Para aqueles que como eu confiaram na excelência de Márcio França – Falência da CODESAVI deveria ser investigada pelo Ministério Público…E Márcio França – o maior líder político da cidade de São Vicente , virtual candidato à prefeitura de São Paulo – não diz uma palavra sequer sobre a dívida de 500 milhões em grande parte acumulada sob a sua tutela 4

São Vicente decreta o fim da Codesavi

Empresa pública criada em 1977, sendo a municipalidade detentora de 99,99% das ações.

Além da execução direta de serviços imprescindíveis era a contratante de obras, compras e diversos serviços públicos essenciais, tais como a coleta de lixo.

Infelizmente acabou sendo utilizada como cabide de empregos e, segundo se fala cautelosamente, operadora de licitações fraudulentas.

São Vicente é cidade onde se mata jornalistas, lembram do Rochinha?

Agora a Câmara desta cidade do litoral , reduto do ex-governador Marcio França, aprovou ( 12 votos contra 1, na noite do dia 9 de maio ) o projeto do cunhado do virtual candidato à prefeitura de São Paulo , que encerra as atividades da Companhia de Desenvolvimento da cidade (Codesavi).

A empresa é responsável pela limpeza e manutenção de equipamentos públicos , coleta do lixo , limpeza das praias e como substituta de empresas privadas nos casos de greve e paralisação das atividades ( por rotineira falta de pagamento , inclusive ).

A previsão é que os funcionários “concursados” sejam incorporados pela prefeitura.

Penso que a palavra concursado, em muitos casos, poderá ser substituída por “apadrinhados”.

A empresa tem atualmente uma dívida de R$ 480 milhões, sendo R$ 179 milhões resultado de verbas trabalhistas, incluindo encargos de INSS e FGTS, segundo a própria municipalidade.

Pode uma empresa pública fraudar o pagamento de verbas trabalhistas, incluindo INSS e FGTS?

O projeto, de autoria do prefeito Pedro Gouvêa (MDB), prevê o fechamento da empresa em 120 dias e a absorção de seus 681 funcionários na administração municipal.

Fala-se que o encerramento foi revestido de nulidades; com afronta à Constituição Federal.

Estranhamente o presidente da OAB local foi consultado e afirmou, apressadamente, que a medida era constitucional…

Desde quando presidente de OAB dá opinião sobre tais assuntos?

Por que não consultaram o Ministério Público ?

Mas a pergunta que não quer calar: como é que o poder público consentiu em tal rombo ao Erário, uma vez que a fonte de todo o dinheiro movimentado pela empresa sempre foi a prefeitura?

Obviamente, houve reiterados desmandos e , eventualmente, peculato!

Confiamos – desconhecendo tal estado de coisas, que segundo eles já estariam contornadas desde a assunção do atual prefeito ( 2017 ) – no Marcio França e no seu cunhado Pedro Gouvêa – mas hoje jamais votaríamos neles para quaisquer cargos.

Por que, só agora, Gouvêa encaminhou tal projeto?

Esperava que o cunhado fosse eleito e que verbas estaduais jorrassem para o pagamento da dívida?

Não poderia, com a repercussão negativa , comprometer as pretensões eleitorais de Marcio França e de Caio França?

E Márcio agora , com domicílio eleitoral em São Paulo, tentará a sorte como sucessor do Covas ?

Verdadeiramente, falta transparência e moralidade em São Vicente!

Sobrando cara de pau!

De se ver: Márcio França foi prefeito de 1997 a 2004, deixando em seu lugar – de 2005 a 2012 – o braço direito e grande amigo Tércio Garcia ( falecido ).

Este, coincidentemente, foi presidente da agora “encerrada” CODESAVI de 1997 a 2003.

De 2013 a 2016, São Vicente continuou a ser desgovernada por um dissidente desse mesmo grupo político, o evangélico Luís Cláudio Bili que totalizou 92.737 votos contra o hoje deputado Caio França, que recebeu 84.790 votos ( filho de França ).

Infelizmente, para São Vicente Márcio França não foi reeleito governador; felizmente, talvez, para os paulistas ganhou o João Doria…

Apesar dos pesares!

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https://www.diariodolitoral.com.br/cotidiano/camara-de-sao-vicente-aprova-extincao-da-codesavi/125436/

https://www.codesavi.net.br/site/

“Ele nos abandonou”, diz Cobrapol – Bolsonaro é mais um traidor dos policiais civis! 17

GERAL

Sindicato com 400 mil policiais ataca Bolsonaro: “Ele nos abandonou”

  • 15/05/2019
  • 15:32
  •  Uma das principais forças de tração para o presidente Jair Bolsonaro (PSL) chegar ao Palácio do Planalto, os agentes de segurança centralizam agora um nódulo de tensão no governo. Com um distanciamento desencadeado logo após as eleições de 2018, a carreira encampa uma manifestação para a próxima terça-feira (21/05/2019) e vive o momento de maior atribulação com o pesselista.
O combustível para a crise são as mudanças propostas pelo governo na aposentadoria da carreira. Atos em estados se estendem desde o início do mês. Sabendo dos riscos de ter como inimigos os agentes de segurança, integrantes do alto escalão do governo tentam — até o momento sem sucesso — amenizar o clima.Na última terça-feira (14/05/2019), entrou em campo o secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho. Ele tentou convencer representantes da União dos Policiais do Brasil (UPB) da necessidade de mudanças no sistema previdenciário. Não teve êxito.

Decepção e abandono

Após a reunião, André Luiz Gutierrez, presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), uma das 28 entidades representativas da UPB, conversou com o Metrópoles. Ele é o mobilizador nacional do ato da próxima semana.

“Não vamos recuar da manifestação. Isso é para mostrar o descontentamento com o presidente Bolsonaro por ele ter nos abandonado, numa postura diferente do que aconteceu em campanha. Ele prometeu que seríamos valorizados. Agora, com a reforma da Previdência, ele está tirando direitos conquistados ao longo de décadas”, criticou.

Para Gutierrez, a impressão que fica é que o presidente traiu a categoria ou pelo menos tem virado as costas aos policiais. “Votamos, trabalhamos em massa e buscamos votos para ele. Até hoje, não conseguimos falar com o presidente. Estamos decepcionados, nos sentindo abandonados”, completa.

Juntas, as entidades que compõem a UPB representa mais de 400 mil agentes de segurança pública, reunindo policiais federais, civis, escrivães, peritos e criminalistas, entre outros profissionais da área. Na próxima terça, a expectativa é que mais de 5 mil pessoas participem da manifestação na Esplanada dos Ministérios.

Também sobram críticas para a atuação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que é considerado omisso e de difícil traquejo. “Ele não tem se manifestado. Ele mesmo disse que não é político. Nem conversar ele conversou. Para ministro, ele é um excelente juiz. Enviamos um ofício para termos uma reunião e até hoje não tivemos respostas”, reclama Gutierrez.

Lista de reivindicações

Os primeiros indícios de que a relação entre policiais e Bolsonaro azedou veio em novembro de 2018 — um mês após a vitória do pesselista nas urnas. À época, a UPB enviou ao então presidente eleito uma carta pública com diversas reivindicações relativas à Previdência.

Os policiais brigam pela manutenção da atividade de risco, pensão integral por morte, regras de transição justas, idade mínima de aposentadoria diferenciada para homens e mulheres e integralidade e paridade dos vencimentos na aposentadoria, como foi acordado com as Forças Armadas.

“Precisamos ter um tratamento desigual, porque somos desiguais. Os militares treinam para uma guerra, nós vivemos uma guerra diária. Cito um exemplo: se o policial morre e deixa um esposa com menos de 40 anos, ela terá pensão de quatro meses e depois que se vire. O discurso na campanha era outro”, frisa Gutierrez, ao pontuar que esteve pessoalmente com Bolsonaro.

Essa não é a primeira vez que policiais fazem atos contra o atual mandatário do Palácio do Planalto. Em fevereiro, a categoria realizou atos semelhantes no Aeroporto Internacional de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek e na Esplanda dos Ministérios. Movimentos do tipo estão ocorrendo desde o último dia 6. Estados como Rio Grande do Sul e Goiás já tiveram protestos dos integrantes das forças de segurança pública.

Metrópoles

 

 

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Batalhão de Botucatu era biqueira concorrente do PCC; comando da PM tenta escamotear a ocorrência para preservar a imagem institucional…Pode, governador Doria? 13

TÍTULO: ACONTECEU DENTRO DO 12º BPM/I.

GRANDE QUANTIDADE DE MACONHA É ENCONTRADA DENTRO DO 12º BATALHÃO DA POLÍCIA MILITAR DA CIDADE DE BOTUCATU/SP.

POR QUE OS COMANDANTES AINDA NÃO VIERAM A PÚBLICO PARA DIVULGAR SOBRE A OCORRÊNCIA? 

QUEM É O TRAFICANTE DONO DOS TABLETES DE MACONHA?

ALGUÉM JÁ FOI PRESO?

ATÉ QUANDO A SOCIEDADE TERÁ QUE ABORDAR UM REPÓRTER NA VIA PÚBLICA E SOLICITAR ESCLARECIMENTOS SOBRE A MACONHA QUE FOI ENCONTRADA DENTRO DO 12º BATALHÃO DA PM DA CIDADE DE BOTUCATU/SP?

FONTE DA INFORMAÇÃO (YOUTUBE): RÁDIO CLUBE FM DE BOTUCATU/SP (REPÓRTER JAIME CONTESSOTE JÚNIOR)

https://www.youtube.com/watch?v=mSkepsS7Rvk&t=140s

https://youtu.be/mSkepsS7Rvk

Por que apenas as ocorrências abaixo, sobre apreensões de drogas, foram divulgadas com orgulho por policiais militares do mesmo 12º Batalhão da Polícia Militar da cidade de Botucatu//SP?

https://acontecebotucatu.com.br/policia/rocam-flagra-escritorio-do-trafico-em-botucatu/

https://acontecebotucatu.com.br/policia/tor-canil-e-forca-tatica-apreenderam-41-quilos-da-pasta-base-de-cocaina-no-fim-de-semana/

https://acontecebotucatu.com.br/policia/rocam-e-canil-apreendem-13-quilos-de-droga-no-jardim-eldorado/

https://acontecebotucatu.com.br/policia/rocam-e-canil-interceptam-entrega-de-1-quilo-de-maconha-na-vila-sao-luiz/

https://acontecebotucatu.com.br/policia/equipe-do-canil-da-pm-prende-dois-por-trafico-no-jardim-ciranda/

https://acontecebotucatu.com.br/policia/canil-e-rocam-registram-trafico-de-drogas-na-cohab-2/

https://acontecebotucatu.com.br/policia/acao-da-rocam-apreende-grande-quantidade-de-drogas-na-cohab-4/


Estoque para contingenciamento da produção do Batalhão! 

Polícia Militar, nela você pode confiar!

( eu prefiro evitar ) 

A FAMÍLIA BUNDA-SUJA E CARA DE PAU – Flavinho aprendeu a investir no “Banco Imobiliário” da Estrela; o peculato aprendeu com o capitão que lhe fez a iniciação nessa arte política…( E o Lulinha, perguntarão? ) 4

MP teria apontado compra de 19 imóveis por Flávio Bolsonaro, diz Veja

Segundo reportagem, os procuradores afirmam ter achado elementos que indicam a prática, no gabinete de Flávio, à época deputado, de crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa

Foto: Geraldo Magela/Agência SenadoResultado de imagem para banco imobiliario

A situação do senador Flávio Bolsonaro começa a se complicar ainda mais. O Ministério Público Federal (MPF), depois de pedir a quebra do sigilo bancário e fiscal de 95 pessoas e empresas relacionadas ao filho do presidente, teria apontado indícios de que o parlamentar usou a compra e venda de imóveis para lavar dinheiro, segundo reportagem exclusiva de Fernando Molica, da Veja.

Na ação, os procuradores teriam afirmado achar elementos que indicam a prática, no gabinete de Flávio, de crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

De acordo com a investigação, entre os anos de 2010 e 2017, o Flávio, que era deputado à época, lucrou R$ 3,089 milhões em negócios imobiliários em que existem “suspeitas de subfaturamento nas compras e superfaturamento nas vendas”. No período, ele teria investido nada menos do que R$ 9,425 milhões na compra de 19 imóveis.

No documento sigiloso, obtido por VEJA, o MP diz que a suposta fraude pode ter ocorrido para “simular ganhos de capital fictícios” que teriam como objetivo encobrir “o enriquecimento ilícito decorrente dos desvios de recursos” da Assembleia Legislativa do Rio.

Veja também:  Negócios imobiliários de Flávio Bolsonaro estão na mira da quebra de sigilo

Ainda conforme reportagem de Veja, os promotores mencionam casos em que teria ocorrido valorização excessiva de imóveis comprados por Flávio.

Um dos exemplos teria ocorrido em 27 de novembro de 2012. Diz a matéria que Flávio adquiriu, por R$ 140 mil, um apartamento em Copacabana. Quinze meses depois vendeu o imóvel por R$ 550 mil, o que representa um lucro de 292%.

Paraíso fiscal

Entre outros casos citados pela reportagem, o MP ressaltou que, entre dezembro de 2008 e setembro de 2010, Flávio teria adquirido dez salas comerciais na Barra da Tijuca, por R$ 2,662 milhões. Em outubro de 2010, todos os imóveis teriam sido vendidos para a empresa MCA Exportação e Participações por R$ 3,167 milhões.

Os promotores enfatizam que um dos compradores é a Listel S.A., empresa com sede no Panamá, um paraíso fiscal. A partir disso, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) considera que existam “sérios indícios” de lavagem de dinheiro.

QUE TAL COPIAR LAS VEGAS – Jair Bolsonaro deve liberar os jogos de azar no Brasil com o fim de criar empregos desenvolvendo a indústria, construção, comércio e o nosso turismo hoteleiro…Fim do monopólio da CEF, todos os bancos privados poderão instituir suas loterias 80

Resultado de imagem para las vegasOs jogos de azar foram proibidos no Brasil há mais de 70 anos

Desde o  início de seu mandato, o presidente da República vem  recebendo  forte pressão para suspender a proibição a jogos de azar e cassinos, em todo o país.

Mas tem muito medo da bancada evangélica.

Os pastores não querem maridos de crentes gastando o dízimo em outros divertimentos.

Contudo, a iniciativa presidencial  poderia reforçar o caixa da União em cerca de R$ 20 bilhões por ano; agregando mais de R$ 1 trilhão à economia.

O Brasil é um dos poucos países do mundo que proíbe jogos de azar como os praticados em cassinos e bingos — atualmente, as apostas legalizadas se restringem à Loteria da Caixa Federal, administrada pela União.  Outras nações que não autorizam essas atividades são Cuba, Islândia e países de maioria muçulmana, como Arábia Saudita e Indonésia.

Muita gente poderia sair da miséria trabalhando diariamente em empreendimentos honestos.

Infelizmente sobra falso moralismo e argumentos pelas exceções.

No Senado, há muito tempo,  a proposta que prevê a legalização do jogo está pronta para ser analisada em Plenário.

O projeto de lei do senador Ciro Nogueira (PP-PI), reeleito para mais oito anos na Casa, autoriza a exploração de “jogos de fortuna”, on-line ou presenciais, em todo o território nacional.

A regulamentação, uma vez aprovada e sancionada por Bolsonaro, contemplará o jogo do bicho; vídeo-bingo e videojogo; bingos; cassinos em complexos integrados de lazer; apostas esportivas e não esportivas e cassinos on-line.

O credenciamento para exploração do jogo de bingo e vídeo-bingo terá prazo de 20 anos, renovável por igual período, e será de responsabilidade dos Estados. Já o dos cassinos terá validade de 30 anos, podendo ser renovado por sucessivos períodos.

Após o envio do texto ao Plenário, depois de receber parecer pela rejeição na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em março deste ano, foram apresentados dois requerimentos que precisam ser votados antes de os senadores analisarem o projeto. Nenhum dos proponentes, no entanto, foram reeleitos.

A presença dos jogos de azar no Brasil é definitiva; impossível de ser reprimida.

Hoje com os sites internacionais explorando diversas modalidades de jogos sem quaisquer controles e promovendo a evasão de divisas.

Empresas de apostas esportivas permitem aos brasileiros utilizarem seus serviços por conta de uma brecha da legislação: os servidores dessas companhias estão sediados em países onde é permitida a realização da atividade. De acordo com Pedro Trengrouse, professor da Fundação Getúlio Vargas que publicou um estudo sobre o tema, a regulamentação dos sites de apostas no país geraria mais de R$ 2,7 bilhões em impostos diretos.

Jair Bolsonaro deveria escolher entre o nosso bolso e os bolsos americanos, russos e europeus…

Lembrando, ao contrário das drogas, não existe quaisquer obrigações internacionais de repressão aos jogos em geral ( com apostas ).

Trata-se de atividade moralmente aceita em tudo o mundo; apenas no Brasil ,  outros países tão atrasados e corruptos, a livre exploração dos jogos é criminalizada.

Desembargadora Marília Castro Neves ingressou na magistratura carioca ultrapassando o “paredão profilático”, né? 3

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STJ aceita queixa-crime contra desembargadora por ofensa a Jean Wyllys

Luis Macedo / Câmara dos Deputados

O ex-deputado federal Jean Wyllys Imagem: Luis Macedo / Câmara dos Deputados

Leandro Prazeres

Do UOL, em Brasília

15/05/2019 16h51Atualizada em 15/05/2019 17h08

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) aceitou hoje uma queixa-crime contra a desembargadora Marília Castro Neves, do TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) por injúria contra o ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ). A decisão foi tomada pela Corte Especial do STJ, que avalia casos de pessoas que têm foro privilegiado.

O placar da corte especial que determinou a aceitação da queixa-crime foi de 10 a 2.

Marília se torna ré e vai responder criminalmente por ter publicado uma postagem em uma rede social em 2015, na qual se referia ao ex-parlamentar dizendo que, no caso dele, ela seria a favor de um “paredão profilático”. Se for condenada, ela poderá ser sentenciada a penas que podem chegar a oito meses de prisão ou pagamento de multa.

Em sua defesa, a desembargadora afirmou que a sua publicação foi tirada de contexto e que ela não quis ofender Jean. O STJ determinou que, enquanto responde pelo crime, a desembargadora continuará no seu cargo.

A publicação foi feita pela desembargadora no dia 29 de dezembro de 2015 em sua conta pessoal no Facebook.

“Eu, particularmente, sou a favor de um ‘paredão profilático’ para determinados entes…o Jean Wyllys, por exemplo, embora não valha a bala que o mate e o pano que limpe a lambança, não escaparia do paredão”, disse, na postagem.

Na ação movida por Jean Wyllys contra a desembargadora, seus advogados afirmam que a magistrada teria extrapolado o “seu direito da liberdade de expressão”.

Para a relatora do processo no STJ, Nancy Andrighy, as opiniões expressadas pela desembargadora, possuíam, a princípio, o efeito de ofender o então parlamentar.

“As opiniões da querelada (processada) possuem, em tese, o condão de ofender a dignidade do querelado […] havendo, ainda demonstração, no campo hipotético e indiciário, da intenção deliberada de injuriar, denegrir, macular ou atingir a honra do querelante”, afirmou a relatora.

Em sua defesa, a desembargadora atribuiu sua postagem ao momento político do país.

“A queixa-crime descontextualizou a mensagem publicada nas redes sociais, na qual expressava sua insatisfação com a situação do país, sem objetivo de ataque ou de ofensa à pessoa do querelado”, diz um trecho do voto da relatora.

Desembargadora coleciona polêmicas

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Esta não foi a primeira vez que a desembargadora Marília Castro Neves criou polêmica nas redes sociais.

Em dezembro de 2015, ela fez uma postagem atacando o líder Zumbi dos Palmares, um dos heróis cujo nome está no Panteão da Pátria e da Liberdade, em Brasília.

Segundo ela, Zumbi era um “mito histórico” criado pela esquerda para “estimular o racismo que o Brasil até então não conhecia”.

Em 2018, ela divulgou uma notícia falsa sobre a vereadora carioca Marielle Franco que dizia que a parlamentar assassinada a tiros teria ligação com o tráfico de drogas. Após a repercussão negativa do caso, a desembargadora publicou uma carta pedindo desculpas por ter publicado a informação falsa e por ter questionado se professores com síndrome de Down poderiam lecionar.

Na tarde desta quarta-feira, a reportagem do UOL telefonou para três dos advogados da magistrada. Foram feitas ligações para os advogados Leonardo Villarinho, Mario Polineli e Carlos Eduardo de Campos Machado, mas nenhum deles atendeu às chamadas

Demagogia e hipocrisia do pretenso sucessor de Bolsonaro rebatidas por entidades de direitos humanos…Governador Doria, quem deve se manifestar fundadamente – sem providencialmente jogar a culpa no PCC – sobre policiais executados é a Administração; não ONGs criadas em defesa de hipossuficientes frente aos rotineiros abusos do Poder Público…Aliás, quem garante que o PM foi executado apenas por ser policial e da Rota? 27

Entidades de direitos humanos rebatem Doria e repudiam mortes de policiais

Dois agentes morreram num intervalo de dez dias; governador havia dito que não viu defensores se manifestarem

Thaiza Pauluze
São Paulo

Entidades e especialistas em direitos humanos rechaçam a pecha de que não se manifestam ou mobilizam quando um policial é executado. Eles rebatem a declaração do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que afirmou não ter visto os defensores após o assassinato de dois policiais da (Rota Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) em menos de dez dias no estado.

“É curioso, quando há alguma outra circunstância, inclusive de morte de bandido, as entidades que defendem os direitos humanos, ou várias delas, se manifestam”, disse Doria. “Eu não vi nenhuma manifestação de nenhuma entidade que defende direitos humanos da crueldade como foram assassinados.”

Carro do PM da Rota foi atingido por dezenas de disparos de fuzil quando ele saía de casa, em Interlagos (zona sul)
Carro do PM da Rota foi atingido por dezenas de disparos de fuzil quando ele saía de casa, em Interlagos (zona sul) – Divulgação/Polícia Civil

No primeiro dia útil depois de cada morte, o comandante-geral da PM paulista, coronel Marcelo Viera Salles, recebeu um ofício de pesar do Instituto Sou da Paz. É uma rotina da entidade que acompanha cada um dos casos de perto, afirma Ivan Marques, o diretor-executivo.

“O Sou da Paz não veste a carapuça construída pelo governador. Nós exigimos investigação adequada e solução desses crimes, que vão muito além da morte de um policial, são um atentado contra o Estado Democrático de Direito e, portanto, inadmissíveis”, diz Marques.

Em 2017, o instituto publicou o relatório “Linha de Frente”, que analisou tanto as circunstâncias de mortes por policiais em serviço quanto a vitimização dos agentes. “Nosso papel é apontar caminhos para que os policiais não morram.”

Para Renato Sérgio Lima, presidente do Fórum Brasileiro De Segurança Pública, o comentário do governador “não ajuda em nada na proteção e valorização dos policiais, apenas joga para a torcida e reforça antagonismos”.

O Fórum também diz se solidarizar com a corporação e com a família dos PMs mortos. “Muitos de nossos associados manifestaram-se logo após os acontecimentos. O importante é não explorar os casos politicamente e investigar a fundo, não o deixando impune e esclarecendo todos os aspectos que o envolvem”, afirma Lima.

A organização internacional Human Rights Watch faz coro, ao lamentar “profundamente os assassinatos, com indícios de execução” e também cobrar investigação e punição.

“Além disso, é fundamental fortalecer os procedimentos de atuação, treinamento e medidas de proteção para os policiais, especialmente fora de serviço, que é quando estão mais vulneráveis e quando ocorre a maior parte dos assassinatos”, disse, em nota.

O Defensor Público-Geral do Estado, Davi Depiné, também afirmou que o órgão se colocou à disposição da Secretaria de Segurança Pública para atender os parentes enlutados e defender seus direitos. Para ele, o momento é de “unirmos esforços por uma cultura de paz e segurança”.

Embora repudiem qualquer tipo de violência, alguns defensores atuam nos casos que envolvam a população da periferia —vítimas recorrentes das ações policiais— porque são mais vulneráveis e os crimes costumam ficar impunes, afirma Ariel de Castro Alves, conselheiro do Condepe (Conselho Estadual de Direitos da Pessoa Humana) e membro do Grupo Tortura Nunca Mais.

“Não há interesse da polícia em resolver casos de abusos de agentes do próprio Estado. As entidades de direitos humanos são as únicas que eles podem recorrer”, diz ele.

Ariel lembra que o Condepe também auxilia recrutas vítimas de abusos. “Ano passado orientamos um policial militar gay que estava sofrendo ameaças por parte de outros membros da corporação.”

Já sobre os abusos cometidos pelos agentes, “não temos visto Doria se manifestar, quando deveria ser o primeiro”, diz Ariel. Para o conselheiro, um exemplo aconteceu neste domingo (5), quando Rafael Aparecido de Souza, 23, morreu após ser baleado no peito por um policial, na zona leste da capital paulista. Sem antecedentes criminais, o jovem estava em frente a sua casa após um churrasco com os primos.

Ao contrário, “o governador incentiva a violência ao condecorar policiais depois de 11 mortes em Guararema”, afirma Ariel. Doria homenageou os agentes no Palácio dos Bandeirantes. “Não é papel do estado condecorar quem mata.”

Há 13 anos, Débora Maria da Silva diz acompanhar a morte dos agentes em São Paulo. Ela é fundadora do movimento Mães de Maio, que reúne familiares e amigos das vítimas dos crimes de maio de 2006 em São Paulo, quando uma onda de ataques a policiais e revide dos próprios agentes e grupos paramilitares deixou quase 500 mortos. Seu filho foi uma das vítimas.

“A perda é de um lado e do outro”, afirma, e mesmo depois de todo esse tempo, “a marcha fúnebre prossegue, nessa guerra não declarada, dessa cultura do ódio, da insegurança pública, que deveria ser revista.”

Débora se diz “defensora da vida, do ser humano”. O grupo inclusive acolheu a mãe de uma policial, morta no Amazonas. “Abraçamos ela. Só a mãe sabe a dor de outra mãe, seja de um filho que usa farda ou não.”

Folha de São Paulo revela que o cabo da Rota executado em Santos excursionaria com a família pela Europa; sonhando em mudar para Portugal quando da aposentadoria…Com essa crise? 64

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PM da Rota morto em Santos instruiu filha a cuidar da mãe

Cabo Daniel Gonçalves Correa, assassinado aos 43, queria ser sargento e sonhava viver em Portugal quando se aposentasse

Rogério Pagnan
Folha de São Paulo

Numa tarde de abril, o cabo da PM Daniel Gonçalves Correa quebrou uma regra imposta por ele mesmo: não falar com a família sobre o trabalho.

À filha de 12 anos, Beatriz, o policial militar comentou o alto risco da profissão e a possibilidade de um dia sair para trabalhar e não mais voltar.

“Se me acontecer alguma coisa, filha, você cuida da mãe, do seu irmão. Não chore muito, nem deixe sua mãe ficar muito triste”, pediu ele.

Era a primeira vez que a menina ouvia o pai falar da própria morte, para ela ou para outra pessoa daquela casa.

Embora impactante, aquilo parecia algo improvável para um preparado policial da Rota, a tropa de elite da PM paulista, e muito distante para um homem de 43 anos de idade, cuja única preocupação com a saúde eram os quilinhos sobressalentes que tentava perder com uma dieta alimentar.

Foto mostra um policial negro, de boina, apontando uma arma, diante de um carro da Rota; é o cabo Daniel Gonçalves Correa, assassinado em Santos no dia 25 de abril de 2019
O cabo da Rota Daniel Gonçalves Correa, assassinado aos 43 anos em Santos, no dia 25 de abril – Reprodução

Tardou pouco, porém, até as más notícias baterem à porta da família, em São Vicente, no litoral paulista, dando ar premonitório à fala do pai à filha.

“Se estava sendo ameaçado, nós não sabemos, porque ele não falava nada. Talvez não tenha falado para não nos deixar com medo, mas o fato é que nunca nos contou”, disse a viúva, Elaine, 39, que completaria 20 anos de casada no próximo dia 12 de junho.

“Eu não queria acreditar, mas, quando a médica começou a explicar, caí na realidade”, conta ela, que recebeu a notícia da morte no hospital.

Elaine, a quem Daniel gostava de chamar de Nani, não quis ouvir detalhes do crime, assim como não quis ver o vídeo do assassinato, ocorrido em uma rua de Santos no dia 25 do mês passado.

As imagens mostram um criminoso correndo sorrateiramente na direção do policial, que estava distraído falando ao telefone na calçada. Sem nada dizer, o homem disparou contra na nuca do PM e, na sequência, efetuou mais dois disparos antes de fugir.

“Não vai trazê-lo de volta [saber da investigação], então, não quero saber. Prefiro ficar na minha”, diz a viúva.

Beatriz cresceu vendo o pai trabalhar na Rota. Ela tinha apenas um ano quando Daniel conseguiu ser admitido para trabalhar naquele batalhão, em fevereiro de 2007, após anos de tentativas.

Nos últimos meses, Beatriz também assistia ao pai —que no total tinha 21 anos de corporação— dedicar-se aos estudos. O policial vinha se preparando para prestar um concurso para sargento e também fazia cursos para aprender a pilotar helicópteros. “Ele queria progredir”, afirma a viúva.

Além da família, outra paixão do policial era o time de futebol do Santos. Ao filho Daniel, de 2 anos, comprou uniforme completo e bandeira; chegou a levá-lo à Vila Belmiro para assistir a uma partida.

Em outubro próximo, os quatro fariam a primeira viagem à Europa. Estava tudo programado para ficarem 16 dias por lá. Além da França,fariam uma espécie de reconhecimento de terreno em Portugal —Daniel e Elaine planejavam mudar-se para lá quando o PM se aposentasse.

Não haverá mais viagem.

“Agora é minha vez de ser forte, para cuidar de todo mundo. Eu preciso cuidar dos que ficaram”, diz ela.

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/05/pm-da-rota-morto-em-santos-instruiu-filha-a-cuidar-da-mae.shtml


Não pretendo prejulgar preconceituosamente , tampouco infamar a memória do falecido…

Mas uma viagem de 16 dias pela Europa , dois adultos e duas crianças, não custa menos do que R$ 30.000,00 ; sem gastar muito . 

É possível financiar a passagem e hospedagem, mas , ainda assim, tal sonho é muito fora do padrão de consumo das Praças da PM . 

Perguntamos, o soldo da Rota é diferenciado…O bico deles é melhor remunerado ?

Oxalá, todos os policiais deste Estado pudessem um dia conhecer a Europa; levando a família. 

Eu  como Delegado,  por 23 anos, ganhando mais do que o dobro,  nem sequer fui a Poços de Caldas. 

Aiás, o dólar hoje foi negociado a R$ 4,70; o euro a R$ 5,50. 

Tribunal de Contas faz fiscalização fraudulenta na Polícia Civil e constata que a maioria dos policiais está motivada e que o atendimento ao público é excelente 34

Boa tarde Dr. Guerra. Nessa semana o TCE-SP fez auditoria em diversas Delegacias do Estado.
Segue relatório consolidado.
O que achei mais engraçado  e curioso, é o índice de policiais altamente motivados.
Quanto ao sentimento de motivação, se sente:

Respostas             Percentual
Altamente motivado 5,18%
Bem motivado 16,89%
Moderadamente motivado 28,77%
Pouco motivado 22,74%

Desmotivado 26,42%

Três PMs foram condenados por envolvimento em jogos de azar no litoral paulista 4

Luís Adorno

Do UOL, em São Paulo

01/05/2019

Resumo da notícia

  • Três PMs, sendo dois na ativa e um aposentado, foram condenados por auxiliar na segurança de casas de jogos de azar no litoral paulista
  • Escutas telefônicas e imagens dos militares recebendo propina embasaram acusação do MP, que culminou em condenações de 5 a 8 anos de prisão

A Justiça de São Paulo condenou, neste mês, três policiais militares, sendo dois da ativa e um já aposentado, por envolvimento na chamada “máfia dos caça-níqueis” de Santos, no litoral paulista. Os PMs se valiam de informações privilegiadas da corporação para colaborar com o funcionamento de casas de jogos de azar, proibidas no Brasil. As penas variam entre cinco e oito anos,

O UOL obteve com exclusividade a sentença do juiz Antonio Carlos Martins, da 2ª Vara Criminal de Praia Grande, e a acusação feita em 2014 pelos promotores Rodrigo Fernandez Dacal e Silvio de Cillo Leite Loubeh. Segundo a investigação, participaram do crime os PMs da ativa Fábio Barbosa Gomes e Antônio Roberto de Almeida, além do reformado Paulo César Dalarmelina. Os três negaram, em juízo, as acusações.

Escutas telefônicas realizadas nos telefones dos PMs e imagens feitas por investigadores determinaram a ação dos militares junto a donos de casas de jogos. Todos eles foram condenados a prisão em regime fechado, mas o juiz Martins não determinou a prisão preventiva porque entendeu que não havia “requisitos insertos no Código Penal”. Eles estão condenados, mas em liberdade. No entanto, não podem sair do Brasil.

“Dinheiro. Dinheiro, filha. Dinheiro”

Duas interceptações telefônicas de dezembro 2014 apontam o policial Fábio Gomes cobrando propina para donos de casas de jogos de azar de Santos. Antônio de Almeida e Paulo Dalarmelina participava diretamente do esquema, segundo a investigação.

Às 16h17 de 18 de dezembro de 2014, Fabio ligou para uma dona de uma casa de jogos. A conversa foi a seguinte:

  • Fábio: Alessandra, é o Fabio.
  • Alessandra: Que Fábio?
  • Fábio: PM. Tudo bem?
  • Alessandra: Ah tá, ele deixou [o dinheiro] aqui desde ontem.
  • Fábio: É, ele me avisou mas é que eu estava trabalhando ontem à noite, não deu para eu ir aí pegar.

Às 22h46 de 23 de dezembro de 2014, Fábio conversou com outra mulher, que vivia com um gerente de uma das casas de jogos:

  • Gilda: mas tu quer o que Fábio?
  • Fábio: Dinheiro, dinheiro, dinheiro, filha, dinheiro.
  • Gilda: Dinheiro? Vai dormir, cara, é Natal, esquece isso.
  • Fábio: Por isso mesmo que preciso de dinheiro. Ele [marido de Gilda] está me devendo desde do dia 20
  • Gilda: Eu tô procurando meu telefone para ver se ele mandou mensagem, mas acho que não.
  • Fábio: Vou mandar mensagem pra ele agora, que ele falou que ia ‘avisar a Gilda para te dar’

De acordo com a Promotoria, o que ocorreu foi uma “organização hierarquizada voltada para o lucro econômico, com a participação de diversos membros, com divisão de tarefas entre seus integrantes, atuando de forma estável e permanente há anos, tudo para operacionalizar o esquema voltado para a exploração de máquinas caça-níqueis”.

Reprodução/MP
Casa de jogos de azar, em Santos, onde PMs participavam de esquema de segurança, segundo a Justiça de SP Imagem: Reprodução/MP

Ainda segundo a denúncia feita pelo MP, parte dos valores arrecadados com as práticas ilícitas era entregue aos PMs, que se omitiam na repressão às atividades ilícitas “e interferiam em favor da organização, sempre que necessário, para prevenir eventuais intervenções e ações policiais”.

Paulo César Dalarmelina foi condenado a 8 anos, 4 meses e 12 dias de prisão. Segundo a acusação, ele “se utilizou, indevidamente, de acesso restrito a sistema de informações e banco de dados da Administração Pública”. Dalarmelina trabalhou no Copom (Centro de Operações da PM), mas, na época dos fatos, estava aposentado. Mesmo assim, ele obteve acesso ao sistema que continha as denúncias, através da senha de outro policial. Com isso, alertava a quadrilha.

Fábio Barbosa Gomes foi condenado a 7 anos, 2 meses e 12 dias de prisão. Ele era o responsável por receber, a cada 15 dias, propina e repassar aos demais policiais, segundo a investigação. Fábio também costumava mandar mensagens de celular para alertar a quadrilha sobre as denúncias que chegavam via 190. Após receber uma resposta, ele informava o número de quem tinha feito a denúncia à PM.

E Antônio Roberto de Almeida foi condenado a 5 anos, 4 meses e 24 dias de prisão. Contra ele pesou a denúncia de que ele colaborava com pesquisas no sistema e repasse de informações mediante o recebimento de propina.

Operação Jogo Duro

Além dos três PMs, outras sete pessoas, envolvidas diretamente com a prática de jogos de azar, também foram condenadas pela Justiça paulista. As penas vão de cinco a 15 anos de prisão. O MP recorreu e quer a condenação por crimes que foram afastados na sentença, aumentando, assim, os anos de pena.

As condenações ocorreram após a operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Santos) batizada de Jogo Duro. Na primeira operação, deflagrada em 30 de abril de 2015, foram cumpridos 60 mandados de busca e apreensão e apreendidas cinco armas de fogo, além de 146 máquinas caça-níqueis. Também foram apreendidos R$ 290,5 mil, R$ 64 mil e R$ 5.000

A SPTC e os abusos sofridos pelos policiais civis operacionais 34

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A SPTC é administrada por sem vergonhas, antro de hipocrisia e nepotismo

Em resposta a Atendente de Necrotério Policial

Já passei por isso. Esse período de início na carreira é o pior. O pessoal abusa. Atepol não tem atribuições definidas em lei. Na de 1967 (dos servidores) tem a carreira de atendente, mas é de lanchonete. Kkkk
Por este motivo o auxiliar e o Legista se aproveitam da situação. O auxiliar diz “só corto, colho amostra e costuro” e o legista “faço o laudo”, ou seja, eles querem que o atepol faça TODO o resto! Hahahaha

É muita cara de pau. Te contar algo mais frustrante ainda… O ato da necrópsia é um ATO Médico, ou seja, só o legista deveria colocar a mão no cadáver e o auxiliar apenas auxilia-lo. Só que como tudo no Brasil é das avessas ocorre isso: a interpretação do que é necropsia (é o ato de cortar ou definir a causa mortis?); Certa vez mandamos para a ouvidoria da Polícia duas questões de suma importância para nós. A necrópsia é um ato médico, então pq o auxiliar (que na prática não é auxiliar josta nenhuma e sim TÉCNICO em necrópsia) tem que cortar, colher e fechar e o Legista só olhando? Em outros Países é o Legista quem faz tudo. Adiante a Ouvidoria da Polícia (pq a corregedoria quer q o Sr bem se fod…..) manda para o Conselho Regional de Medicina a clássica pergunta: PQ os senhores não cortam? A reposta foi magnânima… Basicamente isso: olha sabemos que é um ato médico (que só o médico coloca a mão), mas esse serviço em específico não necessita ser o médico já que o médico está “supervisionando” a necrópsia!!! Não querem fazer o pesado, ganham melhor (justo óbvio) e usando de própria interpretação do português não querem nem encostar no cadáver. Isso é um absurdo!!!! Querem fazer isso? Tem que mudar a nomenclatura da carreira e pagar melhor, porém os legistas (assim como muitos e inclusive eu – confesso- porém quem trabalha no sopão e na antropologia têm uma habilidade mais específica e não parecem nem um pouco com açougueiros e sim especialistas mesmos) entendem que o auxiliar é um mero açougueiro. Atepol e auxiliar estão lá apenas para fazer o pesado.
Essa foi a sacanagem com os auxiliares… Agora com os Atendentes….
Aqui em SP os “super legistas” não querem entregar corpos desnudos para a família, pois entendem isso como um desrespeito, porém não levam em conta que o corpo já chega desnudo, não fizemos “moda policial”, não é atribuição da carreira policial e sim do agente funerário CONCURSADO, ainda querem que os Atendentes (pausa para a risada) trabalhem na sala de necrópsia manipulando corpos nas mesas e os guardando na geladeira sendo esse serviço do auxiliar!! Atepol busca e descarrega cadáver, preenche o atestado, libera o corpo para a família, checa o familiar que está liberando o corpo para ver se não está pedido, serviços administrativos que são comuns a todas as carreiras.

Pronto problema para os atepol. Mandaram para a Ouvidoria da Polícia novamente…. Aí a Ouvidoria o que faz? A mesma coisa de antes… Manda para responder justamente com quem vc está medindo força! É como se a raposa estivesse no galinheiro dizendo que está lá de “segurança”. Em suma a briga para não vestir cadáveres (pq isso já deu centenas de problemas, inclusive sendo bico de alguns colegas) era com a diretoria e a Ouvidoria manda quem para responder? A diretoria. Que por sua vez deu a resposta tão ridícula, quanto esse pessoal VAGABUNDO do conselho regional de medicina, olha é desrespeitoso entregar o corpo desnudo para a família (dane-se o atepol ele que se vire com os problemas), mesmo demonstrando no pape e na Lei que quem deve vestir é o agente funerário!!!!!! Aí a Ouvidoria complementa dizendo que é mesmo um desrespeito e que independentemente da função ser do agente funerário que nós deveríamos abraçar esta causa em compreensão a família. Triste. Eu me neguei e falei: olha é um desrespeito com a família, mas não é com nós, então façamos o seguinte, eu irei colocar um papel sobre o corpo e se a família o quiser vestir ou pagar a alguém que fique a vontade. Pronto. Problema resolvido. O corpo não estará desnudo, a diretoria não pode fazer nada a não ser me retirar daquele lixo de necrotério cheio de legistas vagabundos.

Conselhos:
-Sempre há alternâncias na Diretoria (fica mudando de pá toda hora), mas independentemente de eles se odiarem, eles odeiam mais a nós. É o famoso cada um por si ou cada cachorro que lamba a própria caceta.

-Quer algo que não lhe de dor de cabeça de fato fique por aí em alguma maçaneta que tem varias.

Não de moleza para caguetas que têm aí são 99% cagões e invejosos.
Trabalhe desviado como eu. Trabalhe no IC (que é mais sossegado) ou permute para a PC igual eu fiz (melhor coisa da minha vida, trabalho mais, mas não tenho que pagar sapo para Legistas e tratar com Delegados é infinitamente melhor; Além que desviado vc pode falar o mesmo dos desviados que estão na SPTC: isso não é minha atribuição).
Ninguém paga suas contas e todos têm direito a buscar a felicidade. Vc irá encontrar uns otários que não gostarão que vc está desviado, mas esses leões de teclado só aparecem aqui, pois na sua frente são umas “putas”. Eles reclamam pq com desvio o Governo não repõe funcionários, mas principalmente não os valoriza. Uns imbecis mesmo. Governo sabe de tudo isso e não está nem aí para isso. Ele nunca irá valorizar. É mais fácil extinguir a valorizar. A verdade é que os caras estão tão cansados e frustrados que “vêm problema em tudo e querem acreditar que o verdadeiro problema é esse”.

-Não largue a carreira. A promoção é mais rápida e ganha o mesmo das outras carreiras que eram NF.

-Em suma colega a SPTC é administrada por sem vergonhas, antro de hipocrisia e nepotismo, zoião e invejosos, vagabundos que só olham para si, ninguém quer saber de vc, sempre puxam a sardinha para eles, mas apesar de tudo, ainda, trabalha-se menos por aí. Eu preferi trabalhar desviado e que se fod… Não me arrependo (quando vem umas corró às vezes dá uma arrependida sim kkkk).
É raro mulheres te ajudarem no serviço, mas são contratadas aos montes como atepol e depois ficam em salinhas com legistas enquanto os homens ficam com a carroça.
Desvie e saia daí ou arrume uma maçaneta, mas não largue a carreira que irá se arrepender.

Não desanime. Faça a sua e o resto que chore e fique rangendo os dentes.

Autoria: NECROTIRA