As PMs mantêm conduta uniforme em todo o Brasil; será que na base da fraude e intimidação elegem seus candidatos ? 15

Investigação mostra que governador do AM usou PM para intimidar eleitor

No ano passado, o Fantástico mostrou a contabilidade de um elaborado esquema de compra de votos para a reeleição do governador do Amazonas, José Melo. Agora, essa história ganha mais um capítulo. Uma nova investigação da Polícia Federal mostra como a polícia militar do Estado foi usada para pressionar e intimidar eleitores a votarem no governador.

Esse é o promotor de Justiça José Carlos Blat que infama publicamente o Delegado Geral Youssef Abou Chaim 102

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Em 1998, o promotor José Carlos Blat passou a atuar no  – então,  recém-criado –  Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do qual foi afastado em 2004, em circunstâncias nebulosas

A Corregedoria o investigava por uma tentativa de livrar-se de multas no Detran e por um episódio estranho em que um carro oficial do Gaeco foi apreendido fora da cidade de São Paulo – com um criminoso ao volante ( GANSO MINISTERIAL ).

No fim de 2004, a Corregedoria do Ministério Público decidiu levar essas investigações a fundo.

Nem tão fundo!

A Corregedoria dizia ter encontrado indícios de crimes mais graves contra o promotor, ou seja, denúncias de investigados pelo GAECO davam conta de que procedimentos instaurados pelo GAECO não passavam de meros instrumentos para extorsão.

Segundo advogados de investigados,   membros do Grupo supostamente forjavam certas denúncias anônimas encaminhadas ao próprio órgão.

Com base nessas denúncias forjadas instruíam e instauravam suas investigações.

Alguns dos interessados ( alvos ) , acuados pelo medo de  maiores perseguições, escândalo na imprensa e devassamento em suas vidas e patrimônio, acabaram fazendo ACERTOS com promotores.

Contudo, nada foi confirmado!

A única providência foi o afastamento do GAECO  de três de seus mais festejados promotores.

As primeiras investigações contra Blat colocaram em xeque suas ações contra desmanches de veículos roubados.

Promotores afirmaram que uma seguradora de veículos indicava quais locais deveriam ser invadidos e quem deveria ser preso.

Falava-se que Blat seria proprietário de uma empresa recuperadora de veículos.

Blat também foi acusado de proteger o contrabandista chinês Law Kin Chong, dono da Galeria 25 de Março; tido como sendo o maior importador e distribuidor de mercadorias piratas do Brasil.

Em 2002, quando participou de uma força-tarefa antipirataria, ele teria dirigido o foco da investigação somente contra os pequenos contrabandistas de origem árabe , deixando a máfia chinesa de Law livre para atuar.

Uma advogada que trabalhava para o contrabandista visitava Blat periodicamente no Gaeco.

As investigações descobriram ainda que Blat mora num apartamento de Alfredo Parisi, que já foi condenado por bancar o jogo do bicho.

Blat admite que, antes de se tornar promotor, foi sócio do filho de Ivo Noal, outro banqueiro do bicho, numa loja de conveniência.

Sobre Blat pesavam também as pretensas suspeitas: usar veículos e pessoal do Gaeco para interesses pessoais, negociar com um delegado a liberação de seu pai, que teria sido preso em flagrante por armazenar bens roubados, abuso de autoridade, truculência e suspeita de enriquecimento ilícito.

Os bens do promotor também entraram na mira da Corregedoria.

Segundo os depoimentos, Blat comprou de uma só tacada dois carros importados e blindados.

Investigações mais profundas seriam necessárias para comprovar os crimes.

Porém, em vez de promover quebras de sigilo para esclarecer por completo as suspeitas, o então procurador-geral de Justiça, Rodrigo Pinho, recomendou o arquivamento de tudo.

Aparentemente,   TUDO  ACABOU EM PIZZA! 

O procurador de Justiça Antonio Ferreira Pinto, que atuou nas investigações se disse indignado com o pedido de arquivamento dos processos contra promotor de Justiça José Carlos Blat.

Disse o então procurador de justiça: …

“No entanto, por muito menos, políticos e empresários são duramente investigados pelo Ministério Público paulista”.

A bem da verdade, Ferreira Pinto também  era dado a perseguições e injustiças baseado em seu OUVIDO ABSOLUTO!

Para ele, ouvir dizer  ( contra desafetos  ) é prova.

Assim, é possível que BLAT seja absolutamente íntegro e inocente!

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Não obstante , Blat, agora – depois do fiasco de  tentar prender  Lula por suposta lavagem de dinheiro relacionada às fraudes na Bancoop – busca os holofotes elegendo o Delegado Geral da Polícia Civil de São Paulo, Youssef Abou Chaim, como suspeito de corrupção e lavagem de dinheiro.

Lamentavelmente, também baseado em achismos e ouvir dizer.

Pior: por meio da imprensa!

Não por coincidência , Youssef é amigo e foi um dos homens de confiança do ex-secretário de segurança Antonio Ferreira Pinto, o mesmo corregedor do MP que buscou processar e demitir Blat. 

O Delegado Geral conta com os prestígio de toda a classe dos delegados , do atual secretário de segurança e do Ministro da Justiça.

Notoriamente: Youssef possui patrimônio milionário amealhado pela sua família muito antes dele sonhar ser delegado.

Há eflúvios de vingança no ar!

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( com informações  de diversas mídias )

ADPESP e Ministro da Justiça asseguram honestidade de Youssef Abou Chahin, Delegado Geral 44

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Ministro da Justiça contesta denúncia sobre chefe da Polícia de SP

Por André Guilherme Vieira | Valor

SÃO PAULO  –  (Atualizada às 13h49) A assessoria do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, contestou informações publicas nesta sexta-feira pelo jornal Valor Econômico, a respeito de Youssef Abou Chahin, delegado que comanda a Justiça Civil do Estado de São Paulo.

Folhapress

Em relação à reportagem do Valor, a assessoria do ministro afirma que “não havia em 2015 e não há em 2016 nenhuma investigação em relação ao delegado geral de São Paulo. Todos os fatos apontados em leviana denúncia anônima foram arquivados pelo Ministério Público, tanto no âmbito criminal quanto no âmbito da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e Social”.

No entanto, segundo o Ministério Público estadual de São Paulo, o inquérito civil que apura improbidade decorrente de suposto enriquecimento ilícito foi reaberto no dia 31 de maio deste ano.

O Valor teve acesso aos autos do processo na esfera criminal que mostra que há um procedimento em curso no Tribunal de Justiça de São Paulo. O relator do caso na Corte é o desembargador Neves Amorim.

A reportagem informa que o suposto pagamento de propina de R$ 3 milhões do Grupo Caoa para o governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), relatado pelo delator acusado de corrupção na Operação Lava-Jato Roberto Trombeta, ocorreu em uma empresa da qual ele era sócio do delegado que comanda a Polícia Civil de São Paulo, Youssef Abou Chahin.

Em 2015, Chahin foi anunciado como delegado-geral pelo atual ministro da Justiça do presidente interino Michel Temer, Alexandre de Moraes. Na época, Moraes chefiava a Secretaria de Segurança Pública do governo Geraldo Alckmin (PSDB).

(André Guilherme Vieira | Valor)