Profissão de risco é a exercida pelo pai do governador de Alagoas: BANDIDO! 29

Segundo o governador, atividade de policial civil não é considerada de risco e morte está ligada à reação

Renan Filho comenta morte de agente da Polícia Civil em Maceió

FOTO: LARISSA BASTOS

O governador Renan Filho (PMDB) afirmou, na manhã desta segunda-feira (25), durante evento no Palácio República dos Palmares, em Maceió, que o assassinato do agente da Polícia Civil José Clério Vieira está ligado à reação dele ao assalto ao ônibus em que estava e não ao fato de ele ser policial. Segundo ele, a atividade de policial civil não é considerada uma profissão de risco.

“O cidadão não morreu porque era policial. Ele morreu porque entrou em uma situação de confronto com bandidos. Poderia ser com qualquer cidadão, mas infelizmente foi um policial. Policial civil não é uma profissão de risco. Morrem pessoas de qualquer profissão e isso é fruto da violência”, acrescentou após ser questionado pela imprensa.

Na oportunidade, Renan Filho disse que se “associa ao sindicado” e reforçou o discurso adotado pelo governo de que Alagoas vem reduzindo os índices de violência. “Estou ao lado do sindicato para garantir mais segurança, mais investimento. Mas a segurança vive outro momento, de firmeza e serenidade para elevar o estado a outro patamar”.

 

Alckmin assina a Lei de Ingresso da Polícia Militar criando carreira única e lançando as bases para a extinção das carreiras policiais civis…( PC fica reservada aos loucos e aos mal-intencionados ) 129

Sexta-feira, 22/07/16 – 18:19

Governador sanciona Lei de Ingresso da Polícia Militar

O Projeto de Lei Complementar 23/2016 formaliza o ingresso na PM, tanto para quem aspira à vaga de soldado, quanto para quem deseja o oficialato.

“Estamos sancionado uma lei muito importante”, disse o governador durante a sanção da medida. “Lei que traz segurança jurídica, critérios de ingresso e uma carreira única, preservando uma instituição secular que é a Polícia Militar de São Paulo, que todo dia se moderniza com novas tecnologias e avanços, com profissionalismo para bem servir o povo se São Paulo”, completou.

O PLC, enviado há um mês para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), foi aprovado em apenas uma semana, sem vetos do governador, que destacou o tempo recorde para aprovação da medida.

O secretário da Segurança Pública participou do evento e enfatizou a importância da medida. “Há muito tempo que a Polícia Militar precisava de uma lei que regulamentasse o ingresso nas suas carreiras”, disse. “A regulamentação era muito esparsa, feita por portaria, resoluções, e isso possibilitava questionamentos jurídicos”, explicou.

Segundo Mágino, a lei traz uma segurança jurídica porque é o instrumento legal adequado que dará segurança tanto para as pessoas que aspiram ingressar na instituição quanto para a própria PM.

Durante a solenidade, o secretário destacou ainda o interesse dos cidadãos por uma carreira na corporação. Ele lembrou que o último concurso para soldados teve 60 mil inscritos para 2 mil vagas. Já o processo seletivo para oficiais da Academia da PM do Barro Branco (APMBB) teve 15.313 inscritos, com uma proporção de 64 candidatos por vaga.

“Os concursos de ingresso na Polícia Militar estão entre os mais concorridos do Brasil. A procura de interessados chega a um número impressionante”, disse Mágino. O governador enfatizou que essa procura demonstra a “administração que a sociedade paulista tem por essa intuição secular que permanentemente se renova”.

Carreira única

Alckmin explicou que a “carreira única”, padronizada pela medida, garante a ascensão profissional dentro da PM. “Aquele profissional que ingressou como soldado na Polícia Militar pode chegar a oficial”, falou o governador. “Quase dois terços dos últimos formandos do Barro Branco eram de praças, que estudaram e conseguiram ascender”, completou.

O secretário da Segurança agradeceu o governador pela sanção da lei e recebeu agradecimentos de Alckmin pela elaboração do projeto.

“Nós vamos ter a segurança de ver os nossos policias ingressando sob o regime de uma lei complementar moderna, democrática, que assegura o direito de que o ‘praça’ chegue a alcançar o mais alto posto na Polícia Militar. Isso faz da nossa PM uma das instituições mais democráticas do Brasil. A medida permite que aquele que ingresse ainda jovem na corporação possa sonhar em chegar ao comando-geral da nossa PM”, comentou Mágino.

Outras alterações

A nova Lei Complementar diminui o limite mínimo de altura em cinco centímetros: as mulheres, que antes deviam ter ao menos 160 cm, agora podem ingressa com altura mínima de 155 cm; para os homens, a redução foi de 165 cm para 160 cm.

Outra mudança está na idade mínima para participar do concurso. Antes, os editais determinavam apenas que o candidato tivesse concluído o Ensino Médio. Com a lei, é preciso que, além de ter fechado o colegial, o ingressante tenha no mínimo 17 anos. Dessa forma, aquele que começar a carreira como praça, sairá da Escola Superior de Soldados (ESSd) com 18 anos. Já o que entrar como oficial, se formará na Academia do Barro Branco (APMBB) com, no mínimo, 20 anos.

Por fim, altera ainda a idade máxima para ingresso. A nova legislação determina que os futuros policiais tenham, no máximo, 30 anos para o concursos gerais da PM e 35 para os quadros específicos (Oficiais de Saúde e Músicos). Essa medida, porém, não limita a idade dos já policiais, que podem subir de patente sem um limite etário – o soldado ou cabo, por exemplo, pode se tornar oficial independente da idade.

Mainary Nascimento e Rodrigo Paneghine


Cenário desfavorável
O Diário Oficial do Estado de São Paulo aponta que faltam, atualmente, cerca de 14 mil cargos a serem preenchidos na Polícia Civil. Destes, 560 delegados, 2.180 escrivães e 2.851 investigadores.

POLÍTICA E POLÍCIA 21

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Diário dos Esquecidos
Data: 26 de julho de 2016 09:49
Assunto: DIÁRIO DOS ESQUECIDOS
Para: dipol@flitparalisante.com

Bom dia Dr.Guerra. Solicitamos a publicação do nosso texto.

Agradecemos.

DIÁRIO DOS ESQUECIDOS

POLÍTICA E POLÍCIA

Ainda há dúvidas que as instituições policiais são odiadas pelos governantes?

Não bastasse a falta de policiais nas unidades realmente voltadas para o combate ao crime; Não bastasse crime organizado Não bastasse a qualidade das armas distribuídas aos policiais; Não bastasse a péssima imagem da polícia revelada pela imprensa, como a declaração do palhaço/jornalista ou jornalista/palhaço Emílio Surita, afirmando em rede nacional não gostar da Polícia; Não bastasse a declaração do Excelentíssimo Senhor Doutor Secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo, que teria dito em uma reunião onde o tema aumento de salário fora mencionado: “aumento? Agradeçam por ainda estarem recebendo os seus salários…” Não bastasse tudo o que os policiais tem passado durante todo esse tempo de desvalorização de suas funções, agora os governantes querem apagar a única luz no fim do túnel para muitos: a aposentadoria.

Hoje os policiais que contribuíram com a Previdência durante trinta anos, sendo pelo menos vinte na função e desejam se aposentar com integralidade e paridade, obrigatoriamente precisam socorrer-se do Poder Judiciário. Mesmo depois de ter passado todo tipo de humilhação por parte do Poder Executivo, estas ações judiciais parecem ser um último ato de maldade para com os policiais.

Até aí, nenhuma novidade. O inédito seria a criação de regras benéficas e motivadoras.

O que realmente importa nestes tempos de crise, não é o que fazem conosco, mas a nossa reação. O que fazemos em troca.

Onde estão os denominados “Cardeais”, quando precisamos de suas vozes? Será que um dia o Egrégio Conselho da Polícia Civil se reuniu para discutir as mazelas que enfrentamos? Estariam presos demais às suas cadeiras, temendo a perda do poder e de tudo o que ele carrega consigo? Temeriam a perda de suas secretarias, motoristas, assistentes e verbas para Operações Policiais Reservadas? Correriam o risco de não mais poder nomear Divi$inário$, A$$i$tente$ e Titulare$?

O que seria do Governo caso nenhum Delegado de Polícia aceitasse, nas condições em que a instituição se encontra, ser Delegado Geral ou Diretor de Departamento? Seria um princípio de mudança? O “espírito de corpo” finalmente habitando o corpo de um “Cardeal”?

Se pudéssemos olhar nos olhos de todos os Delegados de Polícia que atualmente compõe o Conselho da Polícia Civil, nós diríamos a mesma coisa que o Deputado Olim falou a um militar de alta patente em uma reunião: “quem está na guerra somos nós, não são os senhores”.