CONCLUSÃO: quando o assunto for caça-níqueis e jogatina em geral, os instrumentos hierárquicos não merecem confiança 1

Corregedoria e Polícia Civil negam falta de respaldo à ex-delegada
São José dos Campos
O corregedor-geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo, Ruy Estanislau Silveira Mello, disse que a Corregedoria-Geral, em todos os momentos em que ex-delegada Audrey Kanaan de Oliveira Sampaio precisou, foi disponibilizado o “respaldo total” à atuação da então delegada-assistente da Corregedoria da Polícia Civil de São José dos Campos.”Ela (Audrey) sempre teve total respaldo da Corregedoria-Geral, ela teve o respaldo total de São Paulo, através da Corregedoria Auxiliar de São José e do delegado divisionário das Corregedorias Auxiliares, dr. Francisco Alberto Souza Campos”, afirmou.O corregedor-geral negou represálias após a apreensão de máquinas caça-níqueis em São José.”De tempos em tempos, o diretor faz mudanças, não está contente com alguns trabalhadores dele e resolve trazer outros de confiança. É (saída de Dini) rotineira, se o diretor não concorda com um subordinado, ele troca”, disse Silveira Mello, que negou ter feito um acordo para transferir Audrey após a apreensão das máquinas, em outubro de 2004.Ele confirmou que a sala de reconhecimentos da Corregedoria-Geral não foi disponibilizada para o reconhecimento dos policiais. “Havia uma ordem judicial para que fosse feito na Corregedoria de São José”, declarou.
POLÍCIA CIVIL – O diretor do Deinter-1 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior), Claudinê Pascoetto, negou que tenha feito um acordo para que Audrey fosse transferida. “Nunca pensei em transferí-la, ela não é minha subordinada”, afirmou.
Segundo o diretor do Deinter-1, ela não poderia ser transferida por ser casada com um funcionário público.Pascoetto afirmou que não haverá tolerância quanto a irregularidades praticadas por policiais civis.”Eu sofri pressão, inclusive doValeParaibano, pela transferência de 14 policiais civis (em janeiro). Eu não transijo e não vou transigir. Quem não seguir na linha, está fora”, declarou.A pressão citada pelo diretor do Deinter-1 se refere ao fato de o jornal ter publicado matérias relatando a decisão da polícia em transferir os policiais.O delegado seccional de São José, Djahy Tucci Júnior, afirmou que foi dado à doutora Audrey o apoio necessário. “Eu dei todo o apoio, tudo que pediram de apoio, foi dado”, afirmou.”Foi uma moça que foi ouvida na seccional e não pelo delegado seccional. Não a conheço, ela foi acompanhada por dois advogados e o expediente foi entregue para a Corregedoria-Geral.”O delegado-corregedor de São José, Paulo Roberto Galvão, declarou que não comentaria o assunto. O ex-delegado divisionário das Corregedorias Auxiliares de São Paulo Emerenciano Dini e o ex-ouvidor da Polícia do Estado, Itajiba Cravo, não foram localizados para comentar o assunto.

A CORREGEDORIA – GERAL DA POLÍCIA CIVIL (nada confiável segundo o relato abaixo) 2

Bastidores do Crime
Ex-delegada acusa boicote da Polícia Civil
Reclamando de falta de apoio, a mulher que durante dois anos comandou investigação contra policiais deixa o cargo
São José dos Campos
Após oito anos na Polícia Civil, a advogada Audrey Kanaan de Oliveira Sampaio, 32 anos, pediu exoneração do cargo de delegada-assistente da Corregedoria da Polícia Civil de São José dos Campos na última quinta-feira.Na prática, ela deixou os quadros da Polícia Civil. Durante dois anos, ela comandou um inquérito que culminou com a prisão temporária de sete policiais civis da cidade e um advogado de Pindamonhangaba.Em entrevista ao ValeParaibano, a ex-delegada rompe o silêncio e afirma ter sofrido um “boicote” da própria Polícia Civil durante os dois anos de investigação do caso, que apura o suposto envolvimento de policiais civis em crimes de extorsão mediante sequestro, tortura, tráfico de drogas e concussão. “Saí para manter meus princípios”, declarou.Leia abaixo os principais trechos da entrevista:ValeParaibano – Qual foi o motivo que a levou a pedir exoneração do cargo?Audrey Kanaan de Oliveira Sampaio – Estava havia dois anos na Corregedoria e, desde sempre, claro, minha função seria fazer investigações de abusos cometidos por policiais, crimes cometidos por policiais. E desde então, sempre sofri uma pressão velada, nunca tive ameaças diretas, nunca.Mas tinha constantemente informações confiáveis, algumas vindas até de integrantes mesmo da polícia com quem eu tenho contato, no sentido que eu tomasse cuidado porque iriam me prejudicar profissionalmente.Por exemplo: me remover da Corregedoria e me colocar subordinada à polícia local, que a própria Corregedoria investiga.E que também, agora, mais ao final dessas investigações, que iriam inclusive atentar contra a minha vida e a do meu marido, que é juiz de Direito da 3ª Vara Criminal aqui (São José).Bom, então não houve um fato isolado, isso veio vindo, nunca dei ouvido a isso, mas começa a tomar um volume.Por exemplo: ano passado, outubro de 2004, oValeParaibano até cobriu uma matéria na qual apreendemos 169 máquinas caça-níqueis aqui em São José.Coincidência ou não, no dia seguinte à apreensão dessas máquinas em São José pela Corregedoria, o delegado divisionário das Corregedorias Auxiliares em São Paulo [Emerenciano Dini], que é superior direto da Corregedoria Auxiliar daqui, caiu.No dia seguinte, ele foi transferido e se encontra no DAP (Departamento de Administração e Planejamento).Coincidência ou não, algumas semanas, duas semanas depois dessa apreensão de máquinas caça-níqueis, tentaram efetivamente me tirar da Corregedoria.Seria um acordo entre o corregedor-geral em São Paulo [Ruy Estanislau Silveira Mello] e o diretor do Deinter-1, Claudinê Pascoetto, de me “permutarem” com uma delegada aqui de São José, do plantão. Ela viria para o meu lugar e eu iria para o plantão de São José.Isso só não foi consumado, a minha transferência, que seria uma espécie de punição, só posso inferir isso, por conta de eu ter procurado o ouvidor da polícia, na época o dr. Itajiba Cravo, e ele, consciente de tudo que estava acontecendo aqui, até porque ele estava acompanhando pessoalmente, se empenhando para acabar com esse escândalo dos caça-níqueis, ele interviu e isso foi revertido.Então isso não é só alegação, pode ser comprovado com o dr. Itajiba e com o próprio divisionário que caiu, dr. Emerenciano Dini. Ele foi testemunha de toda a pressão que eu sofri e ele, inclusive, sofreu na pele e caiu naquela oportunidade.Era o dr. Emerenciano Dini, em São Paulo, que dava respaldo para nós delegados aqui da Corregedoria Auxiliar atuarmos. Ele nos dava total respaldo, falava: “vá em frente, tem máquina? apreendam, qualquer coisa eu estou por trás de vocês”, e ele caiu, perdemos nosso maior respaldo.Agora, há duas ou três semanas, o dr. Israel Dias Antunes, delegado-assistente da Corregedoria, foi removido pelo titular, dr. Paulo Roberto Galvão, sem qualquer motivação, sem nada, simplesmente transferido, removido de lá.ValeParaibano – Com relação a essa investigação, quais as pressões que a senhora sofreu?Audrey Kanaan – Essa investigação começou em 2003, através de uma denúncia, houve uma investigação paralela do Ministério Público, que eu nem tinha conhecimento.Essa investigação (do MP), mandada para mim, unida com a minha, frutificou. Nós conseguimos ir adiante, ouvimos muitas pessoas e redundou até na prisão em flagrante desses policiais.Bom, eu relatei esses autos no final de maio, dia 30 de maio, 31 de maio eu mandei para Justiça. Saíram as prisões no dia 2 de junho, à noite. Dia 3 de junho, o dr. Paulo recebeu os mandados para cumprimento.Os senhores têm acompanhado que tem até um procedimento do MP para apurar um eventual vazamento na informação com relação às prisões. No dia 3, um policial se apresentou, Marcos Rodolfo [dos Santos], o “Skinhead”.Se apresentou na seccional e qual não foi minha surpresa quando eu fiquei sabendo no final da tarde, que havia uma testemunha na seccional sendo ouvida pela Delegacia Seccional, que imputava, conforme boatos, coação à minha pessoa.Ela (testemunha) teria sido coagida para prejudicar os policiais ou coagida para não mudar o depoimento em que prejudicava policiais, (coagida) por mim.Então isso é um absurdo, é ilógico e pode ser comprovado nos autos. Infelizmente os autos agora estão sob sigilo, decretado pelo juiz e até pelo meu dever funcional de sigilo, eu não posso revelar.Posteriormente, assim que tiverem acesso aos autos, vocês (imprensa) vão poder confirmar isso.Essa testemunha foi lá (Corregedoria) em um primeiro momento, acusando vários policiais por diversos delitos gravíssimos e, algumas semanas depois, voltou, acompanhada de um advogado retificando tudo que havia dito.Está nos autos, ela foi ouvida novamente, alterando tudo que havia dito antes, falando que havia dito (denúncia) por pressão de um bandido tal. Tranquilo, a ouvi da mesma forma que ouvi da primeira vez.Então isso foi um absurdo, primeiramente porque: de onde surgiu essa testemunha que foi depor na seccional no dia da prisão?Ué, o inquérito não estava correndo sob sigilo? As prisões não deveriam ter sido até então sigilosas, independente do vazamento que houve, ou não? Como que ela (testemunha) surgiu lá? Por quem ela foi levada?A seccional a ouviu lá sem nenhum inquérito, não havia nenhum procedimento instaurado para aquela oitiva. Então, isso já me decepcionou, me desiludiu. Bom, passando adiante. Há duas, três semanas o dr. Israel foi embora.E a gota d’água foi agora esse reconhecimento pessoal. O que aconteceu? Quando os autos voltaram do Fórum já com as prisões decretadas, havia uma determinação judicial a pedido do MP de que todos os policiais fossem presos e submetidos a reconhecimento pessoal por todas as vítimas.Não só os policiais que tiveram decretada sua prisão, como outros que tiveram menção nos autos, suspeitos.Bom, ordem judicial cumpre-se, não se discute. Nós não temos na Corregedoria uma estrutura para diligências desse vulto, eram 13 policiais mais um advogado, mais inúmeras pessoas para compor número para o reconhecimento nas formas da lei, 12 vítimas e testemunhas para fazer o reconhecimento, dentre as quais três presos, que iriam vir com três escoltas diferentes de vários presídios, havia testemunhas fora do município, fora da região.Diante disso, a necessidade de fazer um ato desse vulto, dessa complexidade e da falta de estrutura, eu consultei o meu chefe.Formalmente, está nos autos um ofício, sobre como proceder, para ver se ele me indicava um local apropriado para isso. Ele me respondeu, por ofício, que eu indicasse um local porque ele não tinha.Então, eu contatei a Corregedoria-Geral em São Paulo, fiz um contato lá, explicando todo o caso, expondo as dificuldades e questionando sobre a disponibilização de uma sala lá para esse ato.Nós sabíamos que há uma sala lá própria para reconhecimento, com vidro apropriado, não permite o reconhecedor ser visto…consultei e qual não foi minha surpresa quando ouvi a resposta que cada um deveria se virar com a estrutura que tem. Que desconheciam qualquer sala, mas também que eu tinha que me virar.O que eu fiz? Vou me virar. Comecei a me virar, falei: “bom, vai ser na Corregedoria mesmo, não tinha outro lugar”.Fizemos o reconhecimento das 10h até as 17h30 em um banheiro de dois metros por três no máximo, um cubículo, a testemunha em cima de um banquinho, o vitrô fechado por papelão, um buraquinho no papelão, eu em outro banquinho, ao lado do vaso sanitário, equilibrada o dia inteiro se contorcendo naquele banheiro.O reconhecimento foi acompanhado por 5 promotores e 12 advogados, todos para dar legitimidade ao ato. Tinha mais de 70 pessoas dentro da Corregedoria.Fiz do jeito que dava. Apesar de toda a dificuldade, de toda essa falta de respaldo, isso eu posso adiantar, que o reconhecimento foi um sucesso. Foi de acordo com a prova que estava sendo formada nos autos, só veio a somar com a prova.Apesar de tudo isso, deu tudo certo. Isso graças ao apoio, exclusivo do MP e da Magistratura, da minha instituição, não.O que aconteceu com a minha instituição. Dia 24 (junho), uma sexta-feira, o reconhecimento era na terça, dia 28, o dr. Paulo Galvão, meu titular, vem com um ofício no qual ele determina que eu altere o lugar do reconhecimento para a Delegacia Seccional.Na hora, eu me desesperei. Como é que vou intimar todo mundo? É inviável intimar todo mundo, numa sexta-feira à tarde para a segunda-feira, às 9h, que as testemunhas deveriam reconhecer.Estava tudo preparado (terça-feira na Corregedoria), todo aparato montado, com todas as dificuldades e limitações que a gente tinha e, de repente, o dr. Paulo, após um acordo com o dr. Tucci [Djahy Tucci Júnior, delegado seccional de São José], vem e determina que eu faça na seccional.Além da impossibilidade de intimar todo mundo e prejudicar o ato, não ia dar para intimar, ainda teria o problema de, em sendo na seccional, as vítimas e testemunhas teriam receio de comparecer e, comparecendo, iriam ter receio de reconhecer. Nenhuma testemunha iria se sentir à vontade, não é um local neutro.O reconhecimento, que era a finalização de dois anos de uma investigação árdua, só não foi prejudicado porque eu, recebendo essa determinação do dr. Paulo Galvão, eu oficiei para o juiz da causa, Eduardo Sugino, da 2ª Vara (Criminal) de Taubaté, comunicando que estava sendo determinado por meu superior hierárquico que mudasse o local, sendo que imediatamente o dr. Sugino me mandou, por fax, um ofício determinando, aí com ordem judicial dele, que o local fosse mantido na sede da Corregedoria, porque todo mundo já estava requisitado e intimado.Por isso que falo, que graças à Magistratura e ao MP, o inquérito pôde se encerrar de uma forma lógica e imparcial. Não tivemos em momento algum respaldo de ninguém da instituição, seja o nosso superior direto, seja a Corregedoria em São Paulo.
Alex Brito/28JUN2005

AUMENTO! 34

Gente saiu o nosso tão esperado e “incrível” aumento, foram tantas conversações, tantas discussões que parecia que mudaria a vida de todo mundo, mas por incrível que parece, para a nossa “surpresa”, ele foi o que foi.

O “aumento!” será a partir de setembro (retroativo) e ficará na enorme soma de R$ 100,00 a R$ 140,00 (para os policias de segunda classe), investigadores e praças incluídos e de R$ 700,00 a R$ 900,00 (para os policias de primeira classe), delegados e oficiais.
Os aposentados e pensionistas!? Coitados, estes são policias de terceira classe, para eles só o bagaço da laranja.

Dois detalhes não se pode deixar de comentar ainda:

1º – As entidades de classe parecem somente se preocupar com a mensalidade de seus associados, pois nas discussões que se seguiram na Assembléia Legislativa só foi vista por esse que vos fala o pessoal da Baixada Santista, fora eles nem sinal de associações e sindicatos, se com pressão os trabalhos já não são assim tão efetivos, imagine-se sem ela;

2º – Há de se destacar e elogiar a figura do Deputado Major Olímpio, uma voz solitária na defesa ferrenha das condições econômicas da classe policial.

Abraços.

Paulo

AUMENTO PARA QUEM NÃO PRECISA

CCJ aprova aumento salarial para ministros do STF
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta terça-feira, por unanimidade, aumento de 3,14% no teto salarial de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), referente à reposição da inflação em 2006.
A decisão, que ainda terá que ser aprovada no Plenário da Câmara, se estende a todo o Judiciário, com forte impacto no orçamento do governo.
O projeto de lei enviado pelo STF em julho de 2006 previa 5% de reposição da inflação sobre o teto salarial dos ministros.
Atualmente, o salário dos ministros é de R$ 24,5 mil. Com a reposição de 3,14% concedida pelos deputados, o salário mensal dos ministros do STF sobe para R$ 25.269.

E PARA POLÍCIA 0%.

PARECE QUE O ANIVERSARIANTE, ESTÁ ESCONDENDO A CABEÇA NO BURACO PARA VER SE O PERIGO PASSA !

Na mitologia popular, o avestruz é famoso por esconder sua cabeça na areia ao primeiro sinal de perigo. O escritor romano Plínio o Velho é notado por suas descrições do avestruz em sua Naturalis Historia, onde ele descreve o suposto hábito dos avestruzes de esconder a cabeça em arbustos. Nunca houve observações registradas deste comportamento e um contra-argumento comum a isto é que uma espécie que exibisse tal comportamento não sobreviveria por muito tempo. O mito pode ter surgido do fato de que, de uma certa distância, quando avestruzes se alimentam eles parecem estar enterrando sua cabeça na areia pois eles deliberadamente engolem areia/pedras para ajudar a esmagar sua comida. Quando deitados ou se escondendo de predadores, eles são conhecidos por deitar sua cabeça e pescoço rente ao chão. Quando ameaçados, avestruzes fogem, mas podem também ferir seriamente seus inimigos através de coices por meio de suas poderosas pernas.

A farsa da avaliação de desempenho Resposta

A farsa da avaliação de desempenho
CARLOS GIANNAZI
O governo precisa é valorizar o magistério, garantindo de fato evolução funcional e salário condizente com a importância do cargo
O ARTIGO publicado neste espaço no último dia 21 pelo secretário de Estado de Gestão Pública de São Paulo, Sidney Beraldo, anuncia a intenção do governador José Serra de implantar no funcionalismo público a alardeada avaliação e remuneração por desempenho, concebida por alguns governos como a grande panacéia que solucionará a crise que há muito vem prejudicando a população usuária dos serviços públicos e de seus servidores no Brasil. Crise representada pela falta de investimento na valorização salarial e na formação continuada, nas precárias condições de trabalho, de infra-estrutura material e humana e, ainda, na constante tentativa de governantes e setores da elite econômica de eleger sempre os servidores públicos como o “bode expiatório” da falência do Estado e da crise fiscal. O secretário, adepto e influenciado por uma visão empresarial, de mercado e neocolonial, tenta justificar a “nova” metodologia pelo receituário neoliberal, até querendo, equivocadamente, comparar a realidade brasileira com a de países anglo-saxões. A cobaia da experimentação será a área da educação, em que os professores recebem salário-base médio de R$ 680 e trabalham em condições extremamente precárias, com superlotação de salas de aula, falta de material pedagógico e humano, excessivas e longas jornadas de trabalho, adoecimento, desgaste emocional e, somando a tudo isso, uma vertiginosa violência a massacrar todos no ambiente escolar que, por princípio, deveria ser o lugar da construção da civilidade. As políticas salariais de bônus e gratificações adotadas nos últimos anos pelo próprio governo tucano não só fracassaram como também destruíram a carreira do magistério paulista, tendo como conseqüência o que revelou a última avaliação do MEC, classificando a rede estadual de São Paulo como uma das seis piores do Brasil. Como exigir melhor desempenho dos professores em condições aviltantes de trabalho? Sabemos muito bem o que está por trás da proposta de remuneração por desempenho: não dar reajuste para os servidores, legitimar o desrespeito à data-base, que já venceu em 1º de março, fortalecer o controle e a punição e ainda culpar os professores pelo fracasso escolar. O governo precisa é valorizar a carreira do magistério, garantindo de fato evolução funcional e salários condizentes com a importância do cargo, a fim de estimular os atuais professores e atrair outros que gostam e querem sobreviver da docência. Para tanto, perdoem-me o necessário trocadilho, é preciso ter decência. Por isso, faz-se necessária, sim, uma avaliação, mas do desempenho deprimente e inócuo das políticas salariais adotadas para os servidores públicos, em especial os da rede estadual de ensino, já que serão eles as primeiras vítimas do experimento tecnocrático que trata os educadores como trabalhadores de uma empresa, de um banco e/ou aqueles que labutam por produção. O trabalho com educação é absolutamente distinto e obedece a outra lógica, muito diferente da empresarial, fabril, de linha de montagem. Educação é um processo contínuo, permanente e interativo, no qual, além de conteúdos, são trabalhados valores éticos, habilidades, visão de mundo, competências, formação da cidadania crítica, respeito ao bem social comum, solidariedade humana etc. Isso não se mede ou se afere com estatísticas lineares, índices mercadológicos ou métodos da “qualidade total”.A sanha avaliativa -representada por avaliações externas, como Saresp, Prova Brasil, Saeb, Enem (o ex-Provão) e as novas Provinha Brasil, criada pelo PED, e a Prova São Paulo, da Prefeitura de São Paulo- fornecerá os critérios para premiar professores e escolas que atingirem as metas requentadas anunciadas recentemente pela Secretaria Estadual de Educação. Uma delas é a implantação do ensino fundamental de nove anos, que não é meta do governo estadual, e sim obrigação constitucional já incorporada pela Lei de Diretrizes e Bases. Só para citar mais uma, a implantação da recuperação, que já existe, é inerente ao processo ensino-aprendizagem e também figura na LDB. Chega de avaliações. A educação já está com overdose delas. O que ela precisa, com os professores, é de mais investimento. Para isso, o governador José Serra poderia oferecer um bom exemplo de desempenho e um interesse em solucionar a grave crise que assola a educação estadual orientando a sua base governista na Assembléia Legislativa para derrubar os vetos do seu próprio partido às emendas que aumentam os recursos para as escolas públicas do Estado de São Paulo.
CARLOS GIANNAZI, 45, mestre em educação pela USP e diretor (licenciado) de escola pública, é deputado estadual (PSOL), membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa de São Paulo.

GRÃO DE AREIA

Um pequenino grão de areia
Que era um pobre sonhador
Olhando o céu viu uma estrela
Imaginou coisas de amor.
Passaram anos, muitos anos

Ela no céu, ele no mar
Dizem que nunca o pobrezinho
Pôde com ela se encontrar
Se houve ou se não houve alguma coisa entre eles dois

Ninguém soube até hoje explicar
O que há de verdade é que depois, muito depois,
Apareceu uma estrela no mar

O MINISTÉRIO PÚBLICO NOS QUER ETERNAMENTE SOB A DITADURA DA CORRUPÇÃO?

Ministério Público e polícia disputam poder.
Procurador ameaça com ação no STF; delegado diz existir casta intocável.
Fausto Macedo

“Se a PEC da polícia passar, no dia seguinte vai ser alvo de ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal”, avisou ontem o procurador de Justiça José Carlos Cosenzo, presidente da Associação dos Ministérios Públicos (Conamp). Segundo ele, “a PEC vai criar um trem da alegria inimaginável, porque outras carreiras policiais, civis e militares terão reajustes automáticos de vencimentos e isso vai criar um grande problema para todos os governadores”.”Isonomia de salários é a meta”, bradou Amaury Portugal, presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Federal em São Paulo. “A PEC restabelece um regime jurídico que, na década de 1990, igualava salários de delegados federais e procuradores da República”, afirmou.Segundo Portugal, “embora os delegados exerçam funções típicas das carreiras jurídicas (juízes e promotores), não são reconhecidos por essa qualidade, o que reflete no seu regime salarial”. Ele assinala que um procurador da República “ganha no ápice da carreira cerca de R$ 25 mil, mais adicionais e gratificações”.Delegado da PF em final de carreira, explica Portugal, ganha R$ 15 mil. “Todas as gratificações, adicionais de periculosidade e ganhos por sentença judicial, além de outras verbas dos delegados, foram suprimidas pela implantação do subsídio como forma de salário cheio”, argumenta o presidente do sindicato federal. “A diária de um policial federal é vergonhosa, R$ 120, e nunca é paga adiantadamente como manda a lei. O governo é o que mais burla a lei e não cumpre seus compromissos.”O líder dos delegados federais acusa promotores e procuradores de quererem “formar uma casta intocável, com os privilégios de carreira jurídica e altos salários”. “Não aceitamos essa postura do Ministério Público, como também somos manifestamente contra a sua ingerência na investigação criminal, que é prerrogativa do delegado”, ataca.Cosenzo rebate: “A PEC 549 é um contra-senso porque os delegados reconhecem o poder de investigação do Ministério Público.” De acordo com o procurador, “eles sustentam que não podem ganhar menos que os promotores porque atuam nas mesmas circunstâncias ou sob os mesmos parâmetros”. “A inconstitucionalidade é clara até pelo fato de que, se conquistarem a equiparação, quem vai conseguir aumento de vencimentos para eles será o procurador-geral. Terão de se submeter ao regime remuneratório do MP, que prevê que eventuais reajustes só podem ser pleiteados por meio de projeto de lei de iniciativa exclusiva do procurador-geral.””Os governadores vão ter que resolver um problema de graves conseqüências e proporções”, alerta Cosenzo. “Em São Paulo, por exemplo, se o governo tiver que dar aumento para os 2 mil promotores de Justiça, vai ter que estender a 150 mil policiais. Os delegados vão ter que carregar junto os oficiais da Polícia Militar bacharéis em Direito”, diz. O procurador diz ver razão na luta dos delegados por bons salários, pois “eles são merecedores de condição melhor” e “a polícia é muito mal remunerada”. “Mas a vinculação é inconstitucional. O Supremo tem inúmeras decisões nesse sentido”, ressalva.

CONCLUSÃO: POUCO IMPORTA 150 MIL POLICIAIS( famílias de políciais), SOFRENDO PRIVAÇÕES .
IMPORTA, APENAS, QUE 2000 PROMOTORES JAMAIS SEJAM AFETADOS FINANCEIRAMENTE.
PROBLEMA É O GENOCÍDIO DE PARCELA DO POVO.
E GRAVE É UMA POLÍCIA CORRUPTA E VIOLENTA – DIRIGIDA HÁ VINTE ANOS POR PROMOTORES DE JUSTIÇA – FAZENDO REPASSE DOS LUCROS PARA GRUPOS DE PODER.

OS PLANTONISTAS DO DECAP "QUE SE VENDEM"

De: “Andreza ” Data: Sat, 29 Sep 2007 02:44:33 -0300
Local: Sab 29 set 2007 02:44
Assunto: Re: [DELEGADOS] Re: MAÇANETA

Rodrigo, a Portaria está totalmente em vigor…. alguns distritos não a estão observando pois os plantonistas não se importam em trabalhar além do que devem ou se “vendem” (com medo de bonde ou outro tipo qualquer de represália!). Desde que a Portaria “saiu”, eu não trabalhei um só dia em 04 equipes, mesmo com os colegas tirando férias ou licenças….
Andreza


[DELEGADOS] Re: MAÇANETA
A PORTARIA NÃO FOI REVOGADA, ELA ESTÁ ENGAVETADA ATÉ COMENTAREM NOVAMENTE, OCASIÃO EM QUE, ALGUEM IRÁ PEDIR O SEU DESARQUIVAMENTO….RSSS
DÉCIO SUPLICY. —–

Original Message Sent: Tuesday, September 25, 2007 3:46 PM Subject: [DELEGADOS] MAÇANETA
Ainda com relação à entrevista do assistente do Decap, eu pergunto:
E aquela portaria, tão alardeada pela Adpesp, feita pelo diretor do Decap, a qual inclusive elogiei, onde colocava os assistentes para tirar plantão para formar 5 equipes? Foi revogada?

Como se vê do primeiro comentário, conforme a ilustre colega entusiasta e membro da chapa FÊNIX , os Delegados de Polícia submetidos ao regime de plantão composto por 4(quatro) equipes : “não se importam em trabalhar além do que devem ou se “vendem” (com medo de bonde ou outro tipo qualquer de represália!)”.

Mas , segundo ela: a Portaria está totalmente em vigor… vige, mas é desrespeitada pelos “vendidos” . Assim, na esteira das afirmações da colega, os plantonistas que trabalham “além do que devem” , deverão ser submetidos ao regulamento disciplinar; suportando penalidade por descumprimento dos deveres e das normas elencadas na referida Portaria do Diretor do DECAP.

Com efeito, com todo o respeito a manifestação da douta colega, vislumbro mais um caso em que se busca simplificar questões argumentando falaciosamente.

Diga-se a propósito: “transformando-se vítimas(plantonistas), em bandidos”.
Por fim: antiético – além de denominar “vendido” o colega submetido, nos distritos mais carentes é claro, ao regime de 4(quatro) equipes – foi me chamar de “anti-ético”.
Os demais colegas que façam o julgamento.

FIDELIDADE E COMPROMETIMENTO – ATRIBUTOS DOS CORAJOSOS E TRANSPARENTES Resposta

RODRIGO:
A denominação fidelidade e comprometimento, antes de um slogan, surgiu como definição do pequeno grupo de amigos formado no Fórum da Associação dos Delegados. Você é grande exemplo de fidelidade, comprometimento e atitude. A razão maior para eu me candidatar, isoladamente, é representar “o nosso pequeno grupo” – sei que tais palavras poderão ser distorcidas – demonstrando que os nossos ideais não se acham apenas do plano virtual, ou melhor, “cibernético” como fala o colega Lew. Quando eu fizer a nossa retrospectiva – do nosso grupo formado no Fórum, verdadeiramente o grupo mais revolucionário desta Carreira, possivelmente o único – demonstrarei, com maior propriedade, o “porquê” do surgimento do Delpol-PC e do Delegados-Delegados. Um grupo que, buscando aproximação pessoal, se reuniu na Adpesp sem direito a recepção e participação dos membros daquela diretoria. Em virtude do pouco caso da Associação em relação aos colegas do interior, mas muita atenção e reverência para os fiéis convivas do restaurante da Adpesp. Do diretor presidente da Adpesp sequer recebemos pequena resposta. Para os quais nunca passamos de um “bando de inimputáveis”. Eu não compareci, mas vocês compareceram fazendo história. É muito fácil formar chapa para concorrer a Adpesp por aqueles que, diuturnamente, lá estão. Debater, sobre as mesas, também é muito mais fácil e prazeroso. Muito mais fácil quando se tem a colaboração de agentes políticos com livre trânsito na administração policial e na própria Associação. Difícil é congregar colegas dispersos neste Estado gigantesco. Também, “coragem e transparência” são atributos apenas dos participantes do Fórum. Coragem de expressamente externar opiniões e críticas em desfavor do governo, da administração policial e de autoridades. Transparência ao colocar as manifestações e objetivos às claras. O discurso oral logo é esquecido. Os excessos verbais facilmente explicáveis e perdoados pelos ofendidos. Acabam na conta do copo. Não me lembro de nenhuma manifestação dos colegas Paulo Lew, Emanuel, Teresinha ou do suscitado candidato da situação, no espaço destinado a congregar os consortes da Adpesp. Não me lembro de subscreverem a convocação da assembléia extraordinária. E não lembro que tenham eles reivindicado da Adpesp a reativação do Fórum. Sequer buscaram explicações. Talvez não avaliassem a importância daquele espaço para os colegas do DEINTER. Dos colegas do DECAP lembro, apenas, da contundente manifestação do colega Brito – se não me falta memória – manifestando-se em desfavor do Doutor Roque pela maneira que ele tomou para si a conquista dos plantões de 5 equipes; além de relatar suposto superfaturamento das reformas da colônia de férias. Estas as últimas manifestações do Fórum, posto dia seguinte ser violentamente suprimido. Coragem e transparência é mostrar aquilo que se pretende fazer. Sem quaisquer medos de perseguições ou da apropriação das idéias. Coragem e transparência não cabe àqueles que escamoteiam os objetivos e, principalmente, se apropriam das idéias e criações alheias. O esboço para reforma do estatuto da Adpesp ou eventual constituição de uma nova associação – por mim elaborada em Santos há cerca de um ano, foi publicado no Fórum. O Blog Flit Paralisante não foi criado oportunisticamente. Foi criado, experimentalmente, no mês de março de 2007, posto vislumbrar ou intuir o iminente fim do Fórum. Não foi o pioneiro da blogosfera policial, mas foi o primeiro criado por Delegado de Polícia deste Estado para tratar de assuntos da Carreira. Não estou cobrando créditos, apenas estou demonstrando que oportunismo e apropriação de idéias são próprios de quem não possui coragem para inovar e transparência para mostrar aquilo que pensa. A denominação FLIT PARALISANTE – ao contrário do que se pensa – em quase nada se relaciona com o poeta Cazuza. Tem o significado de instrumento neutralizador das condutas que nos são nefastas. Eu disse quase nada, pois do poema apenas serviriam as estrofes: “meu mundo que você não vê… meus sonhos que você não crê”. Servindo em relação àqueles que acham que nos escondemos; que nos julgam meros falastrões sem ações. Para quem, ainda, não viu e avaliou o impacto que o grupo remanescente do Fórum causou na Instituição.

Mudança da Polícia Civil Resposta

14/09/07 – Mudança da Polícia Civil

14/09/2007 às 11:17 por
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA
Decretos de 13-9-2007
Dispensando:
Domingos Paulo Neto, RG 9.242.295, da função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa – DHPP, ficando em conseqüência, cessada a gratificação de “pro-labore” correspondente;
Kleber Antonio Torquato Altale, RG 8.738.560, da função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior 9 – Deinter 9, ficando em conseqüência, cessada a gratificação de “pro-labore” correspondente;
Marco Antonio Desgualdo, RG 3.893.141, da função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, da Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra”, ficando em conseqüência, cessada a gratificação de “pro-labore” correspondente;
Nelson Silveira Guimarães, RG 3.502.944, da função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo – Demacro, ficando em conseqüência, cessada a gratificação de “pro-labore” rrespondente;
Massilon José Bernardes Filho, RG 3.396.466, da função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Departamento de Inteligência da Polícia Civil – Dipol, ficando em conseqüência, cessada a gratificação de “pro-labore” correspondente.Designando:
nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação de “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa:
Carlos José Paschoal de Toledo, RG 11.673.737, vaga em decorrência da dispensa de Domingos Paulo Neto, RG 9.242.295; nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Qua dro da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação de “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior 9 – Deinter 9 Piracicaba: José Carneiro de Campos Rolim Neto, RG 7.673.418, vaga em decorrência da dispensa de Kleber Antonio Torquato Altale, RG 8.738.560; nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação de “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade
com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra”: Tabajara Novazzi Pinto, RG 4.275.640, vaga em decorrência da dispensa de Marco Antonio Desgualdo, RG 3.893.141; nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação de “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo – Demacro: Elson Alexandre Sayão, RG 5.535.522, vaga em decorrência da dispensa de Nelson Silveira Guimarães, RG 3.502.944; nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Quadro
da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação de “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Departamento de Inteligência da Polícia Civil: Domingos Paulo Neto, RG 9.242.295, vaga em decorrência da dispensa de Massilon José Bernardes Filho, RG 3.396.466, ficando dispensado da função que exercia de Delegado de Polícia Diretor do Departamento de
Homicídios e Proteção à Pessoa, e em conseqüência cessado o “pro-labore” correspondente; nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação de “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade
com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Departamento de Inteligência da Polícia Civil: Domingos Paulo Neto, RG 9.242.295, vaga em decorrência da dispensa de Massilon José Bernardes Filho, RG 3.396.466; nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação de “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior 2 – Deinter 2 – Campinas: Kleber Antonio Torquato Altale, RG 8.738.560, vaga em decorrência da dispensa de Paulo Afonso Bicudo, RG 3.001.004 (D.O. 13-9-2007). nos termos do art. 1º, IV, alínea “a”, do Dec. 28.649-88, com a redação dada pelo art. 3º, do Dec. 49.513-05, o abaixo indicado para exercer a função de Delegado de Polícia Diretor de Departamento, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, fazendo jus a gratificação “pro-labore” de 15% calculada sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade com o art. 6º, II, da LC 731-93:

Departamento de Identificação e Registros Diversos: Pedro Herbella Fernandes, RG 2.437.620, vaga em decorrência da dispensa de Maurício José Lemos Freire

FAMOSO JORNALISTA E POLÍTICO É EXECUTADO EM SÃO VICENTE

Jornalista é executado no interior paulista
SÃO PAULO –

O jornalista e ex-vereador de São Vicente, no litoral sul de São Paulo, Ricardo Gonçalves Rocha, de 72 anos, foi morto com três tiros à queima-roupa – dois no tórax e um no pescoço – na manhã de ontem(30 de março de 2005), a poucos metros de sua casa, na Praia do Gonzaguinha. Rochinha, como é conhecido, dirigia seu carro quando foi alvejado por um motoqueiro. O jornalista passava por aquela rua todos os dias, no mesmo horário, a caminho do Jornal Vicentino, onde era diretor-presidente.
Segundo o delegado Niêmer Nunes Júnior, a vítima foi executada. “Foi um homicídio. A tese de latrocínio está descartada, já que todos os pertences dele, como relógio e carteira foram encontrados dentro do veículo”, explicou o delegado. “Por ser uma figura polêmica na cidade, nem todos gostavam dele. Temos de apurar com calma para descobrir quem o matou e com que motivação.”
Nunes Júnior disse que seria precipitado afirmar que o crime teve motivação política. “Mas é certo que quem o matou estava determinado a fazê-lo.” Rochinha teve dois mandatos de vereador em São Vicente, entre as décadas de 50 e 60. Seu filho, Roberto Rocha, cumpre seu sexto mandato como vereador e é o atual líder do prefeito Tércio Garcia na Câmara.
Em outubro de 2003, Rochinha foi preso por tentativa de homicídio. Ele feriu com um canivete Domingos Raimundo da Paz, o Mingão, durante a inauguração da sede do PMDB em Santos. Mingão é dono do jornal Clarim, que também é distribuído em São Vicente.
Antes do fato, os donos dos dois jornais rivais utilizavam, um contra o outro, as edições com propósito provocador. Rochinha ficou preso por pouco tempo. Após ter uma crise de hipertensão na cela, teve de ser hospitalizado.

Apenas para lembrar faz três anos e meio o brutal homicídio. A ilustre autoridade que iniciou as investigações – hoje na DIG de Santos – deveria demonstrar o seu talento e competência esclarecendo os motivos e a autoria do crime. O problema será o Delegado vir descobrir que a execução se deu a mando de um dos seus “irmãos ou padrinhos”, pois no caso em questão tudo e todos são suspeitos. E desde o início seria um crime para ser investigado pela DIG ou até pelo DHPP, mas o também falecido Seccional de Santos – suposto suicídio três meses depois – parece que primeiro “esperaria a poeira baixar”; e só depois avocaria e remeteria as investigações para o mais longe possível do palco dos acontecimentos. Assim, a tentativa de homicídio do Prefeito Clermont Castor de Cubatão e o homicídio do Jornalista Ricardo G. Rocha foram para o rol dos insolúveis.

Quaisquer informes, especialmente em relação ao Senhor Rochinha, garanto total sigilo da fonte.

E SEGUE UMA PISTA:
“Dr. Guerra…. O Sr. Wilson, conhecido por “gordo” e também por “rocambole” no meio policial, também mantém uma milícia armada em escolta de dinheiro na Viação Piracicabana composta por policias de Praia Grande. Quando da reforma das viaturas do GOE, consta que foi êle quem pagou, e nessa época, circulou entre seus “funcionários” lá pela Praia Grande, que êle conseguiu aumentar em 50% a grana arrecadada para o Deinter. O conhecí quando trabalhei em um D.P. de Santos; êle deixa bem claro…. -Sou afiliado do Michel Temer, Presidente Nacional do PMDB.Quanto à Viação, consta que êle recebe por hora trabalhada de cada policial uma quantia exorbitante, pagando apenas R$ 7,00; êle tira o dele e o resto vai para o caixa do PMDB da região. Ocorre que êle tb é o responsável por alimentar o caixa do diretório do PMDB na Baixada Santista, onde diretores do Grupo Áurea, são políticos já eleitos e estão Brasília. A coisa é realmente enorme. Cada região deste país tem um “Gordo” para alimentar a sede de poder desses caras.Um abraço.Por favor não tenho forças para suportar uma retaliação por conta dessas informações. Mantenha-me em sigilo”.

E a existência de milícia composta por policiais, ex-policiais , gansos e simpatizantes nunca foi nenhuma novidade. A mais notória foi criada e estabelecida em São Vicente na década de 70; sendo a ramificação local do ESQUADRÃO DA MORTE da Capital. Foi muito atuante até o meado da década de 90, quando o grupo Viação Santos-São Vicente trocou de mãos. A maioria dos policiais que se envolveram nas atividades do grupo Viação acabou muito mal. E a grande parte dos desaparecimentos e execuções de pessoas na Baixada Santista foram praticadas por integrantes dessa milícia. Atualmente, os mantenedores remanescentes do referido esquadrão da morte se dedicam a prestação de serviços junto ao Poder Público.
Absurdamente quem era Malufista roxo se converteu ao Marxismo; prestando serviços ao PT, inclusive.
E onde se encontrar um petista dessa espécie – convertido por interesses inconfessáveis – serão encontradas todas as modalidades de fraudes na Administração Pública e, obviamente, “assassinatos por encomenda” para calar o denunciante. Outro ponto em comum: empresas de ônibus “versus” perueiros “versus” o interesse público.

AS MILÍCIAS DA BAIXADA SANTISTA Resposta

“Dr. Guerra….

O Sr. Wilson, conhecido por “gordo” e também por “rocambole” no meio policial, também mantém uma milícia armada em escolta de dinheiro na Viação Piracicabana composta por policias de Praia Grande.

Quando da reforma das viaturas do GOE, consta que foi êle quem pagou, e nessa época, circulou entre seus “funcionários” lá pela Praia Grande, que êle conseguiu aumentar em 50% a grana a arrecadada para o Deinter.

Quanto à Viação, consta que êle recebe por hora trabalhada de cada policial uma quantia exorbitante, pagando apenas R$ 7,00.”

A existência de milícia compostas por policiais, ex-policiais , gansos e simpatizantes nunca foi nenhuma novidade. A mais atuante foi criada e estabelecida em São Vicente na década de 70; sendo a ramificação local do ESQUADRÃO DA MORTE da Capital.

Foi muito atuante até o meado da década de 90, quando o grupo Viação Santos-São Vicente trocou de mãos.

A maioria dos policiais que se envolveram nas atividades do grupo Viação acabou muito mal.

E a grande parte dos desaparecimentos e execuções de pessoas na Baixada Santista foram praticadas por integrantes dessa milícia.

 

 

CORRUPÇÃO INSTITUCIONALIZADA (INDEPENDÊNCIA PARA A CORREGEDORIA OU MORTE)

Os colegas, preliminarmente, antes de outras providências buscando-se a valorização salarial e funcional, deverão, salvo melhores e abalizados entendimentos, efetuar o levantamento de todas as irregularidades e crimes funcionais envolvendo policiais e autoridades da respectiva Unidade, Secional e Departamento. Faremos AUTÓPSIA DA CORRUPÇÃO. Apurando-se os policiais que apenas fazem a recolha das propinas, de regra aqueles encostados nas chefias e assistências. Verificando-se, também, aqueles apadrinhados por políticos desonestos, etc. Cuidando-se para não se tomar uma indicação legítima por aquelas fundadas apenas no nepotismo e fisiologismo. Há as indicações políticas fundadas na justiça, ou seja, a pessoa certa no local certo, especialmente no interior do Estado. Deverão efetuar o levantamento, buscando informes junto de pessoas confiáveis, os valores das propinas eventualmente oferecidas pelas chefias das Unidades, a forma e o local da recolha, em que Delegacia ou lugar confeccionam os envelopes – caso as propinas sejam distribuídas em envelopes. Atentando-se que a divisão é feita pelas chefias, os corruptores fazem remessa da totalidade da prestação em dinheiro acertada nos recônditos. Dentro do órgão é feita à divisão cabível para o departamento, secional, município e distrito – em ordem decrescente é claro. Há também as fontes peculiares à cada Unidade. Os apadrinhados políticos recebem, rotineiramente, visitas de assessores que coletam o dinheiro para o detentor de mandato ou cargo na administração superior. As datas onde é efetuado o envelopamento e local em que é feito: Unidade, escritório, outros. Deverão coletar o mais precisamente possível o quanto cada titular recebe, todos os assistentes, seccional e diretor, claro desde que trabalhem em regiões e com superiores corruptos. O inimigo é o sistema, não as pessoas. As eventuais denúncias serão formuladas sem indicação dos nomes, visando apenas demonstrar como a corrupção afeta as nossas pretensões salariais e como ela é operada sistemática e organizadamente, também como os mais novos acabam tentados a aderir ao “envelopinho limpo” da chefia. Os diretores de Ciretran podem fazer levantamentos dos veículos de propriedade dos corruptos e familiares. Verificando-se a existência de veículos com “queixa”, possível indício de estelionato contra seguradora. Prática comum entre tais policiais. Existindo colaborador de confiança filmar e fotografar as atividades. Efetuar o levantamento do número de banqueiros e pontos de apostas, os exploradores das máquinas caça-níqueis, as quantidades de máquinas, bingos, cassinos e prostíbulos na circunscrição. Para a jogatina eletrônica há os providenciais laudos da “polícia científica”. Os desvios de verbas, de combustível, inclusive. O emprego irregular das viaturas descaracterizadas. O padrão de vida desproporcionalmente elevado de autoridades e policiais, os sinais exteriores de riquezas; veículos, embarcações, propriedades rurais, casas de praia e de campo. Além de outras informações que os colegas entenderem pertinentes, como promoções adquiridas mediante pagamento para deputados ou superiores. Todo o material deverá ser coletado até para instrução de CPI, remetendo-se, se necessário, para os partidos de oposição: no caso o PT, em face de o PSDB governar desde 1995. E neste período observar-se o recrudescimento da corrupção, principalmente de 2001 até dezembro de 2006. Posto, ainda, ser intempestivo falar-se em desfavor da atual gestão. Coletar todas as informações publicadas em desfavor dos ocupantes dos escalões superiores da Polícia, da mais remota a mais atual. Lembrando-se que o futuro do colega pode depender da quantidade de informes que dispuser. Outrossim, na Polícia todos foram responsáveis pela corrupção que se instalou: quem não põe o dinheiro no bolso, finge que não vê e negam a existência, Todos: do auxiliar de necropsia ao Governador. Todavia, não será necessário caminhar mais do que cem metros de uma Unidade, nas maiores cidades, para se deparar com um “estabelecimento criminoso”, sejam de jogos, tráfico, pirataria e desmanches etc. ESTAMOS TODOS CORRUPTOS.(no site da Adpesp no dia 1 de abril de 2004 – mas não era mentira).