Publicado em 31 de ago de 2016
Hoje, no plenário, me posicionei contrário ao Promotor Amauri que enfatizou, injustamente, a participação do Dr. Clemente Calvo Castiglioni no vazamento de informações de investigações contra policiais do GAECO de Campinas.
Arquivo mensal: agosto 2016
Maquineiro contrata PM para executar chefe de gabinete da prefeitura de São Vicente 12
Munição utilizada contra atentado em São Vicente é da PM
O cartucho faz parte de um lote distribuído ao Comando de Policiamento do Interior-6 (CPI-6)
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| Fechamento de casa noturna seria o motivo do atentado (Foto: Luigi Bongiovanni) |
A munição utilizada no atentado contra Humberto de Araújo Santiago, de 39 anos, chefe de gabinete do vice-prefeito de São Vicente, pertence a um lote encaminhado à Polícia Militar.
A certeza decorre da pesquisa da numeração de uma cápsula de calibre .40. Sem disparar, ela foi ejetada intacta da pistola de um dos dois executores da tentativa de homicídio, porque a arma falhou.
O cartucho faz parte de um lote distribuído ao Comando de Policiamento do Interior-6 (CPI-6), que congrega os seis batalhões da PM na Baixada Santista, no Litoral Sul e no Vale do Ribeira.
Dois homens apontados como participantes da execução já estão na cadeia. A pedido do delegado Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos, eles tiveram a prisão temporária de 30 dias decretada pelo juiz Luís Guilherme Vaz de Lima Cardinale, da 2ª Vara Criminal de São Vicente.
Um deles é o soldado Marcelo Granado Borg, de 35 anos. Lotado na 4ª Companhia do 6º BPM/I, ele teria cuidado da logística, fornecendo a arma e pilotando a moto Honda Broz usadas no atentado.
Em sua casa foi apreendida uma pistola .40 da PM. Perícia para confrontar o armamento com o projétil que atingiu a vítima e a munição intacta apreendida foi requerida, mas o laudo ainda não está pronto.
Borg negou o crime, mas foi acusado pelo segurança Anderson Martinez de Lima, de 30 anos, que admitiu ter atirado no chefe de gabinete. O autor confesso do disparo ainda incriminou o empresário Wassim Abdouni, de 37 anos, sócio da Juá, uma das mais tradicionais casas noturnas da região, localizada na Ilha Porchat.
Pistolagem de aluguel
Funcionário da boate, Martinez disse que o patrão lhe prometeu R$ 30 mil para matar Santiago, adiantando o pagamento de R$ 8 mil. Desta quantia, o segurança contou que deu R$ 3 mil de entrada no financiamento de um automóvel Fusion, dividindo o restante com o soldado Borg.
O policial e o segurança tentaram eliminar o chefe de gabinete no dia 11 de agosto. A emboscada aconteceu no momento em que a vítima entrava de carro na garagem do prédio onde mora, na Rua Jacob Emerick, no Centro de São Vicente.
Martinez desceu da garupa da moto pilotada por Borg e atirou no automóvel. A vítima foi atingida de raspão nas costas e na mão esquerda pelo mesmo tiro. Logo em seguida, a dupla fugiu na Honda Broz pilotada pelo policial militar.
De acordo com o segurança, o patrão quis se vingar por causa da suposta cobrança de propinas que era feita pelo chefe de gabinete para deixar a Juá funcionar. Ainda conforme Martinez, quando esses repasses de dinheiro deixaram de ser realizados, a boate foi fechada em fiscalização de agentes da Administração Municipal.
Santiago refutou para A Tribuna a cobrança de propinas e também negou qualquer ligação sua com a interdição da casa noturna, motivada por várias irregularidades administrativas, entre as quais a falta do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).
Abdouni também teve a prisão temporária de 30 dias decretada. Com autorização judicial e na presença de testemunha, policiais da DIG revistaram o apartamento do suposto mandante, na Pompeia, em Santos, mas não o localizaram. Com paradeiro ignorado, ele é considerado foragido.
Promotores enchem o rabo de dinheiro para investigar se policiais receberam pagamento indevido de bônus em SP 73
MP investiga se policiais receberam pagamento indevido de bônus em SP
Promotores identificaram falhas na metodologia de coleta de dados.
Mortes suspeitas não entravam nos números oficiais de homicídio.
O Ministério Público investiga se houve pagamento indevido do bônus pago aos policiais civis e militares por bons resultados na queda da violência. A suspeita surgiu depois que os promotores identificaram que havia falhas na metodologia de coleta dos dados dos crimes no estado. As informações são do SPTV.
As mortes suspeitas, esclarecidas depois de um mês de investigação, não entravam nos números oficiais de homicídio ou latrocínio por exemplo. Só que o Ministério Público recomendou uma revisão na metodologia e coleta desses dados. Foi o que a Secretaria de Segurança Pública fez na semana passada. A partir de agora, as mortes suspeitas vão passar por uma reclassificaçãodepois que as investigações forem concluídas.
“Pela resolução no mês de março nós vamos publicar o número de homicídios no estado já considerados as reclassificações das ocorrências já consideradas todas as formas de operação dos registros anteriores”, diz o secretário Mágino Alves Barbosa Filho.
Eles destacaram que das 1.500 mortes que ocorrem por mês, cerca de 20 a 30 são consideradas suspeitas e confirmaram que os índices dos números de crimes são utilizados para o pagamento de bonificação para policiais civis e militares, com base na redução da criminalidade.
Segundo a SSP, o valor padrão do bônus é de R$ 2 mil por policial das áreas que atingirem todas as metas no trimestre. No ano de 2014, foram pagos R$ 170 milhões em bônus em função dos resultados dos principais indicadores de segurança.
O Ministério Público aguarda o envio das estatísticas para saber se o pagamento era merecido.
“Estamos verificando os dados que serão encaminhados nos próximos 90 dias pela Secretaria de Segurança Pública a respeito do que aconteceu nos últimos três anos e a partir daí nós vamos verificar o impacto que isso representa nos números estatísticos da SSP”, diz o promotor José Carlos Blat.
A SSP informou que a correção anual do número de homicídios não terá impacto sobre o pagamento de bônus a policiais.
Secretário Estadual de Segurança, Mágino Alves Barbosa Filho (Foto: Maiara Barbosa/ G1)DENÚNCIA ANÔNIMA, QUEM FALA EM ACABAR COM RECOLHA ESTÁ LOUCO…DEPUTADOS E POLÍTICOS EM GERAL VIVEM DISSO 19
Kkkkkk acabar com a corrupção?
Vamos lá então mais uma vez pois acho que ninguém leu há mais de 5 anos nossas listas:
1 – MÁQUINAS DE CAÇA NÍQUEL EM TODO OS LOCAIS DE SÃO PAULO, bares, casas alugadas que viram bingos.
2 – COBRANÇA DE PROPRINAS EM DESMANCHES E BOATES COM GAROTAS DE PROGRAMA, BIQUEIRAS QUE VENDEM DROGAS, CLÍNICAS DE ABORTO, COMÉRCIOS EM GERAL
3 – COBRANÇA DE PROPRINA NA GALEIRA PAJE SANTA IFIGÊNIA SHOP 25 BRAS SHOP 25 SHOP CORAJE SHOP ORIENTAL GALERIA MONT BLANC PAULISTA SHOP VENEZA PAULISTA E TODOS OS OUTROS QUE PAGAM JUNTOS MAIS DE 2 MILHÕES E PRORPINAS
3 – JOGO DO BIXO EM TODOS KS BARES TEM AS BANQUINHAS DO CHICO DA RONDA DO SAPO ENTRE OUTRAS
4 – TODAS AS DELEGACIAS TEM SEMPRE ESTOU DIZENDO EM TODAS E SEMPRE DE JM A DOIS RECOLHAS QUE PEGAM AS PROPRINAS E SEMPRE É DIGO SEMPRE DIVIDEM COM O DELEGADO TITULAR CHEFE DOS TIRAD E COM CHEFE DE ESCRIVAO SEMPRE FICA NAS SALAS DO FUNDO DAS DELEGACIAS APARECEM NAS ESCALAS DE SERVIÇO QUE SÃO ENVIADAS PARA AS DIRETORIAS PORÉM NAS ESCALAS QUE FICAM NAS PAREDES DAS DELEGACIAS E NOS PLANTÕES NÃO CONSTAM OS RECOLHAS
5 – POLÍCIAS QUE PAGAM PARA NÃO TRABALHAR BASTA PEGAREM TODOS KS CHEFES DAS EX GESTOES E VER QUEM ESTA NAS FILEIRAS
BASTA VC PROMOTOR IR A RUA SANTA IFIGÊNIA LARGO DA BATATA LAPA RUA 25 DE MARÇO FEIRA DA MADRUGADA TODA ÁREA CENTRAL RICARDO JAFET RIO DAS PEDRAS ENTRE OUTRAS E VER COMO NA RUA AUGUSTA DIVERSOS PUTEIROS COM QUARTOS E EXPLORAÇÃO DE MENORES E NINGUÉM FAZ NADA 25 DE MARÇO BASTA VER QUE EM TODAS AS LOJAS PIRATARIAS
SANTA IFIGÊNIA VENDA DE APARELHOS ILEGAIS DA NET DVDS PIRATAS NA CARA DURA, EM SANTANA CAMELOS E LOJISTAS VENDEM ATÉ ANABOLIZANES NA RUA
ENFIM QUEM FALA EM ACABAR COM RECOLHA ESTÁ LOUCO POIS ESSES DEPUTADOS E POLÍTICOS EM GERAL VIVEM DISSO, quantas vezes quando trabalhava em diretoria, via esses grandes e eternos nome de deputados pedindo na cara dura para meu chefe uma grana para manter ele em cadeiras boas em especial as da FAZENDÁRIA DPPC DEIC DENARC, onde tem grana fácil e onde político mete a mão.
A DENÚNCIA ANÔNIMA ESTÁ AÍ BASTA UM MAGISTRADO OU UM PROMOTOR LER E IR NOS LOCAIS CONFIRMAR VAJ ATÉ A PAJE CHEGA NO LOCAL DILMA E PERGUNTA NO 1 DP , NA SECCIONAL CENTRO, NA DIG, PORQUE ELES NÃO FAZEM NADA ALÉM DE RECOLHER PROPRINA COMECEM POR AI.
Autor: Tudo comprado
Pelo fim da corrupção, hipocrisia, egoísmo e da covardia – O que policiais civis gostariam de dizer na cara do Olim, do Conselho, do Secretário e do Governador 161
Moção, Discurso, Representação e Reportagem, por quem de direito, exigindo:
1-Cumprimento da Lei que determina reajuste anual do índice inflacionário, na data base (Descumprida a mais de dois anos).
2-Contratação de Funcionários em quantidade e capacidade, suficiente para realização da atividade principal da Policia Civil que é a de esclarecer crimes.
3-Escolha de cargos de chefia por competência e não por ………..
4-Reestruturação das carreiras, a fim de trazer motivação o que resultaria em um aumento da eficiência.
5-Respeito aos direitos de seus funcionários (Suspender o direito a férias é uma atitude injusta e imoral).
6-Exigência do cumprimento da verdadeira politica do “cada um no seu quadrado” ou seja:
a- Guarda (cadeia), Escolta e Remoção de presos somente pela SAP, com a inclusão feita a qualquer dia e horário.
b- Policiamento ostensivo(fardado ou uniformizado e visível) somente pela PM
c- Investigação (de forma discreta sem V.T.R. caracterizada) somente pela PC.
d- Investigadores somente em setores que existam investigação.
e- Escrivães somente em setores que existam inquéritos.
f- Setores administrativos com servidores contratados especificamente para tal.
g- Proibição de prestação de serviços policiais e administrativos, por pessoas alheias aos quadros da Instituição.
h- Regulamentação do uso de informantes.
i- Depósitos específicos para guarda de objetos apreendidos.
j- Não retorno do entorpecente após a constatação, somente do Laudo preliminar.
Isto não fazem.
Pelo fim da: corrupção, hipocrisia, egoismo e da covardia.
Autor: CARCEREIRO 13
Moção auto-elogiosa – Os pavões da Polícia Civil prestam informações inconvincentes à imprensa; depois ainda distorcem os comentários de jornalista…( Moção de repúdio pelos baixos vencimentos e abusos da Administração ninguém assina, né ? ) 30
PICADEIRO ou PARLAMENTO ? – Deputado Olim ao ofender deliberadamente a honra do jornalista Rodrigo Bocardi abusou de suas prerrogativas parlamentares; merece ser processado por falta de decoro e perder o mandato por atentar contra a dignidade humana e a liberdade de imprensa 29
Artigo 16 – Perderá o mandato o Deputado:
I – que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior;
II – cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar;
III – que deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça-parte das sessões ordinárias, salvo licença ou missão autorizada pela Assembléia Legislativa;
IV – que perder ou tiver suspensos os direitos políticos;
V – quando o decretar a Justiça Eleitoral, nos casos previstos na Constituição Federal;
VI – que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado, nos crimes apenados com reclusão, atentatórios ao decoro parlamentar. (NR)
– Inciso acrescentado pela Emenda Constitucional nº 18, de 30/3/2004.
§ 1º – É incompatível com o decoro parlamentar, além dos casos definidos no Regimento Interno, o abuso das prerrogativas asseguradas ao Deputado ou a percepção de vantagens indevidas.
§ 2º – Nos casos dos incisos I, II e VI deste artigo, a perda do mandato será decidida pela Assembléia Legislativa, por votação nominal e maioria absoluta, mediante provocação da Mesa ou de partido político representado no Legislativo, assegurada ampla defesa. (NR)
– Redação dada pela Emenda Constitucional nº 11, de 28/6/2001.
§ 3º – Nos casos previstos nos incisos III a V, a perda será declarada pela Mesa, de ofício ou mediante provocação de qualquer dos membros da Assembléia Legislativa ou de partido político nela representado, assegurada ampla defesa.
Flit concorda com Rodrigo Bocardi; deputado Olixo é cagueta do Cesar Tralli…Delegado chinelão e representante daquilo que de pior existe na Polícia Civil…Delegado Olixo! 90
Polícia Civil de Registro prende subtenente da PM estuprador e homicida 4
Acusado de estuprar e matar vendedora é subtenente da PM
Ivo Ferreira de Oliveira foi preso no último sábado. Motivação do crime teria sido investida amorosa
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| Janaína Santos foi abordada por acusado após deixar o trabalho (Foto: Divulgação) |
O subtenente da Polícia Militar no Vale do Ribeira Ivo Ferreira de Oliveira, de 49 anos, foi preso no último sábado (20), em Registro, no Vale do Ribeira, acusado de estuprar e matar a vendedora Janaína Santos, de 28 anos, que estava desaparecida desde 28 de julho. Conforme o apurado pela Polícia Civil, a principal suspeita para a motivação do crime teria sido uma investida amorosa do policial negada por Janaína, que era amiga da ex-mulher do autor.
O subtenente foi preso por policiais civis da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Registro após prestar depoimento e cair em contradições. Com a prisão temporária decretada, ele foi encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, na Capital, e terá que responder pelos crimes de homicídio qualificado e estupro.
Noite de quinta-feira
O crime ocorreu na noite de uma quinta-feira, logo após a vendedora sair da loja em que trabalha. De acordo com imagens de câmeras de monitoramento e testemunhas, Janaína teria sido abordada por Ivo, que a perseguia na condução de um carro. Dias após o desaparecimento, a bolsa da vítima foi localizada embaixo da Ponte do Itopamirim, na divisa entre Sete Barras e Registro.
O veículo do subtenente foi apreendido e dentro do automóvel a Perícia da Polícia Científica (IC) localizou manchas de sangue, que podem ser da vendedora. A roupa usada por Ivo no dia do crime também foi apreendida.
Poder Judiciário impotente frente a gestão Alckmin; em vez de condenar má-fe processual lamenta manobra “maliciosa” 18
Gestão Alckmin foi ‘maliciosa’ ao revogar norma sobre efetivo, diz juiz
ROGÉRIO PAGNAN
DE SÃO PAULO
| Joel Silva – 13.abr.2015/Folhapress | ||
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| O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin |
O governo de São Paulo agiu “maliciosamente” ao revogar, em abril deste ano, uma resolução publicada por ele mesmo que determinava o número ideal de policiais em cada uma das unidades do Estado, segundo o juiz Márcio Mendes Picolo.
“Revoga esta mesma norma justamente para que não possa continuar a ser cobrado pela indevida omissão e desídia no trato da Segurança Pública”, diz trecho da sentença do magistrado da 3ª Vara Cível de Leme.
Nesta decisão, Picolo determina que a Secretaria da Segurança Pública coloque na cidade 49 policiais civis, como previa a norma, ou 18 pessoas a mais do que o efetivo existente atualmente.
Ele impõe um prazo de 30 dias para o cumprimento da ordem, sob pena de multa diária de R$ 10 mil –limitada a R$ 1 milhão.
A tal resolução sobre o efetivo policial foi publicada em 2013, mas revogada pelo governo Alckmin (PSDB) quando ele passou a ser alvo de ações judiciais pelo interior que cobravam o cumprimento da própria normal.
O governador Geraldo Alckmin acompanhado do secretário Alexandre de Moraes, em divulgação dos dados da violência em SP
Leme era uma das cidades em que a Justiça havia concedido liminar para cumprimento imediato da norma. Após reportagem da Folha, a normal foi revogada e, segundo o juiz, o governo “não trouxe qualquer outro motivo fático ou jurídico que pudesse justificar a revogação”.
“Na verdade, após existir grande repercussão na mídia a situação caótica e a omissão do requerido, tal conduta evidencia seu intuito em se furtar ao cumprimento de seu dever constitucional”, continua o magistrado no mesmo documento do início do mês.
O governo argumentou na ação que considerava a ação uma “ingerência no poder discricionário do executivo”, por considerar o remanejamento de efetivo uma “decisão discricionária da Administração” da qual o Judiciário não “poderia se imiscuir”.
Na sentença, o juiz utilizou depoimento da delegada Adriana Cardamone Galloni de Leme que, ao Ministério Público, classificou a situação como “caótica” –dada a insuficiência de profissionais para atender aos municípios.
Procurado, o governo paulista informou “aguarda tramitação judicial, para a qual foi acionada a Procuradoria Geral do Estado, que irá interpor recurso no prazo legal”.
Diz, ainda, que a Delegacia Seccional de Limeira transferiu para Leme um investigador e um escrivão de polícia, neste mês.
Será que Delegado – geral , de descendência árabe , quer jogar a culpa em Israel ? …( A apreensão das armas é boa, mas a conversa é mole! ) 110
8/08/2016 18h01 – Atualizado em 18/08/2016 18h34
Conta de água levou polícia a achar armas usadas em ataque a Protege
Nove suspeitos foram presos e tiveram a prisão preventiva decretada.
Polícia investiga envolvimento de alguém que conhecia rotina da empresa.

Uma conta de água levou a polícia a um arsenal de fuzis e outras armas que teriam sido usadas no ataque de criminosos contra a sede da empresa de transporte de valores Protege, em Santo André, no ABC, na madrugada de quarta-feira (17). Nove suspeitos foram presos e tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça. Segundo a polícia, pelo menos outras três pessoas já foram identificadas.
A conta de água foi encontrada em um carro que estava em uma chácara em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, onde a polícia prendeu os suspeitos depois de interceptar ligações telefônicas de um traficante que teria ligado para um dos bandidos. O endereço contido na conta de água levou a polícia a uma casa na Vila Alpina, Zona Leste de São Paulo. “Encontramos 90% das armas escondidas nesta casa”, diz o delegado Rui Ferraz Fontes, do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc)
A polícia investiga quem teria passado informações aos bandidos. “Eles tiveram informações internas. Alguém com conhecimento a respeito da rotina da empresa, não sei se é funcionário ou não, que está passando informações para eles.”
A quadrilha desistiu do assalto após algumas explosões no local. De acordo com a polícia, uma das razões para a desistência foi a reação dos vigilantes.
“O outro motivo, se eu declinar, eu ensino alguém a comer crimes.”
Granada também foi encontrada com suspeitos de atacar a Protege (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)Foram apreendidos pelo menos 25 fuzis, sendo dois deles de calibre .50 – arma que pode atingir alvos a mais de seis quilômetros de distância.
Também foram apreendidas nove pistolas automáticas, uma granada, 50 carregadores com munições vindas de Israel, 18 coletes à prova de bala, sendo que um deles tinha um símbolo do governo de São Paulo, e cabos pra acionar explosivos.
Há a suspeita que parte do armamento tenha vindo do exército de Israel.
O grupo foi indiciado por tentativas de roubo e latrocínio, organização criminosa e porte de arma. De acordo com a polícia, informalmente, já houve confissões. A idade dos nove suspeitos varia entre 20 e 30 anos. Parte deles têm passagem pela polícia.
Dois vigilantes da Protege ficaram feridos quando reagiram ao ataque. A troca de tiros durou cerca de 40 minutos. Os criminosos queimaram veículos que foram usados para bloquear vias e impedir a aproximação da polícia.
Durante a fuga da quadrilha houve perseguição da Polícia Militar (PM), mas ninguém foi preso no início da manhã de quarta-feira.
Sete criminosos foram presos pelo Denarc e dois pelo Deic. Os suspeitos foram identificados, após monitorarem um traficante.”Em um dado momento alguns traficantes cruzaram com essa quadrilha que se especializou em atacar bases de transportadoras de valores e carros fortes”, informou a polícia.
Após acompanhar a movimentação do traficante, o Denarc chegou até o sítio em Itapecerica da Serra, onde foram encontrados os suspeitos e parte do armamento.
Armas apreendidas com suspeitos de atacar Protege no ABC (Foto: Reprodução/WhatsApp)Polícia Civil
“É certeza que esse armamento foi usado lá. É certeza, porque nós já temos, é uma quadrilha que a gente já , há tempos, monitorava e etc, e hoje, quando eles fizeram esse trabalho, nós já saímos atrás e conseguimos aí, pegar o fio da meada e já temos alguns presos, o Deic também já tem presos”, disse Youssef abou Chahin, delegado-geral. “Não tem como eles dizerem que não estavam na cena do crime, porque nós temos provas técnicas.”
A associação que representa as empresas de transporte de valores cobrou maior controle justamente sobre a circulação dessas armas de guerra. “Um fuzil é sempre uma arma perigosa, de pronto ataque, e que a resistência é mínima a esse tipo de fuzil, sobretudo, os vigilantes que usam 38, calibre 12, são armas inoperantes em relação a fuzil”, disse Marcos Paiva, presidente da Associação de Empresas de Transporte de Valores.
A saída que as empresas têm encontrado é deixar mais vigilantes na empresa durante a madrugada e fazer barreiras de segurança.
Protege foi alvo de criminosos (Foto: Divulgação)Essa medida ajudou a impedir o roubo a Protege, na quarta-feira. Mais de dez seguranças combateram os criminosos usando revólveres calibre 38 e espingardas calibre 12.
Depois de meia hora tentando chegar ao cofre, e de tiroteio e explosões, os ladrões desistiram do roubo.
“O problema desse tipo de ação criminosa, que hoje é a mais preocupante expressão do crime no estado de São Paulo, é praticamente uma ação de terrorismo urbano, porque trabalham com dinamites, fuzis, grandes grupos, atacam de surpresa, causam um grande impacto na vida da população”, disse o coronel aposentado da PM José Vicente da Silva, especialista em segurança. “A diferença em relação à ação terrorista é que o terrorismo vai buscar vítimas. eles vão buscar dinheiro.”
A quadrilha encontrou mais resistência. Havia uma barreira com carros, estacionados em frente ao portão de ferro. Carros fortes estavam atravessados dentro do pátio.
Mesmo com a explosão, os ladrões não conseguiram chegar ao cofre. Depois de meia hora, eles desistiram do roubo e foram embora. A primeira equipe da polícia só chegou aqui dez minutos depois da fuga.
Suspeitos presos pela polícia (Foto: Reprodução / Hora 1)POLICIAL NA DECEPÇÃO QUER SALÁRIO…( O que esperar de polícia que não sabe diferençar exclusive de inclusive ? ) 26
Se permitido, gostaria de aproveitar o espaço e agradecer aos excelentíssimos Drs. Maria Ines e Montrezor pelo excelente serviços prestados quando diretores da casa sensora, serviços esses que plantados em suas gestões, fez com que a sociedade colhessem os frutos de hoje. Nas suas algozes administrações, essas dignas autoridades lançaram uma forma de coibir excessos e desvios que elencaram numa ótima Instituição. Os índices criminais só diminuíram, o respeito pelo próximo só cresceu! Nossos jovens estão no caminho do sucesso e àqueles que se desvirtuaram do certo, todos estão recuperados. Nossos cidadãos podem deleitarem-se na segurança que os assola(IRONIA DESLIGADA).
O que vocês realmente fizeram, foi causar um estrago irreparável! Policias civis hoje tem medo até de parar carro na favela! Receio de abordar um averiguado! Todos querem só que chegue dia quinto dia útil pro salario! A sociedade, vitimas, todos que se explodam! VOCÊS, sim, vocês, juntamente com aquele DGP Carneiro, entregaram nossa instituição a Policia Militar, dando acessos a todos nossos dados, equalizando materiais e pior, auferindo salario menor do que outras instituições não mais importantes! Nos expuseram ao ridículo e hoje estamos desmoralizados!Rogo ao Nosso criador, que sintam na pele um dia, seja diretamente ou indiretamente, o resultado de vossas administrações! Que seus descendentes ouçam até o fim dos tempos as consequências negativas de seus atos.
A Policia Civil perdeu toda a moral, vontade, legitimidade, imposição e função por causa de suas senhorias! Alegrem-se senhores, pois conseguiram o que muitos outros tentaram!
Não defendo bandido, e sim a Instituição a que pertenço!
Na magistratura, Procuradoria, PM, Coordenadoria, ou nenhum outro órgão sensor caça, aniquila ou expõe ao ridículo seus funcionários! Espero um dia saber que um de vossas excelências foram infelizes em alguma ação e não tiveram apoio quando necessário! Lembrem-se srs. que isso ocorreu por sua causa no passado.
Aqui quem apronta está na ativa enquanto àqueles que tentaram trabalhar com seriedade foram demitidos em procedimentos em vossas gestões!
Tenho dito! Aqui se faz aqui se paga! E esperem que a conta de vocês ta maior que a divida externa do Brasil!
enviado por POLICIAL NA DECEPÇÃO QUER SALARIO
“Os melhores policiais do estado foram demitidos ( eu, exclusive ! )”
Desenhando: EU NÃO ME INCLUO ENTRE OS MELHORES POLICIAIS…nunca fui!
Como diz o Pelé, entende ?
O aparelho de segurança do Estado está destroçado 25
Caro Guerra,
O aparelho de segurança do Estado está destroçado e, em sentido contrário, a criminalidade mais organizada e consideravelmente mais bem armada.
Bandidagem de fuzil automático, carregada de explosivos e polícia de . 40 que “engastilha” ou dispara sozinha. O crime saqueou o município de Santo André. Veículos foram incendiados na mais importante via de ligação do ABC com a capital, a Av. do Estado. O mais incrível! Dois veículos utilizados na fuga dos marginais foram incendiados defronte ao Batalhão da PM do município. Cerca de cento e cinquenta milhões de reais foram roubados dessas empresas transportadoras de valores e o que foi feito até agora? Prenderam alguns peixes pequenos e recuperaram uma quantidade irrisória de dinheiro. Cadê o restante das quadrilhas? Cadê toda essa grana roubada? Cadê as especializadas em investigar crimes dessa natureza? Cadê a inteligência policial? Por que não solicitar auxilio da Polícia Federal? É o 4º grande roubo a empresas de transportes de valor neste ano. Será que o governo não percebeu que roubo a caixa eletrônico passou a ser crime de batedor de carteiras?
São Paulo se transformou literalmente na capital do roubo. Diversas reportagens são veiculadas diariamente em diferentes bairros da capital dando conta do aumento significativo de roubos e furtos e a Secretaria da Segurança Pública só se limita a emitir nota à imprensa, dizendo que nos locais mencionados, a criminalidade está diminuindo e que foram efetuadas “x” prisões. Chegou-se ao absurdo de roubarem e explodirem uma viatura da PM.
Segurança Pública não é só sentar a bunda na cadeira e ficar gerando planilhas de Excel sobre a variação da criminalidade para tentar explicar o inexplicável, ou seja, o governo dizendo que a criminalidade esta diminuindo ao passo que para o cidadão deste Estado está atingindo uma situação insustentável. O efetivo policial sem reposição e significativa parte dele, principalmente na PM, dentro dos quartéis e gabinetes exercendo funções administrativas.
Investigação policial em distrito de bairro literalmente acabou. Só se investiga o que a imprensa repercute e, logicamente, tem a equipe de confiança da “chefia” que não deixa de exercer as funções de coletoria da delegacia.
Policial duplamente desmotivado, profissional e salarialmente, policiais aposentados esquecidos pelo Estado, sem dinheiro sequer para comprar remédios para doenças adquiridas em razão do exercício da profissão.
A coisa ainda vai ficar pior, mormente quando a única boa notícia que você recebe durante todo o ano é de que o Delegado Geral garantiu o bolsa miséria até dezembro.
Em CPI da Merenda, deputado Olim demonstra que: TODO DELEGADO QUER APARECER 25
Em CPI da Merenda, ex-membros da Coaf acusam investigadores de coação
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| O ex-vendedor da Coaf Carlos Luciano Lopes, que depôs nesta terça (16) na CPI da Merenda |
16/08/2016 20h29 – Atualizado às 21h22
Dois ex-integrantes da cooperativa suspeita de fraudar a merenda escolar em São Paulo prestaram depoimento, nesta terça (16), à CPI que apura o caso na Assembleia Legislativa. Eles isentaram políticos e servidores estaduais de participação no esquema e acusaram um promotor e três delegados de polícia de ameaça e coação.
Foram ouvidos Carlos Alberto Santana da Silva, ex-vice-presidente da Coaf, e Carlos Luciano Lopes, ex-vendedor da entidade. A Coaf firmou contratos com prefeituras e com a Secretaria Estadual da Educação do governo Geraldo Alckmin (PSDB).
Ao final da sessão, o deputado Barros Munhoz (PSDB) afirmou que houve um “complô” entre delegados de polícia e promotores com o objetivo de desgastar o governo. O tucano também criticou a cobertura da imprensa.
Silva, ex-vice-presidente da Coaf, confirmou que ouvia o ex-presidente Cássio Chebabi e o lobista Marcel Ferreira Julio dizerem que parte da propina dos contratos com o Estado era repassada ao deputado estadual Fernando Capez (PSDB).
Silva também relatou que Chebabi e Marcel diziam que outros políticos ganhavam “comissão”, como os deputados federais Baleia Rossi (PMDB-SP) e Nelson Marquezelli (PTB-SP). Todos negam envolvimento no caso.
Na opinião de Silva, porém, o dinheiro não chegava até os agentes públicos. “Não havia esse tipo de repasse [para políticos]. Para mim, [Chebabi e Marcel] ficaram com o dinheiro para eles”, disse.
O depoimento foi diferente do concedido ao Ministério Público e à Polícia Civil em janeiro, quando foi deflagrada a operação Alba Branca. Naquela ocasião, Silva havia dito, conforme os registros, que podia afirmar que parte do dinheiro ia para Capez.
Questionado sobre a aparente contradição, Silva respondeu que, em janeiro, estava sob ameaça do promotor Leonardo Romanelli, que investigou o caso em Bebedouro (SP), onde a Coaf tem sede.
“O doutor Romanelli foi claro: ou assina [o depoimento] do jeito que está ou continua preso”, disse o advogado de Silva, Rogério Valverde, que o acompanhou na CPI.
Procurado, o promotor negou a acusação. “O depoimento dele foi todo gravado. Ele está mentindo e serão adotadas as providências contra ele”, disse Romanelli.
EX-VENDEDOR
O depoimento Lopes foi na mesma direção do de Silva, mas com alvos diferentes. Lopes atacou os delegados de polícia que iniciaram a investigação.
Segundo o ex-vendedor, os delegados de Bebedouro o coagiram para que ele incriminasse políticos em seu depoimento. Lopes é o ex-funcionário da cooperativa que foi fotografado sorrindo com maços de dinheiro na mão –a imagem veio a público em abril.
“O senhor acha que eles [delegados] quiseram ser um Sergio Moro [juiz responsável pela Lava Jato]?”, perguntou o deputado Delegado Olim, integrante da CPI. “Eles queriam aparecer?”
“Eu senti que, para que esse caso tivesse notoriedade, eles precisavam fazer algo assim, e fizeram. A Polícia Civil não podia ter aberto esse inquérito, porque desde o início eles sabiam que as verbas eram federais”, respondeu Lopes, repetindo uma das críticas recorrentes que deputados da base de Alckmin têm feito à operação Alba Branca.
Em junho, a apuração referente às prefeituras paulistas passou da esfera estadual para a federal, porque, segundo as autoridades, descobriu-se que 92% do dinheiro pago à Coaf veio do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), um fundo federal.
Lopes afirmou que prestou queixa à Corregedoria da Polícia Civil contra os delegados que o investigaram. A Folha não conseguiu localizar os policiais até a publicação desta reportagem. Na semana passada, em depoimento à CPI, eles negaram irregularidades na investigação.
Questionado sobre um carro da Coaf que, conforme depoimentos, foi cedido para a campanha de Capez em 2014, Lopes afirmou que o veículo saiu da cooperativa em junho daquele ano e só foi devolvido em dezembro.
Ainda segundo Lopes, o lobista Marcel lhe disse que o carro era para Jéter Rodrigues Pereira, assessor do gabinete de Capez à época. O tucano nega que o carro tenha sido usado em sua campanha.
Ex-membros da Coaf estão divididos sobre a participação de políticos no suposto esquema. A CPI ainda não ouviu o ex-presidente da Coaf Cássio Chebabi e o lobista Marcel, que acusaram políticos em seus acordos de delação premiada já homologados pela Justiça.
‘COMPLÔ’
Para o tucano Barros Munhoz, os depoimentos desta terça deixaram evidente que houve um “complô” entre promotores e delegados para atingir o governo do Estado.
“Ficou totalmente desmascarada a tese da máfia da merenda do governo do Estado. Indiscutivelmente [houve um complô entre policiais e promotores]. Acho que qualquer pessoa de bom senso chega a essa conclusão”, declarou.
Questionado sobre o carro da Coaf supostamente emprestado à campanha de Capez, Barros Munhoz irritou-se. “Isso é uma questiúncula tão minúscula que não tem sentido alguém fazer uma pergunta dessa. Não é essa a discussão num país onde se roubam milhões”, respondeu.








