Justiça proíbe exigência da CNH para ‘cinquentinhas’ em todo o Brasil 9

A Ação Civil Pública foi ajuizada na 5ª Vara Federal. No processo, a associação defende a inadequação da aplicabilidade prática da Resolução nº 168/2004 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN)

Publicado por Elder Abr Jurídico

Justia probe exigncia da CNH para cinquentinhas em todo o Brasil

A Justiça Federal de Pernambuco, através da juíza Nilcéia Maria Babosa Maggi, concedeu na quinta-feira (15) liminar favorável à Associação Nacional dos Usuários de Ciclomotores (Anuc), em que proíbe a exigência, em todo o território nacional, do uso de habilitação por parte dos usuários deste meio de transporte, também conhecidos como ‘cinquentinhas’.

A Ação Civil Pública foi ajuizada na 5ª Vara Federal. No processo, a associação defende a inadequação da aplicabilidade prática da Resolução nº 168/2004 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que iguala a obtenção da Autorização para Condução de Ciclomotores (ACC) a retirada da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), categoria A, sendo que o próprio Código de Trânsito Brasileiro (CTB) diferencia ciclomotores de motocicletas e automóveis.

Outro argumento utilizado é a inexistência no mercado de cursos preparatórios, teóricos e práticos, para formação específica de condutores de veículos ciclomotores, de modo que os usuários estão impossibilitados de obter a ACC, sendo obrigados a apresentar a habilitação.

Assim, a liminar prevê que a União suspenda, no prazo de 48 horas, a contar da intimação da decisão, a obrigatoriedade da habilitação, conferindo aos usuários o direito de conduzir ciclomotores até que seja devidamente regulamentada a ACC.

No dia 31 de julho deste ano, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) publicou uma portaria tirando das prefeituras a reponsabilidade de emplacar as cinquentinhas. De acordo com a resolução, esses veículos já deverão sair das lojas emplacados, uma vez que passariam a ser considerados como qualquer outro veículo automotor.

De acordo com o diretor geral do Departamento de Trânsito da Bahia, Maurício Barcelar, o uso do capacete e o porte da Carteira Nacional de Habilitação também continuariam sendo exigidos.

Fonte: Bahiaextremosul

Estelionato eleitoral do Capitão Augusto é motivo de piada e revelação: militares são politicamente farsantes e escrotos 12

Crédito: Google/Reprodução. Deputado José Augusto Rosa ( Capitão Augusto ).

Crédito: Google/Reprodução. Deputado José Augusto Rosa ( Capitão Augusto ).

O deputado “banqueiro”

HUMBERTO DANTAS

19 Outubro 2015 | 07:40

Dia desses terminei rapidamente de ler o livro “O Banco Medici” de Tim Parks. A história relata que na “Florença do século 15, emprestar dinheiro e cobrar juros dava direito a uma vaga no inferno. Mas, com artifícios que incluíam ganhos com câmbio de moedas, além de amizades e favores prestados à Igreja, uma família construiu um império que durou quase um século” segundo um bom resumo no portal do Guia do Estudante. O que se torna mais claro na narrativa é a cumplicidade entre banqueiros que corrompiam as regras presentes (e a moral vigente) e membros da Igreja que desejavam enriquecer nas sombras da própria religião. Assusta ver o nível de complexidade de algumas ações. Por exemplo: um banqueiro guardava o dinheiro de um religioso e lhe pagava os proibidos juros (usura). O religioso, por vezes, o ameaçava de excomunhão. O banqueiro rogava perdão e prometia a reforma de uma dada Igreja, e para tanto, por vezes, contratava um artista. Nos tetos adornados mandava pintar, entre dezenas de anjos, a face de seus familiares banqueiros. Era um pacto de cumplicidade. Era uma forma de se amarrar ao religioso.

Cumplicidade é uma palavra que representa bem o sentido de certas capacidades de desafiarmos lógicas presentes. Parlamentares, por exemplo, criam métodos próprios para trafegarem em terrenos que para alguns são imorais ou pouco afeitos à ética. Deputados federais (alguns) sonham mais em distribuir dinheiro de suas emendas a prefeituras, em troca de apoio político, do que propriamente em realizarem trabalhos de legisladores e fiscalizadores do Poder Executivo. Pudera: você conhece algum eleitor que em meio à campanha pergunta para o deputado quantas ações de fiscalização ele promoveu ao longo do mandato? Pois é, mas inúmeros eleitores comparecem às inaugurações de ações que contam com a presença do “deputado financiador”. E nesse tipo de atividade a criatividade parece ser a marca dominante. Em 2014, por exemplo, elegemos deputados federais. Quando assumiram o mandato, em fevereiro de 2015, o orçamento já deveria estar aprovado para o exercício vigente, mas o Congresso só o finalizou em março. O que isso representa? Teria dado tempo de os novos parlamentares incluírem seus desejos paroquiais na peça? Aparentemente sim, mas isso é secundário diante do que relataremos aqui. Num ímpeto de cumplicidade entre seu primeiro mandato e uma dada prefeitura, o deputado federal Capitão Augusto (PR-SP) “criou” o próprio banco – por sinal ele é um dos líderes da criação de um novo partido, o PMB (Partido Militar Brasileiro). Assim, em uma atividade de marketing questionável visitou Ourinhos, interior paulista, e entregou um daqueles cheques gigantes à prefeita Belkis Fernandes (PMDB), que se mostrava feliz com a conquista – a foto abaixo é do Facebook do próprio deputado. E note que no corpo do cheque tem até a imagem do “banqueiro”. Lá está o sorridente parlamentar que se notabilizou por usar farda de policial militar no Congresso Nacional. A polêmica da vestimenta ganhou os jornais, agradou alguns, incomodou outros, mas sinceramente não entendo ser isso um problema.

Voltemos então para a “ordem de pagamento”: ali, estampado, bonito, e no espaço comumente destinado à instituição financeira os dizeres “Capitão Augusto / deputado federal” ao lado da foto (verifique). Praticamente um banco! É isso mesmo: as questionáveis emendas parlamentares foram transformadas em folha de cheque e distribuídas. A foto da entrega, nessa caso pequenina, também está no portal da Prefeitura de Ourinho-SP – pelo menos estava até o dia 22 de setembro. E na reportagem a promessa de que os recursos chegariam até agosto – ou seja, tratava-se de um cheque pré-datado? A data é de 23 de março, ou seja, faltou o “bom para”. Mas há quem garanta, no entanto, que os recursos não chegaram efetivamente em razão da situação caótica do país – ou seja, as contas públicas federais transformaram o cheque num borrachudo sem fundo? Pois é! Diante de tudo isso, faltou apenas entender porque não há numeração no cheque, verificar se efetivamente o nome do “correntista doador” é o do deputado, como parece ser, e sugerir que o troquemos por  “povo brasileiro”. Faltou também verificar onde está aquele discreto “cliente desde…”, atestando a duração da cumplicidade.

http://politica.estadao.com.br/blogs/humberto-dantas/o-deputado-banqueiro/

DEPUTADO FEDERAL CAPITÃO AUGUSTO DESTINA R$ 5 MILHÕES PARA OURINHOS

Obras

Por Coordenadoria de Comunicação Social

Ourinhos, São Paulo

Segunda-feira, 23 de Março de 2015

Na manhã desta segunda-feira, 23, a Prefeita Belkis Fernandes recebeu no gabinete da Prefeitura o Deputado Federal Capitão Augusto Rosa para uma coletiva de imprensa.

Na oportunidade, o deputado federal anunciou a destinação de mais de R$ 5 milhões para Ourinhos, sendo que deste montante R$ 2 milhões serão destinados à Prefeitura para investimentos em infraestrutura. O deputado também conseguiu mais R$ 350 mil para a Secretaria Municipal de Saúde.

Os outros R$ 3 milhões serão enviados para Santa Casa de Misericórdia (R$ 1.250 milhão), a APAE (R$ 300 mil), a RECCO (R$ 100 mil), a AADF (R$ 200 mil), o Lar Santa Teresa Journet (R$ 250 mil) e a Congregação Irmanzinhas dos Anciãos Desamparados (R$ 100 mil).

O deputado também enviou recursos no valor de R$ 200 mil, por meio do Fundo Nacional de Segurança Pública para implantação de um sistema de videomonitoramento que irá auxiliar o trabalho da Polícia Militar na prevenção de furtos e roubos na região central da cidade.

Além disto, para a realização da FAPI, por meio do Ministério do Esporte, foi destinado um recurso no valor de mais R$ 300 mil para realização da FAPI (Feira Agropecuária e Industrial de Ourinhos).

A Prefeita Belkis Fernandes já anunciou que o recurso de R$ 2 milhões será utilizado integralmente para o recapeamento asfáltico. “Agradecemos ao Deputado Capitão Augusto pelo recurso destinado a Ourinhos. Já decidimos que esta verba destinada a infraestrutura será totalmente utilizada para recuperação asfáltica, já que este é a maior necessidade da cidade”, explicou.

Após anunciar os recursos, Capitão Augusto salientou a importância de a região ter eleito um legítimo representante em Brasília. “Fico extremamente feliz e orgulhoso em poder proporcionar esse grande presente para a população ourinhense em tão pouco tempo. Nada mais justo do que retribuir a confiança de cada cidadão que depositou em mim a esperança de contribuir para mudar a história da nossa cidade e da região”, destacou.

É importante ressaltar que de acordo com o próprio Deputado Federal o recurso destinado são oriundos de emendas parlamentares impositivas do Orçamento de 2015. “A previsão é que após toda a parte burocrático, a partir de agosto deve acontecer a liberação do recurso para o município e as entidades contempladas”, explicou.

A Prefeita Belkis informou que o projeto para o recapeamento de diversas ruas já está pronto e aguarda apenas a liberação do recurso. “Já fizemos o estudo, identificamos as vias com maiores problemas, fizemos medição e temos o projeto de recape para contemplar diversas ruas. Assim que o recurso estiver disponível no SICONV (Sistema de Convênios do Governo Federal) já cadastramos os valores e as ruas que serão contempladas para agilizar o início de mais obras de recape”, esclareceu.

FOTO: Capitão Augusto entregou um cheque simbólico com o valor do dinheiro repassado para o município.

Enquanto isso o RDO está fora do ar… 55

Eu estou com o saco cheio de ouvir e ler as mesmas coisas.

Tem conhecimento, o Governador, de tudo isso?

O MP está por trás de tudo isso, mas falta um pouco de coragem das Autoridades da PF e PC para se insurgirem contra esses “passa-moleques” que estão tomando.

Acho uma falta de respeito das Autoridades da PF fazerem operações ao arrepio da Polícia Civil. Em que que são diferentes de nós?

Somos policia judiciaria. Ficam correndo com “PMs” e dando informações pra eles, nos tratando como leprosos.

Por sua vez, o MP tem verba própria e não contrata funcionários, ficam usurpando função da policia civil com a “PM” e o judiciário tem medo de tomar atitudes!

O Governo está com o rabo amarrado com a PM, o Presidente do TJ-SP também! Não tem menos que 20 PMs na escala do TJ, a Assembléia tem os PMs como segurança particular (100 PMs à disposição), e ganham mais do que os coitados que estão cumprindo sua missão para com a sociedade.
Tem banda da PM (mais 30 homens), mais de 300 no Palácio do Governo, Secretária de Segurança tem mais uns 50, até a praça da frente da Secretaria de Segurança os Grileiros se apossaram para estacionamento dos “coroné”, aliás, só entram policiais militares naquele local, para policiais civis não há espaço. PMs nas Prefeituras à disposição dos vereadores… Nos dias de Jogos de Futebol, mais uns 200, no dia posterior ao jogo, folga! e em todo o Estado não tem policiamento nas ruas. Aumenta-se, com isso, a criminalidade, lotam-se as delegacias para Ocorrência, a Civil não tem efetivo para dar cabo ao serviço, a vtr, que é a única que fica no patrulhamento, consegue localizar uma máquina de caça-níquel, pede-se perícia, até o perito sair do estádio de futebol demora umas quatro horas, COPOM reclama que não tem atendimento no DP. é acionada a corregedoria e a equipe de plantão responde por estar dando pano para os maquineiros.
A GCM chega com um flagrante com 3 “mala”, que fizeram 4 vítimas e uma se encontra no hospital, aguardando atendimento médico.
O Cidadão chega em casa “dá uns tapas” na esposa e quebra um dente dela, também está no DP aguardando atendimento. O advogado dos “mala”, com todo o direito que ter acesso ao seu cliente, pede para falar com eles. Os dois Investigadores do plantão foram buscar a constatação de drogas no IC, não tem quem acompanhe o Dr. advogado, ele se ofende e chama a Prerrogativa da OAB.
Mais gente chega no plantão, os Investigadores chegam do IC depois de horas, e já saem para levar a senhora agredida para o hospital. A vítima senhora, veio ao DP por meios próprios (ônibus) e está sangrando na boca, a população reclama, Tv, jornais, rádios, redes sociais, etc., METEM O CACETE EM QUEM????

Depois de tudo feito pelos escravos do plantão e ao terminar as 12 horas de escala, os dois Investigadores tem que levar os presos para o IML e após mais 1 ou 2 horas de espera, leva-los à cadeia (Trânsito) e, às vezes, socorrer o coitado do Escrivão que está tendo um enfarto, que não aguenta mais a reclamação da população, das partes e dos PMs que precisam estar na rua, caso contrário, perdem os bicos das padarias, pizzarias, postos de gasolina, lojas, shopings e etc.

A Autoridade Policial fica discutindo com o Oficial Ten. PM, que é pago para perturbar as ocorrências, pois ele diz que é caso de “fragante” e o Delpol diz que não aceita flagrante forjado!
Sai dalí e liga novamente para a Corregedoria… é mais um P.A.!!!

Ninguém aguenta mais isso!
Ou nos dão condições humanas para atender as partes ou vocês vão pagar caro com DEUS o que estão fazendo para nós, Policiais Civis…

A PM, quando digo PM quero dizer oficiais, eles não trabalham!!!
Eles querem poder. Poder para usurpar, e o pior, com o entendimento deles, contrário a constituição, além de apoio em troca de mordomias de segurança particular para outras Instituições.

Nós, policiais civis em geral e os PMs que trabalham, somos muito mal tratados, pelo Povo, que não nos respeita, pelas outras Instituições, que nos escravizam e pela mídia.

Sd., Cb., Sgto., até Ten., trabalham, o resto só fazem política.

Vcs podem até falar do Delegado, mas eles estão no plantão e os Oficiais PMs? Promotores? Juizes? Fazem plantões presentes????

Esqueci, os policiais que fazem a Investigação de um crime que poderia ter sido evitado pela PM através da patrulha, estavam cobrindo as férias dos colegas do plantão!

Querem nos cobrar quantidade de soluções,,, Cobram a solução pelo efetivo que nós temos e condições que nos são dadas!

“DEUS NOS GUARDE EM SEU SANTO AMOR NOS PERIGOS DA JORNADA” …

Enquanto isso o RDO está fora do ar…

PROPINA DA BUROCRACIA – Oficiais de Justiça são condenados por cobrar para agilizar certidão 17

CONJUR
17 de outubro de 2015, 10h20

Pedir R$ 150 “por fora” para agilizar trâmites burocráticos levou quatro oficiais de Justiça de Ribeirão Preto (SP) a serem condenados pelo crime de corrupção. Segundo a 11ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, os oficiais cobravam propina de autônomos que trabalham para instituições financeiras, localizando veículos que deveriam ser apreendidos em razão de inadimplência.

Caso o suborno não fosse pago, os réus atrasavam a expedição da certidão de citação, sem a qual os autônomos não conseguiam receber pagamento das financeiras.

Localizadores denunciaram o caso à polícia, que, com escutas telefônicas e vigilância, prendeu os suspeitos em flagrante. Um dos condenados chegou a oferecer vantagens a outro oficial de Justiça para procrastinar a certificação e, por essa razão, teve pena maior. Os quatro foram condenados por corrupção passiva e perderam os cargos.

O oficial que também foi condenado por corrupção ativa deverá cumprir quatro anos e oito meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, além de pagar 23 dias-multa e indenizar uma vítima em três salários mínimos. Outro foi condenado a dois anos e oito meses de reclusão, em regime prisional aberto, e 13 dias-multa. Já os outros dois receberam pena de dois anos de reclusão, em regime prisional aberto, e dez dias-multa.

Os três últimos tiveram a pena privativa de liberdade substituída por duas restritivas de direitos — prestação de serviços à comunidade, por igual período da pena de prisão, e prestação pecuniária de dois salários mínimos, em favor de entidade beneficente sem fins lucrativos.

“Suas condutas atentaram gravemente contra os princípios da administração pública, violando os deveres de honestidade, legalidade e lealdade”, afirmou o relator do recurso, desembargador Xavier de Souza, relator do caso no TJ-SP. Ele foi acompanhado por unanimidade. O número do processo não foi divulgado. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-SP.

Audiência Pública do Ciclo Completo da PM na ALESP 154

Publicado em 16 de out de 2015
Aconteceu na última sexta-feira (9), na Assembleia Legislativa do Estado, a audiência pública que discutiu o projeto do Ciclo Completo. O evento, que já aconteceu em outras capitais, faz parte de uma série de sessões programadas para acontecer ao longo do ano em outros estados. A sessão, que foi presidida pelo Deputado Federal Raul Jungmann e reuniu membros de ambas as polícias estaduais, ouviu representantes e especialistas, que se posicionaram contra e a favor do projeto

A Presidente da ADPESP, Marilda Pansonato Pinheiro, esteve presente junto a outros 600 Delegados de todo o estado. “Trouxemos aqui a representatividade da nossa Polícia Civil e da Sociedade. Esse é um debate muito mais amplo do que o que tem se proposto e viemos aqui como uma ponte entre o cidadão e a Segurança Pública”, disse.

OAB oferece mais de 70 livros para baixar de graça 13

Publicado por Camila Vaz

Interessados em ampliar seus conhecimentos sobre direito, além de advogados, juízes e procuradores, podem acessar a biblioteca digital da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). A plataforma oferece mais 70 livros para download gratuito.

As obras foram assinadas por nomes importantes da instituição. “Cidadania da Mulher: Uma Questão de Justiça”, “Defesa da Democracia e da Ordem Constitucional”, “Processo Judicial Eletrônico”, “Novo Código de Processo Civil: Comparativo das Redações do Senado Federal e da Câmara dos Deputados”, são alguns dos títulos. Clique aqui e confira.

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Fonte: CATRACALIVRE

Presidente da ADPESP – Drª Marilda Aparecida Pansonato Pinheiro – responde a leitor: ” não tenho legitimidade para falar em nome da Polícia Civil e quando, inadvertidamente o fiz, fui severa e duramente criticada pelos representantes das demais carreiras” 148

Enviado em 11/10/2015 as 12:10 – NADA SABE

Doutor Guerra respeito e compartilho suas opiniões, principalmente em relação a Dr Marilda. Atualmente, devido sua credibilidade, ela é a principal voz da Polícia Civil e não apenas dos delegados. Pessoalmente, acredito que se ela manter o discurso apenas em prol dos delegados, sofrerá resistência das demais carreiras, que nesse momento é muito importante para toda a instituição. Ou os delegados sobreviverão caso a Polícia Civil morrer?

———————————-

Meu amigo querido. Fui eleita pelos Delegados, a Adpesp se mantem por conta da contribuição de Delegados e não tenho legitimidade para falar em nome da Polícia Civil e quando, inadvertidamente o fiz, fui severa e duramente criticada pelos representantes das demais carreiras, que me cobraram legitimidade para assim me manifestar, causando inclusive constrangimento.
Lamento muito não poder fazê-lo, mas as demais entidades de classe possuem legitimidade porque, a exemplo da Adpesp, foram eleitas por seus pares que as mantém e sustentam.
Quem sabe um dia não tenhamos uma associação única, onde o presidente possa atender o que o colega propõe, mas por ora, não tenho como atendê-lo. Infelizmente…
Transmita, por favor ao colega, minha mensagem, desculpando-me pela demora na resposta por conta do volume de demandas qua aqui aportam todo momento.
Fique com Deus, obrigada
Bj
Marilda

PMs carniceiros denunciados e presos no litoral norte 26

MP denuncia PMs integrantes de grupo de extermínio no litoral norte

Eles são acusados pela morte de três jovens no Tinga em setembro.
A prisão preventiva da dupla foi determinada nesta quinta-feira (15).

Do G1 Vale do Paraíba e Região

Local onde os jovens foram mortos no Tinga (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)
Local onde os jovens foram mortos no Tinga (Foto:
Reprodução/TV Vanguarda)

Dois policiais militares foram denunciados nesta quarta-feira (14) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) pela atuação em um grupo de extermínio no litoral norte de São Paulo. Eles são acusados pela morte de três jovens na noite de 14 de setembro no Tinga, em Caraguatatuba (SP).

Com base em investigações da Delegacia Seccional de São Sebastião, o MP indiciou os policiais. Eles atuam em um grupo conhecido como “Ninjas” e são acusados pelo crime de constituição de milícia privada.

A Justiça criminal de Caraguá recebeu a denúncia nesta quinta-feira (15) e determinou a prisão preventiva da dupla. Até a publicação desta reportagem, segundo a Polícia Civil, eles não haviam sido capturados.

Se condenados, cada um pode pegar pena que varia de 44 a mais de 100 anos de prisão. O caso está em segredo de Justiça.

Ciclo completo no Brasil é coisa de LADRÃO! 163

Ladrão é ladrão!

Ladrão é ladrão!

Como diz o Major Olímpio: “temos que ter ATITUDES e COERÊNCIA”…Verdade!
Em todos os aspectos da nossa vida, especialmente na pública.

Não é lícito, ou melhor,  honesto , a um grupo político – declaradamente corporativista como a bancada da PM  – aproveitar-se de deficiências de responsabilidade política e jurídica dos Governadores de estado, no tocante à devida – por lei – estruturação da Polícia Civil, para aviltar – em verdadeira intenção de usurpação – as funções de carreiras alheias.

Se faltam delegados e policiais civis nos recônditos do Brasil, deveriam esses parlamentares  muito bem pagos por toda a coletividade – antes de qualquer coisa – cobrar e responsabilizar os governos estaduais.

Atribuir a deficiência da segurança pública a um único órgão e sua classe dirigente é torpeza.

Parafraseando o Major Olímpio: coisa de ladrão  (que se diz aliado )!

Verdade, ladrão é ladrão !…

Existe até o ladrão – genericamente falando – das prerrogativas da carreira alheia, travestido de defensor da sociedade e da economia do erário.

E não faltam  falsos argumentos para a consumação da gatunagem institucional.

De se ver, aquele PM lá de Minas  que diz viajar 700 Km – se é verdade tal afirmação – para apresentar um preso em Delegacia de Polícia, certamente viajará 1000 Km para apresentar o mesmo preso a um Juiz de Direito.

Quem permanece três ou mais horas no interior de uma Delegacia para a formalização de um flagrante, também ficará três ou mais horas no interior da Unidade da PM.

Ninguém delonga flagrante intencionalmente, salvo os próprios policiais militares com a sua cadeia de comando e de propaganda.

Depois – da lavratura do auto –  ficará mais e mais horas no Fórum; deste  para os presídios outras horas perdidas de policiamento ostensivo.

Por outro lado, se é desmotivador – como propalam – apresentar uma prisão ou investigação para um Delegado, também será desmotivador apresentar a mesma prisão ou investigação para o Promotor. E da mesma forma que deve ser motivo para desmotivação o Promotor oferecer denúncia ao Juiz; este sentenciar, mas, posteriormente, ver os autos subir ao Tribunal de Justiça.

Somos todos vaidosos?

Ninguém quer o intermediário?

O intermediário é o corrupto de mãos dadas como o crime; você é o bom homem que vem nos salvar…

Tenho muito medo dos homens bons com suas boas intenções e soluções.

Defender o ciclo completo seria desprendimento e altruísmo?
Não!
Desprendimento e altruísmo é defender aquilo que nos enfraquece ou não nos traz quaisquer proveitos!

Só os justos ( santificados ) e os muitos tolos…

Ah, mas ninguém perderá nada!

A Polícia Civil será desafogada para investigações mais complexas…

Mentira!

Vingando o ciclo completo da PM nunca mais verificaremos investimentos materiais e humanos para a Polícia Civil.

Na Administração Pública quem perde importância acaba extinto.

Por que os deputados PMs não defendem o fim do militarismo na Segurança Pública, objetivando economizar verbas públicas com as dezenas de milhares de desnecessários postos e patentes de oficiais, com a promoção na aposentadoria com proventos integrais, entre tantas outras vantagens ?

Ora, eles não são santos e nem tolos!

E você  – policial civil – que diz que seus chefes são desqualificados, inoperantes e corruptos…

A carreira que deve ser extinta por só existir neste país.

Os culpados pela sua infelicidade funcional!

Certamente , falta-lhe coragem e vergonha na cara, não é ?

O inquérito é dispensável, já ouviu dizer,  certo ?

Qualquer pessoa pode provocar a ação do MP, principalmente os funcionários das polícias, né ?

Pois bem, nada  impede que você – policial civil; especialmente os investigadores e escrivães – elabore dossiês, relatórios, juntando documentos e representações diretamente ao Ministério Público.

Por que você não toma iniciativa?

Não é preciso marcar audiência, tampouco pedir autorização.

Ah, não faz porque o delegado pode aprovar e a iniciativa virar obrigação ?

Sei!

Por que , também,  você não se infiltra na favelas e nos mangues ?

Ah, não é o teu perfil?

Você é caucasiano , alto e de boa família; não dá para se misturar com o PCC de mulatos, certo ?

Talvez fosse possível se infiltrar entre empreiteiros, doleiros ou mesmo nos puteiros de luxo, verdade ?

No meio desse tipo de vagabundo você passa despercebido…

Dou a resposta: NA REAL VOCÊ NÃO GOSTA DO QUE FAZ ; POR ISSO NADA FAZ ALÉM DAS TAREFAS MERAMENTE ROTINEIRAS!

Com efeito, até o momento toda argumentação a favor do ciclo completo  – especialmente as justificativas que constam da PEC –  é pura vigarice !

E as audiências públicas para debates ?

Perdão pela grosseria: FESTA DE PICA NA QUAL A POLÍCIA CIVIL ENTRA FANTASIADA DE BUNDA!

É tão desonesto o debate que nem sequer aventam, previamente,  a possibilidade de um projeto experimental para se verificar sua factibilidade e resultados.

Seguem a lógica: se é bom para americano também é bom para o brasileiro.

Ponto final!

Só esqueceram que quando o brasileiro tenta copiar os americanos não faz nada que preste.

Enfim, uma vigarice à moda brasileira.

Coisa de ladrão!

Major Olímpio descobre que aliado da PM é “ladrão” …( Verdade, ladrão é ladrão ! …Existe até o ladrão – genericamente falando – das prerrogativas da carreira alheia, travestido de defensor da sociedade e da economia do erário ) 10

MAJOR OLIMPIO DETONA: LADRÃO É LADRÃO. COM MANDATO OU NÃO.

O deputado abre seu pronunciamento dizendo que ladrão não tem partido nem ideologia.
Ladrão é Ladrão; e eles nem sempre usam armas, ficam à espreita pra ludibriar e enganar.
Olimpio se diz desesperado com a situação política atual onde a presidente e o ex presidente são acusados de desvios e há acusações gravíssimas contra o presidente da Câmara.
Não tem essa de “ladrão aliado”, LADRÃO É LADRÃO.
“Temos que ter ATITUDES e coerência. Não vamos prejulgar, mas NÃO VAMOS COMPACTUAR”, afirma.
Major Olimpio pede ATITUDES dos representantes da sociedade brasileira.
Ladrão com mandato? Impeachment nele.
‪#‎reajabrasil‬

Elaine Gomes - Assessora de imprensa
Deputado Federal Major Olimpio
Celular 98348 7907


acesse www.majorolimpio.com

Ciclo completo da PM faz mais uma vítima: guarnição mata vigilante e apresenta ocorrência como acidente de trânsito 44

PMs são investigados após apresentar como atropelado rapaz morto por tiros

Por Luís Adorno/RedeTV!

Família afirma que policiais mataram Alex de Morais com um tiro na cabeça ao confundir o rapaz com um suspeito. O vigilante voltava do trabalho, na Vila Olímpia


(Foto: Reprodução/BO)

Pai de um menino de 9 anos, o vigilante Alex de Morais, 39, foi morto a tiros na madrugada de domingo (11) em Sapopemba, zona leste de São Paulo, a 200 metros de onde morava. Segundo a família da vítima, ele voltava do bico que fazia em uma casa noturna da Vila Olímpia, zona nobre da capital, quando dois policiais militares teriam atirado contra a sua cabeça.

“Os policiais estavam atrás de um cara que estava vestido de preto e de bolsa preta. Meu irmão também estava vestido assim. Não teve fuga nem nada. Acharam que era um suspeito e mataram um pai de família. Podiam ter abordado antes”, afirmou à reportagem o irmão da vítima, que não vai ser identificado por medidas de segurança.

Os soldados da PM-SP (Polícia Militar do Estado de São Paulo) José Rogério de Souza e Paulo Henrique Rezende da Silva afirmaram em depoimento que encontraram Alex caído após aparentemente ter sido atropelado. Mantiveram a versão mesmo com a massa encefálica do rapaz longe do corpo.

Em nota, a SSP (Secretaria da Segurança Pública) afirmou que os PMs envolvidos relataram que localizaram uma pessoa ferida e que, a princípio, ela teria sido atropelada e que estava viva. “Acionaram o resgate, que a socorreu ao Hospital Santa Marcelina. O caso foi então apresentado no 69º Distrito Policial como lesão corporal culposa na direção de veículo automotor. Posteriormente, apareceram relatos de que a vítima havia sido baleada, fato confirmado na declaração de óbito”, informou a pasta.

O delegado titular do 70º Distrito Policial, Luiz Eduardo de Aguiar Marturano, que assumiu o caso por ser responsável pela área onde ele ocorreu, informou que um inquérito foi instaurado e que a PM também instaurou Inquérito Policial Militar para apuração dos fatos.

Representante do Centro de Direitos Humanos de Sapopemba, a advogada Valdenia Aparecida Paulino, afirmou que o médico que atendeu Alex afirmou à mãe da vítima, a aposentada Francelina, que não havia nenhuma indicação de que seu filho havia sido atropelado. Ele chegou ao hospital sem nenhuma fratura, mas sem chances de sobreviver.

“Em sua casa, cabisbaixa, olhar perdido, a mãe de Morais me dizia: ‘Eles mataram meu filho. Meu filho não foi atropelado”, relatou a advogada. Em um adendo ao Boletim de Ocorrências do caso, uma testemunha afirmou que ouviu um disparo de arma de fogo e que, ao sair de casa, viu Alex agonizando com um grave ferimento na cabeça.

Na frente de onde tudo aconteceu, há uma igreja evangélica com câmeras de segurança. A família pede que a investigação analise as imagens para esclarecer o caso. “Ontem (dia 12), os mesmos policiais voltaram aqui e pediram para a dona da igreja apagar as imagens e depor na delegacia confirmando a versão deles. Ela se recusou e disse que o que fizeram com o meu irmão foi errado”, disse à reportagem o irmão da vítima.

O filho de Alex já havia perdido a mãe há 8 anos, quando tinha 1 ano de idade, vítima de câncer. Seu pai, que não bebia, não fumava e era conhecido na região por seu alto astral e por ser fã de futebol, também foi cedo demais.

Qual é o perfil do delegado de polícia que solapa a unidade e harmonia institucionais 31

Conheça os sete tipos de chefe que mais desmotivam os funcionários

Andrezza Czech
do UOL, em São Paulo

  • Um dos chefes que mais desanima funcionários é o mal-educado

    Um dos chefes que mais desanima funcionários é o mal-educado

Uma das principais funções de um bom chefe é fazer com que seus funcionários se sintam motivados. Mas, infelizmente, nem sempre isso acontece. “Alguns não estão preparados para assumir uma equipe. Tentam se autoafirmar impedindo que os funcionários cresçam e se fortalecem maltratando os subordinados”, afirma Ana Cristina Limongi-França, professora do departamento de administração da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo), coordenadora da FIA-USP (Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo) e do Núcleo de Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho. Veja, a seguir, quais os chefes que mais desmotivam a equipe e aprenda a lidar com eles.

O competidor

Em vez de estimular a equipe para que todos possam atingir melhores resultados, esse tipo de chefe tem pavor de ser superado e acaba assumindo uma postura de competidor. Segundo a professora Renata Magliocca, do Progep (Programa de Estudos em Gestão de Pessoas) da FIA-USP, muitos gestores têm medo de perder seu lugar e, com isso, acabam querendo todas as atenções para si. “É como se só ele pudesse aparecer. Se um funcionário deu uma ideia, ele a repassa para os superiores sem dar os créditos”, diz. Para a mestre em administração Daniela do Lago, professora de cursos de MBA da FGV (Fundação Getúlio Vargas), o bom chefe é aquele que faz todos avançarem. “Ele precisa entender que sua função é cooperar”, afirma. Para lidar com o chefe competidor, segundo Daniela, a melhor maneira é se mostrar parceiro dele. Dessa forma, ele tende a se sentir menos ameaçado.

O indeciso

Ele passa uma tarefa diferente a cada dez minutos e tudo é prioridade. De acordo com Daniela do Lago, isso é comum entre chefes que, por medo ou insegurança, não sabem dizer “não” a seus superiores. “Ele repassa o problema para seus subordinados”, diz. Para Renata Magliocca, nesse caso, o chefe deixa de exercer sua principal função: dizer à equipe o que é importante. Para lidar com o indeciso, exercite a paciência. Como você não pode mudá-lo, a saída é ser organizado e ter argumentos para negociar prazos. Para Daniela, se você souber quanto tempo leva para desempenhar cada tarefa, poderá dizer isso ao chefe e fazer com que ele diga o que é prioridade. “Provavelmente, ele já esqueceu que lhe pediu outras tarefas. Se você não souber negar e negociar prazos, é o seu trabalho que ficará comprometido”, afirma.

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O controlador

Você mal começou a executar a tarefa que lhe foi pedida e ele já vem perguntar sobre o andamento do trabalho. De tempos em tempos, mesmo longe do prazo de entrega, ele o interrompe para perguntar o que você está fazendo. E, em uma reunião com os superiores, faz questão de sempre estar presente. Chefes ansiosos e controladores desmotivam a equipe, segundo a professora Ana Cristina. “Esse comportamento revela despreparo e imaturidade. É alguém que não tem noção de liderança”, afirma. Daniela do Lago diz que para lidar com a cobrança excessiva, o segredo é conversar. “Pergunte quantos dias antes ele gostaria de checar o andamento do trabalho. Isso o deixará mais tranquilo e evitará cobranças o tempo todo”, diz.

O ausente

Você quase não o vê, não sabe o que ele espera e ele mal sabe qual é a sua função na empresa. Algo pode ser mais desmotivador do que isso? “É melhor um chefe chato, que pega no pé, a um chefe ausente”, diz a professora Ana Cristina Limongi-França. Para a mestre em administração Daniela do Lago, gestor deve estar sempre presente. “Ele precisa dar boas condições para que as pessoas trabalhem bem”, afirma. Para lidar com este tipo de gestor, segundo ela, a solução é bater à porta dele, pedir um retorno sobre seu desempenho e perguntar se há algo a mais que você possa executar. Isso deverá fazer com que ele tenha mais atenção com a equipe.

O crítico

Ele veta qualquer inovação, acha que tudo sempre dará errado e desmerece o que é diferente do que ele pensou. “Isso desmotiva. Ele deve considerar o que time tem a dizer”, diz Daniela do Lago. Segundo Renata Magliocca, o chefe pode agir dessa forma por ter medo de correr riscos ou por ser pessimista. “Ser avesso a inovações é um problema. Cada vez mais as empresas querem alguém capaz de trazer novidades”, afirma. Para contornar a situação, tenha paciência. Defenda suas ideias e pergunte o que ele acha que pode dar errado. Há, também, casos em que o chefe critica a equipe a ponto de falar mal dela para seus superiores. É o tipo que leva as glórias pelos acertos do time, mas culpa os funcionários por todos os erros. “A função do líder é corrigir e buscar a excelência. Se a equipe foi incompetente, a culpa é do chefe. Foi ele quem os escolheu”, diz Daniela. “Pontuar e celebrar os acertos também é importante. Não se pode agir como se a equipe não tivesse feito mais do que a obrigação”.

O insensível

Você está passando por uma enorme crise na vida pessoal e o chefe nem se esforça para compreender por que sua produtividade está prejudicada. Esse é o tipo de gestor que, por mais grave que seja o motivo, não vai deixá-lo sair um pouco mais cedo para resolver um problema. “O líder tem de ponderar. Um funcionário pode estar passando por um momento pessoal ruim, como um divórcio, por exemplo, e isso refletirá na produtividade”, afirma a professora da FGV Daniela do Lago. Nesse caso, resta conversar com o chefe, explicar toda a situação e torcer para que ele tenha um pouco de bom senso

O mal-educado

Quando o chefe dá ordens e distribui tarefas com grosseria, ironia ou menosprezo, não há quem tenha motivação para trabalhar. “Ele acaba afastando o time dele. As pessoas passam a ter medo de compartilhar qualquer coisa”, afirma Renata Magliocca. Para Ana Cristina Limongi-França, esse é um comportamento de chefes despreparados (e mal-educados, claro). “Ele pode ter sido instruído para agir assim ou repetir o que observou em seus próprios líderes. É perigoso, pois pode chegar a ser assédio moral”, diz. Para lidar com ele, segundo Daniela do Lago, mostre que você se sente desrespeitado. “Pergunte se é possível que ele não fale com você dessa forma. Se ele se recusar a mudar, você tem duas opções: aceitar a situação ou começar a buscar outro emprego”, diz. Denunciar o abuso do chefe no RH também é uma alternativa. Se a empresa for séria, investigará o caso sem que você perca seu emprego.

Reclamão injustiçado, preguiçoso , rebelde , insatisfeito com o salário , psicopata; qual é o perfil do policial-problema ? 23

Funcionários-problema prejudicam toda a equipe; conheça os cinco piores perfis e saiba como agir

Andrezza Czech
Do UOL, em São Paulo

  • Funcionários-problema podem reduzir a produtividade e a motivação de todos -e enlouquecer toda a equipe

    Funcionários-problema podem reduzir a produtividade e a motivação de todos -e enlouquecer toda a equipe

Você pode até acordar bem-humorado e chegar disposto ao trabalho, mas só de se lembrar que terá que passar no mínimo oito horas do seu dia ao lado daquele colega insuportável, perde a disposição. Essa é a ideia defendida pelos especialistas no mundo corporativo: quando há um funcionário-problema no grupo, todos são prejudicados –ou pior: contagiados. “Há uma tendência de contratação pela capacidade técnica, mas o comportamento dos funcionários gera reflexos positivos e negativos na equipe e na corporação”, diz Carlos Ferreira, diretor executivo da 4hunter, empresa especializada em recrutamento e gestão de carreira.

Segundo o diretor da consultoria JCI Acquisition, José Carlos Ignácio, os funcionários-problema podem reduzir a produtividade e a motivação de todos, e a equipe pode julgar mal o trabalho do chefe que não faz nada a respeito. “Cada funcionário espera que o gestor seja capaz de planejar, dividir e cobrar as tarefas”, diz ele. “Não há funcionário ruim, há má gestão”.

Para Ignácio, a existência desse tipo de profissional parte de um recrutamento malfeito, sem dinâmicas de grupo e entrevistas adequadas. Há algumas explicações para que ele aja dessa maneira. Entre elas o consultor cita divisão desproporcional do serviço, despreparo do indivíduo e da equipe para executá-lo, falta de orientação (o que deixa o funcionário sem saber o que é esperado dele), ou ainda falta de supervisão. Conheça cinco perfis de funcionário que prejudicam a equipe:

O reclamão injustiçado

Como age: é aquele que passa o dia se queixando de algo que está fazendo ou lamentando da vida difícil que leva no trabalho. Para ele, nada está bom. Ele sente que não é valorizado o bastante, não tem oportunidade para crescer, só tem tarefas burocráticas a realizar. Durante uma reunião, começa a se queixar –podendo por à prova a autoridade do chefe e desestabilizar a equipe. Depois, no café, ele reclama aos colegas que há algo errado, que a equipe não está crescendo…

Como prejudica a equipe: convivência gera influência, segundo o diretor da consultoria JCI Acquisition, José Carlos Ignácio. O reclamão mina aos poucos o rendimento da equipe, que começa a questionar a falta de atitude do chefe. “Ele reclama tanto com todos que as pessoas não conseguem mais se concentrar e produzir”, diz Carlos Ferreira, diretor-executivo da 4hunter, empresa especializada em recrutamento e gestão de carreira. Para Fábio Cunha, gerente da Michael Page, o funcionário-problema que se faz de vítima cria a imagem de que a empresa não valoriza os profissionais e, de tanto que repete o tema, isso pode acabar sendo considerado verdade pelos colegas.

O que fazer: para José Carlos Ignácio, esse tipo de funcionário deve ser chamado imediatamente pelo chefe para uma conversa exigindo uma mudança de postura. Se essa transformação não acontecer, é hora de ter uma atitude mais radical. “Uma pessoa de gênio muito difícil tem que entender que aquele lugar não é a casa dela. Quem vive reclamando pode não estar com um problema na empresa, mas na vida”, diz.

O preguiçoso

Como age: é aquele funcionário que enrola para entregar as tarefas e que sempre inventa uma desculpa para não cumprir os prazos. Ele promete muito, mas entrega pouco.

Como prejudica a equipe: o acomodado reduz a média de desempenho da equipe e gera ansiedade em todos. “Os colegas não vão dizer que ele não está entregando, mas comentam entre si que todos terão que fazer hora extra por causa dele, e isso gera uma tensão”, diz Carlos Ferreira, diretor executivo da 4hunter. Se esse funcionário não é repreendido pelo chefe por ter um resultado abaixo dos outros profissionais, a equipe deixa de ver a necessidade de produzir com empenho e motivação.

O que fazer: esse é o funcionário-problema de resolução mais fácil para o chefe, segundo Fábio Cunha, diretor de Recursos Humanos da Michael Page. Como ele não tem o mesmo desempenho que os demais, sua demissão é a mais simples de justificar. “É preciso expor os motivos do desligamento aos funcionários, dizendo que ele não entregava o resultado esperado”, diz Cunha.

O rebelde 

Como age: ele não aceita “feedback” ou não respeita as ordens e recomendações do chefe. Costuma agir assim ou porque colocaram outro em um cargo de chefia que ele esperava ocupar, ou por ter trabalhado em outro lugar e estar acostumado a ter maior independência.

Como prejudica a equipe: além de colocar todos em uma posição desconfortável ao desobedecer às ordens do chefe, ele tira a credibilidade do gestor. Além de deixar um clima péssimo no ambiente de trabalho.

O que fazer: esse é o funcionário-problema mais difícil de lidar, segundo Fábio Cunha, diretor de Recursos Humanos da Michael Page. “Se o chefe for demiti-lo, precisa mostrar para a equipe quais foram os motivos que o levaram a fazer isso, ou vai parecer algo pessoal. É bom contar com a ajuda do RH”, diz. Antes disso, é preciso ter sucessivas conversas para tentar eliminar o problema. Se a rebeldia desse funcionário começou quando você foi promovido no lugar dele e você não agir, vai passar a imagem de que não está preparado para o cargo.

Insatisfeito com o salário

Como age: de comportamento parecido com o do reclamão, mas com uma queixa mais específica: a de que ele não ganha bem. Tende a falar para os colegas que o salário não é suficiente para o tanto de atividades que ele executa e que em outros lugares há funcionários recebendo melhor.

Como prejudica a equipe: o insatisfeito com a remuneração pode influenciar os outros colegas, que até então estavam felizes na empresa. “O colega até podia achar que recebia um bom salário, mas de tanto ouvir as queixas do outro, começa a questionar se ele também não ganha mal. É um passo para que ele comece a procurar outros empregos”, diz Fábio Cunha, diretor de Recursos Humanos da Michael Page.

O que fazer: o problema é difícil de ser detectado. Afinal, dificilmente a reclamação será feita diretamente para o chefe. Se descobrir um insatisfeito com o salário na equipe, é preciso conversar e avaliar se ele realmente merece um aumento. Se além de ter um salário justo, ele ainda não tiver o desempenho esperado, é interessante contar com a ajuda do departamento de recursos humanos.

O psicopata corporativo

Como age: ele mente, toma crédito pelo trabalho alheio, espalha mentiras, faz fofocas frequentemente e até humilha os colegas sem sentir a menor culpa.

Como prejudica a equipe: mais do que sofrer com as mentiras e humilhações, os membros da equipe não se conformam com o fato de os psicopatas corporativos não serem desmascarados. Como costumam ser simpáticos e carismáticos com os chefes, a tarefa é difícil. E o superior deve ser muito atento para perceber quando um funcionário toma o crédito pelo trabalho alheio. “O gestor precisa ter proximidade com o trabalho de todos para perceber isso. Se só observar o resultado final, o mentiroso receberá a recompensa de um trabalho que não fez, o que vai desmotivar toda a equipe”, diz Fábio Cunha, da Michael Page.

O que fazer: esse funcionário exige uma atitude mais drástica: uma transferência ou demissão. “Tudo depende do trabalho de gestão. Um bom chefe não pode deixar que impere a falta de respeito”, diz o diretor da consultoria JCI Acquisition, José Carlos Ignácio.r.

Uma última chance
A demissão deve ser encarada como a última alternativa. O ideal é chamar o funcionário para uma conversa, assim o chefe pode dizer o que espera dele e ouvir as justificativas do subordinado. “Pode ser uma pessoa que sempre deu bons resultados e apenas está num mau momento. O que é melhor para a empresa? Contratar e treinar outro funcionário ou passar por esse momento com ele?”, pergunta Carlos Ferreira.

A conversa deve propor um acordo de expectativas, negociando prazos, postura e volume de trabalho. “É uma última chance”, diz José Carlos Ignácio. Se ele não melhorar ou se esforçar, é hora de pensar em uma transferência de departamento ou demissão.

Se o chefe não conseguir avaliar a razão para o funcionário ter esse comportamento, é importante pedir intervenção da área de recursos humanos da empresa. “Se assumir toda a responsabilidade sozinho, o gestor pode ser leviano ou tomar uma atitude drástica, quando o problema pode ser apenas uma falta de alinhamento de ideias”, diz Fábio Cunha, diretor de recursos humanos da Michael Page, empresa de consultoria especializada em recrutamento.