Jogos de Azar na Baixada Santista e a Atuação de Influentes Contraventores  da Capital 1

As organizações criminosas da capital paulista expandiram suas operações para a Baixada Santista, dominando a exploração de jogos de azar e consolidando um esquema que envolve desde caça-níqueis e bingos ilegais até apostas esportivas online e lavagem de dinheiro, com suspeitas de corrupção em diversas esferas do poder público local.

Jogos de Azar na Baixada Santista e a Atuação de Influentes Contraventores  da Capital

Organizações criminosas da Capital expandiram  suas atividades para além do DECAP e DEMACRO ( departamentos policiais da Capital, Grande São Paulo e do ABC ) , passando também a gerir a exploração de jogos de azar em toda a Baixada Santista .  

Essa expansão estratégica permitiu que contraventores locais  –   presos ou réus em processos em andamento, tais como a família do Guaruja, os Manoel , os Virtuosos e Brasil, entre outros –  pudessem terceirizar a administração dos seus negócios mantendo suas  fontes de receita.

Com o objetivo de diminuir os riscos de novas ações penais e  de prisão preventiva.

A contravenção da Capital domina sofisticadas tecnologias de apostas e lavagem de dinheiro.

Além do emprego de grave ameaça para controlar a concorrência e   instalar novos pontos na periferia.

As palavras mágicas: “aqui é do PCC” !

O PCC tem as costas muito largas; tudo vai na conta do partido . 

A Baixada Santista como Território Estratégico

A Baixada Santista, com o Porto de Santos como principal porta de saída de cocaína para o exterior, tornou-se um ponto crucial para as operações de  poderosas  organizações criminosas.

Internacionais , inclusive .

A região oferece não apenas uma rota de escoamento para o tráfico internacional, mas também um mercado consumidor local significativo e oportunidades para a prática de outros crimes, como prostituição , venda de combustíveis adulterados , construtoras de fachada , mercado de automóveis  para dissimulação de ativos ilícitos e a tolerada  exploração de jogos de azar.

Com relação ao tráfico doméstico , absurdamente, em épocas como o Carnaval – diante dos milhões de turistas –  a demanda é maior do que a oferta ; muitos usuários encontram dificuldades para aquisição de cocaína e maconha .

Mas não faltará uma maquininha para o povão  apostar!

Muita gente que gosta de apostar já constatou que o “tigrinho e afins”  é pior do que fumar crack.

E os caça-níqueis são mais divertidos.

Um Operador-Chave na Cadeia

Nesse contexto, a figura do famoso contraventor conhecido como Branco ( segundo consta preso pela Polícia Federal ) emerge como um dos  operadores-chave na exploração de jogos de azar no Litoral Paulista.  

Apontado como um dos principais responsáveis pela exploração de caça-níqueis na região do DEINTER-6 (que abrange cidades como Santos, São Vicente, Guarujá, Bertioga, Praia Grande; entre outras instancias balneárias e ecológicas ).

O Geomá ou “Branco” – ligado a poderosos políticos e policiais do alto escalão da Segurança Pública  –  é apontado pela Polícia Federal por  comandar um esquema de casinos, bingos ilegais, caça-níqueis de rua e  as Bet; por meio das quais pratica-se lavagem de dinheiro .

Dizem que ele há muito tomou o trono do Ivo Noal!

E já teve livre ingresso na sede da Secretaria de Segurança e Palacio dos Bandeirantes.

Pode ser folclore, mas não existe contraventor dessa envergadura sem fortes ligações com agentes da Administração Pública.  

Até dizem que mantem negócios gastronômicos, numa certa Ilha, em sociedade com familiar de ex-governador .

Por meio de testas-de-ferro, obviamente!

A organização chefiada por “Branco” e outro bicheiro conhecido na Capital como “Juruna”  – além da administração das duas maiores bancas do jogo de bicho da região – negociou a exploração de milhares de caça-níqueis e outras modalidades de “diversões lúdicas” junto a uma família da região  enfraquecida pelo GAECO,  consolidando seu domínio no mercado ilegal da jogatina, especialmente os caça-niqueis instalados nas periferias.

Mercado resiliente que recrudesceu e parece mais forte e rentável do que nunca.

Nota: há quem diga que “Branco”, “Juruna”, “Pereira” e “Ceará” são  “aliases” , ou seja, alcunhas do mesmo personagem de nome Geomá ou Geomar.  

E como sempre,  as suspeitas de corrupção policial , municipal e política  –  com o suposto suborno de agentes da lei, peritos do Instituto de Criminalistica  e servidores para garantir a continuidade de suas operações –  revelam a complexidade e a ousadia do esquema criminoso.

Expansão para Outras Modalidades de Jogos

A atuação dessas organizações não se limita aos caça-níqueis , dos casinos , bingos, clubes de carteado  e ao jogo-do-bicho .

Investigações indicam seu envolvimento com apostas esportivas online, as chamadas “Bet” e as loteriais municipais , um mercado em crescimento que atrai a atenção do Crime Organizado  como forma de lavagem de dinheiro e ampliação dos lucros.

Lavagem de dinheiro que também é feita por meio de equipamentos viciados que chegam a operar com alvarás municipais, a exemplo das loterias eletrônicas municipais como a da “Loteria da Baixada”, operada por contraventores de Niteroi e de Praia Grande.

Fraude que , resumidamente , consiste  na modificação dos sistemas de geração de resultados para criar margens de lucro fraudulentas, como reduzir probabilidades de pagamento ou direcionar parte dos valores apostados para contas offshore.

Instalação de vulnerabilidades intencionais em máquinas de apostas ou plataformas online para redirecionar fundos sem registro contábil  .

Criação de apostas “fantasma” em sistemas, onde valores são desviados antes de serem contabilizados oficialmente.

A mesclagem: o modo mais simples de lavagem consiste em empregar dinheiro vivo originado de outras atividades ilegais e depositá-los como créditos nos terminais de apostas mediante a aquisição de bilhetes impressos ou cartões pré-pagos não rastreáveis.

A lavagem de dinheiro por meio dessas atividades  aparentemente legais  fortalece o poderio financeiro das facções e de “grandes contraventores” ,  permitindo-lhes expandir ainda mais suas operações criminosas e corromper agentes  públicos.

Não por coincidência  tais loterias e as Bet  pertencem a contraventores.

E nunca foram policiais  os maiores corruptos,  a corrupção sempre foi muito maior na esfera das Prefeituras e das Câmaras.

Também nunca foi segredo a intima relação entre políticos e contraventores generosos.

De se conferir que em toda legislatura sempre há um contraventor eleito “pelo povo” .

Afinal , a fiscalização , muito mais do que a polícia, primariamente cabe aos secretários de comércio da municiplaide com apoio das guardas. 

Deixo um dito impopular: Papagaio come milhão, periquito fica com a casca do alpiste!”

Policiais dão boas-vindas ao Delegado Carlos Eduardo Duarte de Carvalho

Boas-vindas ao Delegado Carlos Eduardo Duarte de Carvalho!

Sua chegada à 1ª Seccional de Polícia do Centro de São Paulo é um sinal de esperança em um momento em que a Polícia Civil precisa e procura uma profunda reestruturação.

A Unidade Centro, talvez a mais importante de toda a Polícia Civil, está passando – imerecidamente – por um momento delicado, com escândalos de corrupção e falsas acusações de tráfico de influência que ocorreram à saída de seu antecessor.

Diga-se, que em momento oportuno se verificará injustiçado , vítima do princípio da confiança que deve nortear a hierarquia.

Entretando , agora, é hora de reconstruir e mostrar que a Polícia Civil , em seu conjunto, é diferente.

E pode ser ainda mais diferente sob lideranças comprometidas.

Desafios à Vista:

  • Combate à Corrupção : É preciso ter coragem para enfrentar as estruturas de corrupção que se infiltraram na polícia. Isso significa investigar denúncias de venda de cargos e tráfico de influência sem medo de  colocar as mãos em “vespeiros”.
  • Pressão Política : É importante manter a independência e não deixar que a política contamine  investigações e metologia de trabalho.
  • Recuperar a Confiança : A população está desconfiada, assim  é preciso mostrar que a polícia está do lado dela, não daqueles que escolheram o dinheiro fácil do crime.  Isso significa ser transparente e punir quem errou.
  • Reorganizar a Casa : A Seccional precisa de uma boa limpeza interna. Isso inclui reorganizar equipes e valorizar quem nela trabalha há muitos anos.  Não tem cabimento cada vez que se movimenta uma autoridade com ele vir dezenas de policiais “de confiança” .  De confiança são aqueles que estão na área.
  •  Mensagem aos Policiais:
    Aos policiais que ainda acreditam no que fazem, sua colaboração à nova liderança é uma chance de mostrar que o trabalho honesto e transparente é o que realmente importa.
  • Mensagem à Sociedade:
    À população, a gestão do Dr. Carlos Eduardo Duarte de Carvalho mostrará  que a Seccional  Centro servirá a todos, sem privilégios ou favorecimentos. Que cada ação inspire confiança e mostre que a polícia civil é guardiã da democracia e dos direitos fundamentais.

Legado e Sucesso:
Que sua gestão seja lembrada não apenas por números, mas por um legado de mudança.

Que os anos vindouros mostrem que a polícia civil pode ser mais forte, unida e orgulhosa de sua vocação.

Aos bons policiais, dê apoio; aos desviados, dê chance de se redimir ou enfrente-os com a lei; e à sociedade, cabe a certeza de que há homens e mulheres de caráter defendendo o bem público.

Boa sorte, Delegado! Que sua passagem pela 1ª Seccional seja um divisor de águas para a instituição, transformadora para a cidade e inspiradora para as futuras gerações de policiais.

Com a estima e confiança,
Dos Policiais que Acreditam na Justiça e no Trabalho Honrado.

PS: Valorize quem trabalha na linha de frente.

São eles que transformam diretrizes em segurança real.

SECCOLD ou SECGOLD do DEMACRO… 19

Dr guerra!! não cabe um post sobre os departamentos que “impraticam” contra os crimes de ordem tributária e a tal lavagem de dinheiro. Criaram no Demacro o tal de SECCOLD que não vai demorar muito para outro escândalo de corrupção. Sabemos que muito dificil acabar, mas tenha certeza de que essas “alfinetadas” do seu site na corrupção, tem muita visibilidade, e quem sabe, desperta o interesse de algum promotor disposto a exercer a função e auxilie a PC a sair do poço. fazendo uma limpa!

Polícia Civil  segue em frente, sempre pronta para o próximo capítulo de “Como Perder Tudo em Pouco Tempo” 7

O Policial e a Fintech: Uma História de “Como Denegrir a Polícia Civil em Grande Estilo ( eles )

A pergunta do milhão não é saber quem é Cyllas Salermo Elia Junior .

Importante é  saber que lhe vendeu ou deu o cargo público de agente policial e lhe enfiou no DEIC.

Certamente , já era especialista na prática de crimes  antes de ser “enfiado “  na Polícia Civil.

Sim, você leu corretamente!

Cyllas Salerno Elia Junior era um criminoso  que, ao que parece, achou que  ser apenas  “um bandido liberal”  não estava à altura de suas ambições.

Teve a brilhante ideia: VOU ENTRAR NA CIVIL!

Entrou , nunca trabalhou e logo foi para o DEIC –  DEPARTAMENTO DE  INDULGENCIA A CRIMINOSOS!

Os leitores deste Flit muito bem sabem o que significa o termo “indulgência” !

Indulgência , prática intimamente ligada à definição do que é ser um valoroso Cardeal!

Sempre advertindo e pedindo perdão para a minoria honesta , vocacionada e comprometida com a sociedade.
Mas alguém tem que falar !
São poucos, mas existem e fazem a diferença apesar de os inimigos se sentarem na mesa ao lado.

O enfiado – entrou e se aperfeiçoou – depois   criou uma fintech, um banco 2GO, e começou a movimentar bilhões.

Sim, bilhões!

Quem precisa de um salário de porcaria  quando você pode ter um império financeiro?

E com clientela garantida : superiores e colegas bandidos!

Nem precisaria do PCC , tendo a PCC – Polícia Civil Corrupta na caderneta digital criptografada!

Mas nem tanto, pois criptografado nem aquilo que fiz nos verões passados…

Mas, como em todo bom conto de detetives ,  o vilão sempre acaba caindo.

E cai feio!

Voa muito alto e rouba mais do que pode carregar!

Elia ,  “apesar de ser um gênio financeiro” ,  não era tão inteligente quanto se achava e outrem pensava fosse !

Resultado: ele agora está mais familiarizado com as minutas de “delação premiada” do que com os balanços financeiros.

Talvez seja assassinado (como o outro defunto cliente ou sócio ) antes de delatar muita gente insuspeita!

A lição da história?

Se você quer ser um criminoso de sucesso, talvez seja melhor não comprar cargo de policial para lavar dinheiro.

E se você quer ser um policial de sucesso, talvez seja melhor não  ser amigo de bandidos.

E assim, a Polícia Civil  segue em frente, sempre pronta para o próximo capítulo de “Como Perder Tudo em Pouco Tempo”.

No picadeiro da segurança pública paulista o espetáculo continua 4

“O Circo da Segurança Pública”

No picadeiro da segurança pública paulista, o espetáculo continua.

Sob a  direção  do mestre de cerimônias Guilherme Derrite, a trupe da Secretaria de Segurança Pública apresenta seus números mais impressionantes.

O Centro Integrado de Comando e Controle, antes um modesto ato de abertura, agora é a atração principal.

Com um orçamento que saltou de meros trocados para impressionantes R$ 56 milhões, o CICC se tornou a galinha dos ovos de ouro da secretaria.

E quem disse que policiais não entendem de construção civil?

A Alphapav, empresa fantasma que nem endereço tem, provou o contrário ao arrematar contratos milionários para reformar batalhões.

Quem precisa de experiência quando se tem amigos no lugar certo?

Mas o espetáculo não para por aí.

Enquanto o orçamento da Polícia Militar triplica, a Polícia Civil assiste da plateia, com os bolsos vazios.

Afinal, para que investigação quando se pode ter mais viaturas reluzentes nas ruas?

Os estrelas devem brilhar!

E não podemos esquecer do grand finale: o aumento expressivo da letalidade policial.

Um verdadeiro recorde de aplausos do público mais conservador.

Enquanto isso, nos bastidores, 22 policiais são presos por envolvimento com o crime organizado.

Mas isso é só um detalhe, um número de mágica que deu errado.

No final, o que importa é a bilheteria.

E nesse circo da segurança pública, Derrite e sua trupe provam que a arte de fazer malabarismos com o dinheiro público e a confiança da população continua viva e bem.

Especialidade PM!

Senhoras e senhores, aplaudam!

O show deve continuar, mesmo que a única coisa realmente segura seja o bolso dos amigos do rei.

“BLACKRATs” – Delegado do DEIC , irmão de Deputado Federal , fazendo turismo pago por ORCRIM merece especial atenção da PF e da Corregedoria Geral 11

Paulinho , você sempre foi um rapaz privilegiado, na boa ingressou na PC como Delegado, mas nunca fez um plantão na vida.

Nada como ser filho de prefeito , irmão de deputado, irmão de prefeito e frequentar o Tenis Clube.

Fez estágio probatório como assessor de prefeitura, depois em assistências diversas (da parentela, aliás) e aspone na ALESP.

Sem esquecer daquela tetinha de CIRETRAN, quando a Polícia Civil limpava a raspa do tacho antes de deixar o DETRAN.

E agora no DEIC …

Parabéns meu rapaz!

Tenho muita inveja de quem tem dinheiro no banco , parentes ( o irmão ) e amigos importantes ( Ministro de Estado ).

Nada pessoal , mas sei que você me enrabou várias vezes ( risos )…

É confortável ser “caneta fantasma” , né?

Quando não carrega nas tintas para “foder” , ( perdão pelos termos escrotos ) o colega mais antigo e de classe superior , assistentes – sem generalizar – passam suas poucas horas de expediente bebendo café e “metendo a lingua suja no cu do alheio ” !

Mas fica sussa, quem tem padrinho não ganha demissão!

https://www.metropoles.com/sao-paulo/policia-apura-viagem-de-delegados-a-las-vegas-paga-por-fintech-do-pcc

As Máscaras Cairão: A cúpula da Polícia Civil e seus aliados políticos estão em pânico…A culpa é da Esquerda ? 6

As Máscaras Cairão: A cúpula da Polícia Civil e seus aliados políticos estão em pânico.

A razão?

A Polícia Federal finalmente puxou o fio da meada que desnuda a podridão institucionalizada que há décadas transforma a Polícia Civil em um balcão de negócios escusos.

O medo não é de criminosos comuns, mas da própria verdade: a teia de corrupção que une delegados encastelados, políticos inescrupulosos e financiamentos ilegais de campanhas está prestes a vir à tona.

E os ladrões de distintivo ,  Rolex, ternos Armani , carros de luxo e residências suntuosas  –  acostumados à impunidade, tremem diante do risco de ver seus crimes — ainda não prescritos — serem expostos. 

A Pirâmide Invertida da Corrupção  

Há 20 anos ou mais , um mesmo grupo controla a cúpula policial e os gabinetes do poder.

A corrupção não é um desvio pontual, mas um sistema piramidal invertido: quanto mais alto o cargo, maior o esquema.

Enquanto agentes da base  são punidos de baciada e sofrem com salários miseráveis, os chefes ostentam patrimônios obscenos, mansões, carros de luxo e contas offshore.

São delegados que nunca pisaram em uma cena de crime de sangue nas periferias, mas dominam a arte de arrecadar e negociar proteção funcional ( apadrinhamento )  em troca de financiamento eleitoral.

Políticos, por sua vez, garantem a perpetuação desses grupos em troca de cegueira , silêncio, lealdade e — claro — dinheiro sujo. 

A Hipocrisia em Alto Volume 

A  lei do crime organizado :  quem denuncia é punido; quem rouba e divide  ganha promoção. 

A PF no Centro do Furacão: Justiça ou Pizza entre os primos , salarialmente falando , Rico e o Pobre!

Verdade seja dita, os delegados da Polícia Civil  ganham bem menos do que os da Polícia Federal.

Entretanto a PC possui miliardários.

Entre eles tinha o Delegado mais rico do mundo que há mais de dez anos mantinha 250 milhões de dólares na Suíça.

Talvez , hoje , nem seja o mais rico de São Paulo.       

Essa ansiedade da elite policial e política não é à toa.

Se a PF seguir o rastro do dinheiro, encontrará contas milionárias, propriedades não declaradas e um fluxo contínuo de propina disfarçada de “doações eleitorais” custeando campanhas nos três níveis: Municipal. Estadual e Federal.  

Mas a pergunta que assombra o país é: haverá coragem para prender os de cima?

Ou tudo terminará na Pizzaria ?

Aliás, em Pizzaria se lava muita muçarela !

Não Se Engane: Isso é Guerra 

O que está em jogo não é apenas a reputação de algumas autoridades, mas a sobrevivência de um sistema que transformou o serviço público em quadrilha.  

Se a PF recuar agora, a mensagem será clara: a corrupção das elites sempre vencerá.

Mas se a investigação avançar, será a prova de que o Brasil ainda pode resgatar sua dignidade — mesmo que para isso precise arrasar Palácios e jogar na cadeia quem há décadas ri da lei e dos colegas decentes.   

Último Aviso: 

Aos delegados e políticos que hoje suam frio: seus tempos de impunidade estão contados.

A sociedade está de olho.

E, desta vez, não haverá blog bloqueado, demissão  direcionada ou processo fraudulento que apague a verdade.

O fio da meada está nas mãos da PF.

Que o puxem — sem medo e sem nenhuma piedade!

A culpa è da Esquerda que instrumentaliza a imprensa para atacar Tarcísio ?

Não!

A culpa, contemporaneamente, é toda do Tarcísio que só escolheu gente torta!

Pede pra sair Dian ou vai descer, vai descer , descer para o ABC no comecin do mês… 16

Financiamento de Viagens ou Corrupção ?

Viagem a Las Vegas, Palestras : Agenda Oficial ou Benefício Ilícito?

Em agosto de 2024, os delegados Paulo Alberto Mendes Pereira, Paulo Eduardo Pereira Barbosa (irmão do deputado federal Paulo Alexandre Barbosa), Luiz Alberto Guerra e investigador Bruno Souza Rechinho , todos do DEIC viajaram para Las Vegas com todas as despesas custeadas pelo 2GO Bank.  

Oficialmente, participaram das conferências Blackhat e DFCON sobre segurança cibernética, mediante autorização da Secretaria de Segurança Pública (SSP) .

Entretanto, investigação  da PF identificou que Elia usou o evento para consolidar acordos com os policiais civis , obstruindo operações contra o PCC  .

Os delegados — cujos nomes o FLIT PARALISANE gostaria de publicar , mas não encontrou no Diário Oficial , não foram divulgados — ficaram hospedados no Bellagio Hotel e frequentaram cassinos da cidade.

De certo foram gastar as propinas recebidas dos cassinos da Capital ; quem sabe uma sorte grande para mesclar dinheiro lícito com ilícito e ser feliz para sempre ( ou até que a PF descubra, né )  .

Documentos apreendidos na operação mostram transferências de R$ 480 mil do 2GO Bank para cobertura de passagens aéreas em classe executiva, hospedagem e despesas pessoais  .

A Corregedoria da Polícia Civil instaurou procedimento para apurar se houve quebra de decoro funcional ( o nome CORRUPÇÃO –  recebimento de vantagem indevida para deixar de praticar atos de ofício ou praticar contra expressa disposição legal ) , mas até hoje , 27 de fevereiro de 2025, não passou de mera APA ( apuração protelatória para os amigos ) .

Envolvimento de Autoridades em Eventos da Fintech

Além da viagem, o 2GO Bank financiou a participação de delegados em eventos nacionais.

No seminário de 2023, Artur Dian discursou sobre “avanços da Polícia Civil no combate aos crimes digitais”, enquanto Carlos Afonso, ex-chefe da Divisão de Crimes Cibernéticos do DEIC, ministrou palestra sobre rastreamentos de transações suspeitas.

Na época, a SSP justificou a participação como “troca de experiências institucionais”, mas promotores do Gaeco afirmaram que os agentes foram instrumentalizados para contribuir para a empresa de Elia.

Pois é,  só mesmo sendo  muito otário ou muito debochado para não suspeitar de ARARA FINANCEIRA criada por um simples e pessimamente remunerado agente policial.

Ah, o Delegado -geral nem sequer teve a elegância e dever étidco de aparecer por 5 minutos na festa de aniversário da ADPESP!

Escolheu festejar com figurões e políticos suspeitos.  

Se é que existe político insuspeito!

Pede pra sair Dian ou vai cair…vai cair…vai cair !

MEI – Macro Extorsão Institucionalizada na Polícia Civil …Só nos resta surfar no Itararé e beber Skol beliscando doritos, cheetos e fandangos 3

“Decifra-me ou te devoro”

MEI – Macro Extorsão Institucionalizada.

A Dança da Corrupção e a Resistência da Ética

Na vastidão dos escândalos que permeiam o sistema policial brasileiro, o caso revelado pela Operação Hydra surge como um retrato sombrio da corrupção institucionalizada na sofrida Polícia Civil de São Paulo.

Onde se manter digno ( decente, aristotelicamente honesto ) é um trabalho digno de Hércules.

Delegados do DEIC, financiados por uma fintech vinculada ao PCC, desfrutaram de viagens luxuosas para Las Vegas, enquanto o 2GO Bank movimentava bilhões em esquemas de lavagem de dinheiro.

Uma arara cor-de-rosa que não passaria despercebida nem mesmo pelo  policial mais mocorongo.

A  vergonhosa orgia entre bandidos públicos e bandidos privados é um lembrete amargo de como o crime organizado se infiltra nas estruturas públicas, corroendo a confiança da sociedade e desafiando os limites da legalidade.

Ou será que é a polícia que deliberadamente se associa ao crime organizado?

Pior: não será a idosa Polícia Civil Corrupta  uma ORCRIM ainda mais pestilenta do que o PCC?

A Fintech e o Crime Organizado

O Banco 2GO, fundado por Cyllas Elia Junior, policial civil agora preso, operava como um braço financeiro do PCC.

Por meio de transferências internacionais via criptomoedas e contratos fictícios, entre outros esquemas, a empresa mascarava recursos ilícitos.

A sofisticação do esquema é alarmante: delegados “especializados “ foram cooptados com benefícios luxuosos, como viagens e hospedagens em hotéis cinco estrelas, enquanto eventos corporativos serviram de fachada para legitimar a fintech perante autoridades.

O Papel das Instituições

A permissividade institucional é evidente.

A legislação paulista que permite que policiais civis atuem em empresas privadas foi explorada como brecha para encobrir operações criminosas.

Absurdamente, conforme se pode pesquisar até pelo Google , valoro$ policiais , principalmente delegados, delegadas e operacionais ,  são empreendedores MEI.

A irregularidade é tão flagrante que a sede da empresa é o próprio domicílio na praia.

A especialidade: INTERMEDIAÇÃO DE NEGÓCIOS!   

“Porra, caralho”! …

Na minha querida Baixada Santista o nome dessa atividade se chama picaretagem!

Com todo o respeito, em calunguês, “vão tomar bem no meio do olho do cu”…

Não basta ser corrupto  e  passar o rodo em colegas mais antigos,  têm que ser debochados ?   

Serei direto e reto: intermediação de negócios escusos com especialização em assessoria a maquineros , bingueiros e bicheiros etc.!  

Mas voltando à Arara Cor-de-Rosa , falhas regulatórias no setor financeiro digital permitiram que as fintechs operassem à margem da fiscalização.

O caso expõe não apenas a fragilidade do sistema de controle estatal, mas também a cumplicidade de policiais que deliberadamente se fingem de cegos.

Tenham certeza: não são nada cegos . Mas seus olhos grandes são de burro!

A Cultura da Impunidade

Essa história não é isolada.

As relações de corrupção na Polícia Militar e Civil são frequentes, com práticas que vão desde subornos por pequenas infrações até esquemas mais sofisticados envolvendo altos escalões.

A cultura do silêncio e a falta de punições exemplares perpetuam esse ciclo vicioso.

Como exposto em outras crônicas do Flit Paralisante , o sistema parece operar sob uma lógica onde o corporativismo mafioso e o interesse pessoal se sobrepõem ao dever público.

A Vergonha sumiu

Diante desse cenário, cabe uma reflexão profunda sobre o papel das instituições e do perfil dos indivíduos que as compõem.

Não basta identificar os suspeitos; é necessário reformular estruturas que não permitam tais práticas.

Transparência, fiscalização rigorosa e ética profissional são fundamentos doutrinários  indispensáveis ​​para restaurar a confiança da sociedade.

Recomenda-se a criação imediata de cadastros de participação de policiais em empresas privadas e  a criação de unidades especializadas em  inteligência e crimes financeiros dentro da Corregedoria Geral.  

O Órgão Pestilento do Reino de Há Vilão

Nunca acontecerá!

Na Polícia Civil , como constantemente repetimos , quem tem um olho ( que vê ) não vira rei , morre assassinado .

Vejam o Delegado-geral , não vê, não escuta e só fala como palestrante especializado em porra nenhuma!  

Ah, seu assassinato pode ser ficar lá na ACADEPOL e  sem direito a dar aulas!

Enquanto isso, seguimos com nossas famigeradas e odiadas crônicas  no Flit Paralisante , denunciando as mazelas do sistema e clamando por justiça.

Porque, mesmo em meio ao caos, ainda pensamos na possibilidade de um futuro em que a ética prevalece sobre a corrupção.

Que cada palavra escrita aqui seja um golpe metafórico contra as parasitas que infestam nossas instituições.

Não precisa ser santo ,  mas  manter a dignidade e decência evita escândalos!

Tenham um bom dia; que eu vou pra praia  surfar no Itararé ; depois  beber Skol beliscando doritos, cheetos e fandangos…

Coisa de pobre, pois não ganhamos  mensalinhos ; nem presentes de Fintechs (“arataca do caraio”).

Também não sou MEI de intermediações aleatórias !

MEI – Macro Extorsão Institucionalizada.

Herdeiros da Coroa – Magistrados e afins receberão milhões a título de quinquenios e sexta-parte 6

O Custo da Desigualdade: Quando Privilégios de Poucos Pesam Sobre Muitos

Em um país marcado por profundas disparidades sociais, assistimos atônitos ao ressurgimento de benefícios anacrônicos para uma casta privilegiada do funcionalismo público.  

A volta dos quinquênios e da sexta parte para magistrados, bem como as demandas por subsídios em parcela única para delegados aposentados, são exemplos gritantes de como o sistema perpetua desigualdades às custas dos mais vulneráveis.

O Custo Social dos Privilégios

Enquanto milhões de brasileiros lutam diariamente pela sobrevivência, enfrentando desemprego, inflação e serviços públicos precários, uma elite do funcionalismo público se regozija com a perspectiva de receber milhões em “atrasados”.

É um escárnio que juízes, já bem remunerados, possam embolsar mais de R$ 1 milhão em adicionais retroativos , sob o fundamento de direito adquirido,  além dos chamados “penduricalhos”  criados artificiosamente para burlar a regra do teto constitucional ,  enquanto trabalhadores do salário-mínimo mal conseguem pagar as contas do mês.

Os mesmos trabalhadores que quando necessitam do Poder Judiciário acabam humilhados , já que suas vidas nada valem !

O Mito da Meritocracia sem transparência

Defensores desses benefícios frequentemente alegam que tais remunerações são merecidas devido à importância das funções exercidas.

No entanto, esse argumento cai por terra quando analisamos a natureza automática desses adicionais, que não refletem mérito ou produtividade, mas sim mero tempo de serviço.

Certamente, a experiência deve ser valorizada ; não é razoável um Juiz com 30 anos de magistratura receber os mesmos valores do que um com apenas 10 anos.

Contudo, uma coisa ou outra!

A Sociedade não suporta pagar cumulativamente subsídio , mais indenizações e mais adicionais por tempo de serviço!

E , salvo engano , não se trata de direito adquirido, de se ver que “quando da alteração do regime jurídico pertinente à composição dos vencimentos dos magistrados , por força de alterações legislativas  , a criação do subsídio em parcela única preservou e acresceu  o montante global da remuneração e, em consequência, não provocou nenhuma perda pecuniário.

Magistrados e afins , na prática, acabarão recebendo duas vezes .

Isto é uma afronta e um desserviço à coletividade.

O Impacto aos Cofres Públicos

Com um impacto previsto de bilhões aos cofres públicos, esses benefícios representam um desvio de recursos que poderiam ser melhor empregados em áreas críticas como saúde, educação e segurança pública.

Cada real gasto com esses privilégios é um real a menos para investimentos em políticas públicas que beneficiariam a população como um todo.

A Necessidade de Vergonha e Reformas

É imperativo que o Brasil revise suas políticas de remuneração no serviço público. Precisamos de um sistema que valorize o mérito real, a eficiência e o impacto positivo na sociedade, não a mera antiguidade ou o pertencimento a determinadas categorias.

A reforma administrativa, há tanto tempo postergada, nunca foi tão urgente.

Conclusão

Como sociedade, não podemos mais tolerar um sistema que drena recursos dos mais necessitados para sustentar privilégios injustificáveis de uma minoria.

É hora de os cidadãos, a imprensa e os políticos comprometidos com a justiça social se unirem para exigir mudanças.

O Brasil que queremos é um país de oportunidades para todos, não de benesses para poucos às custas de muitos.

“O Circo da Segurança Pública”

No picadeiro da segurança pública paulista, o espetáculo continua.

Sob a  direção  do mestre de cerimônias Guilherme Derrite, a trupe da Secretaria de Segurança Pública apresenta seus números mais impressionantes.

O Centro Integrado de Comando e Controle, antes um modesto ato de abertura, agora é a atração principal.

Com um orçamento que saltou de meros trocados para impressionantes R$ 56 milhões, o CICC se tornou a galinha dos ovos de ouro da secretaria.

E quem disse que policiais não entendem de construção civil?

A Alphapav, empresa fantasma que nem endereço tem, provou o contrário ao arrematar contratos milionários para reformar batalhões.

Quem precisa de experiência quando se tem amigos no lugar certo?

Mas o espetáculo não para por aí.

Enquanto o orçamento da Polícia Militar triplica, a Polícia Civil assiste da plateia, com os bolsos vazios.

Afinal, para que investigação quando se pode ter mais viaturas reluzentes nas ruas?

Os palhaços devem brilhar!

E não podemos esquecer do grand finale: o aumento expressivo da letalidade policial.

Um verdadeiro recorde de aplausos do público mais conservador.

Enquanto isso, nos bastidores, 22 policiais são presos por envolvimento com o crime organizado.

Mas isso é só um detalhe, um número de mágica que deu errado.

No final, o que importa é a bilheteria.

E nesse circo da segurança pública, Derrite e sua trupe provam que a arte de fazer malabarismos com o dinheiro público e a confiança da população continua viva e bem.

Especialidade PM!

Senhoras e senhores, aplaudam!

O show deve continuar, mesmo que a única coisa realmente segura seja o bolso dos amigos do rei.

Os comissionamentos em classe superior e cargos de confiança como instrumento político de submissão dos Delegados de Polícia 1

A política do comissionamento em classe superior como instrumento de controle e submissão na carreira dos Delegados de Polícia  é uma prática imoral herança da ditadura militar ,  enraizado em estruturas hierárquicas e dinâmicas de poder típicas de instituições públicas, especialmente em corpos policiais.

 Esse mecanismo pode ser analisado sob múltiplas perspectivas:

Hierarquia e Poder Institucional 

Centralização de decisões: Em muitas corporações policiais, como a Polícia Civil de São Paulo , a ascensão a cargos comissionados (como titulares de Distritos, Assistências , Seccionais e Divisões de Departamentos  depende  , necessariamente, de indicação política ou de escolhas discricionárias de superiores.

E muito pior: compra e venda dependendo do potencial de arrecadação do cargo.

A negociação de cargos não se restringe às chefias de investigadores; também ocorre com cargos privativos de Delegado.

O comissionamento , ou nomeação por confiança , concentra o poder nas mãos de uma elite institucional, que pode usar o comissionamento para recompensar lealdade.

E até punir o antecessor que legitimamente  ocupava o cargo ; por vezes afastado por discordar e não pactuar com as práticas impostas por superiores.

Dependência funcional: Delegados em cargos comissionados , por receberem vantagens adicionais , podem sentir-se pressionados a aderir às diretrizes de seus superiores para garantir promoções ou evitar retaliações, como remoções para regiões menos desejáveis , rebaixamento de “status” ou estagnação na carreira.

Controle Disciplinar e Submissão 

Cultura da obediência servil: O sistema de comissionamento pode reforçar uma cultura em que a autonomia técnica e a independência do delegado são suprimidas em favor da conformidade.

Isso mina a capacidade de atuação imparcial, especialmente em investigações sensíveis que envolvam figuras poderosas ou sistemas de corrupção institucionalizados. 

Por exemplo :  a jogatina sempre foi ilegal e praticada a céu aberto , mas pobre daquele Delegado que ousar reprimir tais práticas e atrapalhar a receita alheia.

Cometerá suicídio funcional, caso não seja caluniado,  perseguido e punido !

Medo de represálias: A falta de transparência nos critérios de nomeação e promoção cria um ambiente de incerteza, onde delegados podem evitar tomar decisões impopulares para não comprometer suas carreiras.

Efeitos na Eficiência e na Ética 

Mérito vs. lealdade: Quando promoções e nomeações priorizam alinhamento político em vez de competência técnica, a eficiência das investigações e a qualidade do trabalho policial podem ser comprometidas. 

Risco de corrupção: A submissão a interesses de grupos dominantes dentro da instituição pode levar ao abuso de autoridade, manipulação de processos investigativos ou até a omissão em casos que envolvam grandes somas de propinas.

Contexto Paulista

Estrutura da carreira: No Brasil, a carreira de Delegado de Polícia Civil é regulada por normas muito frágeis; pelo que a escolha do Delegado -Geral de Polícia e toda a cúpula policial ; com centenas de   comissionamentos de cargos de direção e chefia segue lógicas políticas.

Delegados-gerais são indicados por governadores, Diretores pelo Secretário , Divisionário conforme a preferência do Diretor , Delegados Seccionais de acordo com seu cacife político ( padrinho ) ou financeiro ( perfil exator ) .

Tal sistema  politiza e corrói  a cúpula da instituição , acarretando  desestimulo , desencanto  desilusão , desgosto e frustração generalizados   em toda a base da Instituição.

Tensões internas: Relatos históricos de divisões entre delegados de carreira mais antigos e de classe mais elevada , pela sistemática adotada pelo atual governo que se diz técnico apenas para inglês, subordinados a “delegados comissionados” com menor experiência, capacitação e de classe inferior.

A disputa por cargo desagua em  conflitos entre profissionalismo e obediência a agendas externas.

Conflitos pessoais, também!

Possíveis Soluções 

Critérios técnicos transparentes: Estabelecer processos de nomeação  baseados em avaliações objetivas  de desempenho e experiência, reduzindo a discricionariedade. 

Proteção à independência funcional: Garantir mecanismos legais para que delegados possam agir sem medo de represálias, como previsto (em teoria) pelo princípio da independência funcional do delegado. 

Fortalecimento de órgãos de controle: Nenhuma nomeação para direção e chefia sem aprovação da Corregedoria da Polícia Civil que deve ser dotada de Divisão de Inteligência e Laboratórios  Financeiros voltados especificamente para controle interno.  

O comissionamento como ferramenta de controle perpetua uma estrutura de poder corporativista garantido a formação e perpetuação de “panelas” , “times” ou “quadrilhas internas” ; sacrificando a  autonomia, ética e eficiência em nome da subordinação hierárquica.

A Democracia e a República ainda não chegaram para os policiais civis.

E a cúpula da Polícia se acha herdeira do Império.

O mafioso Cyllas Salerno e o “método Montessoriano” da Polícia Civil 20

A Saga de Cyllas Salerno e a Disciplina Acadêmica de Cegueira Deliberada na Polícia Civil 

Ah, a Polícia Civil!

Esse paraíso de eficiência onde  super policiais  treinam anos para dominar a arte de não ver o óbvio.

Nenhum caso ilustra melhor esse currículo de ignorância estratégica que a epopeia de Cyllas Salerno Elia Júnior, o agente que aperfeiçoou o DEIC na forma de uma sucursal do crime.

Enquanto seus colegas gastavam horas perseguindo bandidos de varal pra mostrar serviço depois de “fazer a boa” , Cyllas dedicava-se a uma missão muito mais nobre: lavar dinheiro para o PCC com a sofisticação de um CFO do crime.

Opa, não sejamos imparciais,  lavagem de dinheiro para o PCC e para a PCC – Polícia Civil Corrupta.  

Sua fintech, a 2GO Bank, não era um mero banco digital — era um case de inovação!

Afinal, quem precisa de máquinas de cartão clandestinas quando se pode criar contas para “laranjas” com a mesma facilidade de um story do Instagram?

O mais admirável é a sinergia institucional: como um homem movimentava milhões via Pix criminoso, contratava laranjas com CPFs de filhotes de poodle (provavelmente), e ainda assim passava despercebido no  DEIC, DIPOL e CORREGEPOL …

Será que usava um disfarce de “policial do mês”?

Ou a polícia adotou o método Montessori de investigação, onde cada um faz o que quer, desde que não atrapalhe o lanche coletivo?

E não vamos esquecer o curso avançado de reciclagem criminosa que Cyllas frequentou após sua primeira prisão.

Solto como se fosse um test drive do sistema judicial, voltou às atividades classificado na Delegacia do Metro .

Obviamente, nunca deu as caras naquela Unidade.

Tem padrinho valoro$o!

Enquanto isso, os chefes do DEIC pareciam ocupados demais caçando crimes menores — tipo prender camelo vendedor de pirataria — para notar que um de seus brilhantes policiais estava literalmente fazendo a festa do crime organizado.

Quem precisa de grampos e vigilância quando se tem omissão premium?

Até o PCC – Primeiro Comando da Capital deve ter rido da ironia: um investigador que lavava dinheiro melhor que sabão em pó Omo, enquanto a polícia lavava as mãos ( depois de meter a propina suja no bolso ) . 

Na PCC – Polícia Civil Corrupta nada é grátis!

Cyllas, agora preso novamente, talvez ganhe o prêmio de “Policial  Mais Dedicado” — categoria Dupla Personalidade.

Afinal, ele infiltrou a própria polícia no crime.

É o Inside Job mais cínico  de toda a história da PCC – Polícia Civil Corrupta.

Enquanto isso, a instituição segue sua rotina: ignorar o a própria ruína, segregar a competência e a decência ,  celebrar prisões de traficantes de quinta ( por vezes forjando provas ) , e cultivar aquela cegueira deliberada que faz do Brasil um paraíso para policiais empreendedores.

Cyllas Salerno não é um caso isolado — é um sintoma.

E o remédio?

Ah, isso deve estar perdido em algum arquivo .zip esquecido no desktop de um Cardeal aposentado. 

Epílogo: nada como  ter o próprio “banqueiro policial” para garantir eficiência nos negócios.

Quem diria?