Diretor preso em apuração assina termo circunstanciado e é liberado, diz TV
Do UOL, em São Paulo
10/02/2016
O diretor de Disciplina da Unidos de Vila Maria, Márcio Queiroz, preso após confusão generalizada durante a apuração das notas nesta terça-feira (9), assinou um termo circunstanciado e foi liberado pela polícia poucas horas depois. O presidente da escola, Adilson José de Sousa, também foi intimado a depor. Ambos são suspeitos de agressão. As informações foram divulgadas pelo “SPTV”, da TV Globo.
Segundo a emissora, o presidente teria agredido um policial no momento em que um dos jurados esqueceu de dar a nota à Império de Casa Verde e teria recebido voz de prisão. O diretor, por sua vez, tentou impedir. O presidente não foi preso, mas os policiais resolveram deter o diretor.
“As pessoas acham que aqui é ‘terra de ninguém’. Aqui tem polícia e vamos prendê-lo em flagrante. Deu para entender?”, disse o delegado Nico Gonçalves, logo após o episódio.
A confusão generalizada começou depois que dois jurados deixaram de dar notapara a Império de Casa Verde e Dragões da Real, na apuração do Carnaval de São Paulo. O suposto esquecimento provocou revolta entre os diretores de escolas rivais, principalmente entre os integrantes da Vila Maria, que acompanhavam a leitura das notas.
O artigo 30 do regulamento oficial do Carnaval 2016, em seu parágrafo primeiro, diz que “no caso de um jurado deixar de atribuir nota ao quesito em julgamento de determinada escola de samba, será atribuída a essa agremiação a maior nota dada pelos demais jurados que avaliaram esse quesito”. O regulamento também prevê “sanções” ao jurado que deixar de dar nota.
Com um enredo abstrato sobre os mistérios da vida, a Império de Casa Verde foi eleita a campeã do Carnaval 2016 de São Paulo. Já a X9 Paulistana e Pérola Negra foram as escolas rebaixadas.
Como já comentaram aqui no Flit, em vez de buscarem o assassino do policial morto em Bertioga preferem ceder serviços à São Paulo Turismo S/A; que é a empresa de turismo e eventos da cidade de São Paulo.
Possui capital aberto e tem como sócia majoritária a Prefeitura de São Paulo.
Como toda estatal de capital aberto é gerida para fazer política e fortuna de seus dirigentes em detrimento dos acionistas.
Esperamos que a participação desses policiais civis – diárias – não seja custeada com a verba reservada; nos moldes da maracutaia ocorrida em 2008, quando o então DIRETOR comprou ternos superfaturados para vestir “seus homens” como seguranças VIPs.
Notoriamente, o atual Diretor não é do tipo corrupto chineleiro necessitado de meter a mão no erário e no bolso dos subordinados, mas sua obsessão pelos holofotes deveria ser reavaliada.
Verdadeiramente, faltou competência para negociação, para restabelecer a ordem e, muito pior , para dominar fisicamente um único homem exaltado.
Vexame!
