Presidente da ADPESP – Drª Marilda Aparecida Pansonato Pinheiro – responde a leitor: ” não tenho legitimidade para falar em nome da Polícia Civil e quando, inadvertidamente o fiz, fui severa e duramente criticada pelos representantes das demais carreiras” 148

Enviado em 11/10/2015 as 12:10 – NADA SABE

Doutor Guerra respeito e compartilho suas opiniões, principalmente em relação a Dr Marilda. Atualmente, devido sua credibilidade, ela é a principal voz da Polícia Civil e não apenas dos delegados. Pessoalmente, acredito que se ela manter o discurso apenas em prol dos delegados, sofrerá resistência das demais carreiras, que nesse momento é muito importante para toda a instituição. Ou os delegados sobreviverão caso a Polícia Civil morrer?

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Meu amigo querido. Fui eleita pelos Delegados, a Adpesp se mantem por conta da contribuição de Delegados e não tenho legitimidade para falar em nome da Polícia Civil e quando, inadvertidamente o fiz, fui severa e duramente criticada pelos representantes das demais carreiras, que me cobraram legitimidade para assim me manifestar, causando inclusive constrangimento.
Lamento muito não poder fazê-lo, mas as demais entidades de classe possuem legitimidade porque, a exemplo da Adpesp, foram eleitas por seus pares que as mantém e sustentam.
Quem sabe um dia não tenhamos uma associação única, onde o presidente possa atender o que o colega propõe, mas por ora, não tenho como atendê-lo. Infelizmente…
Transmita, por favor ao colega, minha mensagem, desculpando-me pela demora na resposta por conta do volume de demandas qua aqui aportam todo momento.
Fique com Deus, obrigada
Bj
Marilda

PMs carniceiros denunciados e presos no litoral norte 26

MP denuncia PMs integrantes de grupo de extermínio no litoral norte

Eles são acusados pela morte de três jovens no Tinga em setembro.
A prisão preventiva da dupla foi determinada nesta quinta-feira (15).

Do G1 Vale do Paraíba e Região

Local onde os jovens foram mortos no Tinga (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)
Local onde os jovens foram mortos no Tinga (Foto:
Reprodução/TV Vanguarda)

Dois policiais militares foram denunciados nesta quarta-feira (14) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) pela atuação em um grupo de extermínio no litoral norte de São Paulo. Eles são acusados pela morte de três jovens na noite de 14 de setembro no Tinga, em Caraguatatuba (SP).

Com base em investigações da Delegacia Seccional de São Sebastião, o MP indiciou os policiais. Eles atuam em um grupo conhecido como “Ninjas” e são acusados pelo crime de constituição de milícia privada.

A Justiça criminal de Caraguá recebeu a denúncia nesta quinta-feira (15) e determinou a prisão preventiva da dupla. Até a publicação desta reportagem, segundo a Polícia Civil, eles não haviam sido capturados.

Se condenados, cada um pode pegar pena que varia de 44 a mais de 100 anos de prisão. O caso está em segredo de Justiça.