Na Polícia Civil paulista, diretor de Deinter virou móvel de escritório caro: empurra-se para lá e para cá conforme a conveniência política, jamais segundo critérios públicos e objetivos, de modo que até delegado correto, digno e compromissado como Flávio Ruiz Gastaldi é “premiado” com remoção pra baixo . E enquanto o governo finge modernização de gestão o “restopol” aprende, mais uma vez, que ser sério é quase sempre um péssimo negócio.
Parabéns para a Seccional de Praia Grande!
O diagnóstico é preciso: a ‘modernização’ alardeada pelo governo parece parar na porta das diretorias. Quando um Diretor de Deinter é tratado como mobília descartável, movido ao sabor de ventos políticos e não por metas de segurança, o recado para o ‘restopol’ é ensurdecedor.
A ‘premiação’ do Dr. Flávio Ruiz Gastaldi com uma remoção para baixo não é apenas uma injustiça individual; é um ataque à própria instituição.
O que a Lei Orgânica Nacional (Lei 14.735/2023) chama de autonomia e critérios objetivos, a gestão atual parece traduzir como ‘conveniência de balcão’.Parabenizar a Seccional de Praia Grande hoje é, infelizmente, um ato de ironia amarga.
Enquanto a política ocupar a cadeira que deveria ser da técnica, ser sério continuará sendo um ato de resistência solitário e, para o sistema, um ‘péssimo negócio’. Onde termina o apadrinhamento, começa a Polícia de Estado. Infelizmente, ainda não chegamos lá.
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