ENCENAÇÃO…PM – igual ao PT – tenta se limpar e faz pose de vítima: Corregedoria da polícia vê ação de organização criminosa dentro da PM 29

 ENCENAÇÃO 

O relatório encaminhado à Justiça Militar pede a prisão dos sargentos Aquiles Rodolfo Coelho de Oliveira e Cristiano Gonçalves Machado e do soldado Luiz Fernando de Andrade

AE

Publicação: 20/10/2015

Ao investigar a suspeita de participação de policiais militares em uma chacina, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, que deixou quatro mortos em 19 de setembro, a Corregedoria da PM chegou a uma conclusão: existe uma organização criminosa montada dentro da corporação que vem praticando vários crimes na região. O jornal O Estado de S. Paulo teve acesso ao relatório da Corregedoria com exclusividade. Quatro PMs estão presos.
O relatório encaminhado à Justiça Militar é assinado pelo capitão Rodrigo Elias da Silva. Nele, o oficial pede a prisão dos sargentos Aquiles Rodolfo Coelho de Oliveira e Cristiano Gonçalves Machado e do soldado Luiz Fernando de Andrade, todos do 33º Batalhão.
Segundo as investigações, minutos depois da chacina, os PMs chegaram e mudaram a posição dos corpos. Um vídeo gravado por moradores da região, e exibido pela TV Globo, mostra que as vítimas foram mortas com o rosto voltado para o chão e com as mãos entrelaçadas na nuca. O vídeo mostra a chegada de uma viatura com os policiais. Nas fotos feitas pelos peritos, que chegaram mais de uma hora depois, as vítimas estão em posições diferentes. Para a Corregedoria, os suspeitos modificaram a cena do crime.
Os três PMs, em depoimento, negaram as acusações. Os mortos trabalhavam como entregadores em uma pizzaria e não tinham passagens na polícia. O capitão Rodrigo Elias da Silva afirma que “os crimes foram praticados por organização criminosa” que, segundo as investigações, se juntou para matar supostos responsáveis por roubar a bolsa da mulher do soldado Douglas Gomes Medeiros, que foi preso dias depois da chacina por ter sido reconhecido como um dos atiradores.
Na Corregedoria da PM, uma testemunha disse que as vítimas praticavam assaltos na região e o soldado Medeiros jurou vingança depois que a mulher foi roubada. A testemunha contou também que, logo depois dos assassinatos, PMs lhe disseram: “É, escapou, hein, mas vai morrer mais um monte…”.
O capitão da Corregedoria concluiu que “há um grupo organizado com clara intenção de praticar crimes em Carapicuíba”. “Observamos uma clara divisão de tarefas (executores, acobertamento e dissimulação de local de crime) entre os autores do delito e policiais militares.” E acrescentou que “há elementos nestes autos que denotam unidade de desígnios dos militares em serviço com o militar do Estado de folga para a prática dos homicídios”. O secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, em recente entrevista, negou a existência de grupos de extermínio ou de organizações criminosas na Polícia Militar. “Existem pessoas que matam”, afirmou.
Governo
Em nota, a Secretaria da Segurança informou que “os termos utilizados pela Corregedoria da PM apenas repetem a tipicidade penal” e Moraes mantém as declarações dadas anteriormente. O caso está em segredo de Justiça.
Execuções
Em menos de três meses, 20 policiais militares foram presos por suspeita de envolvimento em duas chacinas e duas execuções. Nos quatro casos, 26 pessoas foram assassinadas. Além da chacina de Carapicuíba, em 19 de setembro, com quatro mortos e quatro PMs presos, policiais militares são os principais suspeitos de participar da maior chacina da história, que deixou 19 mortos e 5 feridos, em Osasco e em Barueri, na Grande São Paulo. O crime aconteceu em 13 de agosto. Seis policiais e um guarda-civil estão presos. Outros dois PMs que eram investigados acabaram presos em flagrante por porte de arma e munição irregulares, durante a operação do último dia 8.
Em 7 de setembro, dois jovens suspeitos de roubar uma moto foram perseguidos e mortos por PMs do 16.º e 23.º Batalhão, no Butantã, na zona oeste. Fernando Henrique da Silva foi preso e jogado de cima de um telhado. Depois, foi morto com dois tiros. Já Paulo Henrique de Oliveira foi algemado e dominado na rua. Depois, foi executado. Seis PMs foram denunciados e permanecem detidos. Um vai responder em liberdade. Ontem, a Justiça Militar decretou a prisão de dois PMs suspeitos de matar o vigilante Alex de Morais, de 39 anos, em Sapopemba, na zona leste. No começo, os policiais registraram o caso como atropelamento

Art. 157 – Polícia Civil – por consideração – abafa a prisão em flagrante do filho de comandante da segurança do TJ-SP: 35

Filho do oficial PM comandante da segurança do Fórum da Barra Funda ( APMTJ ) , foi preso em flagrante no último dia 6 de outubro ; por infração ao art. 157 do Código Penal: roubo a mão armada em concurso com outros criminosos.

A investigação e prisão foi efetuada por policiais civis de Osasco.

A Polícia Militar ficou bem quietinha para não macular a sua imagem junto ao TJ e juízes da Barra Funda, afinal não pega nada bem filho de oficial PM ladrão e ainda tatuado como PCC.

Os policiais civis de Osasco ficaram com pena do pai do roubador e não divulgaram a prisão.

Com todo respeito, inocentes.

Oficial PM não merece tal consideração da casa.

Se o criminoso – capturado por PMs –  fosse filho de Delegado ou de qualquer policial civil a prisão teria sido levada ao Fantástico.

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Com o cu na mão, coronéis ordenam que seus vassalos – empregando equipamentos do estado – votem contra a PEC-51 44

PEC-51 – VISAO DOS CORONÉIS DA PM

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Mensagem enviada a todos os coronéis
No âmbito da PMESP, determino que sejam todos os seus respectivos colaboradores orientados cerca dos sérios prejuízos que esta PEC-51, nos trará, bem como que seja disponibilizado um equipamento de informática dos Batalhões e companhias, para que votem e confirmem seu voto.
Segue o meu texto:

Senhoras e senhores Coronéis,

Preocupa-me, como imagino deva também ser preocupação de todos, os contornos que vem sendo dados à discussão sobre o “Ciclo Completo de Polícia” e a “Desmilitarização das PM”, temas que são objetos de PEC-51 em trâmite na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.
Sob minha ótica caminhava muito bem o Ciclo Completo, ganhando grau de importância e reconhecimento nas Audiências Públicas realizadas nos diversos Estados. Os Delegados de Polícia (Civil e Federal) preocupados com a possibilidade deste ganho em favor da sociedade (embora afirmem que o ganho seria dos coronéis) se mexeram e, conforme vimos no vídeo do Deputado João Campos (GO), durante encontro de todos os Del Pol dos Estados e do Superintendente da PF, deixaram claro que deveriam partir para o contra ataque, nos colocando na defensiva.
E penso que estão conseguindo:

O Ciclo Completo perdeu intensidade e começou-se a se falar com mais força na Desmilitarização das Polícias Militares.


Eu acompanho de perto a enquete que se encontra no site do Senado, disponível no link: http://www12.senado.gov.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=114516

Desde o início sempre o voto CONTRA a Desmilitarização esteve na frente! Surpreendentemente, depois da reunião dos Delegados e do acordo da unificação dos temas relativos à segurança pública o voto “A FAVOR” passou a liderar: no momento em que escrevo esta mensagem está 8460 (CONTRA) e 7362 (A FAVOR).
Este é o único argumento que tem os Delegados a favor da Desmilitarização, ou seja, vão dizer que o “povo” é a favor, embora saibamos quem são os que estão votando.
Estou colocando tudo isto para despertar a todos a necessidade de uma ação articulada de comunicação, de modo a explicar e convencer os nossos colaboradores o quanto é importante mantermos o status de militar e o quanto perderá a sociedade, o Estado, a segurança pública e, principalmente, cada um de nós, se isto mudar.
Sugiro que seja preparado um texto breve, com apresentações de argumentos e o link com orientações para que todos os policiais militares votem CONTRA.
Também entendo conveniente que todas as Entidades de Classe e nossas Associações sejam concitadas a nos apoiar.
Na minha área vou prelecionar todos os meus colaboradores e deixar um computador disponível para que votem e confirmem seu voto.
Caros(as) Coronéis, posso estar equivocado, mas não vejo a enquete como um simples indicativo da opinião de internautas: ela será usada como o mais importante elemento para justificar a intensão.
É a minha colaboração.

Cel PM Grande Mané Trambiqueiro