Vanda Bronzeli, a mãe de Israel, perdeu seu outro filho, Washington, assassinado em uma chacina neste ano (Foto: Reprodução)
396 mortes pela PM paulista: as histórias por trás dos BOs
Via A Pública.
Texto de Ciro Barros, Iuri Barcelos, José Cícero da Silva.
A Pública analisou todos os boletins de ocorrência das mortes cometidas por policiais militares em 2014: roubos motivaram 86% das operações letais; nesses casos, 17 PMs ficaram feridos e nenhum morreu
Foram seis meses de pedidos pela Lei de Acesso à Informação para obter todos os 330 boletins de ocorrência (BOs) que resultaram em 396 mortes por intervenção policial em São Paulo no ano de 2014. E mais dois meses para tabular as informações que revelam padrões de atuação nas ocorrências em que a polícia mata. Os dados foram fornecidos pelo Departamento de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo (Dipol) e incluem mortes provocadas tanto por policiais militares em serviço como em folga.
O enredo de uma intervenção letal da Polícia Militar (PM) em São Paulo começa com um homem jovem e negro suspeito do crime de roubo nas ruas da capital paulista. A PM sai em perseguição e, quando o encontra, os policiais são supostamente recebidos a tiros. Os PMs então “revidam a injusta agressão”, no jargão dos boletins de ocorrência – ou seja, atiram de volta. E são certeiros: poucos personagens dessa história sobrevivem. As armas das vítimas da PM costumam ser de baixo calibre: apenas seis entre as 271 supostamente apreendidas eram de alta potência, como fuzis ou escopetas. Percebemos também que as intervenções ocorrem principalmente em locais afastados do centro expandido, região que concentra as áreas mais nobres de São Paulo.
Nossa análise levanta dúvidas sobre os confrontos narrados nos boletins de ocorrência. Frequentemente, os únicos depoimentos a respeito desses crimes são dos PMs envolvidos, que alegam serem sempre recebidos a tiros. Entretanto, poucos policiais se ferem nessas circunstâncias: enquanto 396 vítimas civis morreram, nenhum PM veio a óbito e apenas 17 ficaram feridos nas ocorrências analisadas pelaPública.
No ano passado, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), oito policiais militares morreram em serviço e outros 129 ficaram feridos. A maioria desses casos não ocorreu em situações envolvendo mortes de civis pela PM, como demonstram os BOs analisados.
A SSP-SP ocultou de suas estatísticas as mortes provocadas por policiais militares em folga em 2014. Todas as 71 vítimas de PMs fora de serviço mapeadas na pesquisa foram classificadas como homicídios comuns nos dados da secretaria.
Descobrimos também que há uma possível subnotificação das mortes por intervenção do Estado em São Paulo. Cruzamos os boletins de ocorrência com os dados do PRO-AIM (Programa de Aprimoramento das Informações de Mortalidade) da Prefeitura de São Paulo. No Programa, havia 124 vítimas de morte por intervenção policial na cidade em 2014. Com a pesquisa da Pública, esse número mais que dobrou: outras 153 vítimas foram identificadas e incorporadas ao banco de dados do PRO-AIM.
Era impossível ficar só nos BOs. Em alguns casos, os termos policialescos ocultam mortes com fortes indícios de execução, como descobrimos em campo.
“Pra quê que fizeram isso? Os muleques não tavam nem armados”
Noite de 25 de outubro de 2014, zona leste de São Paulo. Israel Bronzeli e o adolescente Cristian do Carmo andavam pelas ruas próximas ao Shopping Itaquera em um Hyundai HB20 vermelho. Segundo a versão do BO, que contou só com os depoimentos dos policiais militares envolvidos na ocorrência, o carro acabara de ser roubado pela dupla.
Quem dirigia o carro era Israel, jovem de 20 anos. Ambos eram moradores de uma comunidade próxima. Enquanto trafegavam nas ruas estreitas, eles se depararam com duas viaturas da Força Tática, um dos grupos de elite da PM paulista. Os dois rapazes foram perseguidos e encurralados.
Como as outras quase 400 vítimas de nossa pesquisa, Cristian do Carmo morreu baleado, com tiros no rosto e no peito. Israel foi alvejado quatro vezes, mas sobreviveu ao coma, passou por cirurgia e, do leito do hospital, foi direto para o Centro de Detenção Provisória de Pinheiros.
No BO 765/2014, registrado no 64º DP, os policiais repetiram a versão clássica dos casos de morte por intervenção policial (antigos autos de resistência) para contar o que ocorreu na abordagem de Cristian e Israel. Segundo os agentes, ao encurralarem o HB20, eles foram recebidos a tiros pelos dois jovens e tiveram de revidar.
Para a defensora pública Nancy Flosi, o adolescente Cristian do Carmo foi executado pelos policiais da Força Tática (Foto: eprodução)
O Ministério Público (MP) não questionou a narrativa da polícia. Apenas cinco dias depois dos tiros, o promotor Nelson dos Santos Pereira Júnior, então no IV Tribunal do Júri da Capital, mandou arquivar o inquérito da morte de Cristian sem investigar nada além do que foi dito pelos policiais. Nem mesmo o laudo necroscópico do cadáver do adolescente foi anexado. Na televisão, o caso foi contado exatamente como consta no BO.
Dessa vez, porém, havia um sobrevivente, Israel Bronzeli, que se tornou alvo de uma ação penal. Valendo-se quase que exclusivamente da versão dos agentes de segurança, o MP denunciou Israel por quatro tentativas de homicídio contra os PMs, roubo, corrupção de menores, porte ilegal de arma e adulteração de sinalização de veículo.
A juíza Ana Helena Rodrigues Mellim acatou a denúncia três dias depois. Mas, com o processo em curso, os defensores públicos responsáveis pelo caso encontraram provas que desmentiam a versão dos policiais, incluindo duas testemunhas oculares. Ambas depuseram em juízo e disseram ter visto os dois jovens descerem com as mãos para cima ao serem abordados pela Força Tática. Uma dessas testemunhas filmou os momentos seguintes ao suposto confronto. Na filmagem do celular, ela questionou atônita: “Nossa, mas pra quê que fizeram isso, né? Os muleques não tavam nem armados”.
Outra prova contundente contra a versão dos policiais veio do laudo necroscópico de Cristian. O documento revelou que o adolescente havia sido alvejado de muito perto.
“O processo tinha sido arquivado sem o laudo necroscópico do Cristian, que mostrava onde ele tinha sido atingido. O laudo mostrou que um orifício de entrada tinha sido no rosto dele e que tinha ficado uma zona de tatuagem [manchas de pólvora próximas à perfuração de bala características de disparos feitos a curta distância]. O que mostra que o tiro foi a muito pouca distância, se não à queima-roupa”, explica a defensora Nancy Flosi.
“Isso provou que os policiais estavam mentindo”, continua a defensora. “Os policiais falaram que eles [Cristian e Israel] saíram atirando e que tiveram que se defender dando disparos, ou seja, os policiais estariam longe. Mas o laudo mostrou que o Cristian foi executado. Isso é um tiro de execução encostado no rosto”, diz.
A versão de Israel para os fatos também veio à tona durante o processo. Ele disse que estava em casa na noite do crime quando alguns amigos seus chegaram com o HB20 roubado. Era noite de baile funk e o jovem pediu para dirigir o carro até lá. Os amigos que teriam praticado o roubo desceram do carro e ele embarcou com Cristian. Encontraram as viaturas no caminho do baile.
Em 10 de setembro de 2015, prestes a completar um ano preso no CDP, Israel recebeu uma sentença de impronúncia, ou seja, a juíza entendeu que não havia provas para que ele fosse levado a júri pelas tentativas de homicídio. “Em razão dos depoimentos firmes das testemunhas de defesa no sentido de que o réu [Israel] não efetuou nenhum disparo; bem como o laudo necroscópico de Cristian constando zona de tatuagem, não se pode considerar haver indícios sérios de que o réu tenha efetuado qualquer disparo”, decidiu a magistrada Liza Livingston.
Israel segue preso por ter antecedentes criminais de receptação e porte de arma, além da suposta prisão em flagrante por roubo. O processo deve ir para outra vara para que se decida por quais crimes desta ocorrência ele responderá.
A juíza pediu também que os autos fossem remetidos ao MP para que, diante das novas provas, este decidisse se o inquérito contra os policiais militares deveria ser reaberto. Até agora o MP não se manifestou, e os PMs não serão julgados pela morte de Cristian. A Pública pediu uma entrevista ao promotor Nelson dos Santos Pereira Júnior, mas não obteve resposta até o fechamento desta reportagem.
Em juízo, a vítima do roubo do carro não reconheceu Israel como o autor.
PM matou mais de um por dia em São Paulo
Entre as 396 mortes por intervenção policial ocorridas em São Paulo no ano de 2014, a morte de Cristian é emblemática: em vários pontos, esse enredo se encaixa nos padrões das ações letais da PM delineados pelos BOs.
O roubo, crime que motivou a abordagem policial a Cristian e Israel, é disparado o delito que mais leva a PM a matar em São Paulo. Das 330 intervenções policiais analisadas, 284 foram motivadas pelo crime de roubo, o equivalente a 86% dos casos. Crimes mais graves, como o homicídio, por exemplo, resultaram em apenas duas intervenções letais. Curiosamente, os dois homicídios que levaram a PM a matar haviam sido cometidos contra policiais militares.
Outro traço marcante da atuação da PM: 91% das intervenções policiais que resultaram em morte de civis ocorreram fora do centro expandido, região demarcada pelas marginais Pinheiros e Tietê, avenidas Bandeirantes, Tancredo Neves, Juntas Provisórias, Luiz Inácio de Anhaia Melo e Salim Farah Maluf. Apenas quatro das 396 mortes analisadas ocorreram no centro administrativo de São Paulo, área correspondente da Subprefeitura da Sé.
A letalidade também se concentra em áreas mais pobres, como a região onde Israel e Cristian moravam. Os dez Distritos Administrativos (DAs) mais ricos de São Paulo registraram 14 das 396 mortes, 3,5% do total. A concentração fica ainda mais evidente quando se leva em conta a área desta região. Embora esses bairros ocupem uma área 17 vezes menor que o resto de São Paulo, a taxa de mortalidade policial é 27 vezes menor. Ou seja, há uma sobrerrepresentação desta violência nas periferias.
Quem a PM mata?
O cruzamento dos boletins de ocorrência com os dados do PRO-AIM mostra que, assim como Cristian, a vítima típica dos homens fardados é jovem, negra e do sexo masculino. Das 277 vítimas analisadas no PRO-AIM, 241 eram jovens, ou seja, tinham entre 15 e 29 anos. Com um detalhe alarmante: quase um terço delas eram menores, com idade entre 13 e 17 anos. Os negros (grupo étnico que inclui pretos ou pardos,segundo o IBGE) também foram maioria: 65% das vítimas verificadas no PRO-AIM.
Há, porém, casos em que os inquéritos da Polícia Civil não conseguiram chegar nem sequer ao nome das vítimas. Em pelo menos 14 das 396 mortes analisadas, as autoridades ainda não sabem nem quem morreu.
51 inquéritos de 2014 já foram arquivados
A impunidade é um dos fatores do medo de falar, de se expor e denunciar casos de violência policial. Nosso levantamento revela que 51 dos 330 casos de mortes praticadas por PMs tiveram seus inquéritos arquivados no Tribunal de Justiça e nem sequer evoluíram para uma ação penal, exatamente como teria ocorrido no caso de Cristian se não houvesse um sobrevivente.
A reportagem da Pública visitou cerca de 15 famílias encontradas a partir dos dados dos BOs e as negativas eram frequentes. “Vocês vêm, fazem a matéria de vocês e vão embora. E a gente que fica aqui?” Essa foi, com variações, a frase que mais ouvimos delas, e quase sempre ficávamos sem resposta.
“Meu filho não era um bandidozinho de viela”
Em meio à tabulação dos dados, um ônibus queimado na avenida Belmira Marin, no Grajaú, chamou nossa atenção. Ele era parte de um protesto que os moradores do bairro organizaram contra a morte do estudante Yago Ikeda Barreto, jovem negro morto aos 16 anos pelo cabo da PM em folga Evandro Gonçalves Xavier no dia 16 de outubro passado.
O cabo afirmou que havia comprado um iPhone no site de compras OLX e que, na noite em que Yago morreu, acertara com o suposto vendedor o pagamento em dinheiro do celular. A negociação havia sido tratada com outro rapaz de nome Anderson, com quem, conta Evandro, combinara de se encontrar no bairro, às 18h.
Segundo o cabo, por volta das 21h15 daquele dia, chegou à rua combinada, mas não conseguiu encontrar o número informado. Em contato com o interlocutor, combinou outro local: um supermercado próximo ao terminal Grajaú. Chegando lá, o tal de Anderson teria pedido que Evandro o acompanhasse à sua casa para buscar o celular. Quando o cabo se recusou a ir, Anderson anunciou o assalto e ele reagiu dizendo que era policial militar. Sempre segundo a versão do cabo, Anderson fugiu para dentro de uma viela próxima, e Yago, que estava atrás do policial e também participava do assalto, teria começado a atirar. Evandro conta que “ouviu um estampido de arma de fogo” e revidou com cinco tiros de sua pistola calibre .40 de propriedade da PM. Yago correu para a mesma viela que Anderson, mas foi atingido por um tiro na região da escápula e caiu no chão.
A história foi confirmada parcialmente por duas testemunhas (uma amiga que dirigia o carro de Evandro e um segurança de um comércio próximo). Entretanto, nenhuma arma foi encontrada com Yago e a explicação do BO para isso é curiosa: quando o menino caiu no chão após ter sido alvejado por Evandro, supostos comparsas de crime correram até o cadáver, pegaram a arma e fugiram.
Essa versão estampada no BO traz indignação e revolta à família de Yago. “O meu maior objetivo agora é mostrar pra todo mundo que o meu filho não era um bandidozinho de viela. Meu filho morto foi morto injustamente. Mataram um inocente, uma criança. E ainda inventaram uma história para denegrir a imagem do meu filho, dizendo que ele era ladrão”, protesta Rosineide Cristina Barreto, mãe de Yago.
A família alega que há outras testemunhas não ouvidas na investigação e que os fatos se deram de forma diferente da história contada no BO. A reportagem da Pública procurou essas testemunhas, mas ninguém quis falar.
Conseguimos apenas reconstruir o que aconteceu depois da morte de Yago, naquela sexta-feira. Até a segunda-feira seguinte, não se sabia o que havia ocorrido porque o garoto, que morava com a avó, tinha ficado de ir ajudar a mãe, uma cuidadora de idosos, no trabalho. Enquanto na casa da avó os familiares pensavam que ele estava com a mãe, para Rosineide o garoto estava com a avó. Foi só na segunda-feira, quando ele demorou para chegar da escola, que a família se deu conta de que não tinha tido notícias do garoto durante todo o fim de semana.
Esse sofrimento adicional poderia ter sido evitado: Yago foi identificado na hora da morte. Mas nos quatro dias seguintes a família não foi avisada de sua morte. Na segunda-feira à noite, a tia de Yago, Roseane Barreto, tentou registrar um boletim de ocorrência, mas foi orientada a fazê-lo pela internet. Como ela não conseguiu, no dia seguinte pela manhã, foi ao 101º DP para registrar o desaparecimento do sobrinho. No mesmo distrito, já havia um BO da morte de Yago, mas ela não foi avisada.
A notícia definitiva veio de forma cruel, por puro acaso. Um vizinho de Yago trabalhava no Instituto Médico-Legal (IML) do Brooklin, na avenida Luiz Carlos Berrini. No meio do expediente, ele tomou um susto ao abrir uma gaveta do IML e dar de cara com o cadáver de Yago. O vizinho foi pessoalmente contar à família e daí restaram só as lágrimas.
A morte se encaixa no padrão de atuação da PM levantado nos BOs tabulados, que, muitas vezes, escondem casos de execução: Yago era jovem, negro, morador de periferia, supostamente cometeu um roubo e atirou contra o policial. Cabe agora à Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil de São Paulo (DHPP) esclarecer as circunstâncias da morte do adolescente.








O texto é tão forçado, tão presunçoso, que chega a ser difícil ler até o final
Primeiro o autor contra mortes fora de serviço como letalidade (esse ano a SSP fez isso e acusarm de fraude, porém OMITE as mortes de policiais fora de serviço (150 de janeiro até agora), ai já mostra a má fé do sujeito
Segundo que ainda LAMENTA o fato de policiais não terem morrido, supondo que isso acontece porque não existe confronto, como se o policial não disse bem treinado, experiente e articulado, diferente do bandido que é burro e incapaz.
Terceiro que o autor MENTE quando diz que na maioria dos casos de confronto o bandido morre, sendo que SÓ 17% morrem, 33% são feridos, outros 30% são capturados ilesos, e o resto foge.
Ele ainda insulta a inteligência do leitor (não que quem consuma esse tipo de coisa tenha muito a ser insultado), questionando o porque de não haver testemunhas em casos de confronto (mesmo ele dando 2 casos como exemplo onde havia testemunhas, desqualificando aquelas que comprovavam a versão do PM, e colocando como verdadeiras aquelas que os acusavam), será que o autor não leva em conta o local onde ocorreu o confronto? Será que ele não leva em conta o medo e o risco que a testemunha corre em testemunhar em favor dos policiais e se tornar alvo do crime organizado? Ou será que ele também não leva em conta que é pratica comum que criminosos e simpatizantes dão falsos testemunhos em desfavor de policiais?
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Outro argumento nulo utilizado pelo autor é tentar atribuir racismo as intervenções policiais, dizendo que 65% dos mortos eram negros ou pardos, oras, pra uma polícia que SUPOSTAMENTE só mata negros, a proporção de mortos negros e pardos é condizente com a proporção da população, não? Será que é de interesse do autor, buscar informações da proporção de negros e pardos dentro da PM? Ou da proporção de pessoas salvas pela PM que são negras ou pardas? Parece que não.
Agora esses casos relatados, que ocupam mais de 2 terços do corpo da matéria chamam a atenção, primeiro o vídeo que não mostra nada é colocado como prova incriminatória, ai uma defensora pública (NA ACUSAÇÃO) diz que se o tiro foi perto do rosto, não pode ter havido confronto, COMO ISSO SE SUSTENTA? TIROTEIO EM FAVELA É A MENOS DE 5 METROS DE DISTANCIA. Ai aparecem as testemunhas, parece que a prova testemunhal tem valor quando é para passar um pano pra vagabundo, porém essas eram tão fortes como diz o texto, que se quer foram capazes de reabrir o inquérito.
No segundo caso, além de ser um golpe conhecido, o autor desqualifica as testemunhas (Ué) e ainda coloca como fato suspeito o extravio da arma, sim, é isso que acontece quando se impede que se “altere a cena do crime”, por isso as armas são recolhidas, qualquer um pode ter passado por ali e pegado.
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Tem que ter estômago para ler até o final! Matéria tendenciosa e sem nenhum tipo de argumentação convincente. “a vítima típica dos homens fardados é jovem, negra e do sexo masculino”. Nossa população é formada em sua grande maioria por pessoas com tais traços, portanto, se traçarmos um perfil dos marginais coincidirá com o perfil acima! Certamente na Suécia as “vítimas” de policiais não possuem os traços citados!
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O promotor do Ministério Público Estadual (MPE) em Uberlândia, Fábio Guedes Paula Machado, foi detido, na manhã desta sexta-feira (11), no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP). Segundo informações da Polícia Federal (PF), ele levava consigo € 30 mil (R$ 126.405,00) não declarados e foi pego em uma ação da Receita Federal. O promotor tentava embarcar para Europa. A informação foi confirmada pelo MPE em Belo Horizonte e já havia sido divulgada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
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Todos anjos. Crianças inocentes. Quem já foi assaltado ou teve familiares vítimas desses lixos quer mais é que morram. O Caco Barcelos que escreveu o texto? É bem o estilo dele. Há! Agora que ví. Tem um tal de Yuri Barcelos como co-autor do texto. Leiam “Rota 66 a policia que mata” e vão ver se não tenho razão.
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São 56.000 assassinatos por ano no Brasil e estão preocupados com 396 bandidos. Não se preocupem ainda tem um montão de bandidos na rua, quem sabem um tendencioso deste não seja uma próxima vítima incluída na estatística dos 56.000.
São em média 120.000 prisões anuais em SP. Será q os 4 bandidos mortos com fuzil em Itupeva estão entre os 396? Senão, fecha em 400 e passa a régua.
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Num falei!!! O tal Yuri barcelos é filho do Caco Barcelos. Não dá prá entender. Acho que esses otários vão defender ladrão até o dia que tomarem uns pipocos dos malas. O dia que forem assaltados e “zuados” pelos vagabundos. Aí vão ver o tipo de lixo que defendem.
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NÃO MORREU NENHUM INOCENTE NESSA PORRA!!!!
PODE TER CERTEZA, SE NÃO ERAM TODOS VAGABUNDOS ERAM AMIGOS DE VAGABUNDOS E ESTAVAM COM A COMPANHIA ERRADA, NA HORA ERRADA, NO LUGAR ERRADO.
FODAM-SE!!!!!!!!
PARABÉNS PARA A POLÍCIA MILITAR.
SOU CIDADÃO DE BEM, PAGO MEUS IMPOSTOS E DEFENDO A POLÍCIA SIM.
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texto tipicamente tendencioso, narrativa sem isenção. Órgão da prefeitura de São Paulo listando estatística.
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os milicos piram quando a verdade é colocada a frente deles…
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Sargento 6ª Parte! disse:
11/12/2015 às 14:40
Tem que ter estômago para ler até o final! Matéria tendenciosa e sem nenhum tipo de argumentação convincente. “a vítima típica dos homens fardados é jovem, negra e do sexo masculino”. Nossa população é formada em sua grande maioria por pessoas com tais traços, portanto, se traçarmos um perfil dos marginais coincidirá com o perfil acima! Certamente na Suécia as “vítimas” de policiais não possuem os traços citados!
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você quer dizer o perfil baixa renda, perfil bolsa família, perfil favelado, perfil que trabalha todo dia de forma braçal, infelizmente esse é o perfil que se encontra no “jovem, negra e de sexo masculino”, logo, é o perfil que é usualmente confundido com “marginal”. Muito lombroso para meu gosto. Se é que você sabe quem foi lombroso, né?
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65% eram negras , 81% da (vitimas) eram jovens, primeiro vitima o cacete!! .. segundo: ninguém tem coragem de falar que 80% dos que comentem crimes como roubo a mão armada são negros (pardos) de classe baixa e jovens .. oras se são esses que se expõem mais a esse risco logo morrem mais, é simples, mas esses dados sobre qual a classe social ou característica racial de pessoas que mais comentem esse tipo de crime ninguém fala com medo de ser tachado de preconceituoso .. outro dado citado é sobre o armamento, só pode revidar contra bandido que esta de fuzil ? de pistola e revolver a bandidagem pode trocar tiro e beleza ? cada uma viu!!… ai vem um e fala haaa mas rico e branco são os que mais roubam .. porraaaa mas não estão na rua no enfrentamento com a PM, vai reclamar lá com a Federal, ou faz o seguinte aconselha a rapaziada da favela a parar de meter o cano e começar a sonegar imposto que ai não corre o risco de morrer em troca de tiro caralho.
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Por que este site fica o tempo todo criticando a PM? por que não criticam a extrema corrupção na corporação que só nos envorgonha? hoje os recolhas estão entregando o dinheiro dos recolhes pros chefes, todos sabem disso, sabem quem são os recolhes das seccionais, quem são os recolhes dos DPs e não fazem nada.
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Saco cheio, vai lá e mete a pistola na cara dos interessados e leva pra corregedoria. A minha missão eu já cumpri.
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Space Ghost disse:
11/12/2015 ÀS 16:57
Sargento 6ª Parte! disse:
11/12/2015 às 14:40
Tem que ter estômago para ler até o final! Matéria tendenciosa e sem nenhum tipo de argumentação convincente. “a vítima típica dos homens fardados é jovem, negra e do sexo masculino”. Nossa população é formada em sua grande maioria por pessoas com tais traços, portanto, se traçarmos um perfil dos marginais coincidirá com o perfil acima! Certamente na Suécia as “vítimas” de policiais não possuem os traços citados!
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você quer dizer o perfil baixa renda, perfil bolsa família, perfil favelado, perfil que trabalha todo dia de forma braçal, infelizmente esse é o perfil que se encontra no “jovem, negra e de sexo masculino”, logo, é o perfil que é usualmente confundido com “marginal”. Muito lombroso para meu gosto. Se é que você sabe quem foi lombroso, né?
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Sei sim quem foi Cesare Lombroso, não me subestime!
Quanto a interpretar texto, percebe-se uma certa dificuldade da sua parte.
Não tem como desenhar, então vou tentar ser mais claro…., somente fiz uma analogia entre o perfil que o imbecil do autor da matéria citou como nossas “vitimas” e grande maioria da população do país.
Não fiz nenhuma menção a classe social, beneficiário de bolsas, ou outras idiotices que vc citou!
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caro “flit paralisante” acho pertinente as colocações do colega “de saco cheio” e o sr. sabe que não é possível enfiar a arma na cara e levar para a corregedoria.
acredito que este blog tem o intuito de melhorar a pc e as colocações do colega buscam isso.
isso mesmo colega ” de saco cheio” vamos colocar os nomes dos recolhas aqui, então começa aí colega
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estudando bantande pra sair disse:
11/12/2015 às 19:42
caro “flit paralisante” acho pertinente as colocações do colega “de saco cheio” e o sr. sabe que não é possível enfiar a arma na cara e levar para a corregedoria.
acredito que este blog tem o intuito de melhorar a pc e as colocações do colega buscam isso.
isso mesmo colega ” de saco cheio” vamos colocar os nomes dos recolhas aqui, então começa aí colega
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Aí “garrô”! rs
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Quanta merda.
Eles brincam com a mente da população, ainda acham que todo mundo é trouxa. Esquecem que estamos em 2015, que o mundo mudou, que a taxa de idiotas que acreditam neles diminuiu muito nas últimas décadas.
E não sabem que os maiores idiotas são eles mesmos.
A parte boa da população acha que a polícia foi incompetente matando só 396 bandidos em um ano inteiro. Será que só um ou um pouco mais de um bandido roubou, traficou ou matou e depois enfrentou a Polícia por dia?
Não parece, pois foram 56.000 homicídios no Faroeste Brasil no mesmo período. E esses pseudos enganadores não divulgaram quantos malacos protegidos deles não foram “executados pela POLÍCIA” e sim, foram levados para a tranca para ver o sol nascer quadrado. Deveriam fazer uma estatística cruzando o número de vagabundos que vão pro IML com o número dos que vão para o Sistema Penitenciário.
O bom dessa postagem é que ela prova que ” Na guerra a primeira vítima é a verdade”.
Parabéns pelas palavras e pela clareza Hélio, Sargento 6* parte, Meus inimigos estão no poder, Ratopol, cidadão de bem e a todos os outros que sabem o que é ser POLICIAL.
Não quero falar sobre as mães dos vagabundos, pois a cara delas é acreditar que o filho era uma belezinha.
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Esperar o que de um blog criado por um ex- delegado de Polícia exonerado e que muitos sabem motivo, por isso fala pra enfiar a arma na cara dos corruptos e leva-los à Corregedoria, como se isso fosse tão fácil e ele sabe disso.
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Meu caro Billy, se é difícil para você que está na ativa muito mais para quem foi demitido justamente por ter dado nome a alguns bois. Hoje eu não faria o que fiz. Não valeu para nada. Tá cheio de ladrão esperando cargo.
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A Polícia tem que ser DURA mesmo!! Recentemente, fui ao velório de um ente querido, ás 22hs00, uma funcionária adentra as salas dos velórios e diz: Gente, temos que fechar o velório e pedimos que todos vão para suas casas e retornem amanhã durante o dia, é perigoso ficarmos aqui por conta das ações de vândalos e marginais que frequentemente praticam assaltos e agressões! ABSURDO!!! Como pode pessoas de bem, trabalhadoras, pagantes de CARÍSSIMOS impostos terem o seu Direito cerceado de velar um ente querido porque bandido não deixa?! ABSURDO!! Quem tem que mandar é a POLÍCIA, não a bandidagem! Polícia repressiva, presente e que responda á altura é o que a sociedade precisa e clama! Lugar de marginal é na VALA!
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Irmaozinho, a polícia é dura, mas só durante o dia e de 2a a 6a.
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Flitparalisante –
Estranho, Sou policial e trabalho de sábado, domingo, feriado de dia e á noite….
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Você deve ser um da minoria, pois o restante descansa!
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aproveita a oportunidade Guerra e de os nomes de todos os amiguinhos da Civil que ainda estão na ativa e no recolhe, e larga um pouco do Pé da PM que nada teve com sua exoneração … e sobre os dados é lógico que morre mais negros (pardos) de classe baixa , são os que estão em maior numero envolvidos com roubo a mão armada, esses dados ninguém divulga com medo de ser tachado de preconceituoso, se eles se expõem mais a esse risco é lógico que são eles os que mais vão morrer em confronto, branco e rico também rouba ? sim .. porem não é com o canhão na mão trocando tiro, o que se expor a isso vai acabar tendo o mesmo fim de todos .. agora se o cara sonega milhões e não troca tiro com a PM como vai morrer em troca de tiro ? vai lá reclamar com a federal ….outra questão engraçada é sobre o armamento , então só pode reagir a uma justa agressão se o bandido estiver de fuzil ? bandido de pistola e revolver pode meter bala fica vetada a reação ? cada uma !!
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stive de pijama,
Certamente, a PM nada teve com a minha demissão !
E daí ?
Não posso publicar noticias sobre o órgão militar?
Por outro lado, não tenho amiguinhos na Civil, especialmente no “recolhe”.
Mas posso lhe afirmar que a recolha de propinas também faz parte da rotina da PM.
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Dr. Flit. O sr. pode e deve publicar as notícias que pesem contra a PM, a PC a GM, o MP, a Defensoria e o Judiciário. Deve também publicar o que tiver de ruim e de bom quanto a PSDB, PT, PMDB e os outros P’s da vida. Agora, não se pode olvidar que a tendência das notícias do blog é sempre de sentar o pau nas PMs do Brasil inteiro, principalmente as de SP e RJ. Isso não é “legal”. Dar muita audiência pra defensores explícitos de bandidos e seus familiares, só serve pra fortalecer o crime. Sou flitador assiduo e presto bastante atenção nos atuais acontecimentos….. estamos caminhando para o caos. E a culpa maior e desse partido maldito, o PSDB, que transformou o estado de São Paulo no celeiro de criação do crime organizado. O sr. poderia ao menos parar de dar uma força pra tucanada. Já seria um bom começo.
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escribasempreatento,
As PMs do Brasil inteiro sentam o pau – literalmente – nos policiais civis; isso para mim é que não é legal!
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Ah, antes que eu me esqueça, desses trezentos e poucos mortos pela PM, não ví nenhuma estatística dos que foram mortos durante a aula na escola, durante a missa ou o culto, dentro de alguma fábrica trabalhando….. tava todo mundo metendo a bronca, andando em carro roubado, transportando drogas, etc, etc, etc…. dentro desse raciocínio: phodam-s……… os bandidos já formados e seus aprendizes.
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PM ta uma merda mesmo! Só 394? deveriam matar no minimo dez vezes mais!
Quero que ladrão e seus parentes se fodam!
Tem que melhorar a mira dos praças da PM pra ver se matam mais!
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Tem é que matar mais e mais e mais e mais e mais e mais e ainda será pouco! Boa tarde a todos!
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Depois de algumas semanas sem entrar aqui, dei uma olhada geral nas ultimas noticias do Flit e nota-se facilmente que a maioria das reportagens são para falar mal da PM. Quando o bicho pega, ligam 190, inclusive os próprios que falam mal da PM. Vamos falar mal e apontar erros, mas também vamos mostrar os acertos e as virtudes. Está faltando equilíbrio por aqui!
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