O “bichano” tem nome? 7

Enviado em 20/03/2012 as 19:42 – MATHEUS

Diz a lenda que compraram alguns milhões em computadores que sumiram.

Os milhões que foram pagos diz a lenda que o gato comeu.

E agora ele está tirando todas as férias e licenças prêmio para digerir a grana.

Aquela reportagem do Fantástico de licitações com cartas marcadas é café pequeno perto do que ja fizeram na área.

O chefe da polícia pelo Flit mandou avisar que no DECAP há varios desmanches e buracos para se picar…( Tivemos um amigo delegado de DEIC que teve, tempos atrás, o infortúnio de ter um filho assassinado por um crápula que queria roubar seu carro. Falta vergonha na cara. ) 53

Enviado em 20/03/2012 as 19:24 – MATHEUS

Na zona norte, nos bairros de Vila Gustavo, Parque Novo Mundo, Vila Sabrina, Vila Maria e Parque Edu Chaves, respectivamente 39, 90,19 e 73 DP’s existem vários desmanches e “buracos” de “picar” carros que os abastecem. Polícia que é bom, nada.

Reengenharia só para os que trabalham , ou seja, PLANTÃO e, logicamente, para trabalhem ainda mais. Deveria haver reengenharia nos setores de coletoria, vulgarmente chamados de ‘CHEFIAS”, mas não para arrecadarem ainda mais, mas sim para acabarem de vez. Para que serve o chefe de investigadores?, e o chefe dos escrivães?. Para que serve um delegado de 1ª classe adjunto de um delegado titular de 2ª? Para se sujeitar a isso, algum interesse tem. Corroborando com a matéria do ESTADO e com policiais que nada sabem ou percebem, na AVENIDA CEREJEIRAS TEM 2 GRANDES DESMANCHES QUE COMERCIALIZAM PEÇAS ORIUNDAS DE CARROS “PICADOS”.NA AVENIDA EDÚ CHAVES, 1728 TEM UM “BÁITA” “BURACO” DE “PICAR” CARROS COM FACHADA DE DESMANCHE  DE ONDE SAEM CAMINHÕES CARREGADOS DE “PACOTES”, OU SEJA, PEÇAS DE VEÍCULOS “PICADOS” COBERTAS COM LONAS. NO MESMO LOCAL, LOGO NA ESQUINA COM A RUA SANATÓRIO, TEM UMA LOJA DE COMERCIALIZAÇÃO DE JOGO DE RODAS SEM PROCEDÊNCIA, TUDO AO LADO DE UMA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Não dá para usar o 181 pois a denúncia vai exatamente para quem não fez, não faz e nada fará, ou seja, policiais da área, na certa porque o carnê deve ser bom. Então, conforme o prometido, vamos, através dessa ferramenta virtual, mandar para o SSP, o DG, o Cmt da PM e nosso maior investigador o ESTADÃO os locais onde policiais da área não visualizam qualquer irregularidade. Só para lembrar. Tivemos um amigo delegado de DEIC que teve, tempos atrás, o infortúnio de ter um filho assassinado por um crápula que queria roubar seu carro. Falta vergonha na cara.

CNJ examinará rendimentos de todos os 354 desembargadores do Estado 12

CNJ amplia investigações sobre juízes em São Paulo

Objetivo é examinar rendimentos de todos os 354 desembargadores do Estado

Corregedores tinham como alvo inicial 70 integrantes da cúpula do TJ, mas surgiram novos casos suspeitos

FLÁVIO FERREIRA

FOLHA DE SÃO PAULO

A corregedoria do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) vai ampliar suas investigações sobre os rendimentos da cúpula do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, estendendo seu trabalho a todos os 354 desembargadores da corte e também alguns juízes da primeira instância.

A princípio, a inspeção feita pelo CNJ no tribunal paulista na primeira quinzena de dezembro tinha como alvo cerca de 70 desembargadores, mas apareceram novos casos suspeitos desde então.

Esses casos já foram identificados pela nova direção do tribunal, que tomou posse em janeiro. O presidente do TJ, desembargador Ivan Sartori, abriu investigações próprias para examiná-los.

Na inspeção feita em dezembro, os corregedores recolheram informações sobre a folha de pagamento do tribunal paulista nos últimos dois anos e declarações de renda dos desembargadores.

A corregedoria começou então a analisar casos em que juízes receberam na frente dos colegas pagamentos ligados a pendências trabalhistas que o TJ tinha com eles.

Agora também serão analisados pagamentos de licenças-prêmio que desembargadores receberam pelos anos em que atuaram como advogados no setor privado, verbas corrigidas irregularmente e pagamentos feitos sem emissão de contracheque.

A nova direção do tribunal paulista colheu indícios de que alguns pagamentos beneficiaram também assessores e servidores que trabalham nos gabinetes dos magistrados sob investigação.

A equipe da corregedoria do CNJ entende que a extensão das investigações a todos os membros da cúpula do tribunal é uma forma de garantir tratamento igualitário aos magistrados na inspeção.

EMBATE

Um dos desembargadores do TJ de São Paulo é Henrique Nelson Calandra, presidente da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), protagonista do embate da categoria com a corregedora do CNJ, Eliana Calmon.

A entidade pediu que o STF (Supremo Tribunal Federal) restringisse o poder de investigação do CNJ, mas o pedido foi rejeitado em fevereiro.

A investigação sobre os rendimentos dos juízes paulistas será reiniciada nesta semana. A corregedoria vai se debruçar em Brasília sobre os documentos recolhidos na inspeção feita em dezembro.

A investigação marca a retomada das inspeções que o CNJ planejara fazer no ano passado antes da crise que atingiu o Judiciário depois que os juízes recorreram ao STF contra a corregedoria.

O plano do CNJ era fazer inspeções em outros 21 tribunais estaduais, mas a iniciativa foi suspensa pelo ministro do STF Ricardo Lewandowski em dezembro.

O ministro entendeu que os corregedores não podiam usar informações recebidas do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão do Ministério da Fazenda que examina movimentações financeiras atípicas.

A decisão de Lewandowski foi parcialmente revogada pelo ministro do STF Luiz Fux em fevereiro. A decisão liberou as inspeções da corregedoria nos tribunais, desde que o CNJ não use os dados obtidos pelo Coaf.

Descriminalização das drogas 29

Comissão: só o governo não entende a descriminalização das drogas

Ilona Szabó é membro do secretariado da Comissão Global de Políticas sobre Drogas Ilona Szabó é membro do secretariado da Comissão Global de Políticas sobre Drogas Foto: Publius Vergilius/Divulgação

Ela é jovem, bonita, mas por trás de belos olhos esverdeados defende uma posição firme em relação ao tratamento às drogas no Brasil. “A guerra contra as drogas fracassou. Todo mundo sabe disso, mas pouco se faz para mudar isso”, diz Ilona Szabó de Carvalho. Ela é membro do secretariado da Comissão Global de Políticas sobre Drogas, que conta com lobby de vários líderes mundiais, como o ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso, para dialogar com a ONU. Tem informações sobre como cada país tem enfrentado a questão. Carioca, olha de forma pessimista a posição brasileira, que não tem discutido muitas saídas legislativas para a questão do tráfico que vão além da repressão. “Só que o governo não entendeu ainda que descriminalizar, ou seja, tirar da justiça criminal, não tem nada a ver com legalizar”, ressalta ela. Em entrevista concedida ao Terra, a especialista prega que o país abra os olhos e trate de regular o consumo para tentar mexer com a lógica do crime organizado. Acompanhe a seguir os principais trechos da entrevista com Ilona, especialista, com formação em Estudos Internacionais pela Universidade de Upsalla, na Suécia, e desenvolvimento Internacional pela Universidade de Oslo, na Noruega.

Terra – Como você vê o tratamento da questão da droga no Brasil em comparação aos outros países? Ilona Szabó de Carvalho – Eu gosto sempre de botar a questão em perspectiva: estamos muito atrasados no Brasil. O país está despontando em várias áreas, mas nessa das drogas estamos atrasados no debate, no tratamento e no entendimento do tema. Em relação ao usuário, tem de ser tratado como uma questão de saúde pública. Só que o governo não entendeu ainda que descriminalizar, ou seja, tirar da justiça criminal, não tem nada a ver com legalizar. Não há aproximação com o usuário. A polícia está no meio do caminho, então como é que alguém vai procurar ajuda se isso ainda é um problema na justiça criminal? Por que saúde pública? Porque ela tem uma visão integral do tema. A repressiva é uma visão unilateral. Esse é um problema que tem questões pessoais, genéticas, socioeconômicas, emocionais. Como é que você vai lidar com tudo isso com repressão? A maneira como a gente está lidando com o uso na lei tem de mudar. Senão os esforços dessa abordagem digamos curativa não serão bem sucedidos.

Terra – Qual o foi maior problema da atuação na Cracolândia, em São Paulo, recentemente? Ilona – Primeiro, que são usuários. Para você restringir pessoas de liberdade, a responsabilidade é muito grande. Ou realmente elas são criminosas e causam ameaça ou estão apenas causando ameaças à própria vida. Nesse caso, qual o tratamento que vai ser usado? Eu não sei. Qual é o plano depois? Quanto tempo vão ficar com essa pessoa lá? Vão devolver para onde? Qual é a responsabilidade do Estado? Uma vez que você toma essa responsabilidade para si, tem que resolver. Eu não tenho informação que o governo do Estado resolveu. A informação que chega é que não estão resolvendo. Simplesmente estão tirando de um lugar e passando para outro e prendendo quando não tem que prender. O Brasil tem capacidade de buscar as melhores práticas internacionais. Desconheço que tenha feito isso, não sei de qualquer protocolo. Porque não acho que a gente pensou em nenhum desses pontos ainda. Governo tem de intervir sim, mas de forma mais inteligente. Entender que tem questões na lei e que precisa buscar respostas muito mais de longo prazo e no sentido de comprometimento, não de dinheiro. Porque é sempre muito mais barato tratar do que prender. Não só pelo preço da pessoa ficar presa, mas também pelo custo social de manter uma mãe ou um pai de família preso.

Terra – A repressão traz à tona outra questão que é a superlotação dos presídios. O que fazer? Ilona – Isso é gravíssimo. Não só para o usuário ou pequeno traficante. Porque é muito diferente de um crime de uma pessoa que estava armada. A gente não tem nem qualidade para colocar o pior homicida. Porque a pessoa pode ter cometido o pior crime, mas tem de ter tratamento digno e humano. A gente não está mais no século passado. A pessoa tem que pagar pelo crime, mas não tem que sobreviver sob condições desumanas. Porque você não devolve ninguém para a sociedade dessa maneira. Com o tratamento dispensado em nossas prisões, a gente só vai criando monstros. Quando eles ficam soltos, a gente está pagando novamente o preço. A gente tem que entender que a máxima bandido bom é bandido morto está ultrapassada. E desse ponto de vista, se já não está à altura do pior homicida, imagina para o usuário ou o pequeno traficante com menor potencial ofensivo. Se eu estivesse no sistema judiciário, me recusaria a prender pessoas que não são perigosas numa situação degradante como a dos nossos presídios. Porque eu tenho certeza que um juiz e um promotor sabem que a pessoa vai sair pior do que entrou ali dentro. A gente na verdade alimenta e realimenta os nossos ciclos de violência e nossas escolas de crime. A guerra contra as drogas fracassou. Precisamos de outras alternativas. A mensuração dessa guerra às drogas é muito errada. A gente mede o número de apreensões, erradicação do cultivo, prisões, isso tudo são processos. Nada se está medindo sobre o resultado. A gente só está exacerbando uma política muito errada, preconceituosa, que alimenta todo um ciclo vicioso de corrupção, extorsão, violência, preconceito. A gente tem que interromper isso por algum ponto. A descriminalização do usuário é o primeiro.

Terra – Há uma comissão especial no Senado que discute um Novo Código Penal. A tendência me parece o endurecimento das penas para alguns crimes. A senhora sabe como vai ficar a questão das drogas? Ilona – A gente teve uma sinalização. Quando a lei foi mudada em 2006 e houve a divisão entre usuário e traficante, embora não tenha sido especificadas quantidades para definir um e outro, a pena mínima do tráfico passou de três para cinco anos. Houve um endurecimento e vimos que foi muito contraproducente. Aumentou muito o número de presos com baixo poder ofensivo. Então acredito que não vai se endurecer nessa nova frente porque já se cometeu esse erro. Acredito que essa posição pode estar mudando. A gente testou o modelo pior, viu um aumento expressivo no número de prisões e não resolveu absolutamente nada do problema. Só aumentou a superlotação e o custo social dos presos.

Terra – Descriminalizar o usuário seria o início, mas você propõe ir mais adiante. Quais seriam os próximos passos? Ilona – Legalizar traz uma conotação de liberou geral. Nenhuma droga lícita ou ilícita é liberada geral. São legais sim, mas elas são reguladas. Não acredito em mercado de drogas legal sem uma regulamentação muito forte. Por que que a gente fala que descriminalizar é o primeiro passo? Porque quando a gente fala em descriminalização, estamos abrindo toda a luz para a parte da saúde – tratamento, prevenção, redução de danos. Mas, se pararmos por aí, vamos resolver apenas uma pequena parte do problema e não mexer na cadeia como um todo. A gente acredita que para enfraquecer o crime organizado é preciso mexer no negócio. É um mercado de oferta e demanda. A gente precisa ensinar nossa sociedade a lidar melhor com a questão. Drogas sempre existiram, sempre existirão. Boa parte da sociedade tem uma relação com as drogas e não assume. O que a gente quer? Primeiro o pragmatismo de saber o que funciona e o que não funciona. A gente já tem ideia do que não funciona. Depois, nos permitir a testar políticas que tirem esse mercado ilícito perigoso da mão do crime organizado e tentem trazer para um mercado regulado onde o foco vai ser sempre na saúde dos usuários.

Por que começar pela maconha? Ilona – Como a gente sabe o potencial ofensivo de algumas drogas melhor que o de outras, a gente começaria obviamente por algo que a gente pode afirmar através de estudos suficientes. A regulação da maconha nos ofereceria uma série de novas ideias e soluções potenciais para problemas que temos hoje. Temos de pensar em sermos honestos. A gente tem uma relação desonesta com a questão das drogas que gera impactos maiores para uns e menores para outros, mas impactos para todos nós. A partir da descriminalização do consumo, vem uma série de questões. Por exemplo, a regulamentação da maconha medicinal. Nos EUA, 16 Estados já têm isso legalizado. Um remédio que tem muito menos contraindicação para várias enfermidades. Outros países optaram por liberar o cultivo pessoal para consumo próprio. Há modelos para olhar. O que a gente gostaria é que o Brasil encontrasse um modelo próprio e tentasse diminuir a ilegalidade de um mercado que é grande aqui e os riscos para a juventude. Que eles possam decidir o que é correto ou não para si. Eu pessoalmente acredito que não há outra saída. A gente pode demorar a chegar lá, mas é um caminho que vamos ter de enfrentar.

Roubo e furto de carros movimentam R$ 500 milhões/ano no Estado de SP 14

Metade do valor de cada veículo levado vai para o crime organizado; modalidade foi responsável por 1 em cada 4 latrocínios em 2011

17 de março de 2012 | 22h 44
Marcelo Godoy / William Cardoso – O Estado de S.Paulo

Metade do valor de cada carro roubado em São Paulo vai para as mãos do crime organizado. Esse ramo da criminalidade tem profissionais especializados: cada um deles exerce uma função diferente no caminho percorrido do assalto à venda do carro inteiro – ou em pedaços – pelos desmanches de veículos. Os bandos são compartimentados: quem rouba não conhece quem vende. Só em 2011, os bandidos embolsaram R$ 500 milhões e foram responsáveis por matar 25% das vítimas de latrocínio no Estado.

Veja também: link ´TV ESTADÃO: veja desmanche desbaratado pela polícia

A história de como esse mercado se organiza pode ser contada por meio do destino de cada carro, como o Santa Fé, modelo 2008, da supervisora hospitalar F., de 46 anos. Menos de cinco horas. Foi esse o tempo que F. levou entre sair da loja com o seu novo carro e vê-lo roubado por um ladrão na zona leste da capital. O assalto foi no dia 7.

Normalmente, F. vai a pé à igreja, distante cerca de um quilômetro de casa. Como a filha de 17 anos teve a perna operada, a supervisora resolveu usar o carro recém-comprado. Logo depois de estacionar, foi abordada pelo ladrão. “Ele mostrou a arma na cintura e disse, bem baixinho, ‘passa a chave’. Eu quase não escutei. Imaginei que ele fosse pegar minha bolsa, mas entrou no carro. Pela forma como ele manobrou, pensei ‘olha só, até parece que o carro é dele’. Ele foi embora tranquilamente.”

A estimativa é que o ladrão que levou o carro da supervisora tenha recebido entre R$ 1.500 e R$ 2 mil. Ele foi responsável também por “esfriar” o veículo, deixando-o em um lugar seguro para checar se estava sendo rastreado ou não. Com a certeza de que não estava sendo seguido, levou o carro até o “buraco” (desmanche ilegal). De lá, as partes do veículo seriam mandadas para um autopeças e oferecidas por um preço mais baixo do que o convencional.

Mas o Santa Fé foi encontrado uma semana depois, na quarta-feira, em um galpão na altura do número 28.000 da Avenida Sapopemba. Ele foi “cortado” (teve peças retiradas) por dois rapazes, que ganham R$ 150 por carro desmanchado. A dupla faz o serviço em três horas. Acabaram algemados, no banco de trás de um veículo à paisana da 1.ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Furtos e Roubos de Veículos e Cargas (Divecar). Cabisbaixos, disseram que não poderiam falar mais “para não se complicar”.

F. se mostrou incrédula quando viu, um dia depois, pedaços de seu carro na tela de um computador do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Não reconheceu os “cortadores”. Lembra apenas do ladrão, de estatura mediana, a única engrenagem do crime com a qual teve contato.

João Alkimin: Alguém poderia explicar?…( Pm faz BOPM no local do fato, não encaminha as partes e não registra roubo de veículo ) 42

Primeiramente gostaria de agradecer ao senhor Da Silva, que pede que comentem minha matéria para que eu não fique triste, mas informo-lhe que não precisa se preocupar, pois tenho informações de que sou lido por 2.500 a 3000 pessoas. Informo-lhe também que continuo com rádio, que pode ser sintonizada pelo site www.showtimeradio.com.br e que Percival de Souza, Carlos Brickmann, Palmério Dória, Rui Nogueira e o Desembargador Pedro Glagliardi não é Galhardo, continuam comigo e, hoje retransmitimos a programação para doze emissoras de rádio em todo estado.
Quem não quiser ler sobre o Delegado Conde Guerra pare agora… Pois vou continuar, gostem ou não gostem dizendo da ignominia que fizeram com ele e me espanta que a maioria não faça o mesmo, afinal esse é um espaço democrático que permite que cada um formule sua opinião. Quanto a minha vida anteacta, respondi há 35 processos e em todos fui absolvido por inexistência de crime, portanto, tenho uma certidão de bons antecedentes fornecida pelo Poder Judiciário. Em São José dos Campos fui processado por 22 Delegados de Policia, todos os da cidade e fui absolvido. E volto a reiterar que nada tenho  contra a Instituição Policial, pois falo o que quero e quem se sentir prejudicado dirija-se ao Poder Judiciário. como dizia o matador da máfia “nada é pessoal”.
Quanto ao título “alguém poderia explicar?” é o seguinte: Duas jovens se encontravam em uma salão de beleza, sexta-feira passada inopinadamente um marginal invade o local, em bairro nobre aqui em São José dos Campos, faz as duas de reféns, rouba-lhes dinheiro e, inclusive o automóvel de uma delas. Após o namorado de uma das vítimas chegar, aciona a Policia Militar, que chega 10 minutos depois, efetua o B.O PM e mais nada. Não conduz as vítimas a Delegacia e não lhes informa dessa necessidade.
No sábado uma das vítimas liga para sua Advogada que a conduz a Delegacia, inexplicavelmente o veículo roubado não constava no sistema, pois a Policia Militar não o inseriu, ao que parece também, não comunicou os fatos como era de sua obrigação a Polícia Judiciária.
Isso quer dizer que na melhor das hipóteses o carro ficou rodando, sem queixa de roubo. E indago: E se fosse envolvido num acidente, matando alguém? E se fosse usado em um sequestro? Em um roubo? Como a vitima iria provar que foi roubada? B.O PM em minha opinião é simplesmente interno, é absolutamente necessário que as pessoas exijam serem conduzidas a presença da Autoridade Policial, que é a que pode dar solução a ocorrência.
Não é possível que a Policia Militar queira ter funções de Policia Judiciária. Com certeza essa matéria será lida no Gabinete do Secretário e que providência irá ser tomada?Certamente nenhuma, afinal o erro não foi cometido por Policial Civil, se fosse, a Corregedoria já teria sido acionada.
Por derradeiro, quem não gostar de me ver falando ou escrevendo sobre a canalhice de que foi vítima o Delegado Conde Guerra, por favor, salte minha matéria e leia as anteriores e posteriores, pois continuarei falando até que o mesmo seja reintegrado. E para mim,é difícil entender a postura de alguns, certamente uma minoria que me atacam quando falo dele, mas como vivemos numa democracia, isso é absolutamente normal e a mim não afeta.
Continuarei defendendo a Instituição Policia Civil e os abnegados policiais que são a maioria, que dela fazem parte, E que são massacrados por esse Governo e Governador despótico que trata aos Policiais como cidadãos de segunda classe, contra as arbitrariedades cometidas pela Corregedoria da Policia Civil e, contra o ódio que o secretário de segurança Pública nutre por essa Policia. Tenho certeza que São Paulo é a única unidade da federação em que além de ganhar um salário de fome, não ter condições dignas de trabalho, o Policial Civil ainda é perseguido diuturnamente pela Administração, mas com certeza isso irá passar. Com certeza ai não precisarei mais escrever. E como já disse aqui, não sou, nem serei candidato a nenhum cargo eletivo. Portanto, podem continuar criticando, ou atacando pois não pararei de falar sobre o que acho justo. O único que pode me impedir de escrever é o Administrador do site e ai respeitarei sua opinião.
 João Alkimin

“Estamos com os melhores profissionais de investigação e queremos o mais rápido possível esclarecer o crime”…Geraldo, mas a Polícia Civil – em 7 anos – quase nada fez para esclarecer o assassinato do ROCHINHA…Por que tanto desinteresse? 8

Sua morte não apenas revoltou a todas as pessoas, que viram de perto mais um caso de um brutal assassinato e impunidade, como também entristeceu a família, amigos e muitos vicentinos que perderam um cidadão honesto e solidário, que falava pelos mais necessitados.

Rochinha, ontem, 18 de março, completaria 79 anos.

Quando importantes figuras públicas são assassinadas  à luz do dia  sem que tais crimes sejam esclarecidos, com seus responsáveis identificados e presos,  que  sorte pode esperar o cidadão comum?

Rochinha, 7 anos de silencio e impunidade

Secretaria de Segurança investigada 138

Está para explodir  série de reportagens denunciando  descalabros do governo  na pasta da Segurança Pública,  durante a gestão José Serra.

Escândalos diversos na PM e na PC:  licitações maculadas por acertamentos  grandio$o$, materialização de provas da existência da grampolândia com declarações de políticos ,  promotores , procuradores e desembargadores, inclusive.

Serão denunciados  –  caso não ocorra $ilenciamento  – diversos casos em que agentes públicos foram expostos ou sofreram sanções por contrariedade ao  grupo  de poder.

Diversos delegados –  de notória amizade com a mídia –  estão sendo vítimas de investigações discricionárias, sofrendo ameaças e constrangimentos por seus superiores hierárquicos.

Mais uma vez, querem identificar os CAGUETAS.

E o Pinto está fugindo da imprensa como o diabo foge da cruz. 

CUBATÃO: prefeito CLERMONT CASTOR, vereadores ANIS MALUF e João Santana de Moura Villar, o TUCLA…SÃO VICENTE : jornalista e presidente do PMDB – RICARDO GONÇAVEZ ROCHA ( 30 de março de 2005 )…GUARUJÁ: ROMAZZINI e JOAQUIM…Na Baixada quem não é amigo do LIXEIRO: MORRE ASSASSINADO!…Será que a Polícia Civil mais uma vez falhará na empreitada? 9

Você, querido (a) leitor (a), já ouviu falar que Prefeito vítima de tentativa de homicídio tenha silenciado e embaraçado a ação policial; nem mesmo usando a autoridade de chefe do executivo,  em dois mandatos,  para exigir das autoridades a prisão e punição de seus algozes?

Você, querido (a) leitor (a), já ouviu dizer que um importante vereador (há 30 anos no cargo) – Secretário de Governo, inclusive – suporta calado o brutal homicídio do pai; sem o menor esclarecimento desde 2005  ?

 

Pois bem, no caso de ROCHINHA o filho nem sequer pode usar da autoridade política para exigir esforços e, ainda, acabou silenciando,  a conselho dos amigos, o  JORNAL VICENTINO (do falecido genitor).

Assim disseram para o vereador e para a família: É MELHOR DEIXAR A VIDA SEGUIR… QUEM FEZ ISSO ( os mandantes do assassinato ) É MUITO PERIGOSO!

Pois bem, as cinco vítimas – de cidades diferentes – fizeram oposição ao monopólio regional de prestação de serviços de transporte, segurança privada e limpeza urbana.

Você , prezado ( a) leitor ( a ) , acredita que a imprensa rapidamente esqueceu  desses crimes?

 

Pois é,  na Baixada Santista, há 10 anos,  isso acontece!

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Crimes

OAB ajudará na apuração dos assassinatos de políticos de Guarujá

Eduardo Brandão

Seis disparos calaram o vereador Luís Carlos Romazzini (PT) – uma das poucas vozes da oposição a resistir em Guarujá – na madrugada de 26 de novembro de 2010. No último dia 8, Ricardo Joaquim de Oliveira, exonerado do cargo de secretário de Coordenação Governamental do Município no dia 1º, foi sumariamente executado quando participava de uma reunião do diretório de seu partido, o PPL, por volta das 20h30, em Vicente de Carvalho.
Além da forma brutal como foram executados e das especulações indicando possível motivação política, eles tinham outra similaridade: eram advogados. E as dúvidas e as circunstâncias dos crimes inquietam a advocacia paulista, que decidiu intervir nas investigações para tentar identificar os autores dos assassinatos.

Créditos: Arquivo

Ricardo Joaquim de Oliveira, exonerado do cargo de secretário de Coordenação Governamental do Município, foi assassinado no último dia 8

Por essa razão, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) designou que a Comissão de Acompanhamento de Inquérito dos Advogados Vítimas de Homicídios ajude a Polícia Civil de Guarujá a elucidar os casos.
Por sua vez, a advocacia paulista também pedirá à Promotoria Geral de Justiça que destine um promotor público para se dedicar exclusivamente aos dois episódios. A investigação da execução de Joaquim e o processo criminal do assassinato de Romazzini tiveram sigilo decretado.

Créditos: Arquivo

Luís Carlos Romazzini foi executado com seis tiros em 26 de novembro de 2010

“Confio na figura do delegado (titular da Cidade) Cláudio Rossi, que é um experiente policial. Contudo, acho que ele pode dispor de todo o aparato tecnológico hoje utilizado pelas polícias Militar, Civil e Federal. É necessário que se avance nas investigações”, resume o presidente da OAB/Guarujá, Frederico Gracia.
O representante dos advogados guarujaenses quer que as investigações sejam aprofundada. Para ele, os assassinatos tiveram motivação política, cuja ação foi orquestrada e executada por encomenda. “Por ter uma característica de mando, tem que se chegar ao mandante. Porquê, se ele não for capturado, a impunidade continuará e os crimes não vão parar”.
Sob ordens
A hipótese de Joaquim ter sido executado sob ordens é a que mais convence o presidente da OAB/Guarujá. A linha de raciocínio é embasada por uma conversa que ele teve com o ex-secretário, um dia antes da publicação da exoneração de suas funções públicas (veja abaixo).
“Senti que ele queria desabafar, e fez algumas queixas. Nenhuma diretamente à prefeita – em nenhum momento disse algo que pudesse pôr em dúvida a conduta de (Maria) Antonieta (de Brito – PMDB). Manifestou, em linhas gerais, a sua insatisfação com os rumos políticos da Cidade”.
O armamento utilizado e a forma como o autor do crime se portou reforçam as suspeitas de Gracia. “Era uma arma de uso exclusivo (das Forças Armadas). Os disparos foram em pontos vitais e executados com presteza. Não resta dúvida de que o executor trabalha com segurança pública e sabe manejar arma com perfeição”.
Caso se confirme essa tese, Gracia acredita ser reduzido o leque de eventuais suspeitos. “Cerca de 80% da população de Guarujá não têm condições de contratar um mandante de um crime”.
Advogados mortos
Segundo Gracia, quatro advogados foram assassinados na Cidade, nos últimos cinco anos. “Nem na escuridão da ditadura (militar, 1964-1985) se encontrou um quadro tão assustador como o atual”, disse ele, comentando que. desde 2005, cerca de 40 advogados foram assassinados no Estado. O último caso aconteceu na Zona Leste da Capital.

Matérias relacionadas

https://flitparalisante.wordpress.com/2007/09/15/famoso-jornalista-e-politico-e-executado-em-sao-vicente/

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,ex-vereador-de-cubatao-e-encontrado-morto-em-rodovia,517786,0.htm

https://flitparalisante.wordpress.com/2010/05/20/homicidio-de-tucla-esta-relacionado-com-outras-mortes-violentas-em-cubatao/

Seguindo a lógica vigente em Santos e região  – desde a tentativa de homicídio sofrida pelo prefeito Clermont Castor em 2001;  do homicídio do jornalista ROCHINHA  em 2005 –  PODEM APOSTAR NO BANDIDO.

Crimes de morte  mediante paga, na Baixada Santista,  NÃO SÃO ESCLARECIDOS.

Tenente agredindo soldado da PM na hora de folga 15

Tenente agredindo soldado da PM na hora de folga.Se eles fazem isso com quem é PM, imagina o que fazem com o cidadão comum…Mas isso também não é novidade, pois todos sabem que a polícia gosta de fazer uso de força bruta e descontar sua raiva do mundo em quem não tem como se defender..!!!!Essa é a maravilha do “Sistema” em que vivemos…=P….

Desmilitarização das Polícias já ! 20

Enviado em 16/03/2012 as 18:41 -Policial  Favelado

O policial é um perfeito imbecil! Pelo jeito ele deve ser o policial que está comandando a ação, todavia, vemos que tem cara de bebezão. Os praças que acompanham a operação devem ter muito mais tempo de policia, mas pelo receio de serem enquadrados no maldito e ultrapassado Código Militar, não fazem nada. Não é possível que não irão veicular essas imagens. Talvez pelo fato da vítima também ser PM, os direitos humanos não irão se manifestar, como se esse homem não tivesse honra, filhos ou pais que provavelmente irão ver as imagens do pai apanhando na cara. Desmilitarização das Polícias já.