Brickmann para o Observatório da Imprensa – Prender, depois perguntar 11

Prender, depois perguntar

Um detalhe vem passando despercebido na terrível notícia de que policiais paulistas encarregados de combater o tráfico de entorpecentes foram presos, acusados exatamente de participar do tráfico de entorpecentes: o chefe do Serviço de Inteligência do Denarc, Departamento de Narcóticos da Polícia Civil, delegado de carreira, foi preso e sua prisão, como não poderia deixar de ser, foi amplamente divulgada. No dia seguinte, a Justiça o libertou; e o Ministério Público, que havia pedido a prisão, concordou com a libertação, já que nada havia contra ele. Este colunista não entende:

– Se nada havia contra ele, por que foi preso, com as consequências previsíveis para sua família, seus filhos na escola? Não importa a destruição de sua reputação?

2 – Se o objetivo era apenas ouvi-lo, por que a prisão? O correto é chamar o cavalheiro a depor; caso não se apresente espontaneamente, deve ser conduzido ao depoimento (“sob vara”, coercitivamente). Em geral, para que uma pessoa seja interrogada coercitivamente, basta que um policial – ou, no caso, delegado do mesmo nível hierárquico – vá buscá-lo. Em último caso, determina-se a prisão. Prisão, com fotos, filme, divulgação, não é comprimidinho para dor de cabeça, que mal não faz, mesmo que o problema continue a existir; prisão é coisa séria, já que envolve reputação, família, carreira. Não é para ser usada à vontade.

3 – Como no caso do cirurgião da antiga piada, comunicando ao paciente que, por engano, cortara os testículos em vez das amígdalas, que é que se vai fazer? Pedir desculpas? Deixar pra lá? Esquecer que, a cada vez que o nome do delegado for consultado no Google, lá estarão as notícias de sua prisão por motivo vexaminoso (e falso, só que isso não estará nessas notícias)? E aquela ideia tão popular neste país, “ele deu um jeito de se esquivar”, como é que vão tirá-la da cabeça da opinião pública? Qual o tipo de punição para os responsáveis pela prisão que, ao que eles mesmos disseram, foi feita sem que nada houvesse contra o preso? Ficarão um dia sem sobremesa? Ou serão aposentados compulsoriamente, com aposentadoria integral, ganhando sem trabalhar?

Houve época em que os grandes jornais fariam editoriais sobre o tema e pediriam a importantes juristas que escrevessem sobre isso. Ainda bem que, hoje, há confortáveis poltronas para que o consumidor de informação espere sentado.

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UM ANO ANTES DA GREVE DE 2008 – LEI COMPLEMENTAR Nº 1.020, DE 23 DE OUTUBRO DE 2007 – Institui Gratificação por Acúmulo de Titularidade – GAT para os integrantes da carreira de Delegado de Polícia 24

Enviado em 27/07/2013 as 13:42 – CARMELO REGO

Dr. Guerra, por gentileza, publique este post de forma destacada, para esclarecer aos policiais civis que levianamente dizem que apenas os delegados ganharam algo com a greve de 2008. A Lei que instituiu a Gratificação por Acumulo de Titularidade GAT é a Lei Complementar 1.020 e foi promulgada em 23 de outubro de 2007.

PORTANTO, QUASE UM ANO ANTES DA GREVE DE 2008.

LEI COMPLEMENTAR Nº 1.020, DE 23 DE OUTUBRO DE 2007

Institui Gratificação por Acúmulo de Titularidade – GAT para os integrantes da carreira de Delegado de Polícia, altera as Leis Complementares nº 689, de 13 de outubro de 1992, nº 696, de 18 de novembro de 1991 e nº 975, de 6 de outubro de 2005, e dá providências correlatas

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:

Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei complementar:

Artigo 1º – Fica instituída Gratificação por Acúmulo de Titularidade – GAT para os integrantes da carreira de Delegado de Polícia designados, excepcionalmente, para responderem cumulativamente pelo comando de unidades e equipes operacionais e de plantão dos órgãos de execução da Polícia Civil, por período igual ou superior a 15 (quinze) dias, vedada mais de uma designação para o mesmo período.

Parágrafo único – As designações de que trata o “caput” deste artigo poderão ser efetuadas nos casos de ausência, impedimentos legais e regulamentares do titular.

Artigo 2º – A Gratificação por Acúmulo de Titularidade – GAT será calculada na base de 1/30 (um trinta avos) sobre o valor do respectivo padrão de vencimento do Delegado de Polícia designado e paga por dia de efetiva cumulação.

Parágrafo único – Fica vedado o percebimento da gratificação de que trata este artigo em quaisquer hipóteses de ausências, afastamentos e licenças do Delegado de Polícia designado.

Artigo 3º – A Gratificação por Acúmulo de Titularidade – GAT não será incorporada e nem computada para quaisquer efeitos legais, e sobre ela não incidirão vantagens de qualquer natureza e nem os descontos relativos à assistência médica e contribuição previdenciária.

Artigo 4º – Para fins do disposto no artigo 1º desta lei complementar, será efetivada, por decreto, a prévia identificação das unidades e equipes operacionais e de plantão dos órgãos de execução da Polícia Civil, bem como a fixação das demais diretrizes que se fizerem necessárias.

Artigo 5º – Os dispositivos adiante mencionados da Lei Complementar nº 689, de 13 de outubro de 1992, que instituiu Adicional de Local de Exercício aos integrantes da Polícia Militar do Estado, passam a vigorar com a seguinte redação:

I – o artigo 2º, alterado pelo inciso I do artigo 3º da Lei Complementar nº 830, de 15 de setembro de 1997:

“Artigo 2º – As Organizações Policiais Militares (OPMs) serão classificadas em resolução, mediante a observância dos seguintes critérios:

“I – Local I – quando a OPM estiver sediada em Município com população inferior a 200.000 (duzentos mil) habitantes;

“II – Local II – quando a OPM estiver sediada em Município com população igual ou superior a 200.000 (duzentos mil) habitantes;

“III – Local III – quando a OPM estiver sediada em Município com população igual ou superior a 500.000 (quinhentos mil) habitantes.” (NR);

II – o artigo 3º, alterado pelo inciso III do artigo 14 da Lei Complementar nº 957, de 13 de setembro de 2004:

“Artigo 3º – Os valores do Adicional de Local de Exercício ficam fixados na seguinte conformidade:

“I – para o Local I:

“a) R$ 1.008,00 (mil e oito reais), para o ocupante do posto de Coronel PM, Tenente Coronel PM, Major PM, Capitão PM, Tenente PM e para o Aspirante a Oficial PM;

“b) R$ 408,00 (quatrocentos e oito reais), para o ocupante da graduação de Subtenente PM, Sargento PM ou Cabo PM;

“c) R$ 358,00 (trezentos e cinqüenta e oito reais), para o ocupante da graduação de Soldado PM;

“II – para o Local II:

“a) R$ 1.226,00 (mil duzentos e vinte e seis reais), para o ocupante do posto de Coronel PM, Tenente Coronel PM, Major PM, Capitão PM, Tenente PM e para o Aspirante a Oficial PM;

“b) R$ 626,00 (seiscentos e vinte seis reais), para o ocupante da graduação de Subtenente PM, Sargento PM ou Cabo PM;

“c) R$ 576,00 (quinhentos e setenta e seis reais), para o ocupante da graduação de Soldado PM;

“III – para o Local III:

“a) R$ 1.575,00 (mil quinhentos e setenta e cinco reais), para o cargo de Comandante Geral PM, e ao ocupante do posto de Coronel PM, Tenente Coronel PM, Major PM, Capitão PM ou Tenente PM e para o Aspirante a Oficial PM;

“b) R$ 975,00 (novecentos e setenta e cinco reais), para o ocupante da graduação de Subtenente PM, Sargento PM ou Cabo PM;

“c) R$ 925,00 (novecentos e vinte e cinco reais), para o ocupante da graduação de Soldado PM;

d) R$ 745,00 (setecentos e quarenta e cinco reais), para o Aluno Oficial.” (NR);

III – o artigo 5º:

“Artigo 5º – O Policial Militar perderá o direito ao Adicional de Local de Exercício nas hipóteses de afastamentos, licenças e ausências de qualquer natureza, salvo nos casos de faltas abonadas, férias, licença-prêmio, licença a gestante, licença adoção, licença paternidade, licença ou afastamento para tratamento de saúde em razão de ter sido vítima de crime ou atentado no exercício ou em razão de suas atribuições ou acometido de doença profissional, gala, nojo e júri.” (NR)

Artigo 6º – Os dispositivos adiante mencionados da Lei Complementar nº 696, de 18 de novembro de 1992, que instituiu Adicional de Local de Exercício aos integrantes da Polícia Civil do Estado, passam a vigorar com a seguinte redação:

I – o artigo 2º, alterado pelo inciso I do artigo 4º da Lei Complementar nº 830, de 15 de setembro de 1997:

“Artigo 2º – As Unidades Policiais Civis (UPCVs) serão classificadas em resolução, mediante a observância dos seguintes critérios:

“I – Local I – quando a UPCV estiver sediada em Município com população inferior a 200.000 (duzentos mil) habitantes;

“II – Local II – quando a UPCV estiver sediada em Município com população igual ou superior a 200.000 (duzentos mil) habitantes;

“III – Local III – quando a UPCV estiver sediada em Município com população igual ou superior a 500.000 (quinhentos mil) habitantes.” (NR);

II – o artigo 3º, alterado pelo inciso IV do artigo 14 da Lei Complementar nº 957, de 13 de setembro de 2004:

“Artigo 3º – Os valores do Adicional de Local de Exercício ficam fixados na seguinte conformidade:

“I – para o Local I:

“a) R$ 1.008,00 (mil e oito reais), para a carreira de Delegado de Polícia, Médico Legista ou Perito Criminal;

“b) R$ 408,00 (quatrocentos e oito reais), para a carreira de Investigador de Polícia, Escrivão de Polícia, Auxiliar de Necropsia, Papiloscopista Policial, Desenhista Técnico-Pericial, Agente de Telecomunicações Policial ou Fotógrafo Técnico-Pericial;

“c) R$ 358,00 (trezentos e cinqüenta e oito reais), para a carreira de Atendente de Necrotério Policial, Auxiliar de Papiloscopista Policial, Agente Policial ou Carcereiro;

“II – para o Local II:

“a) R$ 1.226,00 (mil duzentos e vinte e seis reais), para a carreira de Delegado de Polícia, Médico Legista ou Perito Criminal;

“b) R$ 626,00 (seiscentos e vinte seis reais), para a carreira de Investigador de Polícia, Escrivão de Polícia, Auxiliar de Necropsia, Papiloscopista Policial, Desenhista Técnico-Pericial, Agente de Telecomunicações Policial ou Fotógrafo Técnico-Pericial;

“c) R$ 576,00 (quinhentos e setenta e seis reais), para a carreira de Atendente de Necrotério Policial, Auxiliar de Papiloscopista Policial, Agente Policial ou Carcereiro;

“III – para o Local III:

“a) R$ 1.575,00 (mil quinhentos e setenta e cinco reais), para o Delegado Geral de Polícia e para a carreira de Delegado de Polícia, Médico Legista ou Perito Criminal;

“b) R$ 975,00 (novecentos e setenta e cinco reais), para a carreira de Investigador de Polícia, Escrivão de Polícia, Auxiliar de Necropsia, Papiloscopista Policial, Desenhista Técnico-Pericial, Agente de Telecomunicações Policial ou Fotógrafo Técnico-Pericial;

“c) R$ 925,00 (novecentos e vinte e cinco reais), para a carreira de Atendente de Necrotério Policial, Auxiliar de Papiloscopista Policial, Agente Policial ou Carcereiro.” (NR);

III – o artigo 5º:

“Artigo 5º – O Policial Civil perderá o direito ao Adicional de Local de Exercício nas hipóteses de afastamentos, licenças e ausências de qualquer natureza, salvo nos casos de faltas abonadas, férias, licença-prêmio, licença a gestante, licença adoção, licença paternidade, licença ou afastamento para tratamento de saúde em razão de ter sido vítima de crime ou atentado no exercício ou em razão de suas atribuições ou acometido de doença profissional, gala, nojo e júri.” (NR)

Artigo 7º – Os dispositivos adiante mencionados da Lei Complementar nº 975, de 6 de outubro de 2005, que dispõe sobre os vencimentos e salários dos servidores que especifica e dá providências correlatas, passam a vigorar com a seguinte redação:

I – o inciso I do artigo 9º:

“I – quando o policial civil prestar serviços em Município com população inferior a 200.000 (duzentos mil) habitantes:

“a) R$ 1.290,00 (mil duzentos e noventa reais), quando integrar a carreira de Agente Policial, Carcereiro, Auxiliar de Papiloscopista Policial, Atendente de Necrotério Policial, PapiloscopistaPolicial, Desenhista Técnico-Pericial, Auxiliar de Necropsia, Agente de Telecomunicações Policial ou Fotógrafo Técnico-Pericial;

“b) R$ 1.310,00 (mil trezentos e dez reais), quando integrar a carreira de Investigador de Polícia ou Escrivão de Polícia;

“c) R$ 3.000,00 (três mil reais), quando integrar a carreira de Delegado de Polícia, Médico Legista ou Perito Criminal;” (NR);

II – o parágrafo único do artigo 9º:

“Parágrafo único – A retribuição total mensal, para fins do disposto neste artigo, é o somatório de todos os valores percebidos pelo policial civil, em caráter permanente, tais como o padrão, a gratificação pela sujeição ao Regime Especial de Trabalho Policial, o adicional por tempo de serviço, a sexta-parte, o adicional de insalubridade, a Gratificação de Atividade de Polícia, o Adicional de Local de Exercício, a Gratificação de Compensação Orgânica, a gratificação “pro labore”, a gratificação de representação e outras gratificações incorporadas ou não, asseguradas pela legislação e outras vantagens pecuniárias incorporadas ou não, excetuados o salário-família, as diárias e a ajuda de custo.” (NR);

III – o inciso I do artigo 11:

“I – quando prestar serviços em Município com população inferior a 200.000 (duzentos mil) habitantes:

“a) R$ 1.290,00 (mil duzentos e noventa reais), quando ocupar a graduação de Soldado PM de 2ª Classe;

“b) R$ 1.310,00 (mil trezentos e dez reais), quando ocupar a graduação de Soldado PM de 1ª Classe;

“c) R$ 1.350,00 (mil trezentos e cinqüenta reais), para as demais praças;

“d) R$ 3.000,00 (três mil reais), quando ocupar posto de oficial da Polícia Militar do Estado de São Paulo.” (NR);

IV – o parágrafo único do artigo 11:

“Parágrafo único – A retribuição total mensal, para fins do disposto neste artigo, é o somatório de todos os valores percebidos pelo militar, em caráter permanente, tais como o padrão, a gratificação pela sujeição ao Regime Especial de Trabalho Policial Militar, o adicional por tempo de serviço, a sexta-parte, o adicional de insalubridade, a Gratificação de Atividade de Polícia, o Adicional de Local de Exercício, a Gratificação de Compensação Orgânica, a gratificação “pro labore”, a gratificação de representação e outras gratificações incorporadas ou não, asseguradas pela legislação e outras vantagens pecuniárias incorporadas ou não, excetuados o salário-família, as diárias, a ajuda de custo e a gratificação a que se refere o inciso II do artigo 7º da Lei nº 8.311, de 25 de setembro de 1964.” (NR)

Artigo 8º – O Adicional Operacional de Localidade – A.O.L. instituído pela Lei Complementar nº 994, de 18 de maio de 2006, alterada pela Lei Complementar nº 998, de 26 de maio de 2006, fica extinto, por ter sido absorvido nos valores do Adicional de Local de Exercício de que tratam o artigo 3º da Lei Complementar nº 689, de 13 de outubro de 1992, e o artigo 3º da Lei Complementar nº 696, de 18 de novembro de 1992, na redação dada pelos artigos 5º e 6º desta lei complementar.

Artigo 9º- Interrompem a contagem de tempo de serviço do Policial Militar para efeito de licença-prêmio:

I – a sanção disciplinar de detenção, prevista no inciso IV do artigo 14 da Lei Complementar nº 893, de 9 de março de 2001;

II – as agregações previstas no artigo 5º do Decreto-lei nº 260, de 29 de maio de 1970, exceto a do inciso XIV;

III – a dispensa de serviço, a licença para tratamento de saúde e a licença para tratamento de saúde em pessoa da família, desde que o total dessas ausências exceda o limite máximo de 30 (trinta) dias, no período de 5 (cinco) anos.

§ 1º – Na hipótese do inciso I deste artigo, a interrupção ocorrerá na data da publicação da decisão punitiva, iniciando-se a contagem do novo período aquisitivo no dia imediatamente subseqüente ao transcurso do número de dias da sanção aplicada, independentemente da data em que for cumprida a penalidade.

§ 2º – Na hipótese do inciso II deste artigo, a interrupção ocorrerá na data da efetivação da agregação, iniciando-se a contagem do novo período aquisitivo na data em que o militar for revertido ao serviço ativo.

§ 3º – A licença para tratamento de saúde decorrente de lesão sofrida em serviço ou em razão do exercício da função policial militar ou de doença profissional não será computada para efeito do inciso III deste artigo.

§ 4º – A agregação, prevista no inciso I do artigo 5º do Decreto-lei nº 260, de 29 de maio de 1970, não interromperá a contagem de tempo de serviço para efeito de licença-prêmio, se decorrente de lesão sofrida em serviço ou em razão do exercício da função policial militar ou de doença profissional.

Artigo 10 – Suspendem a contagem de tempo de serviço do Policial Militar para efeito de licença-prêmio as seguintes sanções administrativas:

– a repreensão, prevista no inciso II do artigo 14 da Lei Complementar nº 893, de 9 de março de 2001;

II – a permanência disciplinar, prevista no inciso III do artigo 14 da Lei Complementar nº 893, de 9 de março de 2001.

§ 1º – Para efeito da hipótese do inciso I deste artigo, a suspensão da contagem de tempo de serviço será de 1 (um) dia, correspondente ao da data da publicação da decisão punitiva.

§ 2º – Na hipótese do inciso II deste artigo, a suspensão ocorrerá na data da publicação da decisão punitiva, retomando-se a contagem de tempo de serviço para efeito de licença-prêmio no dia imediatamente subseqüente ao do transcurso do número de dias determinados na sanção aplicada, independentemente da data em que for cumprida a penalidade.

Artigo 11 – As despesas decorrentes da aplicação desta lei complementar correrão à conta das dotações próprias consignadas no orçamento vigente, ficando o Poder Executivo autorizado a abrir créditos suplementares se necessário, mediante utilização de recursos nos termos do § 1º do artigo 43 da Lei federal nº 4.320, de 17 de março de 1964.

Artigo 12 – Esta lei complementar entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º de setembro de 2007, exceto em relação às causas de interrupção e suspensão do tempo de serviço do Policial Militar para efeito de aquisição do direito à licença-prêmio, a que se referem os artigos 9º e 10, que retroagem seus efeitos a 20 de maio de 2005, ficando revogados:

I – o inciso II do artigo 9º e o inciso II do artigo 11 da Lei  Complementar nº 975, de 6 de outubro de 2005;

II – a Lei Complementar nº 994, de 18 de maio de 2006;

III – a Lei Complementar nº 998, de 26 de maio de 2006.

Disposição Transitória

Artigo único – As sanções disciplinares aplicadas aos militares até 19 de maio de 2005 serão consideradas causas de suspensão da contagem de tempo de serviço para fins de concessão de licença-prêmio, ficando convalidados os atos administrativos expedidos sob esse fundamento.

Palácio dos Bandeirantes, aos 23 de outubro de 2007.

José Serra

Ronaldo Augusto Bretas Marzagão

Secretário da Segurança Pública

Mauro Ricardo Machado Costa

Secretário da Fazenda

Sidney Beraldo

Secretário de Gestão Pública

Aloysio Nunes Ferreira Filho

Secretário-Chefe da Casa Civil

Publicada na Assessoria Técnico-Legislativa, aos 23 de outubro de 2007

Governador fica em “saia justa” no encontro surpresa com o Presidente do SIPESP 69

http://www.sipesp.org.br/governador-fica-em-saia-justa-no-encontro-surpresa-com-o-presidente-do-sipesp/

26 de julho de 2013   Notícias
No dia de hoje – 25/07/2013, na cidade de Bauru, o Presidente do SIPESP, João Rebouças, compareceu na Central de Polícia Judiciária, onde encontrava-se o Governador Geraldo Alckmin.
Interrompendo a coletiva do governador, o presidente do SIPESP, cobrou:
– A falta de diálogo com as Entidades da Polícia Civil.
– O desrespeito com os policiais, que no dia 11/07/2013, enfrente ao Palácio dos Bandeirantes, solicitavam debaixo de chuva, uma audiência com sua Excelência o Governador, que nos ignorou, mostrando sua falta de habilidade política.
– Cobrou a Lei 1067/2008 (Nível Universitário), para Escrivães e Investigadores que até hoje não foi pago.
– O ALE estendido a todos, inclusive aposentados e pensionistas.
– O fim do Interstício para aposentadoria.
– Carreira Jurídica para Delegados.
– Reestruturação das Carreiras.
– A Aposentadoria Especial Lei 51/85.
– Para os Penitenciários, seis classes e não oito.

Encontro do presidente do SIPESP, João Rebouças, com o Governador  Geraldo Alckmin

Encontro do presidente do SIPESP, João Rebouças, com o Governador Geraldo Alckmin
Mais uma vez enfatizou que, o Governador recebeu TODA sociedade civil, porque não recebe os policiais, que são os melhores do país e recebem os piores salários!?
Solicitou que o Governador Geraldo Alckmin, em frente aos jornalistas ali presente, marcasse a Audiência há muito tempo aguardada pelas Entidades da Polícia Civil.
O Governador informou ao presidente que irá marcar a Audiência. Se não for mais uma “pegadinha”, aguardaremos como está previsto em Assembleia Geral Extraordinária Permanente, até 31/07/2013.
Vamos continuar mobilizados, indo onde o Governador estiver, cobrando dele as promessas feitas, pois não podemos continuar com este tratamento de descaso, como o governo nos trata.
Estamos perdendo nossos policiais para outros Estados e para Segurança Privada, pois as condições de trabalho, salário e tratamento são mais dignos e melhores.
Por tanto, conforme Assembleia Geral Extraordinária Permanente aprovada no dia 04/07, a Polícia Civil e o Sistema Penitenciário, irão parar a partir de agosto.
A Diretoria
Veja o vídeo: 

DIA 29 – Secretário: manifestação da Polícia Civil-SP não trará prejuízo à população 21

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella Vieira, disse nessa quinta-feira durante entrevista à imprensa na sede da Secretaria, no centro da capital paulista, que as manifestações de delegados e policiais civis marcadas para a próxima segunda-feira (29) não devem trazer problemas para a população.

‘Respeitamos todo tipo de manifestação. Não acredito que esta manifestação possa trazer prejuízos. Quero crer que as autoridades responsáveis pelos departamentos e pelas unidades policiais vão assegurar que não haja prejuízos à população. Acreditamos no bom-senso para que não haja prejuízos’, disse o secretário.

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp), o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) e outras entidades e associações agendaram duas manifestações para a próxima segunda-feira (29). Na primeira delas, delegados e policiais civis de todo o estado vão paralisar as atividades pelo período de duas horas, entre as 10h e as 12h. Durante a paralisação, as delegacias estarão abertas, mas não vão atender ao público.

O movimento, segundo a Adpesp, é de protesto contra as péssimas condições de trabalho e também em repúdio contra ‘a arbitrariedade e escracho ao qual a categoria foi submetida com o episódio da prisão dos delegados do Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc)’. O segundo ato será uma marcha, que sairá às 14h da Galeria do Conjunto Cinerama, na Avenida Ipiranga, no centro da capital, com destino à sede da Procuradoria-Geral de Justiça, na Rua Riachuelo, também no centro da capital, onde acontecerá o ato de repúdio.

Entre as reivindicações, segundo as entidades, estão a reestruturação da Polícia Civil com carreira jurídica para delegados, nível universitário para investigadores e escrivães e recomposição salarial.

Para o secretário, o fato de dois dos dez policiais civis do Denarc, que são investigados pelo Ministério Público e pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil por suspeita envolvimento com o tráfico de drogas, terem sido soltos esta semana, não indica que eles sejam inocentes ou que houve falhas na operação, que foi desencadeada no dia 15 de julho.

‘Estamos dando todo o apoio a essa investigação, que está sendo desenvolvida pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) e pelo Ministério Público. Só queria destacar que a prisão temporária é uma prisão para investigação. O fato de a prisão temporária não ter sido prorrogada ou de ter sido relaxada, não significa atestar a isenção de culpa ou de que não haverá denúncia ou de que não vai haver prisão preventiva. Ela tem uma finalidade, que é facilitar a investigação’, disse o secretário. ‘Não é algo que está sendo conduzido por nós (sobre a investigação), mas estamos apoiando. Quero reafirmar nosso compromisso no combate à corrupção. Não estamos varrendo nada para debaixo do tapete’, completou.

Para o secretário, não houve excessos nas prisões dos policiais civis, já que elas foram feitas em cumprimento a uma ordem judicial. ‘A prisão decorreu de uma ordem judicial. Foi o juiz que mandou prender e foi ele que relaxou a prisão. Se houvesse excesso, teria partido do juiz e não acredito [nisso]‘, declarou.

Segundo a Corregedoria da Polícia Civil, dos 13 policiais investigados pelo Ministério Público, oito permanecem sob custódia, dois foram libertados por força do cumprimento do alvará de soltura e três ainda permanecem foragidos.

O secretário também comentou sobre o indiciamento de 14 policiais pela Corregedoria da Polícia Militar que são acusados de agressão, tortura e abuso sexual contra moradores de São José dos Campos (SP) em janeiro do ano passado, quando houve reforço no patrulhamento da cidade por causa da desocupação de milhares de famílias que viviam em uma área da cidade conhecida como Pinheirinho.

Mesmo passado um ano e meio do fato, para o secretário, não houve demora na apuração do caso e no indiciamento dos policiais. ‘Não houve demora porque estamos sujeitos a cumprir a lei. E há uma série de providências e de procedimentos, e a investigação decorreu nos termos da lei. O resultado dessa investigação vemos com absoluta tranquilidade. O comando não compactua com desvios de conduta. Foi a própria corregedoria que conduziu a investigação e que chegou a essa conclusão’, disse o secretário, acrescentando que, só este ano, 149 policiais militares foram presos e 55 expulsos, após apuração da corregedoria.

Protestos contra tarifas mobilizam população e desafiam governos de todo o País
Mobilizados contra o aumento das tarifas de transporte público nas grandes cidades brasileiras, grupos de ativistas organizaram protestos para pedir a redução dos preços e maior qualidade dos serviços públicos prestados à população. Estes atos ganharam corpo e expressão nacional, dilatando-se gradualmente em uma onda de protestos e levando dezenas de milhares de pessoas às ruas com uma agenda de reivindicações ampla e com um significado ainda não plenamente compreendido.

A mobilização começou em Porto Alegre, quando, entre março e abril, milhares de manifestantes agruparam-se em frente à Prefeitura para protestar contra o recente aumento do preço das passagens de ônibus; a mobilização surtiu efeito, e o aumento foi temporariamente revogado. Poucos meses depois, o mesmo movimento se gestou em São Paulo, onde sucessivas mobilizações atraíram milhares às ruas; o maior episódio ocorreu no dia 13 de junho, quando um imenso ato público acabou em violentos confrontos com a polícia.

O grandeza do protesto e a violência dos confrontos expandiu a pauta para todo o País. Foi assim que, no dia 17 de junho, o Brasil viveu o que foi visto como uma das maiores jornadas populares dos últimos 20 anos. Motivados contra os aumentos do preço dos transportes, mas também já inflamados por diversas outras bandeiras, tais como a realização da Copa do Mundo de 2014, a nação viveu uma noite de mobilização e confrontos em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Porto Alegre e Brasília.

A onda de protestos mobiliza o debate do País e levanta um amálgama de questionamentos sobre objetivos, rumos, pautas e significados de um movimento popular singular na história brasileira desde a restauração do regime democrático em 1985. A revogação dos aumentos das passagens já é um dos resultados obtidos em São Paulo e outras cidades, mas o movimento não deve parar por aí. “Essas vozes precisam ser ouvidas”, disse a presidente Dilma Rousseff, ela própria e seu governo alvos de críticas.

Os brasileiros recebem bem os libaneses…Os libaneses e seus filhos odeiam os brasileiros…Sete milhões de libaneses e descendentes vivem – MUITO BEM – neste país 34

O Líbano fica no Oriente Médio, entre a Síria e Israel. Os libaneses são os descendentes dos antigos fenícios. O país é vizinho do deserto, mas tem terras férteis, muitas montanhas e o litoral do Mar Mediterrâneo.

Oficialmente, o Líbano está em guerra com Israel. O poder no Líbano é dividido pelos vários grupos religiosos. A divisão não é simplesmente entre cristãos e muçulmanos; tem uma porção de subdivisões. “Entender a política libanesa é um trabalho para iniciados e é bastante difícil”, afirmou Salem Nasser.

“No Líbano, os muçulmanos estão divididos em dois grandes grupos: sunitas e xiitas. Os dois se encontram no Líbano como em todo o Oriente Médio. E na parte cristã temos divisões clássicas, no sentido que o cristianismo lá é dividido em dois: Igreja Romana e Igreja Ortodoxa. No mundo romano, nós temos duas divisões de igrejas orientais, que são clássicas: maronitas e melquitas”, explicou Dimitrios Vahe Attarian, arquimandrita da Igreja Ortodoxa.

É só uma questão de ritual. Os maronitas são devotos de São Marum, um santo eremita que morreu no século 5. Entre os muçulmanos xiitas e sunitas, as diferenças também estão mais nos detalhes. “Nós somos todos muçulmanos ao mesmo tempo, independente destas lições que existem entre a nossa linha e a linha deles”, afirmou Armando Hussein Saleh, sheik da Mesquita Brasil.

Cada grupo religioso tem seu espaço na política libanesa. E esse é um dos motivos que faz o Brasil tão encantador para esses imigrantes. “O povo brasileiro não pergunta, quando você fala com ele, não te pergunta qual religião que você é. No Líbano, tinha isso”, disse Roland Eid.

Os brasileiros recebem bem os libaneses. E lá, como eles recebem os brasileiros?

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As crianças sequestradas das mães –  brasileiras –  eles dizem receber muito bem . 

PEDRO TOBIAS: “Neste prédio onde tem polícia eu não entro”…Verdadeiramente, nós brasileiros é que deveríamos dizer: ONDE TEM POLÍTICO LIBANÊS A GENTE NÃO ENTRA…CANSAMOS DOS SEUS ROUBOS !…GENTE DESONESTA DO CARALHO! 36

DEPUTADOS ESTADUAIS
Pedro Tobias

Partido: PSDB
Área de atuação: Saúde
Base Eleitoral: Bauru e região
Telefone: 3886-6739/6761
Fax: 3884-2997
Sala: 2024/2025 / 2º andar
e-mail: ptobias@al.sp.gov.br
Aniversário: 14/03
Um dos fundadores da organização Médicos sem Fronteiras, Pedro Tobias nasceu no Líbano, formou-se em medicina na França e concluiu seu mestrado na Unesp. Cumpriu dois mandatos de vereador em Bauru, cidade a que chegou em 1979. Hoje trabalha como mastologista. Em 1998, foi eleito deputado estadual pela primeira vez, com cerca de 44 mil votos. Está em seu quarto mandato consecutivo de deputado estadual. Em 2010, foi reeleito com cerca de 198 mil votos. Tem se destacado na área da saúde, entre cujas ações cita a retomada das obras do Hospital Regional de Bauru, com 450 leitos, e a viabilização do setor de obras para a educação, como reformas e ampliações de escolas. Foi eleito Presidente Estadual do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) para o período de 2011 a 2013.

Presidente do SIPESP põe Deputado nascido no Líbano para correr…O Brasil é maravilhoso; único país em que estrangeiro pode xingar todos os membros de um órgão policial de corruptos e permanecer impune…GENTE DO CARALHO!…E O LÍBANO DE ÁRABES LADRÕES E TERRORISTAS ? 36

NOTÍCIA INTERESSANTE NO SITE OFICIAL DO SIPESP.

Presidente do SIPESP põe Deputado Pedro Tobias para correr!!

25 de julho de 2013 Notícias

Com a comitiva do governador em Bauru, encontrava-se o Deputado Pedro Tobias, aquele que em 2008, disse temer mais a Polícia que o PCC. Como o mesmo não entrou no prédio policial, foi indagado pelo presidente do SIPESP, o porque ficou do lado de fora. Foi aí mais uma vez, de uma maneira asquerosa e inconsequente que o Deputado respondeu: “Neste prédio onde tem polícia eu não entro”.

Imediatamente foi veementemente contestado pelo Presidente Rebouças respondendo ao Deputado: “Que o mesmo não tinha condições morais para nos atacar”, tendo o Deputado respondido: “…e o DENARC?”.

Em defesa da instituição policial perguntou o que ele tinha a dizer sobre o episódio da “revista Isto É”, pois antes de atacar os valorosos policiais de São Paulo, olhasse os movimentos da sociedade sobre a corrupção de alguns do Poder Legislativo, tendo o mesmo saído apressadamente do local.

Imediatamente o Departamento Jurídico do SIPESP foi acionado para que medidas enérgicas e jurídicas sejam tomadas contra tal parlamentar, pelo modo desrespeitoso e acintoso como dirigiu-se a esta Instituição Policial.

Desta vez, não iremos deixar passar em branco, IMPUNIDADE “pode” ter na ALESP, mas em público, é um cidadão comum que deve respeitar e responder pelo que diz.

A Diretoria

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EXCELENTÍSSIMOS DELEGADOS CONSELHEIROS, PELO AMOR DE DEUS, OU AMOR A ALGO EM QUE CONSIDEREM MUITO SAGRADO, ESTUDEM, CRIEM EDITEM E EXIJAM DE SEUS POLICIAIS PROVIDENCIAS QUE COLOQUEM O MINISTÉRIO PÚBLICO EM SEU DEVIDO LUGAR. 24

EXCELENTÍSSIMOS DELEGADOS CONSELHEIROS, PELO AMOR DE DEUS, OU AMOR A ALGO EM QUE CONSIDEREM MUITO SAGRADO, ESTUDEM, CRIEM EDITEM E EXIJAM DE SEUS POLICIAIS PROVIDENCIAS QUE COLOQUEM O MINISTÉRIO PÚBLICO EM SEU DEVIDO LUGAR. ESTUDEM, CRIEM EDITEM E EXIJAM QUE POLICIAIS COLOQUEM A IMPRENSA NO SEU DEVIDO LUGAR, POIS NÓS ESTAMOS SEM UM PEDACINHO DE LUGAR, DAQUI A POUCO A POPULAÇÃO VAI SAIR AS RUAS PRA PEDIR O FIM DA POLÍCIA CIVIL!!!!!

Dirijo-me respeitosamente aos Excelentíssimos Conselheiros da nossa centenária e “nocauteada” Polícia Civil, para que estudem e debatam no próximo conselho formas racionais de não nos curvarmos aos pés do ministério público e aos pés da imprensa, principalmente as redes Globo, Bandeirantes e Record, essas exerceram nos últimos telejornais fortíssima influência negativa na população que deficiente de conhecimento jurídico e dotada de senso de justiça imediatista e equivocado teceram nas ruas , nos blogs e redes sociais comentários que nos reduziram a nada, não me sinto envergonhado de ser policial civil, sei que isso poderá passar, mas só irá passar se Vossas Excelências tomarem providências.
Encarecidamente sugiro aos senhores delegados de polícia que possuem amizades com repórteres das redes Globo, Band e Record que pensem dez segundos antes de ligarem para comunicarem alguma ocorrência, que pensem dez segundos antes de cederem entrevistas, pois se assim os policiais agirem eles terão grande parte da grade jornalística esvaziada e o mair produto dessas emissoras , falando em jornalismo, são as notícias policiais, mas não podemos nesse momento sermos parceiros dessa categoria, pois a imprensa, injustamente precipitadamente, jogou na lama o nome de homens, pais de família, sinceramente, não se faz o que fizeram com esses policiais nem mesmo com bandidos. policiais civis de todo estado de São Paulo, ainda que você seja aquele que adora aparecer frente às câmeras, lembre-se a mesma imprensa que você aciona para cobrir alguma operação policial e aquela que joga a nossa polícia Civil na lata do lixo, vamos tentar reverter essa situação, vamos virar o jogo, não faço tal pedido pelo fato de serem dois delegados envolvidos na investigação desastrosa do mp , mas por todos os colegas que foram esculachados, o poder midiático foi tão grande que absurdamente até policiais civis, creio que policiais civis sem sangue policial na veia, sairam criticando e condenando os colegas, tenham certeza que nossos policiais não são santos, mas não são os monstros, amanhã a próxima vítima poderá ser você.
Não podemos nesse momento realizar qualquer mudança na estrutura do Denarc, não se pode fazer uma mudança às pressas, o Excelentíssimo Delegado Geral, melhor do que ninguém, sabe que não se consegue uma boa reestruturação em dez dias, e se atender a tal determinação, estará confirmando e assinando a vontade do m.p.Não é hora de vaidades, de política barata e frouxidão. Caríssimos delegados, lembrem-se Vossas Excelências sempre serão delegados de polícia, políticos possuem mandatos e daqui a pouco vão embora. Qual é a polícia que querem para os próximos anos???
Nesse momento dois grandes departamentos importantíssimos que possuem muitos contatos com a imprensa, a saber o DHPP e DEIC, devem orientar seus policiais a se distanciarem da imprensa, pois nós não somos obrigados a participarmos de telejornais, ou conversarmos com repórteres. Excelentíssimos delegados diretores Doutora Sato e Doutor Giudice peço encarecidamente que oriente seus delegados a tomarem uma postura que a longo prazo contribuirá com a instituição, não se trata de uma mordaça, mas se trata de uma ação conjunta de mantermos “distancia segura” das três emissoras que mais
tem nos prejudicado nos últimos meses. Como podemos colaborar com programa como o do apresentador Marcelo Rezende que critica duramente todas as policias, tece comentários pejorativos, não se preocupa com o efeito que causa diante da população que queiramos ou não pode a qualquer momento insurgirem-se contra nós. Digníssimo delegado diretor do DAP, assim como os policiais encontram dificuldade para estacionar suas viatura em frente a DGP, oriente seus policiais para que não permitam que essas emissoras coloquem carros sobre a calçada, ou em vagas exclusivas das nossas viaturas, se não há espaço para a imprensa estacionar seus veículos não é problema da Polícia Civil.
Amigos delegados que compõem o GEACRIM do DHPP, Delegacias do Deic, reflitam bem,antes de se dirigirem a um microfone, Vossas Excelências estarão sendo usadas, contribuindo para gerar lucros a emissoras que não respeitam uma instituição tão poderosa quanto a nossa. Amigos delegados seccionais, divisionários, titulares, adjuntos, assistentes lutem um pouquinho só pela nossa polícia, mas só um pouquinho, deixem de lado divergências pessoais, posição hierárquica, pois se não iniciarem uma luta agora, seus filhos, netos, que ingressaram ou ingressarão na polícia civil pagarão o preço de nossa covardia. caros delegados não se acovardem diante de promotores, só cumpram determinações legais, busquem conhecimento, estudem um pouquinho o que o mp pode ou não.Vamos juntos mudar essa hist´ria de comédia que virará um filme de terror.

FUBICA

A POLÍCIA CIVIL DE HORTOLÂNDIA ESTA MORTA!!!!! E DIZEM QUE O PROBLEMA É DA VIVO. 11

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A POLÍCIA CIVIL DE HORTOLÂNDIA É REALMENTE UMA CIDADE ESQUECIDA E ABANDONADA PELO GOVERNO DO ESTADO. ALÉM DA FALTA DE INFRAESTRUTURA E RECURSOS HUMANOS, ESSA SEMANA VIVE LAMENTAVELMENTE O VERDADEIRO DESCASO. O SISTEMA INTRAGOV PAROU DE FUNCIONAR NA ULTIMA MADRUGADA DO DIA 22 DE JULHO DE 2013 DEVIDO A UMA FALHA NO CABO DA VIVO. ONTEM A DELEGACIA DE POLICIA DO MUNICÍPIO FICOU SEM QUALQUER CONTATO, POIS OS TELEFONES E INTERNET PARAM DE FUNCIONAR. APESAR DAS AUTORIDADES SUPERIORES TEREM SIDO COMUNICADAS E ESTAREM CIENTES DO PROBLEMA, NÃO HOUVE NENHUMA VISITA NEM QUALQUER INTERVENÇÃO PARA AUXILIAR NA SOLUÇÃO DO PROBLEMA. DECORRIDOS 04 DIAS O PROBLEMA CONTINUA. ESSA NOITE A SITUAÇÃO FOI PIOR AINDA, POIS O PLANTÃO QUE HAVIA SIDO DESLOCADO PARA O DISTRITO POLICIAL DO JARDIM AMANDA DESDE A SEGUNDA FEIRA TEVE PROBLEMAS COM O SISTEMA RDO E A EQUIPE DE PLANTÃO FOI OBRIGADO IR PARA A DELEGACIA DE MONTE MOR, POIS DURANTE TODO O PLANTÃO NENHUM TÉCNICO DA PRODESP COMPARECEU NO LOCAL, E A E CIDADE DE 200 MIL HABITANTES FICOU SEM ATENDIMENTO A POPULAÇÃO. SE O QUADRO ESTAVA RUIM HOJE FICOU PIOR, POIS O SISTEMA RDO PAROU DE FUNCIONAR TAMBÉM NOS DISTRITOS POLICIAIS. ESTA É A POLICIA CIVIL QUE O GOVERNADOR GERALDO E O PSDB MANTEM NO ESTADO DE SÃO PAULO. PARABÉNS GOVERNADOR, PARABÉNS DELEGADO GERAL, PARABÉNS SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA, PELA DECLARAÇÃO DE FALÊNCIA DA POLICIA CIVIL DE HORTOLÂNDIA E DO ESTADO DE SÃO PAULO. AGORA VENHA A SINDICÂNCIA CONTRA NÓS POR FALARMOS A VERDADE!!!!!!

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Manifestações de Junho de 2013 | Brazilian Protests in June 2013 – A REPRESSÃO PARTE DO GOVERNADOR 9

Publicado em 23/07/2013

Em junho de 2013 o Brasil viveu um momento histórico muito importante. As ruas das principais capitais do país foram tomadas por variadas manifestações populares, envolvendo milhões de pessoas. O ponto comum dessas manifestações, compostas por diversos grupos (com diversas reinvidicações), era a insatisfação com os atuais governantes brasileiros.

O estopim dos protestos teve ligação direta com o Movimento Passe Livre (MPL), que em um momento oportuno (o anúncio do aumento das tarifas de transporte, anunciado em junho de 2013) passou a atrair jovens e trabalhadores para sua causa, ligada ao transporte gratuito e de melhor qualidade.

Os episódios de repressão policial ocorridos, principalmente, em São Paulo (a mando do governador Geraldo Alckmin) acabaram potencializando as manifestações e gerando solidariedade por todos país.

Durante este período, a grande mídia (Rede Globo, Revista Veja etc) tentou ocultar e minimizar a magnitude das manifestações, assim como, tentou distorcer as reinvidicações dos grupos. Em represália a isso, veículos da Rede Globo e Rede Record foram depredados, queimados ou pixados.

Esperamos que os historiadores tenham competência e caráter para retratarem em seus livros, de modo autêntico e verdadeiro, esses fatos importantíssimos.

Este é o primeiro vídeo do Canal WakeUP_BR. Ele é dedicado a todos os brasileiros que foram para as ruas, durante o mês de Junho de 20013, e clamaram por melhorias e justiça. O vídeo também contém observações e comentários sobre os protestos ocorridos e suas reinvidicações.

Que o gigante continue acordado e que faça as devidas mudanças.

Parabéns aos filhos que não fugiram a luta

NÁUFRAGO – Delegado Gilberto de Castro Ferreira autor de graves críticas à presidência da ADPESP – além de bajular o PSDB – fez supostas parcerias ilícitas com maquineiros, bicheiros , desmanches e puteiros quando da reforma do 37º DP ( Flit ) 145

Enviado em 24/07/2013 as 22:08  – FUBICA

ERA UMA VEZ UM BAIRRO NA PERIFERIA DA CIDADE, O BAIRRO ERA CHAMADO DE CAMPO LINDO, UM BAIRRO MUITO POBRE, VIOLENTO, SEMPRE PUXANDO OS ALTOS ÍNDICES DE HOMICÍDIO, DALI SAÍRAM AS MAIORES QUADRILHAS DE ROUBO, TRÁFICO E OUTRAS MODALIDADES CRIMINOSAS, NESSE BAIRRO EXISTIA UM DISTRITO DE POLICIA JUDICIÁRIA, CONHECIDO POR TER POLICIAIS CORRUPTOS, GERALMENTE POLICIAIS CONSIDERADOS “LIXOS” AOS OLHOS DA ADMINISTRAÇÃO, ALI FALTAVA TUDO, PAPEL, IMPRESSORA, VIATURA, CONCOMITANTEMENTE NA CIRCUNSCRIÇÃO DESSE DISTRITO O COMÉRCIO CRESCIA E O CRIME TAMBÉM.
CERTA VEZ CHEGOU NESSE LOCAL UM DEGOLADO MUITO FUDENCIO, MUITO PREOCUPADO COM A POPULAÇÃO LOCAL E COM A IMAGEM DA SUA INSTITUIÇÃO.
IMEDIATAMENTE ELE REFORMOU O DISTRITO, COM DINHEIRO DO PRÓPRIO BOLSO, DEIXOU DE COMPRAR UM BELO APARTAMENTO PARA TAL FEITO.
CHEGAVA TODOS OS DIAS DEPOIS DAS 13H, POIS JÁ VINHA ALMOÇADO DE CASA, PRA ECONOMIZAR , ASSIM SOBRAVA MAIS DINHEIRO PRA REFORMA.
NÃO TINHA CARRO , UTILIZAVA UMA VIATURA DESCARACTERIZADA, VENDEU O CARRO PRA REFORMAR O DISTRITO.
COLOCOU PRA CHEFIAR SEUS INVESTIGADORES O MELHOR POLICIAL DO ESTADO, UM POLICIAL QUE ENTENDIA MUITO DE DROGAS, PÓ , PEDRA ETC…
METEU UM OFICIAL ADMINISTRATIVO PRA INTERAGIR COM OS COMERCIANTES E EMPRESÁRIOS DO RAMO DE DIVERSÃO ELETRONICA, ZOOLOGICO, AUTO PEÇAS DE PEÇAS USADAS, CASAS DE MOÇAS ESPECIALISTAS EM ATENDER HOMENS SOLITÁRIOS. TUOD ISSO PRA ARRECADAR FUNDOS PRA REFORMAR O DISTRITO.
METEU UM ASSISTENTE QUE ADORAVA TOMAR SUCO DE UVAS, MAS GOSTAVA TANTO QUE FOI PRA PERTO DAS UVAS, QUE TAMBÉM TRABALHOU MUITO PRA REFORMAR O DISTRITO.
CONCLUSÃO ESSES POBRES POLICIAIS FICARAM TÃO OBCECADOS PELA REFORMA QUE ESQUECERAM DE FAZER POLICIA, O BAIRRO CONTINUOU A MESMA MERDA OU PIOR, CADA UM DELES CONTRIBUIU UM POUQUINHO PRA SE LEVAR A POPULAÇÃO UMA FALSA SENSAÇÃO DE SEGURANÇA E PRO GOVERNO DO ESTADO QUE TUDO ALI ESTAVA BEM, POIS A DELEGACIA ESTAVA REFORMADA, SEM O ESTADO GASTAR UM ÚNICO CENTAVO, TUDO FOI DOADO ESPONTANEAMENTE PELA POPULAÇÃO LOCAL, QUE SENTIU-SE TRAIDA AO SABER QUE A MERDA DE ANTES SÓ PIOROU. MAIS ERA UMA VEZ, QUE A CONSCIÊNCIA DOEU, AI O CARA QUE SÓ QUERIA REFORMAR O DISTRITO FOI FICANDO VELHO, VIU QUE SUAS ATITUDES FORMA INCORRETAS , MAS JÁ ERA TARDE , O POVO DERRUBOU SUA DELEGACIA E TODAS AS OUTRAS DO MUNDO INTEIRO. FIM

Fubica

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Perfil : Delegacia do Campo Limpo é exemplo em atendimento e organização
17/03/2010 15:33:45 (4144 leituras)

Segundo pesquisas de uma aliança de ONGs e centros acadêmicos de vários países, o 37° Distrito Policial de São Paulo, localizado no Campo Limpo, zona oeste, foi classificada como a delegacia mais adequada em relação ao atendimento à população.

Isso se deve ao empenho dos funcionários, que realizam um trabalho organizado e amistoso com toda a comunidade. “Eu tinha uma fixação na ideia de que a delegacia de polícia tinha que ser mais bem apresentável e mais aberta à população”, explica Gilberto de Castro Ferreira, delegado titular do 37° DP e responsável por toda a mudança na delegacia.

“Tínhamos mais de 200 presos na delegacia, o que dificultava para fazer alguma coisa”, disse Ferreira. Assim que os presos foram removidos para as cadeias públicas, o espaço vazio serviu para grandes ideias e instalações. A primeira mudança começou no atendimento ao plantão. “Derrubamos as paredes porque a delegacia tem que ser clara e transparente”, justifica. As únicas salas fechadas no piso térreo são a do delegado plantonista e outra que é reservada à lavratura de flagrante.

No espaço que ficou vazio após a saída dos presos foram criadas uma brinquedoteca, uma sala de poesias, um espaço para os advogados, e o mais curioso, uma capela ecumênica. “Eu queria um lugar para dar más notícias, pois numa delegacia a gente dá duas a três más notícias por dia”, explicou. A capela foi desenvolvida em cima de um conceito de paz, sem envolvimento com nenhuma religião ou credo. Hoje, pessoas da comunidade vão até o local para fazer suas orações.

A brinquedoteca é equipada com livros, brinquedos e vídeos educativos ou filme em DVD para distrair a criança enquanto seus pais aguardam o atendimento. Uma voluntária cuida do espaço e dá assistência às crianças que utilizam o local.

No imenso saguão existente e também na sala destinada ao uso de advogados são efetuadas palestras educativas, campanhas diversas, como as de vacinação, e até um conjunto de instrumentos de cordas utiliza o espaço executando música clássica à comunidade. Tudo é muito limpo na delegacia, inclusive os banheiros, além da sala de espera onde as vítimas aguardam através de senhas, dispondo de uma televisão para sua distração, além dos outros espaços como a sala de poesias ou mesmo a capela.

“Hoje os maiores problemas na área são os roubos à transeunte e estupro de vulnerável (o que ocorre dentro da casa da criança com pessoas de sua convivência ou parentes próximos)”. Para melhorar essa situação, Ferreira já está pensando em palestras educativas, primeiramente para as mães e depois para crianças, de uma maneira em que se esclareça e evite o crime.

Gilberto Ferreira está no 37° DP desde 2004, quando a mesma ainda enfrentava diversos problemas devido ao número de ocorrências que ali havia. Com o seu trabalho e empenho de funcionários, a delegacia passou a ser referência tanto para os habitantes da região, que são mais de 700 mil, como para entidades que realizam trabalho de avaliação das mesmas.

Por Silvia Freitas

Bruno Covas visita 37ª Delegacia de Campo Limpo

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

gilbertoecovas

A convite do titular da 37ª Delegacia de Polícia, Gilberto de Castro Ferreira, o deputado Bruno Covas visitou o espaço totalmente reformado, no bairro do Campo Limpo, Zona Sul da cidade. Com foco em uma funcionalidade mais humanizada, a delegacia privilegia, hoje, o bom atendimento em instalações mais confortáveis e uma diversidade de equipamentos para uso da população, como brinquedoteca e capela ecumênica.

Desde que assumiu o comando da 37ª, o delegado Gilberto Ferreira se comprometeu em dar ao prédio uma nova cara, seja na estrutura física, com novos pisos, pintura e cuidado na decoração, como equipá-lo com móveis e utensílios necessários ao conforto dos moradores de Campo Limpo. Para tanto, foi buscar parcerias na comunidade e o resultado, hoje, é um prédio com acessibilidade quase que total, maior conforto tanto para o usuário quanto para o quadro de funcionários, e funcionamento com mais economia.

Para conseguir consumo menor de energia elétrica, o projeto de reforma previu o uso da luz natural em várias dependências, usando amplas janelas de vidro. O delegado Gilberto Ferreira adiantou que ainda faz parte do projeto providenciar a inclusão digital, “com equipamentos disponíveis tanto para os usuários da delegacia quanto para a comunidade do bairro”, esclareceu.

O deputado Bruno Covas mostrou-se sensivelmente impressionado com a reforma feita na 37ª Delegacia, “porque apresenta-se como um equipamento público dos mais qualificados, aproximando a Polícia e a comunidade, que aqui se sente recebida com distinção. Todos estão de parabéns, delegado Gilberto e os seus parceiros nessa empreitada, por terem acreditado e transformado a delegacia em um ambiente mais humanizado, acolhedor e eficiente”, elogiou o deputado

– See more at: http://brunocovas.com.br/bruno-covas-visita-37a-delegacia-de-campo-limpo/#sthash.D8b8vGsY.dpuf

Delegado do 37º DP é premiado no Fórum Nacional de Segurança
23/03/2010 15:40:00 (4027 leituras)

Representantes da Organização Não Governamental Altus, ONG holandesa que pesquisa o atendimento e os serviços oferecidos em delegacias de polícia em vários países, premiaram dia 16 de março, durante o 4º Fórum Nacional de Segurança Pública, em São Paulo, o delegado titular do 37º Distrito Policial, Gilberto de Castro Ferreira, pelo 3º lugar obtido pela unidade da Polícia Civil em bom atendimento ao público em 2010.

Por uma semana, os membros da Altus acompanharam a rotina no distrito do Campo Limpo, DP subordinado à 3ª Delegacia Seccional (Oeste), e o aspecto por eles destacado como excelente, dentre outros itens considerados bons, foi o atendimento às pessoas que procuraram os serviços policiais. Foram analisados rapidez de resposta às solicitações, qualidade das informações prestadas, resolução de questionamentos, nível de compreensão das ocorrências narradas pelas vítimas, cordialidade, educação e ambiente físico da unidade policial.

A cerimônia de entrega do prêmio ao 37º foi precedida do discurso do delegado geral de polícia, Domingos Paulo Neto, que elogiou todo o empenho das equipes do distrito para cumprir bem sua tarefa de polícia judiciária, bem como a diferenciada atenção dispensada à população, declarando-se orgulhoso por já ter trabalhado nesta delegacia, e por ser reconhecida uma unidade da periferia da cidade, como destacou.

Para o delegado Gilberto Ferreira, foi uma honra ter sido premiado pela ONG e igualmente por tê-lo sido durante o Fórum Nacional, o qual qualificou como importantíssimo para a discussão do futuro da Polícia Civil. Sobre a homenagem, enfatizou o reconhecimento internacional e visibilidade nacional de uma mudança de conceito na instituição: o de que o esmero em atender as pessoas é tão importante quanto o de investigar crimes. “É o reconhecimento dessa nova polícia, que não se preocupa somente em fazer inquérito, mas em tratar o público com transparência, e atenção”, disse.

O prêmio da Altus é financiado pelo governo britânico, e aqui no Brasil, conta com o apoio do Consulado Geral do Reino dos Países Baixos (Holanda).

Por Kerma Sousa Matos
Fotos: Reinaldo Lafuza

Abaixo é acusado de suposto vazamento de informações e favorecimento a policial autor de homicídio:
Flit Paralisante

PMs da ROTA são afastados acusados de estupro e tortura durante desocupação do Pinheirinho 57

Caro Guerra, demorou mas aconteceu…

Treze policiais da Rota que estavam na cidade de São José dos Campos, interior de São Paulo, para ajudar no patrulhamento durante a reintegração de posse da área do Pinheirinho, em janeiro de 2012, foram indiciados nesta quarta-feira (24), pelos crimes de estupro, tortura e lesão corporal. Outro soldado, do Copom (Centro de Operações da Polícia Militar) também foi indiciado porque não deu atenção à denúncia que uma das vítimas fez ao 190.

De acordo com o major Marcelino Fernandes da Silva, porta-voz da Corregedoria da PM, denúncias feitas à imprensa chegaram até a corporação. Foi apurado que por volta das 23h30 do dia 22 de janeiro de 2012, patrulhas da Rota entraram em uma rua no bairro Campo dos Alemães — próximo à área da reintegração — e abordaram sete pessoas, que estavam em uma casa.

Ao serem chamados para prestar esclarecimento, os 13 PMs disseram que, durante a ação, localizaram drogas e uma espingarda calibre 12, na casa. Na ocasião, um adolescente foi apreendido e seis pessoas foram detidas.

A versão das vítimas era diferente. Uma mulher ligou para o 190 logo após acontecido e disse que a casa em que ela estava com outras seis pessoas foi invadida pelos policiais da Rota. Uma delas foi levada ao banheiro por um tenente e obrigada a fazer sexo oral nele, após falar que era portadora do vírus HIV. Um sargento também submeteu a amiga dela à mesma situação.

Um adolescente, à época com 17 anos, foi empalado por um cabo de vassoura. Um homem foi torturado com choques. Os demais foram agredidos e coagidos pelos policiais, para que entregassem uma arma e drogas, que não estavam na casa e foram buscadas pelos dois homens em outro local, de acordo com o major.

— O Thiago [uma das vítimas] teria sofrido choque e os outros agressões e coação moral para a localização de uma arma que, segundo o Thiago, foi negociada a liberdade dele para que ele apresentasse uma arma. Ele disse que na residência dele tinha uma [arma] calibre 12 e ele a apresentou.

Os indiciados

Segundo a PM, foram indiciados o comandante daquela tropa, tenente Hilen Diniz dos Santos; os sargentos, Luiz César Ricome e Alex Sandro Teixeira de Oliveira; o cabo Cícero Marcos de Carvalho; e os soldados Anderson Cruz dos Santos, Eduardo Correia da Silva, Luiz Alberto Costa da Silva, Fabrício de Paula Ferreira, Marcelo Aparecido da Silva, Osmar Batista da Silva Júnior, Rodinei Rodolfo Rodrigues, Luiz Carlos Alvarenga e Nivaldo Santos Oliveira.

O soldado do Copom Evandro Valentim Ferreira deve responder pelo crime de prevaricação, porque, segundo o major, deu uma resposta “desleixada” à queixa que uma das vítimas fez ao 190. Além deles, o soldado Marcelo Ferreira Moyano está sendo processado administrativamente porque assumiu estar no local dos fatos, mas não estava. O exame toxicológico feito nele deu positivo para o uso de maconha. O policial admitiu ser usuário da droga.

Punições

O inquérito policial militar foi remetido nesta quarta-feira a Justiça Militar. Os casos de tortura vão ser enviados para a Justiça comum, responsável por julgar esse tipo de crime.

Todos os policiais envolvidos foram, segundo a PM, afastados dos cargos operacionais logo após as denúncias. O porta-voz da Corregedoria explicou que eles não foram presos porque não havia motivos que justificassem um eventual pedido.

— Você tem elementos para a questão da prisão preventiva. Por exemplo, eles não estão prejudicando a investigação, não estão ameaçando testemunhas, então não haveria motivos para essa prisão. Eles têm endereço fixo. A conduta deles até a data das investigações não era uma conduta desviante. Por isso que eles estão ainda afastados da atividade [operacional].

Duas vítimas devem ser processadas pelo porte de armas e drogas. Elas admitiram que estavam consumindo maconha e que correram para dentro da casa.

— Inclusive um foi buscar e a droga e a arma para tentar negociar e não ser preso.

A Polícia Civil também investiga o caso, mas, de acordo com a PM, o inquérito ainda não foi concluído. Houve compartilhamento de laudos e de informações durante as apurações.

Os PMs também respondem a processo administrativo. Se considerados culpados, os sargentos, o cabo e os soldados podem ser expulsos. O tenente poderá perder o posto e a patente e ser demitido.

De acordo com a Polícia Militar, entre janeiro e junho deste ano, 207 policiais foram expulsos da corporação por diversos motivos.

Reintegração do Pinheirinho

Especialista da ONU vê ‘violação drástica’ no Pinheirinho

Os policiais da Rota estavam em São José dos Campos em janeiro do ano passado para prestar apoio no patrulhamento da cidade, já que os PMs dos batalhões de área estavam envolvidos na desocupação do Pinheirinho, em que moravam cerca de 1.600 famílias.

O terreno, de mais de 1,3 milhão de m², pertence à empresa Selecta, do grupo Naji Nahas, e foi ocupado irregularmente em 2004 por uma comunidade ligada ao MTST (Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem-Teto).

A reintegração de posse foi marcada por vários confrontos entre moradores e policiais. Houve focos de incêndio em ruas e a rodovia Presidente Dutra chegou a ser bloqueada.

A ação terminou com pelo menos uma pessoa baleada e dois manifestantes detidos.