De viado para viado 37

Haddad não deve usar causa LGBT para lustrar imagem de ‘descolado’

Como líder do maior partido de oposição na Câmara Municipal, devo manter atuação vigilante e crítica ao prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. É essa a missão que me foi conferida pelas urnas. Mas isso não impede que eu comente suas eventuais boas iniciativas. Que são raras, infelizmente.

Uma delas foi anunciada nesses dias: a criação do Transcidadania, programa que irá dar uma bolsa de R$ 840 a travestis e transexuais que se proponham a cursar o Pronatec. É uma boa iniciativa.

Minha atividade política sempre foi pautada pelo respeito à diversidade e pelo combate a todo tipo de preconceito. No caso do segmento LGBT, implantei ações relevantes quando trabalhei no Município e no Estado de São Paulo.

Quando estive no comando da subprefeitura da Sé, em 2005 e 2006, garanti o espaço do Boulevard São João para as ações de geração de emprego e renda que a Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual (Cads) fazia junto à população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais em vulnerabilidade.

O espaço do Boulevard acolheu feiras, exposições de arte e artesanato e eventos culturais que fortaleceram a identidade LGBT.

Já como secretário municipal das Subprefeituras (2005 a 2009), auxiliei a Secretaria Municipal de Participação e Parceria em uma série de projetos pró-cidadania LGBT, em todas as regiões da cidade. O que antes de minha gestão se restringia ao centro expandido, se espalhou pelos bairros dos quatro cantos de São Paulo.

Aliás, vale lembrar que o Transcidadania nada mais é que um novo nome para POT (Programa Operação Trabalho), instituído pela prefeitura durante o governo de que participei, na gestão Serra-Kassab, quando essa parcela já recebia bolsas para complementação dos estudos e também para estágio em espaços formais de emprego.

testemunho

Circo completo da PM – Policiais militares com o caralho na boca interrogam suspeito 84

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Policiais militares interrogam bandido preso

Publicado em 11 de fev de 2015
Policiais militares interrogam bandido preso
Suspeito de ter matado universitário no Boqueirão, em Santos (SP)
Divulgação/Polícia Militar

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Os cara ( lho ) nem sequer se envergonham das merdas que falam e fazem.
Conclusão: palavra de PM não merece credibilidade!