O Dia Mundial do Rim será comemorado dia 12 março de 2015 35

Dia Mundial do Rim 2015

O Dia Mundial do Rim será comemorado dia 12 março de 2015.

O tema desde ano será “RINS SAUDÁVEIS” com o slogan “CAMPANHA PARA RINS SAUDÁVEIS”. Participe!
As cores da campanha deste ano serão Vermelha e Azul.

Fatos e dados

• Mais de 100 mil pessoas fazem diálise no Brasil.

• Existem 750 unidades de diálise cadastradas no Brasil. Somente na cidade de São Paulo, são 35 unidades.

• Depois dos 40 anos, o indivíduo perde em média 1% ao ano da função renal

• 84% dos pacientes têm o tratamento pago pelo Sistema Único de Saúde

• 16% dos pacientes têm o tratamento pago pelo Sistema de Saúde Suplementar

• Incidência das DRC é maior em pessoas de mais idade

• 31% dos pacientes estão com mais de 65 anos.

• 58% dos pacientes são homens.

• Hipertensão (35%), diabetes (30%) e glomerulopatias (12%) são as principais causas das DRC em adultos.

• 10% da população mundial têm Doença Renal Crônica (DRC)

• DRC afeta pessoas de todas as idades e raças

• Um a cada cinco homens e uma a cada quatro mulheres com idades entre 65 e 74 anos têm DRC

• Metade da população mundial acima de 75 anos tem DRC

• Terapia Renal Substitutiva (TRS) é um tratamento indicado para casos nos quais o rim não efetua mais o papel vital de “filtro do organismo”

• Três formas de TRS são: Hemodiálise, Diálise peritoneal e Transplante renal.

• 70% dos pacientes em diálise descobrem a doença renal tardiamente

• 15% é a taxa de mortalidade de pacientes em diálise

• 1 em cada 6 hipertensos terá doença renal

• Para cada 1 paciente em diálise há entre 20 e 25 pessoas com algum grau de DRC ainda sem sintomas

• Estima-se que há cerca de 1,2 milhão a 1,5 milhão de brasileiros com doença renal crônica

• Em média, cada sessão individual de diálise consome algo entre 300 e 400 litros por paciente.

• Em média, cada paciente realiza três sessões de diálise por semana.

• O tempo de cada sessão e a frequência é definida com o nefrologista e varia de caso a caso.

Fonte: Censo SBN, ABCDT, Ministério da Saúde, IFKF
 


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Não fui eu professora 16

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Não fui eu professora

Lya Luft – Revista Veja EDIÇÃO Nº 2415 – 04 MAR 2015

Fatos espantosos na política, que comanda a economia e o resto neste naufrágio lento e grave que precisa ser detido, nos lembram o menino que, fazendo na sala de aula algo reprovável, diante do olhar severo da professora aponta o dedo para um colega e diz depressa: “Não fui eu, profe, foi ele!”. O primeiro impulso de quem comete um malfeito é esquivar-se da culpa e mentir acusando outros. É preciso caráter e honradez para assumir responsabilidades. Quando isso acontece no segmento público, de governo, sobretudo em altos escalões, é dramático, e envergonha a todos. Merecemos algo mais e melhor, que nos ajude a acreditar nas autoridades que nos governam (ou desgovernam). Pois perdemos essa confiança, o que se compara a uma enfermidade séria ou mutiladora. Como crianças que descobrem que não podem confiar no pai ou na mãe e ficam relegadas ao desalento, ao pessimismo, à confusão. Nestes tempos de aflição e vexames que nos diminuem aos olhos de outros países, mal se compreende que tudo isso tenha acontecido sem que a gente soubesse — às vezes fingíamos não notar ou nem queríamos saber. O que fizeram com bens, empresas, fortunas quase incalculáveis, que pertenciam afinal ao povo brasileiro e serviriam para construir centenas de escolas, creches, postos de saúde, hospitais, casas e estradas? O que fizeram, aliás, com a confiança de tantos? Tarde começamos a enxergar, como adultos capazes de questionamentos sérios, e cobranças mais do que justas. Não aceitamos mais as toscas acusações, disfarces, ocultamentos, fatos e atos para desviar a atenção da dura realidade que só os muitos ingênuos, ou interessados em manter a situação, se negam a ver. É hora de urgentemente mudar, de nos unirmos em nome do direito, da justiça, da honra. Temos entre nós alguém como o juiz Sergio Moro, que, apoiado por homens sérios do Ministério Público Federal, representa homens e mulheres, velhos e jovens de bem atingidos na sua honra pela atitude de governantes, grandes empresários, políticos e até membros do Judiciário que há anos acobertam males que solaparam não só a economia mas a confiança e a honra do país — sombria e real constatação. O impensável cortejo de ignomínias assumiu tal dimensão que muitos admitem — como se isso os desculpasse — que sem suborno, sem roubo e mentira não conseguiriam nem exercer suas funções e seu trabalho (vejam-se pronunciamentos de vários diretores das hoje malvistas empreiteiras). Muitos milhares de inocentes perderão — e já vêm perdendo — o emprego, começando pelos trabalhadores do gigante Petrobras e de centenas de empresas a ele ligadas que vão fechar ou reduzir dramaticamente seu funcionamento. O iludido povo brasileiro pagará essas contas. O que dirão, o que farão o funcionário de escritório eficiente, o operário exausto, o professor mal pago, o médico incansável, a dona de casa aflita, o pai de família revoltado, que com seus impostos sustentaram entidades ineficientes que deveriam prover boa saúde, educação, transportes e outros? Que falha em nosso discernimento nos fez escolher tão mal governantes e representantes? Faltou a base de qualquer nação: educação. Que não deve nivelar por baixo nem facilitar, mas proporcionar a todos a merecida ascensão na sociedade. Alguém bem informado escolhe diferentemente daquele submetido a uma manipulação impiedosa, mantido feito gado impotente longe do progresso que precisa ser distribuído entre todos os brasileiros, até os mais desvalidos — e não haveria mais as multidões de desvalidos que ainda povoam o país. O que eles, os mais pobres entre os pobres, e todos os que têm acesso a alguns bens recebem neste dramático momento não são desculpas nem projetos reais, mas acusações absurdas, posturas toscas, tentativas desastradas de tapar o sol cruel da realidade. Somos as nossas escolhas: talvez se possa escolher diferente, pelo nosso bem e pelo bem deste país, que não deveria estar tão vexado e afastado da posição que pode ter no mundo civilizado.

Delegado – enquanto aguarda demissão por peculato e improbidade administrativa – faz a raspa do tacho na região de Ribeirão Preto 29

Delegado é acusado de desviar cigarros

Carga com 400 caixas de cigarro, avaliada em R$ 240 mil, teria sumido da delegacia de Jardinópolis

Milena Aurea / A Cidade

Delegado Renato Savério Souza Costa, que está à beira de ser demitido da Polícia Civil, é alvo de nova acusação de desvio de carga (foto: Milena Aurea / A Cidade)

A Corregedoria da Polícia Civil de Ribeirão Preto investiga o delegado Renato Savério Souza Costa pelo sumiço de uma carga de 400 caixas de cigarro da delegacia de Jardinópolis.

Além disso, a Corregedoria Geral da instituição já analisa proposta de demissão do delegado sugerida na conclusão de outro processo administrativo em que ele é acusado da prática de outros quatro crimes.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que Renato Savério já está afastado de suas funções operacionais, com arma e distintivo apreendidos.

A carga de cigarros, avaliada pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Ribeirão em R$ 240 mil, foi apreendida no último dia 4 de dezembro, em uma chácara de Jardinópolis.

Na ocasião, uma pessoa foi detida e assumiu a propriedade da carga, que teria vindo do Paraguai. O material foi levado para a delegacia da cidade. A suspeita é de que o delegado tenha desviado a carga. Paulo Piçarro, delegado titular da Corregedoria da região de Ribeirão, preferiu não dar detalhes da investigação. “É um processo sigiloso. Só poderei passar informações depois de tudo esclarecido, para não atrapalhar as investigações”.

Outras acusações
Em ação movida pelo Ministério Público, Renato é acusado de improbidade administrativa, falsidade ideológica, prevaricação e peculato. Ele teria instaurado inquérito para investigar um roubo na empresa Ouro Fino apenas um ano e meio após o ocorrido, quando as investigações do Ministério já estavam em andamento.

Em maio do ano passado, Renato deixou a delegacia de Cravinhos e assumiu a unidade de Jardinópolis, onde ficou até janeiro deste ano.

Ele, que informou ao A Cidade estar atuando como delegado assistente na Seccional de Ribeirão, se defende da acusação. “Eu pedi para incinerar a carga sem autorização judicial e deu esse problema todo”, disse.

Renato entende que não há problemas em sua conduta. “Há duas correntes. Alguns entendem que é preciso autorização judicial para incinerar, eu entendo que não é.”

Delegado responde à acusação do MP

Em ação do Ministério Público, em andamento, o delegado Renato é acusado de não ter investigado como deveria um roubo ocorrido na empresa Ouro Fino, de Cravinhos.

O caso culminou com seu afastamento e proposta  de demissão em processo disciplinar administrativo da Corregedoria da Polícia.

De acordo com a denúncia, somente um ano e meio após o crime e com as investigações do MP em andamento, o delegado teria instaurado inquérito para apurar o caso.

O delegado, segundo o processo, teria deixado de: “identificar o proprietário do veículo abandonado após a fuga dos criminosos, de obter imagens das câmaras, de colher depoimentos das vítimas e testemunhas e de realizar perícia no local.”

Ele também não teria feito reconhecimento fotográfico e das filmagens, não comunicou a subtração de uma arma de fogo do vigia,  não comunicou a apreensão do veículo e demais bens à Justiça.

Segundo o processo, Renato Savério teria desviado o veículo usado no crime. “Tendo ele mesmo retirado o automóvel do pátio do Auto Socorro Anhanguera”, diz trecho da acusação. Renato também se defende. “Sobre isso está tudo certo”.

raspandootacho

Acusado de matar estudante tem prisão temporária decretada pela Justiça 9

Crime no Boqueirão

* Com informações de Egle Cisterna e Eduardo Velozo

O delegado Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior, responsável pela operação de prisão de Jeferson Oliveira da Cruz, suspeito de matar o estudante Matheus Demétrio Soares, em Santos, solicitou neste sábado (8) a prisão temporária do acusado por 30 dias e o juiz Otávio Augusto Teixeira Santos, do plantão judiciário, deferiu o pedido. Hoje, mais uma testemunha reconheceu Jeferson.

Por se tratar de crime hediondo, a prisão temporária pode ser prorrogada por mais 30 dias, mas a expectativa da polícia é de que o inquérito seja concluído antes de terminar esse prazo.

Nesta tarde, outra pessoa reconheceu Jeferson como sendo o autor do disparo que matou o jovem, no dia 3 de fevereiro, próximo a uma universidade, no Boqueirão. Agora, são duas pessoas que confirmam que Jeferson assassinou o rapaz.

N/A
Jeferson apontou para a polícia onde jogou a arma usada na noite do crime
Em depoimento à polícia após ser preso, Jeferson disse que atirou ”sem querer”. No interrogatório, ele declarou que viu uma correntinha no pescoço de Matheus e que, ao tentar arrancar o objeto, o jovem se esquivou e acabou batendo na arma, que disparou. Depois, na versão do acusado, ele pegou um ônibus da linha 155, seguiu até a Rodoviária e, depois, para a Zona Noroeste, onde mora.

Busca pela arma

Durante todo o dia, uma operação especial da polícia foi montada na Rua Doutor Amilcar Mendes Gonçalves, no Boqueirão. Equipes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) trabalhavam em conjunto com a Prefeitura e Sabesp, vasculhando bocas de lobo e poços de visita do trecho que fica entre a Rua Osvaldo Cruz e Avenida Conselheiro Nébias.

O objetivo era encontrar a arma usada por Jeferson, que a teria atirado em um bueiro. Até o final da tarde deste sábado, o revólver não havia sido encontrado pelas equipes que realizavam as buscas.

Projeto determina que viaturas de órgãos de segurança pública sejam blindadas 41

06/03/2015 – 10h18

Arquivo/Gabriela Korossy
Keiko Ota
Keiko Ota ressalta que é dever do Estado proteger os profissionais da área de segurança.

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8146/14, da deputada Keiko Ota (PSB-SP), que determina que todas as viaturas dos órgãos de segurança pública sejam blindadas. Pelo texto, as que já estiverem em operação serão adaptadas para instalação da blindagem balística.

A parlamentar destaca que os integrantes dos órgãos de segurança pública no cumprimento de suas atribuições funcionais estão submetidos a diversos riscos. “O mesmo Estado que dá essas atribuições e faz com que esses profissionais corram o risco de serem mortos ou lesionados é o que tem o dever de protegê-los contra toda sorte de agressões e atentados”, afirma Ota.

Segundo a Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), as partes dos carros que são blindadas são: teto, vidros, colunas, atrás do banco traseiro (porta-objetos), caixas de rodas, portas, proteção entre o painel e o motor, maçanetas, por trás dos espelhos retrovisores e tanque de combustível.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Marcos Rossi

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara Notícias

Apesar dos prejuízos causados pela palhaçada – circo completo – protagonizada pela PM , DIG de Santos prende o verdadeiro assassino de estudante 16

Suspeito de matar estudante soube de preso em seu lugar: ‘Não se importou’

Jeferson Oliveira da Cruz, de 20 anos, confessou crime à polícia.
Estudante Matheus Demérito foi morto no dia 3 de fevereiro, em Santos.

Guilherme LucioDo G1 Santos

Suspeito de matar universitário em fevereiro foi preso em Santos, SP (Foto: Reprodução/Facebook)Suspeito de matar universitário em fevereiro foi
preso em Santos, SP (Foto: Reprodução/Facebook)

O depoimento de Jeferson Oliveira da Cruz, de 20 anos, preso pela Polícia Civil na madrugada deste sábado (7) suspeito de matar o estudante Matheus Demérito Soares, de 19 anos, nas proximidades da universidade onde ele estudava, em Santos, no litoral de São Paulo, foi descrito pelas autoridades como “frio e seco”.

Ele revelou à polícia que não se importou quando soube pela imprensa da prisão de um jovem que teria confessado o crime em vídeo, e que depois foi solto após voltar atrás e dizer que foi forçado a assumir o assassinato. Jeferson afirmou ainda que não tinha a intenção de atirar, e que a arma disparou sem querer. A Justiça já determinou a sua prisão temporária, por 30 dias.

O universitário, que estava no 2º ano do curso de Sistemas da Informação, foi assassinado com um tiro ao lado das dependências da Universidade Santa Cecília (Unisanta), no dia 3 de fevereiro.

Matheus foi baleado na frente da Unisanta (Foto: Arquivo Pessoal)Matheus foi baleado próximo a universidade de
Santos (Foto: Arquivo Pessoal)

O suspeito foi localizado por uma equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), comandada pelo delegado responsável pelo caso, Luiz Ricardo Lara, e o investigador Paulo Carvalhal, por volta das 4h, em uma casa noturna no Centro da cidade. Em depoimento, Jeferson afirmou aos policiais que ficou sabendo de todo o desdobramento do crime por meio da imprensa e das redes sociais, mas não demonstrou reação ao ser questionado sobre o que sentiu ao saber que outra pessoa tinha sido presa em seu lugar.

O suspeito também revelou às autoridades que jogou a roupa que usava no dia do crime – uma camisa branca e uma bermuda vermelha e preta – no lixo, além de ter emprestado o tênis para um desconhecido.

Durante o depoimento, Jeferson deu detalhes sobre a tentativa de assalto e contou como ocorreu o disparo que matou o estudante de 19 anos. O jovem afirmou que iria roubar uma correntinha que a vítima usava e que, na abordagem, Matheus se virou bruscamente, na menção de desferir um soco. Como seu dedo estava no gatilho, a arma disparou. Após o tiro, o rapaz fugiu, jogou a arma dentro de um bueiro, em uma rua próxima, e pegou um ônibus em direção à sua residência.

Suspeito disse que jogou arma dentro de bueiro em Santos, SP (Foto: Guilherme Lucio/G1)Suspeito disse que jogou arma dentro de bueiro em Santos, SP (Foto: Guilherme Lucio/G1)

Equipes da DIG, com o auxílio da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e da instituição Progresso e Desenvolvimento de Santos (Prodesan), fizeram buscas em galerias e bueiros próximos ao local indicado por Jeferson, mas não conseguiram localizar o armamento. De acordo com a Polícia Civil, as buscas devem ser retomadas na segunda (9) ou terça-feira (10).

A Justiça expediu a prisão temporária de 30 dias do suspeito por homicído qualificado. No entanto, segundo o delegado Luis Ricardo Lara, por conta da confissão do indiciado, a ação configura um crime de latrocínio – roubo seguido de morte.

A polícia já havia divulgado um retrato falado do criminoso, elaborado por um especialista do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) da capital paulista, com as principais características apontadas por testemunhas que estavam em frente a um bar, na Rua Oswaldo Cruz, no bairro Boqueirão, quando o jovem recebeu um tiro nas costas.

Polícia fez buscas para encontrar arma que teria sido jogada em bueiro de Santos, SP (Foto: Guilherme Lucio/G1)
Polícia fez buscas para encontrar arma que teria sido jogada em bueiro de Santos (Foto: Guilherme Lucio/G1)