Arquivo mensal: junho 2023
Pra pedir silêncio eu berro…Fazer barulho eu mesmo faço 5
Denúncias anônimas em desfavor deste ou daquele devem ser levadas, com fundamentos , à Ouvidoria, Corregedoria Geral ou ao Ministério Público!
Para a Rede Globo, inclusive!
Contudo , sorrateiramente , tentar publicar relatos sobre pretensos crimes neste Blog – como se fosse leitor assíduo e conhecido – dá cadeia…
Para o blogueiro !
Se não souber contar milagre sem revelar o nome do santo não escreva nada que caracterize crime contra a honra.
Tampouco tente tirar castanha do forno com a mão alheia.
Minhas garras meus dentes minha fome!
Lembrando que aqui não são bem recebidos comentários vindos da região da Luz. Aliás, a DGP é logo ali!
Suba até o nono andar e converse com o Delta Uno!
Por fim, delator anônimo quando não objetiva covarde vingança quer dinheiro de outrem!
Rcguerra
DENÚNCIA URGENTE – PROVIDÊNCIAS – A POPULAÇÃO DE … E DE …PEDEM SOCORRO 3

Caro leitor que nos enviou extenso e circunstanciado comentário sobre condutas gravíssimas no âmbito da Polícia Civil em cidades cujos nomes foram omitidos.
Omitidos, também, para preservar os corretos!
Infelizmente a aprovação e publicação da sua denúncia – mesmo pressupondo seja integralmente verdadeira – acarretaria ao subscritor, além de riscos diversos, dezenas de processos criminais e civis.
E você dá nomes a quem nem sequer sabemos ser boi!
Ações judiciais nas quais, fatalmente, seriamos condenados, pois não teríamos o mínimo de provas.
E nenhum conhecimento sobre a conduta dos personagens. Aliás, sobre os quais nunca ouvi falar.
Lembrando-se que o anonimato é proibido! E você não se identificou validamente.
Certamente, propinas de jogatina é coisa “normal”…
Negociação de certas cadeiras, em algumas localidades “valorosas”, idem!
Políticos e polícia sempre correram juntos, disso vivermos no “Jardim da Impunidade”!
Verdadeiramente, não duvidamos do seu relato, pois décadas atrás tivemos o desprazer de trabalhar em uma das cidades dessa região.
E tínhamos mais medo da corrupção do que do Pixote e do Dema!
Diga-se município que antigamente se subordinava a uma das Seccionais de uma Regional do DEGRAN (ou “de grana”); sendo uma das Unidades por você mencionada sonho de consumo de muita gente, dada a “pujança”.
E pode continuar sendo, mesmo sem a Volks, Ford, Ciretran; etc.
Por outro aspecto, nem sequer sabemos o que seja SECOLD…
Mas segundo você conta eu denominaria “SEGOLD” – Setor especializado em tomar um “gold”!
Se verdade for: todo acesso a sistemas informatizados deixa prova material que não pode ser questionada.
E o que se fez ou não dos dados sigilosos obtidos poderá ser demonstrado.
Aqui nos cabe lhe orientar no sentido de que, com as necessárias cautelas em relação a sua segurança pessoal e funcional, se já não providenciou, faça o encaminhamento do seu relato para o Ministério Público.
Você mencionou o GECEP, mas acredito deva remeter, também, ao GAECO da região!
Tristemente, a Corregedoria não possui mais nenhuma independência; voltou a se subordinar a desmandos internos e externos.
Cuide-se bem!
Por fim, referindo-me aos eventuais interessados: a word to the wise is enough!
P.S. – Eu nada tenho a ver como isso ; muito menos a haver!
SUSPEITA INCURSÃO E SUSPEITA APURAÇÃO Resposta
Há três versões sobre o assassinato do soldado do Exército por uma equipe do COE – COMANDO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS DA PM – em suposta “operação oficial”, na Vila Baiana, em Guarujá.
Digo suposta, pois nunca se sabe o que é operação ou o que é incursão sem prévia e formal determinação de oficial superior da PM.
Três: a da PM, a da família e moradores do local e a VERDADEIRA!
A verdadeira deveria estar documentada através de filmagens por meio das câmeras que os policiais deveriam estar empregando.
Além da ordem escrita de incursão no local: “conhecido ponto de tráfico e reduto de facção criminosa”!
Aliás, deve ser muito conhecido por quem lá compra drogas ou vai buscar propinas!
A PM jura – sob os pés juntos do finado – que o soldado Marcos Muryllo de Souza Costa portava um fuzil de origem desconhecida; com numeração raspada!
A família e pessoas que conheciam o morto afirmam que ele foi ao local visitar a filha de pouco mais de 1 ano.
Nessa estória, entre a versão oficial, da família e testemunhas protegidas, até prova em contrário, pensamos que o rapaz foi COVARDEMENTE ASSASSINADO!
O grupamento do COE – até provas por escrito e filmagens – estava no lugar errado, na hora errada e fazendo coisa errada!
Mas espero que o errado seja eu!
Finalizo: TODO SIGILO É DUVIDOSO!
Os Censores se queixando de “censura” imposta pelo Tenente defensor da liberdade de expressão da polícia militar bolsonarista…Pois é: pimenta no rabo alheio é refrigerante…Bem feito! 4
SP: delegados se queixam de “censura” da SSP para falar com a imprensa
Delegados receberam informe interno da gestão Guilherme Derrite proibindo entrevistas sem prévia autorização da SSP-SP
15/06/2023 17:42, atualizado 16/06/2023 09:13
Divulgação/Governo de SP

São Paulo – Delegados da Polícia Civil de São Paulo estão recebendo mensagens de seus superiores determinando que não deem entrevistas a repórteres antes de serem autorizados pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo e pela empresa que cuida da comunicação da pasta.
Isso, segundo delegados ouvidos pela reportagem em condição de anonimato, dificulta a dinâmica de divulgação de ocorrências. Para eles, é uma “censura” à liberdade de expressão da polícia em tornar público algum caso de relevância e com rapidez.
O Metrópoles teve acesso à mensagem enviada por WhatsApp por um delegado a seus subordinados.

Reprodução/WhatsApp
“Por determinação da SSP em conjunto com a SECOM [Secretaria da Comunicação], solicito que qualquer entrevista, para qualquer órgão [de imprensa], mesmo que para repórteres de rua, sejam comunicadas previamente […] pelos respectivos comunicadores dos Departamentos.”
Um dos policiais ouvidos pela reportagem afirmou que o delegado é “o presidente do inquérito policial.”
“Dessa forma, fica a seu critério dar ou não entrevista. Só ele sabe da integralidade da investigação. E não seus superiores. Não raro, a imprensa presta um papel importantíssimo. Por exemplo, ao dar publicidade ao rosto de um indivíduo contra o qual já pesam indícios suficientes de ser o autor de um determinado crime.”
Ele avaliou que caso um delegado, dentro de sua convicção, entenda ser conveniente para a investigação conceder uma entrevista e isso eventualmente prejudique as apurações, “ele que seja responsabilizado individualmente, mas sem que seja suprimida sua avaliação de conveniência e oportunidade.”
Outra fonte ouvida pela reportagem disse que “os delegados estão sendo censurados“, avaliando que a SSP está “querendo militarizar toda a pasta, tolhendo a fala dos policiais”.
Lei Orgânica
Raquel Gallinati, diretora da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol) afirmou que a SSP está respeitando a Lei Orgânica da Polícia Civil, que em sua opinião “encontra-se desatualizada e descontextualizada” e que “precisa ser reformulada”.
O artigo 63 da lei estabelece como transgressão disciplinar divulgar ou “propiciar a divulgação”, por meio da imprensa, de ocorrências registradas na repartição, “sem autorização da autoridade competente.”
“Toda instituição pública ou privada tem o Setor de Comunicação Social para padronizar a sua imagem institucional e imprimir qualidade e nivelamento das ações de comunicação perante a sociedade e atuar junto à imprensa e atendê-la no que diz respeito, respectivamente”, disse Gallinati ao Metrópoles nesta quinta-feira (15/6).
“Mas proibir o exercício do direito de o policial manifestar suas ideias e pensamentos, direito fundamental, é simplesmente caminhar na contramão dos tempos”, completou.
“A Polícia Civil é diferente da Militar”
Um dos delegados ouvidos pelo Metrópoles explica que a Lei Orgânica da Polícia Civil não define quem é a “autoridade competente” que deve autorizar a divulgação de informações sobre ocorrências.
“Penso que pode ser o presidente do caso, ou seja, o delegado à frente da ocorrência. A Polícia Civil é diferente da Militar, na qual há mais interdições”, disse.
O professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) Rafael Alcadipani afirmou ser “sempre bem-vinda” a fiscalização e centralização da relação entre polícia e mídia.
“Mas precisa ver como isso será feito, sem ferir o direito dos policiais e delegados em passar informação. Tendo uma certa coordenação de como fazer isso, não vejo com maus olhos.”
“Respeito às leis”
Em nota, a Polícia Civil diz ter “compromisso com a transparência e o respeito às leis” e “que manterá o diálogo permanente com os órgãos de imprensa e a sociedade em geral, compartilhando informações pertinentes ao trabalho policial em absoluta observância a legislação”.
Em relação à mensagem enviada aos delegados, a corporação explica tratar-se de “orientação aos policiais a fim de garantir que a divulgação do trabalho policial seja feita de forma coordenada, contribuindo para a correta compreensão das atividades da instituição bem como a segurança da população”.
https://www.metropoles.com/sao-paulo/sp-delegados-censura-ssp-imprensa
Comento:
O Excelentíssimo Secretário de Segurança sempre foi um inflexível defensor da liberdade de expressão policial-militar, ou seja, aquela que prega o golpismo, a execução sumária, a tortura, a criminalização de quem queima simbolicamente uma bandeira que, tal como uma farda, não passa de retalho de pano!
Mas – se verdade for que a suposta “censura” aos delegados partiu do Sr. Guilherme Derrite – tenham a mais absoluta convicção de que o objetivo da “Secretaria de Segurança Militar” é impedir a divulgação de atos criminosos cometidos por PMs, tal como: “CAGAR E ANDAR” (“sic”) PARA O USO DAS CÂMERAS!
E o emprego de determinados grupos para vinganças de cunho corporativista, como o covarde assassinato de um cabo do Exército acusado de traficante.
Ele – o Secretário – não está respeitando nenhuma legislação, especialmente a Lei Orgânica da Polícia Civil. A Dra. Gallinati está alisando a Secretaria!
Doutora, lei desconforme a Constituição da República não se cumpre. E a contextualização – harmonização – cabe aos operadores do Direito.
Obviamente, não se pode esperar nada da maioria dos Delegados…
Reacionários, calados, cordeiros, medrosos; etc.
A divulgação de ocorrência policial pela imprensa agiliza a elucidação do crime, identificação e, imediata, captura do infrator (es).
Obviamente, o que se proíbe é a divulgação de registros unilaterais temerários e fatos que envolvam a honra e a intimidade das pessoas, a exemplo de boletins de ocorrência lavrados em razão do comparecimento da parte perante o Delegado de Polícia.
Notadamente: violência sexual!
Ao Delegado caberá a decisão daquilo que é possível ou não de divulgação para jornalistas profissionais.
E a estes cabe a responsabilidade pela forma com que o fato será noticiado.
Por fim, quem é a autoridade competente para autorizar ou não a divulgação de fato criminoso de interesse coletivo?
Ademais, de nada adianta sigilo interno quando a PM e GCMs fazem questão de escrachar os envolvidos, como ocorreu com o delegado professor da ACADEPOL!
