
Assim é o Facebook : inimigo de quem defende direitos fundamentais Resposta



Qualquer proposta de intervenção na segurança pública traz à tona um debate intenso sobre a atuação das Forças Policiais, Corregedorias , Justiça Militar e a Comum ; mais a necessidade de reformulação nas práticas de segurança no Brasil.
Abaixo, apresento, sem pretensão de autoridade, uma análise superficial dos principais pontos que devem ser levantados:
Fim da Justiça Militar Estadual.
A proposta de acabar com a Justiça Militar Estadual e submeter todos os policiais infratores a juízes comuns, mesmo em casos de “morte em decorrência de intervenção militar” (“sic”, tal título foi criado para a diminuição do índice de homicídios , já que boa parte era a tal “resistência seguida de um morto” ) , é uma mudança inegociável, imprescindível e inadiável!
A maior Comarquinha do Mundo , além de a mais cara é a mais corrupta; no sentido de prevaricadora indulgente!
Essa medida busca a responsabilização aumentada de policiais que cometem excessos ou abusos de poder, os quais seriam responsabilizados da mesma forma processual do que qualquer cidadão sem quaisquer influências corporativistas.
Por um Juiz !
O que pode aumentar a responsabilidade institucional.
Fim da benevolência do Júri e a indulgência de turmas de militares formadas por vogais ( representantes ) classistas.
Ao transferir esses casos para a Justiça Comum, acreditamos que haverá maior transparência e que os processos poderão ser mais rigorosamente acompanhados pela sociedade.
E tudo que se quer na Segurança Pública é Transparência e Justiçabilidade
Ações da PM Sob Solicitação Popular…Só 190, supervisionado por civis concursados !
Tal proposição , limita a atuação da Polícia Militar (PM) a solicitações diretas da população, via 190, sinaliza uma tentativa de controlar a presença policial em comunidades menos afetadas pela criminalidade.
Ordens de serviço expressas e antecipadas , salvo aquelas urgentes avalizadas pelo Comando de Área .
Redução de abordagens arbitrárias , com fim de estigmas e estereótipos , tal restrição pode reduzir intervenções indesejadas em comunidades onde a criminalidade é baixa, evitando abordagens que podem gerar tensões e desconfiança entre a população e a polícia.
Se a população souber que a PM só atuará mediante demanda, isso pode levar a um aumento da confiança da comunidade nas forças de segurança. Aumentando a confiança comunitária.
Acabar com as críticas da PM acusando a Polícia Civil de envolvimento com o crime organizado.
Nada mais falso!
A PM mais violenta e mais envolvida com o crime organizado do que a Polícia Civil é uma constatação que reflete as estatísticas processuais e a preocupação crescente entre ativistas e especialistas em segurança pública.
A PM é dona das ruas e das biqueiras!
Esta é a percepção da população !
E a percepção negativa sobre a PM resultou no distanciamento entre a população e a instituição, o que, por sua vez, dificulta o trabalho de prevenção e resolução de crimes.
Como pode policiais militares da ROTA fazendo segurança de delator do PCC ?
E nada adianta o Secretário de Segurança tentar esconder!
Implementar essas propostas não será isento de desafios.
Só muita humildade e coragem!
No entanto, como está não dá para ficar!
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Rcguerra – Flit Paralisante

O governador Tarcísio de Freitas, em um giro retórico digno de aplausos, tem se mostrado um verdadeiro camaleão verbal.
Não estou nem aí, nem aqui e nem vi nada!
Admitiu, com ares de confissão, que estava “completamente errado” em sua resistência às câmeras corporais.
Entretanto , sem ações concretas , tal revelação soa mais como uma tentativa de salvar a própria pele do que um compromisso com a transparência.
De fato, reconheceu que seu discurso de campanha , ao invés de ser um bálsamo, se tornou um veneno que alimentou a escalada da violência policial.
Diga-se, um reconhecimento tardio, mas bem-vindo, embora não suficiente para apagar os estragos já causados.
As vítimas não serão ressuscitadas!
E muito dificilmente policiais militares são punidos por ações violentas contra cidadãos pobres. Aliás, nem cidadãos ricos!
Lembrem do caso ROTA 66.
Está certo que declarou que é preciso fazer a “contenção” da Polícia Militar e mudar o discurso do governo sobre a tropa.
Mas será que isso é mais do que palavras ao vento?
Por enquanto , essas declarações soam como um eco distante de uma verdadeira mudança.
O governador parece mais preocupado em mitigar os danos à sua imagem política do que em implementar reformas estruturais que realmente façam a diferença.
Durante menos de dois anos sob sua gestão, os números falam por si:
As mortes causadas por policiais militares dispararam 80%. Um aumento alarmante que não pode ser ignorado.
O salto de 355 para 702 mortes cometidas por agentes entre 2022 e 2024 é simplesmente estarrecedor.
E os casos recentes de abuso policial — como o assassinato brutal de um estudante de medicina desarmado e o ato covarde de jogar uma pessoa de uma ponte — ganharam notoriedade negativa nas redes sociais e na imprensa.
Mas há centenas de crimes da PM que ainda permanecem encobertos!
Paradoxalmente , apesar da manifestação de intenções , mesmo diante desse cenário caótico, Tarcísio mantém em seus cargos figuras controversas:
– Guilherme Derrite continua como Secretário de Segurança Pública, um lacrador desde seus tempos no Barro Branco, flagrantemente mais interessado em sua própria imagem do que no bem-estar da sociedade.
– Nico, um delegado cuja competência é frequentemente questionada internamente, é mais visto como um “carcereiro midiático” do que um verdadeiro agente da lei.
Dizem até que ele é um grande empresário do ramo da pizza com cerveja — talvez seja esse o verdadeiro foco dele.
O governador afirma que “vai confiar no seu time” e não planeja mudanças na Secretaria da Segurança Pública ou na Polícia Militar.
Diga-se, um time de terceira divisão, onde quem realmente possui mérito foi escanteado e cangalhado pelos dois secretários e respectivos grupos políticos.
Um time bolsonarista!
Enfim, por ora, Tarcísio parece estar mais preocupado em se livrar da reprovação pelos recentes acontecimentos do que em enfrentar a complexa realidade da segurança pública em São Paulo.
Sua mudança de postura é uma reação às crescentes críticas e não um plano concreto para resolver os problemas estruturais nas forças policiais do estado.
Salário que é bom, nada fala!
Deputado abordou os seguintes assuntos no grande expediente de hoje na sessão plenária: Confusão entre os diretores do DEIC da ACADEPOL; Policiais Penais enviaram ofícios pedindo a bonificação de resultado. A Polícia tem que agir dentro da regularidade, nós da direita apoiamos a polícia sempre, mas não está certo a polícia agir de forma cruel e brutal com a população. O STF determinou o uso obrigatório de câmeras por policiais.