Foxy Lady ( só os experimentados entenderão…kkk ) – Para presidenta ( poste da Administração ) do SINDPESP- sindicato dos delegados – uma Japa Girl ainda estagiária , bonita e harmoniosa…Com todo respeito…com todo respeito… 111

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Gostei da trilha sonora do vìdeo: Jimi Hendrix…Hehehhee!!!!!

O Emerenciano Dini – candidato da oposição – não tem chances, pois além de velho e feio foi da Corregedoria Geral; tendo atuado o quanto pode, enquanto Divisionário das Corregedorias Auxiliares, contra a corrupção estado afora.

Obviamente, os corruptos , os ingênuos e os ignorantes votarão na Drª Gata Sexy com seu belo curriculum.

Infelizmente, a carreira dos delegados não é séria.

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CRIME QUASE PERFEITO – Oficial que roubava para a PM perderá a patente, mas continuará recebendo a aposentadoria de R$ 15.000,00 40

Secretário de Alckmin dá aval para expulsar PM suspeito de fraude

Reynaldo Turollo Jr/Folhapress
Frente da empresa Rogep, que foi paga pela PM sem ter comprovado a entrega de peças
Frente da empresa Rogep, que foi paga pela PM sem ter comprovado a entrega de peças

ROGÉRIO PAGNAN
DE SÃO PAULO

O secretário de Segurança de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho, deu aval à expulsão de um tenente-coronel da Polícia Militar suspeito de comandar esquema de fraudes no setor de licitações do comando-geral da corporação.

Na última sexta-feira (26), o secretário acolheu o parecer da comissão interna da própria PM, que se manifestou pela exclusão do PM de seus quadros.

O processo segue agora ao Tribunal de Justiça Militar. A decisão final da expulsão do oficial caberá ao governador Geraldo Alckmin (PSDB), caso o TJM confirme o entendimento da comissão.

O PM perderá a condição de policial, volta a ser civil, mas continuará com seus vencimentos sem alteração –R$ 15.718,27 brutos.

O oficial que deve ser expulso da PM é o tenente-coronel da reserva José Afonso Adriano Filho que, segundo investigações da polícia, comandou esquema de fraudes entre 2009 e 2010 envolvendo cerca de R$ 10 milhões.

O oficial, que era major na época das irregularidades, trabalhou no setor de licitação do comando de 2000 até 2012, quando se aposentou. Na ocasião, foi promovido a tenente-coronel –segundo posto mais alto na hierarquia da corporação–, como prevê toda aposentadoria na PM.

Em 2015, a Folha publicou uma série de reportagens sobre as fraudes praticadas.

Em linhas gerais, o oficial simulava licitações para comprar materiais para o comando-geral e desviava esse dinheiro para outros fins. Ele alega que todo o dinheiro era revertido à própria instituição, com reformas de prédios e aquisição de produtos.

A Folha revelou, porém, que ele chegou a pagar seis meses adiantado o condomínio de imóveis da família, no valor de R$ 14.320, com um cheque de uma das empresas de fachada que participavam das licitações da PM.

Os desvios ocorriam em vários tipos de compras, como clipes, açúcar, pen drives e peças para veículos.

O que chama a atenção é que eram compras sem justificativas, que ocorreram por anos, sem qualquer tipo de reprimenda de seus superiores. Algumas delas: 9.700 quilos de açúcar em três meses, 23,3 mil pacotes de biscoito em cinco meses e R$ 72,5 mil em gastos com clipes para papel. Tudo isso destinado, em tese, apenas ao prédio do comando-geral da PM.

Além disso, não há provas de que essas compras foram entregues.

Outro caso foi a aquisição de R$ 1,7 milhão em peças para manutenção da frota, mesmo que nenhum parafuso tenha sido entregue –até porque os veículos são consertados em outro lugar.

Em entrevista anterior, Adriano Filho disse, sem citar nomes, que todas as irregularidades foram cometidas para o bem da instituição e com o aval da cúpula da polícia.

“Não fiz nada sem ordem. Todas as melhorias executadas, não só no Quartel do Comando-Geral como em outras unidades, tinham ciência e autorização dos superiores. De todos os superiores”, disse ele.

As fraudes ocorreram ao menos entre 2009 e 2010, período em que foram comandantes-gerais da PM os coronéis Roberto Diniz e Álvaro Camilo, nas gestões José Serra e Alberto Goldman (PSDB).

Parte das irregularidades foi detectada por investigação interna da própria PM.

Por conta das fraudes envolvendo as peças de carro, Adriano Filho tornou-se alvo de uma ação movida pelo Ministério Público.

O coronel foi denunciado, juntamente com a empresa, a Rogep, e a Justiça determinou a indisponibilidade dos bens do oficial e da empresa, no valor de até R$ 5,3 milhões.

OUTRO LADO

Procurado pela reportagem, Adriano Filho disse, por meio de seu advogado, que não queria comentar o assunto.

Já o governo afirmou que abriu uma investigação complementar para a apurar o caso e que está em segredo.

*

Esquema de fraudes em licitações

A fraude
Dinheiro destinado à aquisição de produtos –muitos não eram entregues– e à contratações de serviços para o Comando-Geral da PM era desviado por meio de licitações fraudulentas

Período
Entre 2009 e 2010, no mínimo, mas operador do esquema atuava no departamento desde 2000

Comando-geral
Formado pelo comandante-geral (indicado pelo governador), subcomandante e oficiais do Estado-Maior; fica na região da Luz (centro de SP)

O operador
Tenente-coronel José Afonso Adriano Filho é apontado como operador. Ele era o responsável pelas finanças do Departamento de Suporte Administrativo do Comando-Geral

O que ele diz
Confirma parte do esquema, mas alega que o dinheiro era desviado para pagar dívidas da própria PM

A Polícia Militar apresentou a ocorrência e delegado do DEIC lavrou flagrante… ( Por ignorância jurídica, covardia ou interesses inconfessáveis ? ) 18

As coisas, elas têm de ser feitas com correção.
Quero dizer: sou delegado de polícia. Policial civil, com efeito.
Nessa qualidade também, vou emitindo minhas opiniões.
Aplaudo o que me parece digno de ser celebrado e critico aquilo que me parece passível de censura.
A pautar-me, minha cosmovisão, minha consciência e os dados da realidade apreciável.
Toda essa perífrase para dizer: li faz pouco uma matéria a versar sobre a soltura, em audiência de custódia, dos indivíduos detidos por ocasião dos atos contra o governo Temer. Na época da multimídia, além de lê-la, assisti a um vídeo alusivo aos mesmo fatos.
Os jovens irrompem porta afora do fórum da Barra Funda , com um grito represado: -“não tem arrego, não tem arrego” (?!?!?!).
Permitam-me evocar o saudoso Nelson Rodrigues: houvesse a passar por ali um gringo recém-chegado ao país, haveria de anotar em seu caderninho: -” no Brasil, jovens heróis não arregam”.
Ora, uma pessoa minimamente arguta percebe se tratar de pura mise-en-scène. Os inimigos do regime democrático estão se transformando em heróis. E, para tanto, estão contando com apoio desabrido das…polícias.
E por que, sob minha ótica, eles são inimigos da democracia?
Explico: para mim, o impedimento da mandatária antecessora deu-se sob a tônica dos códigos legais, maiormente a Carta Magna.
Isso, por si só, arreda a possibilidade de insurgência? Claro que não. É saudável até que ela se dê -posto que eu não veja razões para tanto. De qualquer modo, a exemplo das manifestações em favor do impedimento, imensuravelmente maiores, elas se devem fazer apropriadamente. Nos lugares e dias adequados. Sem se tolher a liberdade de ir e vir dos demais cidadãos. Sem se depredar patrimônio público e/ou alheio, etc. E isso vem se dando fartamente.
Feito esse digresso, volto ao ponto, perguntando: por que a mim me parece que a polícia está a colaborar com os inimigos da democracia?
Porque a prisão reportada na matéria foi uma absoluta excrescência, dando azo a que um magistrado fizesse um comparativo com a ditadura militar e para que os “manifestantes” saíssem do fórum da Barra Funda a vociferar o desrespeitoso grito de guerra, esperados por um séquito a brandir cartazes de fora Temer. Com o perdão do trocadilho risível, deu-se uma barafunda à porta do Barra Funda.
Todos os policiais sabemos agir sob a injunção dos governos de turno, em todas as esferas de governo. Mas os governos, além de arbitrários, podem ser burríssimos.
A se depreender da matéria, e todo o mais constante, não houve na espécie qualquer ator executório por parte dos detidos, se marcar, nem os irrelevantes atos preparatórios. De mais a mais, evocar a dicção do art. 288, do Código Penal, ou outro congênere, revelou-se, além de enorme temeridade, um tiro no pé.
Comprovar as peculiaridades exigidas pelo tipo, no estreito limite de um flagrante, é remotíssimo e não se coaduna com a boa técnica.
A polícia militar apresentou a ocorrência e o delegado lavrou o flagrante.
Foi um erro. Um erro enorme. Uma precipitação que rendeu munição retórica aos inimigos da democracia.
Não quero ser leviano, mas não duvido que alguém, obsedado e obtuso, do alto escalão, tenha ingerido pela feitura desse equívoco.
Daí, fica fácil para os “meninos” pagarem de heróis.
É nessa hora que um delegado de polícia, ainda que receoso por eventuais desdobramentos pessoalmente ruins, deve evocar as leis, a boa doutrina e a jurisprudência. Na espécie, deixar de lavrar o flagrante poderia ser, e decerto seria, tão trabalhoso quando fazê-lo. Mas, penso eu, seria o mais correto.
Em tempo: não conheço o caso detidamente. Pautei-me exclusivamente nos elementos esposados pela matéria. Por uma qualquer omissão, que me tenha levado a um juízo equivocado, desculpo-me antecipadamente. De qualquer sorte, o que vai alinhavado não se circunscreve a um caso em específico.

Autor: Dr. João

Delegado de Polícia

No DEIC não tem burro…Burros são aqueles que cumprem a lei sem medo de perder a valoro$a cadeira 6

Juiz manda soltar molecada que, a pretexto de nivelar-se – por baixo, claro – com os burros da PM, o DEIC prendeu ilegalmente em seu “batalhão”

Após investigações bem sucedidas que culminaram em prisões cinematográficas, o DEIC cagou na retranca e cometeu um erro pueril: manteve preso arbitrariamente vinte e seis – entre eles jovens e adoslecentes – moleques, sob a acusação de formaçáo de quadrilha. Foi juridicamente burro como a PM.
Autor: Flitador

Impunidade da farda: O Ouvidor da polícia GRITA por socorro ao Ministério Público que não ouve, não sabe, não viu 31

O perigoso “olho de vidro” do governo do Estado e do Ministério Público em relação aos crimes e abusos cometidos ela PM.

Novamente a PM reitera sua conduta de braço armado do Estado em detrimento da polícia cidadã que tanto propala exercitar em suas campanhas publicitárias.

Os graves incidentes ocorridos nas últimas manifestações de rua não ocorreriam se não houvesse flagrante provocação por parte de integrantes da PM por ocasião da dispersão do movimento.

Da mesma forma que colocam cocaína e maconha em veículos de pessoas que assassinam nas “quebradas” da periferia, colocam coquetéis molotov, pedaços de ferro e pedras nas bolsas de manifestantes.

Cadê o Ministério Público ? O Ministério Público deste Estado, ao contrário do Ministério Público Federal, é seletivo em investigar, ou seja, investiga e se empenha em punir aquilo que, politicamente, vai contra o governo deste Estado. Em sentido contrário, não demonstra qualquer empenho em apurar crimes e abusos cometidos por seus servidores, mormente os praticados por integrantes da PM. O muito que faz é delongar “rigorosas” apurações até que caiam no esquecimento pela opinião pública e pela sociedade em geral, como por exemplo, as inúmeras chacinas perpetradas por PM’s, entre as quais a que vitimou duas dezenas de inocentes na região de Osasco e que, até hoje, não deu em nada. Foi assim no Carandirú(condenados que não cumprem penas), Operação Castelinho(todos inocentados), Mortos de Maio(nenhuma investigação séria foi levada a efeito), Morte do Publicitário na zona oeste(a família recebeu uma cartinha do Comandante Geral pedindo desculpas), e vai por ai afora.

Não é só em relação a crimes de sangue que a impunidade campeia na Polícia Militar, na auto intitulada “Reserva Moral do Estado” tem crimes de gatunagem milionários tal qual as inúmeras fraudes em processos licitatórios do Comando Geral da PM. O Tenente Coronel que encabeçou os processos foi categórico em dizer “roubei para a instituição” o que não ficou muito claro foi uma das empresas vencedoras ter pago meio ano de condomínio adiantado para sua família. Punição proposta ao Tenente Coronel: Deixa de ser Tenente Coronel mas mantém o salário de R$ 15.000,00(Quinze mil reais).
Punição melhor, só as que são propostas pela Operação Lava Jato onde os protagonistas roubaram 70 milhões dos cofres públicos, devolvem 10, cumprem 1 ano de prisão domiciliar em suntuosas mansões até ficarem livres e soltos para gastarem todo o resto roubado que estava escondido.

Para completar, um Tenente Coronel faz numa rede social, um infeliz comentário ironizando a Lesão Corporal Gravíssima sofrida por uma manifestante que ficou cega em razão de ter recebido um tiro de borracha numa das vistas, a exemplo do que ocorreu em manifestação anterior com um repórter. E se fosse a filha dele, será que faria o mesmo comentário?

Em tempo: O Ouvidor da polícia GRITA por socorro ao Ministério Público que não ouve, não sabe, não viu.
Não adianta, seu grito só terá eco se for em organismos internacionais de direitos humanos, aqui em SP esquece.

Autor:

AMIGO DA BRIGADEIRO TOBIAS, 527, 9º ANDAR…

Juiz critica a PM, mas a corrupção jurídica foi executada por delegados do DEIC…( Aparentemente funcionando como cartório de luxo da meganha, né ? ) 10

Juiz solta jovens detidos em protesto contra Temer em SP

Flávio Costa

Do UOL, em São Paulo

05/09/201619h44

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O juiz do Tribunal de Justiça de São Paulo Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo decidiu soltar nesta segunda-feira (5) 18 dos 26 jovens detidos pela Polícia Militar antes da manifestação contra o governo Michel Temer e por eleições diretas em São Paulo (SP). A decisão do magistrado refere-se aos 18 jovens maiores de 18 anos.

Os outros oito menores de idade, que foram apreendidos, ainda esperam a análise de um juiz da Vara de Infância e Juventude. Porém, o UOL apurou que o Ministério Público deu parecer favorável à soltura dos adolescentes, que deverão ser soltos ainda nesta noite de segunda, ou mais tardar durante a terça-feira (6). Em casos desta natureza, o magistrado costuma acompanhar o parecer do MP.

Em sua decisão, o magistrado criticou a ação da Polícia Militar: “O Brasil como Estado Democrático de Direito não pode legitimar a atuação de praticar verdadeira ‘prisão para averiguação’ sob o pretexto de que estudantes poderiam, eventualmente, praticar atos de violência e vandalismo em manifestação ideológica. Este tempo, felizmente, já passou”.

“Destaco que a prisão dos indiciados decorreu de um fortuito encontro com policiais militares que realizavam patrulhamento ostensivo preventivo, e não de uma séria e prévia apuração, de modo que qualificar os averiguados como criminosos à míngua de qualquer elemento investigativo seria, minimamente, temerário”, escreveu o juiz em sua decisão. O magistrado acrescentou: “não há, mínima, prova, de que todos se desconheciam.”

Paulo Ermantino/Estadão Conteúdo

Familiares, amigos, jovens e estudantes secundaristas recepcionam os jovens libertados pela decisão do juiz após audiência no Fórum Criminal da Barra Funda nesta segunda (05)

Os adultos foram indiciados por associação criminosa, formação de quadrilha ou bando e corrupção de menores, de acordo com a SSP-SP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo).

Os advogados dos jovens vão usar a decisão do magistrado Aguirre Camargo junto ao juiz da Vara de Infância e Juventude para reforçar os argumentos para a soltura dos menores de idade.

Prisão

Por volta das 16h, os adultos foram detidos e adolescentes apreendidos próximo ao Centro Cultural São Paulo, na região do bairro Paraíso, zona sul de São Paulo. Segundo familiares, os policiais militares disseram que o grupo estava com pedras e paus.

Em coletiva de imprensa para justificar as prisões, a PM disse que os jovens confessaram que pretendiam praticar atos de vandalismo no protesto.

Defensor de seis dos 18 adultos, o advogado criminalista Marcelo Feller afirma que a decisão do juiz Aguirre Camargo “coibiu o abuso e a violência do Estado”. “Foi uma decisão dura e corajosa. A Polícia não tem o direito de prender ninguém sob pretexto de uma suposta e futura prática criminosa. Isso não é ação de um Estado Democrático de Direito, e sim de um Estado policialesco”, disse o advogado.

Nota da SSP

A SSP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo) divulgou a nota abaixo sobre o caso:

“A SSP informa que 18 maiores foram indiciados por associação criminosa, formação de quadrilha ou bando e corrupção de menores. Eles foram encaminhados para a audiência de custódia. Também houve o registro de ato infracional por formação de quadrilha ou bando e receptação para cinco menores. Os menores foram ouvidos pela polícia acompanhados dos responsáveis e encaminhados para a Vara da Infância e Juventude.

Com relação a reclamação dos pais de que não teriam tido acesso aos seus filhos, o Deic esclarece que a lavratura do Auto de Prisão em Flagrante foi acompanhado dos responsáveis pelos menores. O interrogatório foi realizado na presença de quatro advogados e dos responsáveis.”