O Escorpião ( Ministério Público ) e o Sapo ( Geraldo Alckmin ) , ou ainda: como o Ministério Público sempre morde a mão de quem lhe dá de comer e beber caviar e champanha 116

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Ministério Público de SP abre inquérito contra Alckmin por improbidade

Pré-candidato à Presidência teria se beneficiado de R$ 10,5 milhões repassados para suas campanhas de 2010 e 2014

Do Estadão Conteúdo
20/04/2018 – 14:20 – Atualizado em 20/04/2018 – 14:23
O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito contra o ex-governador do Estado Geraldo Alckmin (PSDB) por suposto ato de improbidade. Alckmin, pré-candidato à Presidência da República, teria se beneficiado de valores estimados em R$ 10,5 milhões repassados para suas campanhas de 2010 e 2014 via Caixa 2.
Assinam a peça Otávio Ferreira Garcia, Nelson Luis Sampaio de Andrade e Marcelo Camargo Milani, todos da promotoria de defesa do patrimônio público.
Os promotores usam o artigo 11 da Lei de Improbidade para embasar o procedimento. O artigo 11 estabelece que “constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade as instituições”.

Na semana passada, a ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça, remeteu para a Justiça Eleitoral de São Paulo o inquérito contra Alckmin que tramitava na Corte Superior.

Em tese, a prática de Caixa 2 da qual Alckmin supostamente se favoreceu é de competência eleitoral.

A reportagem busca contato com a assessoria do ex-governador do Estado de São Paulo. Até o fechamento deste texto, não havia obtido um posicionamento.]


O Escorpião e o Sapo é uma fábula sobre um escorpião que pede a um sapo que o leve através de um rio. O sapo tem medo de ser picado durante a viagem, mas o escorpião argumenta que se picar o sapo, o sapo iria afundar e o escorpião iria se afogar. O sapo concorda e começa a carregar o escorpião, mas no meio do caminho, o escorpião, de fato, ferroa o sapo, condenando ambos. Quando perguntado por que o escorpião havia picado, o escorpião responde: que esta é a sua natureza e que nada poderia ser feito para mudar o destino. ( Wikipedia )

 

Pois bem, verdadeiramente, todo partido e todo político que sempre rasgou seda para o Ministério Público   tem mais é que SIFU na mão dos doutos promotores e procuradores. 

O PT e Lula foram os primeiros; que outros tenham o mesmo destino!

Os delegados ( os “ex” , inclusive ) e demais policiais que tanto sofrem diante da desvalorização promovida pelos promotores de injustiças dão boas risadas. 

Mas que  ninguém se iluda, caso Alckmin seja eleito eles arquivarão a tal investigação de gaveta; isso se não fizerem algum acertamento no interregno da campanha presidencial. 

Foi assim ( com acertamentos )  que o ladrão JOSÉ MARIA MARIN – governador tampão nos anos de 1982 a 1983 – se tornou membro honorário do MP de São Paulo. 

Comprou – com o dinheiro do Erário – uma frota de Opalas de luxo para cada um dos procuradores e concedeu um aumento estratosférico para todos os membros do MP. 

Feito isso, foi esculpado – juntamente com Paulo Maluf – de toda a roubalheira por eles cometida.  

Caros flitadores: deixem o Lula cumprir a sua justa condenação em paz…Vida que segue, não vale a pena perdermos tempo com tal assunto ; ele voluntariamente se autoexplodiu moral e politicamente 111

Resumidamente:

Foi um grande estadista e presidente por um certo tempo.

Mas deixou – contra o direito e justiça – de  prestigiar novas lideranças e ainda expulsou os melhores quadros do PT.

Por egoísmo elegeu uma incompetente como sucessora.

Sendo que havia gente muito mais gabaritada e muito mais merecedora do seu apoio.

Verdadeiramente, se locupletou de todas as formas possíveis.

Acumulou cerca de DEZ MILHÕES apenas em previdência privada!

O triplex é o menor dos seus atos de corrupção.

Assim , respeitosamente, solicito a todos que deixem de fazer menção ao reeducando Luís Inácio Lula da Silva!

O único direito que deveria lhe ser conferido é o do cumprimento da pena nas proximidades do seu domicílio, ou seja, em unidade da  COESPE: Coordenadoria dos Estabelecimentos Penitenciários do Estado de São Paulo.

Basta!

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Márcio França mandará a deputados projeto sobre Polícia Civil 44

Márcio França mandará a deputados projeto sobre Polícia Civil

Objetivo é transferir corporação à Secretaria de Justiça e Cidadania

Sandro Thadeu
18/04/2018 – 22:30 – Atualizado em 18/04/2018 – 22:36
Para governador, Polícia Civil é órgão judiciário e deve mudar de pasta (Foto: Alexsander Ferraz/AT)

O governador Márcio França (PSB) enviará nos próximos dias um projeto de lei complementar à Assembleia Legislativa, com o objetivo de transferir a Polícia Civil da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) para a pasta da Justiça e da Defesa da Cidadania.

A Polícia Militar (PM) permanecerá na SSP, que deverá ser comandada por um oficial da PM. A ideia original era fazer essa mudança por decreto, mas a proposta caiu por terra, devido à existência da Lei Orgânica da Polícia, de 1979. Ela define que as duas polícias são subordinadas à SSP.

Presidente da Comissão Permanente de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários da Assembleia Legislativa, Antonio Assunção de Olim, o Delegado Olim (PP), esteve reunido com França no final da tarde de ontem e afirmou à Reportagem que uma minuta da proposta está sendo elaborada pela equipe da Polícia Civil.

Posteriormente, o texto será enviado ao Palácio dos Bandeirantes e, se houver aval deste, para a Assembleia.

Em entrevista concedida na manhã de ontem ao programa 90 Minutos, da Rádio Bandeirantes, o governador afirmou que “o meu entendimento é que a Polícia Civil é Polícia Judiciária e deveria se preparar para ir à Secretaria de Justiça. O problema é que existe uma legislação, que é o Estatuto da Polícia Civil, uma lei complementar, que precisa ser alterada. E quem terá de fazer isso são os deputados estaduais”, declarou.

A Tribuna pediu entrevista com França, mas o Palácio dos Bandeirantes informou, por meio de nota, que a discussão sobre eventuais mudanças na segurança pública foi lançada pelo Governo “para que as entidades representativas das categorias, a Assembleia Legislativa, especialistas da área e a sociedade como um todo possam discutir as alterações no foro adequado, que é o parlamento paulista”.

Opiniões divididas

Por se tratar de um tema polêmico e por ser um ano eleitoral, é provável que a proposta do Executivo não tenha tramitação rápida nas comissões permanentes do Legislativo. Isso inviabilizaria qualquer mudança até dezembro.

Outro motivo para que a discussão não evolua rapidamente é a divisão da antiga base de sustentação do governador Geraldo Alckmin (PSDB): uma parte dos parlamentares apoia a reeleição de França, enquanto outra fará campanha para o ex-prefeito de São Paulo João Doria (PSDB).

Favorável à candidatura tucana ao Governo do Estado, o presidente da Assembleia Legislativa, Cauê Macris (PSDB), defende que eventuais mudanças na estrutura da Polícia Civil sejam alvo de profundo debate com a sociedade civil organizada e com entidades de classe que representam a categoria. “Até o momento, não recebemos nenhuma proposta com informações sobre as alterações”.

O novo líder do Governo no parlamento paulista, deputado estadual Carlos Cezar (PSB), mencionou que essas mudanças buscam valorizar as carreiras da Polícia Civil e dar mais eficiência nos resultados nas investigações de crimes no Estado.

“Esse novo projeto será bom para a população e apreciado com tranquilidade pelas principais comissões da Casa. Vamos chamar a população e representantes da instituição para discutir o texto em audiências públicas”, destacou.

Delegado Olim (PP) entende que a medida defendida por França é positiva. Ele citou ainda que, anteontem, o Conselho da Polícia Civil esteve reunido com associações e sindicatos que representam a categoria. No encontro, os representantes do órgão se manifestaram favoráveis à proposta de mudança da corporação para a Secretaria da Justiça e de Defesa da Cidadania.

“Sinto que é necessário fazer algumas mudanças nas polícias. O novo governador está a fim de mudar para melhorar o trabalho dos policiais. Em pouco tempo de gestão, o novo governador já fez um gesto para valorizar o trabalho de investigação e, ao mesmo tempo, prestigiar as polícias de uma forma geral. Essa mudança será boa para ambas as partes”, disse.

Reações

Delegados de polícia aprovaram, em assembleia na noite desta terça-feira (17) ontem, a proposta de mudança da corporação para a Secretaria da Justiça. A reunião ocorreu na Associação dos Delegados de Polícia do Estado, na Capital.

A presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia de São Paulo, Raquel Kobashi Gallinati, destacou que o governador Márcio França já havia conversado com a instituição no ano passado sobre o futuro projeto de lei.

Para ela, essa é a chance para a corporação sair de uma “situação caótica” e passar a receber mais investimentos do Estado. Para a sindicalista, a mudança será “extremamente positiva” por alguns aspectos práticos. “Não somos apenas uma instituição de segurança pública, mas integramos o sistema de justiça criminal. Vejo também que haverá um aprimoramento das relações de Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e entidades ligadas à Justiça, como de Cidadania e de Direitos Humanos”, frisou.

Na avaliação do presidente do Sindicato dos Policiais Civis em Santos e Região (Sinpolsan), Márcio Pino, a atitude do governador é vista com bons olhos e acredita que a proposta terá o apoio da população.

“A intenção com essa medida é melhorar o trabalho da corporação, valorizando a investigação e o serviço de inteligência. Não haverá grandes mudanças. Em menos de 15 dias de mandato, França demonstrou a intenção de encarar esse problema. Isso não vai resolver todas as demandas, mas nos dá esperança por melhorias”, destacou.

No entanto, o Sindicato dos Investigadores da Polícia do Estado de São Paulo (Sipesp) recebeu com “espanto e insatisfação” a proposta do chefe do Executivo. Os dirigentes da instituição esperam ser recebidos o quanto antes pelo socialista para tomar ciência do que realmente constará no projeto de lei.

“Até o presente momento, não obtivemos qualquer resposta. Toda a categoria operacional da Polícia Civil está apreensiva, preocupada e necessita de informações oficiais, para que possa se posicionar”, informou a entidade.

A Tribuna pediu um posicionamento da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e da Associação dos Oficiais da Polícia Militar, mas não obteve retorno até o momento.

Ao Exmº Delegado Geral interino: cadê o documento oficial assinado pelos Srs. Delegados Conselheiros? 14

17/04/2018 – Conselho da Polícia Civil manifesta-se favorável à proposta de mudança de Secretaria

comunicado

A ADPESP, na figura de seu presidente, Gustavo Mesquita Galvão Bueno e de seu vice-presidente, Abrahão José Kfouri Filho, o SINDPESP, na figura de sua presidente, Raquel Kobashi Gallinati e o deputado estadual Delegado Olim, reuniram-se na última segunda-feira, 16, com o Conselho da Polícia Civil, atendendo a convite do Delegado Geral, Julio Guebert.

Durante o encontro, o Conselho da Polícia Civil manifestou-se oficialmente favorável à proposta de mudança para a Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania.

 

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Quer dizer que agora as reuniões “noturnas” do egrégio Conselho da Polícia Civil  deixaram de ser sigilosas e fechadas?

Partes interessadas  e políticos já podem participar das discussões e deliberações?

Brevemente, então, advogados e acusados em processos disciplinares também poderão se fazer presentes nos julgamentos, não é ?

Notícia falsa propalada pela ADPESP e SINDPESP, ainda não houve nenhuma reunião oficial do Conselho Superior da Polícia Civil apoiando a mudança da Segurança para a da Justiça…Quero ver a ata lavrada e assinada pelos Diretores da Polícia Civil 17

Cúpula da Polícia Civil se reúne em apoio à mudança de secretaria
Governo estuda transferência da instituição da pasta de Segurança para a da Justiça.

Alteração deve ser decidida na Assembleia Legislativa
SÃO PAULO
Kaique Dalapola, do R7
16/04/2018 – 23H16 (ATUALIZADO EM 16/04/2018 – 23H50)

Conselho da Polícia Civil se reuniu nesta segunda-feira
Divulgação/Sindicato dos Delegados

Representantes da Polícia Civil de São Paulo se reuniram na noite desta segunda-feira (16) para manifestar apoio à transferência da instituição da Secretaria de Segurança Pública para a pasta de Justiça e Cidadania do Estado.

Desde quando foi anunciada pelo atual governador paulista, Márcio França (PSB), a medida recebeu apoio das entidades de classe da Polícia Civil.

O encontro desta segunda-feira reuniu a presidente do Sindicato dos Delegados de São Paulo, Raquel Kobashi Gallinati; o presidente da Associação dos Delegados de São Paulo, Gustavo Mesquita, e o vice, Abrahão José Kfouri Filho; e o deputado estadual Delegado Olim (PP). Além deles, o encontro favorável à transferência contou com diretores e membros do conselho da Polícia Civil.

Em entrevista para a rádio Bandeirantes na manhã desta segunda-feira, o governador ressaltou sua posição de apoio à transferência da Polícia Civil de pasta, mas disse que “quem tem que decidir isso, a rigor, são as duas categorias e a Assembleia Legislativa”.

Segundo a delegada Raquel, presidente do Sindicato dos Delegados, “o governador irá propor a alteração do artigo 2º da lei complementar 207”, que prevê que a Polícia Civil é subordinada “hierárquica, administrativa e funcionalmente” à SSP-SP. Por isso, segundo a delegada, o projeto deve ser discutido na Assembleia Legislativa.

Para explicar a mudança, França afirma que as policias Civil e Militar têm rotinas diferentes e desenvolvem funções distintas, sendo que os policiais civis têm serviços investigativos, como polícia judiciária, por isso se enquadra melhor na Secretaria de Justiça.

Para o professor Rafael Alcadipani, membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a possível mudança significa “um grito de desespero da Polícia Civil”. No entanto, segundo o especialista, “o governador adotou uma solução muito rápida sem estudar devidamente quais seriam as consequências dessa mudança”.

Ainda na entrevista à rádio Bandeirantes, França disse que o governo deve auxiliar na recuperação da “autoestima” dos policiais civis e “para isso ela tem que ter carreira jurídica”. A mudança também colocaria um representante da PM no comando da pasta da Segurança Pública.

“Boa parte dos policiais civis sente que a instituição precisa evoluir, melhorar, e sente que precisa receber mais atenção do governo. Essa proposta de mudança é uma proposta que, na visão de muitos policiais, iria gerar essa melhoria que tanto querem”, afirma Alcadipani.

Para o especialista, a alteração de pasta pode satisfazer a vontade de mudança de membros da Polícia Civil. No entanto, ele destaca a necessidade de “fortalecer a integração entre as policiais e não um distanciamento”. Por fim, Alcadipani afirma que a mudança “diminuiria a interação entre Polícia Civil e Polícia Militar e acirraria a disputa entre as duas instituições”.

BALÃO DE ENSAIO – Governador Márcio França não transferirá a Polícia Civil da Secretaria da Segurança Pública para a pasta da Justiça 140

SEGURANÇA

Resultado de imagem para balão de ensaioFrança também respondeu a questionamentos dos ouvintes sobre a discussão em torno da transferência da Polícia Civil da alçada da Secretaria da Segurança Pública para a pasta da Justiça. O governador disse que a mudança dependerá dos integrantes da categoria e da Assembleia Legislativa de São Paulo.

Sobre a declaração após tomar posse de que a polícia poderia ser mais eficiente se não atendesse a tantas brigas domésticas, França disse que não se referia a “brigas de casal”, exemplificando que a PM é chamada para resolver desde brigas no bar a crises de esquizofrenia e problemas de usuários de drogas com a família, o que na avaliação dele expõe o policial desnecessariamente. O governador defende que esses casos sejam direcionados para agentes sociais, que fariam o trabalho de modo mais apropriado.


 

Só que para Assembleia – constitucionalmente – discutir e aprovar tal transferência é imprescindível a iniciativa legislativa do Governador.

Logo, não se mudará nada!

Os “paquitos e paquitas ” da ADPESP e SINDPESP só agora – depois de lerem o FLIT – lembraram de consultar a classe…Só rindo! 41

15/04/2018 – ADPESP e SINDPESP realizam reunião conjunta nesta terça-feira

comunicado

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP) e o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (SINDPESP) convidam todos os Delegados de Polícia do estado para REUNIÃO CONJUNTA, a se realizar no dia 17/04/2018 às 18:00 horas, no auditório da ADPESP, onde serão debatidos assuntos de interesse da classe, entre os quais, a repercussão da proposta de mudança da Polícia Civil para a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania (SJDC), que contou com o apoio de ambas as entidades.

Na oportunidade, serão reafirmados os motivos que levaram as entidades a adotar esse posicionamento e ouvidos os colegas que eventualmente desejem outros esclarecimentos ou colaborar na discussão desse assunto.

Contamos com a presença de todos.

Diretoria da ADPESP
Diretoria do SINDPESP

https://flitparalisante.wordpress.com/2018/04/13/adpesp-e-sindpesp-com-dois-pifios-representantes-classistas-eleitos-por-menos-de-10-da-respectiva-categoria-falam-como-porta-vozes-de-mais-de-3000-delegados-nao-consultados-sobre-uma-mudanca-tao-r/

Depois de 18 anos, Rosana Valle encerrou o seu programa Rota do Sol na TV A Tribuna de Santos para concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados…( Felicidades, futura deputada! ) 3

Programa de encerramento foi uma retrospectiva dos 18 anos de Rota do Sol (Foto: Nirley Sena/A Tribuna)

Após 18 anos, Rosana Valle encerrou o Rota do Sol na tarde deste sábado( 14 de abril )

Campo de girassóis

Depois de 18 anos explorando todas as praias, morros, cidades, rios, cavernas e cachoeiras da Baixada Santista e do Vale do Ribeira, a jornalista e apresentadora Rosana Valle se despediu neste sábado (14) dos 1,3 milhão de telespectadores do Rota do Sol, da TV Tribuna.

“Eu olho como um filme, uma história. É um ciclo da minha vida que vai se encerrando e, ainda bem, no auge. É uma bênção muito grande poder sair no auge, por vontade própria, para trilhar um caminho diferente. Sinto que já cumpri minha missão no Rota e no jornalismo, em geral”, revela.

À frente do programa desde o início do milênio, Rosana acredita ter restaurado o orgulho de quem nasceu no Vale do Ribeira e na Baixada Santista. “O Vale do Ribeira era tido como menos importante, por ser uma das regiões mais pobres do Estado. A gente mostrou que há riqueza por onde quer que se olhe. Potencial para investimentos em turismo e desenvolvimento em geral”.

A última edição foi uma retrospectiva dos 18 anos de Rota do Sol, com destaque para lembranças especiais da apresentadora. “Fiquei conhecida por propagar as belezas e a história dessas cidades. Ninguém andou tanto por todas as comunidades ribeirinhas, quilombolas e caiçaras quanto eu”.

No jornalismo

Em paralelo ao programa, Rosana continuou por 16 anos no jornalismo diário, com matérias de investigação e denúncia nas cidades da região.

“Em conjunto com a equipe da TV Tribuna, realizamos trabalhos para mudar a realidade de lugares carentes por aqui. Lutamos pela recuperação de áreas naturais em condições profundas de degradação”, diz.

Rosana lembra, ainda, das matérias com notícias levadas para todo o País. “Minha primeira matéria no Jornal Nacional foi sobre os avanços nos coquetéis para os pacientes com aids na Baixada Santista. Emocionante”.

Novos voos

Com o sentimento de missão cumprida no jornalismo, Rosana Valle faz as malas para novos voos, rumo ao Distrito Federal. “Comecei a sentir uma inquietação de fazer mais. Mais pela minha região, pelas cidades que me conhecem e que eu represento. Não vejo onde fazer mais que no Congresso”.

Pré-candidata a deputada federal pelo PSB, a apresentadora enumera causas locais que pretende defender. “É em Brasília onde poderei lutar por leis que fortaleçam o Porto, que defendam a recuperação de centros históricos, como de Santos, Cananeia e Iguape, leis para o nosso turismo, comércio…”.

Novo nome entre os políticos tradicionais, Rosana conta que tem a confiança dos prefeitos da região e o desafio de cativar adversários.

“Me questionam a respeito da minha falta de ‘experiência política’, que, na opinião deles, eu não tenho para ser deputada. Eu rebato com outro questionamento: se todo político tivesse experiência jornalística, de andar pelas ruas, saber das reais dificuldades da população, será que não teríamos representantes muito melhores?”.


Verdadeiramente, a Baixada Sanstista e o Vale do Ribeira ganharão uma combativa e excelente representante! 

Inimigos – como o Coronel Camilo – a favor, amigos – como o Major Olímpio – contra a desvinculação da Polícia Civil da SSP/SP 65

O deputado estadual Alvaro Batista Camilo, o Coronel Camilo (PSD),  diz que a decisão de separar as polícias não geraria um reflexo negativo ( Para a PM só benefícios , né? ). “Em São Paulo, já somos muito integrados. Tanto é que temos cursos de formação de delegados e tenentes-coronel juntos” (  “muito integrados” , mentiroooooso…rs )

 

Já para o deputado federal Major Olímpio (PSL), a Polícia Civil precisa de dignidade e investimento para recuperação e ampliação das suas estruturas e não mudança de secretaria para atender ao interesse político. “Sem salário digno e sem orçamento não vai virar nada”, critica.

Governador Márcio França, não compre as parvoíces dos presidentes da ADPESP e do SINDPESP, eles falam por uma insignificante minoria de neófitos 31

PLANO DE VIABILIDADE_SaidaSSP_EntradaJUSTICA

LEI COMPLEMENTAR Nº 207, DE 05 DE JANEIRO DE 1979

Lei Orgânica da Polícia do Estado de São Paulo

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei complementar:

TÍTULO I
Da Polícia do Estado de São Paulo

Artigo 1º – A Secretaria de Estado dos Negócios da Segurança Pública responsável pela manutenção, em todo o Estado, da ordem e da segurança pública internas, executará o serviço policial por intermédio dos órgãos policiais que a integram.
Parágrafo único – Abrange o serviço policial a prevenção e investigação criminais, o policiamento ostensivo, o trânsito e a proteção em casos de calamidade pública, incêndio e salvamento.
Artigo 2º – São órgãos policiais, subordinados hierárquica, administrativa e funcionalmente ao Secretário da Segurança Pública:
I – Polícia Civil;
II – Polícia Militar.
§ 1º – Integrarão também a Secretaria da Segurança Pública os órgãos de assessoramento do Secretário da Segurança, que constituem a administração superior da Pasta.
§ 2º – A organização, estrutura, atribuições e competência pormenorizada dos órgãos de que trata este artigo serão estabelecidos por decreto, nos termos desta lei e da legislação federal pertinente.
Artigo 3º – São atribuições básicas:
I – Da Polícia Civil – o exercício da Polícia Judiciária, administrativa e preventiva especializada;
II – Da Polícia Militar – o planejamento, a coordenação e a execução do policiamento ostensivo, fardado e a prevenção e extinção de incêndios.

 

Quem escreveu esse plano é um rematado ignorante !

Apenas para exemplificar, querem que o governador revogue e altere a Constituição Estadual e Leis Complementares por meio de Decreto.

Leiam e tirem suas próprias conclusões.

Governador Márcio França, João Dória lhe agradecerá pela entrega da Polícia Civil ao PTB – Segurança pública, antes de tudo, é a certeza de que todo crime será esclarecido para que outros não venham ser praticados; por conta disso a Polícia Civil é um órgão de e da Segurança Pública…Esclarecer é prevenir ! 3

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As Polícias Civis são os órgãos do sistema de segurança pública aos quais competem, ressalvada competência específica da União, as atividades de polícia judiciária e de apuração das infrações penais, exceto as de natureza militar. ( conceito básico do Ministério da Justiça )

Sobre a reforma da natureza defendida pelos nossos Américos Pisca-pisca da ADPESP e SINDPESP:

Delegados que defendem a mudança afirmam que o inquérito – ato policial que investiga uma suspeita de crime – é a base do processo criminal e, portanto, o contato com o Judiciário e o Ministério Público integra a rotina desses agentes. A pasta da Justiça, acrescentam as organizações de classe, se define como órgão que mantém essas relações institucionais judiciárias.

“A Polícia Civil está completamente abandonada, sucateada. Com esse cenário, qualquer mudança é bem-vinda, podendo significar um início de uma nova fase com melhorias e modernizações necessárias”, afirmou a delegada Raquel Kobashi Gallinati, presidente do Sindicato dos Delegados de São Paulo.

“Estamos mais ligados ao Sistema de Justiça Criminal do que à Segurança Pública, porque representamos a porta de entrada das demandas. A mudança facilitará a interlocução com o Poder Judiciário”, disse o presidente da Associação dos Delegados do Estado, Gustavo Mesquita Galvão Bueno.

O presidente da ADPESP disse essa impropriedade , “interlocução com o Poder Judiciário”, com base naquilo que consta no portal da Secretaria de Justiça ( quem somos ).

Aliás, o termo Justiça lá  continua apenas para dar um certo tom de circunspeção para essa relevante Pasta. Relevante, mas com objetivos diversos da Polícia Civil.

Virou tradição, mas nada tem a ver com o Poder Judiciário, Ministério Público, tampouco Defensoria Pública.

Há muito tempo órgãos importantes ligados ao sistema judicial , como a Procuradoria Geral do Estado,  deixaram a estrutura dessa Pasta, diga-se!

Por meio da Lei n. 8285, de 12 de abril de 1993, desvinculou-se a PGE da Secretaria da Justiça, dando à instituição plena autonomia.

“Porta de entrada das demandas”?

Não!

A Polícia Civil , infelizmente,  é o portão escancarado da impunidade!

Daí a falta de interlocução com o Poder Judiciário, MP e a própria PM.

Absurdamente, ignorância e ingenuidade potencialiazados pelo raciocinar – comum aos Delegados – com o estomago. E quem pensa com a barriga está fadado a continuar passando fome.

Com efeito, a Secretaria de Justiça  nem sequer mantém relação institucional com a Polícia Civil.

Alguém já viu essa Secretaria preocupada com a construção e reforma de Delegacias, aprimoramento dos serviços policiais com maior capacitação e valorização dos policiais com o fim de defesa dos direitos da cidadania?

Nunca, não é ?

Para que ir para aquela estrutura que abriga generalidades como o IPEM: Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo?

Querem, com todo respeito,  deixar de ser Polícia?

Política.

Um dos principais defensores da mudança da Polícia Civil é o deputado estadual Campos Machado (PTB), que indicou o atual secretário de Justiça, Márcio Elias Rosa, em 2016, e seu adjunto, Luiz Souto Madureira, que também é filiado ao PTB. Nesta semana, Machado anunciou apoio à reeleição de França em outubro e disse ter negociado com ele a permanência de seu partido no comando da Secretaria da Justiça.

“É uma experiência nova que quase todos os delegados querem. O problema é saber se teríamos tempo para isso. Se o governador encampar isso, nós vamos estar junto com ele”, disse Machado, que vê na mudança um caminho para conseguir viabilizar um projeto seu na Assembleia Legislativa que equipara o salário de delegado (inicial de R$ 9,8 mil) ao de procurador de Justiça (R$ 22,3 mil).

Demagogia barata!

Canto de sereia…

Senhores Delegados, não acreditem no deputado Campos Machado, pois os interesses dele em relação à Polícia Civil nunca foram nada coletivamente construtivos.

Ele pode ser pai e padrinho de um e outro, mas não da Polícia Civil enquanto Instituição!

Enfim, para quem sabe ler um “pingo é letra¨ !

 

Retrato imediato, colorido e digital da Polícia Civil de São Paulo…A PC precisa passar por um limpeza total…Resgatar a credibilidade com a população 19

Interessante ler os comentários acima, cargos irão ascender para Promotor e Juiz, sequer sabem distinguir a diferença dos poderes Executivo e Judiciário no Brasil e querem em uma canetada resolver todos seus problemas, vamos deixar isso de lado e analisar algumas situações. Evidentemente que há ótimos policiais civis em todas carreiras, motivos pelo qual a PC ainda está em pé.
Se hoje uma pessoa for vítima de qualquer crime, furto e roubo, por exemplo, diga a ela, tu precisas ir a uma delegacia registrar o BO, possivelmente e invariavelmente você ouvirá, “não sei se vou, não adianta nada mesmo”, o porquê ouve-se isso?

A pessoa pensa! vou ficar muito tempo aguardando para ser atendida, vou encontrar funcionários mal educados, a perícia então, essa demora dias para fazer seu trabalho, isto é, chega lá e faz anotações, imagina-se que vá recolher digitais ou algo do tipo, mas na verdade é apenas burocracia. É mentira?

então tenham o desprazer em ir a uma delegacia registrar um BO ou mandem algum amigo, parente ou conhecido, certamente terão problemas, claro que muitas vezes a demanda é muito grande nas delegacias por parte da PM principalmente, mas isto se dá pelo aumento exponencial dos crimes,essa estatística entregue tem muitas divergências, ora BO de furto, roubo junto com perda do documentos, latrocínio, entrar como crimes contra o patrimônio e não contra a vida, enfim!!!

O Estado sabe de todas as dificuldades que a PC passa, mas não tem interesse em melhorar e não vai melhorar, os Delegados por sua vez, passaram anos levando de maneira egoísta todas tratativas da Instituição.
PS: aos policiais que vestem camisa, independente de cargo, racham crimes, sempre procuram ajudar o próximo, não chutam BOs, e respeitam a população por esses que a PC está ainda aí, agora àqueles que sempre são mal educados, “não faço BO, não revisto preso, não registro livro, não sou escrivão, não sou investigador, não sou isso, não sou aquilo”, não querem e muitos não tiram plantões, sempre chupando o saco de um ou de outro e igual bagre ensaboado nunca é nada com vocês, mas na questão de direitos são os primeiros a puxar fila para entrar com ações ou reclamar.

Vocês não sabem o que é ganhar um Deus que ajude de uma pessoa que você rachou um crime ou simplesmente atendeu bem.

A PC precisa passar por um limpeza total!!!!! Resgatar a credibilidade com a população. Espero que aconteça o melhor, todavia nuvens negras do passado começam chegar e assolar.

Por: Caramba! Tchê!!!!!!