Percival de Souza – O CASO DA DELEGADA “ACUSADA” DE COMBATER O TRÁFICO DE DROGAS 35

O CASO DA DELEGADA “ACUSADA” DE COMBATER O TRÁFICO DE DROGAS

elainebiasol
O cenário é deprimente, humana e socialmente: um quadrilátero gigantesco tomado por zumbis, seres que vagueiam em busca de pedras no caminho, não as de Drumond, mas a de crack, a devastadora cocaína em forma sintética, produzida sem insumos químicos, mais barata e nefasta, consumida em cachimbos, com seus efeitos devastadores. Ali impera…, entre outras leis, ou ausência de leis e eufemismos, um dogma: oferta e procura. Ou seja: alguém compra, alguém vende. É o consumo. É o tráfico. Lei de mercado. Um não vive sem o outro. Elo umbilical.
A Polícia Civil possui um departamento cuja atividade-fim é o combate ao tráfico. Chama-se Denarc. A diretora, Elaine Biasoli, determinou uma operação na área, com acompanhamento da Corregedoria da Polícia e atendendo a uma solicitação operacional do Ministério Público no Fórum Criminal da Barra Funda. Recepção aos policiais: pedradas e pauladas. Reação e prisão de traficantes. Contraponto inusitado do alcaide paulistano: protestar contra a operação feita sem que a Prefeitura tivesse sido avisada com antecedência (!). Secretário de Segurança Pública e governador do Estado apoiaram a delegada. Mesmo assim, em ano de politicagem eleitoral aguda, onde fatos pouco interessam, a diretora do Denarc, acompanhada pela advogada Tania Lis Nogueira, precisou explicar-se no Parquet, no caso divisível, em busca de uma insondável e enigmática “improbidade administrativa” em inquérito civil. A esfinge de Édipo, versão contemporânea: se a delegada não age, prevarica. Se age, é acusada de fazer o que não deveria. Decifra-me, ou te devoro.Traficantes aplaudem a oficialização do degradante e repugnante território livre. Expostos cartesianamente os fatos em matéria na televisão, coube a um comentarista fazer a observação pertinente com indagação que ninguém conseguiu legalmente responder: “Ué, desde quando a Polícia precisa dar aviso prévio para prender traficante?” Estava resumida a opereta-bufa.
( Percival de Souza para o Tribuna do Direito)


 

Um Comentário

  1. a resposta é simples:

    o perfeito rudolf hassdad mensaleiro iniciante precisa saber se vão prender seus financiadores ! ! !

    se vai ter prejuízo ! ! ! e contabilizar . . . só isto . . .

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  2. O Brasil vive um romance eterno de anomia (ausência de leis)! A todo momento aparece alguém, como notória má-fé ou extrema burrice, ligada a ideia de que o Estado é culpado de tudo e que qualquer intervenção no suposto exercício da liberdade sem freios em noias, presidenciáveis ou qualquer outra espécie humana que vive às custas do trabalho alheio não contribuindo em nada pra uma sociedade melhor, é algo intolerável. O que se vê é uma famigerada proliferação de ideias únicas e salvadoras. Nada pode ser além dos sentidos (o que se vê, sente-se ou enxerga-se). Não contribui para sociedade dane-se, mas quando se volta contra deve ser expurgado. O pensamento diverso é incompreensível ou carregada de uma ideologia do caos que conduzirá para lugares ainda piores!

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  3. A questão nem é se foi o hadad, alckmin, anastasia, terso genro, aécio e outros tantos, a questão é a porra da guerra política, de criticar o que o outro fez acima de tudo independente do benefício ou malefício causado, o sistema político no brasil está podre.

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  4. Algumas frases relacionadas a jornalistas que cobre fatos policiais:-

    1º Quem sabe, muitas vezes não diz, e quem diz muitas vezes não sabe……..

    2º Atualmente as vezes a única coisa verdadeira num jornal é a data…………..

    3º Jornalismo é publicar aquilo que alguém (GOVERNO) não quer que se publique. Todo o resto é publicidade………….

    4º Quando se descobriu que a informação era um negócio, a verdade deixou de ser importante……………

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  5. POBRE POLÍCIA CIVIL!

    REGIDA PELA POLÍTICA, À VONTADE DOS GOVERNANTES,
    COM DIRETORES SUBMISSOS, FRACOS E INOPERANTES!
    QUANDO UMA MULHER DO SEU CALIBRE,
    VEM E MOSTRA POR QUÊ FOI EMPOSSADA,
    DESEMPENHA COM MAESTRIA, MAS, NA CORREGEDORIA, ACABA SINDICADA!
    MAIS MACHO QUE MUITO MACHO, DEFENDEU SEUS COMANDADOS!
    MAS, AOS OLHOS DOS SAFADOS, DEIXOU HOMENS IRRITADOS…
    O PREFEITO PROPAGANDISTA, QUERIA TER SIDO AVISADO.
    E ELA DISSE: DESDE QUANDO, TEMOS CONTRATO ASSINADO?
    ONDE HOUVER TRÁFICO DE DROGAS, O DENARC VAI ATUAR!
    E NÃO SEI ONDE ESTÁ ESCRITO? QUE EU DEVO AVISAR!
    MAS, A POLÍCIA DE HOMENS FROUXOS, QUE SE ESCONDEM ATRÁS DO ARMÁRIO
    DESDE O DE SEU CARGO MAIS ALTO, ATÉ MESMO O SECRETÁRIO,
    VÊM A PÚBLICO APOIANDO A ATITUDE DA DELEGADA,
    MAS, DEPOIS POR BAIXO DOS PANOS, OUVEM-NA EM “ASSENTADA”!
    E AINDA TEM O “GELO” QUE SOFRE O DEPARTAMENTO,
    QUE POR BOM ALVITRE E ZELO, FICARÁ NO ESQUECIMENTO.
    É UM ANO POLÍTICO, E TUDO TEM QUE SER “BEM FEITO”,
    PARA NÃO GERAR DESAVENÇAS ENTRE O GOVERNO E O PREFEITO!
    O PREFEITO COM O ESTELIONATO DE RECUPERAR VICIADOS,
    E O GOVERNO QUE NÃO QUER, INTERESSES CONTRARIADOS.
    UM CULPA O OUTRO POR ALGO, MAS, ACABAM SE ACERTANDO
    E NO FIM SOBRA A “MADEIRA” PARA QUEM ESTÁ TRABALHANDO!
    PARA NÓS POLICIAIS QUE CONHECEMOS A DELEGADA,
    ESSE FATO SÓ FARÁ QUE SEJA MAIS ADMIRADA.
    MUITO EMBORA POR QUEM DEVESSE, TÊ-LA MANTIDO INTOCADA,
    POR OMISSÃO E FRAQUEZA, DEIXARAM-NA ABANDONADA,
    POR SEUS PARES E SUBORDINADOS, SERÁ SEMPRE BEM LEMBRADA!
    A NOSSA POLÍCIA CARECE DE PESSOAS ASSIM DE BEM,
    QUE TEM MUITO MAIS “CULHÃO” QUE MUITOS HOMENS NÃO TÊM!
    POBRE POLÍCIA CIVIL!

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  6. E tem policial querendo o PT no governo do estado. Acordem moçada! Se não está bom com o PSDB, com o PT a tendência é piorar. Além de continuarmos ganhando mal, seremos impedidos de trabalhar.

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  7. plantão monstro boa tarde . . .

    anomia de Émile Durkheim . . . isto explica . . .

    leia isto e veja do que um istadu kriminosu é capaz . . .

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  8. Prestei serviços 10(dez) anos no DENARC.
    Presenciei muitos flagrantes de indigentes, psicopatas, até sem documentos.
    Até mulheres grávidas, abrigadas embaixo de viadutos eram autuadas, as quais quando interrogadas a respeito das pedrinhas apreendidas informavam que desconheciam aquelas substâncias.
    O peixe grande, os Chefes, dificilmente eram autuados. E assim, a CRACOLÃNDIA, que NÃO EXISTIA antes da década de 90, foi crescendo cotidianamente a ponto de ficar sem controle.
    As operações fantasiosas, aconteciam e ainda acontecem há uns dois quarterões da sede da Polícia Civil do Estado de São Paulo.
    Ao que tudo indica, para dar uma resposta à sociedade local em razão do alto consumo de drogas na região da CRACOLÂNDIA
    Mas, até hoje nunca aconteceu o plano de recuperação dos dependentes químicos, como a Operação Braços implementada pela Prefeitura do Município de São Paulo, que está dando certo.
    É um programa que deve ser respeitado por todas instituições públicas, privadas e por todos seguimentos da sociedade civil.
    Desta forma, as operações policiais devem ser feitas em sintonia com o Programa Braços Abertos.
    Caso contrário é de se interpretar que está havendo um boicote às medidas salutares do citado programa.
    Portanto, o DENARC deveria e deve avisar a Prefeitura responsável pelo programa, para em conjunto, SOMANDO FORÇAS, LUTAREM PARA ENFRENTAR A QUESTÃO DA CRACOLÃNDIA.

    Atenção: divulgo minhas opiniões sem máscara e sem pseudônimo.

    João Xavier Fernandes.

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  9. Caro João Xavier, grande ou pequeno , rico ou pobre, homem ou mulher traficante e bandido, ademais a discussão não e sobre o trabalho da Prefeitura e sim que a Policia não tem que comunicar a quem que que seja sobre suas operações .Essa semana ocorreu um entrevero entre a GCM que não tem Poder de Policia e viciados e o Ministério Publico quedou-se inerte e silente , a GCM comunicou ao Governador ou a Diretora do DENARC que iria fazer uma operação no local , portanto esta existindo boicote da Prefeitura a si própria .

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  10. Quem já trabalhou com a Dra. Elaine sabe o quanto esta delegada é posicionada para o bem, da sociedade e dos policiais que chefia. Eu tive a oportunidade de trabalhar numa Seccional chefiada por ela e só a agradecer por tudo que aprendi.

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  11. Não conheço essa operação braços pq não sou da Capital. Acredito que os viciados que aderiram a essa política não mais frequentam a Cracolândia pois, se ainda lá estiverem a consumir pedras o programa não teve nenhum sucesso. Partindo do pressuposto que os que aderiram não mais lá estão indo, os que ficaram estão em meio aos traficantes e a ação da polícia é legítima pois o foco é o traficante. A polícia, acredito, não fez nenhuma operação para prender viciados que aderiram ao programa.

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  12. Avatar de ESTA PUTARIA DO INFELIZ ESCREVER UM COMENTÁRIO E SAIR COLANDO ALEATÓRIAMENTE, JÁ PASSOU DA HORA DE EXAURIR, SEJA CAPAZ, ESCREVA UM TEXTO PERTINENTE AO COMENTARIO, NÃO ENCHA O SACO DE TODOS COM A MESMA COISA O TEMPO INTEIRO.. ESTA PUTARIA DO INFELIZ ESCREVER UM COMENTÁRIO E SAIR COLANDO ALEATÓRIAMENTE, JÁ PASSOU DA HORA DE EXAURIR, SEJA CAPAZ, ESCREVA UM TEXTO PERTINENTE AO COMENTARIO, NÃO ENCHA O SACO DE TODOS COM A MESMA COISA O TEMPO INTEIRO.. disse:

    Senhor Aparecido

    Em ano de sufrágio, as coisas não são razoáveis e nem tão pouco lógicas.

    C.A.

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  13. onde se encontra em LEI comunicar Prefeito de prisões ou investigações a serem realizadas , acredito que talvez quem sabe o prefeito sentiu-se ameaçado de prisão não há outra razão ou então apoia conduta de traficantes.
    Quem patrocina o trafico em SP será que bancam campanha de alguém . Esquisito nem os direitos humanos reclamaram da operação .

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  14. José Antônio da Silva!

    Nem um nem outro.
    São duas facções criminosas inimigas dos policiais.
    Devemos buscar outra alternativa, senão estamos fu…

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  15. Bom Dia!

    Senhoras e Senhores.

    Não sou puxa saco e, HUMILDEMENTE FALANDO, não tenho e nunca tive a pretensão de encher a bola de qualquer que fosse a Autoridade Policial, muito menos da digníssima Autoridade Policial em questão, pois nada disto ela definitivamente precisa, mas verdade seja dita:

    Se hoje ela esta como Diretora do Denarc é porque ela realmente merece, pois pelo que se nota, desde o seu nascimento muito embora ela nunca tenha possuído, ainda assim, faz por merecer o que muitos homens no fundo não honram o que carregam, digo mais, tenho certeza que este Departamento por ser deveras complicado, muitos por questões políticas e até funcionais recusaram a assumi-lo e devido a isto, coube a ela dirigir, talvez não por obrigação mais sim por competência.

    Aos demais insatisfeitos, neste triste momento, somente cabem a devida dor de cotovelo.

    Doutora Elaine, meus devidos cumprimentos.

    Caronte.

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  16. Mutley, faça alguma coisa.
    Você não deve ser policial, nestes 20 anos de PSDB quantos policiais honestos morreram por causa dos aliados do PCC e quantos outros não foram expulsos e o nosso salário que só tivemos aumento quando da saída daquele que também era aliado do covas quando estavam no mesmo partido o Sr° Fleury o PT não é a solução mas não podemos manter este partido no governo CHEGA no 2° turno PT e PSDB espero que vote no PT no governo federal tira o PT tem que ter alteração no governo, a não ser que esteja tudo uma maravilha, é isso.

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  17. Que traficante ????????

    Estão se referindo aos “aviõezinhos”……………

    Quem abastece os aviõezinhos, são as “mulas”…………..

    E as mulas são abastecidas pelo traficante da área…………..

    CADÊ O TRAFICANTE ??????????????????

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  18. Ajuda ai Doutor Guerra anuncie a reunião do SINDPESP

    O Sindicato dos Delegados está convocando todos os Delegados sindicalizados ou não para deflagração da GREVE.

    Vamos lá Doutora Marilda a hora é agora.

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  19. ALGUÉM TEM ALGUMA INFORMAÇÃO REFERENTE A REESTRUTURAÇÃO E O DISSÍDIO COLETIVO? EU DISSE INFORMAÇÃO E NÃO CONTRA-INFORMAÇÃO, MUITO MENOS TITITITI DA RÁDIO PEÃO DOS TUCANALHAS !
    HOJE JÁ É DIA 14 DE MARÇO E A DATA BASE DA POLÍCIA É DIA 30 DE MARÇO DE 2014, PARECE QUE O GOVERNADOR NÃO ESTA SE MEXENDO E SE DEIXAR ELE A VONTADE O DISSÍDIO SÓ SAI DEPOIS DAS ELEIÇÕES! PRECISAMOS APERTAR O GOVERNO, ELE ESTA FAZENDO POLITICAGEM NAS CIDADES DO INTERIOR !!

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  20. À ESPERA DA VERDADE
    Golpe de 64: saiba como o Ipês desestabilizava o governo JangoFinanciado por grandes empresários brasileiros, o Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais fez lobby no Congresso para cooptar parlamentares e barrar projetos do governo, deixando João Goulart isoladoFelipe Amorim e Rodolfo Machado – 14/03/2014 – 09h00

    Clique aqui para ler todas as matérias do especial “À Espera da Verdade”

    Conhecido por influenciar a opinião pública brasileira antes do golpe de 1964, o Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais, ou Ipês, fundado em 1961 por altos empresários brasileiros, fez muito mais do que imprimir panfletos, editar livros e veicular propaganda para desestabilizar o governo de esquerda do presidente João Goulart. A ação foi bem mais direta do que se pode imaginar: entre 1961 e 1964, período de alta instabilidade política no Brasil, o Ipês atuou energicamente em Brasília, dentro do Congresso Nacional. Trabalhava como emissário ipesiano um poderoso banqueiro carioca responsável por operacionalizar no coração do Poder Legislativo o pesado lobby do instituto, cujo financiamento era sustentado por doações de grandes empresas brasileiras e multinacionais aqui instaladas. Sua função era clara: coordenar uma rede suprapartidária de parlamentares arregimentados pelo Ipês para barrar os projetos do governo no Congresso. Dessa forma, Jango se veria cada vez mais isolado na cena política nacional, criando um clima de instabilidade que o levaria a radicalizar o discurso e a ação.

    O braço do Ipês no Congresso Nacional se chamava GAP (Grupo de Assessoria Parlamentar). Conforme identificam historiadores que se debruçaram sobre o período, com especial atenção para o caráter civil-empresarial do movimento golpista, o GAP — ou “Escritório de Brasília”, como a diretoria ipesiana, preocupada com a discrição, recomendava que fosse chamado — desempenhava a coordenação política da campanha anti-Jango. Sua liderança era exercida por meio da ADP (Ação Democrática Parlamentar), uma frente suprapartidária constituída basicamente de deputados da UDN (União Democrática Nacional), de direita, e do PSD (Partido Social Democrático), de centro-direita. A atuação dessas instituições, capitaneadas pelo Ipês, foi marcante no Congresso Nacional. O próprio líder ipesiano do Escritório de Brasília reconhecia que a ADP “era o braço principal” do Ipês, responsável por fazer “bastante lobby” entre os parlamentares.

    Leia também: Elite econômica que deu golpe no Brasil tinha braços internacionais, diz historiadora

    CPDOC/FGV

    Objetivo do Ipês no Congresso era barrar projetos do governo e deixar João Goulart (foto) cada vez mais isolado

    Leia também: Revista Fortune revela já em 64 elo entre empresários de SP e embaixada dos EUA no golpe

    O historiador da Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos) Hernán Ramiro Ramírez classifica como “vital” a atuação ipesiana do GAP na desestabilização do governo Jango. Em sua tese de doutorado (“Os institutos econômicos de organizações empresariais e sua relação com o Estado em perspectiva comparada: Argentina e Brasil, 1961-1966”), Ramírez analisa com profundidade a atuação do Ipês no Brasil. Outro que vê no GAP papel relevante no processo de deposição de Goulart é o historiador e cientista político uruguaio René Armand Dreifuss. Em seu livro 1964: A conquista do Estado, atesta:

    O Ipês, através da ADP, forçava a um “beco sem saída parlamentar”, bem como a um “ponto morto” executivo, que só poderia ser solucionado pelo poder “moderador” das intensamente aliciadas Forças Armadas.

    Leia abaixo mais sobre esta atuação extraoficial do Ipês — Instituto fundado, no papel, para defender a “democracia”, a livre iniciativa e a economia de mercado. Saiba quais foram suas principais estratégias, os nomes de maior relevância e como efetivamente se deu a prática do Escritório de Brasília ipesiano nos corredores do Poder Legislativo:

    Ministros da Justiça e da CGU vão à Câmara para falar sobre denúncias
    Juristas de Exceção: Homem-forte dos anos de chumbo, Buzaid preparou “livro da verdade” para negar torturas
    Resolução da ‘Ficha Limpa’ é cumprida por 97% dos tribunais brasileiros
    Elite econômica que deu golpe no Brasil tinha braços internacionais, diz historiadora
    1.) COMO FUNCIONAVA

    A ideia, conforme explica Miguel Lins, líder ipesiano citado por Dreifuss, era “aconselhar o Congresso, estar dentro dele, ter um homem do Ipês dentro dele”. Enquanto os outros grupos especializados do Ipês discutiam a conjuntura política do Brasil, unindo figuras militares e empresariais, o GAP utilizava toda essa gama de informações produzidas e coletadas para antecipar manobras no Legislativo e fazer prevalecer os interesses do Ipês. Assim, por meio da ADP — que tinha pouco mais de 150 dos 409 deputados da Câmara em outubro de 1961 —, o Escritório de Brasília conseguia alterar projetos enviados ao Congresso pelo Executivo e fazer aprovar os que o Instituto patrocinava. Faziam parte da estrutura do GAP um escritório político e assessores formais. Seus recursos vinham tanto da sede do Instituto no Rio de Janeiro quanto da de São Paulo.

    Leia: Juristas de Exceção: Homem-forte dos anos de chumbo, Buzaid preparou “livro da verdade” para negar torturas

    Arquivo da Câmara dos Deputados

    “Ter um homem do Ipês dentro do Congresso”: munido de informações, Instituto fazia prevalecer seus interesses no Legislativo

    2) ELES SABIAM QUE ERA ILÍCITO?

    O historiador Hernán Ramírez afirma, em sua tese, que não faltam documentos indicando as inúmeras tentativas de manter essas incursões do Ipês na cena política “no maior sigilo possível”. Por esse motivo — discrição —, uma carta da diretoria do Ipês de dezembro de 1962 ditava a seus membros as diretrizes: “Toda menção ao GAP deve ser suprimida. Talvez deva-se falar em termos de Escritório de Brasília, sem mais explicações”.

    Este cuidado por parte do Ipês indica que suas lideranças estavam cientes de que essa relação direta do Instituto com a classe política era, no mínimo, mal vista — para não dizer ilegal. Não se sabe ao certo de que maneira o Ipês, por meio do GAP, assegurava a lealdade dos parlamentares arregimentados pela ADP, mas Ramírez escreve que o Instituto “patrocinava e até certo ponto controlava” os deputados da ADP.

    Leia também: AI-5 já era debatido cinco meses antes, opondo Costa e Silva e o futuro presidente Médici

    3.) QUEM ATUAVA

    O homem forte do Ipês em Brasília era o banqueiro Jorge Oscar de Mello Flores. Além de ipesiano graúdo e diretor da Sul-América Seguros, o banqueiro do Chase Manhattan Bank foi nome de relevância no setor de seguros privados do Brasil. Ajudou a fundar na década de 1940 a FGV (Fundação Getúlio Vargas) e, mais tarde, a Consultec (Companhia Sul-Americana de Administração e Estudos Técnicos), firma idealizada por Roberto Campos que emitia pareceres sobre solicitações de empréstimos de empresas estrangeiras perante o BNDE. No GAP, Mello Flores era assessorado pelo escritor Rubem Fonseca. Como o próprio Mello Flores relata, seus principais contatos no parlamento eram os deputados João Mendes (UDN-BA), presidente da ADP; Herbert Levy (UDN-SP), presidente da UDN; Amaral Peixoto (PSD-RJ) e Antônio Carlos Magalhães (UDN-BA), um “baiano que ajudava muito”, nas palavras dele.

    Também em Brasília, quem atuava em função semelhante — porém mais aberta — no Legislativo era o integralista Ivan Hasslocher, que chefiava o Ibad (Instituto Brasileiro de Ação Democrática). Hasslocher manejou vultosos fundos na campanha eleitoral de 1962, promovendo os candidatos da ala conservadora junto a rádios, jornais, revistas e emissoras de TV por todo o país. A relação entre Ipês e Ibad era bem próxima; as instituições compartilhavam ideais, objetivos e métodos de ação. O pleito de 1962 foi o momento de convívio mais intenso entre os institutos; o Ibad, porém, teve atuação mais descarada do que o Ipês, cuja diretoria era bem mais preocupada com a discrição das ações.

    CPDOC/FGV

    O homem do Ipês no Congresso era o banqueiro Jorge Oscar de Mello Flores II (esq.), chefe do “Escritório de Brasília”

    4.) EM TERMOS PRÁTICOS, O QUE FIZERAM?

    Toda a pressão e os esforços ipesianos no Congresso Nacional tiveram alguns resultados concretos — seriam os chamados “atos de ofícios”? — impactando no cenário político pré-64.

    Veto a San Tiago Dantas
    No dia 28 de junho de 1962, 174 deputados federais votaram para barrar a nomeação do então chanceler San Tiago Dantas ao cargo de primeiro-ministro, após a saída do pessedista Tancredo Neves. Desde a renúncia do presidente Jânio Quadros, em agosto do ano anterior, as forças políticas legalistas costuraram um acordo instituindo o parlamentarismo no Brasil, o que diminuía os poderes da presidência, mas assegurava a posse do vice, João Goulart. Quando Tancredo Neves renunciou, em maio de 1962, San Tiago Dantas era o nome natural à sucessão.

    A partir daí, conforme relata Hernán Ramírez, o ipesiano Jorge Oscar de Mello Flores deu início a uma forte campanha no Congresso contra o líder do PTB. Acontece que Dantas representava a ala mais moderada dentro da legenda trabalhista — opondo-se à ala esquerdista capitaneada por Leonel Brizola. Dessa maneira, San Tiago Dantas era um nome bem recebido tanto pela centro-esquerda, quando por certa parcela do empresariado. Como escreveu o historiador Ramírez:

    Esse político representava a última possibilidade de formação de um governo consensual liderado pela burguesia e sua rejeição representou, de fato, a rejeição pelas classes dominantes de uma composição com o trabalhismo.

    É importante notar, contudo, que os esforços do Ipês não foram a única causa da derrota de San Tiago. O próprio Jango não esteve lá muito empenhado na campanha de seu correligionário. O que ele queria era a antecipação do plebiscito que restituísse seus plenos poderes presidenciais, acabando com o parlamentarismo — o que de fato aconteceria em janeiro de 1963.

    Reformas de Base
    As chamadas “Reformas de Base” eram a principal bandeira política de João Goulart. Sob esse guarda-chuva estavam profundas mudanças nos sistemas bancário, fiscal, urbano, administrativo, agrário e universitário; todas com o objetivo de produzir avanços sociais e reduzir a desigualdade no país. O Ipês, representante das forças conservadoras, era firmemente contrário a essas mudanças, dando início a uma forte campanha para frear o avanço da proposta janguista.

    Se João Goulart tinha um plano de governo, o Ipês também possuía o seu próprio. E fez de tudo para impô-lo sobre o governo: o Instituto dividiu-se em comissões, setorizou as áreas temáticas, realizou grandes seminários, encomendou estudos e publicou incontáveis artigos em jornais para mobilizar a opinião pública. E também contra-atacou com o Escritório de Brasília: “por volta de março de 1963, o Ipês havia submetido à análise do Congresso 24 projetos de lei” sobre o tema, conforme escreve Hernán Ramírez.

    Na ocasião, uma carta (disponível no livro de Dreifuss) do chefe do GAP, Jorge Oscar de Mello Flores, ao líder ipesiano Glycon de Paiva evidencia os esforços do grupo no Legislativo:

    Se for reforçada a organização em Brasília, poderei ativar a elaboração dos projetos de lei consubstanciando as reformas de base. (…) As vantagens [de agir assim] são: fazer passar à defensiva os esquerdistas, petebistas e demagogos, reduzindo suas possibilidades de engendrarem e apresentarem projetos contra o País.

    Eleições de outubro de 1962
    Em outubro de 1962, foram realizadas no Brasil as últimas eleições democráticas antes do golpe que instaurou a ditadura civil-militar. O pleito pôs em jogo no país a totalidade das 409 cadeiras da Câmara dos Deputados, e mais dois terços do Senado Federal, 11 governos e inúmeros deputados estaduais, prefeitos e vereadores. Conforme aponta Hernán Ramírez, a rede composta por Ipês/Ibad apoiou 250 candidatos a deputado federal, 600 parlamentares estaduais e oito concorrentes a governos estaduais (sobretudo em Pernambuco, onde era grande o empenho para derrotar Miguel Arraes). Como aponta Hernán Ramírez:

    Em troca de favores, os candidatos eram declaradamente compelidos a assinar um compromisso ideológico através do qual eles prometiam sua lealdade ao Ibad acima da lealdade a seu partido e que os comprometia a lutar contra o comunismo e defender o investimento estrangeiro; assim como ligar-se à ADP.

    A ação mais ostensiva de campanha política era feita por Ivan Hasslocher no Ibad, utilizando-se de altas somas de dinheiro vindo de doações empresariais e estrangeiras, como o próprio embaixador norte-americano Lincoln Gordon confirmaria posteriormente, em entrevista de 1977 à revista Veja: “Havia um teto por candidato. O dinheiro era para comprar tempo no rádio, imprimir cartazes. E você pode estar certo de que eram recebidos muito mais pedidos do que podíamos atender”.

    Embora tenha negado em depoimento concedido ao CPDOC/FGV na década de 1990, Jorge Oscar de Mello Flores foi incumbido pelo Ipês de atuar nas eleições. Em atas de reuniões do instituto, o banqueiro aparece compartilhando com colegas ipesianos seu temor pela sua exposição pública. Ele acreditava que talvez tivesse que se desligar do Ipês para preservar sua discrição, razão pela qual disse que precisava de uma sala para atuar fora do espaço físico do Congresso Nacional.

    CPDOC/FGV

    Jango, no centro, cercado de correligionários do PTB: eleições de 1962 aumentou presença do partido na Câmara

    Ponderando as candidaturas das diversas regiões do país no pleito de outubro de 1962, Mello Flores fixou como uma “média sensata” a quantia de 15 milhões de cruzeiros “per capita” (mais de R$ 50 mil, em valores atualizados).

    Embora não tivessem sido poucos os esforços de toda a rede empresarial do Ipês/Ibad para financiar as campanhas, o resultado do pleito de outubro ficou bem abaixo do esperado — o que teria, segundo Ramírez, aproximado as forças conservadoras das alternativas políticas mais “antidemocráticas”, dando início à conspiração. Conforme aponta a pesquisadora Dulce Pandolfi, em breve artigo para o site do CPDOC/FGV, o pleito de 1962 modificaria profundamente a correlação de forças no Congresso:

    O PSD manteve a sua tradicional posição de maior partido, porém o PTB, o partido do presidente, foi o mais votado e passou a ocupar o segundo lugar, suplantando a UDN. Se antes havia uma polarização entre o PSD e a UDN, depois de 1962 ocorreu uma redefinição das alianças e uma maior fragmentação do sistema partidário. Para barrar as reformas, sobretudo a agrária, setores importantes do PSD, por exemplo, alinharam-se à UDN.

    Conforme explica Ramírez, a quantia gasta por essa rede civil-empresarial foi tamanha — cifra que, para ele, pode ter beirado os US$ 20 milhões — que “levantou suspeita geral quanto à nacionalidade e aos objetivos políticos dessas contribuições”. No ano seguinte, seria criada no Congresso uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar as origens desse montante de doações insuspeitas.

    Reprodução/Livro Sigla da corrupção, de Eloy Dutra (1963)

    Na contracapa do livro de Eloy Dutra sobre o Ibad, uma foto de Hasslocher com a legenda: “Guardem bem esta cara. Manipula bilhões
    para corromper o processo democrático e transformar o Brasil num quintal dos seus misteriosos patrões.”

    5.) AS AUTORIDADES NÃO DETECTARAM AS ATIVIDADES?

    A partir do momento em que parte do Congresso começou a se movimentar para instaurar a CPI e investigar as doações da campanha eleitoral, foram feitas inúmeras reuniões de emergência na cúpula do complexo Ipês-Ibad com o objetivo de coordenar a estratégia jurídica de defesa dos envolvidos. Ao final da CPI, apenas o Ibad seria considerado culpado de corrupção política; seu advogado, Dario de Almeida Magalhães, era integrante do Ipês.

    Em setembro de 1963, resultado das investigações parlamentares, o governo de Goulart determinaria a dissolução do Ibad, comprovando seu envolvimento ilegal nas eleições da Câmara. O líder do Ibad, Ivan Hasslocher, deixou o Brasil e passou a viver em Genebra. Quanto ao Ipês, porém, a CPI fracassou em estabelecer suas ligações com o Ibad, impossibilitada de quebrar o sigilo bancário de João Batista Leopoldo Figueiredo, presidente do Ipês. Primo-irmão do último presidente do ciclo militar, Figueiredo também era presidente do Banco Itaú, da Scania Wabis e de uma companhia de navegação. Perante a CPI, afirmou que “o Ipês nunca se envolvera em política partidária ou contribuíra para campanhas eleitorais”.

    O fracasso da CPI, segundo Dreifuss, se deu “por três motivos: por fontes financeiras comuns, pela participação de um mesmo membro nas duas organizações ou mesmo por ação conjunta”. O relator da CPI, Pedro Aleixo, que viria a ser o vice-presidente do governo Costa e Silva (1967-1969), embora afirmasse em relatório final que “não foram encontrados vestígios da participação do Ipês no pleito”, era supostamente articulado com a rede Ibad. Porém, conforme pesquisa do historiador uruguaio, “o próprio Hasslocher era membro do Ipês”. Suas ligações eram tão fortes que levaram Mello Flores a comentar que “o Ipês havia meramente se aglutinado ao Ibad”. Dessa forma, conclui Dreifuss, “o Ipês, é bem claro, levava uma vida dupla, tanto política quanto financeiramente”.

    (*) Informações retiradas de Hernán Ramiro Ramírez, René Armand Dreifuss (‘1964: A conquista do Estado’), depoimento de Jorge Oscar de Mello Flores ao CPDOC/FGV em 1996/1997, Dulce Pandolfi, Gabriel da Fonseca Onofre, Osny Duarte Pereira (‘Quem faz as leis no Brasil?’) e outras fontes referenciadas.

    HOJE É O PCC QUE ESTA POR TRÁS DE TODAS ARMAÇÕES !

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  21. Quando disseram que iriam acabar com o Denarc, na minha ingênua visão achei que iam extinguir o departamento, fechar aportas e distribuir os funcionários, outros diziam isso nunca ia acontecer pois era o departamento de combate as drogas de uma das maiores cidades consumidoras de drogas do mundo – ia pegar mal, mas conseguiram fazer as duas coisas: acabaram com o denarc sem fechar as portas. Só se prende noia, uma vergonha, perdeu até o sentido chamar de especializada.

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  22. Conheço a Dra. ELaine, E séria, e mais que isso nao deixa nenhum policia na mao. Tem razao, ela segura a bronca…… Abraços e muita sorte…..

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  23. sindicatos das arábias kkkkkk polícia civil paulista tem sindicatos? onde ? kkkkkkk só pra receber mensalidades e a tal contribuição anual kkkkkk pelegada, são mais comediantes que comediantes kkkkkkk

    Todos Policiais Civis do Estado mais rico do Brasil , podem sonhar com um sindicato de verdade, não paga imposto mesmo, então pode !

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  24. ENQUANTO OS MILITARES GENÉRICOS SÃO PROMOVIDOS AO SE APOSENTAREM, OS PAPA-CHARLIE SÃO DESPROMOVIDOS EM CONDIÇÕES SEMELHANTES.

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  25. Ai PELEGADA:

    PÁREM DE BRIGAR ENTRE VOCÊS POLÍCIAS.

    Quando voces catarem seu holerityZINHO no dia do pagamento, principalmente se for num dia insano, LEMBREM DO SEGUINTE:

    Enquanto as polícias FICAM SE MATANDO e MORRENDO PELA MÃO DOS BANDIDOS, os juízes, que ficam SENTADINHOS NO AR CONDICIONADO estão UNIDOS e ganhando A MAIOR GRANA. E muito bem protegidos pelos POLICIAIS todos do país.

    INICIAL de JUIZ ESTADUAL e de PROMOTOR DE JUSTIÇA em São Paulo é mais de R$ 21.000,00

    Pra pagar juiz o governo tem muito $$$$$$$$$$$$$$$$$$, pra pagar polícia NÃO (NENHUMA POLÍCIA, BEM ENTENDIDO).

    Vejam UM ÚNICO exemplo de salário em um TRIBUNAL DE SÃO PAULO (TRF3, na Paulista) EM JANEIRO DE 2014, confiram no site do PRÓPRIO TRF3:

    Clique para acessar o TRF3_Anexo_VIII_JAN_2014.pdf

    CECILIA MARIA PIEDRA MARCONDES
    DESEMBARGADOR FEDERAL (CARGO)
    11000 – DESEMBARGADORA FEDERAL CECÍLIA MARCONDES (LOTAÇÃO)
    0,00
    1.462,43 (VANTAGENS PESSOAIS)
    26.589,68 (SUBSÍDIOS, DIFERENÇA DE SUBSÍDIOS, FC OU CARGO EM COMISSÃO)
    28.722,32 (INDENIZAÇÃO)
    51.672,61 (VANTAGENS EVENTUAIS)
    108.447,04 (TOTAL DE RENDIMENTOS) !!!!!!!!!!!!!!!!!!! MAIS DE CENTO E OITO MIL REAIS !!!!!!!!!!!!!!!!
    4.387,29 (PREVIDÊNCIA PÚBLICA)
    7.911,75 (IMPOSTO DE RENDA)
    13.294,84 (DIVERSOS DESCONTOS)
    0,00 (RETENÇÃO POR TETO CONSTITUCIONAL) !!!!!!!!!!!!!!! SEM TETO CONSTITUCIONAL !!!!!!!!!!!!
    25.593,88 (TOTAL DE DESCONTOS)
    82.853,16 (RENDIMENTO LÍQUIDO (11)) !!!!!!!!!!!!!!!!! O LÍQUIDO DELA EU NÃO GANHO EM 1 ANO !!!!!!
    0,00 (REMUNERAÇÃO DO ÓRGÃO DE ORIGEM)
    0,00 (DIÁRIAS)

    Vou REPETIR: a mulher ganha LÍQUIDO MAIS DE R$ 82.000,00 (OITENTA E DOIS MIL REAIS) por mês.

    NÃO TEM TETO CONSTITUCIONAL PARA A EXCELÊNCIA. (será por isso que o tal Ministro do STF enfiou a filha dele como Desembargadora de um TRF ?????)

    E aproveitem pra CHORAR quando virem os rendimentos DOS DEMAIS humildes FUNCIONÁRIOS COM FUNÇÃO COMISSIONADA – é 20, 30 MIL SÓ A FUNÇÃO.

    Observem que TÉCNICO JUDICIÁRIO é CARGO QUE EXIGE SÓ O ENSINO MÉDIO e tem Técnico Judiciário ganhando líquido MAIS DE 30 MIL só porque ganhou um cargo de confiança como assessor. (e olhem bem os sobrenomes no nepotismo cruzado)

    Enquanto as polícias brigam, os juízes unidos fazem a festa no bem bom.

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  26. Já Tive o orgulho de trabalhar com a Dra. Elaine e só posso dizer uma coisa: Trabalhadora e Competente que mereçe tudo de bom.É mais Corajosa que muito Delegado e provou nessa ação que seus policiais fizeram e tudo dentro da legalidade.
    PREFEITO vai cuidar de GCM e de Carro de lixo!!!!!!

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  27. ganhando o que juiz ganha toda a greve será considerada ilegal. operação cumpra-se a lei, alternativa “B”.

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  28. Avatar de ESTA PUTARIA DO INFELIZ ESCREVER UM COMENTÁRIO E SAIR COLANDO ALEATÓRIAMENTE, JÁ PASSOU DA HORA DE EXAURIR, SEJA CAPAZ, ESCREVA UM TEXTO PERTINENTE AO COMENTARIO, NÃO ENCHA O SACO DE TODOS COM A MESMA COISA O TEMPO INTEIRO.. ESTA PUTARIA DO INFELIZ ESCREVER UM COMENTÁRIO E SAIR COLANDO ALEATÓRIAMENTE, JÁ PASSOU DA HORA DE EXAURIR, SEJA CAPAZ, ESCREVA UM TEXTO PERTINENTE AO COMENTARIO, NÃO ENCHA O SACO DE TODOS COM A MESMA COISA O TEMPO INTEIRO.. disse:

    Senhor Aparecido

    Esqueça esta idéia, ninguém nunca fará…e o medo do bonde? da corró? de perder….

    C.A.

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