOVERNADOR DIZENDO QUE O ESTADO QUEBRA SE AUMENTAR OS SALARIOS MAIS DO QUE A MIXARIA QUE ESTARAO PROPONDO!!!

QUANDO EU FALO QUE OS SINDICATOS NAO SABE PEDIR É PORQUE QUANDO SE PEDE NAO TEM QUE TER PODERAÇAO, COMPREENÇAO , COMPAIXAO, OU QUALQUER “MORNISMO” …..NAO….TEM É QUE TER NÚMEROS NA MAO E RACIONALIDADE NAO ESTAMOS PEDINDO AUMENTO ESTAMOS PEDINDO REPOSIÇAO SALARIAL, TEM DINHEIRO EM CAIXA ENTAO PAGUE OU ARQUE COM O DESGASTE POLÍTICO, MUITO DINHEIRO NOS ROUBADO, NAO DEIXEMOS MAIS!!! SE É 100, 200 OU 300% NAO INTERESSA TEM QUE COLOCAR ISSO DE INICIO PARA COMEÇAR A NEGOCIAR , FORA OS OUTROS ITENS, TEM QUE ESTAR TUDO ESMIUÇADO, TUDO CLARO PARA TODOS!!!
.
.
EM TODOS OS ESTADOS FAZEM GREVE A FEDERAL FAZ GREVE E SÓ NÓS NAO PODEMOS!!! ISSO É COISA DE MENTES PEQUENAS, ATUALIZEM-SE OU APOSENTEM-SE!!!

DELEGADOS FAÇAM POLÍCIA, NAO B.O.s DE INUTILIDADE, NAO ACEITEM ESTA ABERRAÇAO, POR FAVOR, ENTREM NA ADOLESCENCIA QUE EU ESTOU CANSADO DE CRIANCICE, APRENDAM A DIZER NAO!! LEVANTEM A CABEÇA E VAO A LUTA

QUERO POR ÚLTIMO TIRAR MEU CHAPÉU PARA AQUELES DELEGADOS QUE SAO DE LUTA, QUE NAO SE ACOVARDAM E QUE JA EXPRESSARAM QUE NAO COADUNAM COM A MEDIDA DOS BOS NAO CRIMINAIS E QUE JA AVISARAM DE ANTEMAO QUE NAO IRAO SEGUIR ESSA MEDIDA ARBITRÁRIA E ABSURDA.

O QUE O GOVERNO OFERECE AOS DELEGADOS PAULISTAS 46

Recebido por e mail
Abaixo está delineado o que o governo nos oferece, após esses seis meses de negociação ou enrolação. A extinção da 4ª classe é apenas para dizer que já não somos mais o Pior Salário Do Brasil, pois todos os colegas que estão na 3ª classe (em torno de 2.000) continuarão na respectiva classe, portanto, a extinção se refere há pouco mais de 150 colegas que estão na investidura temporária.

A assembléia na ADPESP será no dia 15/07/2011, assim sendo, façam um esforço para ir e demonstrarmos coesão no que for decidido. Quem não participa não tem o direito de somente reclamar o decidido. Na impossibilidade do colega participar faça uma procuração em nome de outro que possa ir para que aja legitimidade na tomada de posição da carreira

Viemos para a ADPESP com um único propósito : resgatar nossa dignidade e solidificar uma nova imagem dos Delegados de Polícia 63

Enviado em 09/07/2011 as 11:58 – CARAVANA DA ESPERANÇA

Caros colegas,

Não tenho tido tempo para acessar o Delpol PC e isso é fato. Todo meu
tempo, energia, disposição e pensamento estão concentrados na classe e consequentemente nos inúmeros problemas deixados, ao longo de todos
esses anos, esquecidos em algum lugar por algum motivo e, por conta
disso, me repassam alguns e-mails para meu conhecimento.

Para minha surpresa, leio alguns comentários totalmente equivocados e
quero acreditar que seja por total desconhecimento da atual
sistemática de trabalho adotada na ADPESP em todos os seus setores.
Não somos perfeitos, tampouco pretendemos ser donos da verdade, mas
nossa gestão é transparente, simples e comprometida com os anseios dos colegas que, assim como nós, amargam anos e anos e anos de abandono e descaso.

Viemos para a ADPESP com um único propósito : resgatar nossa dignidade e solidificar uma nova imagem dos Delegados de Polícia e temos obtido sucesso na empreitada que é árdua, longa e desestimulante, especialmente quando nos deparamos com comentários ácidos e equivocados que estão distantes da nossa realidade.

Estamos vivendo um momento único. Esperamos resposta do governador do
Estado que, pela primeira vez, nos recebeu em momentos diversos e nos ouviu. Se vai atender todos nossos pleitos nesse momento, só Deus e ele próprio podem responder… Mas sabe quais são eles. Hoje, tem
conhecimento da situação dos Delegados da base, do interior, dos
plantões. Hoje, conhece o caráter da grande maioria da classe que
trabalha honestamente e honra a Polícia Civil.

Que as portas e os ouvidos se abriram, ninguém pode negar, do mesmo
modo que não se pode atribuir à atual diretoria da ADPESP o estado
calamitoso, vergonhoso, aviltante e humilhante em que fomos colocados, muito ao contrário…

Todos os setores da ADPESP seguem o mesmo lema de comprometimento
apenas com a classe, sem subserviência ou longa manus de quem quer que seja, incluindo-se o Departamento Jurídico que é totalmente
independente e não guarda vinculação/subordinação com ninguém.
Deixamos de ser quintal para ser donos do nosso destino e do nosso
futuro, nascendo daí a relações de respeito.

Fizemos a nossa parte e agora nos resta aguardar o que virá, de forma
tranqüila, serena e em paz com nossa consciência, pois em nenhum
momento a classe foi preterida ou subjugada à outros interesses que
não os de todos nós.

À classe também caberá avaliar os resultados e definir os próximos
passos da ADPESP, dentro de suas atribuições legais e institucionais e a nós nos submeter ao que a classe decidir.

Faltam poucos dias e a ansiedade é comum a todos nós, mas a certeza de que fizemos o nosso melhor nos empresta a confiança de que um futuro melhor está sendo desenhado com diplomacia, respeito, inteligência e
equilíbrio.

Vamos construindo nosso caminho e delineando novos horizontes com
doçura e paciência, mas também com firmeza e perspicácia para agir no
momento certo, com a arma certa , na direção certa.

Desculpem-me a ausência, mas é justificado….

Um forte abraço

Marilda

Geraldo Alckmin reduz para 6 ( seis ) meses o interstício do aspiranato para a promoção ao posto de 2º tenente PM 31

DECRETO Nº 57.120,
DE 8 DE JULHO DE 2011
Reduz para 6 (seis) meses o interstício na
graduação de Aspirante à Oficial PM da
Polícia Militar do Estado de São Paulo
GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São
Paulo, no uso de suas atribuições legais,
Decreta:
Artigo 1º – O interstício para a promoção ao posto
de 2º Tenente PM dos Aspirantes a Oficial PM será
reduzido para 6 (seis) meses.
Artigo 2º – A redução do interstício somente terá
aplicação durante os 6 (seis) meses subsequentes à
publicação deste decreto.
Artigo 3º – Os Aspirantes a Oficial PM e desde que
preenchidos os requisitos legais serão promovidos ao
posto de 2º Tenente PM em 25 de agosto do presente
ano.
Artigo 4º – Este decreto entrará em vigor na data de
sua publicação.
Palácio dos Bandeirantes, 8 de julho de 2011
GERALDO ALCKMIN
Antonio Ferreira Pinto
Secretário da Segurança Pública
Sidney Estanislau Beraldo
Secretário-Chefe da Casa Civil
Publicado na Casa Civil, aos 8 de julho de 2011.

VIU DONA MARILDA. TUDO PROS PMS…

PM agora pode prestar concurso para a Polícia Federal 120

Enviado em 08/07/2011 as 23:30 – PM

1- MEC aprova cursos superiores em segurança pública.
2 – O Ministério da Educação (MEC) esclareceu nesta semana uma dúvida que acomete grande parte dos concurseiros. Enfim, o diploma de graduação de tecnólogo deve ser aceito em concursos públicos para nível superior? A resposta é sim. A formação deve valer tanto para seleções quanto para ingresso em pós-graduação e cursos de especialização. A área de regulação da educação profissional do MEC garante o direito. De acordo com o órgão, os cursos de tecnologia – famosos pela graduação mais rápida do que a oferecida pelos cursos tradicionais –, já caracterizam 16% da oferta de cursos de nível superior no Brasil. A graduação tecnóloga existe desde a década de 60. Apesar de estar disponível há bastante tempo, só de uns anos para cá se tornou mais popular, com uma procura grande por parte dos estudantes. Para se ter uma idéia, entre 2002 e 2008 o número de matriculados cresce de 81,3 mil para 421 mil.

3- PM agora pode prestar concurso para a Polícia Federal.

Ex-delegado seccional de Bauru, Benedito Antonio Valencise toma posse como diretor do Deinter-4 27

09/07/2011 04:22

          HOMENS FORTES TAMBÉM CHORAM

          Ex-delegado seccional de Bauru, Benedito Antonio Valencise toma posse como diretor do Deinter-4, responsável por 89 cidades, e  declara guerra às drogas, para ele, pilar que sustenta toda a criminalidade  Ao lado de amigos, colegas,  familiares e até de vítima de sequestro resolvido sob o comando dele, Valencise não consegue conter as lágrimas ao atingir  o posto mais alto da Polícia Civil na região

//
Fotos: Juliana Lobato/Agência BOM DIA            
Delegado linha dura contra o crime e rigoroso com subordinados se emociona ao receber homenagens e lembrar de momentos da carreira           

Kelli Franco
Agência BOM DIA

Maior rigor no combate ao tráfico de drogas. Esse é o principal foco do novo diretor do Deinter-4 (Departamento de Polícia Judiciária São Paulo Interior), Benedito Antonio Valencise. O BOM DIA adiantou a troca no comando da Polícia Civil na edição desta quinta-feira (07).

Valencise, que nos últimos dois anos esteve à frente da delegacia seccional de Bauru, passou nesta sexta-feira (08) a comandar o órgão máximo da Polícia Civil na região de Bauru. Licurgo Nunes Costa, antigo diretor da unidade, assume neste sábado (09) o Deinter-2, na região de Campinas.

Durante a posse nesta sexta-feira (08), Valencise destacou que o tráfico de entorpecentes é o crime por trás dos outros crimes e por isso será combatido com empenho.

“O foco é em um problema que não é só da cidade de Bauru, vamos combater de maneira muito aguerrida o tráfico de entorpecentes”, destaca. “É o tráfico que alavanca a criminalidade, não estou dizendo que o tráfico não foi combatido até agora. Foi, mas será combatido de maneira ainda mais forte”.

POVO COMENTA / A posição do delegado é a mesma de bauruenses ouvidos nesta sexta-feira (08) pelo BOM DIA.

“Nesta sexta-feira (08) um velhinho foi roubado perto de casa, mas todos esses crimes são causados pelas drogas”, conta a estudante Paola Krsch, 18 anos. Ela mora em Bauru há 5 meses e está assustada com os crimes.

“Você vê jovens usando drogas em pleno centro.”  destaca o barman Gian Rocha, 39.

“Cansei de ver menores de 10 anos cheirando cola”, completa a técnica em enfermagem Michele Silveira, 31.

Benedito Antonio Valencise comandou a delegacia seccional de Bauru por pouco mais de dois anos.

Anteriormente, como delegado seccional de Ribeirão Preto, ganhou os holofotes ao investigar a chamada “máfia do lixo”, que tratava de suposto pagamento de propina envolvendo políticos da cidade.

Após reviravoltas nas investigações, chegou a ser noticiado que Valencise havia sido exonerado do cargo de delegado.

No lugar de ser exonerado, ele ganhou mais um desafio na carreira. Veio a Bauru assumir a seccional, com níveis altos de criminalidade.

No ano passado, por exemplo, Bauru teve número de homicídios acima do considerado “aceitável” pela ONU.

Nesta sexta-feira (08), emocionado durante a posse, citou o episódio difícil da carreira e chorou ao agradecer os companheiros e amigos da polícia de Ribeirão Preto, que vieram prestigiar o importante momento na vida do colega. A vítima de um sequestro ocorrido em 2008, em Ribeirão Preto, que foi libertada após a intervenção da Polícia Civil, sob o comando de Valencise, também veio cumprimentar o delegado.

Em Bauru, o delegado também passou por momentos difíceis em 2011: a fuga de um acusado de dentro do Plantão da Polícia Civil, em abril. Sem se esconder, Valencise tratou a situação de “humilhante” e prometeu rigor nas investigações. Alguns dias depois, o preso foi recapturado.

Em fevereiro, um túnel criminoso foi descoberto sob a avenida Nações Unidas. O objetivo dos bandidos era roubar uma empresa de transporte de valores. Esse desafio continua, até agora ninguém foi preso.

Polícia apreende drogas no Geisel
Cocaína, maconha e crack foram recolhidos numa casa nesta sexta-feira (08) à noite

7
é o número de seccionais na região de Bauru

Necrim será levado às seccionais do Deinter-2
Emocionado, Licurgo Nunes Costa afirmou nesta sexta-feira (08) que vai levar o Necrim (Núcleo Especial Criminal), grande bandeira da gestão dele, à frente do Deinter-4, para todas as seccionais da região de Campinas.

“É um projeto arrojado que cabe em qualquer lugar. Já está instalado em uma seccional da região de Campinas, em Bragança Paulista, e nós vamos com certeza levar para todas as seccionais”, garante.

Projeto pioneiro do Deinter-4, instalado primeiramente na delegacia seccional de Lins, o Necrim visa desafogar o sistema Judiciário em 90% dos casos.

O núcleo propõe audiências entre as partes, em caso de crimes leves como acidentes de trânsito sem vítima, para que se chegue a um acordo.

A audiência e o termo de composição preliminar é feito na presença do delegado de polícia, em caso de acordo o termo é levado para sanção de um juiz.

Segundo o Licurgo, as audiências são marcadas cerca de 30 a 40 dias após o fato já podendo resultar em acordo entre as partes. Nos trâmites convencionais, uma decisão final poderia  sair em até dois anos.

Sempre com a ajuda e companhia de Deus

Valencise tem 61 anos é casado com Íria, tem três filhos e um neto. Começou sua jornada na Polícia Civil em 1972, como investigador de polícia.

São-paulino, é natural de Torrinha, na região de Rio Claro, e se formou em direito na cidade de Bauru.

Como delegado, trabalhou primeiro em Sabino, depois foi transferido para Jaú, Ribeirão Preto e, finalmente, Bauru.

Católico, mantém em sua sala na delegacia seccional vários quadros e estátuas de santos. impossível não notar as várias imagens do arcanjo Miguel vencendo os demônios.

“Amanhã [neste sábado (09)] minha mulher, que entende mais dessas coisas de arrumação, vai trazer as imagens para cá”, conta ao ser questionado pelo BOM DIA sobre a ausência das imagens na nova sala, no Deinter-4.

Nesta sexta-feira (08) Valencise fez questão de pedir ao pároco da Catedral do Divino Espírito Santo para que a sua nova sala no Deinter-4 fosse abençoada. E ela será, pelo bispo Dom Caetano Ferrari, da diocese de Bauru. Somente após a benção, o delegado poderá começar com tranquilidade a nova jornada na Polícia Civil.

Ainda não há definição sobre novo seccional

Antonio Luís Sampaio de Almeida Prado acumula o cargo interinamente pelos próximos 15 dias.

89
Cidades da região fazem parte da região do Deinter-4

DEPARTAMENTO DE POLÍCIA JUDICIÁRIA DA CAPITAL – DECAP… ETERNO LABORATÓRIO DE EXPERIÊNCIAS MAL SUCEDIDAS 20

Enviado em 08/07/2011 as 16:50 – AMIGA DOS AMIGOS

Departamento de Polícia Judiciária da Capital – DECAP

O Departamento de Polícia Judiciária da Capital – DECAP, criado em setembro de 1.991 pelo Decreto nº 33.829/91, que em breve completará seus 20 anos de existência, mas, até o momento, não conseguiu atingir, nem parcialmente, os objetivos para os quais foi instituido.
O Decap já passou por várias reformulações neste curto período de vida, e, NENHUMA destas soluções mágicas resolveu os inúmeros problemas desse Departamento, e como sempre, quem paga por esses sucessivos erros é a sociedade e os policiais civis, pois ficam submetidos às realizações de sonhos e experiências dos Diretores que, em regra, querem apenas “deixar a sua marca”, sem se importar com o que foi feito pelos seus antecessores, se existe algo que possa ser aproveitado ou reutilizado, ainda que com pequenas modificações.
O pior de tudo é que, submetem o cidadão a diversos transtornos, inclusive dificultando-lhes o atendimento nas Delegacias de Polícia próximas à sua residência, local de trabalho e até mesmo da ocorrência, seja porque não existem funcionários, principalmente Delegados de Polícia para apreciação jurídica dos fatos, seja pelo fechamento da unidade policial no perído noturno e nos finais de semana e feriados.
Para não sermos chamados de levianos, vamos relembrar algumas destas péssimas experiências que o Decap já sofreu:

1 – Em 1.995, o Decap tinha como Diretor o Delegado de Polícia Alberto Angerami, que editou a portaria 02/95, a qual “extinguiu” a chefia das unidades, designando a maior parte dos policiais às equipes básicas do plantão (na realidade a grande maioria desses policiais desapareceu e as equipes básicas continuaram desfalcadas). A idéia era reforçar as equipes de plantão e que todos os policiais civis exercessem o que realmente manda a Constituição Federal e a lei, ou seja, investigação criminal e polícia judiciária. Entretanto, como seria humanamente impossível exercer atividades de polícia judiciária durante as 12 horas do plantão, foi determinado que todas as equipes passassem a trabalhar no chamado “terceiro dia”, onde deveriam comparecer às unidades no período diurno do terceiro dia de folga para dar andamento aos inquéritos policiais. Nesta mesma época, 19 delegacias da cidade passaram a funcionar com horário restrito nas madrugadas e nos finais de semana. Oito anos depois, o Decap retomou o atendimento 24 horas nos distritos policiais, em razão das pressões políticas e dos Conseg’s (Conselho Comunitário de Segurança), bem como por causa da dificuldade de locomoção dos moradores.

2 – Em 2002, a Secretaria da Segurança Pública implantou um projeto de modernização, informatização e humanização, em Distritos Policiais no Estado de São Paulo, contudo, este projeto teve sua inauguração pelo DECAP, e posteriormente, estendeu-se para outros municípios do Estado. Criadas para oferecer um atendimento mais rápido, moderno e orientado, as Delegacias Participativas contavam com o Registro Digital de Ocorrências (RDO) e com o atendimento realizado por senhas eletrônicas. Os casos deveriam passar por uma triagem nos plantões sociais e jurídicos oferecidos por meio de estagiários de Direito, Psicologia e Serviço Social, que comporiam o Núcleo Jurídico Psicossocial. As Delegacias Participativas foram reformadas no mesmo padrão, com banheiro e acesso especial para deficientes, entradas separadas para vítimas e criminosos, sala de espera confortável e sala de flagrantes. Além disso, onde ficavam as carceragens foram transformadas em áreas comunitárias com atendimento de estagiários. TOTAL DE DELEGACIAS PARTICIPATIVAS NO DECAP – 09 DPs • 07º DP, na Lapa (inaugurada em maio de 2004); • 09º DP, no Carandiru (inaugurada em abril de 2004); • 15º DP, no Itaim-Bibi (inaugurada em junho de 2002); • 24º DP, em Ermelino Matarazzo (inaugurada em junho de 2002); • 30º DP, no Tatuapé (inaugurado em abril de 2004); • 36º DP, no Paraíso (inaugurada em setembro de 2002); • 93º DP, no Jaguaré (inaugurada em outubro de 2002); • 95º DP, em Heliópolis (inaugurada em agosto de 2002); • 96º DP, no Brooklin (inaugurada em setembro de 2002), mas, mesmo com toda esta infraestrutura material, notamos que também não funcionou.

3 – No ano de 2.006, durante a gestão do Delegado de Polícia Antônio Chaves Martins Fontes como Diretor, através da Portaria 05/06, o Decap sofreu outra alteração visando modificar o funcionamento das delegacias da capital. Nesta oportunidade foram criadas as chamadas centrais de flagrante, para concentrar registro das ocorrências. O projeto consistia em sete Centrais de Polícia Judiciária (CPJ), que concentravam todas as ocorrências policiais com prisões em flagrantes entre as 19 horas e as 9 horas durante a semana e aos sábados e domingos. Na ocasião, a Secretaria da Segurança Pública afirmou que o objetivo era agilizar o registro das ocorrências, serviço que levava cerca de três horas nas delegacias. Cada central tinha três delegados, além de investigadores e escrivães. Durante o horário de funcionamento das CPJs, os outros 86 distritos policiais da capital funcionavam com apenas dois investigadores. O projeto foi suspenso no início de 2007, quando assumiu como Diretor o Delegado de Polícia Aldo Galliano Júnior. Uma das críticas era que os policiais militares perdiam muito tempo para ir do local da ocorrência até a CPJ nos casos em que o crime havia sido cometido em lugares distantes da central.
Portaria Decap-5, de 2-8-2006
Organiza, em caráter experimental, as atividades de polícia judiciária afetas aos Distritos Policiais da 5ª Delegacia Seccional de Polícia do Decap, instituindo a Central de Polícia Judiciária, e disciplinando o seu funcionamento e outras medidas correlatas.
O Delegado de Polícia Diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital – Decap, no exercício do poder instrumental que lhe permite organizar os serviços no âmbito de sua atuação, e Considerando que o modelo de plantão policial, adotado há anos pela polícia territorial da Capital, não mais vem atendendo aos ideais de eficiência pública, consoante o desejado, posto que a estrutura que lhe é peculiar, padrão a todas as unidades, extrai da atividade fim institucional – a polícia judiciária, e com inequívoco comprometimento, recursos humanos qualificados, e que, de maneira indesejável, vêem-se empregados em práticas cartoriais e assistenciais singelas e que perfeitamente podem ser praticadas de outras formas, sem prejuízo da qualidade;

Sexta-feira, 04/08/06 – 15:38

Seccional Leste inaugura Central de Polícia Judiciária no 31º DP
Bruno Diniz

4 – Em 2.009, assumiu como Diretor do Decap o Delegado de Polícia Marco Antônio Pereira Novaes de Paula Santos, e, mais uma vez, esse importante Departamento é submetido a outra experiência, a qual sofreu retaliações antes mesmo de ser iniciada, e o pior, dentro do próprio Departamento e por subordinados a esse Diretor. O “novo” plano consistia em mudar o atendimento nos dias úteis, entre as 20 horas e as 8 horas, nos feriados e finais de semana nas 93 delegacias da capital. Nesses períodos, 30 distritos policiais, chamados de pronto-atendimento, seriam responsáveis por registrar as ocorrências graves (homicídios, assaltos, estupros). Nas outras delegacias, que continuariam abertas, deveria ser implantado um sistema de autoatendimento, com apenas dois funcionários para orientar os usuários. Uma das expectativas era melhorar a qualidade do atendimento à população. Reportagens publicadas à época mostraram que, em 71% das delegacias, o tempo de espera para registrar uma ocorrência era de no mínimo três horas. Segundo o Diretor, a proposta era registrar uma ocorrência simples em até 40 minutos. Já os flagrantes poderiam levar até oito horas, de acordo com a complexidade. A reestruturação, para o diretor do Decap a época, visava trazer qualidade de vida aos funcionários, pois deveria acabar com uma escala de trabalho considerada obsoleta, e permitiria que as pessoas que realmente gostassem de lidar com o público atuassem no serviço. A estimativa era de que o Estado deixasse de gastar cerca de R$ 30 milhões ao ano com despesas do dia a dia.

5 – No início de 2.010, em razão de mudanças em sete Departamentos, dentre eles o Decap, assumiu a Diretoria desse o Delegado de Polícia Eduardo Hallage, o qual desativou as Centrais de Polícia Judiciária. Mas o pior ainda estava por vir, pois, mesmo com a extinção das Centrais, constatou-se a enorme falta de policiais civis, principalmente Delegados de Polícia. Deu-se início ao chamado “casadinho”, onde Delegados de Polícia eram obrigados a responder por mais de uma Delegacia de Polícia, fato que acarretou inúmeros problemas, não só para a Polícia Civil, mas para toda a sociedade. Além do mais, locupletava-se o Estado, indevidamente, do trabalho especializado do Delegado de Polícia, o qual trabalhava por dois ou três.
Delegacias foram fechadas durante o período noturno, aos finais de semana e feriados, e com estas medidas, novamente, o cidadão pagou a conta pela incompetência administrativa do Estado.

6 – Mais uma vez, e com os mesmos argumentos dos planos anteriores, surge outra reformulação no Decap, agora sob a direção do Delegado de Polícia Carlos José Paschoal de Toledo, que através da Portaria 08/2011, recria as Centrais de Flagrante e Centrais de Polícia Judiciária, semelhantes as que haviam sido criadas em 2.006, e, novamente, muda os horários de funcionamento das Delegacias de Polícia, transfere Delegados de Polícia e policiais civis de unidades sem sequer consultá-los, deixando inúmeras unidades policiais funcionando parcialmente, e, mais uma vez, o cidadão será prejudicado, pelos mesmos motivos das mudanças anteriores, amargando o dissabor de ter uma Delegacia próxima à sua residência e não poder utilizar de seus serviços, pois, não raro, deverá se deslocar para outra unidade que possa atendê-lo “melhor”.

Assim, o Departamento de Polícia Judiciária da Capital – Decap, um dos mais importantes departamentos da Polícia Civil do Estado de São Paulo, com os seus quase 20 anos de existência, tem sido um eterno laboratório de experiências mal sucedidas, as quais, ao invés de ajudar, vivem causando transtornos ao cidadão.

Senhores Governador, Secretário de Segurança Pública, Delegado Geral de Polícia e Diretores, não existe fórmula mágica para resolver os problemas da polícia civil. É necessário investimento financeiro para corrigir as distorções acumuladas em mais de três décadas, que deverá ser feito com estudo e planejamento para execução a médio e longo prazo. Apenas para que se tenha uma idéia da falta de visão, planejamento e investimentos nestes trinta anos, na década de 80 existiam cerca de 850 unidades policiais em todo o estado, sendo que na década de 90 esse número subiu para 1350, uma elevação de 65%, sendo certo ainda que, novos Departamentos foram criados e alguns dos já existentes foram ampliados, ao passo que o número de policiais diminuiu cerca de 10% no mesmo período.
Assim, o primeiro passo para o sucesso dessas reformulações é pagar salários dignos para os policiais civis, fazer as contratações necessárias através de concursos públicos, e que estes, sejam céleres. Posteriormente, toda e qualquer mudança deverá ser precedida de estudos, pesquisas e levantamentos minuciosos dos locais onde se pretendem alterar, devendo, necessariamente, ser consultadas, pelo menos, as partes mais afetadas com as mudanças, que são os cidadãos, os policiais civis, e outros órgãos vinculados a segurança pública, que, de uma forma ou de outra, sofrerão com as alterações, que são a polícia militar, guarda civil metropolitana, o judiciário local, o Ministério Público, Conseg’s etc., pois quando toda a sociedade participa, a possibilidade de dar certo é muito maior, e por outro lado, se der errado (como tem acontecido) a Polícia Civil não arcará, sozinha, com a responsabilidade.

GEORGE MELÃO

Presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo – Sindpesp

POLICIAL MILITAR QUE TEVE A CASA PENHORA OBTEVE O DIREITO DE PARCELAR A DÍVIDA 17

Enviado em 08/07/2011 as 14:26 – ROGERIO WEEIRS

SENHORES ,TENHO UMA OTIMA NOTICIA ,ONTEM FUI A PROCURADORIA JUDICIAL ONDE RETIREI A MINUTA DE ACORDO JUNTO AO ESTADO ONDE O VALOR FOI PARA 34.760,49 E IRÃO DESCONTAR DEZ POR CENTO DO MEU SALARIO ,COLOCANDO FIM AO PROCESSO DE PENHORA DA MINHA CASA E AO DESESPERO DA MINHA FAMILIA ,SEI QUE NADA DISSO SERIA POSSIVÉL SEM O APOIO DOS SENHORES ,MUITO OBRIGADO DE CORAÇÃO TAMBEM DOS MEUS FILHOS E ESPOSA ,FIQUEM COM DEUS.

https://flitparalisante.wordpress.com/2011/05/29/desabafo-de-um-policia-militar-procuradoria-do-governo-do-estado-de-sao-paulo-penhorou-a-casa-do-policial-para-garantir-ressarcimento-de-danos-em-viatura-aconteceu-conosco/#comment-110271

REINTEGRAÇÃO DE INVESTIGADOR DE POLÍCIA DEMITIDO EM RAZÃO DA “VIA RÁPIDA” DOS INIMIGOS 4

Enviado em 08/07/2011 as 9:32 – J.O.W

SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA
Decretos de 7-7-2011
Tornando nulo, em cumprimento ao V. Acórdão
proferido pelo Tribunal de Justiça do Estado de São
Paulo, nos autos de Apelação Cível 994.06.143975-0, e
nos termos do art. 31 da LC 180-78, o decreto de demissão,
publicado a 12-7-2003, e em consequência reintegra,
no serviço público, XXXXXXX,para exercer em caráter efetivo e no Regime
Especial de Trabalho Policial, o cargo de Investigador de
Polícia de 4ª Classe, Padrão II, da EV da LC 731-93, do
Quadro da Secretaria da Segurança Pública, em vaga
decorrente da demissão de YYYYYYYYY.
==
0143975-76.2006.8.26.0000 Apelação / Demissão ou Exoneração
Relator(a): Rui Stoco
Comarca: São Paulo
Órgão julgador: 4ª Câmara de Direito Público
Data do julgamento: 02/08/2010
Data de registro: 11/08/2010
Outros números: 0515721.5/9-00, 994.06.143975-0

Ementa: Apelação Cível. Ação Ordinária. Pretensão do autor – investigador de polícia – de ver declarada a nulidade do ato administrativo que lhe impôs a pena de demissão. Alegação de prescrição da pretensão punitiva disciplinar da Administração. Ação julgada improcedente na origem. Inadmissibilidade. Infração disciplinar que também configura crime. Prazo prescricional para aplicação da sanção disciplinar que é regido pela pena aplicada em concreto na sentença penal condenatória. Entendimento pacificado perante o Superior Tribunal de Justiça. Inaplicabilidade do prazo qüinqüenal previsto pelo art. S0, inc. III, da Lei Complementar n.° 207/79, do Estado de São Paulo. Inovação introduzida pela Lei Complementar Estadual n.° 922, de 02.07.2002, ou seja, em momento posterior ao cometimento da infração (08.10.98). Lei nova que não pode retroagir para agravar a situação do infrator. Precedentes do STJ. Prazo prescricional, então, que deve ser considerado como de dois anos, nos termos do art. 80, inc. IV, da Lei Complementar Estadual n.° 207/79 (com a redação anterior à LCE n.° 922/2002) c.c. art. 110, § Io, e 109, inc. VI (com a redação anterior à Lei n.° 12.234/2010), do Código Penal. Prescrição consumada, ante o decurso de lapso superior a dois anos entre a instauração do processo administrativo disciplinar (10.09.99) e a aplicação da pena de demissão ao autor (17.07.2003). Irrelevância de eventual suspensão do processo para aguardar decisão na esfera criminal. Independência entre as instâncias criminal e administrativa reconhecida, à unanimidade, pela doutrina e jurisprudência. Reflexos patrimoniais da reintegração que retroagem à data do ato impugnado. Aplicação analógica do disposto no § 2o, do art. 65, da Lei Complementar Estadual n.” 207/79. Orientação do Superior Tribunal de Justiça. Ação procedente. Correção Monetária e Juros de Mora. Artigo 1°-F, da Lei n.° 9.494/97, com a redação dada pela Lei n.° 11.960/2009. Aplicação a partir de sua publicação, em 30.06.2009. Sentença reformada.

Recurso provido. – “Não se aplica o prazo qüinqüenal previsto pelo atual art. 80, inc. III, da Lei Complementar n.”207/79, do Estado de São Paulo, às infrações disciplinares ocorridas antes do advento da Lei Complementar n.” 922, de 2.7.2002, por se tratar de ‘novatio legis in pejus’.”

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acordaoreintegração