Roberval muda o discurso: hoje já não descarta a participação de organizações criminosas e afirma que policiais mortos foram heróis ( Na sexta dizia que as mortes eram desonrosas ) 53

24/06/201206h00

Bandidos serão identificados, afirma coronel da PM

DE SÃO PAULO

O comandante-geral da PM de São Paulo, coronel Roberval Ferreira França, 49, disse em entrevista à Folha que “muito em breve” a polícia irá prender os autores dos atentados contra policiais. “A sociedade pode ficar tranquila.”

Divulgação
 Roberval Taylor

O coronel não descarta a participação de organizações criminosas nas ações contra os policiais militares. Ele disse que as investigações estão perto de desvendar e prender os autores dos crimes.

“A polícia não descarta a participação. Mas nós não temos informações que nos levem a essa conclusão. Temos várias linhas de investigações”, diz o comandante.

Para França, o policial morto ontem, Joaquim Cabral de Carvalho, tinha atuação “exemplar” e era “um dos melhores de sua unidade”.

Para a família das vítimas, ele fez um compromisso.

“Os policiais foram heróis e vamos honrar a memória deles investigando os crimes. Em circunstâncias mais adversas, em vez de retroceder, nós nos apresentamos para o combate ao crime.”

190 delivery: agora o cidadão cadastrado também pode notificar a presença de pessoas suspeitas ou a ação contra vizinhos…( E antes? ) 12

‘É quase uma guerrilha urbana’, afirma secretário da Segurança

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

“É quase um tipo de guerrilha urbana pela mobilidade que eles têm e pelo fator surpresa”, afirmou ontem o secretário da Segurança, Antonio Ferreira Pinto, em evento em que o governador Geraldo Alckmin anunciou medidas contra os arrastões.

O governador não comentou os dois últimos casos. Disse que a polícia trabalha na identificação das quadrilhas e 30 pessoas já foram presas -14 casos esclarecidos.

“Isso é uma guerra em que temos de vencer batalhas todos os dias. A polícia está trabalhando”, disse Alckmin.

REDE DE VIZINHOS

No evento, o governador anunciou o início no Estado do Vizinhança Solidária, programa para formar uma rede de comunicação entre os moradores, que poderão acionar a polícia caso percebam atitudes suspeitas na vizinhança.

O início será na terça no Itaim Bibi (zona oeste).

Segundo Roberval França, comandante-geral da Polícia Militar e responsável pelo Vizinhança Solidária, moradores e comerciantes do Itaim Bibi que quiserem aderir deverão participar de uma reunião em que serão orientados.

“Hoje, quem é que liga para o 190?

A própria vítima. Mudamos o padrão nesse caso.

O vizinho cadastrado também pode notificar a presença de pessoas suspeitas ou a ação contra vizinhos”, explicou.

Além de formar essa rede de comunicação, policiais irão a estabelecimentos e condomínios interessados para identificar pontos de vulnerabilidade e sugerir melhorias.

Segundo França, o cadastramento visa demonstrar que a denúncia é “legítima”, e não se trata de trote.

(MG)

Não vale a pena morrer pela PM…( A PM não é mãe, a PM é madrasta e puta; o Comando é seu filho natural ) 62

Comando da PM diz que as mortes não são honrosas

O PCC mata o seu corpo, o Comando mata a sua honra )

Bastidores

Por Marcelo Godoy e William Cardoso 

À tarde, o comandante havia se reunido com chefes dos Comandos de Policiamento da Capital, Metropolitano, de Choque, de Trânsito e Ambiental e teve de enfrentar um dilema. Ele tinha a certeza de que ataques eram localizados, mas considerou que, se outro policial fosse morto, seria criticado por não ter tomado medidas necessárias para defender a tropa.

Os coronéis decidiram fazer um alerta para não serem pegos desprevenidos, como aconteceu em maio de 2006, quando a PM tinha informação de que haveria ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC) e nada fez. Roberval proibiu os coronéis de darem entrevistas desde as 10h desta sexta-feira.

O comandante disse na reunião que dois casos já estão praticamente esclarecidos e as notícias “não são muito honrosas para a corporação” – há suspeita de envolvimento de PMs com bandidos.

Em outro caso, em academia na zona leste, investiga-se hipótese de crime passional.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Agência Estado – Uma empresa do Grupo Estado – Copyright © 2012 – Todos os direitos reservados

fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/em-alerta-apos-execucao-de-policiais-pm-reforca-efetivo

PCC executa mais um PM…( O Secretário continua dando duro e tomando Dreher ) 30

7º vítima

Ataques continuam e mais um policial militar é morto

De A Tribuna On-line

Agência Estado

Na manhã deste sábado, mais um policial foi assassinado na Capital. O cabo Joaquim Cabral de Carvalho, pertencente ao 32º Batalhão de São Paulo, morreu em Ferraz de Vasconcelos, em São Paulo. Outros seis policiais foram mortos nosúltimos dias.
Por volta das 6h da manhã, o cabo, que estava em frente a garagem de ônibus da empresa em que trabalhava como segurança, foi atingido por vários tiros. A maioria dos tiros foram na cabeça da vítima. Testemunhas afirmam que os criminosos não se preocuparam em esconder a ação das pessoas que caminham pelo local.
De acordo com a Polícia Civil da região, um carro passou algumas vezes pelo local, até que três pessoas desceram e atingiram o policial militar. A perícia segue sendo realizada e, por enquanto, ninguém foi preso.
Ataques
A Polícia Militar admitiu que os quase 100 mil policiais do Estado de São Paulo estão em alerta após os ataques  O efetivo nas ruas também será reforçado. Em carta aberta à corporação, o comandante da PM, coronel Roberval Ferreira França, recomendou “cautela redobrada” e sugeriu que policiais evitem “lugares de risco”.
Reportagem desta sexta-feira, publicada no jornal Folha de S.Paulo, afirma que a Corregedoria da Polícia Militar e o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), investigam a suspeita de que as recentes mortes tenham sido retaliação da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) contra a operação das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), que matou seis homens em maio, na zona leste de São Paulo.
Na madrugada de sexta-feira, duas bases foram atacadas por criminosos, provocando uma sensação de insegurança entre os próprios policiais.
Nesta sexta-feira, em reunião entre o comandante-geral da PM, Roberval França, e os comandantes de toda a capital, Região Metropolitana, policiamento de choque, trânsito e ambiental, houve um dilema. Havia certeza de que os ataques eram localizados, mas, se outro policial fosse morto na zona leste, por exemplo, haveria a crítica de que não tomaram as medidas necessárias para defender a tropa. Os coronéis decidiram fazer um alerta para não serem pegos desprevenidos, como aconteceu em maio de 2006, quando tinham a informação de que haveria ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC) e nada fizeram.
A PM reforçou o patrulhamento, principalmente nas zonas sul e leste, com Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), Batalhão de Choque, Comando de Operações Especiais (COE), 253 policiais, 57 viaturas e 20 motos.
Havia a previsão de que fossem realizados até 20 bloqueios por área. Houve a determinação também para que policiais em serviço administrativo assumissem postos nas ruas e aqueles que estão em recesso permanecessem dentro dos quartéis.

Criminosos queimam ônibus e atacam base da PM em Diadema (SP) 8

23/06/2012- 05h40

DE SÃO PAULO

Atualizado às 07h30.

Criminosos atearam fogo em um ônibus e tentaram atacar uma base da Polícia Militar com um carro em chamas no início da madrugada deste sábado (23), em Diadema, na Grande SP.

O ataque ao ônibus aconteceu no começo da madrugada, na esquina das avenidas dos Signos e Afonso Monteiro da Cruz, no Parque Real, próximo à divisa com a cidade de São Paulo.

Segundo testemunhas, dois homens encapuzados, carregando um galão de gasolina, entraram no ônibus que fazia a linha 21DP (Terminal Diadema – Terminal Piraporinha) durante a parada do veículo em um ponto. Eles teriam então avisado ao motorista, ao cobrador e o único passageiro que iriam incendiar o carro, e que estes pegassem seus pertences. Ninguém ficou ferido e nada foi roubado.

Quase simultaneamente, um carro foi incendiado e jogado em cima de uma base móvel da Polícia Militar na rua José Bonifácio, no bairro Serraria, também em Diadema. O veículo desviou da rota atingindo outro carro estacionado.

Segundo testemunhas, houve disparos no momento da ação. A Polícia Militar nega.

O primeiro caso foi registrado no 1º DP da cidade. O segundo caso foi para o 3º DP.

Eduardo Anizelli/Folhapress
Ônibus é incendiado por criminosos encapuzados em Diadema, na região metropolitana de São Paulo
Ônibus é incendiado por criminosos encapuzados em Diadema, na região metropolitana de São Paulo

ALERTA

Polícia Militar de São Paulo entrou em estado de alerta ontem devido aos ataques a bases da corporação e às mortes de PMs registrados nos últimos dias. Policiais do setor administrativo irão reforçar o policiamento nas ruas hoje e amanhã. As folgas de todos os integrantes da tropa foram suspensas.

O comandante-geral Roberval Ferreira França enviou uma carta ontem a todos os PMs determinando “conduta de segurança especial”, “que ocorrências policiais sejam atendidas por dois carros” e também “cautela redobrada com a aproximação de carros, motos e pessoas”.

AS MORTES

Na noite de quinta, o soldado Paulo César Lopes Carvalho foi baleado na cabeça dentro de um mercado no Capão Redondo (zona sul); na madrugada de ontem, o soldado Osmar Santos Ferreira foi atacado quando ia de moto para o trabalho.

Ao todo, entre o dia 13 e ontem, cinco PMs foram mortos nas zonas leste (3) e sul (2) de São Paulo em ataques com características de crimes encomendados. Duas bases da PM na zona leste também foram atacadas a tiros.

Todos os cinco PMs mortos estavam fora do horário de trabalho e sem farda. Investigações sigilosas da Corregedoria da PM e do DHPP (departamento de homicídios), da Polícia Civil, apuram se as cinco mortes têm ligação.

Serviços de inteligências das polícias Civil e Militar apuram se os homicídios podem ser uma retaliação da facção criminosa PCC à operação da Rota (espécie de tropa de elite da PM) que matou seis homens em maio, na zona leste de São Paulo.

Um dos mortos pela Rota, Anderson Minhano, 31, chegou a ser preso, mas foi morto após ter sido torturado em uma rodovia. Ele era suspeito de ter matado, em abril, o PM Elias Barbosa dos Santos.

Três homens da Rota acusados de matar Minhano foram presos.

Há, ainda, a suspeita de que a transferência, na semana passada, de um dos chefes do PCC para o presídio de Presidente Bernardes –onde o preso fica 23 horas por dia isolado– também tenha contribuído para os ataques.

PM é assassinado na Grande SP 4

Policial foi cercado e fuzilado em seu carro

Um policial militar foi morto a tiros no bairro Vila Central, em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, por volta das 6h deste sábado.
De acordo com a polícia, o PM estava em seu carro, quando foi cercado por criminosos. Eles atiraram diversas vezes contra a vítima, que estava de folga e à paisana. O policial foi levado ao Hospital Regional de Ferraz, mas não resistiu aos ferimentos.
Este foi o quinto PM assassinado esta semana em São Paulo. Apenas uma destas mortes não tem indícios de execução premeditada.

Carro da Polícia Civil é atingido por tiros na zona leste de SP 40

22/06/2012-18h44

ANDRÉ CARAMANTE DE SÃO PAULO

Um carro da Polícia Civil foi atingido por vários tiros por volta das 16h10 desta sexta-feira na avenida Doutor Assis Ribeiro, na região de Cangaíba, na zona leste de São Paulo.

Mais um PM é morto a tiros na zona sul de SP; base é atacada Em carta, comandante da PM admite estado de alerta em SP

O veículo alvejado era da 10º Distrito Policial (Penha) e nenhum policial ficou ferido.

O ataque ao carro da Polícia Civil da tarde desta sexta ocorre na semana em que uma série de ataques a PMs foi registrada em São Paulo. Até a madrugada de hoje, chega a cinco o número de PMs mortos fora do horário do trabalho, desde o dia 13.

Existe a suspeita de que as mortes tenham sido retaliação da facção criminosa PCC contra a operação da Rota (tropa de elite da PM) que matou seis homens no fim de maio, na zona leste de São Paulo.

Em carta, o comandante-geral da PM, coronel Roberval Ferreira França, admitiu que a PM está em estado de alerta por causa dos ataques.

De acordo com a carta de França, “todas as patrulhas em serviço estão com orientação de conduta de segurança especial, com atendimento de ocorrência em pares de viaturas e cautelas redobradas no atendimento de ocorrências e na aproximação de veículos, motos e pessoas suspeitas”.

FOLHA DE SÃO PAULO

APÓS 23:00H DESTA NOITE, O PCC (PARTIDO QUE NÃO EXISTE) VAI ATACAR BASES PM E DP´S, VIATURAS E POLICIAIS 58

Enviado em 22/06/2012 as 19:27 – TODO CUIDADO É POCUO

DR.GUERRA: POR FAVOR,  GOSTARIA DE ALERTAR OS COLEGAS, PC OU PM, QUE APÓS 23:00H DESTA NOITE, O PCC (PARTIDO QUE NÃO EXISTE) VAI ATACAR BASES PM E DP´S, VIATURAS E POLICIAIS. (SEGUNDO FONTES INTERNAS DA PC) VAMOS FICAR ESPERTOS, IRMÃOS. SÓ SÃO JORGE PARA NOS DEFENDER, PORQUE SE DEPENDER DO PINTO E OUTROS, ESTAMOS F….IDOS…. NÃO DEIXARAM COMUNICAR OFICIALMENTE.

João Alkimin: O PSDB, o PCC e agora… As milícias. 58

O PSDB foi o real criador da organização criminosa PCC, pois a anos atrás – e já contei neste mesmo espaço essa história – o então Juiz Corregedor dos presídios e da Policia judiciária, Doutor Haroldo Pinto da Luz Sobrinho informou a todos que estava em gestação nos presídios uma organização criminosa que se auto intitulava “serpentes negras”, as autoridades desmentiram e denegriram a imagem do Magistrado, que foi ‘promovido’ a Juiz do extinto Tribunal de Alçada Criminal. Passado um tempo assumiu a Corregedoria da SAP o Desembargador Renato Laércio Talli que reiteradamente denunciou a criação de um grupo criminoso no interior dos presídios, auto denominado “PCC”, novamente as autoridades do Governo do PSDB dessa vez capitaneadas pelo então Secretário João Benedito de Azevedo Marques,vieram a público e disseram que : “O tal PCC é uma escola de samba que foi criada nos presídios” e, hoje quem dança somos nós. Em menos de 48 horas inúmeros policiais foram mortos e o Secretário da Segurança (?) vem a público com informações a população alarmada, que para ser elegante são no mínimo bisonhas, por zombarem de nossa inteligência. Senhor Secretário, eu sei que o senhor lê este jornal eletrônico, não zombe da população, não queira nos outorgar diplomas de palhaços, pois não o somos. Diferentemente do afirmado pelo senhor, o PCC está vivo, atuante e matando, para desgraça de todos nós e o senhor continua agindo como se nenhum problema existisse. Até quando Policiais Civis e Militares serão mortos por essa maldita organização? Que parece estar hoje mais poderosa que o próprio Estado… Seria melhor que a tal inteligência policial parasse de bisbilhotar jornais eletrônicos e se dedicasse com afinco a combater esse câncer que se chama PCC. Demitir um Policial como fizeram com o Delegado Frederico, Conde Guerra, Bibiano, Carlos Andrade e inúmeros outros é muito simples, basta assinar um pedaço de papel. Agora, combater uma organização criminosa como o PCC, requer inteligência e coragem. A revista Veja comparou o Secretário ao célebre J. Edgar Hoover, aquele diretor do FBI, a polícia federal americana, que se manteve durante muitos anos a frente da Instituição a custa de ameaçar com escândalos todos os Presidentes Americanos a quem deveria servir e, em realidade tinham medo de Hoover, chegando ao descalabro de ameaçar, denunciar que a mulher de um dos Presidentes seria lésbica. Mas o que os aproxima é outro detalhe, é que Hoover até sua morte negava a existência da mafia e o Secretário nega sistematicamente a existência do PCC. A insegurança que hoje assola nosso Estado está propiciando a criação de milícias, talvez mais nefastas que o próprio PCC, é só ver o caso do Rio de Janeiro. Depois que essa desgraça se instalar em São Paulo certamente será mais perigosa que o próprio PCC e a população amedrontada, enjaulada, porque talvez o Secretário não saiba mas é assim que vivemos enquanto os marginais vivem a solta, em um primeiro momento irá aplaudir a criação de milícias e quando se der conta estaremos enredados numa teia sem possibilidade de volta. Hoje para se ter um pouco mais de segurança, ou de sensação de segurança criou-se a operação delegada, em que o Policial ganha uma miséria a mais para trabalhar muito mais, isso é desumano! O cinismo e o descaso chegaram a ponto das autoridades policiais recomendarem a donos de restaurantes a colocação de câmeras de filmagem e melhor iluminação. Tomem vergonha! Segurança é responsabilidade única do Estado, os homens de bem não podem portar armas, nem todos podem ter carros blindados, quando matam um assaltante em legítima defesa são autuados em flagrante por um Delegado de Policia que não quis assumir a responsabilidade por seus atos. E relembro aqui as palavras do eminente Desembargador Pedro Luis Ricardo Gagliardi ” O DELEGADO DE POLÍCIA É O PRIMEIRO JUIZ DA CAUSA.”, agora se o próprio primeiro juiz da causa tem medo, provavelmente da Corregedoria, ou talvez do Ministério Público, estamos todos perdidos. Indago : O que fazer? Não vejo nenhuma solução com a atual Administração da Segurança Pública de São Paulo, que zomba de todos os paulistas e permite que Policiais sejam assassinados e continuam negando o óbvio. Que persegue diuturnamente a Instituição Polícia Civil que hoje está – e não lhe faltam motivos – amedrontada, com medo de trabalhar pois, se o fizerem correm o risco de serem demitidos e jogados na rua da amargura juntamente com suas famílias. Portanto, não posso criticar aqueles Policiais Civis que se recusam a trabalhar, afinal, quando forem punidos a mesma sociedade que lhes pediu socorro irá lhes virar as costas.
João Alkimin

João Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/

Comandante da PM é outro comédia: FEZ DISTRIBUIR 100 MIL SANTINHOS PARA PROTEÇÃO DA TROPA…Brevemente serão distribuidos 100 mil MacGyver…( Logo algum jornalista amigo do Pinto escreverá que os ataques são explorados pela banda podre da Polícia Civil para derrubar o Secretário ) 17

22/06/2012-14h03

Comando da PM elabora carta para tranquilizar policiais após ataques

ANDRÉ CARAMANTE DE SÃO PAULO

O Comando Geral da Polícia Militar de São Paulo passou a última noite redigindo uma carta para ser distribuída aos cerca de cem mil policiais militares do Estado.

Mais um PM é morto a tiros na zona sul de São Paulo Morte de PMs de folga cresce 41% no Estado de SP

O objetivo do documento é tentar amenizar a tensão dos PMs por conta dos ataques de criminosos na cidade de São Paulo e que já vitimaram seis policiais –cinco deles com características de crime encomendado.

A assessoria do comando geral confirmou nesta manhã a existência da carta aos PMs.

Na noite desta sexta-feira, o coronel Roberval Ferreira França sairá às ruas para comandar pessoalmente uma operação com 1.500 policiais militares. A intenção do oficial é transmitir segurança aos comandados.

Entre o dia 13 e a manhã desta sexta-feira, seis policiais militares foram assassinados a tiros na cidade de São Paulo. Em apenas um dos casos, ocorrido em Pirituba (zona oeste de São Paulo), há indicação de que o PM foi morto ao reagir a uma tentativa de assalto contra um mercado.

Os casos nos quais os PMs foram mortos com características de crime encomendado ocorreram na zona leste (3) e na zona sul (2). Esses dois últimos foram na noite de quinta-feira e no fim da madrugada de hoje.

Duas bases da PM, ambas na zona leste paulistana, também foram atacadas a tiros. Nenhum policial militar foi ferido nos atentados.

De acordo com o secretário da Segurança Pública de Geraldo Alckmin (PSDB), Antonio Ferreira Pinto, as cinco mortes dos PMs com características de crime encomendado não têm ligação e são fatos isolados.

Veja imagens

PCC X ROTA

Existe a suspeita de que as mortes com característica de crime encomendado tenham sido retaliação do grupo criminoso PCC contra a operação da Rota (espécie de tropa de elite da PM) que matou seis homens no fim de maio, na zona leste de São Paulo.

O bar onde a Rota matou cinco desses suspeitos de integrar o PCC foi incendiado na noite de ontem.

A possível retaliação contra os PMs também é reforçada porque um dos seis mortos na operação em maio chegou a ser preso no local do suposto tiroteio entre membros do PCC e policiais, mas foi levado para a rodovia Ayrton Senna, torturado e, depois, morto.

O sargento Carlos Aurélio Nogueira, 42, o soldado Marcos Aparecido da Silva, 37, e o cabo Levi Cosme da Silva Júnior, 34, foram presos pela morte de Anderson Minhano, 31. Ele teria sido levado para a rodovia porque já era investigado pela morte do PM Elias Barbosa dos Santos, 38, em Itaquaquecetuba (Grande São Paulo), um mês antes.

“Ouvi boatos de dentro da PM, falando que eles tinham recebido a informação de que iriam morrer dois policias por região, em resposta à morte de homens do PCC” 27

SP: policial relata ameaças de que morreriam 2 PMs por região

22 de junho de 2012  12h22  atualizado às 12h35

Thiago Tufano Direto de São Paulo

Após as recentes mortes de policiais em São Paulo, alguns PMs mostram receio do que podem encontrar nas ruas. O Terra conversou com policiais em serviço nesta sexta-feira e a maioria foi contundente em dizer que a ordem é permanecer em alerta. Um PM que estava de serviço na região central de São Paul disse que há uma semana se ouvia falar em ataques na capital. “Ouvi boatos de dentro da PM, falando que eles tinham recebido a informação de que iriam morrer dois policias por região, em resposta à morte de homens do PCC”, disse o policial, que não quis se identificar, se referindo ao Primeiro Comando da Capital – facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios paulistas.

O policial lembra que em 2006, quando houve uma série de ataques, a corporação também foi pega de surpresa. “Naquele ano foi igual, só ficaram sabendo depois que ‘estourou a bomba'”, completou.

Outro soldado, que também pediu para não ser identificado, relatou que está apreensivo com os ataques. “Estou apreensivo, mas estamos preparados”, disse. Quando perguntado sobre as chances de ocorrer um fato semelhante ao de 2006, ele foi enfático: “não, isso não vai acontecer. Acho difícil, porque naquela ocasião a gente perdeu muito, mas eles perderam muito mais do que a gente”, disse.

Quando perguntado sobre as orientações do alto comando, o PM disse que recebeu orientação para tomar cuidado quando estiver à paisana. “No horário de trabalho não recebemos orientação nenhuma, mas nas nossas folgas fomos aconselhados a dobrar a atenção”, disse.

Sequência de crimes Um policial militar foi morto a tiros no final da madrugada desta sexta-feira, na região do Grajaú, zona sul de São Paulo. Segundo informações da assessoria da Polícia Militar, o PM foi alvejado por volta das 5h, na avenida Prefeito Lauro. Ferido, o policial, que não teve o nome divulgado, foi encaminhado ao Pronto-Socorro do Grajaú, mas não resistiu aos ferimentos. O crime é mais um da recente onda de ataques a policiais em São Paulo.

Ainda na madrugada de hoje, uma base da Polícia Militar foi alvo de tiros na região de Itaquera, na zona leste de São Paulo. Segundo informações da Polícia Militar, o ataque ocorreu na rua Joapitanga, por volta das 2h. Apenas um policial estava no local no momento do ataque, e conseguiu se esconder agachado. Além da base, os tiros acertaram a janela de uma residência e vários carros. Um criminoso foi preso em uma perseguição, mas de acordo com a PM não há confirmação se os envolvidos são os autores dos disparos.

Na noite de ontem, um policial acabou morrendo durante um confronto com criminosos na rua Henrique Sam Mindlin. Segundo a Polícia Militar, Paulo César Lopes Carvalho estava à paisana em um mercado na rua Henrique Sam Mindlin, quando três criminosos chegaram ao local para uma tentativa de assalto. Carvalho, que tinha 15 anos de corporação, reagiu e acabou sendo baleado na cabeça. Um dos criminosos foi atingido pelo PM, e também morreu. Os outros dois suspeitos fugiram em uma moto.

Todos estes crimes, associados ao ataque à uma base policial em São Mateus e à morte de um policial em Pirituba gera a expectativa sobre uma onda de ataques. Porém, o secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, acredita que os ataques são “isolados” e não há ligações com facções criminosas. “É evidente que é uma ação de alto risco da polícia que combate a criminalidade e é de se esperar essas represálias isoladas, sem nada orquestrado, sem nada planejado. Estamos tranquilos com relação a isso. Não há nenhuma conotação com represália ou qualquer ação desse tipo”, afirmou o secretário, em entrevista concedida na manhã da última quinta-feira, antes dos crimes em Itaquera, Capão Redondo e Grajaú.

Delegado do 98º DP erra fragorosamente e faz afirmação absurda: cabe ao Poder Judiciário analisar se houve legítima defesa…( Sim, especialmente quando o Delegado que tinha o dever inicial de analisar os fatos foi omisso, inepto ou arbitrário ) 106

Comerciante é preso por duplo homicídio ao reagir e matar assaltantes na zona sul

Delegado afirma que cabe ao Poder Judiciário analisar se houve legítima defesa

21 de junho de 2012 | 6h 49

SÃO PAULO – Depois de reagir a um assalto em seu estabelecimento na região de Cidade Dutra, em São Paulo, e matar os dois invasores, o comerciante Jefferson Fiúza de Morais, de 28 anos, foi preso em flagrante acusado de duplo homicídio.   De acordo com a polícia, os mortos são Adriano Francisco Santiago, 25, e um adolescente de 17 anos.

A vítima foi feita refém e trancada num cômodo. Quando os dois homens mortos entraram na sala, o comerciante, que pratica tiros, tem porte de arma  e uma pistola legalizada, de acordo com a polícia, sacou a arma de uma mochila. Nesse momento, um dos assaltantes, também armado, atirou.

Segundo o delegado Altamir Galdino, do 98º Distrito Policial, do Jardim Miriam, o comerciante praticamente descarregou boa parte da munição da pistola contra os criminosos, que efetuaram apenas um tiro. Um dos assaltantes foi baleado três vezes; o outro, cinco, segundo Galdino.

O delegado, ao atuar o comerciante em flagrante por duplo homicídio e mantê-lo preso, afirmou, em boletim de ocorrência, que “quanto à possibilidade de reconhecimento de legítima defesa, submeto à analise do Poder Judiciário”, pois não cabe a ele analisar se foi ou não legítima defesa.